segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ontem fomos até Tróia

IMG_4392.JPG


 


IMG_4393.JPGIMG_4391.JPG


IMG_4394.JPG


Foto de Inês Santos.


Foto de Inês Santos.


Foto de Inês Santos.


IMG_4383.JPG


IMG_4386 - Cópia.JPG


 


É longe, sim.


E perde-se muito tempo em viagem, também é verdade!


 


Mas quando lá chegamos, é o paraíso :)


Sol, água boa, mar calmo, espaço na areia para todos, e a natureza ao redor.


Todos os anos vamos matar saudades. 


Se poderíamos ir conhecer outras praias? Podíamos!


Mas como se costuma dizer "em fórmula vencedora não se mexe". E Tróia já está no meu coração há muitos anos!


 


 


 


 

Aquele momento em que já estamos a ir para o carro...

Resultado de imagem para confusa imagens


 


...e nos lembramos que um dos recados ficou por fazer, obrigando-nos a voltar para trás, quando o que mais queríamos era sair dali!


 


Foi assim no sábado.


Depois de chegarmos em cima da hora à apresentação do livro do Clube de Gatos, e de termos estado por lá quase três horas, arrumámos tudo, saímos para o estacionamento, e lembrei-me que tinha que ir à Fnac, comprar a Power Bank para a minha filha.


Raramente vamos ao Colombo, ou outro shopping que tenha Fnac, e não podia desperdiçar o cartão de oferta. Além de que a minha filha pediu-me várias vezes para não me esquecer.


Lá fomos nós, de volta ao Colombo, enfiarmo-nos na loja, e perder mais um tempo, até finalmente ir embora definitivamente!

sexta-feira, 28 de julho de 2017

TAG Irmandade dos(as) Blogueiros(as)


 


Fui nomeada pela Cynthia, do blog BITAITES DA CY para responder à TAG Irmandade das Blogueiras. 


As regras são muito simples: basta responder às 10 perguntas deixadas pela Cynthia no blog dela, criar 10 perguntas e nomear 10 bloggers para responder às 10 perguntas que vou deixar.


 


Então, aqui vai:


 


1. Livro ou filme?

 

Esta pergunta é difícil, porque tanto me apetece ver um bom filme, e nem tocar nos livros, como me apetece pegar num bom livro, e não querer saber de televisão. Mas, talvez, livro!

 

 

2. Cabelo curto ou comprido?

 

Definitivamente, comprido! Só cortei mais curto uma vez, na minha adolescência, paralogo a seguir me dizerem que ficava melhor comprido. Nunca mais cortei daquela maneira!

 

 

3. Aborto: a favor ou contra?

 

A favor, sem dúvida! Até porque já fiz eu própria um.

 

 

4. McDonald's ou Burger King?

 

McDonald's! Podem vir cá dizer que Burguer King ou Burguer Ranch são melhores, mas não me convencem :)

 

 

5. Praticas desporto? Se sim, qual?

 

Desporto?! Credo, isso não é para mim! Faço caminhadas todos os dias, subo e desço escadas, e já chega!

 

 

6. Carne branca ou vermelha?

 

As duas. Mas talvez acabe por comer mais carne branca.

 

 

7. Chá ou café?

 

Chá. Café só quando me obrigam a beber, para ver se passa a dor de cabeça, ou sobe a tensão.

 

 

8. O que te deixa desconfortável?

 

Maus tratos, violência. Ter que ser politicamente correcta e não poder, muitas vezes, dizer o que penso ou responder como gostaria. 

 

 

9. Canal onde tens sempre a TV ligada?

 

Não vejo muita televisão, e o que vejo, é um programa de um canal, outro de outro canal. Mas acho que, por norma, é a SIC.

 

 

10. O que não falta na tua cozinha?

Comida! Uma vez foi um familiar do meu marido lá a casa, e achou graça porque em cima da mesa tenho umas caixas com pacotes de bolachas, barrinhas de cereais e coisas do género, que é só pegar e comer! A juntar a isso, pão de forma e muita fruta. Quase que nem conseguimos comer os três à mesa, com tanta coisa que lá temos em cima!

 

 

 

E agora, deixo aqui as minhas 10 questões:

 

1 - Férias: fora ou dentro de Portugal?

2 - Romance: cavalheirismo ou direitos iguais?

3 - Vida a dois: casar na igreja, no registo civil, ou juntar os trapinhos?

4 - Festas: família e amigos ou, quanto mais gente melhor, mesmo desconhecidos?

5 - Natação: mar ou piscina?

6 - Doces: pastéis de nata ou bolas de berlim?

7 - Relações: uma verdade que magoa, ou uma mentira piedosa?

8 - Cenário de sonho: uma cabana na serra, com muita neve lá fora e lareira para aquecer, ou casa na praia, em pleno clima tropical? 

9 - Animais: gatos, cães ou outras espécies?

10 - Tempo: um minuto na vida, ou a vida num minuto? (em sentido figurado, claro)

 

 

E aqui ficam as minhas nomeações, pela metade:

 






 

Quem quiser participar e responder à Tag, sinta-se à vontade!

 

Obrigada pelo desafio, Cynthia!

 

Sugestões para o fim-de-semana


 


 


O que sugere o Fora de Casa desta semana?


 


Sugestões caninas e felinas, com o Dogga'live, em Vila Nova de Gaia, e a apresentação do novo livro do Clube de Gatos do Sapo, em Lisboa!


A música também está presente com o Gerês Rock'Fest e o Meo Sudoeste.



Se preferem ir até à praia, mas estão na cidade, porque não aproveitar a Praia Urbana McDonald's?


Tudo isto e muito mais, a descobrir na edição de 27 de julho a 2 de agosto 


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Cada um tem que cometer os seus próprios erros...

Resultado de imagem


 


...pois só assim irá, também ele, aprender com os mesmos.


 


Muitas vezes damos por nós a aconselhar os outros, sobretudo aqueles que amamos, ou nos são próximos, a agir de determinada forma, ou a evitar certas coisas, comentários ou gestos, porque consideramos que serão um erro a evitar. Algumas vezes, dizemo-lo por intuição, por sexto sentido, ou sem qualquer motivo em concreto. Outras, porque nós mesmos o fizemos, e percebemos o erro que cometemos. Daí não querer que os outros caiam nesses mesmos erros. Daí querermos que eles ajam de forma diferente daquela que nós agimos como se, dessa forma, estivessemos a viver de novo a nossa vida, sem os erros que dela fazem parte, a corrigir os nosso próprios erros.


No entanto, por mais que queiramos proteger ou mudar o rumo daqueles que gostamos, não adianta tentar que eles não cometam erros. Porquê?


Porque nunca saberão que são erros, se não os fizerem. Para eles, vai ser sempre algo a experimentar, e algo de que estão certos ser o melhor, até que a vida lhes mostre o contrário. Por isso, só vão perceber que erraram, quando cometerem esses erros! Faz parte da vida.


 


A nós, resta-nos vê-los viver a vida, lutar da forma que acham melhor, mesmo que não seja a mais acertada, aconselhar mas sem impôr, estando presentes na hora em que tudo der certo mas, sobretudo, no momento em que eles perceberem que acabaram de cometer um erro.


 


Afinal, só não erra que não faz nada, e é com os erros que cometemos ao longo da vida que ganhamos ferramentas para enfrentar o futuro. 


E, muitas vezes, só descobrimos o melhor, depois de experimentar o pior.

Quem tudo quer, tudo perde, já dizia o ditado!

Resultado de imagem para what


 


Há alguns meses que vou a um café/ restaurante comprar duas sopas e uma caixa de arroz pequena, uma vez por semana,


Com a antiga gerência, pagava €. 2,20 pelas duas sopas, e €. 1,50 pelo arroz.


Entretanto, estiveram uns dias fechados, no final de Abril, para abrir em Maio com nova gerência.


Nessa altura, fui lá perguntar se continuavam a ter a sopa e o arroz, e da primeira vez, com a nova gerência, paguei €. 3,00 (€. 2,00 as sopas, €. 1,00 o arroz). Pensei "que maravilha, poupo 70 cêntimos todas as semanas"!


 


A minha alegria durou pouco. Na segunda ou terceira semana, passaram a cobrar €. 3,20 (subiu a sopa, manteve-se o arroz). Tudo bem, ainda sai mais barato que antes.


Manteve-se este valor durante várias semanas até que, um dia, uma das donas me pediu €. 3,50, justificando que era €. 2,20 das duas sopas, €. 1,00 do arroz, e €. 0,30 cêntimos da caixa. Paguei.


 


Depois disso, tem vindo a atender-me outra das donas, e voltei a pagar os €. 3,20 que costumavam cobrar. Fiz questão de pagar sempre com uma nota, para ver o troco que me davam.


 


Ontem foi dia de lá ir. Atendeu-me a dona que costuma cobrar mais caro. Já estava preparada para os €. 3,50. Mas, qual não foi o meu espanto, quando me disse que era €. 4,10!


 


"Desculpe? Então, mas ainda na semana passada cá estive, e paguei €. 3,20!" 


"Estamos a cobrar o valor da caixa."


"Mesmo assim, já cheguei a pagar a caixa e cobrou €. 3,50." 


"É que a senhora está a levar 3 caixas." (pelos vistos a caixa grande da sopa conta como duas, fazendo assim €. 0,90 cêntimos só das caixas)


"Então é melhor ver com a sua colega, porque você cobra uma coisa, ela cobra outra, e fico sem saber afinal quanto é que é."


 


Aproveitando que a colega tinha chegado ao balcão, expus a situação, ao que a outra começou por responder que no início não cobrou porque eu já era cliente da anterior gerência, e que levava dinheiro certo e não teve para estar a pedir. Depois, quando disse que ainda na semana passada tinha cobrado o mesmo valor, disse que se deve ter esquecido!


 


"Pois, então tem-se esquecido sempre, porque nunca me cobrou nada pelas caixas."


 


Resultado: desta vez cobrou só uma caixa, mas para a próxima tenho que ser eu a levá-las de casa, ou pago as 3. Entretanto, vão de férias durante o mês de Agosto. Palpita-me que não devo lá voltar a pôr os pés.


De certeza que a anterior gerência também pagava as caixas ao fornecedor, e não ficava a perder, na hora de cobrar aos clientes o que lá ia dentro. Há muitas formas de reaver esse valor.


Claro que estão no seu direito, de cobrar pelas caixas. Mas sendo assim, também estou no meu direito de não me sujeitar a isso e não voltar lá mais. E, assim, por conta de 0,90 cêntimos, perdem esse e o restante, ao perder o cliente regular.


 


É assim a vida! Quem tudo quer, tudo perde!


 


 


 


 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Ligações Arriscadas, de Sandra Brown

Resultado de imagem para ligações arriscadas sandra brown


 


Mais um livro da Sandra Brown acabadinho de ler, para juntar à colecção!


 


Pontos positivos:


Continua a inovar e a reinventar-se a cada nova história com que nos presenteia, e a manter o suspense até ao final, sem sabermos bem quem é o mau da fita, e que segredos escondem as personagens, embora neste caso tenha desvendado cedo o autor, deixando apenas por descobrir o motivo.


 


Pontos negativos: 


Não me cativou logo nas primeiras páginas, ao contrário dos restantes;


Parece-me que detectei neste livro alguns erros de escrita  e, até mesmo, uma forma de escrever que nem parece a Sandra Brown como a conhecemos;


 


Crawford Hunt é um ranger texano, pai de uma menina que deixou, durante 4 anos, à guarda dos avós, por ter percebido que não estava em condições de cuidar dela naquela altura.


No entanto, após várias sessões com a psicóloga, e verificando-se as condições para ficar com a guarda da filha Georgia, ele assim fez, requerendo essa mesma guarda ao tribunal.


No dia em que a juíza Holly se iria pronunciar e proferir a sentença, ocorre um atentado na sala do tribunal, acabando Crawford por salvar a vida da juíza, e pondo em causa o seu objectivo de ficar definitivamente com a filha.


E se, num primeiro momento, Crawford é visto como um herói, no seguinte, torna-se no principal suspeito. À medida que a investigação avança, e que o ranger fornece aos investigadores as pistas que vai descobrindo, e que se inclinam numa direcção, estes têm uma leitura e perspectiva diferente, que os leva direitinhos a Crawford. E ele está cada vez mais próximo da juíza Holly...


Mas não será só este incidente a dificultar-lhe os planos. O sogro também não vai descansar enquanto não o vir longe de Georgia, de preferência, preso. E, diga-se de passagem, Crawford proporciona-lhe esse desejo quase de bandeja, devido à sua impulsividade.


 


Quem vencerá a batalha pela guarda de Georgia?


Estará a juíza Holly a unir-se ao seu potencial assassino, sem o saber?


Na vida, existem ligações arriscadas, que levam muitas vezes a um desfecho inesperado...


 


SINOPSE


"Crawford Hunt acabou de preparar o quarto novo da filha. Em tons de rosa, a cor preferida de Georgia. No dia seguinte, se tudo correr bem em tribunal, a sua menina voltará para casa depois de quatro anos de ausência.
Após a morte da mulher, Crawford - ranger de profissão - mergulhou numa profunda depressão. Mas desde então fez tudo ao seu alcance para dar a volta por cima. O seu destino encontra-se agora nas mãos da juíza Holly Spencer.

Porém, tudo aquilo que ele conseguiu com tanto esforço vai ser posto à prova na sala de audiências, quando um homem armado dispara contra Holly. Instintivamente, o ranger protege-a. Não podia saber que estava a pôr em causa o seu futuro com Georgia… pois, por um lado, acaba de mergulhar num mistério do qual dificilmente sairá ileso. Por outro, vai comprometer a própria Holly. A juíza faz tudo para reprimir os seus sentimentos, mas revela-se incapaz de negar a surpreendente - e altamente inapropriada - atração que sente pelo ranger.

Sob o peso de tamanha responsabilidade, Crawford sente o seu mundo descarrilar de novo. Não pode perder a filha… mas para poder recuperar a sua vida de outrora, precisa desesperadamente de pôr fim a uma situação impossível.

Um vertiginoso thriller sobre a importância dos laços de família e os segredos que estamos dispostos a guardar para os proteger…"


O que se passa com os motoristas da Mafrense?

Resultado de imagem para mafrense


 


No sábado passado aguardávamos, na paragem, a chegada do autocarro. Quando o vejo surgir e entrar na rua, pareceu-me vir aos ziguezagues e pensei "isto promete"!


Começou com a cobrança dos bilhetes - é certo que o motorista é para conduzir mas, sendo obrigado a desempenhar outras funções, assim o deve fazer, incluindo contas. Apesar de eu lhe ter facilitado o trabalho, indicando-lhe o valor, o motorista ainda ficou a fazer contas, e deu-me um valor errado, que tive que corrigir, desculpando-se ele por não ser muito bom a matemática. Até aí, tudo bem.


Mas o resto do percurso, de cerca de 10 km, foi feito com várias travagens bruscas, em que numa delas pensei mesmo que tinha chocado com o carro da frente.


Numa paragem, apesar de a passageira ter tocado à campainha, não parou. Só depois de alertado pela mesma, parou mais à frente, pedindo desculpa.


Já a chegar à minha saída, esperei que passasse pela paregem anterior, para tocar à campainha. E não é que o motorista pára a meio das duas paragens, sem saber se eu tinha tocado para a de trás, ou para a da frente. Tive que lhe dizer que era para parar na próxima. Felizmente, saímos sãs e salvas desta viagem atribulada.


 


Mas já não é a primeira vez que apanhamos motoristas que parecem estar a dormir, e acordar quando vêem carros pela frente a curta distância, obrigando a travagens bruscas.


E, depois, há aqueles que têm experiência com determinados autocarros, e com outros nem tanto, e passam grande parte do tempo que deveria ser para os passageiros entrarem, a receber indicações dos colegas, e ainda vão pelo caminho a tentar perceber a mecânica daquele veículo específico.


 


Nunca tive problemas nas minhas viagens na Mafrense, mas começo a temer, depois destes episódios que ocorreram no espaço de uma semana.


Isto já para não falar dos problemas de alguns autocarros, que dificultam a vida, tanto aos motoristas, como aos passageiros. Numa das viagens para casa, o mesmo teve que abrir e fechar várias vezes a porta traseira e, inclusive, desligar o autocarro na estrada, e voltar a ligar, porque senão não arrancava.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Aquele momento em que chegamos a casa...

Imagem relacionada


 


...e nos deparamos com o estendal rebentado, e a roupa toda no chão,por causa do vento maluco que se faz sentir por estas bandas.


E o problema maior nem é o ter de apanhar a roupa, e pô-la a lavar outra vez porque ficou suja, nem tão pouco o ter que consertar o estendal.


O pior, é ter que andar a tirar as ervinhas secas que se agarram, qual carrapatos, à roupa, e teimam em não sair, ou então a sair para os dedos, e ficar lá espetadas.


Já vos aconteceu?

Duas balanças, informações diferentes

Resultado de imagem para confusa


 


No outro dia, o meu marido resolveu pesar-se numa daquelas máquinas sofisticadas da Wells, aqui em Mafra.


Por curiosidade, também o fiz.


 


Dava-me uns centímetros a menos, uma pressão arterial de 9-5, e um peso normal 53,3kg, bem como o índice de gordura e de massa corporal. Relativamente aos batimentos, dizia que os meus estavam a 111. Não liguei.


Nesse mesmo dia, ao final da tarde, foi a vez da minha filha, numa máquina da Wells, mas na Ericeira. Dava-lhe também uns centímetros a menos, peso normal e pressão de 8-4! Perguntámos à funcionária, que não achou normal e pediu para repetir. Dava-lhe o mesmo, mas tinha mirrado mais uns centímetros!


Experimentei eu. Mais peso que em Mafra, menos altura, batimentos a 60 e a pressão de 9-5 também.


 


Conclusão: nunca fiar em resultados das balanças da Wells porque, cada máquina, sua sentença! 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Operação Eye In The Sky

Resultado de imagem para operação eye in the sky


 


Este fim de semana vimos o filme Operação Eye In The Sky.


Confesso que, quando li a sinopse, imaginei algo diferente que não o que, de facto, narra o filme.


Mais do que acção, o filme conta sobretudo com suspense, do início ao fim. 


 


Um dos grandes contrastes que é flagrante no filme, está relacionado com duas crianças: uma, filha de um político, habituada a ter tudo o que quer, pediu ao pai para lhe comprar uma boneca, e quando se percebe que não era exactamente a que ela queria o pai, a entrar para uma reunião de extrema importância, encarrega um subordinado de fazer a troca; a outra, uma menina de Nairobi que só pode brincar, às escondidas dos restantes habitantes, com um arco que o pai lhe fez, e que vende pão nas ruas para ganhar algum dinheiro para a família. No final, o pai da primeira leva a boneca, entretanto trocada, para casa, como se nada tivesse acontecido. Vai para junto da família, e há-de continuar a mimar a filha ao longo da vida. Já os pais da segunda, estão a levar a sua menina para o hospital, em risco de vida.


 


Eye In The Sky mostra ainda como são, muitas vezes, tomadas as grandes decisões políticas por quem de direito, num retrato que pode não ser exactamente fiel, mas não andará muito longe da verdade. Desde um ministro que dá ordem para matar, aborrecido por terem interrompido o seu jogo de ping pong e ansioso por voltar ao mesmo, a outro que troca opiniões sentado numa sanita, devido a problemas gastrointestinais provocados pelos camarões da refeição.


 


Mas também há espaço, no meio de tanta indiferença e frieza, para pessoas com sentimentos, que não matam a qualquer preço e tentam ao máximo encontrar alternativas relembrando, sem receios, os seus superiores que há protocolos a cumprir, recusando-se a acatar as ordens sem que isso seja feito.


 


No entanto, perante uma missão prestes a ser bem sucedida, numa oportunidade que dificilmente voltarão a ter, há que contornar a questão que bloqueia o avanço da operação, com alguma persuasão, com alguns dados falsos que constarão mais tarde no relatório oficial, em detrimento dos reais, com os quais nunca teriam seguido em frente. 


 


É por isso que, também na vida real, muitas vezes as coisas parecem não bater certo, e fica sempre a dúvida. Mas é um pequeno preço a pagar, e a pesar de forma mais leve ou mais intensa na consciência de cada um dos envolvidos.


 


O que é certo é que, o que quer que tenha acontecido e independentemente da forma como se sente e como vê cada um dos protagonistas da missão, no dia seguinte têm que regressar ao trabalho, como se nada se tivesse passado no anterior.


Isto, para aqueles que ainda tiverem a oportunidade de regressar porque, por vezes, os operacionais arriscam a sua vida, nestas missões, e acabam por perdê-la. Mais um dano colateral...


 


Mas, afinal, que história nos conta o filme "Operação Eye In The Sky"?


Tudo começa por ser uma operação de captura a três dos terroristas mais procurados, que rapidamente se converte para morte dos mesmos, perante a ameaça de ataques terroristas.


A grande questão, em termos políticos e jurídicos, é obter a autorização para atacar mortalmente os terroristas, através de mísseis lançados à casa onde se encontram. Uns, defendem essa missão, outros não a vêem com bons olhos. Em causa estão relações políticas com outros países com quem têm acordos, e que poderão ser postas em causa, provocando danos maiores.


O que é preferível: assassinar três terroristas, de tantos que andam pelo mundo fora, correndo o risco de despoletar guerras que matarão muitas mais pessoas? Ou deixá-los partir, sabendo que continuarão a cometer ataques, também eles devastadores?


 


Mas o que vai mesmo pôr os diversos políticos a debater-se entre o "sim" e o "não", é o facto de se encontrar uma menina inocente no local de impacto do míssel, naquilo a que apelidam de "dano colateral".


Se abaterem os terroristas, a menina morre, mas evitam possíveis ataques que ocorreriam, se nada fizessem. A morte de uma, pela vida de muitos. Por outro lado, a morte da menina é certa. As restantes, potenciais.


 


Ao longo do filme, vi o meu marido mudar muitas vezes de "lado", ora apoiando uns, ora colocando-se contra eles. Para mim, é difícil tomar partido, e é por isso que também não me envolvo em política. Não são decisões fáceis, e qualquer uma delas terá repercussões negativas.


 


Qual será a decisão final?


 

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


 


O que vos traz o Fora de Casa desta semana?


Uma campanha de adopção de caninos, com a Tico & Teco, no C. C. Colombo;
Cinema ao ar livre, com o filme Cantar, em Torres Novas;
Fado, em Cascais, com o Montepio Fado Cascais;
Uma exposição jurássica, em Torres Vedras;


 


Em Elvas, as oficinas de verão, para as crianças;


Festas populares, festivais, música para todos os gostos e muito mais! Espreitem já :)

Aprender ou desaprender a educação, eis a questão!

Resultado de imagem para educação frases


 


"O Homem não é nada, além daquilo que a educação faz dele."


 


Neste mundo existem pessoas com as mais diversas personalidades e feitios, formas de encarar a vida e lidar com as restantes pessoas que os rodeiam, tanto nas relações familiares, como laborais.


Quem não conhece alguém que é simpático, atencioso, que se preocupa com os funcionários? São poucos, mas existem.


Da mesma forma, também existe o oposto. Pessoas que falam com os seus subordinados como se de fossem animais, com uma total falta de tacto e educação, como se os funcionários tivessem obrigação de saber tudo, e fosse um absurdo estar a incomodá-los com determinadas questões.


Ah e tal "sempre foi assim", "não ligues", "responde à letra", são algumas das recomendações que só quem não está no lugar do funcionário, a lidar directamente com essas pessoas, e correndo risco de ser mandado para a rua por tal comportamento, aconselha para que o funcionário ultrapasse a questão. 


 


Mas, ainda que assim não fosse, e não houvesse risco de despedimento, estaremos então a inverter toda a situação?


Somos nós que temos que ser mal educados e arrogantes, para lidar com os outros, que também o são e já não mudam?


Somos nós que temos que desaprender toda a educação que nos deram, para poder ficar ao nível desses chefes?


Ou serão eles que têm que mudar, e saber falar com as pessoas com outros modos? É que há formas de explicar ou fazer valer os seus pontos de vista, sem maltratar ou gozar com os outros.


Não serão eles que terão de aprender que educação é bonito e recomenda-se, ou produz resultados ou efeitos mais positivos que uma resposta torta?


Afinal, serão os bons a terem que se tornar maus, para viver em sociedade, ou o inverso? É que é só o que falta, neste mundo louco, que está a cada dia mais perdido.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Constatações

Imagem relacionada


 


"Os portugueses dão preferência aos autores estrangeiros da moda. Os estrangeiros, dão preferência aos autores portugueses clássicos.


Haver alguém que se interesse pelo que é nacional, desconhecido, local e todos os livros que não se encaixam nas duas categorias acima referidas, é um golpe de sorte!"


 


 


Qual é a vossa opinião sobre o assunto?


Que livros costumam procurar, ou sabem que costumam ser procurados, nas livrarias portuguesas?


A literatura portuguesa está boa e recomenda-se, ou nem por isso?


 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Os Bridgerton - Felizes Para Sempre

Resultado de imagem para os bridgertons felizes para sempre


 


Depois de uma colecção de 8 livros, dedicados a cada um dos filhos de Violet Bridgerton, chegou o último dos últimos, aquele que mostra o que ficou por ver em cada uma das histórias anteriores, e ainda como tudo começou, com a história da própria Violet, com aquele que viria a ser o pai dos seus filhos, e único companheiro de toda uma vida.


 


Confesso que foi bom recordar e dar continuidade ao percurso daquelas personagens, umas mais fortes que outras, mas preferia que este livro fosse mais centrado na Violet, e não apenas umas páginas. Até porque ela era uma menina bem temperamental e de pelo na venta, e gostava de a ter conhecido melhor e á forma como o romance se desenrolou, levando ao casamento e a uma legião de 8 filhos, cada um deles baptizado com nomes que seguiam a ordem do alfabeto.


 


De entre estes novos prólogos, destaco o da desforra do jogo do palamalho, e aquele em que Hyacinth descobre, ao fim de 15 anos, as joias que sempre procurou, e nunca desistiu de encontrar.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Uma chamada telefónica muito produtiva!

Resultado de imagem para chamada telefónica desenhos


 


Há vários dias que andavam a ligar para o meu telemóvel. Ontem atendi, e era da Wizink, a tentar convencer-me a aderir ao seu cartão super hiper mega vantajoso. A conversa que se seguiu foi muito produtiva, como podem ver:


 


Operador: Este cartão dá-lhe desconto nas ópticas "x" e "y", incluindo lentes de contacto


Eu: Pois, resta saber se têm a marca específica que uso, e com as características especiais que eu preciso


Operador: Pois, se calhar neste campo não lhe será muito útil


 


Operador: Também poderá ter desconto em produtos de beleza, cremes, etc.


Eu: Não uso cremes!


Operador: 99% das mulheres que conheço usa cremes, para prolongar a juventude


Eu: pois, mas eu não, até porque a maior parte deles é um engano


Operador: Sendo assim, vamos ver as outras vantagens


 


Operador: Temos seguro para viagens de avião


Eu: Não faço viagens de avião


Operador: Pois, então talvez neste aspecto não lhe interesse muito 


 


Operador: Temos seguro para as compras efectuadas na internet, devolvendo até cerca de 300 euros


Eu: As compras que faço normalmente é livros, nunca tive problemas, porque ou pago por multibanco, ou à cobrança


Operador: Bom,então nesse caso não lhe compensa...


 


E assim continuou, até que me pergunta:


 


Operador: Vê-se como uma possível utilizadora do nosso cartão?


Eu: Não! A hipótese de o vir a utilizar é de uma em mil!


Operador: mas pode sempre ficar com ele, não tem qualquer custo nem anuidades


Eu: Obrigada, mas não estou interessada.


 


E pronto, agradeceu pelo tempo que o estive a ouvir, mesmo não tendo conseguido alcançar o objectivo.


 


Por curiosidade, fui pesquisar mais sobre a Wizink. Só vi dezenas de reclamações!

O Bebé de Bridget Jones

Resultado de imagem para o bebé de bridget jones


 


Vi este filme no sábado à tarde.


Já não me lembrava de praticamente nada dos primeiros dois filmes, para além do essencial.


Embora os actores tenham envelhecido, isso nota-se, ou foi dado a entender de forma exagerada na personagem Mark, e não tanto na Bridget.


Gostei de ver a mulher que ela se tornou, mais confiante mas, ao mesmo tempo, ainda tão trapalhona e despistada!


Confesso que neste triângulo amoroso era difícil decidir com qual dos dois gostava de ver a Bridget no final. Porquê?


 


Porque o Jack, a nova personagem introduzida, representaria uma quebra total com o passado, o recomeço de uma vida nova, uma etapa nova, com um homem que tem tudo para a fazer feliz e ser um bom pai, apesar das acções menos correctas que teve na disputa pelo amor de Bridget, e de pensar que o amor tem tudo a ver com matemática e algoritmos ou fórmulas científicas.


 


Já o Mark, é o andar em círculos, numa história mal resolvida com muitos anos, em que as coisas nunca funcionaram, e não há previsão de que venham a funcionar agora, apenas por causa de um bebé. O Mark é um homem, de certa forma, inadaptado, frio, sério, num total contraste com a Bridget. Mas nas coisas do amor, o que manda é o coração. E porque não dar uma última chance a este amor?


 


O que fará Bridget optar por um ou por outro? Será o teste de ADN que indicará quem é o pai da criança? Qual deles ganhará: o amor do passado, ou o amor do futuro? 


E se a escolha não depende da paternidade em si, mas da forma como aquele que não é o pai, encara toda a situação e o futuro com a mulher que ama, mas tem um filho de outro homem?


Sinceramente, ainda não não percebi se gostei do final deste filme ou não, mas sei que me diverti imenso com algumas cenas, nomedamente, o percurso da Bridget até à maternidade, e me comovi com outras.


Mas foi bom relembrar as personagens, muitos anos depois!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Deixei-te Ir, de Clare Mackintosh

Resultado de imagem para deixei-te ir livro


 


Sabem aqueles desafios que nos costumam surgir, de frases com palavras pela metade, ou frases escritas no sentido inverso que, ainda assim, conseguimos decifrar porque o nosso cérebro faz a associação automática?


Também na escrita, acontece o mesmo. O autor do livro pode descrever dois acontecimentos separadamente, e o nosso cérebro fazer a associação entre os dois, sem qualquer dúvida. Por vezes, essa associação é correcta. Outras vezes, não. Pode apenas servir para o autor conduzir o leitor ao caminho que quer que ele siga, para depois o impacto da verdade ser maior. Ou significa apenas distracção ou falta de atenção do leitor.


Não sei se a autora de "Deixei-te Ir" teve alguma dessas intenções, mas a verdade é que o meu cérebro associou, de tal forma, uma coisa à outra que passei metade do livro, enganada!


De facto, nesta história, nada é o que parece. Nem sempre aqueles que julgamos vítimas são as verdadeiras vítimas. Nem sempre os que julgamos bons o são de verdade. Nem sempre aqueles que nos parecem culpados, têm culpa.


A qual destes grupos pertencerá Jenna Gray? Quem poderá confiar nela, e em quem poderá ela confiar?


Um livro a ler, para quem gosta do género!


 


SINOPSE


"Numa fração de segundos, um acidente trágico faz desabar o mundo de Jenna Gray, obrigando uma mãe a viver o seu pior pesadelo. Nada poderia ter feito para evitar esse acidente.
Ou poderia? Essa é a pergunta que a inquieta quando tenta deixar para trás tudo o que conhece, procurando um novo recomeço refugiada num chalé isolado na costa de Gales.

Também o detetive Ray Stevens, responsável pela investigação por este caso que procura a verdade, começa a ser consumido pela sua entrega ao mesmo, deixando a vida pessoal e profissional à beira do precipício.
À medida que o detetive e a sua equipa vão juntando as pontas do mistério, Jenna, lentamente, permite-se vislumbrar uma luz de esperança no futuro, o que lhe dá alguma segurança, mas é o passado que está prestes a apanhá-la, e as consequências serão devastadoras."


Das mini férias de Julho...

Foto de Marta E André Ferreira.


O que é bom acaba depressa, e esta semana de férias passou a correr!


 


Constatações:


- a minha filha mudou - se até ao ano passado preferia mais piscina, este ano fez saber que prefere praia; e, ao contrário dos outros anos, não quer ficar muito tempo na praia;


- houve muitos adolescentes a apanharem o autocarro à mesma hora que nós, pelo que deve ser um "mal geral";


- eu própria, apesar de querer aproveitar bem a praia, dei por mim a não me importar, porque nos despachávamos mais cedo, e podia aproveitar ainda para descansar e ler;


- a maioria dos jovens vai no autocarro agarrada aos telemóveis (o autocarro tem internet), enquanto eu levava um livro;


- ainda há jovens educados, a dar lugar aos mais velhos e mães com filhos ao colo, coisa que já raramente se vê;


- ando tão cansada, que este ano nem tive vontade de jogar raquetes - de qualquer forma, a praia está tão cheia que nem há espaço para isso;


- soube-me bem estes dias e as caminhadas autocarro-praia-autocarro, a fazer-me parecer quase uma turista no meio de todos os que por lá andam no verão, sem horários nem preocupações de trabalho;


- apesar de o primeiro dia não ter tido um grande aproveitamento, tive sorte com a semana que escolhi - mar calmo a permitir-nos nadar à vontade, sol, apesar de algum vento que se fazia sentir, apenas ontem o tempo estava óptimo aqui em Mafra, e completamente encoberto na Ericeira;


- as bichanas gostaram de ter a dona mais tempo em casa, e estão cada vez mais exigentes de atenção e mimos;


- apesar de já não conseguir acordar muito tarde, poder dormir uma hora a mais que nos dias de trabalho, e não ser acordada com despertador, fez toda a diferença;


 


Conclusão:


Posso voltar a ir de férias, e só regressar no final de Agosto?!


 


 


 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


As sugestões do Fora de Casa desta semana já podem ser consultadas, e incluem:



- circo na Ericeira, com o Circo Circolândia
- o espectáculo "Juntos por Pedrógão", em Torres Vedras
- teatro com a Associação Meleca, na Ericeira
- o Super Bock Super Rock
- danças do Nilo, na Ericeira
- uma Feira Quinhentista, em Sintra



e muito mais!


Estou a Ver-te, de Clare Mackintosh

Resultado de imagem


 


Comecei a ler este livro, e percebi que é mais um daqueles que não entusiasma logo às primeiras páginas. Como eu costumo dizer, tem muita "palha".


Mais à frente, começamos então a entrar no que interessa e eu, com os meus palpites, disse para comigo que, se fosse eu, teria escolhido determinada personagem para mau da fita.


Percebo, no final, que a autora, mesmo sem saber, me fez a vontade!


 


Costuma-se dizer, muitas vezes, que devemos sempre agir como se estivéssemos a ser observados. 


E se, de facto, estivermos mesmo a ser observados?


Se alguém por aí souber exactamente o que nós levamos vestido, onde moramos, onde trabalhamos, que percurso fazemos habitualmente, se usamos escadas ou elevadores, se costumamos andar sozinhas ou acompanhadas... E se esse alguém resolver partilhar, com quem quiser, todas essas informações?


E se, à custa disso, começarem a aparecer mulheres roubadas, violadas, assassinadas?


Imaginem que era a vossa foto que viam, no lugar onde outras tiveram antes, com um destes finais atrás referidos.


Seria possível não nos tornarmos paranoicas, e procurar o inimigo em cada pessoa com quem lidamos, e em cada desconhecido com que nos deparamos no dia a dia?


Seria possível ignorar que, a qualquer momento, podemos ser atacadas e perder a vida?


E se, em vez de nós, esse perigo se tornar real para a nossa filha, numa espécie de jogo de gato e rato, e não pudermos fazer nada para o impedir?


Será que a polícia vai descobrir quem está por detrás deste site, usado para fins criminosos, e evitar que mais alguém seja apanhado na rede?


 


Sinopse:


"Todas as manhãs, Zoe Walker faz o mesmo caminho para a estação de metro, espera no mesmo lugar da plataforma e escolhe o seu assento preferido na carruagem, sem nunca suspeitar que alguém a observa. 

Durante uma dessas viagens, certo fim de tarde, enquanto lê o jornal local, Zoe vê a sua cara num dos anúncios: uma foto de má qualidade, um número de telefone e a morada de um website: FindTheOne.com (Encontra-a.com).

Nos dias seguintes, as fotografias de outras mulheres começam a aparecer no mesmo anúncio, e Zoe percebe que foram vítimas de crimes extremamente violentos, incluindo homicídio. 

Com a ajuda de uma polícia determinada, Zoe procura saber o que está por trás daquele anúncio perverso, uma descoberta que vai transformar a sua paranoia em pânico total. Alguém anda a seguir todos os seus passos. E Zoe tem a certeza de que alguém próximo de si a escolheu como próximo alvo."

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Um Gato de Rua Chamado Bob

Resultado de imagem para filme gato bob


 


No passado fim-de-semana vi, finalmente, o filme sobre a história do gato Bob e o seu dono, James Bowen.


A expectactiva era alta, sobretudo depois de ter lido os dois primeiros livros.


 


As conclusões a retirar são as seguintes:


- o gato Bob é lindo e único, sem dúvida o grande protagonista


- o actor que deu vida a James foi muito bem escolhido, e gostei muito da sua prestação no filme


- o filme em si, deixou muito a desejar, estava à espera de muito mais, de muitas emoções como as que os livros provocaram, e a única cena que se aproximou de algum tipo de emoção foi aquela em que o Bob fugiu e esteve uns dias sem aparecer


 


Foi, de certa forma, uma desilusão.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

A final do Just Duet

Foto de Just Duet - O Dueto Perfeito.


 


Contra todas as minhas expectactivas e previsões, o dueto perfeito eleito pelo público foi o da Gisela João e Beatriz Torres.


Não seria a minha escolha, embora goste muito da Beatriz a cantar. Como dueto, nesta gala final, não me convenceu muito.


A Adelaide, desta vez, surpreendeu pela positiva, sobretudo na primeira música.


O Ivo e o Héber também estiveram em grande sintonia, e podem perfeitamente partilhar o palco juntos mais vezes.


O Diogo e o Agir, que para mim seriam a escolha mais provável do público, já tiveram melhores prestações, mas como dueto, resultam.


No entanto, quis o público dar o seu voto a duas mulheres. Quanto aos restantes, não mostraram em que lugares ficaram na votação.


 


Imagem Just Duet - O Dueto Perfeito

Da minha ida à rádio...

Foto de Marta E André Ferreira.


 


...e dos 5 minutos de pânico que passei!


Quando estamos habituados a algo, ficamos de tal forma com aquela imagem na cabeça, que nem concebemos o cenário diferente.


Nos tempos em que o meu irmão trabalhou nesta rádio, ainda ficava noutro local. Mas há já alguns anos que sabia que tinha mudado para o edifício em frente ao Tribunal. E foi com essa imagem na cabeça que fui para lá.


Era para ir apenas com a minha filha. Depois, o meu marido disse que também ia. No entanto, ele acabou por ficar a dormir. E a minha filha demorou uma eternidade a despachar-se. A entrevista estava marcada para as 11 horas. Eu queria chegar antes, mas foi completamente impossível.


Quando chego, estaco a olhar para o local onde eu achava que era a rádio e...nada de rádio! Nada de edifício, sequer!


O dito edifício já não existe, porque foi onde construíram o novo edifício da Loja do Cidadão, onde em costumo ir quase todos os dias, em serviço.


 


Boa! Estou em cima da hora, e não faço a mínima ideia de onde fica a rádio, nem sequer tenho o contacto deles para ligar!


Lembrei-me de ir aos CTT perguntar, mas estava uma fila enorme. Fui então à Loja do Cidadão, perguntar ao segurança. Quando ele me diz "fica aqui no último piso", foi um alivio!


Como é que vou lá tantas vezes, e nunca tinha percebido?


Chegadas à radio, não vimos ninguém. A Carla, a entrevistadora, estava em estúdio, por isso não podíamos interromper. Por isso, esperámos que ela nos visse.


Entrámos para o estúdio, conversámos um pouco em "Off" antes do directo, que a Carla gravou em vídeo para a página de facebook da rádio e, depois, lá aconteceu a entrevista, como previsto.


Ficámos a conhecer, de certa forma, como funciona uma emissão de rádio. 


Por último, as fotografias da praxe.


 


Para quem quiser ver a entrevista, aqui fica o link: https://www.facebook.com/mafrafm/videos/1380267278709041/


 

terça-feira, 11 de julho de 2017

Visita ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico

IMG_4258.JPG


Sábado à tarde, céu cinzento e nada para fazer.


Lembrei-me do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, que fica aqui relativamente perto de casa. 


Fomos à visita das 18 horas, com indicação que seria um bom dia para ver os lobos, uma vez que estava fresquinho.


 


 


IMG_4254.JPG


Começámos com uma breve explicação sobre as espécies de lobos que existem no mundo, e que são 3: lobo vermelho, lobo da etiópia, e lobo cinzento. Este último pode dividir-se em várias subespécies, entre as quais o lobo ibérico.


Em Portugal, existe cerca de 50 lobos abaixo do rio Douro, e cerca de 250 acima do mesmo. Na Península Ibérica são cerca de 2000 os lobos ibéricos existentes.


 


 


IMG_4255.JPG


Os lobos vêm para o centro, vindos de cativeiros ilegais ou jardins zoológicos, por exemplo, e ficam aqui porque não têm condições de voltar ao seu habitat natural, tentando o centro recriar da melhor forma esse habitat. Um exemplo disso é o fornecimento de comida: nunca há um dia certo, nem hora certa, para lhes dar comida, porque seria também assim se tivessem que caçar. Parece que os lobos gostam muito de frango, e detestam coelho.


 


 


IMG_4260.JPG


No seu habitat natural, os lobos podem viver até 10 anos, embora haja dados que indiquem apenas 5 anos.


Quando protegidos nestes centros, podem viver até aos 15 anos.


Os lobos têm apenas uma ninhada por ano. Quando os lobos filhotes atingem os 2 anos, começam a procurar fêmea para formar uma nova família. Usam o uivo como forma de comunicar entre eles, ou de avisar um lobo que não pertença à alcateia que não é bem vindo. Quando se roçam no chão, podem estar a marcar o território, muitas vezes porque existe por ali um pedaço de carne, que lhe pertence.


 


IMG_4262.JPG


 


Nesta visita, conhecemos o Nogueira, a Tua, o Bolota e a Faia, entre outros.


 


IMG_4265.JPG


 


IMG_4264.JPG


 


 


Para ficarem a conhecer todos os lobos existentes no CRLI, aqui ficam os links:


http://lobo.fc.ul.pt/


http://lobo.fc.ul.pt/?page=conteudos/programa_adopcoes


 


 


 


 


 


 


 


 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Arte com ovos

Nestas peças que aqui vêem, segundo o artista, foram dispendidas muitas horas de trabalho.


E quem dá valor, paga uma pequena fortuna por elas.


 


Esculpir ovos não deve ser,por certo, uma tarefa fácil. 


 





Domingos Amaro, nascido em Moçambique em 1961, é apaixonado pela natureza e pela arte. Estudou Belas Artes mas, ainda assim, considera-se um autodidacta. É para as peças que transpõe, de alma e coração, toda a sua criatividade.

Ao longo dos anos participou em várias exposições, individuais e colectivas, tanto com trabalhos de escultura, como também de pintura.



 



 


 


Foto de Ovarte.


Foto de Ovarte.


Foto de Ovarte.


Foto de Ovarte.


 


Alguém imagina que ovos são estes?!


 


Imagens Ovarte


Para verem todas as obras, espreitem a página do artista: https://www.facebook.com/ninoovarte/


 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O grande dilema de todos os anos

 


 


 


Imagem relacionada


 


Todos os anos espero ansiosamente pelas férias, para poder descansar da rotina e stress do trabalho, acordar mais tarde, ir à praia, à piscina, passear, estar com a minha filha e com as bichanas, e com o meu marido, quando estamos de férias na mesma altura.


 


Todos os anos chegamos a esta altura, a perceber que precisamos de lavar paredes, pintar, limpar a casa, o que implica ter tempo livre e, de preferência, estarmos os dois em casa, para ser mais fácil e não incomodar um ao outro. Esse tempo livre, e essa disponibilidade, só acontecem em tempo de férias.


 


Mas as férias são intercaladas, uma semana num mês, duas semanas no outro. Se não aproveitarmos ao máximo o verão nessa altura, no resto do tempo é complicado.


Por outro lado, é a altura ideal para limprezas e, de outra forma, não nos conseguimos conciliar ou ter tempo para as limpezas e pinturas.


 


Posto isto, eis que surge o grande dilema:


 


Aproveitar as merecidas e desejadas férias, deixando a casa conforme está, até ver, ou deixar a casa apresentável, sem ter realmente gozado férias, e voltar ao trabalho mais cansada ainda, e com a sensação de não ter estado de férias?

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


As sugestões desta semana no que respeita ao concelho de Mafra, estão em destaque:


Festival do Pão, no Jardim do Cerco
Seminário sobre vacinação no Hospital Veterinário do Atlântico
Teatro com a Associação Meleca, na Ericeira 
Fit Games, no Urban Park



Mas também pode participar no Workshop de Decoração de Bolachas, no Pet & Tea!


Tudo isto e muito mais, na edição desta semana!



 


 

À Conversa com JameSi

Resultado de imagem para jameSi saudade tua


 


O convidado de hoje mostrou, desde cedo, o seu interesse pela música, tendo aprendido a tocar guitarra com apenas 6 anos.


Autor e compositor, inspirou-se na sua própria história para criar o single de estreia "Saudade Tua", que agora apresenta.


A sua música tem influências vindas do R&B, do Soul e de algumas vertentes da música Pop.


Deixo-vos com o JameSi! 


 


 


Resultado de imagem para à conversa com João Pedreira


 


Quem é o JameSi?

 

JameSi é, na verdade, Tiago Silva, e apresenta-se para esta nova fase artística como JameSi, que nada mais é que a conversão de Tiago em James, e Silva em Si que, por sua vez, juntos, formam o nome artístico JameSi. 

 

 

Como é que surgiu a tua paixão pela música?

 

A minha paixão pela música foi um processo natural. Ainda em criança, já ouvia e cantarolava muita música, havia sempre muita música em casa, e tudo o que era instrumento ou produzia som, merecia a minha atenção. Acredito mesmo que isto da música nasceu comigo!

 

 

Guitarra, piano ou bateria – qual destes instrumentos preferes tocar?

 


Sem dúvida, a bateria, e respeitando a importância de todos os outros instrumentos, mas desde que me lembro, sempre foi o instrumento de eleição.



A bateria é o instrumento que, pela forma de ser tocado, me faz sentir mais dentro da própria música, e me permite aplicar mais feeling. É um instrumento lindo, irreverente, e eu adoro!


 

 

Foste baterista em vários projetos musicais. Em que momento decidiste começar a compor e escrever os teus próprios temas?

 


Eu comecei a tocar bateria com 17 anos, e foi por essa altura que comecei a escrever.



Ao longo dos anos tenho vindo a escrever, mas foi agora que decidi levar este trabalho mais a sério e avançar com este novo projeto. 


 

 

Quais são as tuas maiores influências a nível musical? 

 


As minhas referências musicais são diversas, eu gosto de ouvir muita música, desde o Jazz, Reggae, Pop, R&B, Soul, Funk, etc... 



Mas a nível nacional posso referir, HMB, AUREA, BlackMamba, Míguel Araújo, Diogo Piçarra, Dengaz... 



Internacional gosto de ouvir, Seu Jorge, Natiruts, EdMotta, The Weekend, Ariana Grande, Justin Bieber, Ed Sheeran...

 

 


 


Resultado de imagem para jameSi saudade tua


 


“Saudade Tua” é o primeiro single a ser apresentado. Sobre o que nos fala este tema?

 


Este tema fala sobre um casal de namorados que vive um amor saudável e duradouro, que chega a uma certa altura, e quer dar um passo em frente, e partir para uma vida a dois.



Muitos casais se revêem e passam por isto, e retrata um pouco da minha história.


 

 

Dizem que “saudade” é uma daquelas palavras portuguesas que não tem tradução em nenhuma outra língua. Também é um pouco esse o sentimento de cantar em português?

 


Para mim, e neste momento, só faz sentido cantar em português pois é a forma mais natural com que me exprimo. 



Eu, para cantar em inglês, teria de estar a fazer tradução da minha expressão natural, para um versão de tradução, tentando igualar o sentimento que quero transmitir, e que jamais me iria permitir sentir a música da mesma forma.


 

 

A primeira pedra da tua carreira a solo está lançada. Para quando o primeiro álbum?

 


É verdade! 



Bem, a nível discográfico eu ainda não tenho alinhamento, nem previsão para o mesmo.



Creio que ainda é cedo para falar num álbum, mas irei continuar o meu trabalho artístico, e lançar mais temas em breve.


 

 

 


thumbnail_jamesi foto.jpg


Consideras que as plataformas digitais são, cada vez mais, um meio eficaz de chegar a um público cada vez maior, de forma mais rápida, e com um custo reduzido?



 


Sem dúvida, as plataformas tornam possível tudo isto.



As plataformas ligam o mundo a todos os acontecimentos, e sem elas seria muito difícil divulgar o nosso trabalho de forma eficaz e quase sem custos. 



É muito importante estar perto das pessoas que nos ouvem, e poder receber o seu feedback de forma instantânea. 

 


 

Em que palco mais gostarias de atuar, se pudesses escolher, e com quem o partilharias?

 


O palco que mais gostaria de atuar, seria o Coliseu de Lisboa, e partilharia com todos os meus músicos.



Prefiro, sem dúvida, shows em espaço fechados, pois para além de ser mais acolhedor e ligar mais as pessoas, acusticamente soa muito melhor. 

 


 

Que objetivos gostarias de ver concretizados num futuro próximo?

 

Num futuro próximo gostaria de gravar mais dos meus temas, e poder alcançar mais Rádios e Plataformas interessadas em partilhar o meu trabalho.

 

 

Muito obrigada!

 

 



 



 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeo.

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!