sexta-feira, 29 de maio de 2015

Coisas que só me acontecem a mim IV


 


Num dia, acordar com o despertador a tocar às 6 horas, e perguntar-me por que raio está a tocar tão cedo? Depois lá me lembrei que tinha razão, sim senhor. Estava a tocar a essa hora porque está programado para isso nesses dias em que a minha filha entra mais cedo na escola e, por isso, também eu tenho que me levantar mais cedo.


No dia seguinte, desligar o despertador, adormecer, acordar e ficar à espera que ele toque a segunda vez. Como estranhei nunca mais tocar e parecer ter passado tanto tempo, decido olhar para o telemóvel para ver as horas. E levantei-me mais depressa que um foguete! Tinha que me ter levantado quase uma hora antes! O que vale é que, a correr, consegui despachar-nos a tempo e horas!

Sexo não traz felicidade?


 


Segundo mais um desses estudos de origem duvidosa, nem sempre quem faz mais sexo se sente mais feliz. Pelo contrário, aumentar a actividade sexual pode ter o efeito inverso.


Por isso, se não estamos para aí virados, não nos devemos forçar a isso. 


Esse estudo, da Carnegie Mellon University, envolveu vários casais, com idades compreendidas entre os 36 e os 65 anos, divididos em dois grupos, em que num deles foram convidados a duplicarem a quantidade de sexo que faziam, e no outro a manterem a frequência.


Terminada a experiência, e quando questionados pelos investigadores se se sentiam mais felizes, os casais que duplicaram a actividade sexual, disseram que tinham perdido o desejo um pelo outro. Surpreendidos? Eu, nem por isso!


Se em vez de se focarem na quantidade, os casais se focassem antes na qualidade, incluindo criar todo um ambiente que os envolva e proporcione o despertar do desejo, demonstrar os sentimentos que os levam a desejar essa união, encarar o sexo como um de vários complementos de uma relação, e não como o mais importante, muitos dos problemas e incompatibilidades que os casais enfrentam a esse nível seriam resolvidos!


 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Aulas de 90 minutos - sim ou não?


 


Quando eu estudava, nós dizíamos que tínhamos aulas de uma hora, quando se tratava de 45/50 minutos, e de duas horas, quando era o dobro. 


Entre todas as aulas tínhamos um intervalo, nem que fosse de 5 minutos, para fazer uma pausa e descontrair. A única excepção era a aula de "duas horas" de educação física. Mas, nesse caso, o professor deixava-nos sempre sair mais cedo.


Agora, e tendo como exemplo a minha filha, têm menos intervalos e as aulas de 90 minutos são dadas sem interrupções, sendo o intervalo a seguir.


A propósito da duração das aulas, vem o ex-ministro da educação David Justino defender a sua redução, alertando para a dificuldade que os alunos têm em manter a concentração.


O próprio professor de história da minha filha concorda que, por exemplo, uma aula de 90 minutos de história à tarde é sinónimo de desatenção, conversa e chamadas de atenção. Afinal, é difícil controlar e manter na ordem uma turma de 30 alunos, durante uma hora e meia. E tanto é difícil para os alunos, como para os professores.


Actualmente, são as escolas que decidem a duração de cada aula, entre 45, 60 ou 90 minutos. Mas devem ter em conta que quanto maior a duração, menor a capacidade de concentração, e menor o rendimento.


E pode resultar em casos considerados de indisciplina, quando se começam a distrair, a conversar com os colegas, a brincar. Mas não podemos pedir às crianças que fiquem 90 minutos quietas!


Já basta os currículos extensos e a enorme carga lectiva que recai sobre os alunos, aliada à dimensão exagerada das turmas, que em nada contribui para o sucesso escolar.


Por isso, penso que até podem existir aulas de 90 minutos, mas com intervalos pelo meio, como acontecia antes.

Coisas que só me acontecem a mim III

maitena.jpg


 


Achar que tenho o trabalho encaminhado e, por isso, vou ter algum tempo livre para descansar em casa e, quando lá chego, deparo-me com as prateleiras da estante da sala tombadas, e tudo o que lá estava em cima espalhado pelo chão fora!


É nisto que dá comprar coisas baratas. Sempre se disse que o barato sai caro e, neste caso, confirma-se! Mas a minha carteira não dava para mais que uma estante fraquita da Moviflor, e o resultado foi este. E nem vale a pena reclamar, porque abriu falência!


E, assim, ocupei o tão ansiado tempo de descanso a montar de novo as prateleiras, com umas peças mais resistentes para não quebrarem, e a tentar colocar tudo de novo lá em cima, sem mais acidentes. Por via das dúvidas, e porque ao mínimo toque, da maneira que a estante está, tudo pode descambar de novo, acabei por colocar várias coisas em cima da estante, em vez de dentro. 


Conclusão: uma pessoa compra uma estante para arrumar toda a tralha que tem, e acaba por não poder utilizá-la, porque não aguenta!


 


 


 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Tag - Coisas que me dão nervos


 


Fui desafiada pela INÊS a partilhar algumas coisas que me dão nervos!


Para este desafio é preciso indicar o número de coisas que nos dão nervos, equivalente à idade dos nossos avós ou então escolher um número à sorte.


Como já não tenho avós vivos, escolhi um número à sorte - o 9.


 


1 - Pessoas a conversar com toda a calma no meio do caminho, e a não deixar ninguém passar


2 - As rotundas


3 - Ter que arrumar/ limpar aquilo que os outros desarrumam/ sujam


4 - Ter que andar na rua em dias de muita chuva e vento


5 - Moscas a andarem de volta de mim na piscina ou na praia


6 - Estarem sempre a "atirar à cara" aquilo que fazem


7 - A minha vizinha


8 - Pessoas que têm animais de estimação mas não querem saber deles para nada


9 - O computador bloquear


 


Para este desafio, vou escolher os blogs:


http://fragmentosdeumavidacomum.blogs.sapo.pt


http://ocantodapetrolina.blogs.sapo.pt


http://comreticencias.blogs.sapo.pt


http://5minutosnaparagem.blogs.sapo.pt


 

É seguro levar crianças para grandes eventos?


 


Vem esta pergunta a propósito do incidente que ocorreu em Guimarães, com um menor a assistir à agressão ao seu pai, por parte de um agente da polícia do qual, felizmente, saiu ileso.


Quando a minha filha tinha 4 anos, e porque ela nessa altura era fã do Tony Carreira e tínhamos uma oportunidade única de assistir ao concerto gratuitamente, na Baía de Cascais, levámo-la. Mais tarde, percebi que corremos um grande risco, e que pus em causa a sua segurança, ao levá-la para um espectáculo desta dimensão.


É que, além do recinto estar a abarrotar, as pessoas empurravam-se umas às outras, e até os homens discutiam para conseguir o melhor lugar. Conseguimos ficar um pouco mais que a meio, e dali não saímos até terminar. Felizmente, não houve problemas para o nosso lado, mas aquilo podia ter corrido muito mal.


Este ano, por exemplo, levei-a ao concerto da Violetta, no Meo Arena. Mas estava tudo muito bem organizado, bastante segurança no local, e como tínhamos bilhetes para a plateia, nem sequer havia filas na nossa entrada.


Se há riscos? Há sempre. Mesmo aqueles que nem sequer imaginávamos. Se é seguro. Pode ser. Mas também pode não ser. 


Existem cada vez mais programas ao ar livre, como festivais, concertos, espectáculos e até idas ao estádio, dedicados a toda a família, mas será que dá para levar crianças a eventos como esses?


Talvez seja melhor pensar duas vezes antes de se aventurar, e sujeitar as crianças a perigos desnecessários. De qualquer forma, há que ter em conta, caso optem por arriscar, alguns cuidados fundamentais.


 


A nível geral:


- verificar se o local e o evento reunem condições para receber crianças com conforto e segurança;


- ter atenção à classificação etária do evento;


- certificar-se de que existem locais na zona onde possa comprar alimentação e água (para o caso da criança ficar com fraqueza ou desidratada);


- No fim do evento, aguardar a saída das pessoas, de forma a evitar acidentes no meio da multidão;


- Certificar-se de que a criança não sai do seu lado mas, ainda assim, identificá-la para a eventualidade de a mesma se perder, com o nome e contacto dos pais, por exemplo;


- Vestir uma roupa que chame a atenção e que, desse modo, a distinga das demais;


- Combinar um ponto de encontro, como polícia ou bombeiros que estejam no recinto, para o caso de se perderem;


 


No caso de estádios:


- evitar levar crianças menores de 3 anos a estádios de futebol;


- evitar levar crianças para jogos considerados de risco, já que há grandes hipóteses de discussões e violência;


- evitar ocupar lugares ao pé das claques, pelo mesmo motivo;


 


No caso dos concertos ou festivais:


- em concertos, evitar ficar próximo do palco, preferindo lugares onde haja mais espaço e o som seja menos intenso;


 


Convém não esquecer que nem sempre os programas, apropriados para os adultos, o são também para as crianças. É preciso pensar, acima de tudo, nelas. E ter em mente que, tudo o que possa vir a acontecer aos nossos filhos, é da nossa responsabilidade. Porque eles não foram para lá sozinhos, fomos nós que os levámos!

terça-feira, 26 de maio de 2015

As mais elegantes dos Globos de Ouro

Em comparação com outros anos, e no que toca a elegância e bom gosto na escolha da indumentária, esta XX Gala dos Globos de Ouro deixou muito a desejar. Mas houve, ainda assim, quem tenha feito uma escolha que, a meu ver, merece nota positiva:


 







 

Lembram-se das Wilson Phillips?!


 


Esta banda americana foi formada, em Los Angeles, por Carnie Wilson, Wendy Wilson e Chynna Phillips.


Em 1990, lançaram um álbum com o mesmo nome Wilson Phillips, que vendeu milhões de cópias e viu 3 das suas músicas no Top Billboard, sendo o tema mais conhecido o "Hold On".


 



 


Tenho um CD com músicas delas, mas há anos que não oiço! Lembrei-me delas por mero acaso, quando no passado fim de semana estavam a cantar esta música num filme que estava a dar quando liguei a televisão. E foi tão bom recordar!


 


Destaco ainda os grandes sucessos:


Release me - "Come on baby, come on baby, You knew it was time to just let go, 'Cause we want to be free, But somehow it's just not that easy"


Eyes like twins - "We have eyes like twins, Where your last thought ends my next begins always"


The dream is still alive - "after all this time, The flame keeps on burning"


Impulsive - "I don't wanna think about it, don't wanna think clear, Don't analyze what I'm doing here,
Wanna be impulsive, reckless, And lose myself in your kiss"


You're in love - "You´re in love, That´s the way, it should be, ´cause I want you to be happy"


Next to you - "Keep the candle burning (Ooh ee ooh ...), Someday I'll be next to you, As long as this world's turning, One day I'll be next to you"


A reason to believe - "f I listened long enough to you, I'd find a way to believe that it's all true, Knowing that you lied, straight-faced, while I cried, Still I'd look to find a reason to believe"


 


Que saudades de ouvir estas músicas!


 


 

Comunicar a leitura dos contadores


Comunicar as leituras dos contadores de água e electricidade é uma opção a considerar, ou não compensa?


Até agora nunca comuniquei leituras, a não ser a pedido da própria companhia, quando por algum motivo o funcionário não o pode fazer. No entanto, e dependendo daquilo que o consumidor pretende, é uma opção a considerar.


Já sabemos que, nos meses em que não é efectuada a leitura pela companhia fornecedora, os valores apresentados nas facturas são baseados em estimativas.


Estimativas essas que podem ser vantajosas ou desfavoráveis, consoante sejam abaixo daquilo que realmente gastámos, ou superiores. Ou seja, tanto podemos pagar menos do que deveríamos, ou montantes mais elevados. E só no momento em que a companhia faz a leitura (normalmente trimestral ou semestral), é que são efectuados os acertos, em que a pessoa pode ver a sua conta reduzida, por conta daquilo que já pagou a mais ou, pelo contrário, ver a sua factura disparar, por conta de todos os meses que andou a pagar menos do que consumia. Como o próprio nome indica, são apenas estimativas.


Se a alguns contribuintes este sistema agrada, e compensa, para outros, não serve, porque é sempre uma incógnita. Se a alguns contribuintes dá jeito que o valor da factura seja baixo durante algum tempo, porque na altura do acerto pode dispender de mais dinheiro, outros preferem pagar o valor mais aproximado possível e sempre semelhante, do que serem apanhados de surpresa!


Ora, a única forma de isso acontecer, é comunicar a respectiva leitura, no período indicado nas facturas, todos os meses.


 


 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Desabafos de uma mãe à beira de um ataque de nervos!


 


A sério que, por vezes, gostava de ser uma daquelas mães que não se chateia nem se aborrece com a questão do estudo dos filhos para os testes, nem com nada que se relacione com a vida escolar. Acompanhar sim, mas com a devida distância, porque isso é responsabilidade dos filhos, e não nossa.


Mas, feliz ou infelizmente, não consigo ser assim. Foi por isso que, em pleno sábado, em vez de aproveitar com o meu marido para sair, namorar e desanuviar de uma semana de trabalho, já que a minha filha estava com o pai, fiquei em casa a ler a matéria que iria sair no teste de hoje, e a passar exercícios para ela fazer no domingo. E foi por isso que ontem, em pleno domingo com o marido em casa (o que é raro por causa da rotatividade das folgas), e com a minha filha, em vez de aproveitarmos o sol e calor, e irmos até à praia, ficámos em casa, para ela estudar e fazer os exercícios, tirar dúvidas e preparar-se.


Até aqui, tudo bem. Não me importo de fazê-lo se souber que valeu a pena. E até penso que não sou muito exigente, porque a deixei fazer várias pausas: leu a matéria de manhã, foi almoçar com os avós, leu novamente a matéria, foi ao PC, fez os exercícios, parou para vermos um filme. Sempre que lhe perguntava se já tinha estudado e se sabia a matéria, dizia que sim.


Mas, quando lhe vou fazer as perguntas, mostra o contrário. Pior; mostra que se está pouco ralando para o estudo, para a nota que vai ter. Cada resposta, para sair completa, tem que ser puxada a saca rolhas. E no meio de tudo isto enervo-me, porque me parece que não faz o mínimo esforço e não se aplica naquilo que é a única coisa que tem que fazer enquanto estudante. O que me enerva é, de facto, a atitude! E os disparates que lhe saem pela boca fora.


Porque ela até podia não saber, mas mostrar uma outra atitude, de quem ainda não sabe mas vai continuar até saber.  Nesse aspecto não sai a mim, que só descansava quando tivesse quase tudo na ponta da língua! Mas ela não. Não sabe, e está pouco interessada em vir a saber. 


E não me venham dizer que nem todas as crianças têm a mesma facilidade em memorizar porque se for alguma coisa da conveniência dela (músicas da Violetta, por exemplo), decora tudo num instante!


Confesso que, por vezes, me dá vontade de deixá-la por sua conta, sem stress, e ver o resultado que daí vai sair. Mas depois, enervava-me mais eu pela nota miserável que ela viesse a ter, do que ela própria, e ainda me iria sentir responsável por não a ter ajudado.


Ontem, levou mesmo um valente raspanete, para ver se começa a dar valor à vida que tem, à ajuda que tem e ao esforço que os outros fazem por ela para que ela tenha boas notas e venha para casa tão feliz como na sexta-feira passada, com o Muito Bom que teve a Inglês.


Foi para a cama sentida e eu, triste, por ter terminado a noite e o fim de semana a chatear-me com ela. Mas o que é certo é que hoje de manhã, assim que se despachou, e sem ninguém lhe dizer nada, pegou no caderno para estudar.  


Não sei se lhe adiantou de muito. Diz que lhe correu "mais ou menos", o que não é muito bom sinal. Nunca mais acabam as aulas!


 


 

A puberdade ainda é um tabu?


 


A puberdade é um período, que faz parte da adolescência, em que ocorrem mudanças biológicas e fisiológicas. É neste período que o corpo se desenvolve, tanto fisica como mentalmente, tornando-se maduro, e os adolescentes ficam capacitados para gerar filhos.


Nas últimos tempos, temos assistido a uma “aceleração secular do crescimento”, ou seja, de século para século, o crescimento torna-se mais rápido e, no caso das meninas, a menarca chega mais cedo. Após alguns estudos, os parâmetros foram alterados, passando o período, considerado normal, da puberdade feminina, a situar-se entre os 8 e os 13 anos, e da masculina, entre os 9 e os 14 anos.


Somente se acontecer em idades inferiores estaremos perante um quadro de puberdade precoce. Nesses casos, é aconselhável procurar ajuda especializada, que trate tanto os factores biológicos como psicológicos da criança.


De qualquer forma, precoce ou não, a puberdade implica sempre mudanças físicas, psicológicas e sociológicas, que podem afectar a criança e condicionar o seu comportamento diante da sociedade. É nesta fase que começam a surgir inúmeras dúvidas sobre o seu corpo. Por outro lado, a criança poderá ficar ansiosa, sentir-se rejeitada por ser diferente, sentir vergonha, isolar-se, tornar-se agressiva ou ficar deprimida.


Para lidar com esta nova etapa da criança, é preciso que os pais, antes dela, estejam preparados para a ajudar, esclarecer as suas dúvidas, dissipar os seus medos e preocupações.


A puberdade é uma fase do crescimento absolutamente normal, e deve ser encarada como tal, tanto pelas crianças, como pelos pais, e até mesmo pelos professores, nas escolas, não fazendo disso um “bicho de sete cabeças”.


Embora, hoje em dia, as crianças aprendam cedo como funcionam os diversos aparelhos do nosso organismo, incluindo o reprodutor, ficamos com a sensação de que, no que respeita a alguns sintomas da puberdade, ainda existem alguns tabus, nomeadamente em relação à menarca. Nem sempre os professores, por exemplo, sabem como gerir essa situação, até mesmo em relação à restante turma, e se for um caso isolado.


Sendo um dos sinais mais tardios da puberdade, não tem idade certa para aparecer e pode surgir sem sintomas prévios, considerando-se normal o seu aparecimento entre os 9 e os 18 anos. A idade média para a primeira menstruação tem diminuído ao longo dos tempos, podendo ser influenciada por fatores como clima, nível socioeconómico, fatores genéticos e étnicos, atividade física e estado nutricional.


Ora, se uma criança se encontra na fase da puberdade e está a ter um crescimento mais rápido que as restantes colegas, tanto os pais como os professores têm que fazer com que essa criança não se sinta diferente, nem excluída. Isto não significa anunciar a toda a gente o que se está a passar, mas também não implica esconder como se fosse algo negativo. 


É preferível conversarem com as crianças, explicarem-lhes que é uma situação normal e que todas elas, mais cedo ou mais tarde, vão passar pelo mesmo.


Se os conteúdos e programas curriculares já lhes ensinam como é constituído o seu corpo, como funciona a reprodução e quais os órgãos sexuais, e se as crianças têm acesso a tanta informação, das mais variadas formas, porquê continuar a alimentar este tabu, em vez de o eliminar?

domingo, 24 de maio de 2015

Sobre o Festival da Canção 2015 em Viena


Ontem, às 20 horas, estava confortavelmente sentada no sofá para assistir ao 60º Festival Eurovisão da Canção! 


Não conhecia nenhuma, mas estava expectante para ouvir cada uma das finalistas.


Já houve um tempo em que era um dos espectáculos mais aguardados do ano, a par com a eleição da Miss Portugal. Depois, deixei de ver. Muitas vezes, quando tomava conhecimento, já tinha acontecido. Talvez porque a participação e presença de Portugal não tem ajudado. E porque, quase sempre, as músicas vencedoras são eleitas mais por questões políticas, do que pela qualidade das mesmas.


No entanto, este ano, propus-me a ver e a celebrar o 60º aniversário do Festival Eurovisão da Canção.


Para começar, não posso deixar de elogiar a espectacular abertura, quer em termos de efeitos visuais, quer em termos musicais, com a bela música que deu voz ao lema do festival "Building Bridges" e que seria, para mim, uma boa candidata ao Eurofestival!



 


Não vou falar da Conchita, porque não percebi muito bem o que estava ela ali a fazer, a não ser pose para a câmara.


Mas vou falar de mais um importante momento que alia uma bela música a tecnologia e efeitos gráficos, também associada ao tema "Building Bridges", e que passou ainda antes de darem início ao grande espectáculo - Video Bridge.



 


E, com uma abertura destas, o festival prometia!


Mas confesso que as primeiras músicas não me encheram as medidas. Estava já eu a dar o meu tempo por desperdiçado, quando chega a vez da actuação da Lituânia. E, a partir daqui, foi difícil escolher uma favorita! Penso que foi um dos festivais em que gostei de mais músicas - Lituânia, Sérvia, Noruega, Grécia, Montenegro, Alemanha, Letónia, Roménia, Espanha, Hungria, Georgia, Azerbeijão, Russia e Albania.


Destas, as minhas favoritas à vitória seriam a Sérvia, a Roménia, a Espanha, a Georgia e a Rússia.


Mas estava a torcer pela Rússia, cuja actuação da Polina Gagarina me tocou, pela forma como ela própria sentiu a música, enquanto a interpretava.



 


A da Roménia também era muito bonita!



 


Infelizmente, os votos deste ano deram a vitória à música da Suécia, que até pode ter uma bela mensagem, mas não me convenceu. Parece uma música vulgar, que ouvimos diariamente nas rádios.



 


E, mais uma vez, se constatou que, neste tipo de festivais, nem sempre vencem as melhores! Com esta vitória, a Suécia torna-se o segundo país com maior número de vitórias, a última das quais há 3 anos, conseguida pela Loreen.


Foi também uma pena que o país anfitrião tivesse terminado nos últimos lugares da classificação, sem um único ponto, a par com a Alemanha mas, de facto, a música deixava muito a desejar. 


Ao contrário do seu país, que me pareceu encantador.


Resta-me louvar as mensagens transmitidas em cada uma das músicas, e os efeitos especiais que deram cor e um brilho especial a todas as actuações, valorizando-as ainda mais! E esperar que, no próximo ano, haja uma espectáculo ao mesmo nível do de 2015, e que Portugal possa lá estar!


 



 


 


 


 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Verdades e Mentiras - as respostas!


 


Ninguém conseguiu adivinhar as afirmações falsas deste desafio, por isso aqui fica toda a verdade sobre mim, para os quatro participantes O Mundo da InêsMiss AnaPaulo e Rúben Matos:


 


1 - Sou alentejana FALSA - apesar de ser filha de pai alentejano, eu sou mesmo saloia!


 


2 - O meu primeiro animal de estimação foi um grilo - VERDADE - podem não acreditar, tendo em conta o meu pavor a bichos, mas quando era pequenita, ao que parece, não era assim. Lembro-me que foi o meu pai que o apanhou, colocou numa caixa de fósforos e eu estava toda contente! Só que, de tão entusiasmada, abri a caixa para espreitá-lo e ele fugiu! Durante vários dias ouvi-o a cantar no quintal em frente.


 


3 - Já agredi um homem - VERDADE - e, foi por causa de um gato! Culpa das hormonas que por altura da minha gravidez andavam todas alteradas, e do meu já conhecido amor aos gatos, ao ver o meu ex-marido a fazer mal a um gatinho, dei-lhe uma estalada!


 


4 - Já fui atacada por um cão - VERDADE - quando era pequena, a minha vizinha tinha um cão preto -o Tigre, do qual eu tinha muito medo. Um dia saí de uma festa onde estavam os meus pais e fui para casa (a poucos metros) mas, como não tinha chave, quis entrar pelo portão que dava ao quintal da vizinha, e por aí ao meu. Quando vi o cão, assustei-me, fiquei com medo e comecei a correr só que tive azar - tropecei e caí. Foi nesse momento que o cão me atacou. Lembro-me que vieram logo ajudar-me mas o meu pai ainda me desinfectou as feridas, e ainda hoje tenho a marca (quase imperceptível) nas costas.


 


5 - Já assisti a um espectáculo de sevilhanas em Sevilha - VERDADE - numa daquelas viagens de turismo de empresas de publicidade. Viagem de dois dias a Sevilha, com viagem de barco (para variar), e um espectáculo de sevilhanas no Palácio Andaluz.


6 - Já cheguei a pesar 43 kg - VERDADE - quando andava com a mania das dietas e que estava muito gorda, quando já quase era pele e osso. Felizmente, passou-me.


 


7 - Já fiz de cigana numa peça de teatro - VERDADE - eu, que tenho pavor de público, por ter escolhido a disciplina de Oficinas de Expressão Dramática, fui obrigada a representar a personagem de uma cigana, num auditório, para toda a gente ver! 


 


8 - Já trabalhei na Câmara Municipal de Mafra - VERDADE - antes de trabalhar onde estou hoje, candidatei-me aos tempos livres, e cheguei a estar na parte do Contencioso, Contabilidade, Recursos Humanos e, a que mais gostei, na Biblioteca! Quando ia iniciar os três meses no Museu, arranjei emprego.


 


9 - Já escrevi para um revista - VERDADE - escrevi para duas edições da M Revista, uma revista de distribuição gratuita, aqui do concelho. Depois, por incompatibidades, fui dispensada.


 


10 - Já tive mais de 6 namorados - FALSA - só tive metade, e já me chegou!  5 anos com o primeiro, 8 com o segundo e, até agora, 5 anos com o meu marido.


 


11 - Tenho 3 sobrinhos - FALSA - só tenho dois!


 


12 - Não sou baptizada - FALSA - embora até há uns anos atrás fosse verdade. Fui baptizada aos 24 anos, para poder ser madrinha da minha sobrinha.


 


13 - Se não fosse Marta, chamar-me-ia Sara - VERDADE - era a segunda opção da minha mãe.


 


14 - Já fiz um aborto por vontade própria - VERDADE - ver mais aqui


 


15 - Tenho a mania da organização - VERDADE - não gosto de ver nada desarrumado nem fora do sítio, e tenho muitas manias quanto à organização!


 


16 - Tenho uma tia que é freira - VERDADE - é enfermeira de profissão, e freira de vocação. Normalmente, está em Roma, mas vem muitas vezes a Portugal em missões.


 


17 - Só costumo ir à igreja em casamentos e/ ou funerais - VERDADE - ir à igreja não me diz nada, nem tão pouco o discurso da maioria dos padres. Por isso, só vou quando sou convidada para algum casamento, ou para funerais. 


 


18 - Já mergulhei de uma prancha de 5 metros - FALSA - totalmente! Nem da beira da piscina sou capaz de mergulhar, quanto mais de uma prancha!


 


19 - Já fui vítima de violência doméstica - VERDADE - infelizmente, mas há muito ultrapassada - ver mais aqui.


 


20 - Tirei um vinte num teste de contabilidade - VERDADE - e a minha formadora do curso levou nas orelhas porque dar um 20 a um formando era o mesmo que dizer que sabia tanto quanto ela!


 

Atenção às facturas das despesas de saúde!


 


Até agora, para efeitos de dedução no IRS, os contribuintes podiam declarar as despesas de saúde isentas de IVA, ou com IVA à taxa de 6%, e as despesas de saúde com IVA à taxa de 23%, desde que justificadas por receita médica.


Aquando do preenchimento da declaração, bastava fazer contas e colocar, nos respectivos espaços, os valores gastos em cada uma das situações.


As facturas podiam, assim, conter despesas com IVA a taxas diferentes, cabendo a nós fazer essa distinção na declaração.


Agora, com as alterações introduzidas com a reforma do IRS, e sempre que as suas compras incluam despesas sujeitas a diferentes taxas de IVA, os contribuintes passam a ser obrigados a pedir facturas separadas, sob pena de as mesmas não serem deduzidas no IRS.


Porquê? Porque as despesas de saúde com IVA à taxa de 23%, ainda que prescritas pelo médico, deixam de ser dedutíveis. E, se colocarem, numa mesma factura, despesas à taxa de 6% e à taxa de 23%, a aplicação não consegue diferenciar, separar, nem considerar no âmbito da dedução. 


Como o sistema informático não é capaz de fazer essa distinção, essas despesas acabam por entrar nas deduções relativas às despesas gerais das famílias. A questão é que esta dedução tem um limite baixo e facilmente atingível, enquanto que na saúde o limite é mais elevado, ou seja, estão a ocupar uma "categoria" de deduções com despesas que não lhe pertencem, deixando assim de haver espaço para outras, enquanto que na "categoria" onde as mesmas deveriam ser colocadas, sobra espaço. E isso pode prejudicar os contribuintes.


No entanto, é de lamentar que só agora tenha vindo a público esta orientação, e não no início do ano estando, por isso mesmo, a geral alguma polémica. É que, a esta altura, já muitos contribuintes pediram facturas, referentes a despesas de saúde, sem recorrer a esta separação.


Por isso, a partir de agora, tenham muita atenção ao pedirem as vossa facturas!


 


Actualização: ao que parece, o governo quer voltar atrás na decisão, e continuar a considerar as despesas com IVA a 23%. De qualquer forma, pelo sim, pelo não, mais vale pedir na mesma em separado. 


 


 


 


 


 


 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Depressão é uma doença, e tem cura!


 


É verdade que, actualmente, houve uma vulgarização ou generalização, no sentido de muitas vezes não se diferenciar entre um estado de tristeza considerado normal perante determinadas situações, e um estado continuado de tristeza e apatia, anormal, associado a outros indicadores que, aí sim, podem evidenciar um quadro de depressão.


Mas é, igualmente, verdade que a doença existe e pode provocar danos, por vezes irreparáveis, se não for levada a sério e devidamente tratada. 


Não escolhe idade, sexo ou condição social, e é um erro ignorá-la ou considerá-la uma “invenção” dos tempos modernos!


Uma pessoa com depressão perde completamente o interesse por tudo o que antes gostava de fazer, perde vontade de ser feliz, de lutar e, por vezes, de viver.


Sente-se sem forças, sem energia, extremamente cansada ao mais pequeno esforço que faça.


A sua auto-estima baixa drasticamente, enquanto a insegurança e a sensação de inutilidade disparam.


Sensações de medo, associados a um pessimismo exagerado e perda de qualquer esperança podem estar presentes.


Para além de todos os sintomas a nível psicológico, verificam-se também sintomas a nível físico, como dores musculares, abdominais, dores de cabeça, problemas digestivos e outros.


E, embora cause grande sofrimento à própria doente, é um sofrimento que se estende à família, que não sabe o que fazer ou como ajudar a ultrapassar esse estado depressivo. Por outro lado, pode prejudicar a pessoa em termos laborais, e comprometer as relações desta, com aquelas que a rodeiam.


O primeiro passo para o tratamento é assumir que sofre de depressão, e que precisa de ajuda. O segundo passo, é procurar essa ajuda!


O tratamento, que pode combinar intervenção psicoterapêutica e recurso a medicação apropriada é, por vezes, é um processo longo, caracterizado por substanciais melhorias, mas também por algumas recaídas, e deve envolver não só os profissionais competentes, mas também familiares, amigos e pessoas que lhe são mais próximas, às quais é requerido apoio, paciência e dedicação.


A depressão é uma doença, e tem cura! Com a colaboração de todos e, sobretudo, com enorme força de vontade da vítima, é possível ultrapassá-la!


 

Quando a protecção de crianças tem o efeito inverso


 


Se tivessemos o poder de adivinhar o futuro, não cometeríamos, talvez, nem uma quinta parte dos erros que cometemos. 


O mesmo acontece com os responsáveis pela protecção de crianças e jovens em risco. Que não possuem, da mesma forma, a sabedoria de Salomão. E, por isso mesmo, não estão isentos de cometer enganos.


No entanto, há enganos que saem caros para os principais envolvidos, e que não se admitem, nem têm justificação plausível.


Muitas vezes, retiram-se crianças e jovens aos pais biológicos porque são considerados em risco, mas acabam por os "atirar" para situações de risco tão ou mais graves que aquelas em que já estavam.


Vejam o caso de abuso sexual de duas meninas, que terão começado quando as mesmas tinham, respectivamente, 9 e 11 anos, no seio da família de acolhimento à qual foi atribuída a guarda de ambas. E que se prolongaram por mais de 6 anos.


É engraçado como são tão eficazes a julgar uns (ainda que com razão), e tão despreocupados em relação a outros. Tanto as crianças como a família de acolhimento deveriam ser acompanhados por profissionais que pudessem detectar este tipo de comportamento precocemente.


Embora não seja exactamente assim, parece que, a partir do momento em que entregam as crianças, fica o assunto resolvido e passam ao próximo caso.


Há crianças e jovens que deveriam estar em um determinado tipo de instituição mas, por falta de vagas, vão para junto de outros, colocando-os em perigo. Há crianças e jovens que correm risco, dentro das próprias instituições que os deveriam proteger.


Outro dos casos foi o do jovem de 17 anos que assassinou outro de 14, em Salvaterra de Magos. Já estava sinalizado, pela CPCJ, mas de nada adiantou. Neste caso, não se tratava apenas de actuar no sentido de proteger o próprio e reabilitá-lo para inserção na sociedade, mas de proteger terceiros contra o comportamento deste. 


O sistema, conforme está, pode ser eficaz em alguns casos, mas deixa muito a desejar noutros!


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Foz do Lizandro - um paraíso aqui tão perto!

IMG_1421[1].JPG


 


Gosto da Foz do Lizandro para passear, não para ir à praia. O mar é perigoso, com muitas correntes, e é uma praia demasiado ventosa para o meu gosto.


Mas adoro ir até lá, principalmente fora do período de verão, em que há muita gente e mais confusão, e não se pode usufruir da paisagem, tranquilidade e beleza deste local a que muitos chamam o paraíso!


Já lá vai o tempo em que o rio era mais limpo, é verdade. Diz a minha mãe que, quando era nova, se podia atravessá-lo de um lado ao outro, e que a sua água era límpida. Hoje, a água está suja, imprópria para banhos (apesar de todos os anos muitas famílias ignorarem os avisos). Há alguns anos atrás, uma menina morreu nesse mesmo rio, enterrada no lodo. Hoje, já ninguém se lembra, fala disso ou sabe o que aconteceu.


Ainda assim, gosto de apreciar as gaivotas pousadas à beira rio, de ver a força da corrente nos dias de vento, de ver o rio correr para o mar, quando não é o mar a entrar rio adentro e, em outros dias, a sua total calmaria!


Gosto de me sentar na esplanada de um dos acolhedores bares, a beber um sumo ou um batido, e observar a natureza no seu melhor. Ou de caminhar pelo passadiço, até à ponta mais sossegada da praia, ouvir o silêncio, olhar o céu e as nuvens, sentir o rebentar das ondas, respirar paz... 


Toda esta área sofreu uma requalificação, que a tornou ainda mais apetecível aos visitantes. Um parque de estacionamento, com capacidade para cerca de 400 veículos, e construção de um passadiço sobrelevado no areal, paralelo à frente de rio/ mar com bancos, papeleiras, contentores para deposição de resíduos e iluminação, que faz a ligação aos apoios de praia e o areal, são algumas das melhorias que contribuiram para elevar a qualidade desta zona balnear.


E nada melhor, para terminar em grande, que partilhar com toda esta beleza um bonito pôr do sol!


IMG_1422[1].JPG


IMG_1423[1].JPG


IMG_1424[1].JPG


IMG_8794.JPG


IMG_8801.JPG


 


 


 

Tocá a andar - caminhada solidária!


Imagem Rutis


É já no próximo dia 14 de Junho que RUTIS (Associação Rede de Universidades da Terceira Idade) vai pôr Portugal inteiro a andar!


É a I Caminhada Solidária para o Envelhecimento Activo, um evento organizado pela RUTIS e pelas Universidades Séniores aderentes. Este ano, os locais onde esta caminhada se irá efectuar são:



  • Aljustrel

  • Almada

  • Câmara de Lobos

  • Coimbra

  • Covilhã

  • Joane

  • Mafra

  • Mealhada

  • Montemor-o-novo

  • Ponte de Sôr

  • Porto

  • Sesimbra

  • Rio Tinto

  • Terras de Aguiar


 


O percurso é de, aproximadamente, 5 km, e as inscrições variam entre os 5 euros, e os 7 euros, com camisola.


Os objectivos principais são estimular a prática de exercício físico e angariar fundos para as universidades. 


Podem aceder a toda a informação no site http://rutises.wix.com/rutis

terça-feira, 19 de maio de 2015

E se os homens pudessem sentir as dores de parto?!


Com as devidas excepções, grande parte dos homens que conhecemos são, por norma, mais "piegas" quando estão doentes ou com dores!


Pode até ser uma coisa mínima, mas queixam-se e agem como se estivessem gravemente doentes!


E, muitas dessas vezes, viramo-nos para eles e dizemos "devias era dar à luz um filho, para saberes o que são dores"!


Pois bem, estes quatro senhores não deram à luz (decerto com muita pena deles, porque já tinham entrado para o Guiness), mas ofereceram-se para experimentar as dores de parto que a mulher sente, em três estágios diferentes - suave, moderado e intenso.


Vejam o vídeo! É, simplesmente, hilariante!


The Try Guys Try Labor Pain Simulation • Motherhood: Part 4

Qual das três a mais elegante?!


Imagem: Lusa


 


Imagem Dailycristina



Imagem JN


 


O que têm em comum Sara Sampaio, Cristina Ferreira e Cláudia Vieira?


São, todas elas, mulheres portuguesas, bem sucedidas profissionalmente, e foram as três convidadas para o Festival de Cannes, onde puderam desfilar na passadeira vermelha com toda a sua classe e elegãncia!


Cada uma com o seu estilo próprio, fizeram sucesso e deslumbraram. Mas, para vocês, qual destas três mulheres poderá ser considerada a mais bonita e elegante da festa?


Acho que o meu voto iria para a Cláudia Vieira. E o vosso?


 


 

Pagamento do IRS em prestações


imagem daqui


 


Se existem contribuintes ainda à espera do reembolso do IRS que lhes é devido, outros há que, ao invés de receber, terão que pagar.


No ano passado, muitos contribuintes foram apanhados de surpresa, com valores para pagar muito superiores àqueles que estavam habituados. E foram muitos os que se dirigiram ao serviço de finanças, a fim de averiguar se teria havido lapso nas contas. Infelizmente, as contas estavam certinhas.


Este ano, talvez os contribuintes já estejam mais prevenidos mas, de qualquer forma, custa sempre pagar umas centenas, ou milhares, de euros de uma só vez.


Se for esse o vosso caso, saibam que podem efectuar o pagamento do IRS em prestações. Mas apenas se não tiverem qualquer dívida ao Fisco.  


O pedido para pagamento em prestações pode ser efectuado pessoalmente, no Serviço de Finanças da área de residência, ou via electrónica através do Portal das Finanças, até 15 dias após o término do prazo para o pagamento voluntário, dependendo o número de prestações (de 1 a 36), do montante em causa. 


Por outro lado, também dependendo do montante a pagar, poderá ser exigida uma garantia, nomeadamente, se o valor for superior a 2500 euros. Essa garantia será, normalmente, uma garantia bancária.


Convém ainda não esquecer que o pagamento em prestações tem os seus custos, no que respeita a juros, que incidem sobre o montante em dívida, e são contabilizados desde o termo do prazo para pagamento voluntário, até ao mês do pagamento, pelo que, quanto menor o número de prestações, menores os juros.


O pedido para pagamento em prestações será analisado nos 15 dias seguintes ao da sua recepção, sendo emitida pelo chefe de finanças a respectiva decisão.


Caso seja concedido o pagamento em prestações, este deve ser cumprido, já que a falta de pagamento de uma delas implica o vencimento de todas, e pode culminar num processo executivo, com recurso a penhora e venda de bens.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dicas a ter em conta para as provas finais


 


Começam hoje as provas finais do 4º e 6º ano.


O ano passado passei por isso com a minha filha, e sei bem o stress que foi esse ano lectivo, com a professora a ter que despachar a matéria em tempo recorde, para depois lhe sobrar um mês sem nada para dar!


Mas, mais que o stress pelo qual os professores passam, é aquele em que colocam os alunos, também desde o início do ano, fazendo com que andem nervosos, assustados, preocupados com o que pode acontecer se não tirarem uma boa nota na prova.


Para o próximo ano, também nós voltaremos a viver essa experiência. No entanto, um pouco mais preparadas. Deixo aqui algumas dicas que poderão ser úteis, para quem esteja ou venha a passar por isso:


 


- como pais, mantermo-nos calmos, para que possamos transmitir essa tranquilidade aos nossos filhos (de nada adianta pedirmos para eles não estarem nervosos se nós mostrarmos que estamos mais que eles);


- desvalorizar o peso da prova na sua avaliação e nota final (até porque, apesar de ainda valer 30% na prática, a média entre a avaliação do professor e a avaliação da prova, raramente altera a nota final, a não ser que o resultado seja mesmo muito mau);


- procurar acompanhar os nossos filhos ao longo do ano, observar as suas maiores dificuldades e tentar melhorar com eles esses aspectos (seja em termos de matéria, seja em termos de tempo);


- incentivá-los a tentar obter bons resultados nos vários testes realizados ao longo do ano, o que, juntamente com todos os outros critérios de avaliação, lhes poderá dar uma boa nota que lhes permita algum eventual deslize sem grandes consequências;


- explicar-lhes que esta é uma prova como outra qualquer, e que não precisam estar assustados;


- apesar de já ser recomendado, penso que é de evitar dar calmantes aos nossos filhos; 


 


Quanto mais encararem estas provas com naturalidade e confiança, sem receios, mais preparados estarão para todas as outras pelas quais ainda irão passar!


Se tiverem mais algumas dicas que queiram partilhar, digam de vossa justiça.


Boa sorte a todos!


 

É por isto que nunca hei-de ir ao Marquês!


Imagem daqui


 


Ainda ontem o meu marido me dizia: "para a próxima, vamos para o Marquês, e levo a Inês comigo". E eu respondi-lhe: "só por cima do meu cadáver, ou quando ela tiver a sua própria vida, porque enquanto eu for viva e for responsável pela minha filha, nunca a hei-de deixar ir!". Nem aí, nem a jogos de futebol!


Já tivemos imensas conversas sobre o assunto, e bem me pode dizer que não há perigo, que é uma festa bonita, que é um programa em família como outro qualquer. A mim, não me convence.


E a prova está aí mesmo diante dos nossos olhos: a festa tão bonita transformou-se num campo de batalha, com violência, confrontos entre polícia e adeptos, adeptos agredidos, menores a assistirem às agressões dos familiares, arremesso de pedras e garrafas...É isto a festa do futebol? É para isto que os adeptos fazem tanta questão de ir para o Marquês?


Pois por muito benfiquista que seja, a mim nunca me apanharão lá! Estive ontem calmamente a ver o jogo, enquanto passava a ferro, e a achar piada ao meu marido que estava com os nervos em franja, em pulgas para o seu clube se tornar campeão já ontem. 


E assim foi! Uma vitória oferecida pela equipa do Belenenses, porque o Benfica não acertou com a baliza. E se, primeiro, ainda tentava vencer o jogo, para o fim, limitou-se a gerir o resultado, e evitar um golo da equipa adversária. Se o benfica é bicampeão, será por mérito próprio. Mas a mim  não me soube bem que fosse desta forma, à custa dos resultados dos outros jogos, e não do nosso.


Para celebrar, o meu marido quis ir dar uma voltinha aqui pelas ruas e pela rotunda, não do Marquês, mas a de Mafra mesmo! Fomos até à Ericeira e, pelas ruas, alguns condutores e passageiros iam buzinando e acenando bandeiras e cachecóis, gritando e manifestando o seu contentamento.


Aqui em Mafra, também havia adeptos com cartazes, e outros apetrechos, na estrada principal, e na rotunda! O trânsito parou por instantes, mas o clima era de alegria! Até encontrámos um senhor a servir, à beira da estrada, ginginhas numa bandeja!


E no nosso carro, era o meu marido a buzinar e a gritar de um lado, e a minha filha do outro. A mim, o máximo que conseguiram foi que levasse o cachecol ao pescoço! De resto, caladinha e de vidro fechado, mas contente por ver a alegria deles.


Não é preciso uma grande festa para celebrar, nem tão pouco ir para o meio da multidão, sujeitos a correr riscos desnecessários. 


Não é preciso muito para se fazer a festa!


 

Sobre o filme A culpa é das estrelas


 


Pouco tempo depois de ter visto o filme Agora Fico Bem, vi anunciarem A Culpa é das Estrelas e pensei "é mais do mesmo"! Um casal, a rapariga doente com cancro, um amor, morte. E passei ao lado.


Uns meses mais tarde, por curiosidade, li o livro. Não é daqueles livros espectaculares, que me faz logo ir a correr comprar, mas gostei. Na verdade, esteve bastante tempo na minha lista de livros, mas havia sempre aquela indecisão "compro", "não compro".


Acabei por não comprar, por o dinheiro era curto, e outros mais interessantes acabaram por ganhar a minha preferência.


Também não fui ver o filme ao cinema. mas vi-o na semana passada, no TV Cine. E fiquei positivamente surpreendida!


Atrevo-me, até, a afirmar que é uma daquelas excepções em que o filme me cativou mais que o livro. É, de facto, uma história tocante, romântica, mais bem conseguida e envolvente que o Agora Fico Bem, e que me deixou de lágrimas nos olhos em vários momentos!


A culpa? Foi, sem dúvida, das estrelas! E das interpretações destes jovens actores!

domingo, 17 de maio de 2015

O novo look da Cláudia Vieira!


Imagem LUX


 


Pela primeira vez, vejo a Cláudia Vieira com o cabelo curto. E não é que eu, fervorosa defensora dos cabelos compridos, gostei!


O responsável por esta mudança foi o Hair ExpertL'Oréal Pariss Stephane Lancien.


Cláudia Vieira queria surpreender, e surpreendeu com este corte radical.


 


Está fantástica, e deslumbrou com a sua classe habitual e este novo visual, no Festival de Cannes!


 



Imagem LUX


 



Imagem LUX

Aqui em casa somos todos Anita!

IMG_1420[1].JPG


 


 


Com a recente chegada da Martine, que até teve direito a uma pergunta sobre si no concurso da TVI, Money Drop, de ontem, a Anita passou à história!


E, por isso mesmo, estes livros que aqui tenho, com quase tantos anos quanto eu, são, agora, uma verdadeira relíquia!


Aqui em casa, somos todos Anita!


 


 


 

sábado, 16 de maio de 2015

Já espreitaram a Blogazine?

image-0001 (1).jpg


 


Saiu hoje a revista Blogazine - uma revista feita por bloggers, para todos vocês!


Estávamos todos muito curiosos para ver o resultado, e não desiludiu.


O tema deste mês é "A Primeira Vez".


E, como foi a primeira vez, daqui em diante só pode melhorar e tornar-se ainda mais uma leitura a não perder.


Tem diversas rubricas, como moda, beleza, saúde, lifestyle, ginásio, alimentação e outras.


Eu dou o meu contributo na área da acção social, e na secção de livros/ música/filmes/séries. 


Como podem ler? É simples. Basta clicar em BLOGAZINE! 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Último Minuto da Sandra Brown!

IMG_1381[1].JPG


 


Isto não é o que parece!


Eu não estou com ideias de tirar a vida da senhora, até porque é uma das minhas escritoras favoritas. 


Estou, na realidade, a referir-me ao seu último livro lançado que, por coincidência e curiosidade, tem o mesmo título de um livro de outro dos meus autores favoritos (Jeff Abbott) - O Último Minuto!


Sobre este livro, tenho a dizer que não é daqueles que prende logo na primeira página, como já aconteceu com outros livros da Sandra Brown.


Comecei a lê-lo, e a pensar "quando é que começa a acção?". Não a de há uns anos atrás, na caça a um grupo de terroristas, mas a de agora.


E ela acaba mesmo por chegar, envolvendo-nos aos poucos.


Tudo começa no ano de 1976, num confronto entre polícia e terroristas, do qual dois destes últimos escapam com vida - Carl Wingert e Flora Stimel, levando consigo um bebé. Desde então, nunca mais ninguém ouviu falar deles, julgando-os mortos. Até ao dia em que, por mero acaso, numa análise de ADN, se coloca a hipótese de um homem, recentemente assassinado, ser o filho do casal de terroristas.


Já na actualidade, Gary Headly (agente do FBI prestes a reformar-se) incumbe o seu afilhado Dawson Scott, jornalista, de fazer a reportagem do julgamento do assassino do suposto filho de Carl e Flora - Jeremy Wesson. Este aceita, mas não sabe o que lhe espera.


De um dia para o outro, vê-se apaixonado pela viúva Amélia Nolan, envolvido com os filhos desta, suspeito de um homicídio, e a proteger Amelia e os filhos contra um novo crime.


Quem quererá fazer mal a Amélia? A verdade é que, desde o início, andam a ocorrer coisas estranhas, que culminam com a morte da ama dos filhos que, por acaso, estava a usar um impermeável que lhe pertencia.


Estará Jeremy Wesson, seu ex-marido e pai dos seus filhos, cujo corpo nunca foi encontrado, vivo? Quererá ele matá-la?


Vamos avançando na leitura, e descobrindo que algumas personagens não são aquilo que pareciam, e escondem grandes segredos.


Ao mesmo tempo, ao longo da história, a autora foi inserindo páginas do diário de Flora Stimel, que podem vir a esclarecer muitas das dúvidas que vão surgindo na leitura.


Mas deixo-vos com uma, que só ficarão a saber se lerem o livro (tão mázinha): "E se o filho desaparecido de Carl e Flora for, na verdade, Dawson Scott?"


Sandra Brown, fico à espera do próximo! E que ainda venham muitos depois deste último minuto!


 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Um mural diferente no México

Nancy Iveth Navarro é filha de Lucy Munoz e também está desaparecida. Muitas vezes, estas jovens não voltam a ser vistas, ou são encontradas mortas, com marcas de extrema violência, segundo o blogue Nuestras Hijas de Regreso a Casa.



Imagens Cofina Media/ Revista Sábadohttp://www.sabado.pt/


 



Em Ciudad Juárez, no México, foi criado um mural onde estão pintadas as caras de mulheres desaparecidas, um fenómeno que atinge proporções cada vez maiores, sendo usualmente raptadas, sem nunca mais serem vistas, ou então encontradas mortas, com marcas de grande violência. São, normalmente, mulheres jovens e pobres, as vítimas deste flagelo que se tem agravado desde 1993 nesta cidade fronteiriça.

As famílias das mulheres desaparecidas formaram um grupo para chamar a atenção para o governo e os media e, no âmbito da iniciativa intitulada, em português, "a lutar até as encontrar", foi criado o mural onde posam, nestas fotos, familiares dessas mulheres, neste caso, mães.

"Foram-nos tiradas vivas, queremo-las de volta vivas. Procurem-nas!", pode ler-se no mural.

Espaço "MESMO" em Mafra


Imagem daqui


 


A vila de Mafra conta agora com um novo espaço - o MESMO (Mafra Espaço de Saúde Mental e Ocupacional), instalado na zona central da vila e com facilidades de acesso que, numa primeira fase, irá disponibilizar consultas médicas de psiquiatria duas vezes por semana. 


Até agora, as situações identificadas era encaminhadas para o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, o que obrigava à deslocação de pacientes com reduzida autonomia, e implicava maiores custos financeiros.


Neste espaço serão, igualmente, desenvolvidas actividades ocupacionais, e haverá um programa de visitas e intervenção nos domicílios dos utentes do concelho, em articulação com os cuidados de saúde primários. 


O MESMO resulta de uma parceria entre o Município de Mafra, o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa e o Agrupamento de centros de Saúde Oeste Sul.


Pode consultar toda a informação e ficar a saber mais sobre este espaço no site da Câmara Municipal de Mafra - http://www.cm-mafra.pt/.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Porque continuo em desacordo ortográfico?


Já há uns anos escrevi sobre este assunto AQUI.


Desde então, a minha opinião não mudou. 


E a questão que se coloca não é, como muitos defensores querem fazer crer, a objecção à evolução natural da língua portuguesa; a dificuldade em aceitarmos que a língua está em permanente mudança, e que é isso é benéfico. Que, se assim não fosse, ainda escreveríamos determinadas palavras como há décadas atrás, e que agora já nos esquecemos e consideramos erradas.  


E não me venham dizer que não é a primeira vez que assinamos um acordo ortográfico, que introduziu alterações à forma como escrevemos, e nunca houve tanto alarido como agora. 


A questão é que este acordo não trás uma evolução na língua original portuguesa, mas sim uma adaptação. Uma adaptação a uma única norma, para todos os países de língua portuguesa que, até agora, se guiavam por duas normas distintas.


Só que, em vez de serem os restantes países a adoptarem a forma de escrita do português de Portugal, e assim reduzir as diferenças, foi Portugal a adoptar a forma escrita dos outros países, mais precisamente, do Brasil! 


Como se isso já não fosse suficiente mau, a juntar a todos os estrangeirismos que, aos poucos, vamos vendo serem adicionados ao nosso dicionário, este acordo ortográfico é ainda mais questionável na medida em que continuam a prevalecer, para alguns vocábulos, as duas normas. Quando as divergências não são resolvidas na totalidade. Quando, em palavras em tudo semelhantes, umas mudam e outras não. Quando as alterações podem alterar todo o sentido de uma palavra e de uma frase.


E não me venham dizer que há muitas pessoas a criticar o novo acordo, mas que nem com o antigo sabem escrever porque, se é verdade que isso acontece, agora, ainda acontecerá mais. 


Porque quem já está habituado ao acordo antigo, quase tem que aprender a escrever novamente e, na dúvida, pode achar que todas as palavras a que estava habituado já não se escrevem sabe, e acabar por pecar de tanto querer escrever como manda a nova regra.  


Por isso, sim, continuo em desacordo ortográfico!


 

Tag: De tudo um pouco

Desta vez o desafio veio da Lola, do blog Sandálias e Coentros


 


de tudo um pouco.png


 


 


 


1. Qual o teu estilo de música preferido?


Pop/rock, ritmos latinos.


 


2. Que peça de roupa é a tua preferida do momento?


Calças de ganga elásticas, túnicas ou camisolas compridas, vestidos.


 


3. Qual dos teus vernizes são mais divos?


Não uso verniz!


 


4. Calções ou saia, e porquê?


Calções ou vestidos. Não gosto muito de me ver de saia.


 


5. Cabelo liso ou encaracolado?


Liso, ou com ondulado natural.


 


6. Saltos ou Sapatilhas?


Saltos.


 


7. Brigadeiro ou sorvete?


Sou mais de bolos do que de gelados.


 


8. Doce ou Salgado?


Os dois!


 


9. Como defines o teu estilo?


Simples e prático.


  


10. És do tipo consumista ou só compras o básico?


Usualmente compro o básico mas, por vezes, tenho os meus picos de consumismo!


 


11. Consideras-te vaidosa? 


Todos somos um pouco!


 


http://osopromagicodaspalavras.blogs.sapo.pt


http://lifeofcherry.blogs.sapo.pt


http://aprincesadacasa.blogs.sapo.pt


http://5minutosnaparagem.blogs.sapo.pt


http://omundodaines.blogs.sapo.pt


 

O lado romântico de Shayne Ward


Shayne Ward é um cantor inglês, de 30 anos, que se tornou conhecido após ter vencido o programa The X Factor em 2005.


Comprei o CD dele "Breathless", na altura em que a música que dá nome ao álbum, fazia parte da banda sonora da série para adolescentes "Rebelde Way".


Saiu-me caro, porque na altura nâo havia há venda cá em Portugal, e tive que esperar mais de um mês, mas valeu a pena!


Provavelmente, poucas pessoas conhecem o cantor ou o seu trabalho, mas deixo aqui as músicas que considero mais românticas:


 


Breathless - uma das melhores declarações de amor que já ouvi



 


If that's ok with you - para os dias quentes e animados de verão



 


Melt the snow - fala sobre como tudo é bonito no início das relações, e como pode mudar depois



 


Until you - fala de como era a vida antes de conhecer a pessoa certa, e como mudou a partir daí



 


No promises - saudades, amor, desejo 



 


Destaco ainda as músicas Damaged e Some tears never dry, com mais ritmo, que falam sobre o fim dos relacionamentos, e os estragos que esse fim provoca.


 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Querem que as pessoas deixem de fumar? Acabem com o tabaco!

tabaco2


Imagem do Público


 


Será que o governo acredita, realmente, que é colocando imagens como estas nos maços de tabaco que as pessoas vão tomar consciência dos malefícios do tabaco?


Será que acredita, de facto, que os maços de tabaco onde elas estão, vão ficar na prateleira ou na máquina?


Será que o governo é assim tão ingénuo ao ponto de pensar que é, desta forma, que as pessoas vão, simplesmente, deixar de fumar?


Há, por acaso, alguém que não saiba que o tabaco mata?


Claro que não! Eles sabem bem que, na prática, esta medida vai ser, literalmente, para "fumador ver"! Obviamente que quem fuma sabe o que está a fazer, quem está a prejudicar, e os riscos associados. Obviamente que quem fuma está farto de ler mensagens sobre os malefícios do tabaco, não só nas embalagens de tabaco, mas em vários outros locais. E já foi informado e criticado milhares de vezes por amigos, familiares e, até, pelo seu médico. E, ainda assim, isso não o fez parar.


Lembro-me perfeitamente do actor Camacho Costa, com um cancro no pulmão, a fumar até não estar mais nesta vida. Como ele, há muitos!


Se o governo deve ficar parado e ignorar, só porque ninguém faz caso? Não! Mas há que pensar em medidas mais eficazes para levar as pessoas a reduzir o consumo, ou acabar com ele.


Eu deixo aqui uma sugestão bem simples "Querem que as pessoas deixem de fumar? Acabem com o tabaco!" 


 


 


 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!