sábado, 31 de agosto de 2013

Sobre "O Menino que ninguém amava"


 


Já chegou e já o li!


E porque me pediram para dar a minha opinião sobre o livro, aqui vai.


A sinopse deixa adivinhar o conteúdo, mas outras revelações bem duras vão sendo expostas.


É um livro que retrata a realidade de muitas famílias desestruturadas, disfuncionais e que necessitam de ajuda. Um livro que mostra os maus tratos de que uma criança pode ser vítima, sem que ninguém se aperceba ou a ajude.


A autora, Casey, mãe de acolhimento temporário, por sua escolha, passa grande parte do tempo entre suster a respiração, e respirar!


É um longo processo em que esta família vai ser testada ao limite (eu diria, mesmo, mais que o limite), em que a sua decisão vai ser questionada e posta em causa, prevalecendo e vencendo, no entanto, a diferença desta família face às restantes.

Haverá progressos, retrocessos, instabilidade, paz, muitas feridas para sarar e traumas para superar.

Mostra-nos um pouco como funciona o sistema, no que respeita a intervenção com crianças problemáticas e em risco. As causas e as consequências do risco.

E como pais biológicos (neste caso, mãe), podem ser tão cruéis, e pais de acolhimento podem amar tanto, e sofrer tanto por uma criança que não lhes é nada. 

Uma história verídica que revela o impacto do acolhimento temporário de uma criança destas em toda a família que a acolhe, e os sentimentos que daí advêm.

Eu gostei muito!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Que belos dias de praia!


 


Esta semana tem sido de idas à praia, todos os dias!


E que bem que sabe mergulhar naquelas ondas :)


Cada uma delas tem um efeito purificador, lava a alma, alivia a tensão, e deixa-nos revigorados.


Deveria ser uma terapêutica recomendada! 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sinto mesmo falta...


 


...de tempo a dois!


 


Estou de férias há duas semanas, e tenho aproveitado bem com a Inês, mas o marido, pelo contrário, tem trabalhado todos os dias, e pouco nos encontramos.


Acho que ainda menos que em dias normais de trabalho. Quando estamos juntos, é em família.


E está-nos a fazer mesmo falta estarmos só os dois!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Rodeada de crianças



 


Todos sabem que eu não tenho jeito nenhum para lidar com crianças.


Apesar disso, nestas férias, tenho-me visto rodeada delas!


Primeiro esteve cá a passar uns dias o irmão do meu marido, da idade da Inês.


Íamos os 3 para a praia e para a piscina. Brincávamos na água, fazíamos "competições" de natação, fazíamos jogos de rimas pelo caminho. Duas colegas de sala da Inês também estavam lá e juntaram-se a nós.


E nestes últimos dias, na praia, a Inês conheceu uma menina - Rosamond - e vi-me a jogar raquetes com elas, a levá-las ao banho, a mergulhar com elas. E a elas juntaram-se, entretanto, outras duas meninas que lá estavam na praia!


Tem sido uma animação! E, afinal, a ideia é proporcionar à Inês umas boas férias e ela tem-se divertido muito.


Mas já tenho saudades de estarmos só as duas!


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Estava mais que na hora...


...de uma consulta de optometria!


Como não utilizo muito os óculos, e a diferença é mínima, só vou renovar as lentes de contacto.


Optei pelas mensais, para não correr o risco de perder alguma ou estragar, e porque são mais eficazes.


Mas fiquei contente por a miopia ter reduzido o seu ritmo de evolução - aumentou, mas muito pouco. Quanto ao astigmatismo, será o meu eterno "calcanhar de aquiles"!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Melhor Leitura de Verão


 


Lido em dois dias, foi uma boa leitura nestas férias de verão, embora o tema seja bastante "pesado".


Quando li um excerto do livro, há uns meses atrás, percebi que seria a história de duas irmãs, separadas com poucos meses de vida, estando uma destinada a uma vida de luxo na América, e outra a um destino bem sombrio...


Mas nada poderia fazer prever tudo o que viria a acontecer ao longo da história, como a vida das duas se cruzaria, os tormentos que ambas teriam que passar e superar, os fantasmas que teriam que enfrentar, o passado que teriam que desenterrar, as perdas que sofreriam ao longo de vários anos, até conseguirem unir-se e ser felizes.


Uma história de ricos e poderosos que tudo podem, de injustiças, de falsidade, de amizade e amor, de oportunidades de vida, de gestos que fazem a diferença, de ambição, de sadismo, de violência e redes de pedofilia e prostituição.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Smurfs 2


 


Ontem o final de tarde foi de cinema, com o filme Smurfs 2!


Começa por não entusiasmar, melhora ao longo do desenrolar da história, mas não é um grande filme de animação, para mim.


Ainda assim, tem a suas lições de vida, momentos divertidos e momentos emotivos, por isso vale a pena ver!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Sobre o livro "A Rapariga de Olhos Azuis"


 


Ela não é o que parece mas, nesta história, nada nem ninguém é o que parece!


Duas irmãs pequenas - Orla e Sinéad, uma vista como um anjo, e a outra como o demónio. Mas o "anjo" também erra e transforma-se no elo mais fraco, enquanto que o "diabo" assume o comando da vida das duas e luta com todas as forças para salvar a irmã, e a si própria.


Sinéad sempre foi considerada pelo avô uma criança problemática que já não tinha salvação. A morte da sua mulher, num incêncio provocado pela neta, foi a gota de água. Ele nunca a perdoou, o que levou a que a sua filha saísse de casa com as duas meninas, para nunca mais voltar.


Muitos anos se passaram desde então. Chegou o momento da vingança - vingança por tudo o que passaram, por tudo o que deixaram de ter, por tudo o que sofreram...


 


Anya também não é a mulher bondosa que é pelo facto de ter nascido em berço de ouro. Pelo contrário, o seu passado é bem sombrio e marcado por muito sofrimento. Mas está na hora de lutar pela sua felicidade. E, para isso, vai ter que enxotar de vez os "Coelhos Brancos" da sua vida, e despir o papel de Alice. Afinal, não mais precisará refugiar-se num mundo imaginário.


 


Um livro que retrata histórias de mulheres que tiveram tudo, e ficaram sem nada. Mulheres que nunca tiveram nada, e podem vir a ter tudo. Mulheres para quem a vida foi madrasta, mas que ainda vão a tempo de se sentir amadas e de bem com a vida. Mulheres inocentes, mulheres intriguistas, mulheres sábias, mulheres sonhadoras...


 


Mas é também um livro de homens!


Mcdara - o avô que achava que sabia tudo mas que, afinal, não sabia nada! Pior que a cegueira física, é a cegueira que não nos deixa ver aquilo que está para além dos nossos olhos. E assim se perde uma vida inteira...


 


Liam - o veterinário canalha que quer levar qualquer uma para a sua cama por diversão, que trai a mulher por passatempo, que se mete em negócios duvidosos e acaba condenado por tentativa de homicídio.


 


Fergal - o neto adoptado de Mcdara, futuro herdeiro da propriedade Lismore e dos cavalos de corrida do avô, por quem Anya se apaixonará. Também ele ama Anya mas desde que ela chegou a Lismore, foi avisado por Mcdara que a devia ver como irmã, e nada mais. Ao longo da história, vai-se revelar companheiro, amigo, compreensivo, divertido, um homem muito difícil de encontrar. Vai ser injustamente acusado de determinadas atitudes.


 


JC - aliado da neta de Mcdara nos seus planos de vingança, vai ver a sua vida desmoronar-se quando ela perceber que está apenas a ser usada para benefício dele, que o amor dele é uma farsa e que o sonho da infância nunca se irá concretizar. Restar-lhe-á o companheiro Javier...


 


Para o final está reservado um casamento, duas mortes, uma revelação e um novo recomeço, uma nova chance para algumas das personagens, e uma grande lição de vida! 


 


 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Tudo se desvanece com o tempo


 


Em determinados momentos da nossa vida, deixamo-nos invadir por mágoa, raiva ou até mesmo ódio, sentimentos provocados por situações menos boas pelas quais passamos ou por pessoas que nos ferem.


E, se eles são rápidos a surgir, mais demorados são a nos deixar. Muitas vezes, porque nos servem de “alimento”, porque insistimos que eles devem permanecer eternamente connosco para que nos lembrem a cada minuto do mal que está na sua origem, e por prevenção para que não se volte a repetir.


Mas a verdade é que, ao nos apegarmos a esse tipo de sentimentos, não conseguimos seguir com a nossa vida. Funcionam como um travão, uma barreira, um nevoeiro que não nos deixa ver mais além.


São sentimentos que vão corroendo e deixando a sua marca. Mas só até determinado ponto.


Se o permitirmos, estaremos para sempre acorrentados, e a nossa vida condenada ao sofrimento. Mas, a maioria das vezes, por vontade própria, ou sem nem sequer darmos por isso, chegará o momento em que todas as marcas da corrosão se desvanecerão no tempo. Chegará o dia em que a mágoa, a raiva ou o ódio se evaporarão, e darão lugar à indiferença, à serenidade, à liberdade.


Liberdade porque, nesse momento, percebemos que o passado ficou lá atrás, deixou de nos condicionar o presente, e abriu caminho para vivermos em paz o nosso futuro!


 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ontem foi assim!

Aniversário do pai!


 



 


Diversão na Ericeira


 



 


Noite de baile com os Ouriços


 



 


E a foto com a vocalista


 


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Curiosidades

Amor e EnganosApaixonada por um Milionário


 


O que têm em comum Julia Quinn e Ruth Cardello?


Talvez mais do que eu possa imaginar.


Mas o que chamou, imediatamente, a atenção foi a capa do livro Apaixonada por um Milionário, desta última. Ainda sem saber quem era a autora, sugiu imediatamente o nome de Julia Quinn. A razão é óbvia - Amor e Enganos, da Julia, tem na sua capa a mulher que agora aparece na capa do outro!

O Menino que ninguém amava


 


"Justin tinha apenas cinco anos quando a mãe, toxicodependente, o deixou sozinho em casa com os irmãos de dois e três anos. Desesperado, Justin acaba por incendiar a casa e é então entregue ao cuidado dos serviços sociais. Seis anos mais tarde, Justin chega a casa de Casey e Mike - um casal de acolhimento especial, vocacionado para casos problemáticos. Para Casey e Mike depressa se torna clara a dimensão do desafio que têm pela frente e, à medida que a terrível verdade sobre os primeiros anos de vida de Justin vai sendo revelada, apercebem-se de que estão a ver apenas a ponta do icebergue. Uma história verdadeira de abuso e abandono, que é também uma fonte inspiradora, capaz de mudar a perspetiva que temos da nossa própria vida..."




Um livro que reflecte a actualidade, e que promete muitas emoções!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sobre a polémica do eventual cheque-ensino


 


Já temos a iniciativa do cheque-dentista, para as crianças que frequentam o primeiro ciclo do ensino básico. E é com esse cheque que muitas famílias levam, pela primeira vez, os seus filhos ao dentista. Porque ir ao dentista, infelizmente, é considerado um luxo e pouco prioritário face a outras necessidades mais básicas e mais urgentes e, assim, há que aproveitar esta oportunidade, ainda que seja tripartida, e não abranja todo o tipo de situações.


 


Agora, imaginemos que temos que ir ao médico. À partida, quem não tem muito dinheiro opta por ir ao médico de família. Mas, e se nos disserem que temos liberdade de escolha e que, no caso de optarmos por um médico privado, teremos o benefício de um cheque-saúde (independentemente se o mesmo é entregue ao médico, à clínica onde presta serviço ou ao próprio doente)?


 


A vingar esta eventual proposta do cheque-ensino, estamos com isto a querer dizer que, a partir desse dia, somos livres para escolher que os nossos filhos estudarão numa escola pública ou numa privada e, no caso da segunda opção, teremos direito ao mencionado cheque.


 


Isto soa, num primeiro momento, a discriminação entre os serviços públicos e os privados, com clara beneficiação para os segundos, em detrimento dos primeiros.


Mas, a questão que se coloca é: em que se traduz, na prática, este cheque-ensino? Qual a sua verdadeira finalidade?


 


Para mim é muito simples. Qualquer profissional, seja de que área for, deve agir da mesma forma, qualquer que seja o serviço em que está a exercer a sua actividade. O que significa que um médico deve atender os seus pacientes da mesma forma, independentemente de estarem a ser atendidos por via de clínicas privadas ou pelo centro de saude. Significa que o ensino (e os professores), deveria ter a mesma qualidade tanto numa escola pública como privada. E que os apoios, a haverem, deveriam ser equitativos para ambos os serviços. Nesse caso, seria uma justa escolha.


 


Mas sabemos que o Estado deveria apoiar, prioritariamente, os serviços públicos que dele dependem. Ao invés de o fazer, está a cada dia a destrui-los. Já os serviços privados, que são criados por quem assim o pretende, sem qualquer intervenção do Estado, parecem estar a desempenhar o papel de substitutos e a angariar regalias, apoios e benefícios.


 


Hoje em dia, já não é qualquer pessoa que consegue pagar consultas em hospitais públicos, já não é qualquer pai que consegue ter o seu filho a estudar no ensino público mas é, ainda assim, o mais económico para a maioria dos portugueses.


Aos serviços privados, só vai quem tem dinheiro. E aqueles que o perdem, e perdem o seu estatuto e nível social, viram-se para os serviços públicos. Também é sabido, embora com cada vez mais excepções, que quem paga bem é mais bem servido.


 


Assim, se estes cheques significarem que uma determinada pessoa que não tem condições financeiras para tal, pode ir a um serviço privado, ser melhor atendida e não pagar nada, é óbvio que estão a incitar ao fim dos serviços públicos.


Se estes cheques significarem que, quem não tem dinheiro, não tem outra solução que não seja o serviço público mas quem o tem, para ponderar o privado, pode contar com ajuda, é um claro incentivo à discriminação.


Agora se significarem que haverá cheques-ensino equivalentes para todos, independentemente, do serviço que pretendam, aí sim seria uma medida louvável.


 


Não me parece que seja essa a intenção...E daí a polémica que está a gerar!


 


 


 

domingo, 11 de agosto de 2013

Sobre compreensão, tolerância e intransigência


 


Somos compreensivos quando aceitamos e entendemos determinada atitude, sentimento ou facto; intransigentes quando nos mostramos inflexíveis perante qualquer argumento ou explicação; e tolerantes quando, mesmo não aprovando determinados comportamentos ou acções, diferentes daqueles que adoptaríamos, não os condenamos como algo de errado, antes respeitando a diferença.


O problema é que, muitas vezes, somos intransigentes quando deveríamos ser tolerantes, tolerantes quando deveríamos ser compreensivos, e compreensivos quando deveríamos ser intransigentes.


É o mundo a girar ao contrário...e nós com ele!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Estou decepcionada...

Imagem da notícia


 


...com a animação deste verão aqui em Mafra. 


Porquê?


Porque temos nada, nada, nada e nada!


Nada de concertos no Jardim do Cerco, nada de Noites da Cigarra, nada de animação nas tarde de fim de semana, nada de festas...


Eu sei que Mafra não é propriamente um destino turístico nem tão pouco um local onde queiramos passar férias, sendo mais provável que, mesmo os que cá vivem, vão para fora nesta altura.


Mas, ainda assim, fico decepcionada quando, aqui tão perto (a escassos 10 km), na Ericeira, me deparo com espectáculos musicais quase todas as noites, actividades desportivas e animação infantil, de Julho a Setembro.


Deve ser por isso que continuamos a ver a Ericeira apinhada, e Mafra deserta! 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Nos últimos tempos...


 


...tem sido assim:


 


qualquer coisa serve para implicar,


qualquer atitude nos irrita,


qualquer palavra nos ofende,


qualquer comentário nos exalta os ânimos,


qualquer observação nos provoca reacções exageradas,


 


e tudo isto nos reduz a muito pouco, e tende a transformar aquilo que sentimos em algo que não expressa, minimamente, a verdade e a realidade dos nossos sentimentos.


 


Existirá alguma vacina para este vírus que nos atacou?

Quanto valem as audiências?


 


Habituado, na sua profissão, a lidar constantemente com o perigo foi, no entanto, num concurso de dança que José Luís Gonçalves encontrou a sua maior luta - a luta pela sua vida.


A tragédia aconteceu durante os ensaios, no domingo à tarde, dia de estreia do programa que, apesar do sucedido, foi para o ar à hora marcada, tendo a apresentadora dado uma explicação relativamente aos acontecimentos de há algumas horas atrás.


Durante a semana, foram surgindo rumores de que estaria em cima da mesa a decisão de cancelar o programa, mas tal não veio a acontecer.


Mais uma vez, domingo à noite, lá estava a apresentadora, os concorrentes, o júri, os convidados especiais e a promessa de um serão fantástico, com muita dança, energia e alegria.


Por trás desta decisão de manter o programa está, supostamente, o pedido da família do toureiro para que nada mudasse pelo simples facto de José Luís Gonçalves se encontrar em coma induzido, com diagnóstico reservado, vítima de traumatismo craneoencefálico grave.


E a estação agradece este pedido! Afinal, se o programa fosse cancelado, não teria nenhum outro à mão para fazer concorrência aos seus adversários.


Como se costuma dizer "tristezas não pagam dívidas".


Eu atrevo-me a dizer que "tristeza, solidariedade ou respeito não fazem subir audiências"! 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Será o verão um recarregador de energias?


 


Começo a ter as minhas dúvidas.


Este ano estava ansiosa para que chegassem as férias para descansar mas, na semana de férias que tive, acabei por me cansar tanto ou mais do que se estivesse a trabalhar.


E se é verdade que um mergulho no mar nos acalma, o sol nos relaxa e uns momentos divertidos nos descontraem, também é verdade que uma horita ou duas, no meio de 24 horas em correria e stress, não chegam nem para meia carga.


E eu preciso tanto de boas energias!


 


 


Tica e a mosca

Diz a mosca: "Nossa, nossa, assim você me mata!"



 


E pensa a Tica: "Ai se eu te pego, ai, ai se eu te pego!"



 


E pegou mesmo, matou e saboreou-a como se de um verdadeiro pitéu se tratasse! Em seguida, olhou para nós a lamber-se toda!


Parece-me que alguém já se está a adaptar à alimentação do futuro :)

domingo, 4 de agosto de 2013

Mais uma noite de dança...


 


...a de ontem. Com a filhota, o marido e os Ouriços.


E o que seria de nós sem o GPS! Sem ele nunca chegaríamos as estas localidades onde se têm realizado os bailes ainda que, por vezes, nos pregue umas partidas.

sábado, 3 de agosto de 2013

Hoje estou assim


 


Há o Gru - O Mal Disposto...


...e há a Marta:


 


* a mal disposta,


* a mal humorada,


* a aborrecida,


* a resmungona,


* a fria,


* a conflituosa, e não vale a pena acrescentar mais porque já é suficiente.


 


De repente, começo a pensar que não sou boa companhia para ninguém... 


 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Contradições...


 


Se é verdade que não devemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje, também é verdade que, por vezes, é melhor deixar para amanhã, aquilo que não podemos fazer hoje...

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sobre a licença de maternidade

“Num momento, sentia saudades da minha filha, e ansiava pelo seu regresso para a encher de mimos. Noutro, já com ela em casa, desejei que o tempo voltasse atrás!”


 



 


 


Ao que parece, há cada vez mais mulheres a gozar o tempo mínimo de licença de maternidade optando, grande parte delas, pela licença partilhada.


A que se deve esta nova tendência? Possivelmente, a vários factores.


A crise é um deles. O dinheiro faz falta, e as mulheres que têm o privilégio de ter um trabalho preocupam-se em mantê-lo, abdicando de parte do tempo da licença que lhes é concedida por direito. Por outro lado, são cada vez mais as famílias em que os homens estão desempregados, enquanto as mulheres passam a ser o pilar e fonte de sustento do lar. Assim, é natural que sejam os pais a gozar a licença de paternidade.


A mudança de mentalidades também deu o seu contributo. Antigamente, as mulheres serviam para cuidar do lar e dos filhos, enquanto os homens trabalhavam. Hoje, existe partilha de tarefas, de cuidados, de atenção, de carinho, de amor…Hoje, sabe-se que ambos os progenitores são essenciais na criação e educação dos filhos.  


A carreira feminina é outro factor a ter em conta. Se há mães que regressam mais cedo ao trabalho para manterem o emprego que tanta falta lhes faz, sem outra opção possível, outras há que retornam por desejo de dar continuidade à sua carreira, por medo de perder o “terreno” já conquistado ou o prestígio já adquirido. E porque preferem o mundo laboral, onde se sentem confiantes, seguras e poderosas, ao “simples” papel de mãe.


E assim chegamos à ausência do instinto maternal, à falta de tempo, à saturação das lides domésticas e maternais, à sensação de inutilidade, ao desespero, etc.


Embora, de uma forma geral, seja benéfico em vários sentidos que a mãe fique com o seu bebé o máximo de tempo possível, a verdade é que a experiência da maternidade não é nada fácil, e cada mulher a encara de forma diferente. E é essa forma de encarar esta nova etapa da sua vida que vai levar à decisão de prolongar, encurtar ou partilhar a licença de maternidade.


 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!