quinta-feira, 31 de outubro de 2013

As máquinas seriam tão mais úteis...


 


...se funcionassem!


 


Ditam os tempos modernos que a moda e o futuro são as novas tecnologias. Não há lugar para métodos antiquados e práticas "primitivas" há muito ultrapassadas. 


Assim se inventaram as máquinas que dão dinheiro e efectuam um sem número de operações a qualquer hora do dia, como as caixas de multibanco. E assim se substituiram, por exemplo, as máquinas de senhas manuais pelas electrónicas.


Claro que todas elas seriam, efectivamente, de grande utilidade se não estivessem constantemente avariadas ou fora de serviço! E se não tivéssemos que recorrer aos métodos antigos cada vez que isso acontece!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Uma das mais bonitas bibliotecas do mundo está em Mafra!


 


Segundo a avaliação do jornal britânico "The Telegraph", e de acordo com a sua lista de bibliotecas mais bonitas do mundo, a Biblioteca Nacional do Palácio de Mafra ocupa o quarto lugar, entre as 16 bibliotecas mais espectaculares do mundo!


O magnífico pavimento é revestido de mármore rosa, cinzento e branco. As estantes de madeira estilo rococó, situadas em duas filas laterais, separadas por um varandim contêm milhares de volumes, testemunhando a extensão do conhecimento ocidental dos séculos XIV ao XIX. 


Com um acervo de mais 36.000 volumes, com encadernações em couro gravadas a ouro, os seus livros abrangem os mais diversos temas como a teologia, direito, história, geografia e viagens, arte ou medicina.


O acesso a este acervo é livre e gratuito para investigadores, historiadores, estudantes ou leitores ocasionais nacionais e estrangeiros e maiores de 18 anos.


A biblioteca de Mafra é também conhecida por acolher morcegos, que ajudam a perservar as obras. Os morcegos saem de noite de caixas que estão por baixo das estantes e, numa noite, cada morcego alimenta-se de cerca de 500 insetos, o equivalente à metade do seu peso!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Surfar as ondas gigantes da Nazaré não é para quem quer...

...é para quem pode!


 



 


Depois da brasileira Maya Gabeira, de 26 anos, ter sido resgatada o mar após um acidente ocorrido, quando tentava surfar uma onda gigante na Praia do Norte, na Nazaré, foi a vez de Carlos Burle tentar a sua sorte.


No primeiro caso, as coisas não correram bem. A brasileira ainda conseguiu surfar a onda, mas depois caiu. O seu amigo Carlos Burle, tentou resgatá-la com o jetsky. Nesta altura ainda estava consciente. Mas a única coisa que conseguiu foi segurar a corda e ser arrastada, tendo ficado submersa por várias ondas fortes que a terão deixado inconsciente. Burle não desistiu, voltou atrás e saltou para a água para a levar para fora, tendo sido depois socorrida pela equipa de apoio. Por sorte, apesar do susto, as consequências não foram graves - apenas um tornozelo partido.


Já Carlos Burle foi o grande protagonista da manhã de segunda-feira. Depois de ter ajudado a salvar Maya Gabeira, o brasileiro surfou uma onda gigante, que pode ter superado a de Garrett.


Terá a Nazaré um novo record?

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sobre as infelizes de declarações do arcebispo Jozef Michalik...



...acerca dos padres pedófilos da Polónia!



Porque será que determinadas pessoas tentam sempre sugerir que as vítimas dos mais variados crimes são sempre culpadas pelo que lhes aconteceu?


Se alguém é assaltado, a culpa é da vítima, porque tinha algo que os ladrões queriam!


Se alguém é atropelado, a culpa é sua, porque não viu o carro, porque não esperou, porque estava onde não devia!


Se uma mulher é violada, a culpa é dela. Deve ter tido algum comportamento que motivou o violador a fazê-lo!


Se o país está em crise, a culpa é do seu povo, que não se esforça para o pôr a andar para a frente!


Por isso já não me espanta que o arcebispo Jozef Michalik, líder do Episcopado na Polónia, ao comentar as revelações sobre padres pedófilos no seu país, tenha sugerido que as crianças eram parcialmente responsáveis pelos abusos sexuais sofridos por padres.


É óbvio que as crianças, na sua inocência e busca de atenção, afecto e carinho, seduzem os pobres padres e lhes pedem para cometer tais actos de carácter sexual. E os pobres padres, coitados, no cumprimento da sua missão de ajudar o próximo, ou porque antes de serem padres são homens e a carne é fraca, satisfazem assim tão nobre e inocente vontade.


É um perfeito absurdo! Mas é este o mundo em que vivemos. Aqueles em que é suposto nós confiarmos e que supostamente nos deveriam proteger de alguma forma (membros da igreja, polícia, instituições, família, amigos, etc.), são aqueles que cometem, muitas vezes, os piores crimes.


O arcebispo terá mais tarde pedido desculpa, e dado o dito pelo não dito, mas ninguém esquecerá, tão cedo, as suas infelizes declarações.


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O Último Minuto


 


Até onde estamos dispostos a ir?


O que estamos dispostos a fazer para proteger ou salvar aqueles que amamos?


 


Sam Capra, que no livro anterior - Adrenalina - tudo fez para resgatar a sua mulher, em quem confiava plenamente, e o seu filho, das garras do "Nove Sóis", descobriu que a sua mulher era uma traidora, e que o seu filho tinha sido raptado (ou vendido) logo após o nascimento. Com a mulher que o arrastou para a conspiração e traiu a sua confiança, em coma, a sua única esperança e motivação para seguir em frente é encontrar o seu filho Daniel e destruir aqueles que lhe destruiram a vida.


Mas, para isso, vai ter de lutar, e cumprir a missão que lhe foi atribuída a troco da devolução do filho - matar o homem que tem o poder de desmascarar o grupo que mantém o seu filho prisioneiro.


E, nessa sua missão, vai contar com uma ajuda inesperada - uma mulher a quem supostamente roubaram a filha, com o objectivo de ajudar Sam a levar a bom porto a tarefa que lhe foi confiada. Tão simples como isto: Leonnie descobre onde está esse homem, Sam mata-o, e os filhos de ambos são devolvidos.


Claro que isto seria tudo demasiado simples!


Este livro vai revelar a história da moldava Mila, que no passado ajudou Sam e o trouxe para a Távola Redonda. E o porquê de a sua cabeça estar a prémio. August, amigo de Sam da época dos Projectos Especiais, também manter-se-á fiel à sua amizade. Vamos descobrir como tudo começou e quem criou os dois grupos.


Ao longo da trama são feitos vários avisos, em tom de ameaça, contra as crianças, se Sam e Leonnie falharem. Mas será que, depois de cumprida a missão, os bebés de ambos serão realmente devolvidos? Porquê fazê-lo quando os podem ter sempre na mão, não o fazendo?


E será que, como diz Mila, não podemos salvar e vingar ao mesmo tempo?


Qual será a escolha de Sam? Em quem poderá ele realmente confiar? O que acontecerá ao pequeno Daniel?


Leiam, e descubram todas as respostas! Para mim, conseguiu superar o Adrenalina!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sobre a arrogância de uns...

 


...e a persuasão de outros!



 


Como já aqui disse, não tenho por hábito dar dinheiro a ninguém que me venha pedi-lo, seja para que causa for. A minha resposta é sempre "não estou interessada". Ou, quase sempre!


 


No outro dia veio cá uma senhora que começou por afirmar estar a fazer um serviço social na zona. O serviço social revelou-se uma angariação de fundos para uma instituição de crianças e jovens em risco. Nesse sentido, começou por me dar uma caixa para a mão, que eu pensei que fosse algum perfume mas que, afinal, era um relógio para homem, que estavam a vender por € 10,00, com oferta de outro igual. Respondi-lhe que não estava interessada. Mas, como se costuma dizer, mulher prevenida vale por duas e esta, já a pensar naqueles que provavelmente rejeitariam o relógio, trazia outra alternativa na "manga", que é como quem diz, na pasta - livros infantis!


Na compra de um, por € 5,00, oferta de outro. E assim me conseguiu convencer! Comprei um livro com jogos e receitas, e ofereceram o do Shrek 2. Ficou a minha filha a ganhar, e eu fiz a boa acção do dia, ao contribuir para uma instituição.


 


Uns dias mais tarde, apareceu um senhor, com um ar convencido, que logo me desagradou. Em primeiro lugar, parecia que a última coisa que lhe apetecia era estar a fazer esse "serviço". Depois, partiu do princípio que nós, só de olharmos, adivinhamos o que quer. Como isso não aconteceu, lá deu, com muito custo, uma explicação do que fazia - pedir dinheiro para ajudar uma instituição que acolhe "sem abrigo". Como lhe respondi que não estava interessada em ajudar, começou a reclamar, embora em tom irónico mas, ainda assim, a reclamar, como se fosse nossa obrigação ajudar todos aqueles que nos pedem.


 


Pois eu até posso ter muita vontade de ajudar, mas se vierem todos com a mesma atitude deste senhor, comigo não se safam! Porque a arrogância não é, sem dúvida, o melhor caminho para o conseguirem!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A revolta da natureza...


 


Está a chegar...


Eu sinto...todos nós sentimos...


Não sabemos quando mas está, sem dúvida, a caminho.


No chão, as folhas secas dançam em alegre rodopio! Levantam-se no ar, voltam a pousar, e correm em círculos, impulsionadas pelo vento.


Esse vento que sopra enraivecido, contra tudo, e contra todos.


No céu cinzento, nuvens escuras correm depressa, como se não houvesse tempo a perder. E, atrás destas, outras, e outras. Algumas, trazem a leve promessa de tréguas. Outras, mostram-nos que não nos devemos deixar enganar. Afinal, é só uma questão de tempo. 


Talvez agora, talvez mais logo, talvez amanhã...As primeiras gotas caem, e param. Ainda não chegou o momento...


Mas, por fim, pela noite fora, veio! E fez estragos.  


Hoje, parece que a natureza acalmou. E a sua sombria e assustadora revolta deu lugar a um magnífico céu azul!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Realidades inspiradoras (que não deveriam inspirar)


 


Hoje em dia, a ficção começa a perder o seu papel motivador de muitas das atrocidades cometidas por quem, supostamente, a ela está exposto e por ela se deixa influenciar.


Afinal, porquê tentar imitar algo que se leu num livro, ou viu num filme, quando existem cada vez mais casos reais que se podem recriar?


Não foi, precisamente, esse o caso do jovem que, tentando imitar os massacres ocorridos nos Estados Unidos (Columbine e Sandy Hook), tinha por objectivo matar, pelo menos, 60 pessoas?


Tinha um plano descrito em pormenor, onde constavam os materiais a utilizar, a estratégia e os objectivos, plano esse que terminava com fuga e suicídio.


Claro que, mais uma vez e apesar de, segundo consta, o seu comportamento até então indicar que algo que não estava bem, e tal poder ser interpretado como sinal de alerta, o agressor era alguém de quem a maioria das pessoas que o conheciam nunca iria suspeitar.


Temo que, infelizmente, muitos mais casos destes venham a acontecer, transformando-se numa praga viral que vai contagiando cada vez mais pessoas. Pessoas às quais são atribuídas perturbações mentais, ou algo do género para, de certa forma, justificar os seus actos.


Mas, que sofrem de perturbações mentais, disso não restam dúvidas, porque só alguém perturbado seria capaz de cometer crimes, seja de que espécie forem.


Resta saber se será esse o nosso futuro? Um mundo de alucinados que se matam uns aos outros para bater "recordes", por brincadeira ou, pior, sem nem saberem bem porquê... 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Hábito, vício ou defeito?

São muitos!


 


Pisar as folhas secas que encontro pelo caminho;



 


Dormir com muitos cobertores e edredãos na cama, e lençóis de flanela, seja inverno ou verão;



 


 


Reclamar, quando alguma coisa está mal;



 


Fazer eu as coisas em vez de deixar com outros as façam, mesmo que isso signifique mais trabalho e menos descanso.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ricochete


 


De todos os livros da autora, este sempre foi o que menos me inspirou.


Talvez, por isso mesmo, tenha sido o último a comprar e o último a ler.


Logo no início, confirmam-se as minhas iniciais suspeitas - não prende logo o leitor, nem conseguimos perceber o que têm aquelas primeiras páginas a ver com a história.


Só um pouco mais à frente tudo vai começar a fazer sentido, e a história começará então a entusiasmar.


Temos um policial de "pelo na venta" que, num julgamento, faltou ao respeito ao juiz por ter libertado um criminoso e que, mais tarde, vai ter que investigar o crime ocorrido entretanto em casa do mesmo. Duncan vai ter a sua tarefa dificultada, e quebrar muitos códigos de ética, por se ter apaixonado desde a primeira vez que a viu, pela esposa do juiz, autora confessa do crime, alegando legítima defesa.


Elise, é uma personagem cujo passado não abona muito a seu favor, mas ser uma assassina interesseira e calculista é algo óbvio demais para ser verdade. No entanto devo dizer que a mim, tal como a Deedee (parceira de Duncan na investigação), sempre me pareceu suspeita. Com a diferença que Deedee a considerava com toda a certeza culpada, enquanto que eu, por momentos, como Duncan, quis dar o benefício da dúvida.


O marido de Elise, o juiz Cato Laird, sempre tão protector e amoroso com a sua jovem esposa, e sempre tão aparentemente correcto no exercício das suas funções, pode ser alguém bem diferente dessa máscara.


Resta saber quem matou quem, e quem quer matar quem. Quem é inocente e culpado, quem diz a verdade e quem mente, e que segredos estão na origem de todo este enredo! 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Festas de pijama


 


A minha filha já foi, por duas ou três vezes, convidada para festas de pijama em casa de colegas da escola. Não a deixei ir.


Porque ainda é muito nova e tem muito tempo pela frente para dormir fora de casa, porque as colegas moram longe e não tenho como levá-la nem buscá-la (a não ser que o marido esteja de folga), porque não conheço bem os pais das colegas e tenho receio, enfim, são algumas das "desculpas" que lhe dou, e a mim mesma, para não a autorizar a ir às festas.


Na semana passada, recebeu um novo convite, desta vez da menina que conheceu na praia neste verão. E, sorte a minha, calhava na noite que ela ia passar com o pai. Não precisei de uma desculpa.


Mas se assim não fosse, mais uma vez os meus receios falariam mais alto. Se nunca a deixei ir a uma festa de pijama com colegas da escola com quem convive há cerca de 4 anos, e cujos pais, ainda que muito mal, conheço, como poderia deixar a minha filha passar a noite em casa de pessoas que vi meia dúzia de vezes na praia? Ainda por cima, a mãe da menina é escocesa e, inconscientemente, veio-me à memória o desaparecimento da Maddie. E junto a isso, as notícias que todos os dias nos chegam, de crianças abusadas por vizinhos, por amigos da família, por pessoas que nunca pensaríamos.


Claro que o perigo pode estar em qualquer lado, e não posso, simplesmente, fechar a minha filha numa redoma para que não lhe aconteça nada de mal.


Por isso, resolvemos fazer uma visita à menina no passado fim-de-semana. Só lá estava a mãe. O pai trabalha até tarde. Depois de conversarmos um bocadinho, deixámos a Inês lá durante cerca de uma hora, para brincarem as duas. Correu bem e a Inês gostou. E eu fiquei um bocadinho menos receosa, e a ponderar dar uma resposta positiva da próxima vez que a convidarem.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A dança é uma arte ou um desporto?


 


É sabido que a dança é uma forma de expressão artística através do corpo, mas também é verdade que determinadas danças são tão eficazes como uma aula de educação física. O corpo movimenta-se, exercita-se, queima calorias...E, para quem gosta, dá mais prazer do que, por exemplo, fazer exercícios monótonos com máquinas ou andar a correr atrás de uma bola!


A questão surgiu ontem, ao ver a minha filha dançar em casa. Perguntei-me: por que é que nunca incluiram a dança nas aulas de educação física e desporto? E logo vem a resposta: porque não é um desporto! Mas surge a dúvida: será que não é mesmo?


Ainda que não seja, tem benefícios e objectivos muitas vezes semelhantes. Em termos de exercício, não vejo como é que, por exemplo, num jogo de vólei, se podem queimar mais calorias que a dançar.


E mesmo que não a incluam nas actividades físico desportivas (que para mim faz mais sentido), podiam sempre colocá-la como disciplina opcional. Há tantas outras que não interessam a ninguém. Pelo menos ensinavam um pouco de arte!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Será nova moda...


 


...termos que pedir a chave cada vez que precisamos de utilizar casas de banho de estabelecimentos públicos?


A ser, não sei se a aprovo, ou se a abomino completamente.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Retrato dos jovens de hoje


 


Vou levar a minha filha à escola todas as manhãs, passando obrigatoriamente pela secundária. E logo aí, não contando com muitos dos exageros, e extravagâncias utilizadas pelos estudantes para marcar a diferença, houve duas estudantes que se destacaram, de forma negativa: - uma delas vestia algo que me pareceu tratar-se de uns calções, mas a denominação mais apropriada seria cuecas! Sem collants opacos por baixo, umas leggins, nada. E ali estava uma boa parte do traseiro visível para quem quisesse olhar;


- uma outra, chegou à escola com um vestido que mais parecia para uma festa de gala, mas nem por isso elegante, e demasiado pintada o que em nada agradaria à vista de quem se cruzasse com ela.


Já uma noite, numa zona de bares, o que não faltavam era miúdas a acharem que já são mulheres. Miúdas que não hesitam em vestir o mínimo de roupa possível mesmo que estejam a morrer de frio, só para exibirem o corpo aos rapazes que por ali andam. Eles agradecem!


E no passado fim de semana, a aproveitar as diversões do Luna Park aqui na vila, o meu marido, que estava a andar nos carrinhos de choque com a minha filha, foi abordado por uma rapariga a perguntar se tinha fichas que lhe desse para ela andar! A mesma rapariga, veio mais tarde fazer-me a mesma pergunta. Vi que, juntamente com uma amiga, também abordou outras pessoas que ali estavam, provavelmente pelo mesmo motivo. É preciso ter lata!


Querem andar sem gastar dinheiro, afinal, o mais certo é não o terem. Mas se não têm, vão trabalhar para ganhá-lo, que é isso que nós fazemos! E se são novos para trabalhar, peçam aos pais, ou a quem é responsável por eles. Para podermos andar tivemos que gastar o nosso dinheiro que, sabe deus como, nos custou a ganhar. Acaso temos cara de Madre Teresa de Calcutá?! Duvido :)


Um detalhe curioso é que essa mesma rapariga estava a fumar. O que me leva a imaginar dois cenários possíveis - ou preferiu gastar o dinheiro no tabaco em vez de o gastar nas diversões, ou também "cravou" os cigarros! 


O que me leva a imaginar que, em vez de "geração rasca", os jovens de hoje começam a pertencer à "geração crava": eu cravo, tu cravas, ele crava... 


 


 


 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Há Bandas...

...e A Banda!


 



 


Quando estamos habituados a alguma coisa da qual gostamos particularmente, é difícil considerar que pode haver melhor.


E, não raras vezes, recusamo-nos a conhecer outra, convencendo-nos de que não valerá a pena, sem sequer dar a mínima hipótese.


Por isso mesmo, e depois de umas belas noites de baile ao som dos Ouriços, não tivémos muita vontade de ir a bailes com outras bandas.


No entanto, neste fim de semana que passou, como a festa era aqui na vila, resolvemos ir. Na sexta, fui com a minha filha. No sábado, com o meu marido.


Duas bandas diferentes, dois estilos diferentes. Não conhecia nenhuma, embora já tivesse ouvido falar de ambas, que alegraram muitas das festas de verão. Quanto à primeira, destaco a voz e a simpatia da vocalista feminina. Já a segunda banda, não convenceu. Dançámos 3 ou 4 músicas e desistimos!


A verdade é que estamos tão habituados ao ritmo e aos sons dos Ouriços, assim como às belas vozes dos vocalistas, que nos faziam dançar durante mais de três horas que, simplesmente, nenhuma outra consegue esse feito, por mais que tente. E é com muita pena minha que tive hoje conhecimento que a vocalista feminina, Lara Veríssimo, vai deixar a banda. Embora algumas pessoas preferissem a banda sem a voz feminina, eu acho que ela era uma mais valia. 


 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Falta de consideração


 


 


Há alguns anos, foi criado um novo itinerário dentro da vila, e atribuído um pequeno autocarro para o percorrer.


Aparentemente, a ideia era transportar aqueles que não tivessem outra forma de se deslocar, para determinados locais na vila, como o Intermarché, o centro de saúde, o Parque Desportivo e outros, com diversos pontos de paragem pelo caminho. 


Como qualquer transporte público, também este tem que ser pago, e bem pago. Um bilhete custa mais de 1 euro, independentemente do percurso que se faça.


E, como qualquer transporte público, está sujeito a atrasos e outros contratempos bem comuns.


A diferença é que, ao contrário dos outros veículos da mesma empresa de transporte, que fazem outros intinerários, este é um caso permanente de queixas por quem lá anda. Com toda a razão!


Não são raras as vezes em que o autocarro avaria, sem que seja prontamente substituído. Mas se o é, não tarda a que o substituto vá pelo mesmo caminho. Ou seja, é sempre imprevisível saber se haverá autocarro ou não. Por outro lado, em termos de condições, deixa muito a desejar. Cheguei a ir num deles, e entrar água da chuva lá dentro.


Quanto aos atrasos, principalmente no primeiro horário, são constantes. O que, de certa forma, não sei se estará relacionado com quem o conduz. A verdade é que, durante as férias, sempre que vinha para o trabalho, o autocarro passava por mim no horário que deveria passar. Mas bastou começar as aulas, e mudar o motorista, para vir sempre com 10 ou 15 minutos de atraso.


Resultado: o meu pai carregou o passe para a minha filha ir para a escola de autocarro, uma vez que este ano entra mais tarde, e ela tem que ir mais cedo a pé, porque o autocarro nunca vem a horas. Dinheiro gasto para nada.


O que mais me irrita é que parece que este autocarro é um favor que a empresa faz às pessoas e, como tal, deviam era dar-se por satisfeitos em vez de reclamar. Até porque não tem adiantado muito reclamar. 


Mas não é nenhum favor. As pessoas pagam por este serviço, e é suposto este serviço ser tão bem prestado como os restantes.


Se não lhes compensa ou não lhes dá lucro, acabem com ele. Mas se o têm, ao menos façam-no bem. E mostrem alguma consideração pelas pessoas que vos pagam!


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!