terça-feira, 31 de julho de 2018

30 Dias para Amar

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Uma comédia romântica que junta, no mesmo filme, o amor entre duas pessoas, a paixão pelos animais, e uma vilã capaz de tudo para ficar com "Dan, the dog man", mas com os cães bem à distância embora, frente às câmaras, finja adorá-los.


 


Dan e a irmã, Michelle, são os donos de um abrigo que recolhe animais para futura adopção.


Carly é amiga de ambos desde os tempos do liceu e, após vários anos afastada, regressa agora, formada em medicina veterinária, para ajudar o avô, veterinário, no consultório e, ao mesmo tempo, fazer voluntariado no abrigo.


Kristi é a noiva de Dan, e apresentadora do programa que ajuda o abrigo a promover a adopção dos cães que lá vivem.


O regresso de Carly vai fazer renascer sentimentos que estavam adormecidos, mas será uma verdadeira contagem de crescente para o amor, uma vez que Dan está de partida para Nova Iorque com Kristi.


Capaz de artimanhas para juntar outros casais através da paixão comum pelos animais, Dan parece ser incapaz de perceber aquilo que ele próprio sente.


Já Carly, terá que aprender que não precisa de ser alguém diferente para que gostem dela, e a exprimir aquilo que sente, se quiser impedir o grande amor da sua vida de ir embora.


A história é contada por uma cadela muito especial, e com um papel decisivo na mesma.   


 

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Abençoadas moedas

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Ontem fomos até Tróia.


Peguei numas moedas que lá tinha, e levei-as, junto com mais algum dinheiro, para o que fosse preciso (café/ estacionamento).


Já uma vez tivemos um problema com o parque de estacionamento,por não aceitar cartão multibanco,o que nos obrigou a ter que ir ao único multibanco disponível, levantar dinheiro.


Por isso, já vamos prevenidos.


 


À saída da praia, passámos por um café. Fiquei cá fora com a geleira e as mochilas, enquanto ele levou a minha carteira e pagou os gelados.


 


Chegámos ao estacionamento. 


Uma fila enorme para pagamentos. Um segurança por ali, a ligar para alguém. Pessoas a reclamar.


A máquina não dava recibos. Menos mal.


E também não aceitava notas! Pior. Então, se não aceita cartão nem notas, como é que pagamos? Não é normal.


Teríamos que esperar que viesse alguém, para tentar resolver o problema ou, caso não resolvesse, restava irmos a algum sítio trocar o dinheiro.


 


Começo a contar as moedas que tinha na carteira. 9 euros.


Chega a nossa vez. O meu marido coloca o cartão na máquina.


Valor a pagar: 9 euros!


Foi a nossa sorte :) 


Enquanto os outros ficaram à espera, nós safámo-nos e viemos embora.


Abençoadas moedas que me lembrei de levar!

sexta-feira, 27 de julho de 2018

A nossa história somos nós que a fazemos!

Foto de Marta E André Ferreira.


 


Existem pessoas que entram nas nossas vidas sem o esperarmos.


Algumas chegam como um furacão, arrebatam-nos, levam-nos a entrar num turbilhão de emoções, e partem como se nunca tivessem passado por nós, deixando para trás o rasto da destruição que provocaram. Deixando-nos a tentar unir os cacos, a reerguer-mo-nos, a superar a tristeza e a desilusão.


Outras, chegam de mansinho. Não nos apercebemos logo delas, mas estão lá.


E, com o tempo, os nossos olhos abrem-se para quem está ali à nossa frente, e o coração, sarado, volta a sentir felicidade, paixão, amor.


De repente, a nossa vida ganha mais cor, os nossos dias iluminam-se de um brilho especial, tudo fica mais fácil, mais emocionante, mais divertido, mais forte.


São pessoas com as quais nos sentimos bem, seguras, que sabemos que estão lá, nos bons e nos maus momentos, que não nos deixam cair, que nos apoiam e incentivam, que fazem tudo valer a pena.


Se essas pessoas ficarão para sempre nas nossas vidas, ninguém o poderá saber com certeza. Talvez sim… Talvez não…


Mas, mais importante que isso, são os momentos que vivemos juntos. As aventuras, os sorrisos, as brincadeiras, os gestos, as palavras, o carinho, a amizade, o amor que sentimos, os abraços, os beijos, o aconchego, a paz, tudo o que de bom sentimos quando estamos juntos.


E que, um dia mais tarde, recordaremos, sozinhos, numa outra vida, todas as histórias que vivemos, e que fizeram de nós a pessoa que em que nos tornámos.


Ou juntinhos, a relembrar como a nossa história começou, e o que ainda nos reserva no futuro!

Assassino Americano

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Quando não temos nada a perder,


Quando estamos cegos, sedentos de vingança,


Quando nos deixamos toldar pelas emoções e sentimentos,


Quando agimos por impulso, muitas vezes de forma imprudente,


Quando agimos de forma descontrolada,


Quando não conseguimos ver de forma objectiva, ou acatar uma simples ordem dos nossos superiores,


Quando estamos habituados a trabalhar sozinhos, 


Quando estamos obcecados com um determinado objectivo…


 


Só podem acontecer duas coisas:


Ou essa atitude nos sai cara, deitando tudo a perder e gorando todos os planos e objectivos, colocando em risco não só a nossa vida, mas também a daqueles que de nós dependem e que em nós confiam,


Ou essa atitude faz a diferença, e acaba por resultar!


 


É assim Mitch Rapp, um homem que, num minuto, estava a pedir a namorada em casamento e, no seguinte, a assistir à morte dela na sequência de um ataque terrorista, sendo ele um dos poucos sobreviventes.


Conhecemos um Mitch descontraído, apaixonado, feliz e tranquilo, nos primeiros momentos do filme, para depois nos ser apresentado um homem vingativo, obstinado, descontrolado, com um único objectivo na vida, disposto a matar ou morrer.


 


Será que ainda resta, lá no fundo, algo do anterior Mitch?


Conseguirá ele, algum dia, superar a morte da namorada?


Que pessoa se tornará ele, às mãos da CIA?


 


Sinopse:


"Apesar da morte prematura de ambos os pais, Mitch Rapp, de 23 anos, sempre se considerou uma pessoa tranquila. Até ao fatídico dia em que a sua noiva é assassinada por um grupo de terroristas. Com uma vontade incontrolável de fazer vingança com as próprias mãos, decide dedicar toda a vida a caçar criminosos. Para isso, alista-se como recruta nas operações especiais do Exército. É assim que Stan Hurley, um veterano de guerra, se vê obrigado a treiná-lo. Os conflitos entre ambos não tardam a surgir, pois Hurley percebe que a entrega excessiva do seu discípulo não tem a ver com patriotismo, mas sim com dramas pessoais…"

Sugestões para o fim de semana


 


(clicar na imagem)


 


Nesta edição do Fora de Casa, o grande destaque vai para os diversos festivais de verão, que decorrem de norte a sul do país.


E,como não poderia deixar de ser, para Caetano Veloso, que se apresenta, num espetáculo único, com os seus filhos em palco.


A não perder também, um belo Rabo de Saia, em Lisboa.


Confiram tudo!

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Palavras Mortais (Serialized)

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Hannah é uma escritora bastante conhecida, vencedora de vários prémios ao longo dos últimos anos.


Mas, como qualquer escritor em algum momento da sua vida e carreira, está a sofrer de um bloqueio que a impede de entregar o novo livro dentro dos prazos, algo que, aliado ao facto de haver novos interesses por parte da sua editora e dos leitores, leva a que a editora a dispense, para dar lugar aos novos escritores.


 


Agora, Hannah, que já estava a ter dificuldades em superar o divórcio de um marido que a deixou para ficar com uma escritora em ascensão, da qual Hannah era a mentora, fica ainda com problemas financeiros, não conseguindo pagar a pensão de alimentos ao ex-marido, nem os tratamentos à sua mãe, que luta contra o cancro.


 


Numa noite, inspirada na sua própria história, Hannah cria a personagem "Mary", que mata com uma facada no coração o seu editor.


A sua amiga, a tentar vingar como editora, sugere a Hannah que publique a história que acabou de escrever, online.


No dia seguinte, o editor de Hannah aparece assassinado, dessa forma, o que a torna suspeita.


Ao mesmo tempo, a sua publicação recebe duras críticas, de um crítico que leu o primeiro capítulo, publicadas num jornal.


E, como se não bastasse, ainda fica a saber que a nova companheira do ex-marido, sua ex-amiga, está grávida.


Hannah volta a escrever, desta vez sobre a morte do tal crítico, que acaba por ser realmente assassinado.


Perante estas trágicas coincidências, Hannah decide parar, mas alguém publica o terceiro capítulo, colocando em perigo a vida de Lucy, companheira do ex-marido.


 


Estará alguém a tentar lucrar e publicitar a história de Hannah, através da imitação da ficção, com crimes verdadeiros? Quem teria mais a ganhar com isso? Ela própria? A sua amiga editora? O ex-marido, que só pensa em dinheiro? Ou alguém que a quer prejudicar?


 


Todos são suspeitos. Até mesmo o vizinho que parece obcecado por Hannah,ou aquele fã que a persegue, um dia, pela rua.


Mas, como seria de esperar, o perigo está naquela personagem que menos se espera.


E afinal, o que é que, no filme, era realidade ou ficção?


Onde é que as duas se cruzam, ou se separam, no fim, quando Hannah está, de novo, a apresentar a sua obra?


 


Sinopse:


Hannah acaba de ser dispensada pela sua editora. Estando um período difícil na vida, já que também se divorciou recentemente, e a mãe está a fazer tratamentos para o cancro, ela desconta as suas frustrações numa história de crime.


O mistério começa na sua vida, quando acontece um assassinato exatamente igual ao do seu livro.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Das longas viagens de carro...

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Sou só eu que não gosto de longas viagens de carro, ainda que com paragens pelo caminho?


Não é que não goste de andar de carro, sobretudo porque vou no lugar do pendura e posso apreciar a paisagem.


Mas, ao fim de mais de uma hora de viagem, começam-se a doer as costas e as pernas, começo a não ter posição para estar, começo a ficar com os braços e mãos dormentes.


Depois, não há conversa para tanto tempo de viagem, nem sempre se apanha uma rádio com boa música, e o silêncio começa a dar sono.


Além do mais, longas viagens sinificam muito tempo em estrada, e pouco tempo para ver o que quer que seja, para depois fazer toda a viagem de regresso novamente.


E, muito tempo na estrada, a não ser que estejam quase desertas, é sinónimo de stress, com receio que algum condutor venha, distraído ou armado em esperto, para cima de nós (trauma ainda não superado desde o acidente com o camião), que se traduz em contração constante, só relaxando quando chego ao destino.


 


Por isso, o máximo que me atrevo a fazer, numa viagem, é de 3 horas, e já me custa. Qualquer outra teria que ter várias paragens, e não regressar no mesmo dia.


 


E por aí, como se dão com as viagens de carro de várias horas?

terça-feira, 24 de julho de 2018

O Boneco de Neve - o filme

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Um dia, por acaso, calhei abrir uma daquelas revistas do Lidl na página de entrevista, ao actor Michael Fassbender, que desconhecia.


No espaço de poucas semanas, também por mero acaso, já vi dois filmes com o actor! E fiquei a saber que até mora cá em Portugal.


 


O último filme que vi com este actor foi Boneco de Neve.


Nunca li o livro, mas sempre me chamou a atenção e, quando soube que ia dar o filme, pus a gravar e estava com uma grande expectativa para o ver.


Foi uma total desilusão.


 


O filme é aborrecido, sem grande acção, sem grande suspense. As cenas que deveriam ser mais chocantes, não provocam grande coisa.


O boneco de neve é um mero acessório.


Há momentos em que é fácil nos perdermos, por não captar a nossa atenção e nos virmos, de repente, com novas personagens introduzidas que não sabemos que papel, ou interligação com toda a história, têm.


 


Fiquei também chocada com o estado do actor Val Kilmer, e a dificuldade com que o mesmo falava (dizem que é devido ao cancro que tem, que ainda está a tratar).


 


Diz quem leu o livro, que o filme "assassinou" a história do mesmo. Que o livro é muito melhor, e nada tem a ver com o que transpuseram para o grande ecrã.


Quanto a isso, não posso falar, mas sei que o filme vai ser apagado das gravações, sem deixar saudades!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Senhora do Arquitecto - natureza ao pé de casa

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A ideia era irmos dar uma volta, não para muito longe, ao final do dia.


Disse ao meu marido que já há décadas que não ia aqui a esta zona, e lá fomos nós. 


Estacionamos na área residencial e iniciámos a caminhada, que nos levou à descoberta de tudo isto!


 


 


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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Queda, de Jeff Abbott

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Pensem no vosso maior desejo.


Agora, imaginem que alguém vos oferece a concretização desse desejo?


A troco de quê? Coisa pouca. Um trabalhinho aqui, uma mãozinha ali. Nada que não compense, na opinião de muitos.


Mas, cuidado!


É que pode haver alguém cujo desejo interfira com o vosso. Se se mostrar mais valioso, terão que cair vocês, para que outros subam. E, acreditem, a queda é um mal menor. Porque, em último caso, serão eliminados para que não abram a boca ou tentem rebelar-se contra a rede.


 


 


É assim que funciona a rede criada por Belias: como um teatro de marionetas, em que todos são manipulados, ajudam e contribuem para o sucesso ou fracasso uns dos outros, consoante a necessidade.


Há quem tenha interesse em acabar com esta rede, há quem tenha interesse em tomar para si o comando da mesma.


E se, no fim, descobrirmos que aqueles que julgávamos trabalhar para um mundo melhor e mais justo, se revelarem alguém que pode, afinal, não ter interesses assim tão generosos ou benévolos?


 


 


Podemos confiar na nossa família? Naqueles que nos são mais próximos? Nas pessoas que é suposto nos protegerem? Ou teremos que viver em permanente desconfiança?


Até onde nos podem levar os ciúmes?


 


 


Sinopse


"Sam tinha a vida resolvida. Abandonara o cargo de agente da CIA, após uma demorada negociação sobre os termos da rescisão, e finalmente podia dedicar-se a uma existência pacata com o filho… Até que uma mulher misteriosa, Diana Keene, entrou no seu bar e num repto surdo deitou por terra toda a sua ambição de normalidade:

«Ajude-me.»

De repente, e sem aviso prévio, Sam vê-se obrigado a lutar pela sua própria sobrevivência contra os mandantes do assassinato de Diana - uma associação organizada numa rede global e com negócios obscuros, formada por pessoas influentes e poderosas, que faz uso da sua autoridade e riqueza para comandar os desígnios do mundo.

Agora, a organização não mais descansará até capturar o homem que ousou interferir com os seus planos, e tudo fará para conquistar mais um nível de poder que só Sam, com os seus conhecimentos, lhe pode garantir.

Ameaçado por tudo e por todos, resta apenas a Sam uma alternativa se quiser recuperar a sua paz de espírito: aniquilar o homem que se esconde por detrás da máquina de influências que controla o mundo."


Desaparecida - um filme que todos deviam ver

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A minha filha quis ver um filme ontem à noite.


Escolheu este.


Parecia-nos que seria um daqueles filmes habituais de adolescentes desaparecidas, em que estamos sempre à espera do pior: sequestro, violações, mortes...


 


Mas é muito mais do que isso. 


Desaparecida apresenta-nos duas mães, com atitudes totalmente opostas: a permissiva demais, e a repressiva de mais.


Cada uma tens as suas razões para agir dessa forma, sem que isso signifique que uma pouco se importa com o que a filha faz, e que a outra se preocupa sem necessidade.


A primeira dá total liberdade, sem qualquer limite ou travão. A segunda quer manter, o quanto puder, a filha numa bolha, livre de qualquer perigo.


De que forma é que o comportamento destas duas mães, em relação às respectivas filhas, as faz tomar as decisões que resultaram no seu desaparecimento?


 


 


 


Por outro lado, temos duas amigas. 


Uma que está habituada a fazer tudo o que lhe apetece, sem regras ou imposições, sem castigos, sem stress.


Que aparenta gostar da forma como a mãe lida com ela mas, no fundo, talvez a incomode tanta indiferença.


E outra que é responsável e tenta fazer as coisas certas, mas gostava que a mãe confiasse mais nela, e não a "sufocasse" tanto, como se ela fosse ainda uma criança.


Ambas têm 18 anos. 


 


Outra questão que o filme aborda é a amizade na adolescência, e a forma como essa amizade pode ajudar ou colocar em perigo. Até que ponto, em nome da amizade, devemos abrir excepções, quebrar as regras? Até que ponto devemos ficar junto aos nossos amigos, ou abandoná-los à sua sorte, quando não veem o perigo em que se estão a colocar?


Até que ponto os amigos nos podem influenciar negativamente?


 


 


 


E, no meio de tudo isto, onde andam os pais?


Ao que parecem, seja pelo trabalho que exercem, ou por mero descomprometimento, deixaram a educação e criação das filhas (e filhos) a cargo das mães, recaindo assim, sobre elas, a responsabilidade sobre o que lhes venha a acontecer.


Durante todo o filme, nunca apareceram.


 


 


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Mas, afinal, como é que tudo começa?


Kaitlin e Matty vão passar as férias da Páscoa num resort, juntamente com as respectivas mães e o irmão de Kaitlin.


Enquanto Lisa tenta que Rene descontraia e deixa a filha aproveitar as férias, Rene tenta controlar ao máximo a filha, com quem conversa, o que bebe, o que veste. As férias começam assim, com uma discussão entre rene e Kaitlin, que fica de castigo no quarto, sem permissão para sair.


No dia seguinte, tanto Kaitlin como Matty são dadas como desaparecidas, sem que ninguém saiba o que lhes aconteceu,ou para onde terão ido.


Depois de algumas buscas, as mães são informadas de que apenas uma adolescente foi encontrada. Qual delas terá sido? E o que aconteceu com a outra?


Terá sofrido às mãos daquele homem que tem aspecto de pervertido? Ou terá sido atacada pelo namorado, que entretanto tenta fugir do hotel?


 


 


A determinado momento, no filme, as mães trocam acusações entre si. Terá sido culpa de Lisa, por dar demasiada liberdade à filha que, por sua vez, leva a amiga para maus caminhos? Terá sido culpa de Rene, que por querer proteger tanto a filha, acabou por a empurrar para o perigo? Será culpa de Matty, que acha que está sempre tudo bem e nada lhes pode acontecer? Ou de Kaitlin, que sabia bem no que se estava a meter, e que a sua mãe não iria gostar e, ainda assim, não disse que não?


A haver alguma culpa, penso que terá que ser dividida por todos.


 


Mas haverá mesmo culpados? A verdade é que, como vimos, independentemente da liberdade e responsabilidade, ou falta dela, o que aconteceu poderia ter acontecido a qualquer um.


E no fundo, só se espera que todos saiam desta terrível experiência sãos e salvos, e unidos, como quando ali chegaram, seja nos momentos de dor e aflição, ou nos mais felizes.


 


 


Sinopse:


"Durante as férias, as amigas Kaitlin e Matty desaparecem num resort em San Diego. Determinada a descobrir o que aconteceu com a filha, a mãe de Kaitlin inicia sua própria investigação, ultrapassando todas as barreiras."


 


 


Vejam aqui o trailer


Sugestões para o fim de semana


 


(clicar na imagem)


 


Esta edição da rubrica Fora de Casa traz mais alguns festivais de verão a que já nos habituou, com destaque para um diferente e divertido - o Mega Festival de Insufláveis, no Estoril.


Na música, lugar ainda para o Montepio Fado Cascais, Festival Músicas do Mundo e Meo Marés Vivas.


Já no que respeita ao cinema, não percam o Mov'Ilha e o Portuguese Surf Film Festival.


Confiram tudo!

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Efeitos Secundários

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Quantos de nós não tomaram já, em algum momento da nossa vida, medicamentos para tratar um problema de saúde, que nos provocaram efeitos secundários indesejáveis e intoleráveis?


Se virmos bem, poucos são aqueles que não implicam esses efeitos, seja em maior ou menor grau.


 


Agora, imaginem que esses efeitos secundários poderiam ter consequências graves e desastrosas nas vidas de quem toma os medicamentos e, inclusive, reflectir-se nas vidas dos que os rodeiam?


E quando falo de consequências graves, refiro-me a homicídio.


 


Será possível um medicamento colocar a pessoa num tal estado que ela possa cometer todo o tipo de crimes, sem se dar conta do que faz, sem noção da realidade, sem se lembrar de nada?


 


 


Emily e Martin conheceram-se, apaixonaram-se e casaram.


Ela ficou grávida.


Ele foi preso, e assim permaneceu durante 4 anos.


Emily sofreu um aborto, perdeu tudo o que tinha, ficou deprimida e recorreu a ajuda psiquiátrica. Melhorou e deixou de ir às consultas.


 


 


Martin é libertado, e volta para casa, para retomarem a sua vida como casal.


Emily não está bem e tente suicidar-se.


Começa a ser acompanhada por um novo psiquiatra e vai alternando a medicação até chegar àquele que melhor tolera e a ajuda. Mas, se no início tudo parece melhorar, com o tempo, comçam a verificar-se comportamentos estranhos que acabam com Martin assassinado, esfaquiado em casa por Emily.


 


 


E, das duas uma: ou Emily é uma assassina,ou agiu sob efeito dos medicamentos e, nesse caso, é responsabilidade do psiquiatra. Uma dessas vidas será arruinada.


A não ser que, uma reviravolta inesperada, mude o rumo de toda a história! 

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Hachiko - Amigo para Sempre

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Na semana em que estive de férias, enquanto andávamos à procura de filmes para ver, vimos que iria dar este e, na dúvida se seria bom ou não, resolvemos pôr a gravar.


Penso que deu na segunda ou ontem, no TVCine 3, e resolvemos vê-lo à noite.


A empatia com o pequeno Hachi foi imediata, e ficámos com imensa vontade de ter um Hachi na nossa vida, embora já o tenhamos, de certa forma, nas nossas gatas.


O filme é baseado numa história verídica, e posso-vos dizer que acabámos os três a chorar que nem uns perdidos no final do filme.


 


 


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No filme: Vemos Hachi ser enviado em viagem, e a ficar perdido na estação de comboios, onde o professor universitário Parker o acaba por encontrar e, há falta de outra opção, levá-lo temporariamente para casa, até conseguir encontrar uma boa família para ele, já que a sua mulher não quer cães lá em casa.


Mas a relação entre eles é tão ternurenta e especial, que acabam por ficar com ele definitivamente.


 


A história real: Em 1924, Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. 


 


 


 


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No filme: Hachi é um cão de raça Akita, conhecida pela sua lealdade e, de facto, a ligação entre eles é tão forte que Hachi vai com o dono todos os dias até à estação e, quando sabe que está na hora de o professor ali chegar, lá está ele, à sua espera, para regressarem juntos a casa. Hachi era acarinhado por todos ali na estação, que já achavam normal aquelas visitas regulares e comportamento.


 


A história real: Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até à não distante, estação de comboios de Shibuya, retornando para encontrá-lo no final do dia. A visão dos dois, que chegavam à estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. 


 


 


 


 


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O filme: Um dia, Parker chega à estação e não vê Hachi. Pregou um susto a todos, mas acabou por ser uma cena cómica. Mas, uns tempos depois, é a vez de Parker não chegar à estação, e Hachi fica por ali até à noite, à espera. Até que o genro do professor o vem buscar, com as piores notícias.


 


A história real: A rotina continuou até maio do ano seguinte quando, numa tarde o professor não regressou no comboio habitual, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais regressando à estação onde sempre o esperara Hachikō.


 


 


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A história real: diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado do seu mestre, recusando-se a sair. Outro relato diz que, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō saltou para dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.


 


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O filme: Após a morte de Parker, Hachi foi para casa da sua filha, mas sempre que podia, fugia e corria até à antiga casa, ou de volta à estação, à espera de ver o seu dono aparecer como habitual. Estava perdido, desorientado, triste... Mas não desistia.


 


A história real: Depois da morte do seu dono, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que moravam em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e, após um ano sem que se tenha acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um bebé. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todos os dias ele ia e procurava o professor Ueno entre os passageiros, saindo apenas quando a fome o obrigava. E fez isso dia após dia, ano após ano. Hachikō esperava pelo regresso do seu dono e amigo.


 


 


 


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O filme: Após vários anos,vemos Hachi já velhinho, mais gordo e com o pelo sujo da sua vida na rua, mas sempre ali na estação, até ao dia em que, a recordar todos os momentos passados com Parker, acaba por morrer.


 


A história real: Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma das suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais o cão orgulhoso e forte que tinha sido. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.


Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria do coração. Na madrugada de 8 de março de 1935, com 11 anos, ele deu o seu último suspiro numa rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, o seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Foi declarado um dia de luto.


Os seus ossos foram enterrados num canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre. A sua pele foi preservada e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.


 


 


 


o cão mais fiel do mundo


O verdadeiro Hachiko


 


 


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A estátua de Hachiko na estação


 


 


Post publicado também no Clube de Gatos do Sapo

Infiltrado, de Jeff Abbott

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Quem me conhece sabe que sou fã do autor Jeff Abbott, e que devoro todos os seus livros.


Mas há uma história com a qual todos os leitores e fãs deste autor acabam por criar uma especial afinidade: a história do perdonagem Sam Capra.


 


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Tudo começou com Adrenalina, ao descobrir que a sua vida perfeita estava destruída. Sam acorda numa cela da prisão, Lucy está desaparecida, e o bebé que eles esperam poderá estar em risco.


No final deste primeiro capítulo, Sam fica a saber que a sua mulher é uma traidora, e que não a conhece de todo.


Mas mais grave e urgente que processar essa descoberta, é tentar saber o que aconteceu ao seu filho,que entretanto nasceu e foi tirado à mãe. 


 


 


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Resta O Último Minuto a Sam Capra, para recuperar o filho das mãos dos raptores que o levaram, e para isso terá que empreender mais uma missão arriscada.


 


 


Wook.pt - Queda


 


Com a sua vida finalmente a voltar a alguma normalidade, já com o seu filho a salvo, e com uma vida relativamente calma, a gerir vários bares, em vários países, Sam vê-se arrastado para uma nova confusão, que lhe pode tirar tudo aquilo que conquistou e, inclusive, colocar o filho em perigo. 


Será Sam capaz de evitar a Queda


 


 


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Depois da tempestade, vem a bonança, como se costuma dizer. Apesar dos estragos da última missão, e do mau estar com algumas das pessoas que o estão a ajudar, Sam está a fazer um esforço para se manter longe da vida que até então tinha levado, dando prioridade ao seu tempo passado com o filho Daniel, e como simples barman.


No entanto, o assassinato do seu amigo Steve, à porta do bar que gere, empurra-o de novo para a acção.


Infiltrado no seio da família Varela, Sam coloca-se numa situação da qual poderá nunca mais sair - uma prisão em plena Amazónia, onde a Ama é capaz de cometer as maiores atrocidades pela segurança de informação dos poderesos, e de onde os detidos só saem mortos. Ou não...


Sam consegue provocar uma rebelião que resulta na destruição daquela prisão, mas descobre algo para o qual não estava, de todo, preparado.


O seu irmão Danny, que supostamente foi assassinado por terroristas, foi um dos presos que ali foi mantido, quando o julgavam morto, e foi, provavelmente, dos poucos que a Ama deixou sair com vida.


 


Será essa a próxima missão de Sam: descobrir onde está o irmão, o que lhe aconteceu, e em quem se tornou.


E coincidência das coincidências, li o último livro desta saga em Julho, e foi precisamente este mês que foi editada a continuação da história.


 


 


Wook.pt - A Primeira Regra


 


A Primeira Regra de Jeff Abbott é oferecer-nos, a cada novo livro, um thriller de leitura compulsiva, em que somos incapazes de parar até chegar à última página.


Por isso as minhas expectativas estão elevadas quando a este mais recente livro, que deverá ser o último com Sam Capra como protagonista!

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!