sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

As madrastas da minha filha


 


"Na teoria, madrasta é aquela que casa com o pai e adota os filhos, morando junto com eles e exercendo o papel de mãe, ocupando o seu lugar, substituindo-a e assumindo a responsabilidade por esse papel. Não será madrasta aquela que é, simplesmente, mulher do pai, se os filhos continuarem com a mãe natural."


 


Assim, uma vez que a minha filha vive comigo, não tem madrasta.


Mas a verdade é que eu considero as companheiras do pai da Inês suas madrastas. E não digo isto pelo lado negativo. Pelo contrário.


Embora se associe a palavra madrasta a uma pessoa má, nem sempre essa é a realidade.


Considero que a minha filha teve, até agora, muita sorte com as suas madrastas.


A primeira, com quem conviveu cerca de dois anos, gostava muito dela, era amiga e, pelo que sei, sempre a tratou bem. E a Inês gostava muito dela.


Da actual, com quem convive há menos tempo, não posso dizer nada diferente. Pelo que vou apanhando, e por aquilo que a Inês me diz, dão-se muito bem e gostam muito uma da outra.


Se fico com ciúmes? Não! Fico feliz e aliviada porque, para mim, o mais importante é que a tratem bem e ela se sinta bem. O mais importante é que ela tenha estabilidade. Que alguém cuide dela nos dias em que não está comigo.  


Por isso, atrevo-me a afirmar que as madrastas da minha filha, são as melhores madrastas que ela poderia ter!


 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Recordando Enrique Iglésias...


 


Bailamos?!

Sobre o aborto - a utopia da legalização


 


 


Não sei por que se pensou que, legalizando o aborto, este diminuiria. 
A legalização só veio permitir que as mulheres façam "às claras", com maior segurança e a custo zero, aquilo que já antes faziam, às escondidas, sem condições e com custos elevados.
E a tendência para o número de abortos aumentar justifica-se - se antes muitas mulheres hesitavam e preferiam não abortar por medo das consequências (tanto físicas como legais) ou por não ter condições financeiras, com a legalização, esses medos e obstáculos desapareceram.
Quanto às consultas de aconselhamento e planeamento familiar para evitar recorrer ao aborto, é compreensível que não sejam frequentadas: a informação já a temos toda, já a sabemos "de cor e salteado", e os contraceptivos estão disponíveis mesmo sem se ir fisicamente à consulta. 
No entanto, apesar de tudo isso, continua a haver gravidezes não planeadas e indesejadas. Principalmente em tempos de crise. E é muito mais prático e económico abortar que ter um filho. É a pura verdade. 
Partindo deste princípio, e tendo em conta que o aborto é, para muitas mulheres uma espécie de método contraceptivo em última instância é normal que, cada vez mais, se corra o risco de o aborto se tornar um procedimento corriqueiro. 


 


Eu sou uma defensora do aborto, mas não como algo que se faça por sistema. Mas, a minha opinião e experiência, podem lê-la AQUI

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Carnaval no Arena Shopping

Carnaval à vista é no Arena

De 1 a 3 de Março, o Arena Shopping, em Torres Vedras, vai ter atividades pensadas para os mais pequenos. 


1 de março

15h: Atelier de Carnaval 
17h às 21h: Atelier de disfarces e face painting
A criança constrói a personagem através dos disfarces de Carnaval, adereços e pinturas faciais. Com as pinturas faciais e a arte dos animadores as crianças poderão transformar-se nos seus heróis preferidos.


2 e 3 de março


14h às 21h: atelier de face painting e disfarces de carnaval + atelier de escultura de balões + atelier de escola de magia e feitiçaria

Atelier Escultura de Balões
Como os piratas precisam de espadas, as princesas de coroas, as borboletas de flores, a caracterização poderá ser completada com as esculturas de balões


Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts 
A Professora MixMagic, que é na verdade uma grande feiticeira e professora de poções mágicas na Escola do Harry Potter, informa os meninos que vai ensinar poções muito antigas, do tempo dos Grandes Sábios do Pântano.  

Experiências:
Ovo na Garrafa – A Magia da Chama Poderosa 
Simular um Géiser – A Fonte Possante 
Ácidos e Bases – Poções Mágicas 
Mensagens Secretas – Utilizar Sangue de Grifo e a Chama Poderosa



Participação gratuita – limitada à lotação do espaço.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Feira Mensal de Mafra


 


Finalmente, o regresso!


Há uns anos atrás, eram muitas as pessoas que estavam de acordo com a fim desta feira, realizada todos os terceiros domingos de cada mês, junto ao Palácio Nacional de Mafra. Principalmente os comerciantes que se sentiam prejudicados, tanto pelos preços praticados como pelo alegado "roubo" de clientes. Ou pela falta de limpeza pós-feira e desvalorização do Convento de Mafra.


A sua vontade veio a ser satisfeita quando, no âmbito das obras de requalificação da área envolvente do monumento, a feira foi suspensa. 


Apesar dos protestos daqueles que defendiam a realização da feira, ainda que pudesse ser transferida para outro local, ficámos mesmo sem feira.


Naquela altura (e durante muitos anos), esta feira acolhia uma imensidade de pessoas que ali compravam produtos mais em conta, que não podiam comprar nas lojas. Eu era uma dessas frequentadoras assíduas.


Mas, coincidência ou não, acabou a feira e abriram as lojas dos chineses! As pessoas acabaram por compensar uma coisa com outra, até porque se mantiveram aqui bem perto a feira da Malveira (todas as quintas-feiras) e a da Encarnação (todos os primeiros domingos de cada mês), para quem as preferisse.


Este ano, no entanto, a feira vai mesmo voltar, já a partir de 16 de Março, com instalação no Parque Intermodal onde, aparentemente, existem melhores condições para o exercício comercial e para acolher os visitantes, nomeadamente ao nível do estacionamento, assim como localização privilegiada, dinamizando o centro de Mafra, face à expansão natural da vila.


A minha dúvida é se, hoje, a feira voltará aos seus tempos de glória, ou se nada será como antes.


Seja como for, será benvinda!


 


(quem sabe não é desta que compro tecido bonito e barato para mandar fazer cortinados novos)


 


 


 

Nek Nomination (ou como transformar um jogo parvo numa iniciativa inteligente)


 


Nek Nomination é um jogo viral nas redes sociais que, no seu conceito original, consiste em que o primeiro participante se filme a beber um litro de uma bebida alcoólica (geralmente cerveja), de uma só vez. O vídeo é depois colocado online, normalmente no YouTube, e o participante desafia duas novas pessoas a fazer o mesmo. Os nomeados (neknominees) têm de completar a tarefa em 24 horas. E assim sucessivamente.

Com o aumento da popularidade do jogo, os desafios são cada vez mais bizarros e perigosos, podendo envolver armas, máquinas, lagos ou rios, bebidas fortes, mistura de bebidas e drogas, etc. E causar a morte.

São várias as mortes associadas a este jogo, entre elas as de Isaac Richardson, Stephen Brooks, Jonny Byrne e Ross Cummins. Stephen Brookes, depois de ter sido filmado a beber um litro de vodka. Isaac Richardson, após ter sido filmado a beber uma mistura de vinho, vodka, whiskey e cerveja.

Há quem diga que este fenómeno teve origem em Cambridge, em 2008, quando um grupo de amigos criou a competição, mas outras versões apontam para que tenha nascido na Austrália.

Mas há quem tenha tido o bom senso de dar a volta ao jogo, transformando uma "nek nomination" numa "smart nomination"! Respostas inteligentes que estão a fazer a diferença!

Um desses exemplos é a distribuição de alimentos e água aos sem abrigo, bem como outras acções de solidariedade, para as quais, à semelhança do jogo original, são posteriomente nomeadas três pessoas, que devem fazer o mesmo em 24 horas.

De facto, se se perdesse menos tempo a inventar ideias parvas, e mais a criar iniciativas destas, o mundo seria muito melhor! 


 


 




 


 


 


sábado, 22 de fevereiro de 2014

O fim da calçada portuguesa


 


Não há dúvida de que a calçada portuguesa é um dos grandes símbolos do nosso país.


E, nos últimos anos, temos vindo a assistir ao calcetamento de muitas zonas, principalmente em áreas turísticas e adjacentes.


Aqui em Mafra, por exemplo, no âmbito da requalificação da área envolvente ao Palácio Nacional de Mafra/ Convento de Mafra, vimos o alcatrão ser substituído pela dita calçada.


Se ficou muito mais bonito? Ficou! Se dá uma projecção completamente diferente ao monumento? Dá!


Mas não havia necessidade de calcetar todas aquelas ruas que, num passado mais remoto, sofreram o processo inverso - remoção da calçada para alcatroar.


 


As calçadas têm os seus inconvenientes:


- não propiciam o uso de saltos altos que, muitas vezes, ficam presos


- com as fortes chuvas, ficamos com uma rua de altos e baixos, buracos que nos convidam a entorses, e poças de água das quais é difícil fugir


- se estiverem bem polidas, ou os sapatos o favorecerem, corremos o risco de escorregar


 


Eu prefiro caminhar sobre alcatrão do que em calçadas e, sempre que posso, prefiro ir na beira da estrada do que nos passeios - é mais seguro! Já  AQUI tinha dado a minha opinião sobre isso. Mas não é só quem anda a pé que se queixa. Circular em veículos automóveis em cima de calçadas também é desconfortável.


 


Esta terça-feira, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou uma iniciativa que prevê a aplicação de medidas para facilitar a mobilidade na capital do país, entre as quais a retirada da calçada portuguesa. Há quem fique satisfeito e aprove a iniciativa, e há quem a condene.


A propósito desta medida, descobri este debate organizado pela VISÃO, em Dezembro de 2013, sobre as vantagens e desvantagens deste piso típico, entre Viviane Aguiar, 37 anos, vestida com padrão a preto e branco, como a calçada que detesta, e Paulo Ferrero, 50, de roupas pardacentas, como o cimento que abomina.


 


"O que tem contra a calçada portuguesa?


 


Viviane Aguiar (VA): Não vou tratá-la por calçada portuguesa. Vou apelidá-la, carinhosamente, de pedrinhas do demo, que é a melhor descrição das ditas pedras que nos dão cabo da saúde e dos nervos. São um perigo para a segurança pública, e, nessa medida, não se podendo alcatifar a cidade ou acolchoá-la como nos parques infantis, arranja-se uma situação de compromisso.


 


Paulo Ferrero (PF): Pedrinhas do demo... [risos] Compreendo que haja muita gente que não gosta da calçada portuguesa, neste momento, como ela está: mal colocada, mal cortada, sistematicamente ocupada por carros. Chegámos a um estado em que realmente... Eu já caí, uma série de pessoas já caiu - sobretudo senhoras, por causa dos saltos altos -, e as pessoas de idade têm dificuldade. Também é preciso ver que há vários níveis de intervenção: nas ruas íngremes é mais perigoso, quando as pedras estão muito polidas ou esburacadas. Aí, não tenho nada contra a mudança da calçada.


 


Temos aqui um ponto de encontro?


 


VA: Aparentemente.


PF: Mas pedrinhas do demo não são...


VA: Eu disse isso com todo o carinho.


PF: A calçada portuguesa é um símbolo de todo o País, não só da cidade.


VA: Mas até que ponto devemos mantê-la quando há tanta desvantagem? As calçadas são uma evolução das ruas de terra batida. Acho que devia haver uma terceira etapa de evolução natural para um piso mais consentâneo com o nosso dia a dia, que está, neste momento, a ser posto em causa.


PF: Não, não acho que esteja...


VA: Olhe que eu acho que sim. Experimente pôr uns saltos altos...


PF: [Risos.]


VA: Com todo o respeito!


PF: Como no filme do Almodôvar?


VA: Uma família em que a mãe está de salto alto e tem um carrinho de bebé, em que o pai, coitado, se magoou e anda de muletas...


PF: Os saltos altos fazem mal às senhoras. Fazem mal à coluna.


VA: Mas fazem tão bem a outras coisas das senhoras... E dos senhores.


PF: E não é só o salto alto. É mais o salto de agulha.


VA: Não entremos por aí... A cidade seria tão mais cinzenta se as senhoras usassem chanatos! Não vamos promover a chanatização de Lisboa.


PF: Estamos a falar de vários níveis da calçada. A artística não está em causa. A câmara não vai mexer muito nos pontos turísticos, o que até é engraçado: o turista já pode cair, mas o lisboeta não.


VA: A verdade é que há muitas queixas dos turistas. Dizem: "São tão bonitas, aquelas pedrinhas, mas fazem-nos cair."


PF: Quando fizemos a petição, houve amigos que nos mandaram artigos de estrangeiros a dizer precisamente o contrário, que era um ex-líbris da cidade.


VA: Não temos de pensar nos estrangeiros, mas nas pessoas que andam na cidade diariamente. A calçada é bonita, mas esqueço a beleza quando não é funcional."


 




Vale a pena rever o debate na íntegra aqui: http://visao.sapo.pt/calcada-portuguesa-essa-horrivel-beldade=f770184#ixzz2tyjaeWEV

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Tiro ao lado


 


Pareço uma chave falhada de totoloto, com todos os números ao lado. Ou uma flecha que não consegue acertar o alvo. 


Tenho pontos da Meo para trocar, andei a ver o catálogo e descobri o convite duplo para a antestreia do filme Lego, no dia 23. Mas a Inês não está comigo nesse dia, está no dia anterior. Por isso, nada feito.


Vejo a festa de Carnaval da Meo Kids, com várias actividades giras para a Inês, com entrada gratuita, no dia 1 de março mas, adivinhem? A Inês não está comigo nesse dia! Está no dia seguinte.


É frustrante...Parece que a minha boa sorte tirou férias. 


Resta-nos, talvez, dar um saltinho ao Carnaval de Torres Vedras no dia 2 de Março. {#emotions_dlg.cry}

Uma questão de justiça

Existe  Portugal?


 


 



 

Quantas vezes pode o Mundo acabar?

De acordo com os Vikings, o fim do mundo será, afinal, já este sábado


 


Se o mundo tivesse terminado a cada uma das previsões que deram o facto por certo, diria que muitas! 


Desta vez, a profecia vem dos Vikings. E é já para depois de amanhã!


Por isso, vamos lá fazer, nestes dois últimos dias que nos restam, tudo o que queremos fazer.


E garantir que somos um dos dois sobreviventes que vai ter a importante missão de repovoar o novo mundo.


Sim, porque segundo a mitologia Viking, qual herói de filme de hollywood que se encontra com a morte e ressuscita, também o mundo se irá reerguer, depois do afogamento da Terra no mar, e da extinção da vida. E serão apenas dois os sobreviventes. 


A ser verdade, acabariam-se todos os problemas deste mundo. A não ser, estaremos cá no domingo para desmistificar mais um apocalipse!


 


 



Ler mais em: http://visao.sapo.pt/de-acordo-com-os-vikings-o-fim-do-mundo-sera-afinal-ja-este-sabado=f770192#ixzz2trK8hj00

Coisas que me irritam...


 


...que provoquem uma discussão comigo, sem motivos, por causa de alguém que me é indiferente e me façam perder tempo, energia e paciência, me chateiem e me deixem triste;


 


...saber que, enquanto os nossos momentos ficam arruinados, a pessoa sobre a qual começaram a discutir, alheia a tudo isso, se diverte e aproveita a vida - que era o que nós devíamos estar a fazer também. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"Com licença, obrigado e desculpa"


 


As palavras mágicas


 


Na sua mensagem para os casais, no Dia dos Namorados, o Papa Francisco, afirmou que viver juntos é um caminho de cada dia, com regras que se podem resumir a estas três palavras.


O pior é quando essas começam a ser as principais ou, até mesmo, as únicas palavras presentes na comunicação entre o casal. Quando estamos a ser politicamente educados e correctos, para não dizer o que realmente queremos, ou por não ter mais nada que dizer.


E eu confesso que cada vez me irritam mais estas três palavrinhas!


 


O segredo do amor


 


Não há famílias perfeitas, nem o marido ou a mulher perfeita. É comum haver conflitos, zangas e divergências, mas o importante é a reconciliação. Por isso mesmo, é fundamental não arrastar nada para o dia seguinte. Não devemos acabar o dia sem fazer as pazes. É esse o segredo para conservar o amor!


Mas, por vezes, pelo menos para mim, é difícil resolver as coisas naquele dia, quando ainda estou tão chateada, e quando sei que, no dia seguinte, já estarei mais calma e mais disposta a pôr tudo para trás das costas.


 


A solidez das relações


 


"A vida familiar deve ser construída, não sobre a areia dos sentimentos que vai e volta, mas sobre a rocha do amor verdadeiro..." 


Mas, se é verdade que a maior parte das areias tem estado a desaparecer a um ritmo assustador, também é verdade que, ultimamente, até as rochas que julgávamos mais sólidas se têm vindo a quebrar. 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

80's Power Songs


 



 



 



 


As músicas que me faziam saltar para a pista de dança, e cantar até ficar sem folego!


 

One of My Power Songs is...


 


...Wrecking Ball, da Miley Cyrus!

Sobre o filme Winter's Tale


 


Com estreia marcada na semana em que se comemorava o Dia dos Namorados, Winter's Tale - Uma História de Amor, prometia ser um digno sucessor de filmes como Titanic, ou Prometo Amar-te.


Não foi. Para mim, ficou muito aquém das expectativas. 


O que é que eu não gostei?


Bem, os primeiros minutos de filme não foram propriamente cativantes, mas pensei "vamos lá ver se melhora, afinal aconteceu o mesmo com o Titanic".  Não melhorou grande grande coisa. 


O filme parece uma montagem de várias histórias mal enxaixadas. Imaginem retalhos de vários tecidos de padrões diferentes que decidiram juntar para fazer uma manta. Até podia ficar uma coisa gira, se os tecidos não fossem tão fraquinhos e se não faltassem os acabamentos.


Temos um casal que decide abandonar um bebé à sua sorte, numa pequena embarcação. Um bebé que cresce e se torna ladrão - Colin Farrel. Um ladrão que se vira contra o seu mentor - Russel Crowe. Mentor esse que é funcionário do Diabo - Will Smith (nunca pensei vê-lo na pele de Diabo!).


Durante a sua fuga às forças do mal, Peter Lake entra na mansão da família Penn, onde encontra a jovem Beverly - Jessica Brown Findlay, que está a morrer. Tudo levava a crer que ela seria o seu milagre, por isso teria que ser eliminada rapidamente, sem esperar que o destino a levasse. Temos então um brevíssimo romance, que mal começou já estava acabado.


Passam-se cerca de cem anos e temos Peter Lake a vaguear pelas ruas, sem rumo, sem memória, apenas com o pequeno baú onde guardou as suas coisas, e com uma imagem na cabeça que desenha no chão, sem saber de quem se trata.


De repente, cruza-se com uma menina na rua e, mais tarde, com a mãe dela - Jennifer Conelly. Diversos acontecimentos e descobertas vão levá-lo a descobrir que, ao contrário do que se pensava, não era Beverly o milagre dele, mas sim ele o milagre da pequena Abby. E que a sua missão é salvá-la. 


Não é mau de todo, e tem a sua mensagem mas, um elenco tão bom como este merecia um papel à sua altura.


Destaco, pelo lado positivo, alguns momentos engraçados protagonizados pela personagem Peter Lake com toda a família Penn, o momento do reencontro e despedida da pequena Willa e, acima de tudo, os momentos protagonizados por Peter Lake com o seu amigo Cavalo Branco, das forças do bem. Foi, sem dúvida, a amizade e a lealdade entre os dois o que mais me comoveu neste filme!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Jogo de Ripper


 


A minha próxima compra vai ser mesmo este livro!


 


"Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra. Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade. Quando uma série de crimes ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde."

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Dia Internacional da Vida


 


"Que possamos viver cada dia, não como se fosse o primeiro, ou o último, mas sim como se fosse único..." (Pablo Nerudo)


"Que possamos rir dos tombos, aprender com os erros e continuar a acreditar que, no fim, tudo vai dar certo." 


 


E celebrar, cada dia, o facto de estarmos vivos!

Programas caseiros ou saídas a dois?


 


Depois de ontem, definitivamente, programas caseiros!


Ou melhor, ficar simplesmente, em casa, sem planos.


Nunca pensei que uma saída programada me viesse a trazer tantos dissabores. E, apesar de ter sido uma ideia minha, pensei seriamente em não seguir adiante com ela.


Mas era uma coisa diferente, num dia especial, e por isso avancei.


Combinámos ir ao cinema ver o filme Winter's Tale - Uma História de Amor. E para a Inês não ficar triste de não ir ao cinema, acordámos levá-la a jantar ao McDonald's que havia perto do cinema, e assim estava perto da casa do pai, onde ia passar a noite. Portanto, estava tudo acertado. O que poderia correr mal? À partida, nada. Mas correu.


Saí mais tarde do trabalho, o que me atrasou logo meia hora.


O meu marido já se despachou tarde da inspecção ao carro.


O meu jantar foi um sumo de laranja feito, à pressa, em casa, e um croissant já na sala de cinema.


O tempo chuvoso não colaborou.


O GPS não ajudou - tive algum tempo a tentar que ele me encontrasse o Shopping. E quando consegui, já estava mal disposta. O caminho cheio de curvas também deu o seu contributo.


O meu marido, não sei se pela fome, ou pelo atraso que tínhamos, ou ambos, começou a stressar, e passámos grande parte do caminho a responder mal um ao outro (que romântico).


Chegámos ao McDonalds em hora de ponta, com 15 minutos para jantar e pôr-mo-nos a andar para o cinema (o que vale é que já tínhamos os bilhetes comprados).


Tivemos que correr em pleno shopping para chegarmos antes do início da sessão.


O filme foi uma desilusão, embora fale disso num próximo post.


A vinda para casa foi novamente de stress, implicâncias e respostas tortas.


E fomos dormir, de costas voltadas, com a Tica a fazer-nos companhia.  


Ou seja, aquilo que deveria ser uma saída para desanuviar, para nos aproximar, para namorar, acabou por ter o efeito contrário.


Por isso, para mim, bastou! Tão depressa não volto a programar saídas. Para me chatear, prefiro ficar em casa.


 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Top Dia dos Namorados


 


Top de filmes românticos para ver a dois:


 


Titanic


PS - I Love You


Cidade dos Anjos


Noiva em Fuga


Amor e outras Drogas


Pretty Woman (Um Sonho de Mulher)


O Casamento do Meu Melhor Amigo


O Diário de Bridget Jones


De Repente já nos 30


Sexo sem Compromisso



Top de músicas românticas para ouvir a dois:


 


My Heart Will Go On - Celine Dion


Just a Kiss - Lady Antebellum


Said I Loved You But I Lied - Michael Bolton


Someone Like You - Adele


James Blunt - You're Beautiful e Carry You On


John Legend - All Of Me


With or Without You - U2


When You Believe - Mariah Carey e Whitney Houston


Tell Him - Celine Dion e Barbara Streisand


Let Her Go - Passenger 


 



 


Top de livros para ler e nos inspirar:


 


PS - I Love You - Cecelia Ahern


Uma Noite de Amor - Mary Balogh


Um Verão Inesquecível - Mary Balogh


Histórias de Paixões e Caprichos - Julia Quinn


Amor e Enganos - Julia Quinn


A Grande Revelação - Julia Quinn


A Rapariga de Olhos Azuis - Tara Moore


As Palavras que Nunca te Direi - Nicholas Sparks


Alguém para Amar - Judith McNaught


A Melodia do Amor - Lesley Pearse


 


E porque hoje é sexta-feira, aqui ficam as minhas sugestões:


 


http://momentosdisparatados.blogs.sapo.pt


 


http://persiana.blogs.sapo.pt


 


http://maetramada.blogs.sapo.pt


 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Book Buddies


 


 


Em Birdsboro, no Estado norte-americano da Pensilvânia, um grupo de crianças em idade de alfabetização lê para gatos. A iniciativa chama-se "Book Buddies" e foi promovida pela Animal Rescue League of Berks County, um abrigo de animais. É uma espécie de "2 em 1": incentiva as crianças a ler, melhorando as suas capacidades de leitura, ao mesmo tempo que estas fazem companhia aos gatos, que foram abandonados.


http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2014/02/13/criancas-e-gatos-num-clube-de-leitura


 


Uma bela iniciativa para ocupar os tempos livres das crianças de forma educativa e de, ao mesmo tempo, fazer algo de bom pelos animais abandonados! Ainda que eles não percebam o que lhes é lido, ou que adormeçam no colinho de alguma criança embalados pela leitura :)


Será que aqui em Portugal haverá algo do género?

Não é defeito, é mesmo feitio!


Sempre fui daquelas mães que anda sempre em cima da filha "Inês já fizeste os trabalhos?" ou "Inês, vai fazer os trabalhos!".


E ela quase sempre me responde o mesmo "Preciso da tua ajuda."


Sei que, muitas vezes, ela até sabe fazer os trabalhos, mas acho que criou esse ritual de esperar que eu chegue do trabalho e me sente com ela enquanto os faz. Se não fosse assim, ficavam muitas vezes por fazer.


Sou daquelas mães que corrige os trabalhos de casa.


Que, em época de fichas de avaliação, inventa exercícios ou imprime fichas para ela se preparar. Que insiste com ela para estudar (e que fica mais nervosa e sofre mais com os resultados que ela). Acredito que, se assim não fosse, as notas não seriam tão boas. Não por não saber, mas por não lhe apetecer.
Mas por vezes, em vez de ajudar, prejudicamos. E foi o que aconteceu connosco. Ao estudar para a ficha de Estudo do Meio, a minha filha teria que saber o nome dos países que fazem parte da União Europeia. Disse-lhe que quase de certeza a professora não iria querer que eles decorassem isso e que, provavelmente, não iria sair uma pergunta dessas. Bastava ela saber alguns. "E se sair?" - perguntou ela.


Resultado, foi por mim, e estudou mais a restante matéria. Mas, afinal, a professora quis que eles soubessem tudo. E ela não se esmerou porque eu "a convenci" de que não ia sair aquilo. A ficha correu mal. E eu sinto-me, em parte, culpada por isso.
Claro que ela devia saber que o trabalho dela é estudar, que devia ter métodos de estudo, autonomia suficiente para fazer os trabalhos ou estudar sem que tenham sempre que a lembrar. Devia saber que a matéria é para estudar toda mesmo que a mãe diga o contrário. Mas não é assim.
E quando tomamos a decisão de interferir (de forma positiva ou negativa) nos assuntos deles, passamos a ter a nossa quota-parte de responsabilidade, tanto no bom como no mau sentido.
Por vezes, apetecia-me não me envolver tanto, mas sei que não o conseguiria fazer.


Sou uma mãe galinha, e não é defeito, é mesmo feitio!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O problema das modernices


 


Foi criada uma nova nota de 5 euros, com novos elementos de segurança, lançada em Maio do ano passado.


Durante algum tempo (não se sabe quanto), tanto estas novas notas da segunda série, como as da primeira série, irão circular simultaneamente.


Gradualmente, as notas antigas serão retiradas de circulação.


De facto, nos dias que correm, já são raras as notas antigas que me vêm parar à mão.


Assim, no outro dia, fui ao meu banco depositar dinheiro - notas de 5 euros novas - numa das máquinas disponíveis (para não perder tempo ao balcão).


Introduzi as notas, foram rejeitadas. Repeti a operação, novamente rejeitadas. Tentei uma terceira vez, o mesmo resultado. Pensando que as notas tinham algum problema ou que, por serem de 5 euros, a máquina não recebia, segui o conselho que esta me deu logo da primeira vez. Diriji-me a uma funcionária para lhe perguntar se era só aquela máquina que não aceitava notas de 5 euros. Ao que ela me respondeu:


"Se forem notas novas de 5 euros nenhuma das máquinas aceita, só das antigas. Quer que lhe troque?"


 



 


Por acaso até tinha umas antigas na carteira, experimentei e aceitou logo à primeira! Mas se vão deixar de existir, e até já temos novas para as substituir, não faz sentido nenhum. É o problema de pôr em prática as modernices, sem estarem devidamente preparados para elas!


Agora imaginem quando isso acontecer com todas as outras notas...


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!