sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Sobre os trailers e as sinopses, e o seu efeito contrário

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O "trailer" de um filme costuma apresentar as cenas escolhidas, com frases de efeito sobrepostas às cenas, ou com um narrador que motiva o espectador a assistir ao mesmo. Tem por objectivo gerar interesse no seu lançamento, mas destina-se, acima de tudo, a atrair a atenção do público alvo, e levá-lo a comparecer à exibição do filme completo, tentando obter um recorde de audiência no dia da sua estreia e, assim, fazer história.


Quando pretendemos escolher um filme para ver guiamo-nos, normalmente, pelo seu trailer ou pela sua sinopse, embora no trailer tenhamos uma ideia melhor daquilo que vamos ver.  


O mesmo acontece com os livros. O objetivo da sinopse é fazer com que o leitor entenda os pontos principais do texto original, e é essencial para fazer com que os leitores se interessem, ou não, pelo resto da obra. Funciona como uma espécie de chamariz.


Mas, de há uns tempos para cá, tenho assistido (pelo menos no meu caso isso aconteceu) ao efeito contrário ao pretendido.


Vejo o trailer, por exemplo, do "Em Parte Incerta". Já li o livro, sei que a história é boa e que, à partida, vou gostar do filme, mas o trailer não me inspira minimamente a vê-lo.


E quando quis contagiar o meu marido para que visse o "Cavalo de Guerra", sabendo eu que o filme era espectacular, mostrei-lhe o trailer e só pensei: "realmente, o trailer não mostra nada que entusiasme"!


É certo que o contrário também acontece. Muitas vezes entusiasmamo-nos com um determinado trailer, vamos com as expectativas em alta e saímos defraudados. Ou compramos um determinado livro com base na sua sinopse e depois arrependemo-nos.


Afinal, publicidade enganosa é o que não falta neste mundo. E não gostamos, de forma alguma, de ser enganados.


Mas seria bom que também não desfavorecessem tanto algumas obras surpreendentes (porque merecem bem mais que isso) sob pena de o efeito ser o inverso, de as pessoas seguirem adiante sem curiosidade ou vontade de ver ou ler, e com isso perderem algo de que, certamente, iriam gostar. 


 


 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O Cante Alentejano já é Património da Humanidade!

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O cante alentejano, um canto colectivo sem recurso a instrumentos e que incorpora música e poesia, foi esta quinta-feira classificado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.


Após a inscrição do fado, em 2011, e da dieta mediterrânica, em 2013, na lista representativa do património cultural imaterial da humanidade, este é o terceiro elemento português ali inscrito.


Se é um motivo de orgulho para os portugueses, principalmente, os alentejanos? Certamente. E eu até tenho uma costela alentejana, por parte do meu pai!


Em que é que isso contribui para melhorar o estado do país? Muito pouco! Haveria tanto a fazer, e tão mais importante (em termos práticos) que estas candidaturas...


Mas pronto, já que o objectivo é valorizar, distinguir e reconhecer, que ao menos seja português! 


 

A Melodia do Adeus

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Há já alguns meses que queria ver este filme.


Depois de ler o livro, estava curiosa para saber como se ia desenrolar a história no grande ecrã.


Mais uma vez, a fazer jus à regra, o livro supera o filme! Mas até me surpreendeu pela positiva. Esperava menos, e acabei por adorar.


Mais ainda pela música no final "When I Look At You", interpretada pela protagonista Miley Cyrus.


É uma pena que ela se tenha transformado tanto, preferia mil vezes o seu estilo nesta época...

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Desenhos que se transformam em brinquedos reais





 


Não sabe o que oferecer às crianças este Natal? 


Que tal pegar num dos seus desenhos, e transformá-lo num brinquedo real?


Com a Budsies, isso é possível! 


E, se já não for a tempo para o Natal de 2014, pode sempre escolher qualquer outra ocasião para presentear os mais pequenos.


 


 Saiba mais em http://www.budsies.com/

O que significam as palavras ditas de cabeça quente?

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Reflectirão as palavras, ditas de cabeça quente no meio de uma discussão, aquilo que quem as diz realmente pensa e sente, e que cala em todos os outros momentos, para que tudo corra bem?


Ou não passarão de palavras falsas, ditas apenas para atingir e magoar a pessoa com quem discutimos?


E qual das situações será pior?


 


 


 


 


 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

O que é que nos faz gostar (ou não) de um determinado autor?

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Acho que, em primeiro lugar, é preciso ter interesse nos temos abordados pelos autores dos livros, e gostar da forma como esses autores escrevem e nos transmitem a mensagem.


Mas nem sempre isto é suficiente. Muitas vezes estamos a ler um livro e pensamos que é apenas "mais do mesmo", o que nos leva a não ter vontade de ler mais nenhum livro desse autor, porque já sabemos do que vai falar. Isso já me aconteceu.


Com Augusto Cury, por exemplo, em que fixei os conceitos e ensinamentos focados em 2 ou 3 livros, e bastou. Ou, por exemplo, com Casey Watson, sobre as famílias de acolhimento de jovens em risco. Li "O Menino que Ninguém Amava" e gostei muito. Mais tarde, vi outros livros da mesma autora à venda, mas não tive vontade de os comprar.


No entanto, noutros casos, esse é um factor determinante para eu querer "devorar" os livros de outros autores como, por exemplo, Julia Quinn, Lesley Pearse, Jeff Abbott, Nicholas Sparks, Sandra Brown ou, mais recentemente, Nora Roberts.


Já sei, à partida, com o que conto quando compro um livro de um destes autores. Já sei que, embora as personagens e a história central mudem, a base é a mesma. É por isso que os quero ler! É isso que me faz gostar deles.


E se, por algum acaso, um autor sai do seu registo habitual e se aventura em terreno desconhecido, podemos não gostar muito da mudança. Também pode acontecer o contrário, mas é sempre um risco.


Há ainda aqueles autores que se destacam por um determinado livro, e ficamos por aí. 


É difícil encontrar um motivo específico para justificar as nossas escolhas, mas penso que um dos segredos para mantermo-nos fiéis a determinados autores é o facto que, a cada novo livro, mesmo que seja mais do mesmo, acrescentar algo de novo, e não decepcionar os leitores. 


 


 


 


 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ao que parece, ando stressada!


Pelo menos, tenho mais de metade dos sintomas que uma pessoa stressada apresenta.


Ora vejamos, estes são os que eu já tenho:


1 - Dores de cabeça


2 - Gordura abdominal


3 - Tremores nos músculos, especialmente os dos olhos


4 - Sonhos bizarros


5 - Queda de cabelo ou mudanças


6 - Comichão, pele irritada ou surgimento de eczemas antigos


 


E ainda poderia acrescentar, embora não constem da lista, a irritação, a desmotivação, agir de cabeça quente e sem pensar, a falta de paciência e tolerância...


 


Estes são os que poderei vir, ou não, a ter:


7 - Crise de acne inesperada


8 - Menstruação irregular e dores


9 - Ficar doente regularmente


10 - Dores de dentes ou no maxilar


11 - Problemas de estômago e intestino


 


 


 


 


 


 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A "bola de neve" dos créditos

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Seja por culpa da actual crise, por ambição, má gestão ou outra qualquer razão, muitos portugueses se encontram endividados, com créditos por pagar, e alguns até insolventes.


Como tudo começa?


Bem, os ordenados costumam satisfazer as necessidades básicas, mas há momentos em que precisamos de mais. Se não temos, temos que encontrar forma de o conseguir. A opção mais fácil é recorrer a um crédito.


Este não é um post contra os créditos, ou contra quem os contrai porque deles realmente necessita, mas sim uma chamada de atenção para os riscos que existem quando a eles se recorre. Contrair um crédito é quase como experimentar um cigarro, ou droga, pela primeira vez. Há os que se ficam por essa primeira vez. Há os que tornam a experimentar, ocasionalmente, de forma controlada. Mas também há os que gostam da sensação, da facilidade de ter dinheiro na mão e se tornem viciados. Esse, sim, é o grande risco! 


Pede-se um crédito para determinado fim. Entretanto, surgem outros problemas e pede-se outro. Mas duas prestações são difíceis de pagar, por isso, pede-se um outro crédito para pagar os dois anteriores. E, assim, se vai formando uma autêntica bola de neve que pode dar mau resultado. Quando se dá por isso, já estamos tão enredados nessa teia de créditos que não sabemos como dela sair.


As tentações apresentam-se sob as mais variadas formas: cartões de crédito dos respectivos bancos, entidades financeiras, cartões de crédito associadas a superfícies comerciais, empréstimos bancários, etc.


E nem precisamos de nos esforçar muito porque publicidade é o que não falta. Publicidade, facilidades para atrair e promessas de solução para todos os problemas. No entanto, nem sempre é a solução do problema, mas sim o começo dele.


Como disse, não tenho nada contra os créditos. Já recorri a eles algumas vezes porque compensava. E, muitas vezes, são mesmo a única hipótese que uma pessoa tem. 


Mas é importante ter em conta a prestação que se vai pagar, tentar sempre cumprir, e evitar recorrer, simultaneamente, a outros créditos se se souber que, à partida, não se vai conseguir pagar.


Acho que o "segredo" está mesmo em pensar, analisar e medir prós e contras antes de agir, ao contrário de muitos, que agem primeiro e só depois pensam nos erros que cometeram, quando já é tarde demais para voltar atrás. 


 


 


 


 


 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Cavalo de Guerra

 


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Para as pessoas mais sensíveis, amantes de animais e de lágrima fácil, cuidado com este filme!


Antes da estreia, no cinema, fiquei na dúvida se iria gostar ou não, porque não aprecio muito filmes sobre guerras. O tempo passou e nunca mais me lembrei do filme.


Entretanto, descobri que no passado sábado tinha passado na SIC. Apetecia-me ver um filme, mas decidi-me pelo que tinha dado antes "Um Anjo da Guarda". Gostei muito e, embalada, comecei então a ver o "Cavalo de Guerra". 


Primeiras cenas, entre Joey (nome que deram ao cavalo) e Albert, até ao momento da separação, quando o pai o vende para os militares, e as primeiras lágrimas a cair.


 


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Depois, a cena em que Albert recebe um caderno com desenhos do Joey, e fica a saber que o oficial que prometeu cuidar do seu cavalo faleceu.


Os maus tratos aos cavalos, a facilidade com que deles se descartam quando já não servem, a estupidez de certos humanos versus a inteligência dos animais, ou a lealdade entre os animais, também não deixam ninguém indiferente.


Temos também o sentido de protecção entre irmãos, na guerra. Ou uma trégua entre duas forças inimigas que se unem por momentos para salvar Joey.



Outro momento emocionante foi a morte do companheiro de Joey, depois do esforço a que foi obrigado a empreender, mesmo ferido. A forma como Joey o acaricia, como lamenta, como se revolta.


Já mais para o final, e quando Joey está prestes a ser abatido, a forma como Albert o chama e, assim, o salva da morte. Para depois ser obrigado a levá-lo ao leilão onde, apesar da ajuda dos colegas e superiores, o acaba por perder.


Perde-o para o avô da menina que, durante algum tempo, cuidou de Joey e do seu parceiro de guerra, antes de os arracarem brusca e dolorosamente da neta.


 



E quando já estamos convencidos que Albert vai ficar sem Joey, o senhor surpreende-o, e a nós, ao abdicar da sua aquisição, e oferecer a Albert o seu cavalo.


Oh meu deus, a esta altura já era extremamente difícil parar a fonte das lágrimas! E acabou em grande, com o regresso dos dois ao lar, para junto da família, sãos e salvos, e mais unidos do que nunca.



Há muito tempo que não via assim um filme tão bom, e que me deixasse com uma valente dor de cabeça, de tanto chorar! Ainda por cima com a nossa gatinha a dormir como um anjo no meu colo.


Demorei a voltar ao estado normal e, ainda agora, ao escrever este texto, me emociono ao lembrar as cenas mais fortes do filme.


Para quem ainda não o viu, eu recomendo!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Como tudo muda à medida que o tempo avança


Há uns anos atrás, era uma alegria quando a minha filha ia bater, de porta em porta, a pedir o "Pão por Deus". O ano passado, como o 1 de Novembro calhou a um dia de semana, e já não era feriado, foi com a professora e com a turma que o fez.


Este ano, calhou a um sábado, mas já não foi a mesma coisa. Até porque a minha filha está mais velha. E com os anos a passarem, essa tradição vai deixando de fazer sentido para ela (pelo menos do lado de fora da porta). 


O ano passado, esteve na escola primária e, como todos os anos, comemorou o São Martinho com a assadura das castanhas e jogos tradicionais.


Este ano, já na nova escola, a frequentar o 5º ano, essa data passou em branco. Um dia como outro qualquer, enquanto que na antiga escola foi lá um grupo musical cantar para as crianças. 


Isto parece lembrar que o tempo de diversão na escola já não existe as para crianças que estão no 2º e 3º ciclo do ensino básico. Agora é tempo de estudo para eles. A diversão fica para os mais pequenos. Nem mesmo aquela música que se ouvia assim que chegávamos à escola (e que, de certa forma, alegrava o dia), existe nesta nova escola. 


Antes, entre o Dia de Todos os Santos e o de S. Martinho, comia meia dúzia das típicas e deliciosas broas que todos os anos a minha mãe comprava. Este ano, comi uma e não valia nada.


O tempo vai avançando, as prioridades vão alterando, as tradições vão-se esbatendo, e nós continuamos por cá para assistir e acompanhar essa mudança.


Até o Natal, que é a única época do ano que ainda consegue ter alguma importância para nós, e preservar algumas das tradições, parece já não ter o mesmo significado que outrora.


As mudanças são necessárias e fundamentais, é certo, mas eu nunca fui muito apreciadora delas. E há mudanças, como estas, que me entristecem, e me deixam nostálgica...

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Eles acham que só posso estar doida!

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Por afirmar aos quatro ventos que a nossa nova televisão é grande demais, um "calhamaço", um exagero.


Por dizer que não gosto da televisão, e que preferia a que tínhamos antes.


Por ter passado o resto da tarde a reclamar que íamos ficar sem espaço, que ia ficar tudo amontoado, que o meu marido devia ter medido o espaço primeiro, que devia ir trocar a televisão por outra mais pequena.


E, principalmente, porque, com esta televisão, a nossa Tica fica sem cama!


Sim, ouviram bem! Como podem ver, a nossa gata costuma dormir no móvel onde está a televisão, em cima do router (porque está quentinho). Passa ali várias horas quando vê que estamos ocupados e não nos podemos sentar para que ela vá para o nosso colo.


Agora, não suporto o olhar triste dela, ali encolhida em pouco mais de 5 centímetros entre o móvel e a televisão, a tentar ver-nos e ser vista. Irrita-me estar na sala e não a conseguir ver porque, para se deitar, fica escondida atrás do monstro gigante, como se houvesse uma divisão entre nós e ela, como se estivesse de castigo. E dá-me cabo dos nervos quando, para a tirar da clausura, tenho que desviar a televisão toda (correndo o risco de ela ainda ir parar ao chão), para me conseguir mexer, e pegar nela.


Sim, o meu marido e a minha filha estão muito contentes com a nova aquisição, e acham que eu só posso estar doida por sentir o contrário!


Afinal, até se conseguiu (muito à justa) manter tudo mais ou menos como estava. E, quanto à Tica, o móvel não é nenhuma cama. Dá para ela lá estar deitada, se quiser. Mas se não der jeito daqui a uns tempos arranja outra cama. O que não faz sentido é não termos uma televisão grande por causa da gata.


Pois, até podem ter razão. Mas não fiquei nem estou satisfeita com esta nova televisão. Preferia um meio termo, e não me vão fazer mudar de ideias!


 

domingo, 16 de novembro de 2014

As fotografias escolares!

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Todos os anos, por esta altura, o fotógrafo vai à escola!


Já tinha comentado com a minha filha que deveria estar para breve e, realmente, dali a uns dias, trouxe a folha de comunicação e autorização para eu assinar.


Sim, é uma forma de os fotógrafos fazerem publicidade e ganharem dinheiro. E, sim, é uma forma de a escola também lucrar. Mas, pelo menos, sabemos (ou acreditamos que assim seja) que esse dinheiro será utilizado para ajudar a escola naquilo que mais necessita, e constitui um apoio que o nosso governo não oferece.


Eu opto sempre por pagar os € 10 pelo conjunto completo. Para quem puder, compensa. Acabamos por ficar com um calendário, fotos tipo passe que dão jeito quando a escola ou outro qualquer serviço nos pede ou até para, simplesmente, termos na carteira.


Além do mais, é por estas fotos que nós vamos recordando a evolução dos nossos meninos/ meninas ao longo dos anos, e que eles vão recordando professores, colegas, e tempos que já não voltam!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Adoptar. Amar.Viver


 


Um blog sobre uma família que, dia após dia, tenta fazer o melhor que pode, educando e amando, aprendendo e ensinado valores para o futuro das suas duas filhas: uma biológica e uma adoptiva!


Uma prova de que, quando realmente amamos e nos dedicamos a alguém, os laços de sangue são o menos importante. Que filhos adoptivos ou biológicos são amados, educados e desejados da mesma maneira, e igualmente importantes! 


http://adotaramarviver.blogs.sapo.pt/

Espírito natalício, mas pouco...


 


Se já entrei no espírito natalício?


Em parte, sim. Mas naquela parte que menos tem a ver com o Natal!


Já andei a fazer contas ao subsídio, a estipular montantes e a comprar algumas prendas. Só isso.


Já pensei em montar a árvore de Natal, andei a ver onde a podia pôr, mas estou sem espaço. E sem dinheiro para investir numa mais pequena ou em outro tipo de enfeites. E sem tempo para me dedicar a trabalhos manuais.


Além disso, este ano o Natal vai ser bom para tirar uma semana de férias, descansar e pouco mais. O meu marido vai estar a trabalhar na véspera e no dia de Natal, os meus pais não ligam a esta época e a minha filha vai passar o dia com o pai.


Mas ainda estamos em Novembro. Até ao Natal, pode ser que o entusiasmo e o espírito desabrochem!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Comprar roupa na Modalfa

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Fui no fim de semana comprar roupa à Modalfa. Já tinha visto umas camisolas no Continente mas, antes de comprar, quis ver o que haveria na Modalfa. 


E não me arrependi! Tinha exactamente aquilo que procurava: camisolas de gola alta básicas, e camisolas grossas, também de gola alta, em cores giras, e a preços acessíveis. E tinha, ainda, o tamanho certo para a minha filha!


Pensei logo - vou levar uma destas camisolas para oferecer à minha sobrinha! Telefono para a minha cunhada, troco impressões sobre a cor preferida da filha e está resolvido.


Ou, pelo menos, achava eu que estava! Quando pergunto à funcionária se têm mais camisolas daquelas do mesmo tamanho, responde-me que não. Porquê? Não é porque já as venderam, mas sim porque só vem uma camisola de cada tamanho! E só quando se vende, é que mandam vir mais!


A sério?! Por esta é que eu não esperava! Logo por azar a minha sobrinha e a minha filha vestem o mesmo tamanho o que significa que, tudo o que comprava para a minha filha, já não podia comprar para a minha sobrinha.


É que até podia compreender que tivessem vendido, já que os preços convidavam a isso, mas só terem 1 tamanho de cada, em plena época pré natalícia e com estes preços, não se admite!


 

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Cartier ou Mercedes Benz

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Este seria, provavelmente, o meu próximo perfume!


Um digno sucessor para o Light Blue, de Dolce & Gabanna que, à semelhança deste, descobri por mero acaso através de amostras grátis enviadas junto com as minhas encomendas.


E até não é muito caro! O único senão é que, vim a saber, é um perfume de homem!


Assim, talvez tenha que me virar para este, que não foi amor à primeira vista mas, ao fim de algumas horas, até tem um odor agradável. E a minha filha adorou! 


Mercedes Benz, L'Eau - este, sim, para mulher!


 


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1000 Posts!


 


Em pouco mais de 3 anos, o Marta - O Meu Canto chegou aos 1000 posts!


Mas ainda há muito por dizer, por isso, venham mais mil!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

"Descobri" Nora Roberts!

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Estreei-me com o "Segredos", que não me desapontou. 


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E continuei com "A Pousada do Fim do Rio", que me fez render a esta escritora à qual nunca tinha prestado muita atenção. 


Não conheço a fundo os livros de Nora Roberts e, provavelmente, nem todos terão os meus ingredientes preferidos, como foi o caso destes dois, mas espero poder ler muitos mais e surpreender-me positivamente! Ou talvez não...É que, por este andar, não há dinheiro que chegue para tantas colecções de livros!


 


 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Adooooooro estes casacos!


Noble Style Worsted Turn-Down Collar Long Sleeves Solid Color Women's Coat


Long Sleeves Lapel Double-breasted Beam Waist Voile Stitching Plicated Ruffles Long Edition Ladylike Women's Coat


Trendy Style Turn-Down Collar Long Sleeve Faux Leather Slimming Women's Jacket


Ladylike Style Long Sleeves Worsted Double-Breasted Women's Coat


 


Vejam estes e muitos outros em  http://www.dresslily.com/


É pena que eu não conheça bem o site e não tenha muita confiança para mandar vir pela internet, com total segurança, porque senão já cá estavam!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

"Enfiar o rabo entre as pernas..."

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Aqui ficam imagens que ilustram, literalmente, essa expressão tão nossa conhecida!


É tão gira a nossa Tica a dormir! E que vontade que dá de enchê-la de mimos!


 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Reclamar, por vezes, compensa

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Ou, pelo menos, assim espero, tendo em conta os últimos desenvolvimentos.


No mesmo dia em que reclamei, novamente, para a MEO, por telefone, enviei também, por email, uma reclamação para a Provedoria do Cliente PT.


Ontem à noite, recebi uma chamada de um número que não conhecia. Atendi. Era da Provedoria do Cliente, para me informar que tinham analisado a minha reclamação e que, de facto, a informação consta do site. Mas como não está muito explícita irei, a "título excepcional", receber nos próximos dias um voucher de 10 euros para gastar no videoclube.


Reafirmaram que a informação do site é a correcta, e que a validade do meu cartão era 31/12/2014, ou seja, não me souberam explicar as contradições entre a informação do site e a mensagem recebida, embora eu tenha chegado às minhas próprias conclusões.


Mas também confesso que não estive para insistir mais, afinal, vou poder utilizar o meu crédito no videoclube (espero eu) como era a minha intenção. E podem crer que desta vez vou gastá-lo em pouco tempo, não vá o "diabo tecê-las"!


E assim termina, com um final feliz, esta telenovela! 


 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Coisas que só me acontecem a mim


 


Todos os dias a rotina matinal é a mesma.


Hoje não foi excepção: tirei o pacote do leite do frigorífico, enchi o copo, e tornei a colocá-lo no frigorífico. Só que hoje, ao contrário dos outros dias, tive uma supresa: no tempo em que virei costas para arrumar o pacote, e me voltei para o copo, deparo-me com a Tica, muito descontraidamente, a beber o leite do copo!


Ela, que há meses não toca em leite, nem mesmo quando eu ponho um bocadinho numa tigela para ela, lembrou-se hoje de me pregar esta partida!


Resultado: tive que deitar o leite numa tigela (não bebeu mais nenhum e acabei por deitar fora), lavar o copo, e voltar a enchê-lo, e deixá-lo fora do alcance da menina.


 



De há uns tempos para cá, cada vez que vou ao banco fora do horário de atendimento, nunca consigo abrir a porta com o meu cartão multibanco. Dá erro de leitura.


Ou tenho a sorte de estar alguém a entrar ou a sair nesse momento, ou a sorte de alguém estar lá dentro e abrir a porta, ou nada feito.


Das últimas vezes teve que o meu marido abrir a porta com o cartão dele, de outro banco!


Como estava com tempo, dirigi-me ontem ao balcão para ver o que se podia fazer. A funcionária foi comigo à porta, e experimentou o cartão. Funcionou! Uma, duas, três vezes. Eu própria experimentei e abriu a porta.


Posto isto, que poderia eu fazer? Agradeci, e vim embora. Ao final do dia, fui experimentar a ver se funcionava. Nada! Erro de leitura, e eu na rua!


Mas por que raio é que o cartão funciona quando não deve, e quando deve não funciona?!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Cinema no fim de semana

 



A Vida de Pi - gravado desde o verão, tinha estado até agora em standby. Minto. Uma vez comecei a ver com a minha filha, mas não passámos mesmo dos primeiros 2 minutos iniciais. Não nos inspirou, e vimos outro.


Este fim de semana, decidi-me a vê-lo, quanto mais não fosse para apagar e desocupar espaço. Não foi mau. Mas, por tudo o que tinha ouvido dizer sobre o filme, esperava bem melhor. Tem algumas cenas engraçadas, outras comoventes e ainda uma ou duas situações violentas. No entanto, para mim foi um filme "sem sal", que acaba por se tornar muito cansativo.


O tigre é lindo, mas a relação entre Pi e o tigre não me convenceu. Quanto ao naufrágio e aos dias em que estiveram em alto mar, também foram cenas que não me inspiraram. Convenceu-me mais a relação humano/animal do filme Comprámos um zoo, e o naufrágio de O Náufrago.


E depois, temos ainda a dualidade de interpretações do filme: qual a história verdadeira, qual a história fictícia?


Eu quero acreditar que Pi e Richard Parker estiveram realmente juntos, e que tudo se passou como se vê no filme porque, senão, a pouca magia que ainda tem, perde-se por completo. E, tendo em conta que esta é a história verdadeira, fez-me confusão o tigre ter ido embora sem olhar para trás. Talvez seja mesmo assim a sua natureza, talvez o pai de Pi tivesse razão. Por vezes dou por mim a pensar, de cada vez que a minha gata quer ir à rua, sai porta fora assim que tem oportunidade, ou foge, como já aconteceu, se ela realmente pensa em nós, em como gostamos dela e ficamos preocupados com a sua ausência, ou se ela simplesmente sai porque é essa a sua natureza, e só volta porque sabe que tem ali comida e um abrigo. E se encontrasse isso em outro lado? Será que voltava para nós? Não quero nem pensar...


 


 



12 Anos Escravo - mais um filme bastante aclamado, e que tinha curiosidade em ver, até por se basear em factos verídicos. E mais um filme bom, mas nada por aí além. Com cenas bastante violentas, a retratarem a realidade sobre a forma como os escravos eram encarados e tratados, ainda assim poderia ter sido muito melhor.


 


 


 


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Conhece Joe Black - este estava há meses gravado, tal como A Vida de Pi. À espera de um dia em que estivesse para aí virada, ainda mais depois de perceber que o filme durava 3 horas. Mais um que comecei a ver este fim de semana, para desocupar espaço. Fiquei a meio. Não porque tenha perdido a vontade de ver o resto, mas porque tive outras coisas para fazer e a minha filha ocupou-se da televisão.


Mas, até agora, foi o que mais me entusiasmou e estou ansiosa para ver o resto do filme. Uma hora e meia passou e nem dei por isso. Estou a gostar da história, dos actores, da música, e das cenas comoventes entre Susan e Joe, e entre pai e filhas.


Palpita-me, pelo que já li, que não vou gostar do final (não no sentido de ser mau, mas para uma romântica eles deviam ficar juntos), mas provavelmente devo soltar algumas lágrimas. A ver vamos...


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!