sexta-feira, 31 de maio de 2019

Não Me Deixes, de Gilly MacMillan

Wook.pt - Não Me Deixes


 


 


Num domingo como outro qualquer, Rachel e o seu filho, Ben, passeiam pelo bosque com o cão de ambos.


Quase na hora de irem embora, Ben pede para ir ao baloiço de corda. A mãe acede. Ben propõe ir à frente com o cão, já que conhece bem o caminho. A mãe fica relutante mas, achando que não haverá problema, deixa-o ir.


Quando ela chega lá, Ben não está.


Desapareceu. E ninguém sabe dele.


É o início do pesadelo...


 


 


A polícia em geral, e os investigadores, em particular, estão ainda muito ligados a estereótipos, no que se refere ao perfil de um criminoso.


Isso, e o facto de o tempo estar a passar, e haver pressão para se encontrar um culpado o quanto antes, podem levar a que se cometam erros que só prejudicam e empatam ainda mais a investigação, podendo até descredibilizar as entidades envolvidas.


 


 


Foi o que aconteceu nesta investigação, quando Jim decidiu ir atrás de uma pessoa que encaixava no perfil, e que até teria motivos para o fazer, apostando tudo nessa teoria, quando o verdadeiro culpado andava por aí.


E, por incrível que pareça, teve que ser a mãe, a pessoa que mais foi afectada, e cujo discernimento e raciocínio poderiam estar toldados pelas emoções resultantes de todos os acontecimentos, e julgamento público, a fazer aquilo que mais ninguém teve competência para fazer!


 


 


Mas não são só as entidades policiais a guiar-se por esses estereótipos.


Também as pessoas têm muito essa tendência e, nos dias que correm, é muito fácil acusar os outros, ter certezas (mesmo que totalmente descabidas) e julgar os outros por algo que provavelmente nem fizeram, nem são responsáveis. 


Quando se trata de crianças, os culpados são sempre os pais!


Neste caso, a mãe. Aquela mulher irresponsável que deixou o filho caminhar sozinho à sua frente por escassos minutos, num local no qual o miúdo até já estava habituado a andar, mostrando alguma confiança e dando alguma liberdade ao filho.


Como se nós, mães, tivessemos a obrigação de estar cada segundo da nossa existência preocupadas com o que possa acontecer aos nossos filhos e, como tal, andar sempre em cima deles. Que até andamos a maior parte do tempo! Mas não é saudável nem para nós, nem para eles.


O que é certo é que, basta um deslize, e acontecer alguma coisa, para sermos julgadas em praça pública. Ou, pior, sermos mesmo acusadas de crimes.


E, quando são as pessoas a julgar, a acusar, a querer fazer justiça ou manifestar aquilo que pensam, não só através de palavras, mas também de acções, ainda que seja apenas baseado em opiniões, sem provas, boa coisa não se pode esperar.


No caso de Rachel, ela vai sentir a perseguição na pele, tal como o ex-marido, que acaba numa cama de hospital em estado grave.


 


 


E, por vezes, a verdade passa por nós, e nem a vemos! 


Está ali escarrapachada à nossa frente, e não a percebemos.


Porquê?


Porque são pessoas confiáveis. Porque são pessoas inofensivas. Porque são boas... E, mais uma vez, estereótipos que nos são incutidos, e que vamos absorvendo e tomando como certos.


Mas é verdade é que até as pessoas menos suspeitas podem cometer os maiores crimes.


 


 


SINOPSE


"Viras-te por um segundo…E o teu filho desapareceu.
Rachel Jenner distraiu-se por breves momentos. E agora Ben, o seu filho de oito anos, desapareceu.
Mas o que aconteceu realmente naquela fatídica tarde?
Dividida entre a sua tragédia pessoal e uma opinião pública que se virou contra ela, Rachel não sabe em quem confiar. Será que as outras pessoas, por seu turno, podem confiar nela?
O tempo urge para que Ben seja encontrado com vida.
E TU, DE QUE LADO ESTÁS?"


quarta-feira, 29 de maio de 2019

Da abstenção nas eleições do passado domingo

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Eu diria que a abstenção se traduz numa única palavra: desesperança!


 


Muito se tem falado sobre a enorme taxa de abstenção que caracterizou as eleições do passado domingo.


Muitas têm sido as críticas a quem não foi às urnas, a quem não exerceu o seu direito de voto, a quem se esteve a marimbar para o que estava ali em causa, e preferiu ficar em casa, ou ir para qualquer outro lado passear.


 


 


Ah e tal "Abster-se de votar não é uma forma de protesto. Existem outras formas de mostrar descontentamento."


Ah e tal "Quem não vota não tem depois o direito de reclamar ou exigir nada, porque não fez nada para mudar o que considera que está mal."


Talvez.


 


 


Mas uma coisa é certa: 


Não chega apenas apelar ao voto.


Não chega a possibilidade de votar em branco.


Não chega ir lá e entregar um voto nulo.


 


 


 


Mais do que isso, é preciso que surja um candidato/ partido, que nos faça acreditar na causa que defende, que nos convença de tal forma, que nos leve a levantar o rabo do sofá para dar esse voto de cidadania (e de confiança) com vontade, e gosto por exercer o nosso direito. Com esperança numa mudança.


E não é o que acontece hoje em dia, à excepção, talvez, do PAN, que tem vindo a marcar pontos e a revolucionar aos poucos. O PAN é aquele que, à falta de outro melhor, acaba por se mostrar diferente, e mais convincente. Mas não ainda o suficiente.


 


 


Os portugueses vivem em desesperança pelas propostas que são apresentadas. São mais do mesmo. E do mesmo que ninguém quer.


Os portugueses acreditam que, qualquer um que seja escolhido, fará o mesmo que os outros, mesmo que tenha prometido o contrário.


 


 


Só no momento em que surgir alguém capaz de revolucionar o actual panorama político, capaz de nos fazer juntar à causa, e lutar por ela, como fazemos, hoje em dia, em tantas outras áreas, se poderá reverter este quadro de abstenção.


Isso, ou então acenar aos portugueses com uma "cenoura", a que terão direito se cumprirem a sua parte (votando). Por norma, costuma ser ainda mais eficaz!

Absentia 2: o final trouxe mais perguntas que respostas!

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Terminou ontem a segunda temporada de Absentia.


Mas, se achávamos que o episódio de ontem ia esclarecer tudo o que não foi mostrado e explicado na primeira, bem como nos episódios anteriores desta segunda temporada, enganámo-nos.


O episódio final deixou-nos com mais perguntas, do que respostas, e a promessa de uma terceira temporada em que, quem sabe, elas poderão ser respondidas... ou não!


 


 


O que é certo é que, como tínhamos falado no post anterior, uma parte do nosso desejo concretizou-se: a Alice não era inocente, e estava envolvida naquelas experiências!


No entanto, achei que tentaram, ainda assim, minimizar a participação dela, com a desculpa de que ela não sabia em que é que o seu mentor estava a trabalhar, e que amava, realmente, o Nick e o Flynn.


 


 


Comigo, não colou!


Uma vítima deste tipo de esquemas não atira a sangue frio na única pessoa que a podia denunciar. Fica receosa, nervosa, perde o controlo, tenta fugir, mas não age daquele modo premeditado. Penso que ela sabia muito mais, e estava muito mais envolvida, do que deram a entender.


Confesso que, quando ela sugeriu o acampamento, pensei que fosse mostrar a sua verdadeira cara, e atacar o marido e o enteado, de alguma forma.


Agora, é mais uma que não poderá falar, já que está morta, e levou consigo os segredos.


Porque é que Julianne Gunnarsen a matou?


 


 


E terei sido só eu que achei demasiada coincidência a Alice ter uma suposta irmã de nome Laura? Não será Laura, Laurie? 


Aguarda-se a próxima temporada!

WHAT IF?...


 


Mais uma série da Netflix a seguir, sem dúvida!


 


Neste thriller obscuro, que marca o regresso de Renée Zellweger, numa personagem muito diferente do que estamos habituados a vê-la, é explorado o efeito cascata, provocado por ações socialmente inaceitáveis, feitas por pessoas consideradas normais. 


 


What if (e se)... de repente, alguém chegasse ao pé de nós e nos propusesse realizarmos o nosso sonho, a troco de algo que nunca imaginaríamos?


 


Lisa é uma cientista que não consegue encontrar financiadores que invistam e apostem no seu projecto, e está a ponto de ter que despedir os seus colaboradores, com várias dívidas a saldar. Sean, o seu marido, tem a oportunidade de entrar para os bombeiros, mas isso significa deixar o seu trabalho actual, e com várias contas para pagar, é uma oportunidade que vai ter que abdicar. 


Até que, após uma conversa com uma cliente num bar, Sean consegue uma reunião para Lisa, com Anne Montgomery.

Esta misteriosa mulher de negócios, acaba por fazer uma proposta a ambos: ela avança com o financiamento de que Lisa precisa e, em troca, Lisa deixa o seu marido passar uma noite com Anne, sendo que, tudo o que acontecer naquela noite, não poderá ser revelado, sob pena de Lisa perder a sua pesquisa e projecto para Anne.

Depois de conversarem, ambos decidem aceitar a proposta, e assinar o contrato.

Mal eles sabiam que esse seria o primeiro passo para tudo o que viria a seguir, e para as voltas que as suas vidas iriam levar.

 

 

Ao mesmo tempo, temos Angela e Todd, amigos de Lisa e Sean, que estão prestes a ser pais, mas irão ver-se envolvidos num jogo doentio e perigoso, do qual poderão não sair com vida.

 

Por outro lado, temos Marcos, irmão de Lisa, gay, um rapaz tímido e muito fechado, que esconde um segredo que o atormenta, e que pode destruir a sua família tal como a conhece até hoje.

 

 

 

Na vida, muitas vezes, não passamos de meros peões, utilizados pelos outros para fazerem grandes jogadas à nossa custa, para bem dos seus próprios interesses.

Também aqui na série vemos isso, não só, mas sobretudo, na personagem de Anne.

Quem é realmente? De onde veio? Como fez fortuna? Ninguém sabe...

O que vemos, é uma mulher fria, calculista, pretensiosa, astuta, por vezes até, algo sádica, inteligente e poderosa, com um poder extraordinário para ler a mente das pessoas, antecipar os seus movimentos e prever as suas acções, como se conhecesse a fundo o que pensam, como se sentem, o que querem, a sua verdadeira personalidade.

 

 

Anne poderá ter sido, em tempos, uma vítima. Não o é mais. Mas não hesita em fazer vítimas, se isso lhe convier. Será que as escolhe ao acaso? Ou nada do que faz é ao acaso? 

E qual é o objectivo concreto de Anne, relativamente a Lisa e Sean?

Uma noite de sexo? A destruição de um casamento? Um negócio lucrativo? O simples prazer de pisar e inferiorizar as pessoas? A destruição da vida dos outros?

Ou haverá algo muito maior que isso? Um segredo há muito guardado? Uma verdade que tem que, inevitavelmente, vir à tona, e só o poderia ser desta forma?

 

 

O que Anne pode não contar, é que o feitiço se vire contra o feiticeiro e que, afinal, os peões do seu jogo da vida real, ao contrário do xadrez, tenham mais força e poder do que imagina, e consigam derrubá-la.

 

 

 



 



 

 

 

terça-feira, 28 de maio de 2019

Alta Mar é... altamente!


 


"A história passar-se nos anos 40, a bordo de um navio transatlântico, que vai de Espanha para o Brasil, e foca-se em duas irmãs que embarcam à procura de uma nova vida e por lá conhecem outras personagens.
Durante a travessia, ocorre um assassinato e, ao se investigar a origem do crime e a identidade do assassino, começam a desvendar-se segredos obscuros.
Amor, intriga e uma teia de mentiras entrelaçam-se, a bordo de um navio que guarda um segredo terrível nas suas entranhas e onde cada camarote encerra uma história. Só uma coisa é certa: o assassino está a bordo."


 


 


Desde que li a sinopse desta série, que iria estrear em Maio na Netflix, que fiquei curiosa para a ver.


Aliás, esta, e mais umas quantas.


Mas, das que tinha começado a ver, fiquei-me pelo primeiro episódio.


Já esta, vi-a toda no mesmo dia!


 


 


São 8 episódios em que chegamos ao fim de um, com uma cena que nos faz querer ver logo o seguinte, e assim sucessivamente, até ao final.


Em cada episódio, suspeitamos de uma personagem diferente e, quando achamos que, afinal, aquela personagem até é boa gente, a série troca-nos as voltas. Mas, depois, nem tudo é o que parece e, talvez, aqueles que parecem culpados não o sejam.


E é assim que a série vai baralhando as cartas e deixando-nos em suspense, sem saber o que vai sair dali, e quem é culpado, ou inocente.


 


 


Eva e Carolina embarcam no navio de Fernando, noivo de Carolina, com destino ao Brasil, e casamento marcado durante a travessia, a bordo do mesmo.


A acompanhá-las, a governanta, a filha desta, e já no navio, o tio de ambas, Pedro, e o Dr. Rojas.


A viagem surge como um recomeço para todos, após a guerra, e depois do falecimento do pai de Eva e Carolina, e a venda da sua fábrica de sapatos.


 


 


Logo antes da chegada ao navio, Eva acaba por ajudar uma desconhecida que quase atropelaram, levando-a escondida num baú para dentro do navio.


Mais tarde, essa mulher é atirada ao mar, e Eva tenta investigar quem o poderá ter feito. Até que um passageiro de terceira classe confessa o crime, acabando o mesmo por ser encontrado morto, num suposto suicídio.


Alguém quer que a verdade permaneça oculta, e os passageiros tranquilos durante a viagem mas, ainda assim, são visíveis as distinções entre classes, e a forma como são tratados.


Por outro lado, percebe-se que alguém anda atrás de algo que as irmãs trouxeram para o navio, e que as pode colocar em perigo. Algo que terá a ver com a utilização ilícita da empresa de sapatos do pai, para negócios duvidosos. Uma prova que poderá levar alguém mpara a cadeia por muitos anos, e que tem de ser eliminada a qualquer preço.


 


 


E, basta confiar na pessoa errada, para que as consequências sejam as piores que se poderia imaginar.


Conseguirão Eva e Carolina perceber quem está, de facto, do lado delas?


Conseguirão escapar com vida?


E se o inimigo for a pessoa mais próxima, e a quem mais amam? 


 


 


 



 


 

segunda-feira, 27 de maio de 2019

A todos os condutores que andam por aí...

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C1 - Sentido proibido


Indicação da proibição de transitar no sentido para o qual o sinal está orientado.


 


 


... e que já não se lembram do que significa este sinal, recomendo um refresh, para voltar à memória as regras de trânsito que aprenderam, e que tiveram que saber para poder andar por aí a conduzir.


Relembrem que este sinal indica "sentido proibido", e isso significa que não podem circular nesse sentido. Não é um convite a fazer precisamente o contrário!


 


Mas, se o problema é apenas falta de visão, as ópticas costumam ter uns descontos baratos em lentes e armação. Até ali nos hipermercados ou no chinês se arranjam uns óculos baratuchos para ajudar a ver melhor.


 


Eu sei que, por vezes, a vida não lhes é facilitada, e dá muito mais jeito quebrar as regras, do que dar cinquenta mil voltas por outros caminhos, quando têm aquele mesmo ali à mão. Sim, porque quem o faz conhece bem a zona. Não é alguém perdido que não sabe como sair dali. Mas quem paga são os peões, que vão na rua descansados porque não vem nenhum carro de frente, e depois surge-lhes um maluco por trás, a alta velocidade, a arriscar provocar um acidente desnecessário.


 


 


Porque raios será o proibido tão apetecido?


Já na praia, é a mesma coisa. Os veraneantes podem ver a bandeira vermelha, e saberem que não podem ir a banhos, mas é vê-los todos contentes a arriscar, e a mostrarem-se os maiores!


 


E zonas de acesso restrito ou proibido devido a perigo? É o mesmo que dizer: venham cá que não acontece nada, e o sinal está só aí a enfeitar, à falta de outro sítio onde o colocar.


 


Por isso, a todos os condutores e outros desvairados que andam por aí, se se querem matar, matem-se. Mas deixem os outros viver, que não têm que pagar pela vossa irresponsabilidade. 


 

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Uma espécie de teste: que animal vêem primeiro?

teste


 


Eu identifiquei logo o elefante, e deu-me isto:


 


"Se o elefante chamou a atenção do seu olhar, provavelmente está entre uma das pessoas mais puras do seu círculo. Você acredita na bondade do mundo e sempre procura enxergar as pessoas e coisas que acontecem ao seu redor com bons olhos.


Isso é ótimo, precisamos de seres com um olhar bom e puro, que tenham o poder de enxergar e disseminar o bem por onde passam, mas tome cuidado! As pessoas têm o costume de enxergar sua bondade e gentileza como fraqueza e tentar obter vantagens de maneiras injustas.


Trabalhe para desenvolver sua percepção humana e afaste rapidamente todos aqueles que tiverem intenções ruins. Ainda que queira ajudar, pense em si mesmo primeiro e entenda que, para cuidar de alguém, você primeiro precisa cuidar de si mesmo."


 


Vejam aqui os restantes resultados: https://osegredo.com.br/o-primeiro-animal-que-voce-enxergar-na-imagem/?fbclid=IwAR1yt0NOI7Ml0DbUMF_5FR0oDI1rIzxksIX_fiRygI4eP4rtq8eHoncVUPU

Não há nada como os morangos da nossa horta!

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No outro dia, comprei morangos no Intermarché.


Pedi dos mais verdes, para ver se aguentavam mais tempo. Isto foi num sábado.


 


Não os comi nem nesse dia, nem no domingo. Na segunda-feira, quando fui pegar neles, já não havia propriamente morangos, mas uma espécie de caldo, com pedaços de morangos bolorentos e podres.


Foram todos para deitar fora.


Mais vale os morangos que o meu pai vai tendo lá na sua horta. O sabor nem tem comparação, e duram muito mais tempo!


 


E quem diz os morangos, diz da outra fruta. Nêsperas que, ao fim de dois dias, estão já meio podres. Pêras que de rijas passam para farinhentas. Pêssegos que estão recozidos do gelo, por dentro, e sem sumo. Uvas que apodrecem nos primeiros dias após as comprarmos, e já só se chega a comer um terço delas.


Afinal, tantas exigências com a qualidade dos produtos, e é o que se vê.


Tudo falsificado, com qualidade duvidosa, e curta duração. 


 

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Está a chegar o final de Absentia...

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... e vai deixar saudades!


A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.


Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.


Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.


Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.


 


 


Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 


A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.


 


O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.


A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.


Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.


 


Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 


Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.


 


Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 


 


A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.


 


 


Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.


Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.


Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.


Quem estará por detrás de tudo isto?


 


 


O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.


Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!


 


 


Alguém por aí acompanha a série?


Estão a gostar?


E palpites para o grande final, há?

Descobri uma nova fobia minha: dívidas!

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Felizmente, nunca precisei de fazer gastos descomunais, nem nunca tive grandes despesas extra orçamento, que me levassem a contrair dívidas, que depois não pudesse pagar.


Mas, confesso, já tenho feito vários créditos ao longo da vida.


E, para esses, tenho uma regra que tento nunca quebrar: apenas comprar aquilo que sei que poderei mesmo pagar! Por norma, aquilo que sei que, caso aconteça alguma coisa, terei dinheiro para pagar.


Por exemplo, a minha filha queria comprar um telemóvel novo, que custava quase 200 euros. Acedi a deixá-la comprar, porque sei que, nas suas poupanças, tem esse valor. No entanto, para não lhe custar tanto, optámos pela modalidade de 30 euros por mês, sem juros.


Ou seja, os meus créditos, salvo uma ou duas situações em que não dispunha do montante no momento para pagar a pronto, são de valores que até tenho disponíveis, mas que opto por repartir por vários meses e, assim custar menos, ou permitir uma maior margem de manobra.


 


 


Claro que não posso dizer que "desta água não beberei", porque não sei o dia de amanhã mas, neste momento, há várias coisas que eu precisava de comprar mas, como não tenho dinheiro, e não sei se consigo cumprir um eventual crédito, nem sequer arrisco.


E é esta fobia a dívidas que me atinge, que me impede de fazer aquilo que, muitas vezes, esperariam de mim. Chamem-lhe cobardia, se quiserem. Coração de pedra. Ou outra coisa qualquer. Dificilmente vou mudar esta postura. Mas há momentos em que custa!


 


 


No outro dia, publiquei no facebook uma foto de um gato que aparentava estar doente e ferido, muito apático e a não augurar um bom futuro. 


Ora, a lógica seria pegar nele, e levá-lo ao veterinário. Mas não tinha dinheiro para isso, e ficar a dever não é comigo.


Isto, por vezes, não entra na cabeça das pessoas, que logo comentaram que eu devia ter levado o gato à clínica, que depois o dinheiro se via como arranjar.


Por acaso, a publicação era apenas a manifestação do meu estado de espírito ao ver o gato, e não o poder ajudar. Não era um apelo à angariação de dinheiro. Mas houve quem tivesse a lata de pedir para apresentar a conta do veterinário, porque ninguém ia dar dinheiro só por ver uma foto!


 


 


Fico feliz por ver que há tanta gente amiga dos animais, e disposta a ajudar monetariamente um animal que não conhecem. Mas, e se eu até tivesse feito isso, e o valor angariado não chegasse para pagar a conta? Ficava a dever à clínica? Porque falar é fácil mas, se isso acontecesse, era o meu nome que ficava marcado. Era a mim que viriam, com processos, exigir o pagamento da dívida.


 


Gabo a coragem das associações e de todos aqueles que colocam os animais acima de tudo, e que ficam com contas astronómicas em standby nas clínicas e hospitais, dependentes da boa vontade dos outros, e das próprias clínicas/ hospitais para ir, por um lado, atenuando a conta enquanto, por outro lado, vão aumentando com mais um animal. 


Fazem-no pelos animais, a pensar no bem estar e saúde deles e, por vezes, gostava de ter essa coragem, com os gatos que vou encontrando na vida. Mas a fobia a dívidas impede-me de o fazer, porque sei que não teria condições para tal. Por muito que me custe...


 


 


Se uma clínica ou hospital tem o dever de tratar um animal sem dono, estando a sua saúde e bem estar  ameaçados? Talvez...


A "obrigação" tanto seria de quem se depara com estes animais, como de quem decidiu dedicar a sua vida a tratá-los. Mas ninguém trabalha de graça e, se até se poderia abrir uma excepção, uma vez, essa excepção viraria regra se a cena se começasse a repetir constantemente. Ainda mais sendo particulares a levar esses animais até eles.


 


Por isso, enquanto a minha fobia não passar, não haverá saltos maiores que as minhas pernas!


 

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Faz falta mais respeito, paciência e compreensão com os idosos

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No outro dia fui à Caixa Geral de Depósitos.


Enquanto esperava pelo atendimento, observava uma senhora idosa que estava a utilizar a caderneta na máquina, para fazer as operações.


Atrás dela, um funcionário da CGD, supostamente, a ajudá-la.


 


Mas, na verdade, a forma como ele falava com a senhora, intimidava mais do que ajudava.


Para nós, geração das tecnologias, aquilo pode ser básico mas, para os mais velhos, nem por isso.


Nesses momentos, faz falta mais respeito, paciência e compreensão com os idosos.


 


No entanto, o funcionário falava como se se tratasse de uma criança, a quem já tinha explicado como se fazia, e que não havia jeito de aprender, com pouca vontade de ali estar, de explicar mais uma vez, mais interessado em olhar para o telemóvel, sem perceber que o dinheiro já tinha saído, e que devia dizer à senhora para o retirar.


Quando o fez, mais uma vez, aquele tom de saturação, de enfado.


 


Estas pessoas esquecem-se que, um dia, também lá chegarão, e não iriam, por certo, gostar que os tratassem assim.


 


 


 

terça-feira, 21 de maio de 2019

Dos grandes descontos que usufrui ontem... ou quase!

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Costumo comprar líquido para as lentes de contacto sempre na mesma óptica, aqui na vila.


Eles têm um que é barato, e a que já estou habituada. Há anos que o compro.


No mês passado, estava esgotado o tamanho grande. Levei um pequeno para desenrascar, e ficaram de ligar assim que viesse o grande.


Mas não gosto de ser apanhada desprevenida e, duas semanas depois, sem me dizerem nada, voltei à óptica. Continua esgotado.


Disse-lhe que levava outro, de outra marca, porque não podia arriscar.


Quando perguntei o preço, a funcionária disse-me que assim fazia-me o desconto, por ser cliente habitual, e comprar sempre lá os produtos. 


Achei eu que ia fazer o mesmo preço do outro.


Quando ela me diz o preço, pensei "onde será que está o desconto?". Ao sair da loja, olhei então para o talão, e percebi: o líquido custava 17 euros, e eu paguei € 15,30. O que costumo levar custa 11,50! Não foi mau mas, ainda assim, ficaram a ganhar.


 


 


A seguir fui à farmácia. O funcionário pergunta-me se quero descontar os 2 euros que tenho no cartão. Digo que sim. Tinha feito as contas que os produtos dariam mais de 15 euros. Sempre era uma ajuda.


Mas... Ah e tal, estamos hoje com uma campanha para arredondar o valor da despesa, no seu caso, a conta é 14,74, arrendondava para 15.


Concordei, mas lá se foi o desconto na íntegra!

Quem é o grande culpado pelos males do mundo?

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Testemunhas de Jeová - última parte da conversa


(que já ia longa e eu ainda tinha um alguidar de roupa à espera para estender!)


 


 


Sempre que se fala em Deus, há uma questão que vem sempre a lume: 


"Se Deus existe, e é tão bondoso e generoso, porque é que deixa morrer tantos inocentes, sem nada fazer para os salvar?".


E, acto contínuo, respondem-me sempre "mas não é Deus que faz as guerras, que mata as pessoas..."


Pois não! Mas também não faz nada para o impedir!


 


 


Disse-me, um dia, alguém, que havia uma luta constante entre Deus e o Diabo, e que a intenção era manter o equilíbrio. Se ninguém morresse, ou se todos morressem, tudo se desequilibraria.


Claro que, por vezes, a balança pende mais para um lado do que para o outro.


Imaginem alguém a tentar salvar várias pessoas ao mesmo tempo. Para acudir a uma, não consegue fazê-lo com outra.


Este raciocínio tem a sua lógica, e só perde consistência quando se apregoa aos quatro ventos que Deus é todo poderoso e omnipresente...


Adiante...


 


 


Nessa tarde, as senhoras perguntaram-me quem é que eu achava que era o grande responsável pelos males do mundo, e eu não hesitei em responder: o Homem!


Porque somos nós que cá estamos, somos nós, gananciosos, na ânsia de dinheiro e poder, que passamos por cima de tudo e de todos, que começamos as guerras, que matamos, que destruímos os nossos recursos, a natureza que nos rodeia, que provocamos, directa ou indirectamente, catástrofes como incêndios e outras resultantes de alterações climáticas, por obra da poluição para a qual todos os dias contribuímos, somos nós que, muitas vezes, provocamos acidentes, e por aí fora.


No fundo, somos nós, humanos, que cá vivemos, que não sabemos gerir aquilo que temos ao nosso dispôr, que não sabemos partilhar aquilo que conseguimos obter, que só nos preocupamos connosco e agimos naquela de "salve-se quem puder, de preferência, eu!".


Depois, existem, claro, aqueles fenómenos que ninguém sabe explicar, as ditas "causas naturais" pelas quais, eventualmente, ninguém será responsável.


 


 


Ora, assim sendo, tudo isto iliba Deus de qualquer responsabilidade nos males de que somos vítimas. E, não sendo responsável, também não tem por que resolver as coisas por nós.


Mas, lá volta a eterna questão:


"Se Deus existe, se é todo poderoso e omnipresente, se é justo, se é conhecido por castigar os maus, e proteger os bons, porque é que, na prática, não vemos isso?".


Porque é que continuam a partir os melhores, e a ficar por cá os piores? Porque é que o bem é premiado com a morte, e o mal, com a vida?


 


 


 


Nem de propósito, lembrei-me deste poema de Luís de Camões, que a minha filha tem no manual de português:


 


Ao desconcerto do mundo

Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado:
Assim que só para mim
Anda o mundo concertado.


 


Reflete ou não, a realidade dos nossos dias?!


 


 


 

segunda-feira, 20 de maio de 2019

A final da Eurovisão e a precisão das casas de apostas

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É verdade que, no sábado, as atenções estavam, quase totalmente, viradas para a final do campeonato de futebol, e já com tudo a jeito para rumar ao Marquês, para celebrar a vitória do Benfica. Mas sábado foi, também, noite de final do Festival Eurovisão da Canção. E eu fui, certamente, das poucas que preferiu este concerto gratuito, no conforto da sua cama, a andar por aí a buzinar com cachecóis vermelhos, e enfiar-se na confusão/ multidão lisboeta.


 


 


Perguntava o meu marido: "mas quem é que se lembra de emitir o Festival da Canção no mesmo dia da final do campeonato?". Esquece-se de que esta final foi marcada muito antes.


E, além disso, não aconteceu precisamente o mesmo no ano em que Salvador Sobral venceu?! Era eu em casa, eufórica por a vitória ter calhado a Portugal, e o meu marido, no trabalho, a vibrar com a vitória do Benfica!


Este ano, era ele na sala a ver a festa benfiquista na TV, e eu, no quarto, com uma enorme dificuldade em manter os olhos abertos até ao final, a ver o desfile das canções, e em espera pelo resultado das votações.


 


 


 


 


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Por falar em votações, foi impressão minha ou, desta vez, a distribuição dos pontos do televoto ocorreu de forma diferente? Tenho a ideia de que, nos anos anteriores, começavam pelo país que levou menos pontuação, e iam aumentando.


Este ano, foi dada aleatoriamente, o que levou a nervos a dobrar, com o rumo que a pontuação estava a levar!


E, engano-me, ou foi a primeira vez que, no televoto, houve uma canção com 0 pontos?


Enfim...


As casas de apostas davam, este ano, como vencedora, a canção holandesa.


Pois que vi a coisa muito mal parada, e pensei mesmo que as casas de apostas valem o que valem, e também falham. Pela votação dos júris de cada país, não chegava lá. 


Se a Macedónia do Norte estava a ser uma surpresa, em termos de votação, a Holanda estava a ficar muiti aquém das expectativas.


E aquele pódio a ser disputado pela Itália e pela Suécia... sem comentários.


Felizmente, o público conseguiu dar a volta à pontuação, e repôr a normalidade, confirmando que as casas de apostas são precisas, e acertam quase sempre!


 


 


 


 


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Mas, falando das músicas finalistas, as minhas favoritas eram:


Holanda


Suiça


Noruega


Espanha


Reino Unido


Rússia


 


 


 


 


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As que menos gostei


Islândia


Israel


Itália


Alemanha


San Marino


Dinamarca


Azerbeijão


República Checa


 


 


 


 


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As que têm mais gritos


Macedónia do Norte


Sérvia


 


 


 


 


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As que ainda me andam no ouvido, ainda que não sendo favoritas


Malta


Bielorrússia


Estónia


Chipre


 


 


 


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Em termos de actuações extra concurso, não gostei muito nem da Madonna, nem dos concorrentes das edições anteriores. Esperava mais.


E o que dizer de "Nana Banana", o novo tema da Netta?! Acho que é mesmo como ela diz "I do what I wanna...", sem se preocupar com mais nada. 


Para mim, Netta só faz sentido com "Toy".


E apesar desta edição em Telavive, a música que continua a permancer na memória é o "Fuego", da Eleni Foureira!


 


 


Se bem que, no final da noite, estava eu com a minha filha a cantar:


 


"Ooh, ooh
All I know, all I know
Loving you is a losing game"


 


Continuar a ver o festival eurovisão da canção pode ser um jogo perdido, onde nem sempre vencem os melhores, ou aqueles que mais queríamos mas, ainda assim, parabéns Duncan Laurence!


 


 


 

sábado, 18 de maio de 2019

A segunda semifinal da Eurovisão e a favorita Holanda

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Foram apurados, na quinta-feira, os restantes 10 finalistas para a grande final de hoje à noite.


E se, na primeira semifinal, foi difícil para mim escolher as minhas preferidas, porque quase nenhuma se aproveitava ou destacava, nesta segunda semifinal, a dificuldade prendeu-se com a quantidade de canções semelhantes e razoáveis que poderiam passar à fase seguinte.


 


 


 


 


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As minhas preferidas eram a Lituânia, a Albânia, a Noruega e a Holanda. 


Confesso que, apesar de a Holanda ser "a favorita" à vitória, de acordo com as casas de apostas e votações, ainda assim, não acho que seja "a tal", ou que se diferencie assim tanto de outras que lá estão.


Mas é uma boa candidata, sem dúvida!


 


À minha lista de 10, para além das que acima referi, escolhi a Arménia, a Moldávia, a Suiça, a Suécia, Malta e a Rússia.


Acertei em 7, das 10 que escolhi. Um balanço mais positivo que na primeira semifinal mas, como os comentadores referiram, talvez esta tenha sido mais previsível.


 


 


 


 


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Depois, houve músicas que me geraram sentimentos contraditórios. A da Austria, foi uma delas.


A música é bonita, mas não para aquela voz. Posso ter os ouvidos avariados (há quem diga que sim!), mas parecia que a concorrente estava em constante desafinação, sem força, sem voz.


Gostava de ouvir esta música com uma voz mais potente, mais grave, com mais impacto.


E que dizer da vestimenta? 


 


 


 


 


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A canção da Letónia é outra das que gostei de ouvir, não para este tipo de festival, mas num outro ambiente. É calma, despretensiosa, diferente, se bem que um pouco (demasiado) repetitiva no refrão.


 


 


 


 



 


Destaco ainda a actuação dos Shalva Band, com uma bela canção e mensagem, que levou a plateia a aplaudi-los de pé.


Só não apreciei muito o tom do comentário feito pelos nossos comentadores nesse momento "oh, olha para eles tão contentes", como se quisessem dizer "olha, pobrezinhos, coitadinhos, estão tão felizes por terem actuado neste palco" num tom jocoso e depreciativo, devido às suas limitações.


Se fosse qualquer outra banda, fariam o mesmo comentário? 


 


 


Por último, das amostras que nos foram dadas a conhecer, dos restantes 3 países directamente apurados, gostei do Reino Unido.


Logo à noite, tudo se decidirá. 


E que vença a melhor!


 


 


Imagens: http://www.escportugal.pt/

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Será isto ensinar?

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Não me parece...


 


 


Numa sala de aula, durante a apresentação de um trabalho por alguns colegas da turma, a professora coloca uma questão sobre o tema a uma outra colega, que está a assistir.


A aluna responde que não sabe.


A professora questiona-a sobre o motivo de não saber responder, e pede aos restantes alunos para darem sugestões sobre o porquê de ela não saber a resposta, anotando as várias sugestões no quadro.


Depois, a dita professora olha para o quadro e, não satisfeita, diz que ainda faltava ali uma: porque é burra.


 


E, por último, pede à aluna que escreva um recado na caderneta, escolhendo uma das sugestões do quadro.


 


Parece mentira?! 


Pois... mas aconteceu! Na turma da minha filha!


 


Isto não é ensino. Não é sequer educação. É humilhação gratuita à frente de todos.


 


 

Existe vida para além da morte?

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Testemunhas de Jeová - parte 4


 


Testemunha de Jeová: 
- Acredita na vida depois da morte?


Eu:
- Não descarto essa possibilidade, mas só quando morrer poderei comprovar se é verdade!


 



Testemunha de Jeová:
- A resposta a essa pergunta está na Bíblia.


Eu:
😲 Não me digam que já alguém morreu, e voltou para contar!


 


 


 


A morte é algo em que não gosto de pensar, se a isso não for obrigada.


Por muitas questões que possa colocar, sei que nenhuma terá uma resposta concreta, e que me satisfaça.


E digamos que, pensar que daqui a uns tempos não serei mais que um corpo enterrado num caixão a ser comido pelos bichos, sobrando apenas meia dúzia de ossos, e que tudo se acaba ali, que não serei mais ninguém, deixando simplesmente de existir, daria comigo em louca.


 


"Ah e tal, se encarássemos a morte como algo natural, não sofreríamos tanto."


 


A morte é algo natural (a não ser quando nos matam). Todos sabemos que vimos a este mundo de passagem e que, o que temos de mais certo na vida, é a morte. Acontece com as plantas. Acontece com os animais. E connosco não seria diferente. Mas nem por isso deixa de ser um mistério, uma incógnita, de fazer sofrer quem fica, pelos que partem. E por saber que um dia calhará a nós.


Por isso, evito pensar no assunto, esmiuçá-lo.


 


 


Mas, como é óbvio, quando nos morre alguém, é difícil ignorá-lo e, nesses momentos, agarramo-nos à possibilidade de a nossa existência ter um propósito maior que a mera passagem por esta vida.


À esperança de que os nossos entes queridos estejam em algum lugar, quem sabe à espera para nos receber um dia, embrenhados em novas missões, dando continuidade ao trabalho feito por cá.


À hipótese de, o fim, não ser o fim.


 


 


Eventualmente, consola-nos pensar que o nosso espírito reencarnará num outro corpo, e viverá novamente, ainda que, ao contrário da ficção, não nos recordemos dessas outras vidas passadas, regressando ao mundo com um livro (e memória), totalmente em branco.


 


 


Mas certezas mesmo, não temos. 


Apenas suposições, desejos, crenças. E isso não me basta, de todo.


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Dicas para a realização de trabalhos escolares

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Cada vez mais, os professores pedem aos alunos que realizem diversos trabalhos, de grupo ou individuais para, posteriormente, apresentar na aula.


Com o tema na mão, o difícil mesmo é começar. 


Mas, para alguns estudantes, as dificuldades permanecem ao longo de todo o processo, e acabam, muitas vezes, a perder tempo, sem conseguir um bom trabalho.


 


Em seguida, deixo algumas dicas que poderão vir a ser úteis, baseadas na minha experiência, e que costumo dar à minha filha, para os trabalhos dela.


 


 


Pesquisa


Não há trabalho sem informação e, como tal, a pesquisa é fundamental.


É por aí que se deve começar, tanto na internet, como em livros, ou outras fontes de onde consigam retirar a informação.


 


 


Recolha


Depois de pesquisado o tema, e já na posse de informação diversa, nada como guardá-la, antes que se perca.


Por norma, costumo colocar no ficheiro as informações em bruto, sem qualquer ordem específica, bem como links de sites que não possa ver na hora. 


No que se refere a imagens, guardo-as numa pasta, junto com o ficheiro em Word.


 


 


Selecção


Recolhida, então, toda a informação e imagens, é o momento de seleccionar aquela que interessa, de verificar a que já temos e a que está repetida, de escolher a que não faz falta e pode ser eliminada. De escolher as imagens que preferem, e apagar as que descartaram.


 


 


Organização


O passo seguinte, agora que já temos a informação seleccionada, é organizá-la de acordo com o que nos foi pedido, ou pelo guião dado pelo professor.


 


 


Transformação


A informação recolhida ainda está, nesta altura, exactamente como foi copiada. Por isso, é importante relê-la, apreendê-la, e tranformá-la em palavras dos alunos. Os professores não pretendem um trabalho que seja apenas "copy/ paste".


 


Nota: Todas esta etapas devem ser feitas num ficheiro em Word, mesmo que, depois, o trabalho final tenha que ser apresentado noutro formato. E esse ficheiro deve ser mantido até ao final.


Já aconteceu à minha filha começar a fazer um trabalho directamente no Powerpoint e, às tantas, houve um problema qualquer com o computador, e não conseguiu recuperar o que tinha feito, voltando à estaca zero, e sem a informação, porque tinha copiado logo para ali.


 


 


 


Composição


Com o trabalho organizado, modificado e aparentemente, pronto, chega então a hora de passá-lo, se for o caso, para o formato em que será apresentado, ou compô-lo no formato inicial, se não houver necessidade de mais.


É nesta fase que conjugam textos e imagens, espaços, tamanhos de letras, legendas, títulos e subtítulos, bibliografia, autoria e afins.


 


 


 


Finalização


Caso tenham que fazer apresentação em Powerpoint deve-se, por último, aplicar transições e efeitos, e converter o ficheiro para modo apresentação.


Eu aconselho a manterem um ficheiro original, e uma cópia onde podem ir fazendo os testes e experiências. Assim, se algo correr mal, têm sempre o trabalho intacto para poderem reiniciar. Se correr bem, ficam com esse.


De qualquer forma, não vá o diabo tecê-las, continuem a manter o primeiro esboço, em Word, e a versão noutro formato, sem efeitos. Nunca se sabe se, na hora H, não poderão vir a ser necessários.

O poder e influência podem transformar a mentira em verdade?

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Testemunhas de Jeová - parte 3


 


 


No seguimento da discussão entre mentira e verdade no que respeita ao que foi escrito pelos nossos antepassados, não só no que respeita à Bíblia mas também à própria História, não tendo vivido nesse tempo mas, sendo os factos relatados nos livros não temos, à partida, do que duvidar no que respeita à sua veracidade.


Aceitamos que o que está escrito é o que realmente aconteceu, a verdade.


 


 


Mas também sabemos que, muitas vezes, e quando estão em causa determinados interesses, com o poder e a influência certos, sobre as massas, é possível transformar uma mentira, numa verdade absoluta e inquestionável. Até deixar de o ser...


Da mesma forma, uma pura verdade sem qualquer apoio, depressa se esquece, se torna um mito, se torna difícil de acreditar...

quarta-feira, 15 de maio de 2019

A primeira semifinal da Eurovisão e o curto reinado de Conan

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"Dare to Dream" é o lema desta 64ª edição do Festival Eurovisão da Canção, e penso que é o que todos os concorrentes que participam se atrevem a fazer: sonhar!


Sonhar em representar o seu país, sonhar em participar nesta gigantesca festa da música, sonhar em voar mais alto a nível musical, sonhar em cumprir sonhos antigos, sonhar em ser diferente, e aceite por essas mesmas diferenças...


Incluindo o nosso Conan Osíris que, ao contrário das primeiras previsões, acabou por ter um curto reinado na Eurovisão, tendo sido eliminado ontem. Ainda assim, ele atreveu-se a sonhar, e penso que terá sido um sonho cumprido, apesar do desfecho.


 


 


 


 


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Gostei da actuação do Conan, independentemente de não apreciar a música. E não seria de esperar que o feito conseguido por Salvador Sobral se repetisse. Aliás, creio que o único motivo pelo qual estivemos na final, o ano passado, foi por estarmos automaticamente apurados, graças a vitória no ano anterior. Senão, desconfio que ficaríamos pelo caminho, tal como este ano.


 


 


Mas isso não significa, propriamente, desmérito.


Tal como Portugal, houve muitas outras músicas a ficarem pelo caminho, que mereciam continuar, e outras a serem apuradas, nem se sabe bem como.


 


 


Nesta primeira semifinal, não consegui encontrar "aquela" música".


Começou com uma imitação fraquinha de "Fuego" e terminou com um sem fim de "Na na na" pobrezinho.


Pelo meio, as minhas favoritas eram Hungria, Grécia e Estónia.


Acrescentei, até perfazer as 10 - Montenegro, Finlandia, Eslovénia, Bielorrussia, Sérvia e Bélgica.


Passaram 5 das minhas escolhidas, embora apenas 2 das favoritas.


 


 


 


 


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A música da Polónia pareceu-me mais uma actuação chinesa ou japonesa. Só faltou às concorrentes os olhos em bico!


A canção da Eslovénia não é má. Até se entranha à segunda ou terceira vez. Mas pareceu-me um pouco monótona. Ainda pensei que o rapaz, a determinado momento, fosse fazer dueto com a companheira, mas não. Parecia estar ali só a enfeitar, a completar o quadro, enquanto ela cantava para ele.  


Já o representante da Bélgica, parecia ter sido atirado aos tubarões, ou enfiado num colete de forças - pouco se movimentava, e parecia não estar totalmente à vontade. Houve quem comparasse a canção a "City Lights". Prefiro a última.


Adorei a forma como as representantes da Austrália se apresentaram em palco, embora não tenha achado a música nada por aí além. Obviamente, como país convidado, parece haver um acordo implícito que obriga à escolha deste país para a final, seja qual for a música.


 


 


Aguarda-se a segunda semifinal, amanhã, para ver se surgem melhores músicas.


Entre as 3 canções dos "big five", que foram apresentadas ontem, confesso que as da Espanha e França parecem-me boas candidatas.


 


 


E por aí, viram a semifinal?


Quais eram as vossas preferências?


 

Tudo o que vem nos livros é verdade?

Reprodução/Fox


 


 


Testemunhas de Jeová - parte 2


 


Na continuação do post anterior, queriam as testemunhas de Jeová que eu lesse a Bíblia, porque lá se encontravam todas as respostas às questões que poderíamos ter.


E eu perguntei-lhe como poderia saber se o que lá estava escrito era real ou não. 


Quem escreveu a Bíblia, foram humanos. De certeza que Deus não lhes estava a ditar o que haveriam de escrever. 


E assim, saiu-me esta!


 


 


A testemunha - O que vem na Bíblia é a verdade, são factos inspirados no criador que, na realidade, aconteceram.


Eu - Os Simpsons também já previram tantas coisas que aconteceram. Se calhar também se sentiram inspirados!


 


A mais nova riu-se, e até mencionou a previsão do Trump.


Já as outras, deviam estar com vontade de me esganar!

terça-feira, 14 de maio de 2019

Sou só eu que já não posso ouvir falar em GOT?

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Tomara já que a febre passe de vez.


Nunca vi um único episódio, mas já me conseguiram fazer ter aversão pela série.


É que, em qualquer site que entre para ver as últimas notícias ou novidades, mais de metade delas é sobre Game of Thrones: ou sobre os episódios que já deram, ou sobre os que ainda irão passar, ou sobre as polémicas, as gafes, os protagonistas, e por aí fora.


Parece que anda tudo louco! Já não se aguenta.


Serei a única?

A quem (ou ao que) nos agarramos nos momentos de dificuldades?

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Testemunhas de Jeová - parte I


 


No sábado passado, estava eu calmamente a sair de casa para ir estender roupa, quando sou abordada por três mulheres, que queriam conversar comigo sobre Deus e a Bíblia. Por certo, já saberão de quem se trata!


Por norma, despacho-as logo, até porque nada daquilo que me digam me fará mudar de opinião, mas desta vez, deixei-as falar.


 


Uma delas era mais nova, talvez até mais nova que eu e, apesar da sua crença, percebia-se que era uma pessoa com quem se poderia ter conversas interessantes. Ainda nos rimos com umas piadas, falámos de animais, era uma pessoa descontraída. As outras, mais velhas, não deviam estar satisfeitas com o rumo da conversa!


 


E, talvez por isso, a querer puxar a brasa à sua sardinha, uma delas perguntou-me:


"Então, quando a D. Marta tem algum problema, ou está a passar por dificuldades, em quem é que se apoia, como faz para ultrapassar?"


Respondi-lhe que, nesses momentos, luto como posso para ultrapassar, apoiando-me na família, que é quem está ao meu lado!


 


 


Aliás, os momentos mais complicados, problemáticos, difíceis, pelos quais passamos são, por norma, aqueles em que temos maior tendência a nos agarrar a algo, a aceitar apoio, independentemente de onde venha,  a procurar respostas, a depositar fé naquilo que nos der esperança de que tudo vai melhorar.


Mas são, também, os momentos em que estamos mais vulneráveis, susceptíveis e, como tal, aqueles em que tendemos a acreditar em tudo o que nos coloquem à frente dos olhos, a ser enganados.


Além de que, muitas vezes, as pessoas só se viram para a religião, para a fé, para pedir ajuda a Deus, quando estão mal. Depois, quando estão bem, não querem mais saber.


 


 


Como já aqui referi algumas vezes, aceito que as pessoas tenham que se agarrar a algo, se isso lhes der esperança, se as ajudar a seguir e frente, a minorizar o sofrimento e a dor, mas não me queiram "impingir" algo em que não acredito.


 

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Não É Bem Meu, de Catherine Bybee

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E se, de repente, nos deixassem um bebé à porta, com uma carta a expressar o desejo de que assumamos essa criança, e com toda a documentação legal tratada para que assim seja?


E se, de repente, essa mãe que abandonou o seu filho à nossa porta, nos conhecesse e soubesse segredos nossos, dos quais não deveria ter conhecimento?


E se essa mesma mãe, dali a uns tempos, se arrepender, e vier reivindicar o bebé de volta?


 


 


Quando alguém deixa um bebé à porta de uma mulher, que viu a sua vida destruída pelo facto de nunca poder ter filhos, para que ela possa ser mãe, o que deve essa mulher fazer?


Ficar com a criança, ou entregá-la às entidades competentes?


Tentar descobrir a mãe? E os motivos que a levaram a abandonar a criança e a escolher quem deveria ficar com ela? Ou ignorar?


 


 


E o pai da criança? Não terá uma palavra a dizer sobre tudo isto?


 


 


Katie está no hotel com a irmã da cunhada, quando batem à porta do quarto. Ao abrir, depara-se com um ovo, e um bebé lá dentro, junto com uma carta.


Nela, a mãe revela que não está preparada para ser mãe, e que sabe que Katie será a melhor mãe que a filha poderia desejar. Dá também a entender que o pai da criança não sabe da sua existência mas que esperava, um dia, vê-los aos dois, juntos, a cuidar da filha.


 


 


Katie não é uma mulher qualquer. É filha de um rico empresário. Está num dos hotéis do seu pai, com segurança apertada, que não deixaria qualquer um subir até à suite onde se encontrava.


E é, também, uma mulher que abdicou do único homem que amou, porque nunca lhe poderia dar os filhos que tanto desejava, tendo-o sabido após o aborto que sofreu, do filho de ambos.


 


 


Agora, numa fase de mudança, é-lhe dada a oportunidade de ser mãe. Mas a que preço?


Será uma brincadeira de mau gosto? Uma partida? Uma decisão tomada a quente, que a qualquer momento pode ser mudada?


Deve Katie apegar-se a Savannah, para depois sofrer ainda mais?


 


 


Enquanto tenta resolver a questão e fazer o que acha melhor, Katie terá que levar uma vida dupla, e esconder de todos o bebé, o que não será fácil, com a imprensa sempre à espera do seu próximo escândalo, o irmão prestes a regressar da lua de mel, e Dean, que não a tem debaixo de olho e não a deixará escapar com qualquer desculpa.


Até quando conseguirá ela esconder o segredo, enquanto tenta descobrir o segredo por detrás dele?


 


 


 


SINOPSE


"A deslumbrante Katelyn Morrison, também conhecida como «Katie», herdeira da cadeia de hotéis Morrison, parece ter tudo para ser feliz. Mas quando no casamento do irmão se confronta com Dean Prescott - o único homem que realmente amou - Katie percebe que alguma coisa falta na sua vida. Então, o destino traça o seu caminho quando alguém abandona à porta de sua casa, envolvida num cobertor, uma bebé adorável. Uma carta comovente da mãe acompanha a menina, chamada Savannah, e perturba Katie, que decide ficar com ela até descobrir a identidade dos pais.
Katie está ocupada com a criança e a última coisa de que precisa é de Dean... sobretudo quando a sua presença vem acordar sentimentos ela pensava já estarem esquecidos.
Dean sabe que Katie lhe está a mentir acerca da bebé e que não deve continuar a sofrer, mas não consegue ignorar a sua necessidade de proteger Katelyn, ou o seu desejo de estar perto dela. 
Com o mistério que envolve a criança-surpresa em vias de resolução, Katie e Dean ainda terão uma segunda oportunidade para serem felizes?"


sexta-feira, 10 de maio de 2019

Coisas que aprendemos a estudar com os filhos

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No outro dia, estive a ajudar a minha filha num trabalho de espanhol que ela tinha que fazer sobre uma ONG.


Calhou-lhe a ela o WWF - World Wide Fund for Nature - que, pessoalmente, não conhecia nem nunca tinha ouvido falar.


Fiquei a saber que, em Portugal, actuam em colaboração com ANP - Associação Natureza Portugal.


 


Ontem, por curiosidade, tive conhecimento de um evento, um festival de música organizado pela marca H&M, em que as receitas dos bilhetes serão entregues, precisamente, para a associação ANP|WWF!

Por vezes, conversar é como caminhar sobre um campo minado

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“Ela queria discutir com todas as forças, mas isso roubar-lhe-ia ainda mais energia.


Para o caso de não te teres apercebido, estou cansada. Teria gastado mais tempo a discutir contigo, do que a que tenho para gastar.”, do romance “Não É Bem Meu”.


 


 


Por vezes, estamos tão cansados que se torna difícil manter uma conversa com alguém, sobretudo quando meras conversas banais, tendem a tornar-se verdadeiras batalhas pela defesa de cada um dos pontos de vista.


Nem sempre é preciso levar uma conversa ao limite, espremê-la até se conseguir tirar o sumo todo, debater o assunto como se a nossa vida dependesse disso. Há conversas que, pelo contrário, devem ser leves, descontraídas.


E nem sempre uma opinião diferente significa contrariar o que o outro diz ou pensa. São apenas opiniões, cada um é livre de ter a sua. Não precisamos de enveredar por um "braço de ferro", em que só pode haver um vencedor, e um vencido.


 


Quando se começa a dissecar cada conversa que se tem, perdemos a vontade de conversar, porque isso exige-nos uma energia que não temos para gastar, um esforço que não temos vontade de empreender, em algo que não faz sentido.


Assim, deixamos de conversar, de nos manifestar, de dar opiniões, optando pelo silêncio, ou pela concordância com o que a outra parte diz. 


 


Por outro lado, quando se entra por esse caminho, o que acontece é que nos sentimos a caminhar sobre um campo minado. Sabemos que temos que ter cuidado onde pisamos, que a caminhada até pode decorrer sem incidentes mas que, qualquer passo em falso, pode fazer explodir uma mina e atingir-nos. Qualquer frase ou palavra pode tornar-se uma armadilha a ser usada contra nós. 


Como tal, deixamos de querer entrar em qualquer campo que seja, preferindo ficar quietos, para não correr perigo de activar o explosivo.


 


 


 


 


 

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Do baile de gala, ensaios e falta de pares

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Há coisas que não consigo perceber, que não me entram na cabeça e me fazem confusão.


O baile de gala dos finalistas, organizado pela escola, é uma delas.


 


Os directores de turma, querendo mostrar o melhor dos seus meninos, e ter a respectiva turma bem vista, esperam que todos participem no baile e, como tal, nos ensaios de dança, para não fazerem má figura na hora.


 


A questão é: há rapazes e raparigas em igual número, para fazerem par, entre os que querem participar?


Não!


 


O que acontece é que há pares que já estão combinados, e há vários alunos, sobretudo raparigas, sem par.


A minha filha é uma delas.


 


Para poder participar nos ensaios, tivemos que alterar o horário da explicação de matemática, que lhe faz falta para a preparar para o exame que aí vem mas, como a directora de turma fazia questão, e dança é algo que ela gosta, assim fizemos.


 


Ontem, foi o primeiro ensaio.


Treinou a parte individual. A parte que pertence às raparigas. Tal como algumas colegas suas.


Depois, quando chegou o momento de ensaiar com o respectivo par, as que não tinham ficaram sentadas a ver, sem fazer nada.


 


Ora, se as raparigas não têm par, nem lhes arranjam um, como foi dito pela directora de turma, que o faria, o que raios vão elas para lá fazer? 


A minha filha já disse que, se no próximo ensaio continuar sem par, deixa de ir.


 


É de lamentar esta falta de organização relativamente aos alunos que querem participar no baile, e respectiva formação de pares.

Quando um livro desvenda o mistério nas primeiras páginas

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Já aqui confessei que sou muito curiosa e batoteira e, muitas vezes, espreito o final dos livros para saber como acabam as histórias, sem que isso me faça pô-lo de parte e deixar de o ler, por já saber de antemão como vai terminar.


Pelo contrário, na maioria das vezes aguça-me o apetite para ler tudo e perceber como chegou àquele culminar. Até porque, já me aconteceu, ao não seguir a história, não perceber muito bem, ou interpretar de forma errada as últimas cenas, e só na leitura que faço em seguida, encontro o sentido.  


 


 


Mas, e quando um livro desvenda, ele próprio, o mistério nas primeiras páginas?


 


 


Será que nos leva a perder o interesse na história?


Aconteceu-me com a minha última leitura e, confesso, coloquei de parte o livro por alguns dias, porque já sabia o segredo, e já tinha percebido onde a história iria chegar.


Ainda assim, retomei a leitura uns dias depois, e terminei-a com nota positiva. Claro que o principal já se sabia e, logo aí, não houve grande volta a dar, nem grandes surpresas, mas não dei por desperdiçado o tempo que lhe dediquei, ou o dinheiro que gastei, como pensei logo no início.


 


 


E por aí, já vos aconteceu?


Quando assim é, continuam a ler,  ou colocam de parte e passam ao próximo?

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Do reconhecimento daquilo que fazemos...

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Por vezes, damos o nosso melhor, esforçamo-nos, mostramos aquilo que sabemos fazer mas, do outro lado, não chega qualquer reconhecimento. Como se aquilo fosse o mínimo, o obrigatório, o habitual, o que qualquer um pode fazer.


 


E, depois, tem dias em que até não fazemos grande coisa, e o reconhecimento surge sem que percebamos bem o que fizemos para o merecer dessa vez.


 


Não é que não seja bem vindo. Simplesmente não tem o mesmo sabor... 


 


Mas, como diz Chico Xavier, o melhor reconhecimento é o nosso próprio "Todo o aplauso externo é ilusório".

terça-feira, 7 de maio de 2019

Quando conhecemos locais através da ficção...

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...com os quais nos vamos familiarizando e, depois, acabamos por falar com pessoas que viveram ou passaram nesses locais, ou vemos imagens dos mesmos, que nos transportam para aquilo que antes tínhamos visto.


 


Ainda no outro dia vi uma foto de uma colega da minha filha em Villavicêncio, na Colômbia, e recordei-me logo que era aí que actuava a agente secreta Tatiana, da série "A Lei Secreta".


E, por exemplo, mesmo que o novo single da Madonna não se chamasse "Medellín", seria fácil reconhecer aqueles bairros e comunas que caracterizam a cidade, que fiquei a conhecer através da série "La Reina del Flow". 

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Quando queres pesquisar uma palavra...

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... e o cérebro te troca as voltas!


 


No outro dia ia pesquisar "sopa" e, ao digitar no Google, escrevi "sapo"!

O que fazer com o reembolso do IRS? Comprar livros!

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Ao longo dos últimos dias, foram várias as publicações que vi, com sugestões para aplicar o valor recebido do reembolso do IRS.


Desde pagar dívidas, a guardar para as férias que se aproximam, de fazer uma poupança a longo prazo, a guardar para livros e material escolar, são várias as hipóteses.


Eu, optei por utilizar uma pequena parte do meu reembolso para uma das coisas que mais gosto: livros! 

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Azar com as sopas, sorte com...

Imagem relacionada


 


... nada!


 


Já é extremamente difícil conseguir que a minha filha coma sopa. Basicamente, ela só gosta de canja, e qualquer outra sopa desde que não tenha legumes, e não esteja muito grossa.


Como não tenho tempo, nem me apetece ter trabalho a fazer sopa, tenho por hábito comprar já feita.


Mas, ultimamente, não tenho tido sorte.


 


 


As sopas que compro no hipermercado, ou são autenticos purés de farinha, ou têm tal quantidade de legumes que, depois de escolhidos, pouco sobra.


 


 


A canja que comprava, num restaurante a caminho de casa, está cada vez mais parecida com tudo menos canja.


Comprei creme de legumes no mesmo sítio. Estava estragada. 


 


Quando fui ao hipermercado às compras, a sopa do dia não me agradava e, por isso, comprei uma embalada. Abri, aqueci, e estava estragada!


 


Agora tenho comprado numa pastelaria onde costumo comprar os bolos. Até agora, tanto a canja como a sopa de nabiças estavam boas. O problema é o tempo que uma pessoa perde para ir buscar uma simples sopa, em hora de ponta para almoços!


 


 


Realmente, não há nada como uma sopa caseira, feita por nós!

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!