sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Fora de Casa - agora quinzenalmente


 


 


A rubrica Fora de Casa passou de semanal, a quinzenal, mas não faltam sugestões para quem queira sair de casa nos próximos dias!


 


Em Lisboa, começou ontem o The Famous Fest'18, um Festival de Humor que conta com nomes como Bruno Nogueira e Salvador Martinha, entre muitos outros. Há também, nesta cidade, "A Pior Comédia do Mundo". 


Já no primeiro fim de semana de outubro, o destaque vai para a Festa Animal'18, em Oeiras, e a estreia do filme de animação "Smallfoot".


Confiram tudo, na edição desta semana!

Das explicações de matemática

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Mãe: Então, filha, como correu a explicação?
Filha: Correu bem... Estava quase a adormecer!


 


Na primeira aula de explicação, o explicador esteve a explicar a matéria. Parece que fala baixinho e devagar.


Na segunda aula, a mesma coisa, e alguns exercícios, que não deviam dar muito que pensar, já que lhe estava a dar sono.


Perguntei-lhe se achava que estava a valer a pena, ou se seria tempo perdido.


Diz que depois do primeiro teste logo se vê.


 


Agora percebo porque é que a gerente do centro disse, quando lhe perguntei se eram os dois bons explicadores, que sim, mas que cada um tinha a sua forma de estar e havia quem gostasse e não gostasse!


 


No ano passado ela tinha um explicador mais novo, mais activo, que a punha a fazer exercícios para praticar.


Este ano, está com um explicador que poderia ser avô dela, mais calmo. É certo que a matemática tem que se perceber e, se ela não percebeu na escola, é importante que perceba ali. Mas também passa muito pela prática, por fazer exercícios até brincar com eles. E isso parece-me que ainda não aconteceu muito por ali.

Carta a uma amiga que, um dia, foi especial...

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"Conheci-te numa fase da minha vida, em que esta não fazia qualquer sentido para mim.


Andava perdido, sem rumo...


Tu surgiste na minha vida e, como uma espécie de magia, com a tua varinha de condão, transformaste-a por completo.


A amizade que construímos era valiosa, e tu eras a minha melhor amiga!


Nessa altura, ouvias-me, apoiavas-me, davas-me a força que eu precisava. Fizeste-me voltar a sorrir.


 


Contigo, eu era outra pessoa!


Estava diferente, motivado, confiante, feliz!


Contigo, reaprendi a divertir-me, a sentir-me acarinhado, a sentir-me amado, a sentir que gostavam de mim pelo que eu era.


 


O dia em que nos conhecemos, em que estivemos juntos, e não me viraste costas, foi um dos dias mais felizes da minha vida!


E, se eu já gostava de ti, passei a gostar ainda mais.


Para minha sorte, ou meu azar, apaixonei-me por ti.  Tu eras o meu mundo. Aquele onde me podia refugiar nos dias menos bons. Aquele onde podia partilhar as minhas alegrias contigo.


E saber que partilhavas dos mesmos sentimentos por mim, deixava-me ainda mais feliz.


Sabia que teríamos que ser amigos, por enquanto, mas imaginei tantas coisas que viríamos, um dia mais tarde, a viver juntos.


 


Tive um dos verões mais felizes da minha vida mas, mal sabia eu, acabaria por ser o pior verão da minha vida. Porque ele irá para sempre recordar-me aquilo que eu tive, e não terei mais, ou aquilo que eu pensei que tinha, e nunca tive.


Não estou aqui a julgar-te, nem a culpar-te, nem tão pouco condenar-te.


Talvez tenhas deixado de gostar de mim. Talvez não saibas exactamente o que queres para ti. Talvez eu não seja aquele que procuras, que precisas. Ou talvez me tenhas visto sempre apenas como um amigo, e eu interpretei mal os teus gestos, as tuas palavras.


 


Mas aquela miúda que eu um dia conheci, e por quem me apaixonei, não a consigo mais ver.


No seu lugar, surgiu outra, que não consigo compreender, da qual não consigo gostar. Não posso dizer que me decepcionaste, porque não são os outros que nos decepcionam. Eu é que me decepcionei porque, na minha mente, imaginei algo que, provavelmente, não era real. Ou deixou de ser, a determinado momento.


 


Como minha amiga, e especial que eras, poderias ter sido sincera comigo. Talvez, assim, continuássemos a ser amigos como antes.


Hoje, não consigo acreditar nas tuas palavras, por mais que as repitas mil vezes, porque os teus gestos mostram o contrário.


A miúda que hoje vejo, não é aquela que quero na minha vida.


Hoje, estou a voltar a ser o mesmo rapaz que conheceste quando começámos a falar.


Estou triste...Porque, mais uma vez, perdi alguém que amava, sem saber bem porquê. E a concha, da qual tinha saído sem medo, vai voltar a fechar-se, ainda com mais força.


 


Não guardo mágoa. Apenas te desejo que, um dia, consigas encontrar o que tanto procuras, e que sejas feliz. Gostava que tivesse sido comigo. Mas no coração e nos sentimentos não mandamos. Resta-me aceitar...


E talvez, um dia, quem sabe, voltemos a ser amigos, como um dia fomos.


Mas, neste momento, para não sofrer mais do que já estou, talvez tenha que me afastar de ti. 


 


E dói...


Porque deixar de falar contigo, é voltar aos tempos em que andava perdido, logo agora que pensava ter encontrado um rumo.


Porque deixar de te ver, de estar contigo, de te abraçar, de te acarinhar, é perceber que um dia te tive e vivi os melhores momentos que poderia imaginar, e agora eles não voltarão mais.


Mas preciso de aprender a viver sem ti. Preciso de me proteger agora, para não me magoar ainda mais, depois.


 


Sê feliz...


Eu irei também tentar encontrar a minha felicidade... Ainda que, neste momento, seja difícil descobri-la por entre as lágrimas que derramo, enquanto te escrevo estas palavras que não sei se, algum dia, te direi...


Quero que saibas que, um dia, foste realmente alguém especial para mim!


Espero, um dia, vir também eu a ser especial para alguém, da mesma forma.


 


De um amigo que nunca te esquecerá..." 


 

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Vamos apoiar e votar n' A Lupa de Alguém?

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Para os blogs do ano?


 


É verdade!


Por incrível que pareça, nem só os famosos e habituais blogs são nomeados, e a surpresa deste ano é a nomeação de um blog dos nossos, comuns mortais, aqui do Sapo, que já existe há vários anos, inclusive com dois livros editados, e que viu finalmente ser-lhe reconhecido o mérito.


Falo do blog da Anabela: A Lupa de Alguém!


 


 


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Para quem não sabe, a Anabela é operadora de caixa, e o seu blog fala das várias experiências que foi tendo, e ainda tem, com os clientes que atende. Há cenas engraçadas, divertidas, e outras de deixar os cabelos em pé a qualquer uma.


Por isso, está nomeado na categoria de Entretenimento.


 


Já é muito bom estar ali entre os nomeados, e a concorrência é forte, mas a esperança é a última a morrer e seria tão bom ver um blog como este vencer o prémio, e mostrar que não são sempre os mesmos a levar o prémio para casa.


Vamos apoiar e votar n'A Lupa da Anabela?!


 


 

Do amor...

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O amor não costuma fazer grandes amizades com as palavras. Sobretudo, quando essas palavras, pronunciadas inúmeras vezes, estão em constante contradição com a forma como aqueles que as dizem, agem.   


Outro dos grandes problemas do amor, é que nós queremo-lo tanto, que muitas vezes o procuramos em várias direções ao mesmo tempo, sem nunca chegar ao final de nenhuma, para saber se ele lá está. E, muitas vezes, tentamos alcançá-lo tão longe, quando ele está perto de nós. Simplesmente, não soubemos decifrar os sinais.


Talvez porque não estivéssemos ainda preparados para o encontrar, para o reconhecer, para o acolher.


Ou porque é tão mais fácil guiarmo-nos por ilusões, por fantasias que vamos criando na nossa mente e que, mais tarde, percebemos que não passaram disso mesmo.


Por vezes, conseguimos percebe-lo a tempo. Outras, chegamos tarde e desperdiçamos aquele amor que estava ali para nós.


Faz parte da vida…


E nós, vamos aprendendo com ela...

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

5 filmes que quero ver na Netflix

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Sierra Burgess Is a Loser


"Um SMS para o número errado inicia um romance virtual entre uma jovem esperta mas impopular e um atleta que pensa estar a falar com uma líder de claque que é um espanto."


 


 


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Tal Pai, Tal Filha


"Depois de ser abandonada no altar, uma executiva publicitária viciada no trabalho acaba por fazer a viagem de lua de mel com o seu pai, num cruzeiro às Caraíbas."


 


 


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Set It Up


"Dois viciados no trabalho levam os seus assistentes ao desespero a ponto de se unirem para fazer com que os seus chefes se apaixonem."


 


 


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Alex Strangelove


"Os planos do aluno de liceu Alex Truelove para perder a virgindade com a sua adorável namorada Claire dão para o torto quando conhece o também adorável Elliot."


 


 


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Aniquilação


"Quando o seu marido desaparece durante uma missão secreta, a bióloga Lena junta-se a uma expedição a uma misteriosa região isolada pelo governo dos EUA."

Há professores...

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...e há pessoas que são pagas para dar aulas.


O professor de educação física da minha filha inclui-se nesta segunda categoria.


 


Que a minha filha não gosta de educação física já é sabido. E que para a maior parte das actividades que se fazem nas aulas não tem grande jeito, também é certo. Sai à mãe!


Ela própria já disse ao professor, quando este lhe perguntou o quanto gostava de educação física, que de o a 5, era 0.


Mas é missão do professor incentivar os alunos, motivá-los, encontrar alternativas que os façam ver a educação física com outros olhos. E encontrar formas de avaliar distintas, o que não é o caso.


Para este professor, há metas mínimas a atingir e, caso não atinjam, têm negativa. Essas metas baseiam-se unicamente em aulas práticas.


Portanto, a minha filha sabe que a negativa está sempre garantida, enquanto tiver este professor.


 


Todos nós sabemos que as aulas tanto podem ser feitas no interior, como no exterior. Sendo que o exterior é, por norma, usado para a parte do atletismo, e jogos que podem ser feitos ao ar livre.


O professor lembrou-se de os pôr a fazer prancha sobre uma bola de basquete, em pleno alcatrão. 


Correu mal à minha filha que, quando ia a levantar-se, desequilibrou-se e bateu com o cotovelo no chão, arrancando a pele.


Tudo bem, são acidentes que acontecem, e ela não é nenhuma flor de estufa. Mas estava a sangrar, e o professor lá lhe disse para ir lavar o braço.


A auxiliar que ali estava, para além de lavar-lhe a ferida, achou por bem pôr um pouco de betadine.


Ela voltou para a aula.


 


E o professor? O professor reclamou por ela estar com betadine, porque só tinha mandado lavar!


A sério?!


O ideal tinha sido ir à enfermaria, limpar a ferida, pôr betadine e tapar aquela zona, pelo menos enquanto estivesse na aula, para evitar outro acidente, no mesmo sítio, protegendo assim a ferida.


E ele estava preocupado com o facto de ter betadine? Estaria com medo que manchasse o alcatrão?!


Sem comentários...


 


 


 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Está de volta o The Voice Portugal

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas a sorrir, pessoas em pé e noite


 


Regressou à RTP, no domingo, mais uma edição do The Voice Portugal.


 


Continuamos naquele registo demasiado lamechas para o meu gosto, a apelar mais ao sentimentalismo, do que à qualidade dos concorrentes.


Continuamos com as reacções e caretas exageradas e pouco naturais dos mentores, com discursos da treta, que usam para o lado que mais lhes convém, do género "ah e tal, desafinaste um pouco, por isso não virei", para a seguir dizerem "ah e tal, houve aí algumas coisas, mas isso é natural por ser uma prova cega, pode ser controlado, vem para a minha equipa". 


Continuamos com a postura de "quero, posso e mando" do Mickael Carreira que, simplesmente, não sabe estar, ou quer-se armar, mas não lhe fica bem, de todo. O pôr-se em pé em cima da cadeira, o carregar no botão com os pés, tudo mais do mesmo.


 


 


Em relação aos concorrentes, estes foram os que mais gostei:


 



A Rita


 


 



O Isaías


 


 



Marco e Pedro


Pessoalmente, gostei mais da segunda música que cantaram, mas não há dúvida de que saberia bem ouvi-los cantar em substituição de muitos que só sabem gritar.


 


 



Salvador


Não percebo como é que só dois mentores viraram a cadeira, mas o Salvador fez bem em escolher, desta vez, um mentor diferente.


 


 


Momento " a tua cara não me é estranha":


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Bruno


Já participou no Just Duet, onde ficou na equipa do Agir. Como já tinha acontecido nessa altura, ele gosta de arriscar mas, o resultado, é uma mistura de espectacular com sofrível.


 


 


O momento "somos todos Portugal":



Diana


 


 


O momento "The Voice Portugal - Make a Wish": 


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Marvi


 


Aguardam-se as próximas provas cegas!


 


Imagens The Voice Portugal

Sonhos estranhos que parecem reais

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No outro dia tive um daqueles sonhos estranhos que, volta e meia, me visitam.


Algo estava a substituir a pessoa que sou, por qualquer outra coisa que estava a entrar dentro de mim e a transformar-me, sem que eu pudesse fazer nada para o impedir.


Senti essa coisa a entrar em mim, e acordei, com o corpo completamente dormente, sem me conseguir mexer, tal como no sonho. Só ao fim de alguns minutos percebi que ainda era eu, e o meu corpo voltou ao normal.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Frase do dia

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"Inacreditavelmente, faz-se hoje um esforço inadmissível de tornar os robôs mais humanos e, ao mesmo tempo, estamos a robotizar o comportamento humano."


 


(Carlos Neto - professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa)


O primeiro passeio de Outono (com sabor a verão)!

Ontem foi o primeiro dia de outono. 


Com ele, parece ter vindo o verão tardio, que convida a passear e aproveitar antes que vá embora.


Sabemos que muitos adolescentes, por vontade deles, ficavam o dia inteiro agarrados ao telemóvel. A minha filha teria preferido ficar em casa, até porque não tem o mesmo interesse que nós pela natureza. Mas há que contrariar essa tendência.


Daqui a pouco, não vai poder andar a passear descontraída, sem mais nada que fazer. 


Por isso, aproveitámos a folga inesperada do meu marido, e fomos até à zona do Vimeiro, onde visitámos, primeiro, o Parque da Fonte Lima e, em seguida, a zona do vale do rio Alcabrichel, onde fica o balneário da Fonte dos Frades, e o caminho até à praia de Porto Novo.


 


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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Desafio de inglês de solução desconhecida

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A minha filha trazia como trabalhos de casa de inglês, uns exercícios de vocabulário sobre acampamentos de verão, em que tinha que ordenar as letras para formar palavras relacionadas com os vários grupos.


Com dicionário, alguma imaginação e pesquisa na internet, conseguimos descobrir quase todas.


 


Menos esta, que pertence ao grupo Footwear:


 


S - E - W - L - I - L - E


 


Provavelmente, a solução é facílima, e está à vista, mas os meus olhos, nem depois de quase 10 combinações possíveis, conseguem ver qual será a maldita palavra!


 


Alguém com uma visão mais apurada que eu, e com o cérebro ainda não frito, que queira adivinhar?!


 


 


Actualização: será W E L L I E S? (Galochas)

Como ficar com a boca destruída em pouco tempo

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Sobre os advogados que são atribuídos às pessoas que pedem apoio judiciário à Segurança Social, há aquela ideia generalizada de que, como são mal pagos, não querem saber dos clientes e nada fazem para defender os seus interesses como fariam se, em vez de serem pagos pelo instituto competente, a baixo custo, fosse o cliente a pagar o valor justo pelo serviço.


A verdade é que os advogados só trabalham nesta modalidade se se inscreverem para tal. Ninguém os obriga. E nem todos são iguais.


 


No entanto, e no que diz respeito aos dentistas, começo a concordar com essa opinião generalizada. Ninguém os obriga a aderir a programas de saúde dentária, como é o caso do "cheque dentista". Mas, se aderiram, só têm que fazer o mesmo trabalho que fariam se fosse eu a pagar do meu bolso.


Em Agosto marquei consulta na clínica para a minha filha, supostamente, para a mesma médica onde tinha ido antes. Afinal era outra, com o mesmo nome.


Estávamos na sala de espera quando sai de lá uma adolescente a queixar-se da boca. Chamaram a minha filha.


Ia apenas fazer uma destartarização, e pôr selante em alguns dentes.


Saiu de lá com os lábios todos feridos e inchados, e assim continuaram por uns 3 ou 4 dias, gretados, a sangrar.


O meu marido está farto de fazer destartarizações, numa outra clínica, e nunca ficou assim.


 


Tanto a outra adolescente, como a minha filha, tinham lá ido no âmbito do "cheque dentista".


Não sei se é a médica que não tem mesmo jeito nenhum, ou nem se preocupou em ter cuidado porque não está a ser bem paga para isso.


Tinha que marcar mais duas consultas, uma para setembro e outra para outubro, para completar os tratamentos, porque senão não tenho direito aos próximos.


Mas se ela, com uma simples destartarização, já ficou com os lábios naquele estado, nem quero imaginar o que poderá acontecer quando for lá novamente. Ainda por cima a médica falou que se calhar teria que usar a broca...


 


Acho que me vou esquecer dos cheques dentista e, quando precisar, pago do meu bolso. Pode ser que seja melhor tratada! 


 

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Da homossexualidade...

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No outro dia, ia com o meu marido e a minha filha a passear em Lisboa.


A pé, parámos numa passadeira, à espera do sinal verde. Por nós passou um casal, de mãos dadas, tendo ficado à nossa frente.


Enquanto esperavam pelo sinal, beijaram-se. Notava-se a felicidade no rosto e o ar apaixonado.


O sinal abriu, e seguiram o seu caminho, indiferentes a tudo e a todos, porque o amor é algo perfeitamente normal, e nada mais importa quando se tem a pessoa certa ao nosso lado.


Iam sorridentes, felizes...como nem sempre vemos nos casais com os quais nos deparamos.


 


Eram duas mulheres.


Poderiam ser dois homens.


Poderia ser eu e o meu marido.


 


E daí?


 


A felicidade de cada um, só cada um pode lutar por ela e vivê-la. 


A vida de cada um, só a si diz respeito, e a mais ninguém. E o amor é universal.


 

Onde é que eu enfiei o raio dos livros?!

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O problema das pessoas demasiado organizadas é que não gostam de tudo ao molho e fé em deus, e arrumam tudo, para desocupar o espaço que será necessário para algo mais útil.


O problema de ter todos os anos ter montes de livros, cadernos e material para arrumar, é que já não sabemos onde pôr tanta tralha, e temos que inventar.


Lá arrumado fica! O pior é quando temos que descobrir, meses depois, onde é que estão!


 


 


Segunda-feira, depois da primeira aula de Educação Visual, veio a lista de material para casa. Era preciso a capa do ano anterior, até para ver que material lá estava, ou era preciso comprar.


Onde é que estará a capa? - pensei eu.


Comecei por procurar na sala. Nada. Havia uma, mas era mais antiga.


Vi no meu quarto, debaixo da cama. Nada.


Fui ver nas caixas que estão no corredor. Tirei caixa atrás de caixa e mais caixinhas, para não encontrar nada, e ter que pôr tudo no sítio novamente.


Até que fui ver debaixo da cama da minha filha, e lá estava ela!


 


 


Ontem, quando cheguei a casa, a minha filha disse-me que ia precisar do livro de Geografia do 8º ano, para o professor dar uma parte da matéria que alguns alunos não tinham dado o ano passado.


Boa! Onde é que eu terei guardado os livros?


Comecei pelas ditas caixas do corredor. Não encontrei.


Vi na sala. Não encontrei.


Tirei todas as caixas que tinha debaixo da minha cama. Nada.


Revirei todas as caixas que a minha filha tinha no quarto. Nem sinal.


Voltei às caixas do corredor, para ver ao pormenor. Só encontrava coisas do 7º, 6º, 5º e até da primária. Mas nada de oitavo ano.


Não sabia onde mais procurar.


Fomos jantar, mas o meu cérebro continuava a tentar perceber onde teria eu enfiado o raio dos livros, e andava de divisão em divisão, a olhar para todo o lado, à espera de descobrir o tesouro.


 


Uma coisa é certa: eu não dei os livros, não os deitei fora, e a casa não tem buracos. E tinha a certeza que deviam estar por perto.


Exclui a casa de banho e a cozinha. Sobravam dois quartos e uma sala, mas já tinha procurado em todos os sitios possíveis e imaginários.


Fui ao quarto da minha filha ajeitar os cortinados, e só então se fez luz!


 


Quando andámos a dar voltas à roupa que a minha filha não vestia, desocupámos a gaveta da cómoda. Teria lá posto os livros?


Num misto de "descobri a pólvora" e "se não estiverem ali, não sei que mais faça", abri a gaveta e, voilá: todos os livros e cadernos do 8º ano arrumadinhos!


Eu sabia que estavam por perto. Quase me mordiam!


Quem é que se lembra de arrumar livros numa gaveta?!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A Firma, de John Grisham

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Imaginem que estão a acabar o vosso curso universitário e já têm várias ofertas de emprego à escolha, cada uma melhor que a outra.


Imaginem que aparece uma outra, melhor que todas as restantes.


"A oferta" - aquela que é impossível recusar, de tão inimaginável que é.


 


Um ordenado milionário, um carro topo de gama à disposição, oferta de crédito para compra de casa a juros simbólicos, dinheiro para compra de roupa a condizer com o cargo, mobiliário para a casa nova à escolha e por conta da empresa, e mais umas quantas regalias, não só para a própria pessoa, como para o resto da família.


 


Quem não quereria agarrar esta oportunidade? Sobretudo, se até aí sempre conheceu dificuldades financeiras e aperto?


 


É assim que Mitch entra para "A Firma".


Mas, com o tempo, tanto ele como Abby - sua mulher - verão que nem tudo são rosas, e que nada é oferecido, sem se pedir algo em troca. Para além de o entupirem de trabalho, e de passar quase todo o dia enfiado no escritório, incluindo os fins de semana, percebem que "A Firma" se preocupa demasiado com aspectos da vida pessoal dos seus funcionários, que não lhe dizem respeito, que quer controlar demasiado as suas vidas. 


E nem desconfiam do que "A Firma" é capaz e que, a partir do momento em que Mitch foi contratado, entrou num beco sem saída onde só tem duas hipóteses - pactuar com os crimes cometidos, e arriscar-se a ser preso, ou denunciar "A Firma" ao FBI, e acabar morto como alguns dos seus colegas, falecidos em circunstâncias duvidosas.


 


Ninguém sai d' "A Firma" de livre vontade, vivo. A não ser que se reforme, e mantenha a boca fechada. Para isso, arranjam forma de garantir a cooperação e silêncio, recorrendo à chantagem, feita à base de situações comprometedoras provocadas pela própria empresa. Instalam escutas no edifício d' "A Firma", na casa dos advogados associados e sócios, e nos carros que lhes oferecem, para que nada lhe escape.


 


No início, apenas dão o trabalho legal aos associados, que permanecem desconhecedores da verdade. Com o passar dos anos, quando já estão dependentes e presos demais para sair, apresentam-lhes a verdade: que "A Firma" é uma fachada para os negócios ilícitos da Máfia.


 


E é atrás da Máfia que o FBI anda, e entrará em contacto com Mitch, para obter a sua colaboração, em troca de protecção, sob pena de, recusando, ser preso juntamente com os outros. Se trair a firma, a Máfia virá atrás de si para o aniquilar.


Conseguirá Mitch, vigiado e controlado em cada passo que dá na sua vida, seja no escritório, no carro ou em casa, descobrir uma possibilidade de fuga, e permanecer a salvo?


 


 


Comprei este livro há uns anos. Esteve, desde então, na estante.


Como já li todos os livros que encomendei, mais recentes, lá peguei nele.


Comecei a ler, e gostei. Fui pesquisar mais sobre o livro, e apareceu-me o filme! Nem sabia que havia um filme inspirado no livro. De 1993. Então, mas se o livro só saiu em 2012, como é que em 1993 já havia um filme? Afinal, a primeira edição do livro é de 1991.


 


O filme ainda é longo, mas vale a pena ver. O meu marido já o tinha visto, e nunca disse nada. Como sempre, a base está lá, mas mudaram algumas partes da história, inclusive o final, que gostei mais no filme.


No livro, a história desenrola-se também a um ritmo alucinante, mas de forma mais detalhada e demorada.


 


 



SINOPSE



Mitchell McDeere, um jovem e ambicioso recém-formado em Direito na prestigiada Universidade de Harvard, acaba de ser contratado pela Bendini, Lambert & Locke, uma firma exclusiva de Memphis. Para Mitch e Abby, a sua mulher, acabaram-se as preocupações financeiras: além do salário chorudo, a firma entregou-lhe as chaves de um BMW novinho em folha, concedeu-lhe uma vantajosa hipoteca para a compra de uma bela vivenda, liquidou os empréstimos contraídos para pagar os estudos e até contratou uma decoradora para os ajudar. 

Mas Mitch devia ter-se lembrado do que o seu irmão Ray, a cumprir uma pena de quinze anos numa prisão, já sabia: não se recebe o que quer que seja sem dar nada em troca. E agora o FBI está empenhado em destruir a firma e precisa da ajuda de Mitch. Encurralado entre a espada e a parede, a única opção que lhe resta é lutar para salvar a própria vida.

 


 


 

terça-feira, 18 de setembro de 2018

ZOO - a série da Netflix sobre o Homem e os animais

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Gostam de animais?


Gostam de ciências e investigação?


Gostam de suspense e mistério?


Gostam de policiais, com teorias da conspiração e agentes infiltrados e corruptos à mistura?


Gostam de dramas familiares?


Gostam de romance?


Gostam de acção e surpresas constantes?


 


Então esta é a série ideal!


 


 


Tudo começa com um ataque de leões fora do normal na selva africana, onde são apresentadas as personagens principais:


 


Jackson - um perito em comportamento animal que vê, nestes estranhos ataques que estão a ocorrer, uma possível ligação com as teorias do seu pai, que o levaram à loucura, a perder a credibilidade e o trabalho, e a ser abandonado pela família


 


Abraham - um guia de safári, melhor amigo de Jackson que o vai acompanhar na busca da verdade, depois de ser salvo de um ataque de leões


 


Chloe - é uma agente secreta francesa, única sobrevivente de um dos ataques dos leões em África, que escapa com a ajuda de Jackson


 


Jamie - uma jornalista que vive para uma única missão - destruir a Reiden Global - uma companhia produtora de pesticidas e alimentação para animais, que ela acusa de ter matado a sua mãe, e de actuar de forma ilegal, pondo em perigo a vida das pessoas e dos animais


 


Mitch - um veterinário patologista que é procurado por Jamie para a ajudar a destruir a Reiden Global, mas que acaba por dar uma preciosa ajuda na investigação 


 


 


Alguém, que não conhecem, junta estas 5 pessoas, para que descubram o que se está a passar com os animais em todo o mundo, a razão para a mudança de comportamento e ataques inexplicáveis que estão a cometer, e como impedir essa ameaça, oferecendo-lhes recursos e levando-os a viajar para locais distintos.


 


Estarão os animais a ficar mais inteligentes? A deixar de ter medo dos humanos? A transmitir alguma mensagem ao Homem? A desafiá-lo? A provar que, a partir de agora, são eles que mandam, e é o Homem que deve ter medo? Será uma forma de vingança contra aqueles que, ao longo de séculos, os trataram mal?


Ou haverá, mais uma vez, responsabilidade humana nesta transformação?


 


A longo da série, alguns segredos vão sendo desvendados, percebemos que nem todos são quem pensamos que sejam, e que não é só da parte dos animais que vem o perigo! E não vai ser fácil lidar com os ataques que lhes fazem, de todas as frentes.


 


A série da CBS tem 3 temporadas, de 13 episódios cada uma, e foi inspirada no livro de James Patterson, com o mesmo nome. A quarta temporada foi cancelada por fracas audiências, mas as 3 temporadas podem ser vistas na Netflix.


 


 

A Lagoa de Óbidos

No domingo fomos visitar a Lagoa de Óbidos, aproveitando para fazer uma caminhada e tirar estas fotografias:


 


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Aqui poderão consultar alguma informação relativa à Lagoa de Óbidos.


Dada a extensão e tamanho de toda a Lagoa, só vimos uma pequena parte, mas valeu a pena!


 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!