sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Meo Videoclub Card - parte II


Ora vamos lá então ao 2º acto desta novela:


Recebo um telefonema de um operador da MEO, no início da semana, que verifica que o meu cartão não tem qualquer problema técnico. Uau, a sério?!


Claro que não há qualquer problema técnico. O problema é que eles querem dinheiro à força, e têm que o cravar de alguma maneira!


A partir de agora, antes de aderir, trocar ou adquirir alguma coisa, é melhor utilizar um qualquer programa de busca de informações importantes disfarçadas ou escondidas que dificilmente se encontram. É que depois perdemos a razão e o direito de reclamar porque como eles dizem "a informação está lá, pode consultá-la"!


Foi, mais ou menos, neste tom a conversa entre mim e o operador. Eu digo que não foi essa informação que recebi, e que quando faço a troca de pontos não há indicação nenhuma nesse sentido. Ele diz que as condições estão lá e que eu posso consultá-las. Como tal, nada a fazer. Diz ainda que vai encaminhar a reclamação para o departamento respectivo porque da parte dele está respondido.


Entretanto, a meio da semana, recebo um email de um "suposto" funcionário da PT, que foi informado através de uma amiga que viu o texto no blog, que eu estaria com problemas e, como tal, prontamente se colocou à disposição para me ajudar. Só tinha que enviar toda a informação que ele pedia!


Claro, e eu sou assim tão parva que vou dar números de contribuinte, telefones, telemóveis e serviços para o tal senhor? Apaguei logo o email!


Mas, voltando à questão, dei-me ao trabalho de ir ao site ver onde andava a dita informação. E é assim: entro no site, vou a telemóveis/ programa de pontos/ trocar pontos por/ serviços TV, Internet e Telefone. Escolho o Meo Vídeoclub Card € 10. Aparece 2 separadores - Características/ + Info. No separador características, surge a meio este parágrafo: 


 


"SEM FIDELIZAÇÃO - Utilize o MEO VideClube Card sempre que quiser sem se preocupar com custos adicionais com subscrições ou períodos de fidelização.
COM TOTAL PRIVACIDADE - Tudo o que vê mais ninguém precisa de saber. Alugue filmes com total discrição e sem detalhe na fatura.


Consulte o catálogo do VideoClube no site meogo.pt e comece já a alugar filmes. Saiba mais sobre o MEO VideoClube Card, aqui."


Quando clicamos no aqui, aparece a apresentação de vários cartões associados a outras entidades, como a Leya o o Cinema City, por exemplo. Não é o meu caso. Andando para baixo, com grandes imagens e letras gordas, as facilidades, as vantagens, o modo de adquirir o cartão, consultar o saldo ou recarregar. E só no fim da página vem então o link para CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO >. É aí que aparece esta cláusula:


 


"4. VALIDADE
Após a primeira utilização, o saldo disponível no cartão tem a validade de 3 meses. Após esse período, o
crédito fica suspenso por um período adicional de 3 meses, podendo ser recuperado através de um novo
carregamento.
Se o cartão não for carregado no período de 6 meses após a 1ª utilização, é cancelado, sendo necessário
adquirir um novo cartão e não é restituído pela PT o valor em saldo."


 


Ora, como perceberam, a informação está lá, mas é preciso espremê-la para ela sair!


Agora vamos à próxima questão. Tendo em conta que esta informação é que é válida, e que a minha primeira utilização foi a 19 de Julho, tinha três meses a contar daí para fazer novo movimento - até 19 de Outubro. Como não fiz, o cartão fica suspenso por um período adicional de 3 meses - até 19 de Janeiro, portanto. E só após esta data o cartão seria cancelado, caso não tivesse sido efectuado o carregamento.


Acontece que a mensagem que a Meo me enviou, era a de que o cartão era válido até 31/12/2014, portanto, alguma coisa não bate certo nesta história!


Assim, liguei mais uma vez para a Meo, fiz nova reclamação (uma vez que a outra nunca seguiu) e aguardo agora novo contacto.


Vamos ver como termina o 3.º acto...

Um email inesperado!

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Hoje abri a minha caixa de mensagens e, qual não é o meu espanto, quando vejo um email da Dr.ª Domingas!


A Dr.ª Domingas é uma médica que, na altura em que a minha filha esteve internada, estava a fazer estágio no Hospital de Torres Vedras.


Já lá vão quase três anos desde que a minha filha foi internada por causa daquela estranha e desconhecida (para mim) doença de nome Púrpura de Henoch Schonlein.


E, para além das várias enfermeiras, e do enfermeiro chefe, todos os dias recebíamos a visita da Dr.ª Domingas, com quem a Inês conversava e ria, e fazia rir!


Nessa altura, tirei umas fotos que mais tarde enviei para a Dr.ª Domingas. E foi ao ver essas recordações do tempo em que estagiou em Torres Vedras, e da Inês, que ela me enviou agora este email:   


 


"D. Marta


 


Sou Dra. Domingas que esteve a fazer estágio em Torres Vedras.


 


Esta noite estive a ver as recordações de Torres vedras e vi estas fotos da Inês.


Espero que ela esteja boa e que esteja a correr tudo bem para a senhora e para a família.


 


Despeço com um abraço e beijinhos para vocês.


 


Domingas"


 


É bom saber que há recordações que ficam para sempre, que há pessoas que, ao fim de tanto tempo, ainda nos lembram e são lembradas, e que têm estes pequenos gestos que nos deixam felizes!


Obrigada por tudo, Dr.ª Domingas!


 


 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O que foi que correu mal?


 


O que faz com que uma criança, que teve sempre Bom, Muito Bom e Excelente a Português no 4º ano, que concluiu o 1º ciclo do ensino básico com 5 a Português, que teve como nota na Prova de Aferição um 4, tenha um "Suficiente" no primeiro teste de avaliação de Português do 5º ano? Uma classificação pior do que no teste diagnóstico do início do ano lectivo?


Terá sido culpa da professora anterior, que facilitava? Será culpa do novo professor, que complica?


Será distracção, falta de atenção, nervosismo?


Será culpa minha, que a sobrestimei porque achei que era a disciplina na qual se ia safar melhor?


Será culpa dela, que se sobrestimou e achou que já sabia tudo?


Não faço ideia. Ela disse que tinha corrido bem, que o teste era fácil. Estava à espera de, pelo menos, um Bom. De todas as disciplinas, esta era a última que eu esperava ter uma avaliação destas. Estou em choque.


Quem segue o blog já sabe que eu não lido bem com resultados menos bons, que fogem à regra de resultados da minha filha. Tive a minha primeira "prova de fogo" quando ela teve um "Suficiente" a Matemática, no início do 3º ano. Custou a aceitar, mas a prova até nem era fácil, eles não estavam habituados a esse tipo de prova, houve uma baixa geral nos resultados da turma nesse teste.


Agora, estou a passar pelo mesmo. Em negação, em culpabilização, em aceitação, sem reacção...A diferença é que o teste até era fácil. Muitas respostas incompletas ou erradas foram mesmo por falta de atenção. E depois, o professor desconta cada falta de vírgulas, acentos ou aspas, parágrafos não marcados...


Mas o que é que eu faço?


Se a minha filha chega ao pé de mim com uma cara triste, me diz a medo a nota que teve, quase à beira das lágrimas e se sente frustrada, como devo eu reagir?


Dizer o que me vai na alma? Que estou desiludida, desapontada, triste? Que não se admite ter um "suficiente" a Português num teste tão fácil? Que se vai acabar a Violetta e que vai ficar de castigo até voltar a tirar uma boa nota? 


Ou apoiá-la, apesar de tudo? Dizer que não estou satisfeita com a nota mas, tal como da outra vez, vai servir de "abre olhos", e que vai ter que se esforçar para subir daqui em diante?


Eu fui mais pela segunda opção, por muita vontade que tenha de despejar em cima dela aquilo que sinto. Mas isso não mudaria a nota, e acabaria por ser contraproducente. E lá está, como me costumam dizer, pelo menos não foi negativa!


Vou acreditar que foi um deslize, e que não se vai repetir. Mas, ao mesmo tempo, estou a mentalizar-me para mais surpresas destas. E para conseguir lidar com elas sem perder as estribeiras!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Acção Social Escolar


 


Os livros escolares comprados entre Julho e Agosto ficaram em mais de 200 euros.


A somar a esse valor, o material escolar, incluindo mochila e saco de desporto, o que deve ter aumentado este valor para perto dos 400 euros.


Tendo a minha filha direito ao apoio dado pelos serviços da acção social escolar, correspondente ao 2º escalão, estava a contar ser reembolsada de uma parte desse montante. Mesmo pouco, é melhor que nenhum.


Ora, se no primeiro ciclo do ensino básico, a ajuda era de pouco mais de 20 euros para livros e material escolar, para uma despesa de cerca de 200 euros, pouco era mesmo o que se esperava receber, embora o 5º ano seja, na opinião geral, o ano mais dispendioso. Mas ainda assim, pensei receber um bocadinho mais.


Quer dizer, receber ainda não recebi, porque só de há uma semana para cá é que podemos ir à escola entregar as facturas e o Nib para posterior reembolso. Mas já trouxe um documento em como tomei conhecimento que me vão reembolsar (talvez em Novembro) o montante de 59 euros, referente a livros, e de 8 euros, referente ao material escolar, ou seja, um total de 67 euros.


Quanto ao resto?


"Ponha no IRS, minha senhora!" 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Tríptico

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A cavalo dado, não se olha o dente!


E eu não olhei até porque, apesar de ser oferta, o livro agradou-me.


Depois de lido, a opinião não poderia ser melhor: é uma história pontuada por crimes macabros, um suspeito já anteriormente acusado por um crime semelhante que está de volta à liberdade depois do cumprimento da pena de 20 anos, um polícia determinado (ou não) a investigar e encontrar o assassino, e uma policial e um investigador com um passado comum, que não conseguem estar juntos por muito tempo, mas que não podem estar longe um do outro.


Ao contrário de outras histórias, esta não esperou pelo final para desvendar o assassino. Mas deixa para o final o que ele vai, ou não, conseguir fazer antes de ser apanhado, e se sairá impune ou não.


O que é curioso é que no meio de tantas analepses, e histórias que nada tinham, à partida, em comum, vamos encontrar um elo de ligação, que vai ajudar a perceber tudo o que aconteceu, e como aconteceu.


Uma prova de que, não raras vezes, a justiça comete erros, pelos quais pagam pessoas inocentes que ficam, assim, com a sua vida destruída, enquanto os verdadeiros culpados seguem impunes, como se nada tivesse acontecido.


Uma prova de que, quando se trata de salvar a pele, é cada um por si, em primeiro lugar os seus, e não se pode confiar em ninguém.


Uma prova que algumas pessoas acreditam naquilo que querem acreditar, sem questionar.


Nesta história, a única pessoa que acreditou até à morte na inocência de John Shelley foi a sua mãe, e é com a ajuda do dossier que ela preparou com anotações e questões nunca investigadas, que a irmã de Jonh vai ficar, pela primeira vez, do lado do irmão e o vai impedir de ir novamente para a cadeia, por crimes que alguém anda a cometer em seu nome.


Quem será que se esconde por detrás da fachada Jonh Shelley? Quem é que anda a comprar casas e carros em seu nome, quem é que anda a adquirir e pagar mensalidades de vários cartões de crédito por si?


E que segredos esconde o polícia Michael Ormwood, além de trair a sua mulher com a vizinha do lado? Em que negócios menos lícitos andará ele envolvido? Teremos, mais uma vez, uma personagem a deixar a imagem da polícia em maus lençóis? 


A resposta a esta, e a todas as outras perguntas, em Tríptico, de Karin Slaughter!


 


 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Meo Videoclub Card


Cada vez que carrego o meu telemóvel, acumulo pontos.


Decidi trocar os mesmos por um cartão Meo Videoclub Card no montante de € 10,00.


Fiz a troca, mas só ao fim de quase duas semanas (quando no site falam num prazo máximo de 5 dias) é que recebi uma mensagem no telemóvel com o código do cartão.


Em 13/05/2014 , a mensagem foi a seguinte:


"O seu vale MEO VIDEOCLUB já está disponível. Para usar o videocard Eur10, insira o código xxxxxxxxxxxx ao alugar os seus filmes. Válido até 31/12/2014. Obrigado."


Passados uns dias, aluguei um filme, sem problemas.


Este fim de semana, ia alugar outro. Não deu. Apareceu a mensagem de que o cartão estava suspenso.


Liguei para o apoio ao cliente, e a operadora diz-me que o cartão foi suspenso porque tem uma validade de três meses, e tinha que ter feito um carregamento nesse período!


O que é engraçado é que, no site, quando se procede à troca dos pontos pelo cartão, não vem essa indicação. Mais engraçado ainda é eu ter recebido uma mensagem a informar que a validade é até 31/12/2014.


E o que não faz sentido nenhum é que eu tenha direito a pontos por efectuar carregamentos, que tenha trocado esses pontos, que são meus por direito, por um cartão de 10 euros para alugar filmes, e que ainda tenha que carregar o dito cartão, para poder usufruir daquilo que já adquiri e paguei por isso!


Fiz a reclamação na sexta-feira à noite. No sábado à noite, tornei a ligar. Diz-me o operador que a reclamação está a ser tratada e que vai colocar a indicação que eu tenho urgência em ser contactada.


Até agora, estou à espera! Nem aluguei filmes, nem me responderam, nem resolveram a situação.


E, assim, se põe a MEO a jeito para perder clientes!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Depois do Impossível, Marrocos é o destino!


 


Depois de passar pelo "Impossível",  e ter seguido este blog da Joana com tanto prazer, aqui vou eu para a próxima paragem - Marrocos é o destino"!


Sim, o blog pertence à Joana que, depois de ter contado a sua história passada, nos vai agora contando as peripécias do presente, e de uma família dividida entre Portugal e Marrocos.


É também uma forma de, de certa forma, viajarmos um bocadinho e ficar a conhecer, através dos seus relatos, um pouco dessa cultura.


Espreitem, e deliciem-se...


 


http://marrocoseodestino.blogs.sapo.pt/

A propósito dos Call Center...

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... e do seu lado negro, das vendas agressivas e da pressão!


 


"No call center de Carla, era preciso levar os clientes até à exaustão para tentar fechar negócio e ouvir vários "nãos" antes de desistir.


 


A mim nunca me levaram à exaustão porque o meu "não" é tão rápido a sair, tão brusco e imponente, que nem as deixo começar a ler o guião. Principalmente se for para falar de cartões de crédito!



Ligávamos para as pessoas a tentar fazer a venda e tínhamos o supervisor atrás de nós, a ouvir-nos através de um auricular, a dizer o que fazer, como fazer: Insiste mais, diz que vais enviar, diz que vai gostar.
E quando estes pediam para não voltar a ser contactados, nem sempre os operadores de call center colocavam essa indicação na base de dados: o não virava talvez."


 


No outro dia, ligaram-me da Endesa. Fizeram-me algumas perguntas, e queriam que eu mudasse para a este fornecedor de energia. Muitos descontos, muitas vantagens, zero trabalho para mudar. Tentaram fazer-me ver que, por ainda continuar no sistema universal, estava a ser penalizada todos os meses. Respondi que ainda não estava a pensar em mudar, que estava bem como estava e que, quando chegasse o fim do ano, tinha tempo para me preocupar. O operador perguntou quando poderia, então, voltar a ligar. Disse-lhe que me ligasse no fim do ano!


No dia seguinte, ligam-me. Novamente uma operadora da Endesa. Digo-lhe que já no dia anterior me tinha ligado um colega dela e eu tinha dito que não estava interessada, ao que ela me responde que a indicação que tinha lá era de que eu ia pensar. Respondi-lhe: "sim, é verdade, mas pedi para me ligarem no fim do ano, não no dia seguinte!".


 


"Os chefes gritam aos ouvidos dos trabalhadores: é preciso vender, vender, vender, nem que seja levando os potenciais clientes à exaustão".


Ultimamente, a situação foi com os operadores de call center da Worten.


Ligaram-me num dia à hora do almoço. Disse ao operador que não tinha tempo para falar e ficou então de ligar ao final da tarde. Como já sabia o número, não atendi.


Desse dia em diante, com alguns intervalos, esse mesmo número chega a ligar mais de 5 vezes seguidas, e repete este procedimento ao longo do dia. Nunca atendo.


E eles, espertos como já aprenderam a ser, ou como foram obrigados a ser, optaram por uma nova táctica - ligar como anónimo! Assim não aparece o número, a pessoa não sabe quem é, e atende. Não pensaram é que para aquele número, só me liga a família, e vendo a indicação número privado, calculei que fossem eles e não atendi.


Último recurso dos senhores operadores de call center (ou dos seus supervisores) - ligar para o número fixo do trabalho. Apareceu a indicação número desconhecido, mas como há sempre clientes a ligarem para aqui, tive que atender. Perguntaram se estavam a falar com a Sr.ª Marta Santos (meu nome antigo), explicaram que era da parte da Worten e se eu poderia dispensar o meu tempo. Respondi-lhes que não, porque estava no meu local de trabalho.


Ficaram de ligar mais tarde mas, por enquanto, não me voltaram a chatear.


 


 


 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Renée Zellweger - before and after!

Renee Zellweger (Foto: Getty Images)Renné Zellweger (Foto: AFP)


 


Não se pode dizer que tenha sido uma cirurgia mal sucedida, mas que está completamente diferente, lá isso está.


E eu, muito sinceramente, preferia a antiga Renée Zellweger!


 

O que têm em comum Procuro-te e Perdoa-me?

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Perdoa-me e Procuro-te – o que têm em comum estes dois livros da Lesley Pearse?


Muitas coisas, e praticamente nada! Confusos? Eu explico.


Em primeiro lugar, apenas uma palavra - um verbo, que até começa em ambos os títulos pela letra P! No primeiro, em modo imperativo, no segundo, informativo. Mas isto é apenas um aparte!


Li primeiro o Perdoa-me que, como já referi num outro post, foi o livro surpresa deste ano e, uns meses mais tarde, o Procuro-te.


Ambas as histórias envolvem uma família constituída por pai e mãe adoptivos, e um irmão e uma irmã mais novos. Em ambas, a personagem principal – a filha mais velha que foi adoptada, tem problemas típicos de adolescente e passa por uma fase conturbada antes de assentar. Nas duas histórias a irmã mais nova não se dá bem com a personagem principal.


Ambas as histórias começam com a morte da mãe adoptiva. E em ambas, quando o pai recebe a notícia da morte da esposa, trata a filha mais velha com indiferença, com modos mais rudes e parece tomar o partido dos outros filhos, contra ela.


Em qualquer das histórias a personagem principal vai partir em busca das suas origens, e da sua mãe biológica.


Em ambas há mistério, crime e romance.


É aqui que se acabam as semelhanças que, por momentos, me levaram a pensar “ou não, outra história igual?”!


No Perdoa-me, Eva foi roubada à mãe biológica. No Procuro-te, Daisy foi adoptada.


A mãe biológica da Eva era negligente, como se veio a provar pelo que aconteceu com a sua outra filha. Já a mãe de Daisy, foi forçada pelas circunstâncias a dar a sua filha para adopção, para que tivesse um futuro melhor, que ela nunca lhe poderia proporcionar.


Um retrato sobre uma vida simples numa quinta, sobre ambição, sobre os meandros do álcool e drogas no mundo da moda, sobre como se podem desfazer todos os sonhos da adolescência de um momento para o outro, sobre maus tratos, sobre altruísmo, e uma amizade inabalável (ou talvez não) entre duas irmãs.


E, no final, irá Daisy encontrar a sua mãe biológica? Criar laços com ela? Recuperar o tempo perdido?


Para saberem que descobertas Daisy fez sobre a sua família, sobre o passado dos avós, da mãe e de todos os que fizeram parte dessa outra vida, vão ter que ler o livro.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Aderi à moda dos vestidos

Andava farta da roupa que tinha e decidi investir em peças novas. Assim, este ano, aderi à moda dos vestidos!


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Estes são da nova colecção da marca Surkana, e já estão no meu roupeiro!


 


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Também comprei este da colecção outono/ inverno da marca Kaau's.


Adquiri também uns mais quentes, para o inverno, em bege e rosa claro.


 


E estes casacos, que adorei! 


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Para finalizar, umas botas que já há muito tempo desejava comprar, e que foram puro luxo, não pelo preço, mas porque não condizem com muita roupa minha. Mas adoro-as!


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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Santa Incompetência, Haja Paciência!

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Muito gostam os médicos e enfermeiros de nos ter no centro de saude!


Em Julho, quando a minha filha levou a vacina do tétano, a enfermeira aproveitou logo para lhe marcar a consulta dos 10 anos. Marcou para Outubro, mas como entretanto começaram as aulas e não me apetece que ela falte para ir a uma consulta desnecessária, decidi alterar o dia e hora da consulta. 


Já no final de Agosto, quando fui com a minha filha à médica de família por causa de uma otite, a médica pediu-me o meu número de telemóvel para me marcar uma citologia. Nesse mesmo dia, ligaram-me do centro de saude para marcar a dita cconsulta para Setembro.


Até aqui, poder-se-á pensar que foram extremamente profissionais e competentes, que se preocupam com os utentes e querem o melhor para eles. Como tal, e uma vez que de outra forma não punhamos lá os pés (só vamos quando estamos doentes e se justifica), decidiram marcar por nós estas consultas.


Como se costuma dizer "se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé"!


Só por isso, já não me apetecia lá ir. Se, e quando eu quiser fazer uma citologia, vou lá e marco, ou nem sequer lá vou. Prefiro ir à minha ginecologista, onde vou às horas que posso e quando me dá jeito (a bem da verdade, já não vou lá há mais de 3 anos).


Mas, adiante. Uns dias mais tarde, ligaram do centro de saude para o meu telemóvel antigo, quando eu dei à médica o novo (para o qual me marcaram a consulta), para desmarcar a consulta de setembro e agendar para outubro. Como ninguém atendeu, ligaram à minha mãe que tomou nota do recado.


Mais uma vez, após a início das aulas, e com a recente mudança no horário da minha filha, não me dava jeito ir à consulta, por isso decidi adiar.


Liguei para o número de telefone que consta na folha de consulta, nas listas telefónicas e no site do portal da saude. Nada. Durante três dias, ou não atendiam, ou estava ocupado. Decidi-me a ir lá pessoalmente.


Sou chamada para ser atendida por uma funcionária que está a fazer outra coisa ao mesmo tempo e nem se digna olhar, e que logo em seguida começa a conversar com uma médica, que entretanto apareceu, sobre a filha, a ecografia que ia fazer e o sexo do neto, que ia saber (ou não) nesse dia. E eu à espera que as madames terminassem. Tão pouca consideração teve uma como outra. 


Finalmente, e em relação à consulta da minha filha, só pode ser à terça-feira e naquele horário, por isso perguntou-me se eu queria que marcasse para 23 de Dezembro. Por mim era perfeito. Estamos ambas de férias nessa altura. Mas qual não é o meu espanto quando olho para o papel da consulta e vejo lá a data de 12 de Dezembro!


Já a minha consulta, marcou-me para o mesmo dia que, supostamente, estava, mas ao fim da tarde. E digo supostamente porque no computador constava uma consulta sim, mas para o dia anterior, e estava cancelada (não sei como, porquê e quem cancelou, e porque não fui avisada).


E anda assim a (in)competência dos nossos serviços de saude!


 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A morte dos electrodomésticos e afins...

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Quando nos mudamos a primeira vez para uma nova casa, é normal (assim as nossas finanças o permitam) comprarmos tudo aquilo de que necessitamos para equipá-la, ao mesmo tempo. Foi o que eu fiz. Todos os electrodomésticos, mobílias, cortinados e afins, foram adquiridos no mesmo ano.


Mas se nos sabe bem na altura, depois pagamos caro. É que na hora de se estragar, ou avariar, acontece com tudo ao mesmo tempo!


Isso significa que para quem, como eu, opte por esta forma de rechear o seu lar, bem pode ir poupando nos anos seguintes, porque há-de ser preciso esse dinheiro para mais tarde.


No meu caso, está a acontecer ao fim de 11 anos. Só este ano, já comprei uma estante nova para a sala, um roupeiro novo para a minha filha, e cortinados novos para o meu quarto e para a sala. E há muito mais para substituir: o sofá onde já quase ninguém consegue estar sentado mais que uns minutos, a mobília do meu quarto, o ferro de engomar que avariou, a máquina de lavar roupa que anda com a pancada (literalmente trabalha depois de umas pancadas), a torradeira à qual não lhe salta o pão (como deveria), nem a tampa, mas sim a patilha que baixa o pão, a máquina de secar roupa cujo tubo está cada vez mais rasgado...E poderia estar aqui o resto da manhã a inumerar tudo o que precisa de ser trocado por novo.


Mas o dinheiro não nasce na terra, não cresce nas árvores, nem tão pouco cai do céu. Por isso, electrodomésticos e afins, vão ter que adiar a morte inevitável por mais uns tempos!


 

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Sim, ela já me apanhou!

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Num dia, andava com roupa fresca a condizer com a temperatura lá fora, e a dormir à noite de manga curta e com o edredão para trás.


No outro, passo a ter duas camisolas (uma delas de gola alta) e um casaco e, mesmo assim, cheia de frio. E passo a dormir com pijama de manga comprida, casaco e edredão até ao pescoço.


Num dia estou perfeitamente bem.


No outro, devoro uma embalagem de Halls de mel e limão, para a garganta, e bebo chás para a gripe. A cabeça está pesada, não tenho disposição para nada, os espirros sucedem-se e o pingo começa cair do nariz.


Sim, é verdade. Depois de algumas ameaças, a constipação já me apanhou! 


 


 


 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Calçado sem qualidade


 


É o que cada vez mais se encontra por aí.


Ah e tal, isso é porque é feito de material que não presta e é mais barato. Se comprarmos calçado de qualidade superior que, por norma, sai caro, não temos esse problema.


Pode até ser. Mas a verdade é que já comprei calçado mais caro e fiquei mal servida na mesma.


Há muitos anos atrás, comprei umas botas pretas de salto alto, que me duraram até há 3 anos atrás. Foram caras, na altura, mas valeram o dinheiro que dei por elas. Nessa altura, comprei umas botas castanhas em pele (segundo a dona da sapataria) que estavam em saldo, e também nunca tive problemas com elas.


Mas foram as únicas excepções à regra! Tanto para mim, como para a minha filha, chego a comprar por ano aos 4 e cinco pares de botas para o inverno. Ao fim de dois ou três dias, precisam de capas. Ao fim de pouco mais de um mês, já estão descoladas e, à primeira chuvada, deixam entrar água!


E não são assim tão baratas quanto possam pensar. Os sapatos, começam a esgaçar todos. No último verão, comprei umas sandálias de cunha. No primeiro dia, a sola ficou cheia de buracos porque as pedrinhas pequeninas da rua ficaram lá espetadas e agarradas!


E não me venham com desculpas que determinado calçado não foi criado para determinadas condições. Que me digam que um guarda-chuva não foi feito para o vento, ainda compreendo. Mas a função básica de qualquer calçado é proteger os pés e, sinceramente, cada vez mais me convenço que isso anda longe de ser cumprido.


A ser verdade a teoria de que o que é bom é caro (para mim  nem sempre é verdade), quando as nossas carteiras não podem pagar em dinheiro a qualidade, pagam os nossos pés! 


 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Soluções erradas


 


Rectas, semirrectas e segmentos de recta - era esta a matéria sobre a qual a minha filha tinha que fazer os exercícios de matemática.


Antes, enquanto lhe estava a corrigir os trabalhos de ciências da natureza, e porque algumas perguntas me suscitavam dúvidas quanto à resposta pretendida perguntei, mais por brincadeira, se o livro não vinha com as soluções! A minha filha levou a sério e, ao procurar, lá estavam elas!


Fizemos o mesmo com o de matemática e também tinha. Mas foi aqui que as coisas se complicaram. O livro não é muito explicito, o caderno ajudou um bodadinho mas a minha filha não percebeu muito bem a matéria e eu, olhando para aquilo pela primeira vez às 20h, depois de um dia de trabalho e com a Inês já farta e sem me conseguir explicar, não consegui valer de muito. Mas algo me dizia que aquelas soluções estavam erradas.


No dia seguinte, vim à internet e pesquisei a matéria, e finalmente percebi como tudo funcionava. A minha suspeita de que as soluções a algumas das perguntas não estavam correctas ganhou ainda mais força, e expliquei nesse dia à minha filha para que ela também percebesse e, se fosse o caso, colocasse as questões à professora. 


Uma das respostas do livro era que as rectas em questão eram inversamente paralelas, quando era óbvio que eram duas rectas perpendiculares.


Corrigido na sala de aula o exercício, confirmou-se que eram rectas perpendiculares. Houve, pelo menos, um aluno que respondeu inversamente paralelas, o que me leva a crer que deve ter visto nas soluções. E a Inês, na aula, explicou-lhe a diferença. 


O que é bom. Significa que percebeu a explicação que eu lhe dei e que, numa próxima vez, saberá desenrascar-se.


Não acredito que tenha sido um erro propositado, mas que é fácil dessa forma "apanhar" quem andou a copiar pelas soluções, lá isso é!


Em género de moral da história poderemos concluir que as soluções servirão para consultar, de forma a confirmar a resposta que pensamos ser correcta (e não apenas limitar a copiar daí a resposta), e em caso de dúvidas, tentar perceber, pesquisar mais e colocar as dúvidas à professora.


Afinal, as soluções podem enganar!


 


 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Antiprogressista


 


É assim que eu ando!


Pelo menos no que diz respeito ao meu papel como mulher.


Sim, eu sei que, hoje em dia, todas (ou quase todas) as mulheres querem ser independentes, investir na sua carreira profissional e adiar ou, pelo menos, conjugar com tudo isto o papel de mãe e esposa. Eu própria sempre desejei não depender de ninguém e ter o meu próprio ordenado. Por isso, trabalho. E sou esposa, e mãe.


Mas ando numa fase em que não me importava que o tempo recuasse uns anos atrás, um tempo em que as mulheres nasciam, unica e exclusivamente, para estar em casa e cuidar do marido, dos filhos e do lar, enquanto os maridos trabalhavam para o sustento da família!


Sim, isto é um cenário muito retrógrado! E um atentado à luta de muitas mulheres! Concordo plenamente.


E sei que é só uma fase. Afinal, muitas mulheres que estão nessa situação, estão fartas de estar em casa e não fazer nada de útil (embora ser mãe e esposa a tempo integral tenha muita utilidade).  


Mas a verdade é que mesmo sendo independente, mesmo tendo o meu trabalho (onde às vezes me canso menos do que em casa) e ganhando o meu ordenado, tenho também o "trabalho duro" de que muitas mulheres fogem.


E, neste momento, não me parece assim tão duro nem tão insignificante. Na verdade, acho que me daria imenso prazer (pelo menos nos próximos meses).


Acordar, cuidar da minha filha, levá-la à escola, preparar as refeições, ir buscá-la à escola, ajudá-la nos trabalhos de casa, tratar da gata, estar em casa quando o marido chegasse e despedir-me dele quando saisse e, se ainda tivesse tempo livre e dinheiro, investir em algum curso que gostasse.


O único senão, é não ser um trabalho remunerado! O que é pena. É por isso que, com muita pena minha, tenho que continuar a exercer funções nestes dois serviços tão distintos. O segundo, como dona de casa, porque gosto, e não há forma de me descartar. O primeiro, como assistente administrativa, porque não posso viver do ar e preciso do dinheiro!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Partiu o "Banderas" português...

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Não sei se já alguém tinha feito essa analogia, mas a mim saiu-me espontaneamente!


E, à excepção da cor dos olhos, e da idade, são de facto muito parecidos.


O verdadeiro Banderas, permanece está entre nós. Já Rodrigo Menezes, deixa-nos aos 40 anos...


 


 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Pequenas atitudes que me deixam feliz


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Sei que tudo isto pode acabar com o tempo, mas enquanto dura há que aproveitar, ficar feliz e elogiar!


Carreguei o cartão da escola à minha filha. Embora ela leve lanche de casa, já várias vezes falámos que ela podia comprar alguma coisa que quisesse lá no bar. Desde que saiba gerir o dinheiro, é para isso que ele lá está. E, desde o início das aulas, nunca o gastou. 


Mas, num destes dias, ligou-me a perguntar se podia comprar um croissant com queijo, porque estava com fome! No fim, acabou por não comprar porque a fila era enorme e tinha aula logo a seguir.


Já no dia em que foi ao circo com uma amiga, dei-lhe dinheiro para pagar o seu bilhete, e alguma coisa mais que quisesse. No intervalo, ligou-me para saber se podia comprar uma espada que eles costumam vender no intervalo.


E no último fim de semana, dei-lhe dinheiro para ela ir com o pai andar nos carrinhos de choque. Dali a pouco, telefonou a perguntar se, em vez de gastar o dinheiro nos carrinhos de choque, podia antes andar no saltamontes!


Em todas estas situações, ela podia não ter perguntado nada. Nem eu esperava que o fizesse. Mas ela achou que devia. E eu fiquei, mais uma vez, muito orgulhosa da minha menina!

Tornado


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Depois de muito adiar esta leitura, não resisti mais e tive mesmo que o tirar da estante!


E o que posso dizer é que este último livro da Sandra Brown não me desiludiu!


Sim, tem tudo aquilo que os outros também têm: a protagonista feminina, o "bad boy" por quem ela se apaixona e que até se pode revelar boa pessoa, um crime, muitos suspeitos (uns mais óbvios que outros), muito mistério, um assassino à solta e um desfecho que ninguém esperava.


Mas nem por isso deixou de ser uma história brilhante, como só ela sabe escrever, e de me fazer ansiar pelo próximo!


Cada história é diferente e cada uma prende o leitor de uma forma especial.


Esta última teve origem no assassinato de uma jovem adolescente no dia em que um violento tornado varreu toda a região, e que dezoito anos mais tarde deu origem a um livro com esse mesmo nome, e que é também o título do livro da Sandra Brown.


O que é curioso porque ler os livros da Sandra Brown é como ser apanhada por um tornado, andar a girar dentro dele e, no fim da leitura, voltar de novo a pousar os pés na terra, ainda meio "atordoados" com o final da aventura.


A diferença é que as personagens da história querem esquecer esse tornado que mudou para sempre as suas vidas, e nós, leitores, ansiamos pela chegada da próxima tempestade!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Riscos e rabiscos




 


 



 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


De um momento para o outro, foram vários os edifícios aqui da vila que ficaram com estas marcas, que nada têm a ver com arte, mas com actos de vandalismo de que não tem mais nada que fazer. 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Eu até nem sou de reclamar...


 


 


 


 


 


 


 


 


...mas desta vez não consegui ficar calada!


Uma pessoa não pode deixar que os outros nos façam de parvos, e deixar passar como se não fosse nada.


Estava eu a dirigir-me para uma das caixas do Intermarché de Mafra, depois de ter feito as minhas compras do mês, quando a funcionária da caixa me pede para eu ir para uma das colegas dela.


Essa funcionária estava a acabar de atender um cliente, pelo que deduzi que ia fechar a caixa logo em seguida e, como tal, dirigi-me à caixa ao lado.


Quando estava a colocar as compras no tapete, olho para a dita caixa e vejo uma outra cliente, que para lá foi depois de mim, a ser atendida!


Fiquei a pensar: falo, não falo, mas foi mais forte que eu! Fui lá, e perguntei à funcionária se não era suposto a caixa ter fechado. Disse que sim, que me mandou para a colega porque estava na hora do almoço dela e eu tinha muitas compras! Ou seja, "enterrou-se" com grande pinta!


Se estava na hora de almoço dela, eu compreendo perfeitamente, e eu teria feito o mesmo. Mas, para isso, fechava a caixa e não atendia mais ninguém. 


Ela diz que informou a dita cliente, mas que ela não percebeu, e como tinha menos compras, acabou por atender.


Mas isso não é assim. Então agora escolhe-se quem se quer atender, ou não, pela quantidade de compras que a pessoa tem?


E se a cliente não percebeu, explicasse de novo. Ou terei que, numa próxima vez, me fazer também de desentendida? Ou falar outra língua? 


O meu marido ainda foi falar com a responsável, que disse que a funcionária não devia ter feito isso. A sorte dela foi eu estar cheia de fome e com pressa para ir para casa, porque senão tinha feito a minha primeira reclamação no livro amarelo!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

McDonald's Mafra


 


 


 


 


 


 


 


Mafra já tem marca: um simpático "m"!


M é a primeira letra de Mafra. M é igualmente a primeira letra do cognome do monarca que maior impacto causou no desenvolvimento deste Concelho, D. João V – O Magnânimo.


M é também a primeira letra da cadeia de fast food mais conhecida de todos nós - McDonald's!


E parece que é desta que vamos mesmo ter aqui um na vila.


Que bom, já não preciso de desculpas para ir a outros sítios, sempre que me apetece um Big Tasty, um Big Mac, um Happy Meal para a minha filha, ou outro qualquer.


A localização, a confirmar-se, é que não deixa de ser irónica: perto do Parque Desportivo Municipal e das escolas!


Já estou a ver o pessoal a sair do ginásio, depois de um belo treino a queimar calorias, e a fazer uma paragem a caminho de casa, para compensar! E as crianças, a desprezarem a comidinha saudável que é permitida nas escolas, para se deliciarem com os hamburgueres, batatas fritas e coca-colas!


Mas isso não é problema meu! Gosto de comer um belo hamburguer de vez em quando, mas não sou viciada. E, sinceramente, prefiro os hamburgueres às batatas fritas. Como não gosto de molhos, acabam por ser mais saudáveis. E também não vou fazer disso um hábito para a minha filha.


Por isso, quanto a mim, adorei a ideia!


 


 


 


 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Ainda estou atónita!


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Ontem, quando saí do trabalho e fui a pé para casa, deparei-me com um cenário que me deixou atónita: dois miúdos, talvez irmãos, um à volta de 5 anos e outro um pouco mais velho, no contentor do lixo!


Mais precisamente, o mais novo dentro do contentor do lixo, em tronco nu, e o mais velho pendurado no lado de fora.


O que ali estariam a fazer não sei. À procura de comida? De alguma outra coisa? De coisa nenhuma? Estariam a brincar ou num qualquer acto de rebeldia? Não faço ideia.


Mas não fui a única a ficar nesse estado. Estava lá um senhor a conversar com eles, a perguntar o que estavam ali a fazer e a mandá-los sair e ir para casa, que aquilo não era sítio para eles estarem.


Já no início da semana tinha havido uma situação lamentável. Um homem, com problemas mentais, de quem aparentemente ninguém quer saber (embora saibamos que tem família), e que costuma andar por aqui a pedir, começou a urinar muito descontraidamente em plena praça pública, para quem quisesse ver. Mesmo ao lado de uma pastelaria, no passeio, onde as pessoas caminham.


É incompreensível que quem de direito não tome medidas para evitar estas situações. E, se quem poderá intervir não o faz, somos nós que temos que o fazer?


Talvez...Mas, de facto, perante situações destas, o que é que podemos fazer?


 


 


 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Entrou ontem em vigor, mas...


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


...na prática, tenho as minhas dúvidas quanto à sua real eficácia.


Sim, falo da Lei que criminaliza maus tratos a animais, que entrou ontem em vigor, e que prevê que "quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias”.


A mesma lei indica que, para os que efetuarem tais atos, e dos quais “resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção”, o mesmo será “punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias”.


Pergunto-me em que se basearão as entidades competentes para aferir o que é, ou não, um motivo legítimo. E até que ponto é que, quem inflige os maus tratos, não alegará motivos supostamente legítimos para justificar os seus actos.


Em relação aos animais de companhia, a lei determina que, “quem, tendo o dever de guardar, vigiar ou assistir animal de companhia, o abandonar, pondo desse modo em perigo a sua alimentação e a prestação de cuidados que lhe são devidos, é punido com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 60 dias”.


E eu volto a questionar: como é que as entidades competentes sabem quem, como e quando as pessoas abandonam os seus animais de estimação? Se eu por acaso abandonasse hoje a minha gata, quem saberia? Absolutamente ninguém! 


Claro que há muitos animais registados e com chip, o que torna mais fácil a identificação dos mesmos e dos respectivos proprietários. Mas isso é para quem segue as regras e cumpre a lei. Aqueles que estão pouco preocupados com os seus animais, não se darão a esse trabalho. 


Por último, pergunto-me se esta lei só se aplica a quem maltrata os seus animais de companhia, ou a toda e qualquer pessoa que maltrate seja que animal for? Ou seja, o meu vizinho, por exemplo, pode ser condenado se maltratar o seu gato, mas ficar impune por matar outros gatos?


Ainda assim, mesmo duvidando da eficácia desta lei, é um passo em frente na protecção dos animais, e uma atitude de louvar. Venham mais e, de preferência, para se cumprirem, e não para "português ver".


Até porque já sabemos como costuma funcionar a justiça no nosso país!


 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O novo design do Sapo Blogs

 


 


Sabem aquela sensação de chegarmos ao nosso cantinho e saber exactamente onde está cada coisa que precisamos? Até mesmo os mais desorganizados, que encontram ordem na sua desarrumação?


Agora imaginem que alguém, com a melhor das intenções, decide fazer mudanças e arrumar tudo de uma forma muito mais prática, funcional e bonita. E, de repente, chegam ao vosso canto e não sabem mais onde estão as vossas coisas ou como as encontrar.


Foi assim que eu me senti quando cheguei hoje ao Sapo Blogs, e me deparei com este novo design!


Como se alguém tivesse entrado no meu canto, e o tivesse virado de pernas para o ar. Para mim, que sou pouco dada a mudanças, faz-me imensa confusão.


Sei que, provavelmente, daqui a uns dias já estarei familiarizada com estas novas funcionalidades e com este novo design mas, por hoje, foi este o único post que consegui escrever! Como se costuma dizer, primeiro estranha-se, depois entranha-se!


De qualquer forma, parabéns por esta nova cara. Mas tratem de não a modificar muito nos próximos anos :)


 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!