sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sumo de laranja muito nutritivo!


 


Quem me conhece sabe que eu sou a mulher da fruta, e que quase todos os dias faço sumo de laranja natural para beber.


O meu marido, como foi passar uns dias a casa dos avós, trouxe-me de lá do pomar umas laranjas, que costumam ser boas, além de não srem tratadas com quaisquer químicos.


Ontem, como uma delas já estava a começar a estragar-se, cortei essa metade e, com mais uma, fiz sumo.


Assim que provo, fiz logo caretas. O sumo não sabia nada bem. Ponho-me a olhar para o copo, para o sumo lá dentro, e vejo umas lagartinhas brancas a boiar! Deitei logo o raio do sumo pelo cano abaixo, bebi água para disfarçar, mas parecia que ainda tinha as bichinhas a circular aqui na garganta. 


Já há muitos anos, por pouco não mastiguei uma lagarta verdinha que estava nas couves cozidas. E uma vez apareceu-me à frente um prato de arroz com formigas.


Será que estas coisas só me acontecem a mim?


 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Na Wook existem grandes coincidências!


 


No ano passado mandei vir 3 livros escolares pela Wook. Ao fim de um dia ou dois, estavam cá, sem qualquer problema.


Este ano, e porque me compensava mais mandar vir os livros da Wook (com desconto imediato e em plano poupança) do que comprá-los na livraria do costume, fiz a encomenda online.


A Wook avisa de imediato que, tratando-se de livros escolares, pode haver atrasos na encomenda. E, de facto, quando fui consultar o estado da mesma, verifiquei que tinham todos os livros reservados à excepção do livro de Ciências Naturais, que estava encomendado ao fornecedor.


Aguardei 3 semanas. Afinal, se tivesse encomendado na livraria, também tinha que esperar que eles viessem. Mas como não enviavam os restantes sem terem aquele, e porque já tinha passado tanto tempo, enviei um email a perguntar se tinham alguma previsão, e se seria melhor mandar vir a restante encomenda, e cancelar aquele artigo, para comprar noutro lado. 


Responderam-me aquilo que eu já sabia e tinha visto no site, ou seja, nada que me ajudasse!


Esperei mais uns dias até que, já farta de esperar, selecionei a opção "enviar já os artigos disponíveis". Fui avisada que isso implicaria alterações ao valor da encomenda, nomeadamente, nos portes de envio para o livro que ainda estava pendente, mas segui em frente.


No dia em que paguei o valor adicional, verifiquei no site que os livros apareciam enviados, mas a encomenda continuava em processamento. Talvez devido ao outro livro, que continuava encomendado ao fornecedor. 


Um dia depois de toda esta operação, recebo um email a dizer que a minha encomenda tinha sido enviada. Todos os livros! Incluindo aquele que antes estava encomendado ao fornecedor!


Ou seja, no dia em que peço para me enviarem os outros e pago o valor adicional dos portes, enviam-me a primeira encomenda. No dia seguinte, por pura e mera coincidência, o livro que até áquele momento estava encomendado, chegou miraculosamente, e é-me imediatamente enviado!


E ainda dizem que não há coincidências!


 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

As princesas da vida real também vivem felizes para sempre?!


Charlene pôs o seu marido chorar de emoção na cerimónia comemorativa da subida de Alberto II ao trono do Mónaco com estas simples palavras: “És o príncipe do meu coração!”.


Depois de vários rumores sobre um casamento de conveniência, uma relação sem amor, traições por parte de Alberto e outros mais, eis que surgem em público bastante unidos e românticos.


Mas quanto do que passam cá para fora é real, ou puro teatro monárquico?


Serão estas princesas, na vida real, tão felizes como nos contos de fadas? Haverá para elas o famoso "viveram felizes para sempre"?


É que nem sempre estas futuras princesas são bem aceites pelos membros da família real, nem pelo seu povo, e têm de passar por provas nem sempre fáceis e abdicar de muita coisa, muitas vezes, até, da própria família.


Charlene era uma nadadora olímpica que se apaixonou pelo príncipe Alberto, e ficaram noivos. Para se tornar princesa, teve que se tornar membro da Igreja Católica (foi criada como protestante), receber catequismo nessa igreja, aprender o dialecto monegasco, o protocolo da corte europeia, e a língua francesa. 


 


 



Já Grace Kelly, uma estrela de Hollywood norte americana, que abandonou a sua vida artística para casar com o príncipe Rainier, só com muito esforço se tornou a princesa adorada e influente de que todos têm memória. O povo teve, no início, alguma dificuldade em aceitar esta mulher.


 


 



Letizia Ortiz também teve a sua dose de não aceitação, desta feita por parte dos próprios sogros que não viram com bons olhos a união do príncipe Felipe com uma jornalista, divorciada, de classe média.


Aparentemente, o amor falou mais alto e mantém-se. 


 


 



Para os lados de Inglaterra, temos uma princesa que pouco tem dado que falar pela negativa. Foi, aparentemente bem aceite pela família real, sobretudo pela matriarca Isabel II. Há quem a compare à princesa Diana, falecida mãe do seu marido.


No entanto, foi recentemente, criticada por uma professora da Oxford, que a acusou de somente procriar para assegurar o futuro da dinastia, e de não ter cultura nem inteligência.


 


 



Diana, que sonhava em constituir uma família e viver um casamento feliz, esteve longe de concretizar os seus desejos. As supostas traições de Carlos, bem a forma como era tratada tanto pelo marido como pela sogra, são alguns dos motivos apontados para o casamento ter ido por água abaixo.


 

O meu problema com a comédia...


 


É que ela, raramente, me faz rir!


Sou um "bicho" raro e diferente dos restantes humanos que conheço, mas ponham-me a ver um filme ou algo banal que pelo meio até tem umas cenas engraçadas, e sou capaz de rir com gosto.


Ponham-me filmes de comédias à frente, ou artistas de stand up comedy e afins, e é ver-me ouvir e olhar para eles e pensar "onde é que está a piada?".


E não pensem que sou uma pessoa deprimida e triste com a vida, porque já me tenho rido muito com as coisas mais estapafúrdias, e isso faz-me imensamente feliz. Mas não gosto de ter que rir porque é suposto, principalmente, quando tudo parece exagerado e forçado.


Tive mais um exemplo disso quando assisti, no fim de semana, ao Money Drop, com o Eduardo Madeira e o António Raminhos. Conseguiram um feito maior que os antecessores, ao me arrancarem um ou dois sorrisos. Mas, enquanto toda a plateia ria a bandeiras despregadas, ao não conseguia perceber porque é que cada palavra ou gesto deles conseguia ter esse efeito nas pessoas, porque a mim não me dava vontade de rir. Só os conseguia achar ainda mais tolinhos, quem sabe a representar um papel pré definido (mas não muito bem desempenhado), e imaginava alguém com uma placa virada para a plateia o tempo todo com a palavra de ordem "RIR"!


 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Desafio das cores


 


A Inês do blog omundodaines propôs-me este desafio das cores!


E é simples - basta responder a primeira coisa que associamos ou nos vem à cabeça quando pensamos numa determinada cor.


 


1. No que penso quando imagino a cor vermelha?


    Em sangue.


 


2. No que penso quando imagino a cor verde?


    Em relva.


 


3. No que penso quando imagino a cor azul?


    No mar e no céu.


 


4. No que penso quando imagino a cor amarela?


    No sol.


 


5. No que penso quando imagino a cor violeta?


    Em alfazema.


 


6. No que penso quando imagino a cor rosa?


    Em meninas.


 


7. No que penso quando imagino a cor laranja?


    No fogo.


 


Quem quiser pode pegar no desafio, responder e acrescentar as cores que quiser!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Apercebo-me que a minha filha cresceu quando...


 


...nas idas à praia, ano após ano, vai trocando os baldes, as pás e as formas para bolos de areia, por jogos de raquetes e cartas, e leitura de livros!

O nosso recorde de 2015


 


Este ano tínhamos como meta ultrapassar o recorde do ano passado de toques de raquetes de praia. E foi alcançada! O problema é que agora, duvido que mais alguma vez consigamos ultrapassar a nova marca, ou sequer repeti-la: depois dos 535 toques de 3ª feira, chegámos aos 653 toques ontem à tarde.


E, da minha parte, uma valente dor no braço!

Ser mãe de meninas


 


Começa a ser cada vez mais complicado à medida que elas vão crescendo e se tornando pequenas mulheres!


Eu que o diga!


Ainda ontem fomos os três a uma festa popular aqui da zona. Como gostamos os três de dançar, costumamos dançar à vez, ou seja, eu danço uma música com o meu marido, outra com a minha filha, e assim sucessivamente.


Mas acabo por nunca estar descontraída porque os meus olhos estão sempre postos na minha filha. É certo que não podemos estar sempre a pensar no pior, mas basta uma distracção para o pior acontecer. Nunca nos afastamos mais que uns metros dela, mas mesmo assim, é preferível estar sempre com atenção.


Ontem, por exemplo, numa dessas músicas que estava a dançar com o meu marido, a minha filha sentou-se no banco, à espera da sua vez. Quando olho para lá, vejo um rapaz com um aspecto não muito recomendável, a fumar, sentado ao lado dela. Disse logo ao meu marido - "fica de olho nela", e fomos imediatamente dançar para o lado onde ela estava. 


Já depois de termos saído da festa, o meu marido disse-me que o tal rapaz já tinha feito sinal a outro e apontado para a minha filha. O que isso quereria significar, não sei nem quero saber. 


 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Detesto areia fininha!


 


Se há coisa que detesto é ir a uma praia onde a areia é tão fininha que parece pó. Pior ainda, quando se junta o vento a mandar essa areia para cima de nós, fazendo-nos parecer croquetes cheios de pão ralado e prontos a fritar!


E o raio da areia fica tão entranhada que, mesmo depois do banho, e da roupa lavada, ainda tenho a sensação que a areia lá continua.


 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

O restaurante do Intermarché está em crise!


 


Apesar de até constarem da ementa menus anticrise, o restaurante do Intermarché de Mafra parece estar mesmo em crise. Porquê?


Há já algum tempo que me apetecia ir lá comer o salmão grelhado, e ontem foi o dia. Mas, ao fazer o pedido, e apesar de na ementa estar que o salmão grelhado é acompanhado por batatas, bróculos e cenoura, avisaram o meu marido que não havia legumes.


Menos mal, pensei eu. Pelo menos vem com as batatas. Engano meu. "Batatas também não temos", respondeu o funcionário. Só arroz ou salada."


E lá fui eu para a salada. Ainda estive para lhe dizer que ia num instante ao carro buscar uma batata das que tinha acabado de comprar, já que em pleno restaurante de um supermercado não conseguem arranjar batatas e legumes para cozer, mas comi e calei, literalmente!


Afinal, a crise chega a todos! 

terça-feira, 21 de julho de 2015

Primeiro dia de férias


 


Este mês é só mesmo uma semaninha, e começou ontem!


Soube bem acordar mais tarde, mas isso significou despachar mais tarde e apanhar o autocarro para a praia mais tarde.


Neste primeiro dia de praia, não houve sol (começámos bem). Mas, durante uma ou duas horas, o tempo esteve ameno e valeram-nos também as raquetes para aquecer.


A água estava gelada (o que já é costume, mas o primeiro impacto custa sempre), mas ainda fomos duas vezes à água, para os primeiros mergulhos de 2015! 


Foi também um dia cheio de surpresas, umas boas, outras nem tanto. Logo à chegada, reparámos no novo bar de praia. Ou, melhor dizendo, novas "instalações". Este ano, mudaram a autocaravana e acrescentaram-lhe casas de banho, o que é muito bom.


Já na praia, tive um choque quando percebi que taparam a passagem para o meu cantinho. O ano passado, ambos os lados estavam ligados por um estreito corredor de areia. Este ano, modificaram o pontão, e taparam esse corredor com rochedos. Ou seja, para passar para o outro lado, temos que andar a subir as rochas e fazer várias manobras sem cairmos, para poder passar para o outro lado.


Além disso, a areia está cheia de pedras com bicos espetados, o que me valeu uma ferida no pé. O que vale é que eles já estão habituados a estes terrenos perigosos (muitos anos a cortá-los no mexilhão e a andar em cima das rochas, para poder aproveitar os melhores cantinhos da praia).


Já quando nos estávamos a preparar para ir embora, o fecho da mochila da minha filha estragou-se, e tivemos que a levar ao colo!


Mas, como nem tudo é mau, mais uma surpresa no terminal dos autocarros: abriram um bar!


E foi assim o nosso primeiro dia de férias!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Desconfio sempre destas boas acções


 


Alguém mais viu o Money Drop especial de sábado à noite, com o Ricardo Araújo Pereira e o Nuno Markl?


A ideia é estes convidados especiais conseguirem chegar ao final do jogo com algum dinheiro, para entregar a diversas instituições de solidariedade social.


E é aqui que começa a minha desconfiança. Será que, de facto, os concorrentes jogam como todos os outros, acertando ou errando naturalmente, ou não passa tudo de uma encenação?


Por outro lado, não sei se serei eu que não acho piada ou se realmente, ao quererem ter piada, acabou por sair tudo muito forçado e sem graça nenhuma.


E a Teresa Guilherme, que a cada palavra que eles diziam ria às gargalhadas, como se estivesse programada?


Sinceramente, não gostei do programa. 

sábado, 18 de julho de 2015

A psicologia das cores

No outro dia fui às compras à hora de maior calor, a pé.


Pelo caminho, ao olhar para o meu lado esquerdo, tinha ervas completamente secas, amarelas, e fiquei ainda com mais calor. Fez-me lembrar os desertos!



 


Mais à frente, do meu lado direito, vejo árvores e muito verde, e a sensação foi logo refrescante.



 


Por aqui posso deduzir que, apesar de ser uma ilusâo, as cores influenciam o nosso pensamento e as nossas sensações. É aquilo a que chamo a psicologia das cores!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

A capacidade de adaptação é uma qualidade?


 


Desde que o Homem existe que este tem vindo a tentar que o mundo se adapte a si e às suas necessidades, ao mesmo tempo que, por sua vez, se vai tentando adaptar ao mundo, e ao que este tem para lhe oferecer.


A mim, o que me parece é que, quanto mais tentamos adaptar o mundo à nossa medida, mais temos que nos esforçar para nos adaptarmos a ele. E nem sempre conseguimos!


Será a capacidade de adaptação o mesmo que resignação? Ou será um sinónimo de flexibilidade? Será uma desistência, ou uma luta pela sobrevivência? Significará uma derrota, ou uma vitória? Um defeito, ou uma qualidade?


Estamos sempre em constante mudança, tal como a natureza. E nem sempre temos aquilo que desejamos, da forma como desejamos, e na altura em que queremos. São-nos lançados vários obstáculos, a que poderemos chamar de desafios. Somos constantemente postos à prova. 


Mas será que fazemos bem em aceitar e adaptar? Ou seria melhor recusar? Lutar de outra forma?


Um cantor está habituado a interpretar um determinado estilo. Quando lhe pedem para "sair da sua praia", e cantar algo completamente diferente, que ele não gosta minimamente. De que forma será mais bem sucedido? Aceitando o desafio e dando o seu melhor, ou rejeitando fazer algo para o qual não está talhado?


Um trabalhador tem uma determinada formação e emprego. Se perder esse cargo mas outro completamente diferente lhe for oferecido, fará melhor em aceitar, ainda que seja algo desconhecido, ou esperar que apareça algo na sua área?


Um escritor está habituado e sente-se mais à vontade num determinado tema. Mas impõem-lhe outro tema sobre o qual não faz ideia do que falar. Deverá, ainda assim, escrever, ou recusar?


Se virmos bem, todos os dias surge algo nas nossas vidas que nos obriga a reagir. E, ou nós nos adaptamos às mudanças, ou passamos o tempo todo inconformados e a reclamar.


Mas, se existem acontecimentos que nos transcendem, e acerca dos quais nada mais resta que pôrmos em prática a nossa capacidade de adaptação (que acho que é o que cada vez mais fazemos e não nos temos saído mal), outros há em que a adaptação está mesmo fora de questão. 


Qual é a vossa opinião?


 


 


 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A minha nova vizinha é uma cabra!

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Não comecem já a pensar que eu gosto de andar por aí a dizer mal, ainda por cima de criaturas que mal conheço. Mas depois de ouvi-la a berrar que nem uma doida, para quem quisesse ouvir, e de finalmente a ter visto ao vivo e a cores, fiquei com essa certeza: a minha nova vizinha é uma cabra! Literalmente!


 


 


 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Existe idade certa para começar a usar tampões?


 


Estamos no verão, e é normal que as meninas queiram aproveitar as férias na praia ou na piscina.


Enquanto são crianças, não há qualquer problema. Mas, quando se vêem na pré-adolescência, na puberdade, e têm que lidar com aquele visitante chato que teima em aparecer todos os meses - a menstrução, as coisas começam a complicar. Mas não é caso para isso.


Já lá vai o tempo em que ouvíamos dizer que não devíamos ir à praia com o período. Que não podíamos tomar banho porque fazia mal. Em que até dávamos um pulinho até à praia mas só nos despíamos da cintura para cima. Em que estar menstruada no verão, em plena época balnear, era um castigo!


Eu confesso que nunca segui nenhuma dessas regras, nem acreditei nesses mitos. 


Mas então, o que fazer quando a menstruação aparece e queremos ir à praia?, perguntam as meninas. É simples, vão! Existe uma solução eficaz chamada tampão.


Sim, ainda existe aquela desconfiança em relação a este método de absorção e protecção interno, e a crença de que o mesmo, quando utilizado por meninas muito novas, pode romper o hímen e fazê-las perder a virgindade. Mas não é verdade.


De qualquer forma, se os pais têm dúvidas, o melhor será esclarecê-las com o médico de família, com o pediatra, ou com um ginecologista.


 


Informações sobre o uso de tampões:


Os tampões têm por objectivo absorver o fluxo antes de sair do corpo. Alguns possuem aplicador, e são mais fáceis de colocar, mais cómodos e higiénicos.


Se houver desconforto, significa que não estará bem colocado, o que é normal acontecer nas primeiras vezes. Nesses casos, é melhor retirá-lo e inserir um novo de forma correta.


Podem ser usados em qualquer idade, a partir do primeiro período. A idade não é um fator determinante para recomendar ou não o uso de tampões.


O tampão é suficientemente fino para atravessar o orifício flexível do hímen sem o romper, tal como acontece com o fluxo menstrual, pelo que o seu uso nada tem a ver com a virgindade. Assim sendo, até mesmo as virgens podem usar sem receios.


 


Os tampões devem ser mudados periodicamente (de preferência de 4 em 4 horas), dependendo também da quantidade do fluxo.


Por esse mesmo motivo (quantidade de fluxo), existem também diferentes tipos de tampões. As mais novas devem começar pelo tamanho mais pequeno. Depois, é só ir adaptando conforme o fluxo é maior ou menor.


Posso dizer-vos que, há uns anos atrás, a minha relação com os tampões não era má, mas estava longe de ser uma amizade para a vida! Só utilizava mesmo em dias de praia, e só mesmo por 4 ou 5 horas. Nunca me senti muito confortável com eles. Mas que dão imenso jeito para estas ocasiões, lá isso dão!


Por isso, se tiverem que recorrer a eles, não tenham receio. Claro que, se tentarem utilizar o tampão e virem que não conseguem, que não se sentem seguras ou confortáveis, não devem insistir.


 


 


 


 


 

Má aposta no Agora Escolha


 


Estreou ontem, na RTP1, a versão de 2015, para adultos, de um programa da minha infância que eu adorava - o Agora Escolha!


Mas a mim não me convenceu minimamente. Penso que este novo formato foi uma má aposta da estação. 


Na minha opinião, pecaram pelo horário tardio, pelos programas escolhidos para votação, e pela forma como decidiram ocupar o tempo de espera, durante a votação que é agora, feita pela internet.


 



 


Para quem não conhece, não sabe ou já não se lembra, o primeiro programa foi para o ar a 13 de Outubro de 1986 na RTP 2, onde se manteve por quase 10 anos. Depois, passou para a RTP1, mas sem sucesso, tendo durado apenas mais um ano.


Foi aqui neste programa que comecei a ver séries como "O Justiceiro", "Espaço 1999" e tantas outras, incluindo portuguesas.


Durante a votação, em que escolhíamos o programa A ou o programa B, passavam, muitas vezes, desenhos animados como o Tom Sawyer, a Ana dos Cabelos Ruivos ou os Três Mosqueteiros, que marcaram totalmente a minha infância.


Era um programa transmitido à tarde, tendo como público alvo crianças e adolescentes. Tanto que até podíamos fazer desenhos e enviar para lá, que a nossa querida apresentadora Vera Roquete, mostrava-os durante o programa!


 



 


Agora, temos um programa transmitido às 23 horas, com opções de programas que nem sempre são actuais (como foi o caso do escolhido de ontem "O Tal Canal"), que podem ter sido espectaculares no seu tempomas agora não entusiasmam, e uma moderadora - Marta Leite de Castro, que vai discutir com um "Focus Group", as vantagens e desvantagens de cada uma das possíveis escolhas.


O dito "Focus Group" é constituído por Eduardo Madeira, Manuel Marques, Maria Vieira, Raimundo Cosme, Joana Pais Brito, Rui Unas e Victor Espadinha. A ideia seria passar ali uns momentos de humor, mas a mim pareceu-me mais uma salada sem tempero.


Não gostei, e não tenho intenções de voltar a ver.


Colocassem este mesmo programa noutro horário, destinado ao mesmo público de antes, mas com séries da Disney ou, por exemplo, a série portuguesa Uma Aventura ou outras do género, com outro tipo de actividades e interactividade durante o tempo de votação, e tenho a certeza que teriam muito mais audiência.




segunda-feira, 13 de julho de 2015

Sobre o concerto dos D.A.M.A.


 


A que não fui, tenho a dizer-vos que, apesar de por vezes chegar até lá a casa um pouco da música, ouvia melhor o raio de um grilo que cantava à minha porta, que os meninos a actuar!

Devo ser alérgica a Lisboa!


 


Ontem fui com a minha filha a Lisboa para a aula de preparação para o book.


Tenho a dizer que a minha filha, com 11 anos, é muito mais desembaraçada do que eu, e com um excelente sentido de observação e orientação! Foi uma grande ajuda para chegarmos ao destino sem enganos porque, se dependesse de mim, não sei se as coisas correriam tão bem.


Aos domingos não abundam autocarros para Lisboa, por isso, tivemos que levantar cedo. Estava tudo encoberto e um frio a fazer lembrar o Outono. A viagem até Lisboa até foi rápida (uma parte foi auto-estrada), não fosse o raio do autocarro fazer uma chiadeira desgraçada, que parecia que se desconjuntava todo!


Escusado será dizer que, a partir de Loures, já o céu estava limpo e o sol a brilhar.


Como ainda tínhamos uma hora pela frente, decidimos ir de metro. Mais barulho! Ainda assim, chegámos cedo e ficámos a fazer tempo ali na esplanada em frente.


Entretanto, enquanto ela estava na aula, resolvi comer um pedaço da tosta mista que ela tinha deixado. Esqueci-me que tinha manteiga. Mas a fome estava a apertar. Nesta altura, já tinham começado os primeiros sintomas de dor de cabeça.


Quando nos despachámos, voltámos a apanhar o metro. Almoçámos no Alvaláxia - ela no Burger Ranch, e eu o resto da tosta, que só conseguiu deixar-me mal disposta, graças à manteiga e aos orégãos (nunca tinha visto tostas mistas com orégãos).


Depois, uma fila enorme para apanhar o autocarro para a Ericeira, que nunca mais andava, e uma viagem longa pela frente (sem auto-estrada desta vez).


Cheguei a casa, e estive quase todo o resto da tarde deitada no sofá, com a cabeça a rebentar. Ainda me levantei para ir comer, mas pouco consegui levar à boca. Peguei na Tica para levá-la à rua, mas tive que me voltar a deitar. Só à noite é que a coisa melhorou ligeiramente, e aí já consegui comer.


A última vez que estive assim tão mal foi, precisamente, depois de ter ido a Lisboa, ao Cirque du Soleil.


Está visto que devo ser alérgica a Lisboa!


Nem quero pensar que no próximo fim de semana há mais.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Facturas de saúde com IVA a 23%


 


Depois da grande polémica que se gerou sobre a questão das facturas de saúde, com IVA a 23%, poderem ou não ser dedutíveis em IRS, e em que moldes (nomeadamente pedir facturas separadas com IVA diferente), parece que chegaram a um consenso.


Assim, todas as facturas de saúde com IVA a 23%, emitidas desde o início do ano, podem ser dedutíveis no IRS, mas apenas desde que sejam validadas pelo próprio contribuinte. Sim, o contribuinte terá que ir ao Portal das Finanças, e validar cada uma das facturas de saúde com IVA a 23%, que irão ficar pendentes nesse mesmo portal.


Como já acontecia anteriormente, só poderão ser validadas facturas com IVA a 23%, desde que tenham a respectiva receita médica. Caso contrário, não poderão ser validadas. 


Já agora, e porque mais vale prevenir do que remediar, não será mal pensado juntar todas as facturas, sejam elas de saúde, educação ou outras quaisquer e, na devida altura (ou podem ir fazendo aos poucos), confirmar uma a uma se constam no portal e se estão validadas, para que não haja depois surpresas.


É que, convencidos de que basta pedir facturas com contribuinte que elas hão-de lá aparecer no portal, muitas vezes deitamos fora as facturas. Depois, quando temos que validar, já nem sabemos a que dizem respeito aqueles valores. E, outras vezes, nem sequer lá constam algumas das facturas pedidas. Nesses casos, sem o suporte em papel, não podemos inseri-las correctamente.


Por isso, tenham atenção, e confirmem se bate tudo certo.


 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Nunca é demais relembrar...


 


...que, no que respeita a crianças, todo o cuidado é pouco.


É claro que não os podemos ter agarrados a nós, mas a vigilãncia, ainda que à distância, é fundamental. E, por vezes, os descuidos ou distrações, ou o achar que não vai acontecer nada em 2 ou 3 minutos, pode correr mal.


Quando vou à praia com a minha filha, ela não vai ao banho se eu ou o meu marido não formos com ela, ou então vai, mas nós mantemo-nos de olho nela o tempo todo, e a postos para entrar em acção. Mas já me aconteceu desviar os olhos dela por uns momentos, até porque a praia não estava muito cheia, a maré estava vazia e não havia perigo. Mas, quando voltei a olhar para o sítio onde ela estava, não a vi. Olhei em volta, para todo o lado, e nada dela. Já estava a entrar em pânico, mas sem o mostrar, e a pensar que alguma coisa teria acontecido, quando volto a vê-la, no mesmo sítio onde estava antes. Foi um alívio, mas também um susto e um alerta.


Ontem, morreu uma criança de 6 anos, afogada, na praia da Foz do Lizandro, aqui na Ericeira. Os pais do menino dizem que perderam o contacto visual com o filho por alguns segundos, e já não voltaram a vê-lo.


O pai acabou por encontrar, mais tarde, o filho inanimado na água. Apesar de accionados todos os meios e das manobras de salvamento, o menino acabou por falecer. Esta família, de Alcanena, Santarém, estava cá a passar férias.


É por isso que, apesar de não sermos pais perfeitos e de nem sempre ser possível, é bom ter em mente que não podemos descuidar a vigilância e segurança dos nossos filhos, seja onde for. Mesmo que seja por breves instantes. Porque esses breves instantes podem trazer uma dor para toda a vida. 

Com fantásticos descontos e omissão de informações, se enganam as pessoas!


 


Ontem chego a casa e o meu pai pergunta-me: "Conheces uma loja perto do restaurante X que tem lá na montra PAGAQUI"? Respondo-lhe que não.


Ah e tal, esteve cá hoje um senhor da Quercus e agora vamos passar a ter 15% de desconto na factura da luz, e paga-se nessa loja.


E dizia a minha mãe: "ah, mas o senhor disse que isto é sério, não estão aqui a enganar ninguém, tanto que logo em seguida comunicou para a colega e ela ligou para cá a confirmar".


Ora, toda esta conversa me soou muito estranha. O que é que a Quercus tem a ver com a EDP, e com essa tal loja onde se podem fazer pagamentos, e quem é que ia oferecer esse desconto, e por que motivo?


Mais estranho ainda me pareceu quando o meu pai disse que tinha assinado um contrato. Quando ele me passa os papéis que assinou para a mão, encontro a explicação!


Tinha acabado de mudar de companhia fornecedora de electricidade sem saber! Diz-me ele: "então mas eu disse que tinha a EDP Comercial e o senhor disse que não havia problema, que isto não ia interferir em nada, que não tinha nada a ver e que não ia perder nada"!.


Pois, digo-lhe eu, mas isto que tu assinaste é um contrato de fornecimento de electricidade com a Endesa!


Ligo para o contacto que o senhor tinha deixado ao meu pai, explico-lhe que não informaram correctamente o meu pai e que ele não percebeu que ia mudar de companhia, e que queria cancelar o contrato, ao que ele me responde que não tinha que fazer nada porque o contrato não tinha nenhuma fidelização, nem nenhum vínculo, e que quando recebesse uma nova chamada da Endesa era só dizer que não queria.


Desculpe? Um contrato por si só já é um vínculo, senão não seria necessário. E aqui no contrato assinado diz que para resolver o mesmo temos 14 dias, e é preciso ligar para um determinado número, ou enviar carta.


Ah, mas não é preciso porque o contrato, a partir da assinatura, leva 30 a 45 dias a ser activado, por isso quando lhe ligarem pode dizer que não quer.


Então e o que é que me serve de prova em como resolvi o contrato? A gravação telefónica? É porque vocês têm um contrato assinado pelo meu pai. Quem me garante que, daqui a uns tempos, não vêm dizer que o contrato está válido. Que garantia é que tenho que o contrato fica sem efeito?


A esta altura, já o homem estava a ficar passado, a querer ver-se livre de mim! Ele só dizia que o contrato ainda não era válido, e se dissesse que não queria ficava sem efeito. Depois, deu-me um outro número para eu ligar. E entretanto ficou de me enviar não sei bem o quê para o email porque a chamada estava muito má.


"Ah e tal, o que eu disse ao seu pai é que nós tínhamos vencido o leilão da DECO e estávamos a oferecer um desconto de 15%, mas se o seu pai não quer, não quer"!


Pois, mas em nenhum momento lhe explicaram que eram da Endesa, e que ao assinar o contrato convosco estaria a deixar de ser fornecido pela EDP Comercial, para passar a ser por vocês!


Claro que o logotipo da Endesa estava no contrato e nas restantes folhas que o meu pai assinou, e ele deveria ter visto e percebido o que estava a assinar. Ainda mais ele, que está sempre a aconselhar os outros a terem cuidado. Mas não o fez. Foi na boa conversa de vendedor, nos descontos, na omissão daquilo que não interessava falar, no não ter que se preocupar que nada muda, e foi bem enganado! 


Por isso, se vos aparecer (ou a familiares vossos) à porta, senhores como estes, informem-se bem antes de assinarem o que quer que seja. Principalmente pessoas mais idosas, que são mais susceptíveis de serem ludibriadas.


Não digo que o serviço não seja bom, que o desconto não compense ou que a pessoa não mude de companhia. Mas tem que estar ciente e bem informada do que está a fazer.


 

Coisas que uma pessoa pode fazer com pão de forma!

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Não sei bem porquê, mas as fatias de pão de forma desta embalagem estavam todas a desfazer-se. Ainda assim, consegui colocá-las com jeitinho na torradeira. Quando retirei, o resultado foi este!


Nasceu uma nova malinha de mão, totalmente feita em pão!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

O verão aqui por Mafra


 


Amanhece com o céu totalmente encoberto e um vento frio que não convida a sair de casa.


A meio da manhã, descobre, mas a aragem fria mantém-se e o sol não chega a aquecer muito, a não ser em algum sítio mais abrigado.


Ao final da tarde, volta a encobrir e a fazer lembrar o outono!


Assim anda o verão, aqui por Mafra!

O Intermarché dá bilhetes para o Badoca Park!


 


Não acreditam?! É verdade!


Só tem que fazer:



  • 30€ em compras com cartão, e terão direito a 1 bilhete de criança

  • 60€ em compras com cartão, e terão direito a 1 bilhete de criança e 1 bilhete de adulto

  • 120€ em compras com cartão, e ganharão 1 bilhete de criança e 1 bilhete de adulto, com direito a interação com os lémures


Até aqui tudo espectacular, não é? No último fim de semana ganhei 1 bilhete de criança e um de adulto. Não é algo que me inspire muito para ir ver, além de que é caro, mas com 2 bilhetes já pagos, dá-se um jeito.


Pois, mas agora vem o "MAS"!


1º - Qualquer uma destas ofertas só é válida, na compra de um bilhete de adulto! Tudo bem. Mesmo assim, já poupo 2 bilhetes.


2º - Os bilhetes de criança são para crianças dos 4 aos 10 anos! Portanto, se tiverem filhos maiores de 10 anos, têm que pagar bilhete, o que significa um bilhete grátis, e dois pagos!


 


Já não me soa assim tão bem esta oferta!


 

terça-feira, 7 de julho de 2015

Qual é a idade certa para deixar os nossos filhos dormir em casa dos amigos?


 


Será que existe uma idade certa para os nossos filhos dormirem em casa dos amigos?


Talvez exista, mas essa idade difere de criança para criança, não é uma regra geral.


Em primeiro lugar, é preciso que os nossos filhos queiram fazê-lo e se sintam animados para tal. Nunca devemos impôr uma experiência dessas, convém que a iniciativa parta deles, ou então que se mostrem, pelo menos, receptivos à sugestão.


Mas isso só não basta. Imaginem que o vosso filho ainda usa fraldas numa determinada idade, ou faz chichi na cama de vez em quando, ou qualquer outro facto que o possa deixar envergonhado ou embaraçado perante os amigos. Será bom deixá-lo passar a noite na casa do amigo e arriscar? Talvez seja melhor esperar até essas situações serem ultrapassadas.


Depois, convém que a primeira vez a dormir fora de casa aconteça na casa de um amigo com quem eles costumem estar frequentemente, e cuja família nós conheçamos minimamente, porque isso irá deixar-nos, certamente, mais descansados. No entanto, estejam atentos porque pode acontecer o entusiasmo e excitação inicial dar lugar à saudade e apreensão, e os seus filhos ligarem a meio da noite a pedir para os ir buscar. Assim, é preferível que esse amigo não more muito longe.


A minha filha, por exemplo, foi convidada pouco tempo depois de ter conhecido uma menina na praia, com quem brincava, para dormir em casa dela, numa festa de pijama, com outras amigas dessa menina. E eu, na altura, pensei: ela nunca dormiu fora de casa (a não ser em casa dos avós ou do pai), nunca a deixei dormir em casa das colegas da escola, que conheço melhor e cujos pais conheço minimamente, porque haveria de deixá-la dormir em casa de alguém que só conheço de conversar uns dias na praia?


Confesso que fiquei com receio, e optei por não dar esse passo naquele momento. Hoje, e porque já lá estive algumas vezes em casa e conheço melhor os pais da amiga da minha filha, já seria diferente.


E, depois, convém que os nossos filhos já tenham alguma autonomia, embora em casa de outras pessoas eles tentem desembaraçar-se sozinhos de uma forma que não fazem em casa com os pais. Vestir e despir, higiene pessoa, calçar, entre outras, são tarefas que eles já devem dominar. 


Se já estão confiantes em deixarem os vossos filhos passar por esta experiência, levem-na até ao fim da melhor forma. Isso inclui não estarem constantemente a ligar para eles para saber como estão a correr as coisas e como se estão a portar. Combinem apenas um horário para um simples telefonema, e nada mais.


Mandem junto com o básico, algo que lhe possa dar confiança ou apoio, como um brinquedo, um boneco, a sua almofada, ou algo do género.


Acima de tudo, penso que é preciso haver vontade, confiança e serenidade, e tudo há-de correr pelo melhor!


 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

As obrigações nos contratos


 


Já repararam que nos contratos, sejam de trabalho, de arrendamento ou outros quaisquer, uma das palavras mais utilizada é "obriga-se a"?! E que normalmente, somos sempre nós que estamos obrigados a tudo e mais alguma coisa?


E se, de repente, invertessemos essa ordem, e começássemos a ser nós a obrigar a outra parte?!


Fazia mais sentido!


 

Sobre o livro A Rapariga no Comboio


 


Esta é uma história contada por 3 mulheres, cada uma com a sua história que, a um determinado momento vai coincidir com as restantes.


Três mulheres, três homens, um assassinato e um comboio são os ingredientes principais deste thriller.


Rachel é a personagem principal. Uma alcoólica incorrigível, desempregada, para quem é difícil aceitar que foi traída e trocada por outra mulher que deu ao seu ex-marido aquilo que ela mais desejava ter e nunca conseguiu, e que foi a causa para ela agora ser a pessoa que é. Para não contar à amiga, que lhe deu abrigo, que foi despedida, Rachel apanha todos os dias de manhã o mesmo comboio até Londres, e faz o percurso de volta ao final do dia, como se estivesse a regressar a casa depois de um dia de trabalho. O seu passatempo é imaginar a vida dos habitantes das casas por onde o comboio vai passando.


 


Megan é uma mulher inconstante, insatisfeita por natureza. Tem, aparentemente, o melhor marido do mundo, mas isso não lhe basta. Vai somando aventuras e casos extra-conjugais. Esconde um grande segredo que não a deixa dormir. Depois de a galeria onde trabahava fechar, vai ser dona de casa a tempo inteiro. Por uns tempos, aceita tomar conta da bebé de um casal vizinho, mas durará pouco tempo. Por sugestão do marido, consulta um psicólogo, com quem vai manter uma breve relação. Um dia, desaparece e ninguém sabe o que lhe aconteceu.


 


Anna é a mulher com quem Tom manteve um caso amoroso, quando ainda era casado com Rachel. Dois dias depois de Rachel sair de casa, Anna mudou-se para a sua casa, já grávida de Tom. É uma mulher assustada e um pouco paranóica. Tem quase a certeza que Rachel nunca os vai deixar em paz e que pode ser perigosa, porque anda sempre por ali a rondar tendo, inclusive, pegado na sua bebé e levado até à estação, num momento de distracção. Deixou de trabalhar como vendedora imobiliária para assumir o papel de esposa e mãe a tempo inteiro, e dá muito valor à família que formou. Até onde será capaz de ir para a preservar?


 


Tom é o ex-marido de Rachel, e actual marido de Anna e pai da sua filha. Tenta apaziguar os ânimos, descansar Anna em relação a Rachel, e acudir a esta quando bebe demais e faz coisas que não deve. Está sempre a dizer a Rachel para os deixar em paz, e seguir com a sua vida.


 


Scott é o marido de Megan, um marido carinhoso, preocupado, talvez um pouco possessivo ou ciumento mas que parece amar Megan. Vai ser o principal suspeito após o desaparecimento da sua esposa. Vai-se envolver com Rachel, mas as coisas não vão correr lá muito bem.


 


Kamal é o psicólogo que Megan consulta, e com quem vai ter um caso. No início as consultas, e os encontros amorosos, ajudam-na mas, quando ele se recusa a continuar a relação, ela não vai aceitar com facilidade. É mais um dos suspeitos, mas acaba por ser libertado por falta de provas. Mais tarde vai ter Rachel como cliente.


 


E pronto, não é um livro que agarre logo nas primeiras páginas, chega mesmo a ser um pouco maçador, mas depois, quando todas as personagens e histórias se cruzam, e tentamos perceber o que aconteceu a Megan, o que Rachel terá visto, e quem será o misterioso homem ruivo com quem Rachel se cruza no comboio, não queremos parar até chegar ao fim! Embora consigamos adivinhar quem é o mau da fita muito antes disso!


 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Porque não existem famílias disponíveis para Acolhimento Familiar?


 


Se a ideia é boa ou não, não sei. Cada caso é um caso, e é muito difícil prever o futuro.


Por norma, uma criança estará sempre melhor se acolhida por uma família, que reproduzirá exactamente o ambiente familiar que era suposto ter, do que numa instituição, com outras crianças.


Mas nem sempre as famílias que acolhem as crianças são recomendáveis. Assim como existem instituições onde o risco é maior do que aquele que em que viviam até serem retiradas à família biológica.


Em Portugal, a nova lei prevê, até aos seis anos, o acolhimento familiar de crianças que tenham sido retiradas aos pais


O objectivo, ao querer integrá-las em famílias de acolhimento em vez de irem para instituições, é proporcionar-lhes um ambiente acolhedor, enquanto aguardam uma solução para o futuro, que pode passar pelo regresso a casa ou pela adopção.


No entanto, torna-se difícil concretizar esta medida, uma vez que não existem famílias disponíveis.


Em 2013, apenas 374 crianças estavam integradas em famílias de acolhimento, a maioria delas situada no norte do país. Em Lisboa, nem uma! Segundo a Segurança Social, 90% dos menores que em 2013 estavam à guarda do Estado, viviam em lares e centros de acolhimento, instituições com dezenas de menores e onde o acompanhamento é feito por técnicos.


Mas porque é assim tão difícil encontrar famílias disponíveis?


Em primeiro lugar, porque o acolhimento familiar exige um grande compromisso da parte dessa família de acolhimento para com a criança acolhida.


Depois, os casais temem afeiçoar-se à criança que mais tarde, vão ter de entregar e são pouco receptivos a uma das missões da família de acolhimento que é facilitar, e até mediar, a relação da criança com a família de origem. 


Outro dos factores é não saberem que criança virá, quando e por quanto tempo porque, apesar de a lei dizer que é uma medida transitória, na prática as crianças acabam por ficar mais tempo, na maioria das vezes mais de cinco anos. 


Também não ajuda o facto de, sendo família de acolhimento, não se poder candidatar à adopção.


Tudo isto leva a que as pessoas optem por outros caminhos, que não o do acolhimento familiar, afinal, é preciso ter uma grande preparação psicológica, uma grande entrega mas, ao mesmo tempo, um grande desprendimento ao relação à criança. Quem é que está na disposição de aceitar uma criança em sua casa por alguns anos, promover nesse tempo o contacto com a família de origem e saber que a qualquer momento ela pode ir embora?


 


 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Fotógrafo profissional?


 


Que isso aconteça comigo, que tenho uma máquina fotográfica das mais baratas e pouco mais percebo do que carregar no botão para tirar a fotografia, e ligar ou desligar o flash, ainda se compreende.


Mas ir a um fotógrafo, supostamente profissional, tirar meia dúzia de fotografias tipo passe, e ele dizer-me, ao as entregar, que apenas ficou um pequeno reflexo da luz da máquina nos óculos, não se admite!


Sendo ele profissional, como é que não conseguiu evitar esses reflexos? Tendo tirado várias fotografias, porque é que não optou por uma em que isso não acontecesse (a não ser que tivessem todas o mesmo problema)? E tendo conseguido, na edição, apagar as borbulhas na cara, não poderia ter feito alguma coisa a respeito do reflexo?


Foi a primeira vez que tal coisa me aconteceu. Em tantas fotografias que a minha filha já tirou com óculos, tanto na escola como no fotógrafo onde normalmente vou, nunca tal aconteceu. Mas, logo por azar, naquele dia estava fechado e tive que ir a um alternativo. 


Mas podem crer que foi a primeira e, provavelmente, a última vez que lá fui!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Malditas melgas!


 


Ou mosquitos, ou o que quer que seja que, este ano, resolveu atacar-nos lá em casa!


A minha filha sempre foi a vítima preferida e, por isso mesmo, no quarto dela está sempre ligado o difusor à noite.


O meu marido também costumava ser presenteado, por isso não é de estranhar que continuem de volta dele.


Mas, este ano, devo ter o sangue mais docinho ou nutritivo porque estou, pela primeira vez, cheia de picadas!


Vai ter que vir lá para o quarto mais um destes difusores que nunca me deixaram ficar mal!


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!