Como seria injusto para os outros blogues que diariamente acompanho, não lhes fazer uma referência, vou sugerir um a um, ao longo das próximas sextas-feiras.
A escolha de hoje vai para este:
http://paranoias-de-mae.blogs.sapo.pt
Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!
Como seria injusto para os outros blogues que diariamente acompanho, não lhes fazer uma referência, vou sugerir um a um, ao longo das próximas sextas-feiras.
A escolha de hoje vai para este:
Arranca já este sábado e prolonga-se até ao dia 9 de Fevereiro. Porque as crianças também merecem!
Saiba mais em aqui .
Deixei uma caixa, com a comida que a Tica não já não queria, no degrau do lado de fora, à porta de casa. Quando fui buscá-la, a comida tinha desaparecido, mas estavam lá duas aranhas castanhas bem gordas!
Para início de praxe, pu-las a andar de carrocel: dei uns pontapés na caixa que a fizeram rodopiar.
A maior saltou para fora e foi esmagada por uma bota. A outra divertiu-se mais uns segundos, até que um looping a atirou ao chão, tendo o mesmo fim que a amiga.
Aqui em casa sou eu o "dux" e esta foi a forma de as integrar no meu meio!
P.S.: A cena vista ao vivo era mesmo para rir. Se eu fosse uma mulher destemida, tinha pegado na caixa, sacudido as aranhas e ido à minha vida. Mas como tenho pavor de aranhas, chegar perto da caixa estava fora de questão. Assim, andei aos chutos na caixa pelo quintal fora, à espera que se virasse e as aranhas saisse, para as matar, não fossem elas querer entrar lá em casa!
É sabido que o ensino paga-se, e bem! Por isso mesmo, quem não tem condições financeiras para custear os seus estudos, fica de fora.
Actualmente, 4 em cada 10 jovens não estuda porque não tem dinheiro. E os que tentam consegui-lo a trabalhar, acabam por não ter tempo para dedicar aos estudos e, por isso, desistem. Mas não é esse o único motivo para o abandono. A descrença no sistema de ensino também tem dado o seu contributo.
De acordo com um estudo efectuado, apenas 47% dos jovens acreditam que os seus estudos universitários melhoram as perspectivas de emprego. Já os empregadores, afirmam não encontrar nos jovens as qualificações que precisam, nem preencher vagas por não haver candidatos com as competências adequadas.
Onde falha, então, a ponte entre o ensino e o mercado de trabalho?
Segundo o relatório Mckenzie, não só em Portugal como em toda a Europa, há um "desfazamento entre aquilo que os sistemas de educação oferecem e as necessidades dos empregadores". Esse desfazamento leva à escassez de competências, prejudicando as aspirações da juventude e a prosperidade futura. Estaremos perante países onde a população jovem não irá estudar, nem trabalhar.
Nesse sentido, seria importante que políticos, educadores e empresários unissem esforços, analisassem com novos olhos a realidade, compartilhassem ideias e opiniões, e colaborassem mais entre si, para restabelecer a ponte fundamental ao crescimento e sucesso, que um dia se quebrou.
No outro dia, fui à papelaria comprar a revista das Winx para a minha filha, e a senhora que me atendeu perguntou-me se eu não queria levar também a revista da Violetta. Disse-lhe que não. Não fazia a mínima ideia de quem era. Mas, segundo a dita senhora, era o que estava agora na moda.
Uns dias mais tarde, ouço a minha filha falar da Violetta. Associei, então, uma coisa à outra!
Daí em diante, nunca mais ouvi falar de outra coisa. O tempo livre da minha filha é passado a ver a série da Violetta, a ouvir as músicas da Violetta, a falar das personagens da Violetta. Nas papelarias, já se vê imenso merchandising da Violetta. Na escola, passam o cd da Violetta e conversa-se sobre isso.
Parece que o mundo à minha volta se rendeu e está viciado na Violetta. A minha filha também!
O que pode ser pior que isso? Pior que isso, é que eu própria fui atingida pelo vírus Violetta! E é ver-me ficar parada a ver uns bocadinhos dos episódios, e cantar com a minha filha em espanhol!
Com o devido respeito pelo que é, e por quem dela sofre, a primeira coisa que me veio à cabeça quando ouvi o termo aplicado ao único sobrevivente da tragédia do Meco foi que quem sofre de amnésia selectiva "selecciona" aquilo de que se pode lembrar e aquilo que é conveniente esquecer!
E se assim fosse, até a mim, por vezes, dava imenso jeito ter uma amnésia selectiva temporária!
Na verdade, não andei muito longe da definição. A diferença é que essa"selecção" é feita pelo cérebro, para nossa defesa, independentemente da nossa vontade.
Então deixem lá ver se percebi:
Ontem, quando me deitei, utilizava a rede Tmn. Hoje, sou do Meo!
Ontem, recebi mensagens da Tmn. Hoje, recebo do Meo!
Ontem, o meu tarifário era Moche. Hoje, o meu tarifário é Link!
Por isso é que recebi há uns minutos uma mensagem do Meo a dizer que tinha que carregar o meu Link :)
Por momentos, pensei que fosse uma comunicação alienígena!
Assim, está explicado!
Elogio é o enaltecimento de uma qualidade ou virtude de algo ou alguém. Um elogio pode desencadear uma série de substâncias do prazer, da alegria e da satisfação na corrente sanguínea de quem o recebe.
Por isso mesmo, pode ser utilizado para motivar, aumentar a auto-estima ou corrigir defeitos. Pode servir de reconhecimento por um bom desempenho ou actos de destaque. É essencial para um desenvolvimento emocional e social saudável ao longo de todo o ciclo de vida, e vital para um bom clima familiar e organizacional. Um ser humano elogiado fará melhor, dará algo mais numa próxima vez, será melhor.
E, quando elogiamos os demais, é provável que também sejamos elogiados!
Assim, mesmo para aqueles que afirmam que "os elogios não nos elevam, assim como as críticas não nos rebaixam, porque somos aquilo que somos e não o que nos acham", aqui ficam alguns dos benefícios da arte de elogiar:
E você, já elogiou alguém hoje?
Estava ontem a ver o programa SOS Animal e emocionei-me com este vídeo e com esta iniciativa de "dar voz aos animais".
Uma carta que exprime os sentimentos de todos os cães maltratados e abandonados em condições desumanas, enviada para os seus donos. Porque, por muito que digam o contrário, os animais têm sentimentos, sim!
E eu também. Por isso é que não consegui conter as lágrimas :)
Veja aqui a carta:
https://www.facebook.com/photo.php?v=773180636045327&set=vb.220639584632771&type=2&theater
Em 2013, em Portugal, Maria e João foram os nomes mais escolhidos pelos pais para registar os filhos.
Segundo informações do Instituto dos Registos e Notariado, o pódio feminino é ocupado por Marias, Matildes e Leonores, respectivamente, nos 1º, 2º e 3º lugares.
Já no pódio do sexo oposto, os Joões destronaram os Rodrigos, que passaram para 2º lugar, mantendo os Martins a medalha de bronze.
Também de acordo com os dados deste instituto, podemos chegar à conclusão que Maria é um nome de peso - lidera a tabela feminina há 3 anos consecutivos, e intemporal - desde as trisavós às crianças de hoje, é o nome mais conhecido entre nós!
Aqui ficam os números:
Maria - 4638 registos
Matilde - 1997 registos
Leonor - 1886 registos
João - 1934 registos
Rodrigo - 1897 registos
Martim - 1758 registos
Ontem foi, para mim, o dia do quase:
- quase parti o meu dedo mindinho da mão quando, ao tirar a mochila da Inês das costas, esta escorregou e o peso caiu todo sobre esse único dedo;
- quase torci um pé - é o que faz já não estar habituada a andar de saltos altos, e as estradas e passeios terem tão boas condições para caminhadas;
- quase desloquei o ombro quando, dentro do carro, no assento da frente e já com o cinto posto, tentei chegar a uma mica que estava no banco de trás, atrás de mim, sem me virar nem tirar o cinto (é aquilo a que se chama a lei do menor esforço).
Felizmente, tudo não passou do quase!
Há cerca de um ano atrás, logo depois de ter visto O Impossível, vi o trailer deste filme, que ia estrear no cinema no mês seguinte, e pensei "quero ir ver este filme"!
Mas como tinha acabado de experimentar emoções intensas com O Impossível, achei por bem esperar mais uns tempos antes de me propôr a viver mais umas quantas. O tempo foi passando e acabei por não o ver.
Na semana passada, quando o meu marido me perguntou que filme queria ver, falei-lhe deste. Ele pesquisou e vimos que ia dar no TVCine no dia 15. Gravámos.
A expectativa era grande e já tínhamos os pacotes de lenços preparados para quando surgissem as lágrimas que, estávamos convencidos, iam marcar presença.
Mas, se o meu marido adorou, eu fiquei desapontada. Estava à espera de muito mais.
É certo que tem algumas partes mais marcantes, como a que o pai deixa cair a postura de optimista, forte e controlado, e mostra o seu medo, a sua impotência e a ausência de sentido para a sua vida, sem a sua filha. Ou a cena em que a Tessa e o Adam decidem ficar juntos e fazem planos para o futuro, um futuro que nunca chegará... Ou ainda algumas demonstrações ou gestos de amor, e a forma como é abordada a doença.
Mas, ainda assim, esperava mais. A acção parece-me muito parada, a maioria das cenas muito básicas, sem entusiasmo. Parece-me que falta ali qualquer coisa, e que há ali coisas que não fazia falta estarem.
A amiga que, numa relação casual, fica grávida, e a antítese entre a vida e a morte, não me convenceu. E no final, na hora da despedida, em que estão os pais e o irmão, por que razão não está também o namorado?
Gostei, não digo que não, e recomendo, mas penso que podiam ter feito muito mais!
A minha filha trouxe trabalhos de casa para fazer. Esteve à espera que eu chegasse a casa para fazê-los. Mas chega à conclusão que deixou o livro na escola! Que bom!
Digo-lhe para ligar o Magalhães e ver na minha pen se tenho o livro digitalizado. Confirma-se. Só há um problema - o Magalhães não dá para ligar à impressora, por isso, temos que ligar o computador novo. E assim fazemos.
O meu marido tinha criado duas contas, uma para ele e outra para a minha filha. Quis iniciar sessão na conta dela. Estive mais de 10 minutos à espera que as actualizações terminassem. Terminaram!
E agora? Alguém me diz onde fica o ambiente de trabalho desta coisa?! Procurámos, procurámos, e ao fim de mais 10 minutos, encontrámos!
Menos mal. Já no ambiente de trabalho, procuro desesperadamente O Meu Computador, mas nem sinal. Mais um tempo perdido até que, por fim, vejo em baixo um ícone de pastas. Abro-o e, voilá! Consegui chegar à pen! Abro o ficheiro, mando imprimir e...
...o tinteiro preto chegou ao fim! Um dia depois de ter substituído o de cor!
Já completamente sem paciência, desliguei esta maravilha de pc e liguei o meu adorado Magalhães, só para ela ver a pergunta que não imprimiu e fazer os trabalhos.
Está mais que visto, e comprovado, que novidades e modernices tecnológicas não são para mim!
Diz o floco de neve para o cubo de gelo: "brrr...está tanto frio, aquece-me, por favor"!
Um Refúgio para a Vida,
Porque o meu quarto, e a minha cama, são o meu melhor refúgio depois de um dia cansativo, e onde me posso abstrair com a leitura de um bom livro!
Esta é a história de uma mini fã do cantor Tony Carreira, que começou há cerca de 7 anos atrás!
Uma menina que, com 3 anos, começou a ouvir as músicas deste cantor quando andava de carro, com o pai e, desde então, ficou viciada.
Passava o tempo a ouvir os CD's que o pai tinha até que, mais tarde, lhe ofereceram novos CD's e até o DVD com o concerto dos 15 anos no Pavilhão Atlântico.
Com o tempo, foi decorando as letras das músicas, e depois cantava e imitava as bailarinas. Punha-nos também a ouvir e desafiava-nos para dançar com ela. E foi assimilando toda a informação sobre o Tony Carreira e a família.
Aos 4 anos, levámo-la ao concerto que o Tony Carreira deu na Baía de Cascais. Para ela foi o melhor presente que lhe podíamos ter dado!
Infelizmente para ela, não conseguiu ficar mesmo lá à frente, mas ficou sensivelmente a meio, e assistiu à maior parte dos espectáculo às cavalitas do pai.
Foi melhor assim. Já foi um pouco irresponsável da nossa parte, como pais, levá-la. E tememos pela sua segurança. É que as pessoas atropelavam-se umas às outras, empurravam e discutiam para poder passar à frente dos outros e ficar com o melhor lugar. Até mesmo os homens!
Mas correu tudo bem. E até apareceu numa foto que publicaram numa revista. Só ficou com pena de não ter estado mesmo ao pé dele no fim do concerto.
E assim continuou esta admiração à medida que foi crescendo.
Há uns anos atrás, teve a sorte de ter o Tony Carreira a cantar aqui em Mafra, embora não tenha conseguido, igualmente, chegar perto dele.
Hoje, essa menina tem 10 anos! E já anda mais calma :) Já ouve uma diversidade maior de músicas e não fala tanto do cantor. Hoje, brincamos com ela quando ouvimos falar dele e a lembramos de como era viciada. Ainda assim, continua a ser fã, mas não tão mini!
E canto lírico!
Ontem houve espectáculo gratuito no meu quintal, com um dueto (ou seria duelo) de peso: dois gatos (ou gatas) enormes e gordos, num verdadeiro despique, sem vencedor nem vencido.
Não sei bem há quanto tempo tinha começado, mas quando o som nos chegou e chamou a atenção, fui à sala e espreitei pela janela. Foi quando os vi.
Dois gatos, de frente um para o outro, como se estivessem num corriqueiro tête-a tête, miando à vez, ora um, ora outro ou, por vezes, os dois ao mesmo tempo. Primeiro, quietos como estátuas, cada um no seu lugar, a uns centímetros de distância entre eles. Depois, encostaram as cabeças um do outro e assim ficaram uns minutos, sem interromper os miados. Em seguida, recuaram para a posição anterior, durante uns intantes. Um dos gatos, vira-se então de costas para o outro, e sai de cena em câmara lenta (literalmente). Por fim, o outro vai embora, noutra direcção, como se tivesse terminado a actuação e tivesse mais que fazer.
Como plateia, à janela da sala, eu, a minha filha e a nossa gata!
Claro que a Tica era a mais atenta das três! Mas eu fiquei surpreendida. Tinha esperado encontrar dois gatos à luta, a bufarem, a morderem ou arranharem um ao outro, mas não aquilo. Foi algo, realmente, fascinante!
16 de Janeiro de 2004, Sexta-feira
Foi um dia de trabalho perfeitamente normal, sem qualquer sinal de alarme. À noite, em casa, um pequeno sangramento, mas não dei importância. Disseram que era normal. Sentia-me cheia de energia e andei, inclusive, a fazer limpezas até perto da meia-noite, hora em que me deitei.
E foi aí que tudo começou! As dores de barriga, o frio, a diarreia, as contrações, o deita e levanta, levanta e deita, o não estar bem de maneira nenhuma.
Aguentei como pude. No dia seguinte tinha uma consulta e, por isso, logo se veria.
17 de Janeiro de 2004, Sábado
Mas por volta das 07.30h da manhã de sábado, disse ao meu então marido que tinha que ir para o hospital porque não aguentava mais com dores. E fomos. O caminho pareceu-me uma eternidade, cada buraco ou lomba que passávamos tornava a dor ainda mais insuportável. Chegámos ao hospital. Depois de algumas voltas entre urgência, triagem e afins, fui então encaminhada para a maternidade. Tocámos à campainha. Ninguém vinha. Tornámos a tocar. Veio então a parteira de mau humor, reclamar porque tinha ouvido à primeira e escusávamos de estar com pressa. Entrei. Fui examinada pelo médico que me disse, com a maior naturalidade: "está com 4 dedos de dilatação, já não sai daqui"!
Fiquei em pânico! Não tinha levado nada, nem para mim, nem para a bebé. Só consegui avisar o pai que foi então a casa buscar tudo, enquanto eu fiquei ali, a preparar-me, e a ter que ouvir as bocas da parteira.
Já na maca, as contracções eram cada vez mais frequentes, a dor cada vez maior e só me apetecia gritar. De facto, foi a primeira e única vez que gritei com dores. Mas devia estar a incomodar a parteira porque até com isso implicou "escusa de estar aí a gritar que o bebé não nasce mais depressa"! Infelizmente, tinha razão. De contrário teria gritado ainda mais, só para acabar de uma vez com aquilo. Via o tempo a passar e nunca mais me punham a jeito, nunca mais podia fazer força para ela sair.
Não me deram epidural, talvez porque já fosse tarde demais para isso. Também não deixaram o pai assistir ao parto. Nem sequer o avisaram. E sabiam que ele já tinha voltado.
Mas, quando achava que ia estar ali uma eternidade, veio então a enfermeira e a parteira para o momento mais aguardado. Pode parecer que passou muito tempo mas, de facto, entrei no hospital por volta das 08.30h da manhã e a Inês nasceu às 11.55h. Foi aquilo a que chamam, uma "hora pequenina"!
17 de Janeiro de 2014
Faz, hoje, 10 anos que vivi a experiência da maternidade, e trouxe a este mundo a pequena (hoje grande) Inês!
O tempo passa bem depressa, mas as memórias desse momento e desta primeira década ficam para sempre!
Parabéns Inês!
Mais um programa que a minha filha me pôs a ver!
E desaconselhável para pessoas sensíveis!
Todos sabem a minha preferência por gatos mas, ao ver este programa, é impossível ficar indiferente à forma como chegam a encontrar alguns animais, seja de que espécie forem.
Cães maltratatos, gatos abandonados, e até aves feridas, há de tudo um pouco por este país fora. Há pessoas que, de facto, mais valia não terem animais, do que os terem e não cuidarem deles.
Fiquei emocionada com o pato "Duck" e a forma como ela reconheceu e agradeceu a forma como a Sandra tratou dele. Fiquei embevecida com a pequena coruja tão sossegadinha na caixa transportadora. Fiquei irritada quando um determinado senhor perguntou, com a maior naturalidade, se podia mandar abater o seu cão de caça, uma vez que estava aleijado e já não lhe servia para nada! Fiquei contente quando encontraram uma família para a gatinha, e com o coração apertado quando disseram que um dos cães tinha sido enxotado à paulada pelos donos e, já na rua, mordido várias vezes por outros cães.
Infelizmente, duvido que o programa ajude a mudar mentalidades. Quanto muito, pode dar a conhecer o projecto e ajudar a angariar verbas para a associação.
Mas, pelo menos, faz a sua parte!
Sempre fui uma pessoa muito dada a poupar sempre que posso, a pensar em alguma eventualidade que surja e, principalmente, no futuro da minha filha.
Mas parece que, para determinados efeitos, o ideal seria não poupar.
Afinal, se uma pessoa tem poupanças é porque vive bem e o dinheiro lhe chega, logo não precisa de mais.
Assim sendo, talvez seja melhor proceder rapidamente à "matança do porco"!
As técnicas da Segurança Social acham que, para um agregado familiar composto por apenas duas pessoas, é muito dinheiro! Mesmo quando o termo "alimentação" se refere a todas aquelas despesas que temos mensalmente com alimentação, produtos de limpeza e higiene, e afins.
Se é possível reduzir este valor? É óbvio que sim! Temos é que nos privar de muitas coisas.
E com esforço até podemos gastar pouco ou nada. Basta não comprar, não comer, não beber, deixar tudo sujo e esperar que, uma vez em tão más condições, já possamos ter direito aos apoios que, de outra forma, não reunimos condições para receber.
Claro que, em alguns meses, se gasta mais que noutros - este valor é apenas uma média. Mas não nos podemos esquecer que as coisas estão cada vez mais caras e que, nem sempre, as promoções são naquelas que mais precisamos.
Ainda assim, parece que estamos na categoria de "gastadoras".
Por isso, vou ali poupar um bocadinho e já volto!...
Ao longo de 5 programas, o famoso "mágico da máscara" foi revelando os mais ancestrais segredos da magia, quebrando o chamado "código dos mágicos"!
Quem me chamou a atenção para o programa foi a minha filha e, a partir daí, comecei a segui-lo todos os sábados.
Claro que estes truques agora explicados são apenas alguns de muitos que se praticam mas, logo da primeira vez que vi, pensei: "agora que todos sabemos como funciona e que tudo não passa de uma ilusão, já não tem graça assistir a estas exibições noutros espectáculos. Perdeu-se a magia."
Ou talvez não...Afinal, mesmos sabendo que o Pai Natal, a Fada dos Dentes e tantas outras personagens criadas não existem, ainda continuamos sob a influência da sua magia. Assim, o facto de sabermos como se fazem estes truques antigos pode-nos levar a tentar descobrir o segredo dos novos.
O que é certo é que, admirado por alguns, e odiado por muitos, Val Valentino conseguiu causar polémica com esta decisão de revelar os segredos da magia.
Por mim, podia continuar!
Desta edição da Casa dos Segredos 4, pouco vi. Aquilo que sei, apanhei das revistas e de uma ou outra ocasião em que alguém lá em casa mudava para o canal.
Mas gosto das finais, e à falta de melhor oferta para uma noite de passagem de ano caseira, assisti à final com a curiosidade de ver se as estatísticas se confirmariam e sairia vencedora uma mulher. Não saiu. Nem a Joana (que era a preferida da Teresa Guilherme), nem a Érica (de quem tanto mal diziam mas nunca expulsaram), nem a favorita do público, a Sofia (que afinal não era assim tão favorita).
Também o Diogo não viu concretizados os desejos dos colegas, ficando com um honroso 3º lugar. Ele pareceu satisfeito. E, afinal, como ele próprio disse, entrou sozinho e saiu com uma namorada, por isso não podia estar mais feliz!
Não sei como foi esse namoro dentro da casa mas, na final, daquilo que vi, não me pareceram nada um casal de namorados. Vi um Diogo muito atencioso, e até carinhoso, com as suas colegas quando sairam, acompanhado-as à porta, mas pouco afectuoso com a própria namorada. É que nem amigos pareciam. Mas, enfim, pensei que não quisessem estar com grandes demonstrações de amor em plena final.
Da Maria Joana não posso dizer nada porque nunca vi nada sobre ela, a não ser que formava um suposto triângulo amoroso com o Diogo e a Sofia mas que, ao ser expulsa da Casa, tinha deixado o caminho livre para os dois últimos.
Já a Sofia, acho-a um pouco sonsa e irritante. Entrou na casa com o pai da sua filha, com quem se voltou a envolver, depois de várias discussões e cenas de ciúmes, e com quem se voltou a desentender, para logo em seguida se "apaixonar" e envolver com o Diogo.
Claro que, fechados dentro de uma casa, vivem as coisas de maneira diferente e mais intensa do que cá fora. Estão mais carentes e os sentimentos podem-se confundir ou ser mal interpretados. Quando chegam cá fora, a realidade é diferente. Por isso, não me espanta que, muitas das relações que começam lá dentro, acabem cá fora. E não me espanta que a suposta relação da Sofia e do Diogo tenha terminado em tempo recorde.
O que me deixou parva, foi o motivo apontado pelo Diogo para o fim do relacionamento. A sua incoerência, a sua atitude contraditória, uma certa falta de maturidade na forma como resolveu a questão e a expôs ao público. Foi isso que fez com que o público, e até os seus apoiantes, o crucificassem. Não se pode atribuir a culpa à Maria Joana - ela é livre e está disponível. Nem se pode atribuir a culpa à Sofia, que afinal até tinha razão para ser ciumenta.
Já em relação ao Diogo, o que se pode dizer de alguém que, num dia, afirma que o melhor que lhe aconteceu foi ter começado a namorar com a Sofia, e no outro, se lembra que preza muito a sua liberdade e não quer estar em nenhuma relação? O que se pode dizer de alguém que, supostamente, afirma que precisa que a namorada lhe dê espaço, e logo a seguir vai dividi-lo com a amiga? Que afirma que dormiu em casa da amiga unindo o útil (mais perto da TVI) ao agravável (matar saudades) e que não informou a namorada porque sabia que ela ia fazer filmes?! O que se pode dizer de alguém que não teve coragem para ter uma conversa franca, e esclarecer tudo antes que se fizesse todo este teatro à volta da questão?
É caso para dizer - Namorados...mas pouco, muito pouco mesmo!
Anos de namoro
Anos marcados por alegrias, tristezas, turbulência, calmaria, tempestade, bonança, dúvidas, certezas, indecisões, decisões
Anos de amor, amizade, partilha, companheirismo, confiança
Nem sempre foram fáceis, nem sempre foram um mar de rosas sem espinhos, mas também tivemos momentos muito especiais e, olhando para estes 4 anos, parece que já passou o dobro ou o triplo do tempo! E é, ainda, tão pouco, se compararmos com casais que estão juntos há muito mais anos.
Mas, como bago a bago, enche a galinha o papo, que possamos ir preenchendo o nosso a cada dia 9 de Janeiro, e que cada bago valha a pena!