Paris
Veneza
Amesterdão
Polinésia Francesa

Egipto
Sidney
Grécia
e alguns outros paraísos tropicais, com belas praias, muito sol e águas límpidas!
Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!
Paris
Veneza
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Polinésia Francesa

Egipto
Sidney
Grécia
e alguns outros paraísos tropicais, com belas praias, muito sol e águas límpidas!
De todos os presentes que podemos dar, agradecer e sorrir são os mais baratos e os mais penetrantes.
É assim que tenho andado nos últimos tempos - sonolenta!
E estar, ao longo do dia, muito horas sentada também não ajuda. Os olhos querem fechar, e é difícil contrariá-los. O silêncio está do lado deles. É com muito esforço que me mantenho, durante o horário laboral, acordada.
Se ando a dormir pouco? Sim!
À custa das pinturas, limpezas e (des)arrumações lá em casa, há dias em que me tenho deitado às 2h ou 3h da manhã, para dali a 3 ou 4 horas estar de pé.
Mas mesmo quando me deito mais cedo, e durmo mais, acontece-me o mesmo. No domingo, por exemplo, acordei sem energia, cheia de dores de cabeça e tonturas. Ao longo do dia fui melhorando e ao final da tarde já andava eu a carregar as peças do roupeiro velho da minha filha para o lixo e cheia de pica para trabalhar.
Já ontem, não consegui encher-me de coragem e tive mesmo que ir dormir. Hoje, parece que tenho as pernas presas e pesadas. E só me apetece encostar, fechar os olhos, e dormir!
"...de nada serve cultivar a inteligência, se não se deixar também florir o coração."
Sinopse
Camille é uma mulher atraente, rica e brilhante; a sua argúcia e inteligência impressionam todos os que a rodeiam. Mas os seus feitos académicos e a sua competência intelectual não foram suficientes para evitar que se tornasse vítima das suas próprias emoções.
Casada com um banqueiro de sucesso, Camille sempre viveu fechada no seu próprio mundo. Contudo, a sua tendência para o isolamento fez com que se tornasse cada vez mais crítica, obsessiva e pessimista. Incapaz de suportar ser confrontada ou contrariada, não se permitia receber a ajuda de psicólogos ou psiquiatras; iniciou vários tratamentos, sem concluir nenhum.
Ao ver a depressão, as manias e as fobias de Camille agravarem-se cada vez mais, o marido decide comprar uma quinta, para se poderem afastar do stresse da cidade e encontrar inspiração na natureza. Espera que, desta forma, Camille possa voltar a encontrar-se a si própria. Ainda assim, os transtornos emocionais de Camille impedem-na de sequer sair de casa e os pesadelos causam-lhe insónias; piora a olhos vistos.
Dois inesperados encontros vão levá-la a dar uma volta à sua vida. O primeiro, com o excêntrico jardineiro da quinta, que, com a sua inteligência de pessoa simples e humilde, lhe ensina uma lição valiosa: de nada serve cultivar a inteligência, se não se deixar também florir o coração. O segundo encontro é com o sábio e intrigante psiquiatra Marco Polo, que a estimula a resolver os seus conflitos interiores e a reencontrar-se com alguém que perdera há muito tempo: ela própria.
"A dor que eu vejo está na periferia do espaço, a dor que eu sinto está no centro do Universo. É maior do que aquilo que entendes e muito maior do que aquilo que eu explico."
...ou talvez não!
Há quem acredite que o Rei da Pop pode não ter falecido a 25 de junho de 2009. Há vídeos, fotos e evidências a despoletar a dúvida sobre a morte do cantor, como podem ver aqui:
http://www.assombrado.com.br/2014/04/michael-jackson-nao-morreu-sera.htm
http://www.compartilhavel.com/michael-jackson-esta-vivo-diz-fa-e-mostra-video-do-astro/
Morto ou vivo, eis a questão!
A verdade é que a vida de Michael Jackson sempre esteve envolta em mistério. Excentricidade, extremos, uma aparente abstinência de quase tudo, contenção, excessos, polémica são palavras que a caracterizam.
Para ficar a saber mais sobre o cantor, leiam este texto, da Blitz:
http://blitz.sapo.pt/michael-jackson-morreu-ha-5-anos-quem-era-este-homem-envolto-em-misterio=f92689
Em Portugal
Portugal assumiu uma posição de vanguarda, comparativamente ao resto da Europa, relativamente à abolição da pena de morte. Portugal foi, de facto, o primeiro país a adoptá-la sob a forma de lei na Reforma Penal de 1867, recebendo aplausos entusiastas de importantes figuras europeias.
As posições que Portugal assumiu relativamente a esta matéria são, em grande parte, fruto da influência das doutrinas humanitaristas do italianomarquês de Beccaria, a partir de 1764.
A última execução capital ocorreu em Lagos, em1846. O Ato Adicional de 1852 abolia a pena de morte para delitos políticos. Em 1867consagra-se na Reforma Penal e das Prisões a abolição da pena de morte para todos os crimes.
Os vários métodos
Ao longo da história, vários métodos de execução já foram aplicados ao redor do mundo. Ainda hoje, a previsão de pena de morte está na legislação de diversos países, como China, Irã, Arábia Saudita, Iraque e Estados Unidos - que foram os que mais executaram presos em 2011, segundo a Amnistia Internacional.
Em relação à variedade de métodos utilizados para a execução, o mundo ocidental opta por uma "humanização" da pena de morte. A maioria dos estados nos Estados Unidos prevê injeção letal, embora alguns países americanos não apliquem a punição há mais de 20 anos. Já no Oriente, os tipos de execução costumam ser mais violentos e os crimes que podem levar à pena de morte são mais banais.
Na Idade Média, as execuções eram um espetáculo público, para ferir também a moral do indivíduo e de sua família.
Na Idade Média, a decapitação tinha um caráter político: era reservada geralmente para líderes de rebeliões. A prática consistia no corte da cabeça do indivíduo condenado, na maioria das vezes com um machado empunhado pelo carrasco.
A decapitação ainda é praticada atualmente. Entre 2010 e 2011, a Amnistia Internacional registrou execuções por esse método na Arábia Saudita. No país, a decapitação é feita com o uso de espada.
Ainda praticado hoje, o enforcamento, segundo a Amnistia Internacional, foi o método de execução entre 2010 e 2011 em países como Afeganistão, Bangladesh, Botsuana, Cingapura, Egito, Irã, Iraque, Malásia, Coreia do Norte, Japão, Gaza, Síria, Sudão e Sudão do Sul.
A prática de sentenciar à morte pela fogueira se disseminou no século XIII, a partir da criação dos tribunais da Inquisição. Esse método era reservado, em geral, para crimes religiosos, de modo que o fogo tinha um caráter de purgação.
Durante a Idade Média, a fogueira foi a principal pena dos hereges e daqueles acusados de bruxaria ou por crimes de natureza sexual. Uma das personagens mais conhecidas por ter morrido dessa maneira, Joana D´Arc, heroína francesa da Guerra dos Cem Anos, foi condenada por heresia e bruxaria e queimada viva em 1431. Já no século XX, ela teve a condenação anulada e foi canonizada.
O empalamento era uma forma de execução para pena de morte empregada durante a Idade Média. Acontecia principalmente em casos de crimes sexuais.
No empalamento, uma estaca era inserida pelo ânus do indivíduo e empurrada em sentido longitudinal. Em alguns casos, a estaca era fixada no chão, para que a gravidade puxasse o corpo para baixo. A perfuração levava à morte por hemorragia.
Utilizado na Espanha até a abolição da pena capital pela Constituição de 1978, o garrote é um instrumento de tortura feito com um poste de madeira e equipado com um colar de ferro. A execução ocorria por asfixia, na medida em que o colar ia sendo comprimido por uma roldana manual. Havia outra versão do garrote, com um parafuso acoplado ao colar que penetrava na coluna e quebrava as vértebras cervicais. O movimento também empurrava o pescoço para frente, esmagando a traqueia.
A guilhotina é um instrumento mecânico utilizado principalmente entre os séculos XVIII e XIX para execuções por decapitação.
Entre personagens famosos da história que foram guilhotinados estão o rei da França Luís XVI - condenado após a abolição da monarquia em 1792 - e sua esposa, Maria Antonieta. O instrumento foi totalmente inutilizado na França em 1981, com a abolição da pena de morte.
Previsto na Lei de Moisés, o apedrejamento era a punição possível para crimes como blasfêmia, idolatria, feitiçaria, relações sexuais com uma virgem prometida, estupro, adultério e rebeldia contra os pais. Apesar de não constar no Corão, a lapidação (como também é chamada a prática) também é aplicada pela Lei Islâmica. Esse tipo de pena é praticado até hoje, em países como Afeganistão, Irã, Nigéria e Sudão, principalmente como condenação para homossexualismo e adultério.
Abolida pelo imperador romano Constantino em 337 d.C., a crucificação foi substituída pela forca, um método "mais humano" de execução.
Utilizada principalmente entre os séculos XIV e XV na Europa, a roda era um instrumento de tortura que também provocava a morte do condenado. Foi mais um dos métodos aplicados pela Inquisição.
Na Índia, tanto governantes hindus quanto muçulmanos executaram devedores de impostos, rebeldes e soldados inimigos sob os pés de elefantes.
A câmara de gás é um dispositivo para matar seres humanos com gás que consiste em uma câmara fechada na qual um veneno ou gás asfixiante é introduzido. Durante o Holocausto, foram projetadas câmaras de gás de grande escala para assassinato em massa.
A cadeira elétrica é um instrumento de aplicação da pena de morte por electrocução inventado e utilizado essencialmente nos EUA, onde o condenado é imobilizado numa cadeira, sofrendo depois tensões elétricas de 2 000 volts. O seu uso foi largamente abandonado ultimamente, sendo substituída pela injecção letal.
A injeção letal é um método de execução que consiste em aplicar por via intravenosa, e de maneira contínua, uma quantidade letal de barbitúricos de acção rápida, combinados com produtos químicos músculo-paralisantes. A injeção letal sucedeu à cadeira eléctrica e é o método mais empregado nos EUA.