segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Em modo pós férias!


 


Chegaram ao fim as férias de verão deste ano! Agora, só mesmo uns diazitos pelo Natal.


E cá estou eu, de regresso ao trabalho, e a entrar em parte das rotinas do costume. Palpita-me que, daqui em diante, e até ao início das aulas, vou andar mesmo com a neura, em modo "pós férias"!


Hoje é o último dia do mês de Agosto, e só me vem à cabeça que o verão está a terminar, e as aulas prestes a começar!


Daqui a pouco as piscinas encerram, a época balnear termina, os dias para aproveitar na praia, aos fins de semana, vão sendo cada vez menores, e o meu cérebro começa já a mentalizar-se para o regresso às aulas da minha filha, para as correrias, o stress, o estudo, os gastos, etc.


Porque é que as férias têm que acabar tão depressa?!


 

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O concerto dos D.A.M.A. na Encarnação

IMG_1761.JPG


Não tive oportunidade de levar a minha filha a ver o concerto dos D.A.M.A. em Mafra, mas levámo-la ontem à Encarnação, que é aqui perto. Posso-vos dizer que, se já não era muito fã desta banda, ainda menos serei depois de assistir ao espectáculo de ontem


Uma total desilusão! Até a minha filha, que gosta das músicas mais conhecidas, não achou o concerto nada de especial. E porquê?


Para mim, houve alguns aspectos que me decepcionaram, mas estes são os principais:


 


- para além de 3 ou 4 músicas (as mais conhecidas), que até são giritas e com alguma musicalidade, o resto é mais barulho que outra coisa. Aliás, a palavra de ordem da noite era barulho, algo que o vocalista estava sempre a pedir para fazer-mos também.


 


- não têm muito repertório, ou então preferem fazer covers, porque a certa altura começaram a cantar músicas de outros cantores!


 


Que saudades dos concertos dos Santamaria, dos Quinta do Bill, dos Polo Norte, do João Pedro Pais e tantos outros que adorei. Para mim, os D.A.M.A. ainda têm muito a trabalhar, para poderem chegar aos calcanhares das melhores bandas portuguesas.


 


Por último, detesto ter paizinhos e mãezinhas à minha frente, com os filhotes às cavalitas, a taparem completamente a visão a quem está atrás. Já para não falar que não têm cuidado nenhum. Ainda ontem levei com o pé de uma miúda na cara, quando o pai estava a tirá-la de cima para a passar à mãe.


A mim, os D.A.M.A. não me apanham mais!


 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Coração do Mar


 


Assim foi baptizada por nós uma gaivota muito especial que, infelizmente, teve um triste destino.


A tarde na praia foi espectacular, com bom tempo, o mar mansinho e um novo recorde de toques de raquete - 1035!


Pela primeira vez, aqui nesta praia da Ericeira, vimos peixinhos a nadar connosco! Tão pequeninos, em cardumes. Um deles, pobrezito, veio parar à areia. Peguei nele, pu-lo numa poça de água, ainda respirou mas acabou por morrer.


Animados depois da diversão, para irmos comer um belo creme de marisco e pizza, seguimos para o centro da Ericeira, e foi aí que tudo aconteceu.


Nós íamos a descer a rua. Estava uma gaivota no chão, do lado oposto. Um carro que subia a mesma rua, nesse sentido, viu a gaivota mas, ainda assim, continuou, sem sequer se desviar, e passou com a roda por cima da gaivota. Nem sequer parou para ver o que tinha feito. Fiquei chocada e, apesar de nunca ter lidado com aves, o meu marido parou o carro e eu saí, para tentar tirá-la da estrada antes que mais algum fizesse o mesmo que aquela mulher.


Peguei na gaivota, ela nem reclamou nem picou, e pu-la no passeio. Tinha uma asa partida. Provavelmente, já estaria magoada antes, pelo facto de nem sequer ter voado quando o carro se aproximou. Além de que é um pouco estranho uma gaivota andar naquela zona, meio perdida.


Entretanto, mais pessoas se juntaram, incluindo uma senhora que estava apenas a passar férias, vinda de Inglaterra, embora me pareça ser portuguesa, e que utilizou o seu lenço para embrulhar e pegar na gaivota. Perguntámos se haveria algum sítio para onde a pudessemos levar, mas só nos souberam indicar uma loja de animais que poderia ter veterinário. E assim, essa senhora veio connosco no carro até à loja, a segurar a gaivota, onde foi brindada com uma bicada. Infelizmente, o veterinário estava de férias. Puseram apenas um elástico no bico da gaivota e aconselharam-nos a entregá-la na GNR.


Eu disse logo - se a entregamos lá, abatem-na! Mas a alternativa era ir a uma clínica ou hospital, e termos nós que pagar a conta. O meu marido lembrou-se, então, de ir aos bombeiros. Nesta altura, a gaivota passou para as minhas mãos. A dita senhora ainda esperou, mas sem novidades por parte dos bombeiros, e com amigos à espera para jantar, acabou por ir, e combinámos encontrá-la mais tarde para lhe entregar o lenço.


Quanto aos bombeiros, contactaram com a protecção civil, que não quis saber do assunto, e com mais algumas entidades, numa espera que me pareceu de horas. A pobre gaivota estava em sofrimento, esperneava por todo o lado, eu a tentar segurá-la, o seu coração acelerado, já com sangue por todo o lado, e nós sem saber o que fazer.


Finalmente, a única solução encontrada pelos bombeiros, foi dizer para irmos ter com uma veterinária ao Cadaval, que era a única que poderia receber e tratar este tipo de aves selvagens. Disse logo ao meu marido que isso estava fora de questão. O Cadaval ficava a quilómetros, e a gaivota não aguentava até lá.


Na verdade, pouco antes de ele vir para o carro, ela acalmou, já nem lutava e o coração abrandou. Decidimos então ir a uma clínica a poucos minutos dali. Pelo caminho, só sabíamos que ainda estava viva porque mexia os olhos, mas acabou mesmo por morrer uns segundos antes de estacionarmos.


É muito frustrante querermos ajudar um animal ferido, e não conseguirmos. É frustrante que, numa vila onde as gaivotas têm o seu habitat natural, não haja nenhuma entidade que os possa tratar, receber, com contactos e meios para encaminhar.


É frustrante, porque não sabemos nada de animais, e quem sabe não piorámos tudo ali a segurá-la, a apertá-la para não voar pelo carro. Quem sabe não agravámos a situação, ao querer ajudar.


É triste estar ali com a gaivota nos braços, e vê-la aflita e a sofrer, e depois dar o último suspiro e acabar por morrer.


Nessa clínica, a veterinária foi impecável. Apesar de tudo, ainda verificou o batimento cardíaco e confirmou que ela tinha morrido há pouquíssimo tempo. Afirmou ainda que, mesmo que a tivessemos levado mais cedo, não poderia ser salva porque iria ficar sem a asa, e sem ela, não sobreviveria. Elogiou-nos por a termos levado, porque até poderia ser uma coisa menos grave, e salvá-la, mas naquele caso não havia solução. Colocou-a num saco de plástico e aconselhou-nos a entregar o cadáver na GNR ou na Protecção Civil.


Viémos então à GNR de Mafra, já que tinha que vir a casa mudar de roupa, mas informaram-nos que só poderiam aceitar entre as 09h e as 17h do dia seguinte. Fomos à Protecção Civil. Disseram-nos que não fazem esse tipo de recolha. Que isso é um assunto da Polícia Marítima.


Nesta altura, já com os nervos à flor da pele, passei-me mesmo. É revoltante como não há ninguém que queira saber de uma gaivota. Se fosse um cão ou um gato, já estava tratado há muito tempo, mas com uma gaivota, ninguém faz nada. Talvez porque, tal como a veterinária disse, seja considerada um "rato com asas", portadora de diversas doenças transmissíveis a outros animais e aos humanos. Mas é revoltante andarmos ali às voltas com o animal, sem saber o que fazer, e levar com a porta na cara a todo o lado que íamos. Perguntei-lhe mesmo se o que eles queriam era que colocássemos o animal no caixote do lixo e lavássemos as mãos.


Ainda estivemos para deixá-la lá à porta, mas a gaivota merecia mais do que isso. Voltámos à Ericeira, não encontrámos a senhora para lhe devolver o lenço e, por isso mesmo, colocámos a Coração do Mar no lenço, na praia, junto ao mar, no lugar onde ela pertencia! O meu marido fez uma oração, e assim a deixámos seguir o seu destino.


Porque seria um pouco chocante, não coloco aqui a fotografia da Coração do Mar.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Uma Vida ao Teu Lado


 


Alugámos este filme no videoclube e posso dizer que, de todos os filmes que já vi até hoje, baseados em livros do Nicholas Sparks, este terá sido senão o melhor, pelo menos um dos melhores!


Já tinha lido o livro há algum tempo e não me lembrava de certas coisas. Sei que na altura, até nem o considerei muito emocionante, mas foi bom recordar as várias histórias que se cruzam: a do Luke e da Sophia, a do Ira e da Ruth, e ainda do pequeno Daniel.


Aconselho todos a verem este filme que nos dá agumas lições e nos mostra o verdadeiro significado do amor, em todas as suas formas!


 


Sinopse

"A história de amor entre Luke, um antigo campeão de Rodeio desejoso de voltar à arena, e Sophia, uma estudante universitária que está prestes a embarcar num emprego de sonho no mundo das artes em Nova Iorque. Com caminhos e ideais opostos a testar a sua relação, Sophia e Luke cruzam-se inesperadamente com Ira, cujas memórias e o seu próprio romance de longa data com a já falecida mulher vão inspirar profundamente o jovem casal."

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Querer voar sem asas dá nisto!


 


Estava eu muito bem a dirigir-me com a minha filha ao mar quando, sem me dar conta, tropeço numa pedra e me espalho ao comprido na areia! O raio da pedra deve ter feito de propósito, porque passei ali tantas vezes e nunca a vi. 


Foi uma cena digna de filme! Eu, a levantar voo, e aterrar logo em seguida a alta velocidade! Claro que me levantei logo e fartámo-nos de rir as duas.


Na altura, notei uma dorzita do lado direito, que foi o atingido com a queda, mas nem liguei. No dia seguinte, armada em valente, trouxe das compras vários sacos pesados. À noite, tive a sensaçao que ouvi um osso qualquer estalar e a partir daí as dores ficaram mais fortes, e mal me conseguia mexer. 


De manhã, o meu marido disse que era melhor ir ao médico, mas ainda esperei, para ver se melhorava. No entanto, parecia que tinha um osso a espetar-me cada vez que movimentava o braço e, pelo sim, pelo não, fui mesmo ao médico.


Felizmente, após examinarem o rx, concluiram que não tinha nada fora do lugar, nem partido. Mas não me livrei de uma lesão muscular.


E com ela, uns comprimidos, e o direito a duas massagens por dia e evitar grandes esforços.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O Ídolo de Portugal 2015


 


Foi o João o mais votado da noite, e eleito Ídolo de Portugal 2015.


Se foi um justo vencedor? Tendo em conta todo o trabalho desde o início do programa, sim.


Se foi o que mais brilhou nesta gala final? Nem por isso. A Sara foi a que mais sobressaiu, a que mais se destacou e, se fosse só por esta gala, deveria ter sido ela a vencedora.


O que eu noto é que o João é pouco versátil - cantou praticamente todas as músicas parado, agarrado à sua guitarra. Já a Sara, cantou, dançou, lutou pela vitória.


Por outro lado, a mim parece-me que, se ouvir a voz do João a cantar algo, sem saber quem está a cantar, não o reconhecerei. Já a voz da Sara, é mais marcante, e mais fácil de distinguir entre várias.


Uma coisa que me fez alguma confusão foi já terem uma música preparada para o vencedor. Será que, a ser a Sara ou o Paulo o vencedor, a dita música seria para um deles? Ou teriam outra música qualquer preparada para cada um deles? Também não gostei muito de ser uma música do Diogo Piçarra. Deveria ser algo do João, com a identidade dele.


Por último, destaque para a Conchita Wurst. Independentemente do que aquela figura seja, a música que cantou é espectacular! 


 


PS.: Já agora, da próxima vez que convidarem alguém que não fala português e conversarem com essa pessoa, traduzam o que foi dito, ou então ponham legendas. Achei muito mal o João Manzarra a falar com a Conchita em inglês, e nem uma palavra para o público. Quem percebeu, percebeu. Quem não percebeu, azar. 


 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A teoria da obsolescência programada


 


De certeza já se aperceberam, tal como eu, que determinados produtos que compramos actualmente não têm nem metada da durabilidade dos mais antigos.


Muitas vezes comentei com familiares que, hoje em dia, se fabricam, propositamente, produtos para durarem pouco, para que as pessoas se vejam obrigadas a comprar novos produtos ao fim de algum tempo.


Salvo algumas excepções, claro, se repararem, os produtos tendem a durar o mesmo tempo que oferecem de garantia. Findo esse prazo, é normal começarem a surgir problemas que terão de ser resolvidos à nossa custa. Isto quando não vêm com aquela conversa de "ah e tal, isso não vale a pena mandar arranjar, é melhor comprar novo"!


Acredita-se que é uma estratégia das empresas de programarem os seus produtos – ou o seu tempo de vida – para durar menos do que a tecnologia actual permite, levando o consumidor a comprar novos modelos. Isto é mais visível nos automóveis, electrodomésticos e produtos electrónicos.


No entanto, este fenómeno a que chamam de obsolescência programada, não é recente. Parece que já data dos anos 50, quando a explosão do consumo em massa mudou a forma de trabalhar de algumas empresas.


Há várias formas de esta absolescência acontecer: 


- o próprio consumidor considera que o produto que tem em casa já é velho, tendo em conta novos modelos que foram lançados


- quando as empresas diminuem a durabilidade dos seus produtos, forçando os consumidores a comprar o dobro ou o triplo do que comprariam 


- quando o arranjo dos produtos sai mais caro que a compra de um novo produto 


 


Esta situação provoca o aumento da produção de lixo, gera mais gastos de energia e matérias-primas, e emissão de poluentes.


Mas há quem defende que nada disto é real, e que o único motivo para que os produtos tenham menos durabilidade é o avanço da tecnologia e o progresso.


O que é certo é que a maior parte dos electrodomésticos que aqui tenho em casa, já duram há mais de 10 anos. E tenho quase a certeza de que, se for agora comprar novos, nem uma terça parte desse tempo devem durar!


 


 


.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Matraquilhos


 


O que é que se passa com os filmes de animação?


Cada um que vejo é mais fraquinho que o anterior.


Nada de enredos espectaculares, emoções à flor da pele, personagens marcantes.


O Matraquilhos foi mais um que me decepcionou. Não existe uma grande história por trás. A única coisa que este filme conseguiu fazer foi criar uns momentos engraçados, graças à personagem do jogador matraquilho Beto! E à equipa de futebol que o Amadeu arranjou!


De resto, não me agradou muito. Foi ver, e apagar a gravação.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Fim de semana festivo!


 


Este último fim de semana foi de festa!


Almoço de família para celebrar o aniversário do patriarca - o meu pai. O meu sobrinho está um homem. E ainda no outro dia vi uma foto onde estava com ele ao colo. Agora, ao lado dele, sinto-me baixinha!


A minha sobrinha é um ano mais velha que a minha filha, mas estão praticamente da mesma altura. Uma loira, outra morena, tenho pena que não estejam mais tempo juntas.


Comemos e bebemos bem, jogámos cartas e ainda assistimos à vitória da equipa do Mafra frente ao Sporting B!


À noite, festa na Enxara do Bispo com os Ouriços. Um ambiente acolhedor e familiar, boa música e muita dança até perto das 3h da manhã!


Com tantas bandas de baile, devem estar a perguntar-se porque falo tanto desta. É simples: a simpatia dos elementos da banda e staff, a qualidade musical, e a variedade de músicas. No final de cada actuação, depois das típicas músicas de baile, somos presenteados com rock anos 80, com Xutos e Pontapés, Tina Turner, Bryan Adams e Pink Floyd, entre outros.


Houve ainda a feira mensal de Mafra, e a primeira vitória do Benfica!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Em modo férias!


 


Começo hoje a segunda parte das minhas férias e, por isso mesmo, é normal que os posts nestes próximos dias cheguem a horas estranhas e sem compromissos!


Mas não irá, certamente, estar encerrado. Apenas em "modo férias"!

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Para ver quando não há mais nada para ver!


 


Foi esta a frase que mais disse um dia destes ao meu marido, quando estávamos a ver trailers de filmes que nos pudessem interessar!


O meu marido punha um, perguntava-me o que eu achava e eu respondia "é bom para ver naqueles dias em que não há mais nada de jeito para ver!".


A seguir, outro, e a mesma resposta. Mais um, e resposta igual!


Diz-me ele então: "Dizes o mesmo para todos! Mas afinal o que é isso de ser bom para ver quando não há mais nada para ver?".


Pois bem, é difícil explicar, mas vamos lá ver se me faço entender: eu gosto de um determinado tipo de filmes - com muita acção, suspense, um bom romance, entre outros. Nem sempre dão bons filmes, ou bons filmes para o meu gosto, na televisão.


Nessa altura, se me está mesmo a apetecer ver um filme, existem alguns que se enquadram nessa expressão, ou seja, apesar de não serem bem o meu género, nem nada de espectacular ou emocionante, até se vêem quando não há mais nada para ver ou fazer.


E depois, há aqueles que nem pensar em vê-los! Ainda no outro dia me pus a ver o Locke, e ao fim de 10 minutos desisti! Mais de uma hora de filme com um homem ao volante e a falar ao telemóvel (sei disso porque andei o filme todo para a frente)? Tenho mais que fazer! 


 


 


 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Sobre o filme Big Hero 6

 



 


Estivemos mesmo para ir vê-lo ao cinema mas acabámos por não ir. Ontem, passou na TV e, apesar de não o apanhar do início, sentei-me a vê-lo. O meu marido também se juntou uns minutos depois.


Pois muito bem, o filme é engraçado, o Baymax (robot) é muito cómico e fartei-me de rir com ele. Há também umas cenas mais tristes, como aquela em que o irmão do Hiro morre, ou a que o Baymax fica para trás e se despede do Hiro, para o salvar.


Mas daí a "roubar" o óscar de melhor filme de animação ao meu "Como Treinares o Teu Dragão 2" vai uma grande distância! Fiquei danada quando o filme ganhou o óscar mas, sem tê-lo visto, não podia falar muito. Agora que já o vi, a minha opinião mantém-se.


Não achei o filme assim tão espectacular e emocionante, nem com uma grande história, que justificasse ter vencido.


Ainda assim, gostei de ver e foi um serão bem passado! Pelo menos, ao contrário do Desdentado e do Hiccup, que me fizeram chorar sem parar, o Baymax e o Hiro fizeram-me rir!


Também gostava de ter um Baymax em casa!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Os altos e baixos da minha lista de livros a comprar!



 

 

A minha lista de livros para comprar faz-me lembrar uma pessoa num processo de emagrecimento, ou numa daquelas dietas iô-iô!

Emagrece, engorda, volta a emagrecer, volta a engordar... Que é como quem diz, num dia encho-me de coragem, e de algum dinheiro também, e compro alguns livros da lista.

Fico tão contente porque a lista ficou reduzida e, assim, será mais fácil comprar os restantes. Mas, logo em seguida, surgem novos livros que me interessam, a lista volta a aumentar, e parece que o esforço não valeu de nada.

Volto à estaca zero, com a mesma quantidade de livros que tinha antes, e com o objectivo de voltar a reduzi-la, cada vez mais difícil de alcançar.

No entanto, embora os resultados, tal como numa dieta, não se vejam imediatamente, é importante realçar que, por pouco que se consiga, é melhor que nada.

E eu consegui, após retirar 5 e acrescentar 3, reduzir em 2 quilinhos, ou melhor, em dois livros, a minha lista! Neste momento, são estes que permanecem em fila de espera:

 

 




Sonhos proíbidos, de Lesley Pearse

 


  



Segue o coração, Não olhes para trás, de Lesley Pearse

 

 




A Promessa, de Lesley Pearse

 

  




 

Já Devias Saber...Agora é Tarde Demais, de Jean Hanff Korelitz

 

an Hanff Korelitz> Envio em 24 hora




A Cada Dia, de David Levithan



 



  




Assuntos do Coração, de Danielle Steel

 

  




Volta para Mim, de Mila Gray



 



  




Nunca Voltes Atrás, de Lee Child

 


 



Aquele Beijo Série Bridgerton - Volume VII, de Julia Quinn



 



terça-feira, 11 de agosto de 2015

Várias formas de terminar uma relação nos tempos modernos!


 


1 - A mais correcta: pessoalmente - não há nada como uma conversa adulta e civilizada


2 - A mais curta: por sms


3 - Em poucas palavras: por telefone


4 - A mais avançada: nas redes sociais - começa a ser muito comum acabar relações nas redes sociais, quer através do chat ou simplesmente, alterando o estado


5 - Radical: "ghosting" - a pessoa simplesmente desaparece, sem ter que dar satisfações, e evita qualquer contacto do parceiro daí em diante, até que ele perceba que acabou


6 - Pombo-correio - pedir a alguém para comunicar ao parceiro que a relação acabou


 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Duas razões para esta semana passar depressa


 


1 - É a última semana de trabalho antes das férias!


 


2 - É a semana em que a minha filha está com o pai!

Iogurtes Elegant da Quinta dos Açores


 


Gostos não se discutem, e mal de nós (e dos produtores e comerciantes) se gostássemos todos do mesmo!


Vi estes iogurtes líquidos à venda no supermercado onde costumo ir e achei graça à embalagem. O preço também era razoável e, por isso, tendo em conta que é cada vez mais difícil encontrar iogurtes que me satisfaçam, comprei um de pêssego e outro de morango, para experimentar.


Assim que provei o de pêssego, arrependi-me no mesmo instante! Talvez seja pela falta de açúcar (pelo menos na embalagem diz "sem açúcar adicionado"), pela forma como é confeccionado, ou do leite dos Açores, mas a verdade é que achei o iogurte muito "sem sabor", "sem sal" como se costuma dizer. 


Tive que o beber às prestações, e intercalado com fruta, para ver se disfarçava. Mesmo assim, só consegui beber pouco mais que metade.


Agora, até estou com medo de ir provar o de morango!


Parece-me que terá sido a primeira, e última vez, que comprei iogurtes destes!


 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Com que idade devem os nossos filhos receber semanada/ mesada?


 


À medida que os nossos filhos vão crescendo, entram para a escola, assumem mais responsabilidades e têm mais necessidades, começamos a colocar a questão da semanada/ mesada (isto se eles não falarem disso primeiro).


Com que idade é que devemos começar a fazê-lo? Será que é melhor a semanada ou a mesada? Será que eles vão saber gerir o dinheiro?


Aqui por casa ainda não implantámos qualquer sistema. A minha filha, na escola, leva sempre qualquer coisa para lanchar. Mas, quando lhe apetece, também come no bar da escola, e paga com o cartão, que lhe vou carregando à medida que ela vai gastando o saldo. Posso dizer que, nesse aspecto, ela é moderada e poupada. Não faz extravagâncias nem compra coisas desnecessárias.


Quanto ao telemóvel, por exemplo, sou eu que o carrego - tem um carregamento obrigatório de pouco mais de 5 euros por mês, e um tarifário que só lhe permite ligar para 10 números pré escolhidos, sendo que para alguns, não paga chamadas nem mensagens. Raramente gasta mais do que o saldo que tem disponível, e esse gasta-o, normalmente, a ligar para o avô, que a costuma ir buscar à escola. Portanto, responsável também neste aspecto.


Tudo o resto que ela realmente precisa, eu vou comprando.


A única excepção são aqueles extras que ela quer comprar, e para os quais já não há orçamento. Nesse caso, ela está a começar a gerir o dinheiro que lhe vão dando, e a perceber que o dinheiro desaparece num instantinho, não cai do céu e nem sempre dá para tudo o que se quer.


De uma forma geral, a opinião dos especialistas diverge no que respeita à idade em que se deve começar a dar dinheiro às crianças, mas estão de acordo que o ideal é dar uma semanada, e não mesada.


E isto, porquê? Porque é mais fácil gerir e controlar o dinheiro num curto espaço de tempo. A mesada pode dar à criança a ideia de que tem muito dinheiro e, devido a essa falsa impressão, gastá-lo mais rapidamente.


No entanto, são os pais que decidem quando e quanto deverão entregar aos filhos, e ir vendo como eles se comportam e que ajustes serão necessários no futuro.


Com a minha filha, para já, vamos manter tudo como até aqui. E por aí, já alguém adoptou este sistema?


 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A brincadeira da Violetta deu em artigo!


 


Como já referi no post anterior, o tema do mês de Agosto da revista para bloggers - Blogazine - era o Multiculturalismo.


Além de colaborar na área da acção social, também o faço na área de músicas/ filmes/ livros/ séries. Tive algumas ideias mas algumas não fariam sentido em relação à data em que saíria a revista. Outras, pareciam-me demasiado básicas e sem graça ou interesse.


Por brincadeira, lembrei-me: "e se escrevesse sobre a série Violetta?". É actual, é um bom exemplo de multiculturalismo, e de certeza que todas as crianças e adolescentes iriam adorar!


No entanto, com o passar do tempo, percebi que este era mesmo a melhor ideia e assim nasceu e ficou este artigo:


 


"Violetta – a série da Disney que se tornou um fenómeno mundial


 


O que têm em comum sete argentinos (Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Candelaria Molfese, Nicolas Garnier, Facundo Gambandé, Rodrigo Velilla e Valeria Baroni), quatro mexicanos (Jorge Blanco, Xabiani Ponce de León, Macarena Miguel e Gerardo Velazquez), quatro espanhóis (Alba Rico, Pablo Espinosa, Diego Dominguez e Lucía Gil), um brasileiro (Samuel Nascimento), dois italianos (Lodovica Comello e Rugero Pasquarelli), um francês (Damien Lauretta) e um ucraniano (Artur Logunov)?


São todos jovens atores, cantores e bailarinos! Todos eles viveram, na mesma altura, no mesmo edifício, em Buenos Aires! E todos protagonizaram a mundialmente conhecida série Violetta!


Como foi gravar esta série com atores de países tão distintos e culturas diferentes? Sem dúvida um processo de adaptação e integração da maioria dos atores que viajaram, sozinhos, para um país diferente, com um idioma diferente e cultura distinta, para gravar uma série de televisão que lhes mudaria, para sempre, a vida!


O brasileiro Samuel Nascimento, por exemplo, explica que ficou surpreendido por ter sido escolhido para interpretar um papel de galã. Na verdade, ao contrário do que se poderia imaginar, acaba por existir mais preconceito dentro do seu próprio país (onde os negros acabam sempre por fazer papéis secundários, de motoristas, traficantes, domésticas), do que fora. Talvez por isso, ele se veja mais a trabalhar na Argentina, do que no seu país.


Damien Lauretta, diz que quando não está nos bastidores, a cantar ou tocar guitarra com o restante elenco, podem encontrá-lo a cozinhar para os colegas. O que acaba por ser divertido porque é uma forma de experimentar um pouco da cultura francesa e da sua cozinha típica. Noutros dias, o cozinheiro muda e, com ele, vem também um pouco de outra cultura para descobrir. Para o ator, é algo único e excecional. Quanto à adaptação ao novo idioma, diz que a colega Martina o ajudou muito, e se revelou uma pessoa incrível e grande amiga.


Jorge Blanco, por sua vez, destaca que acabou por se formar uma grande família entre os vários membros do elenco. E recorda que, apesar de ser difícil estar longe da família, é possível atenuar as saudades e manter o contacto graças às redes sociais e internet. Por outro lado, estando os atores quase todos nas mesmas circunstâncias, acabam por se ajudar uns aos outros." (ver artigo completo em BLOGAZINE págs. 31/ 32)


 

É importante conhecer, e não apenas reconhecer


Já está disponível a revista BLOGAZINE n.º 3, dedicada ao tema Multiculturalismo!


Leiam e descubram a cozinha típica de algumas regiões, danças tradicionais, novos destinos para viagens e passeios, e muito mais.


 


Aqui fica o o texto que escrevi, para a área da Acção Social:


 


"É importante conhecer, e não apenas reconhecer


Sabias que, entre os 10 milhões de habitantes de Portugal, estão identificadas mais de 150 nacionalidades?


Portugal é um país cada vez mais multicultural.


A maioria dos imigrantes é oriunda dos países africanos de língua oficial portuguesa, e do Brasil, que se sentem, provavelmente, mais confortáveis em vir para o nosso país pelo facto de partilhar a mesma língua, o que facilita a adaptação.


No entanto, nos últimos anos, temos acolhido muitos imigrantes dos países de Leste, que vivem problemas financeiros nos seus países de origem e veem, em Portugal, uma fuga, pois conseguem aprender português com facilidade e aceitam, muitas vezes, os empregos que os portugueses não querem ocupar. 


Já do continente asiático, os imigrantes são, sobretudo, naturais da China que parecem encontrar, em Portugal, um mercado promissor. 


Ou seja, todas estas culturas se cruzam no nosso país e, de certa forma, estão unidas por dificuldades e sonhos comuns.


Mas nem sempre esta diversidade cultural é vista com bons olhos, havendo quem defenda que, se a promoção do multiculturalismo continuar, Portugal acabará por perder a sua identidade cultural. 


Pior, há quem acredite que estes imigrantes vêm para o nosso país agravar ainda mais a crise que por cá vivemos. Porquê? Porque o governo lhes facilita a vida. Porque vêm “roubar” postos de trabalho aos portugueses. Porque vêm para cá criar conflitos e provocar desordem, cometer crimes e sabe-se lá que mais, gerando sentimentos de desconfiança e tensão.


Assim como há quem acredite que eles chegam cá e se adaptam facilmente, sem necessitar da ajuda de ninguém.


No dia-a-dia vemos diversos imigrantes, aparentemente, integrados na nossa sociedade. Mas, será que é mesmo assim?


Havendo diversas culturas juntas num mesmo local, as mesmas são “obrigadas” a conviver e a relacionar-se. Mas acabam por formar pequenos grupos que são, muitas vezes, marginalizados pelos habitantes do país que os acolhe, levando ao isolamento e a atos de racismo e xenofobia.


Portugal foi considerado um dos países com melhor política de integração e inclusão de imigrantes. Mas da teoria à prática vai uma grande diferença. E não basta só tolerar, mas sim, compreender, aceitar as diferenças, os costumes, os valores de cada cultura.


Cabe a cada um de nós fazer a nossa parte para integrar os imigrantes que aqui procuram uma melhor oportunidade de vida, da mesma forma como gostaríamos de ser acolhidos, integrados e aceites, se um dia tivermos que emigrar para outro país qualquer.


No fundo, o fundamental é que haja respeito entre as diversas culturas. Quem sabe não podemos, através do multiculturalismo, tornarmo-nos numa sociedade mais rica."


 


O texto integral pode ser lido nas páginas 11 e 12 da Blogazine.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Números preocupantes e assustadores

SEGURANCA 2.jpg


 


68845 acidentes rodoviários


 


20447 feridos ligeiros


 


1212 feridos graves


 


277 mortos


 


Entre 1 de janeiro e 31 de julho.


 


Será mesmo seguro andar na estrada?


Será que, apesar de todas as campanhas, medidas e operações policiais, a irresponsabilidade prevalece sobre o bom senso?

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Coisas que me irritam numa ida à praia

Praia da Baleia ou Praia do Sul


 


1 - Mandarem-me areia para cima, sejam pessoas apenas a passar, ou crianças a correr ali à volta


 


2 - Não ter espaço para me deitar ou ter que ficar num pequeno espaço porque a praia está a abarrotar


 


3 - Crianças a bater com os pés na água, e a molhar toda a gente à volta que se está a tentar molhar com calma


 


4 - Pessoas que chegam depois de mim e decidem colocar o chapéu numa posição que me tapa o sol que estava a apanhar, ou pararem mesmo em frente a uma pessoa, a fazer sombra


 


5 - Pessoas que se aproveitam do facto de ter ido à água e deixado a toalha a tapar a mochila, para ocupar o espaço onde eu antes estava deitada


 


6 - Jogarem à bola, ou outra coisa qualquer, quase em cima de uma pessoa, e estar sujeita a levar com uma bola ou outro objecto em cima


 


7 - O mar estar mansinho quando o tempo está frio, ou a água gelada, e nos dias de calor e em que a temperatura da água até convida ao banho, o mar estar bravo e não poder molhar mais que os pés


 


8 - A água do mar estar poluída, ou cheia de limos, algas e afins


 


9 - A areia estar cheia de lixo, pedras, pedaços de canas e outras coisas do género


 


10 - Levar chapéu de sol e ter que andar a correr atrás dele porque voou com o vento


 


11 - A junção de vento com areia fininha - saio de lá parecida com um croquete, envolvida em pão ralado


 


12 - Estar deitada na toalha, vir uma onda maior que o esperado e molhar tolha, mochila e o que mais estiver naquela área


 


13 -  Ter que levar com fumo do tabaco de pessoas a fumar ao pé de mim


 


14 - Ter que andar calçada na areia, ou descalça a saltitar pela praia porque a areia escalda os pés


 


15 - Deitar-me em areia húmida - quando a maré é grande e molha todo o areal, e ainda não houve tempo para secar


 


Que me lembre, de momento, são estas as coisas que mais me irritam quando vou à praia. Alguém tem queixas parecidas que queira partilhar?

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Quem é que o senhor Jorge Mendes pensa que é?


Imagem www.sol.pt


 


Ou quem é que as entidades, responsáveis pelo alvoroço provocado pelo casamento de Jorge Mendes, pensam que ele é?


É que, na minha modesta opinião, nada justifica as medidas que foram tomadas por causa do casamento deste senhor.


Encerrar uma rua pública, onde nem veículos nem peões podiam circular? Cortar passeios? Revistar os peões que por ali andavam? Exigir prova de residência aos moradores? Mas o que é isto?


É que tenho ideia de que nem com os políticos, ou altas patentes de visita ao nosso país isto acontece. Quanto mais a alguém que  não é mais que um cidadão comum que tem a sorte de ter um bom emprego, ganhar uns milhares e conhecer gente famosa.


E, como se não bastasse, a interdição durou até hoje! Na Rua de Serralves, os únicos veículos autorizados a circular foram os "carros de topo de gama e vidros espelhados pertencentes à organização do casamento de Jorge Mendes e da jurista Sandra Barbosa".


Quem não ficou nada satisfeito com estas medidas foram os moradores da rua, que não têm culpa nenhuma que o senhor Jorge Mendes tenha escolhido celebrar o seu casamento ali. Também junto à Igreja de São João Baptista houve protestos de pessoas que queriam ir assistir à missa.


Sempre ouvi dizer que o casamento é um acto público. Sempre que alguém se casa na Igreja, a porta está aberta a quem quiser assistir à cerimónia. Também no registo civil isso acontece.


Se querem privacidade, porque vêm para locais públicos? Escolham locais privados, onde possam fazer aquilo que bem querem sem serem incomodados e, acima de tudo sem causarem transtornos a terceiros!


 


 

domingo, 2 de agosto de 2015

Gosto das músicas, mas da cantora...


 


... já gostei mais.


Não sei bem, mas acho-a com cara de enjoada. E parece que já não é a mesma Carolina que um dia vi nos Ídolos.


Pode ser apenas uma impressão (errada) minha mas, de qualquer forma, que continue a fazer boas músicas como estas: 


 



 



 



 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!