quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Contradições médicas #2

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A pílula provoca quistos nos ovários:


 


Efeitos colaterais do Cerazette


Cefaléia
Aumento de peso
Dor nas mamas
Náusea
Sangramento irregular
Amenorréia
Acne
Alterações de humor
Diminuição da libido
Vaginite
Dismenorréia
Cistos ovarianos
Vômitos
Alopecia
Fadiga
Dificuldades em utilizar lentes de contato
Exantema (rash)
Urticária
Eritema nodoso


 


Para eliminar os quistos nos ovários, os médicos recomendam a toma da pílula!


 


"Quando estiverem em causa quistos pequenos e persistentes (ovários multifoliculares), está indicada a utilização de contraceptivos orais (pílulas) para controlar a actividade dos ovários e, consequentemente, levar à diminuição dos quistos."


 


Em que é que ficamos?

A Rapariga no Comboio - quando o filme é tão bom como o livro!

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Regra geral, filmes baseados em livros deixam sempre muito a desejar, e desiludem quem já leu a obra.


Não foi o caso deste filme!


Já li o livro há mais de um ano. Recordava-me da história, embora alguns pormenores estivessem já esquecidos. Não me importei de já saber quem era o mau da fita, mas foi engraçado ver outras pessoas ao nosso lado a tentarem adivinhar e comentar sobre isso.


O meu marido também deu os seus palpites, mas eu só lhe respondia "tens que ver o filme para saber se estás certo"! 


A Emily Blunt esteve excepcional na sua interpretação, um exemplo de como um desgosto pode transformar alguém, de onde uma pessoa pode chegar à custa do álcool mas, sobretudo, de como uma pessoa nociva e sem escrúpulos ao nosso lado nos pode manipular e deitar ainda mais abaixo, fazendo-nos acreditar que somos uma pessoa que não somos. 


A Rachel conseguiu reerguer-se e encontrar o seu caminho. E, tenho a certeza, ainda hoje está a percorrê-lo numa qualquer carruagem de comboio, imaginando não só a vida daqueles que observa pela janela, mas pensando principalmente na sua própria vida, que agora recuperou!

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Tua Cara Não Me É Estranha - 6ª gala

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Numa gala marcada pela transformação do Manuel Luís Goucha em Rosinha, tivemos também uma vencedora inesperada, mas justa!


 


 


As imitações que mais gostei:


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As imitações que menos gostei:


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As imitações intermédias:


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Não sei se foi uma boa imitação, mas foi um bonito e sentido momento proporcionado pelo Sérgio Rossi.


 


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Esteve quase, quase lá. Só se notou na voz, que é diferente, mas gostei da coreografia!


 


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A Marta Andrino não entrou para vencer, nem sequer para dar luta. E não é que não faça um bom trabalho. É, talvez, por ser actriz, e acharem que não deve ter grande pontuação. Acho que ela esteve bem na imitação do boneco. Não sei se a questão do som foi meramente técnica, ou se era ela que estava a cantar mesmo baixinho.


 


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O Darko, arrisco-me a dizer, é já o vencedor desta edição (espero mesmo estar enganada), mas desta vez tiveram o cuidado de disfarçar, e atribuiram-lhe uma pontuação inferior ao habitual.


 


 


 


 


Imagens TVI Player - Iol

The Voice Portugal - a primeira gala


 


A primeira gala do The Voice Portugal 2016 iniciou com uma actuação dos quatro mentores, que interpretaram músicas de cada um deles.


Gostei de ouvir a Marisa a cantar o Anselmo, estranhei um pouco a Aurea a cantar em português, gostei de ouvir o Anselmo na música da Aurea, embora se tenha visto aflito em algumas partes, e confirmei que o Mickael não tem voz para cantar!


 


 


Os concorrentes escolhidos pelo público para voltar à competição:



 


 


Equipa do Anselmo:


 


Acertei na minha previsão, e foi a Cristina Afonso a escolhida para voltar à competição. Irá actuar na próxima gala.


Para esta primeira gala, o Anselmo juntou a Marta, a Laura e o Márcio. 


 


 



A Marta foi a primeira a pisar o palco, e encantou com a música escolhida e a sua actuação. É um dos trunfos do Anselmo, que mereceu passar directamente para as galas, e não desiludiu. Fiquei o resto da noite com a música na cabeça.


 


 



A Laura foi a segunda a actuar. Não me parece que tenha sido feliz na escolha da música, embora tenha mostrado a sua versatilidade. De qualquer forma, independentemente da música que levasse, penso que a decisão seria a mesma. Não queria estar na pele do Anselmo, e ter que mandar embora, pela segunda vez, a Laura. Mas ele não iria abdicar do trunfo Marta. Ainda assim, a Laura surpreendeu-me bastante pela positiva.


 


 



O Márcio foi o último desta equipa, e apostou numa música que eu desconhecia, dando largas ao sentimentalismo que, está mais que provado, pode dar bons frutos! Foi ele o escolhido do público para continuar em competição. No entanto, mereceu esse voto, pela interpretação que fez. Penso que é um forte candidato a estar na final, e que a decisão do Anselmo será entre ele e a Marta.


 


 


Equipa da Aurea:


 


Desta vez, falhei na minha previsão. Sabia que o David Gomes era o concorrente com mais apoiantes, mas apostei na Vera. Palpita-me que o David não se vai manter por lá muito tempo.


 



Gosto deste trio, embora não saiba até onde o programa lhes permitirá chegar. Gostei da actuação.


 


 



Já sabem que não gosto muito de ouvir o Bertílio, e penso que a escolha da música não foi a mais indicada. Pode até ter um timbre especial e diferente, mas não me agrada. Por mim era ele o eliminado, como veio a acontecer. A certa altura, até lhe vi expressões ao estilo Francisco Murta. Parece-me algo forçado.


 


 



Desde o início que consideram o Francisco um talento incrível e único, e possível finalista do programa. Confesso que, no início, considerei um exagero. Nesta gala, percebi que não. Ele não está ali a competir, a marcar presença, a tentar conquistar um voto. Ele está no palco a transmitir a mensagem que a música esconde, e a passar todo o sentimento para este lado. É como se estivesse num mundo só dele e da música. É natural, genuíno. Para mim será ele o concorrente finalista da equipa da Aurea!


 


 


Equipa da Marisa:


 


Aqui acertei na minha previsão, e foi a Marisa a mais votada! 


 



A Andrea foi a primeira e, a certa altura, perguntei-me se estava a ouvi-la a ela, ou à sua mentora! Parecem-me interpretar e estar em palco de forma muito semelhante. Uma escolha arriscada de música, mas em português, e que conquistou a sua mentora.


 


 



O Daniel será, para mim, o finalista da equipa da Marisa. Ele até canta bem, tem presença e talento. Mas se há coisa que eu não gosto é que ele "estrague" cada música que canta. Já o tinha feito da outra vez, com o tema do Shawn Mendes, e agora voltou a fazê-lo com o Purple Rain, do Prince.


 



Acho que era o concorrente mais fraco dos três, e acabou mesmo por ficar pelo caminho desta vez.


 


 


Equipa do Mickael:


 


Falhei a minha previsão. Tinha dito que voltava a Inês. Escolheram a Vera.


 


 



Não sei o que levou o Mickael a dar o passaporte directo para as galas à Juliana, mesmo sendo, como ele afirmou "o patinho feio da sua equipa". Sempre gostei de a ouvir cantar, mas não achei que merecesse esse passe, e isso ficou provado esta noite. Ou a escolha não foi a melhor, ou a Juliana não conseguiu interpretá-la como deveria. E isso valeu-lhe ficar por aqui no programa.


 


 



O Marcos tem vindo a evoluir ao longo das etapas, e mereceu seguir em frente.


 



O Fernando Daniel já nos habituou a grandes actuações, e sabíamos que seria o mais votado pelo público, assim como sabemos que será, sem dúvida, o finalista do Mickael e, quem sabe, vencedor desta edição.


 


 


Os concorrentes eliminados desta gala:



 


 


A minha previsão para a próxima gala:


Anselmo: penso que passarão a Alexandra e a Joana


Aurea: Jessica e David - sendo o David o mais votado pelo público, a Aurea ficará com a Jessica


Marisa: Maria Bradshaw e Miguel (mas tenho muitas dúvidas entre o Miguel e a Marisa)


Mickael: Vera e Fausto (com algumas dúvidas também entre Vera e Sérgio)


 


 


Imagens The Voice Portugal


 


 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Contradições médicas #1

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Para quem sofre de infecções urinárias, ou não quer vir a sofrer de uma, um dos conselhos que os médicos nos dão como forma de previnir é:


"Se tiver vontade de urinar, não esteja a aguentar ou adiar. Isso pode ser o suficiente para provocar uma infecção."


E eu comprovo, que já apanhei uma ou duas por conta de preguiça e da pouca vontade de levantar-me da cama de madrugada quando estou tão quentinha, e já só falta uma horinha para me levantar!


 


Depois, entramos em contradição. Para fazer uma ecografia aos rins e bexiga, pedem-nos para beber muita água, e para aguentarmos de bexiga cheia até o exame terminar! Nem que tenhamos que esperar meia hora ou mais. E sujeitos a apanhar uma infecção urinária!


 


Não haverá outra forma de efectuar este tipo de exames médicos, sem prejudicar a nossa saúde?


 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

À Conversa com Sandra Pestana


 


 


A minha convidada de hoje é a autora de "CLEO", um livro que pretende ser uma homenagem à sua cadela Cleopatra, que perdeu há cerca de 5 anos.


Com introdução de Ruy de Carvalho, este livro tem também uma vertente solidária - ajudar associações de protecção de animais.


Deixo-vos aqui a entrevista a Sandra Pestana, que fala de forma emotiva sobre a sua relação com a Cleo, e a dificuldade em lidar com a perda de um animal de estimação! 


 


 


 


 



 


 


Para aqueles que ainda não a conhecem, quem é a Sandra Pestana?


Sou uma mulher como tantas outras, nascida em Angola e que veio para Portugal na altura da guerra. Entretanto, vivi no Brasil e em Coimbra e, após uma breve estadia em Barcelona, decidi fixar-me em Lisboa. Sou muito extrovertida, alegre, solidária, franca, honesta, teimosa e determinada, dificilmente aceito um “não” com facilidade e tenho um grande amor pelos animais, particularmente por cães.


 


 


A Sandra estudou Organização e Gestão de Empresas. Alguma vez pensou vir um dia a escrever um livro?


Nunca! Sempre trabalhei na área financeira e, apesar de ter um familiar escritor, nunca tal me passou pela cabeça.


 


 


 



 


“CLEO” foi lançado em Maio de 2015, estando já na 2ª edição. Esperava que este livro alcançasse tanto sucesso?


Na realidade, nunca pensei muito nisso. A decisão de escrever este livro nasceu de uma vontade enorme de homenagear a Cleo, porque foi uma companheira verdadeiramente maravilhosa e uma autêntica guerreira. Imortal para mim, decidi imortalizá-la para o mundo.



Este livro é o castelo que um dia prometi que ergueria em sua homenagem.



 


 


Esta obra é uma homenagem e tributo à memória da sua cadela, Cleo. Como é que a Cleo chegou até si, ou a Sandra a ela?


A Cleo chegou até mim pela mão do meu marido. Estávamos casados há menos de dois meses e ele, sabendo da minha paixão por cães, resolveu fazer-me uma surpresa e apareceu-me em casa com a Cleo. Era tão pequenina e tão frágil, tinha apenas dois meses e meio. Era um tufo dourado de pêlo com uns olhos enormes, muitos expressivos, que me olhavam fixamente.


 


 


Quanto tempo estiveram juntas?


Estivemos juntas durante dezasseis anos.


 


 


Se para muitos donos de animais de estimação, estes são tratados como membros da família, quase filhos, para outros, isso é algo difícil de compreender. Tendo em conta a sua experiência pessoal, o que diria a essas pessoas sobre as relações entre humanos e animais de estimação?


Dir-lhes-ia que um animal de estimação é um membro efectivo da família e que a vida com ele é, seguramente, muito melhor. A partir do momento em que a Cleo entrou em nossa casa, passou a ser nossa filha, neta dos nossos pais, sobrinha dos meus irmãos e prima dos meus sobrinhos.



Dir-lhes-ia também que esta é a mais bela e a mais pura relação que pode haver entre dois seres.



 


 


Ainda com base na sua relação com a Cleo, considera que os humanos têm muito a aprender com os animais de estimação?


Considero que realmente têm muito a aprender, nomeadamente, no acto de dar sem esperar nada, rigorosamente nada, em troca.


 


 



 


“CLEO” começou a ser escrito dias após ter perdido a sua companheira. Escrever este livro ajudou-a, de alguma forma, a superar a dor da perda?


Não! Achei que ajudaria, mas na realidade não ajudou.



Passaram-se quase cinco anos e meio e não há um só dia em que não pense nela, não verta uma lágrima por ela e quando me deito, que o meu primeiro pensamento não vá para ela.



 


 


Que feedback tem recebido por parte dos leitores? Existem muitos casos de leitores que se identificam com a história?


O feedback tem sido extraordinário e nunca pensei que o livro atingisse a dimensão que atingiu. As pessoas identificam-se com esta história de vida, absolutamente real e em que a Cleo é a narradora, e enviam-me mails, mensagens e deixam as suas opiniões na sua página (www.facebook.com/CLEO.SANDRAPESTANA).



Mesmo quem nunca passou por uma situação destas, de perda, consegue sentir-se tocada, envolver-se e perceber muito bem o livro.



Uma das coisas que mais me deixa feliz é quando me dizem que, enquanto liam o livro, parecer que estavam a viver a história. Isso é muito bom, é sinal que a mensagem foi passada.


 


 


A Sandra tem estado, neste momento, a fazer algumas apresentações do seu livro, com o objetivo de angariar fundos para associações de proteção aos animais, nomeadamente a associação Sobreviver e Projecto Conchinha. Como é que surgiu esta iniciativa?


A partir do momento em que percebi que o livro tinha “pernas para andar”, achei que não faria sentido que o destino dos direitos de autor fosse outro. Poderia simplesmente doar o valor às associações/ projectos, mas achei que seria importante fazer as apresentações e, dessa forma, aproveitar para conhecer melhor as pessoas que, tal como eu, nutrem este sentimento pelos animais.


 


 


De que forma é que o livro “CLEO” poderá ser adquirido pelo público?


Poderá ser adquirido em qualquer livraria e, caso não haja, ser encomendado. Quem quiser um autografado, pode sempre contactar-me através da minha página de FB (www.facebook.com/sandra.pestana.52) ou pela da Cleo e encomendá-lo.


 


 


 



 


Que mensagem gostaria de deixar a todos aqueles que já passaram por uma situação de perda do seu animal de estimação?


Não sei se sou a melhor pessoa para deixar essa mensagem.



Nunca sofri tanto com a perda de ninguém como pela da Cleo e, ainda hoje, sofro muito.



Às vezes parece-me que nunca farei o luto!



Era uma relação excepcional e que está para além da vida.



Não consigo deixar nenhuma mensagem. É uma dor horrível!


 


 


Muito obrigada, Sandra!

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O Crime da Porta ao Lado, de Diana Couto


 


Maryhana estava no seu local de trabalho quando, de repente, lhe entra pela porta a pessoa que menos esperaria e menos queria ver - o assassino do seu pai!


Tudo aconteceu quando ela tinha 4 anos: um amigo do seu pai atacou-o e matou-o à sua frente. Ela assistiu a tudo. Ele foi preso. E agora está de volta, para terminar o que começou.


Contudo, Maryhana não está disposta a facilitar-lhe a vida, o que o obriga a virar-se para aqueles que lhe são mais próximos, ou que ela mais ama. 


Mas, de forma inesperada, Maryhana acaba mesmo por ser atingida a tiro, e é enquanto se encontra em coma, no hospital, que este homem rapta Meggan, a sua amiga, que mais tarde virá a ser dada como morta.


No entanto, muitos segredos se escondem por detrás de Craig, e dos motivos que o levaram a matar aquele que Maryhana julgou, toda a vida, ser o seu pai. Se ela achava que conhecia a verdadeira história da sua vida, enganou-se. Ainda há muito por descobrir.


 


Será que Meggan está mesmo morta?


Será que Maryhana conseguirá escapar com vida desta perseguição que dura há 15 anos?


E quem será Math, que entra de forma inesperada na história?


 


O que têm em comum estas três personagens, o que as liga ao assassino, e que destino lhes reserva o futuro, é o que poderão descobrir quando lerem este livro!


Um livro para reflectir sobre o que é, de facto, o amor, e até que ponto se pode usá-lo para justificar os actos que cometemos, em seu nome.


 


 



 


"O meu nome é Maryhana. Maryhana Norths. Sou apenas uma jovem estudante da classe média que usava os trabalhos no bar e como ama para pagar os estudos. Tenho 19 anos desde ontem. Sou órfã de mãe desde sempre, órfã de pai desde que me lembro.”


 


 


 

 

 


 

 

"Meggan Pinch e eu éramos consideradas a apêndice uma da outra durante o secundário. Para onde quer que uma fosse, a outra ia também. Davam-nos a alcunha de M&M’s, como se nos importássemos muito com isso. De certo modo, até gostávamos. Éramos o oposto uma da outra. Ela, popular e desportiva, possuía cabelo loiro e comprido que contrastava completamente com o meu castanho-escuro e curto. Eu, pálida e insegura, focada apenas nos livros e no curso de Medicina que nunca cheguei a tirar... Ela, de pele morena e personalidade extrovertida, dona de si mesma e dando o seu ar de insensível."


 

 

 

 

 


 

"O meu nome é Math. Tenho 22 anos. Nunca conheci a minha irmã mais nova e não me lembro bem do meu pai. Lembro-me da sua cabeça sem cabelo algum, que a minha mãe me quis fazer crer que, em tempos, fora tão ruivo e tão ondulado quanto o meu. Na verdade, a minha mãe passou a minha vida toda a contar-me sobre as minhas semelhanças com o meu pai."

 

 

 


Data de publicação: Setembro de 2016

Número de páginas: 114

ISBN: 978-989-51-8201-5

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Idioma: Pt

 

 


Sinopse



“O meu nome é Maryhana. Maryhana Norths. Sou apenas uma jovem estudante da classe média que usava os trabalhos no bar e como ama para pagar os estudos. Tenho 19 anos desde ontem. Sou órfã de mãe desde sempre, órfã de pai desde que me lembro.”


Maryhana vê a sua vida dar uma enorme reviravolta aos 4 anos e, quando acha que já não podem haver mais surpresas, o destino mostra-lhe o contrário. 15 anos depois, ainda há questões para as quais são necessárias respostas.


Rapto, homicídio e violação são temas abordados numa história que gira em torno de duas melhores amigas e no real significado da palavra amar."





quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A Tua Cara Não Me É Estranha - 5ª gala

O que se pode dizer desta 5ª gala?


 


Os apresentadores:


Os apresentadores demonstraram uma total falta de respeito pelos jurados, ao estarem constantemente a interrompê-los, ou pouco ligando ao que tinham para dizer. Não que tenham algo de importante a dizer, é verdade. Mas, ainda assim, não foi bonito.


 


Não sei como foram as edições anteriores, mas esta parece um pouco ao sabor da maré. Umas semanas há convidados, noutras não. E quando não há convidado, inventa-se. Desta vez calhou ao Eduardo Madeira fazer uma figura que até teria tido graça, se não fosse tão triste, e numa imitação péssima de uma "música" que seria a pior escolha possível!


 


Esta 5ª gala ficou também marcada por comentários e saídas que não sei bem se as devo interpretar como humor ou descida de nível. Uma ou duas vezes, até tem graça. Insistir toda a noite na mesma tecla, nem tanto.


 


Os concorrentes:


 


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 Carolina Torres, como Outkast - foi para mim uma das melhores imitações da noite, e merecia ganhar


 


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Marta Andrino, como Deolinda - foi uma das melhores imitações da Marta, e estava também entre as minhas favoritas


 


 


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Maria Sampaio como Amy Whinehouse - adorei a caracterização física, mas achei a interpretação e a forma de estar em palco e gestos demasiado exagerados


 


 


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David Antunes como Tina Turner - outro momento alto da noite, que terminou com uma classificação mediana e injusta


 


 


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Sérgio Rossi como Ricky Martin - não foi das melhores imitações, embora achasse que encaixaria muito bem nele


 


 


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Melânia Gomes como Anselmo Ralph - haja uma vez que não precisa de se "despir" para imitar o artista que lhe calhou, mas continua a não convencer nas suas imitações


 


 



Darko como Justin Timberlake - não gostei da imitação, foi das mais fracas mas esteve perto de vencer a gala, o que me leva a crer que esta edição está feita para ser o Darko a ganhar a final


 


 


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Jorge Mourato como Rádio Macau - não foi a melhor imitação da noite, e só fiquei satisfeita por ter vencido esta gala porque já o merecia, e por ser alguém que ainda não tinha vencido. Ao contrário dos jurados, concordo plenamente com o Jorge, quando disse achar que a sua melhor imitação tinha sido com Metallica.


De qualquer forma, adorei vê-lo como Xana, e olhando para a cara, poderia facilmente passar por mulher, e bonita!


 


 


Imagens TVI Player - Iol


 

Amo-te Como És

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Como vos falei há dias, num destes fins-de-semana escolhemos este filme para ver.


É uma comédia romântica, com algum drama à mistura!


 


 


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Jay é um homem que está em liberdade condicional, tendo por isso que encontrar um emprego fixo que, neste caso, é num hospital psiquiátrico. A par com este trabalho, ele vive de noitadas e jogos ilegais, acabando por ficar sem dinheiro nenhum e ainda com uma dívida por pagar, que lhe poderá custar a vida.


No hospital psiquiátrico conhece Daisy, que acabou de chegar. Depois de defendê-la das garras de um homem que lhe queria fazer mal, fazendo-se passar por médico, ela foge do hospital e vai atrás dele.


Sabendo que o irmão vai casar e que é uma óptima oportunidade de pedir dinheiro aos pais, com quem pouco se dá, Jay acaba por levá-la com ele, como se fosse sua namorada.


 


 


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As coisas até estão a correr bem, até que Daisy sofre um ataque de pânico, e os pais descobrem a verdade.


A partir daí, os dois partem à aventura, numa fuga à polícia, por Jay ter "raptado" uma doente do hospital, colocando em perigo a sua recuperação e tratamento.


 


 


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O que o médico não sabe, é que Daisy apenas precisa de aprender a viver em sociedade, e que é muito mais inteligente e forte do que aparenta. Que nem sempre os médicos sabem tudo e têm razão naquilo que julgam ser a verdade.


 


 


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Este é o primeiro e último beijo dos dois, antes de ela voltar para o hospital psiquiátrico, e ele ser preso. 


Que destino estará reservado a este casal de apaixonados? Terão ainda alguma hipótese de ficar juntos?


 


 


Deixo-vos também aqui o trailer do filme: 



 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!