sexta-feira, 28 de junho de 2019

À Conversa com Sophia & Os Senhores Roubados

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Foi em 2017 que Sophia, Marco Cesário e José M. Afonso se juntaram, numa união entre a World Music e o Pop, que deu origem a uma sonoridade muito própria.


Assim nasceu Sophia & os Senhores Roubados e o álbum de título homónimo, que se estreiam agora, em 2019.


Fiquem a conhecê-los melhor na entrevista que se segue!


 


 


 


 



 


Quem são Sophia & Os Senhores Roubados?


Primeiro quero agradecer o interesse em conhecer e dar a conhecer o nosso trabalho.


Sophia & Os Senhores Roubados são Sophia Gaspar (eu) na voz, o José M. Afonso nas Guitarras, cavaquinhos, harmónica, kazoo, teclados e programações e Marco Cesário no Baixo, percussões, programações e guitarra acústica.


 


 


O que vos levou, aos três, a juntar-se neste projecto musical?


Nunca tínhamos tocado juntos mas, os 3, queríamos ter um projecto onde juntássemos o nosso gosto pela música, as nossas ideias e influências musicais e isso veio ao de cima logo na primeira vez que tocamos juntos. Todos sentimos que estávamos a construir algo especial.


 


 


Como surgiu este nome para a banda?


Foi intuitivo, o nosso local de ensaios e gravações é perto do Metro do Senhor Roubado e como vamos sempre buscar um dos elementos da banda ao metro, basicamente todos os dias falamos do Senhor Roubado. Portanto foi muito natural a escolha do nome Sophia & Os Senhores Roubados.


 


 


Quais são as vossas maiores influências, a nível musical?


Somos 3 músicos com estilos diferentes que se reencontram em alguns nomes de peso como os Beatles, Coldplay, U2, Florence and the Machine…


 


 


2019 é o ano de estreia de Sophia & Os Senhores Roubados, com um álbum homónimo. Como caracterizam o vosso estilo musical?


Eu venho do World Music e Os Senhores Roubados do POP, por isso mesmo o nosso estilo é a junção destes dois géneros musicais.


 


 


 


 



 


“Salvé Maravilha” foi o primeiro single a ser apresentado. Sobre o que fala esta música, em particular, e os vossos temas, em geral?


O “Salvé Maravilha”, assim como a maior parte dos nossos temas, fala de amor nas suas várias formas mas também temos algumas que falam simplesmente do dia-a-dia, de figuras que nos marcaram, da vida que passa a correr.


 


 


Se pudessem “roubar” um artista do panorama musical português para partilharem um tema, sobre quem recairia a vossa escolha?


O melhor escritor nacional de canções “out-of-the-Box”: Sérgio Godinho.


 


 


Que objectivos gostariam de ver concretizados ainda este ano?


Apenas queremos que a nossa música seja ouvida e apreciada.


 


 


De que forma é que o público vos pode acompanhar e seguir?


Podem seguir-nos através da nossa página do facebook:


https://www.facebook.com/sophiaeossenhoresroubados/


E do nosso Instagram:


https://www.instagram.com/sophiaeossenhoresroubados/


 


 


 



 


 


Muito obrigada!


Obrigada!


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e os vídeos.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Le Chalet

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Tudo começa quando um grupo de jovens volta a Valmoline, uma aldeia situada nos Alpes franceses, isolada de tudo e de todos, onde cresceram e viveram a sua infância, naquela que é uma reunião de amigos, com o objectivo de celebrar o casamento de um deles.


 


 


Os primeiros a chegar são Manu e Adèle. Esta mostra um comportamento um pouco estranho, mas pode ser apenas devido à gravidez. Sabemos que nessa fase as mulheres têm uma outra sensibilidade, e as hormonas dão cabo de nós.


Mais tarde, chegam Alice e Fabio, Sébastien e Maud, Laurent e Tiphaine, Olivier e Mathilde, e Thierry e Erika.


Todos vão ficar instalados no antigo chalé, agora remodelado onde, há 20 anos atrás, habitou a família Rodier, que desapareceu sem deixar rasto, pouco tempo depois.


 


 


No caminho da estação para o dito chalé, mal passam a ponte, esta sofre uma derrocada que os isola na aldeia, e impede qualquer outra pessoa de lá entrar. Terá sido um mero acidente?


O que é certo é que começam a desaparecer algumas pessoas que ali habitam, outros estranhos acidentes acontecem, e todos ali correm perigo. Uma armadilha que nunca antes foi utilizada naquela região, um parafuso que, de repente, impede a porta da câmara frigorífica de abrir por dentro, o quadro das telecomunicações que aparece totalmente destruído, deixando-os sem rede e qualquer forma de comunicação com o exterior. É muita coincidência...


 


 


E chegam à conclusão que, quem os está a tentar matar, é alguém do grupo, porque sabe de todos os passos que eles dão.


Mas quem será? 


Com Laurent, Thierry, Erika, Olivier e Tiphaine assassinados, as suspeitas começam a cair sobre Fabio e Maud mas... será que serão mesmo eles os responsáveis? E porquê?


 


 


Ao mesmo tempo, vamos acompanhado a história ocorrida há 20 anos atrás, com Jean-Louis Rodier, a sua mulher, Françoise, e os filhos de ambos, Julien e Amélie.


Julien tornou-se, nessa altura, amigo de Alice e, posteriormente, namorado. Mas, à excepção de Manu, o melhor amigo de Alice, nenhum outro rapaz gostava de Julien, que foi vítima de bullying por parte dos rapazes da aldeia, sobretudo, Sébastien.


Há 20 anos, Sébastien era apaixonado por Alice, e rejeitado por ela. Algo que ainda hoje acontece.


Philippe, o dono do chalé e do bar da região, apesar de casado com Florence, traía-a com Christine, a empregada do bar, e tentou a sua sorte com Françoise, sem sucesso.


Por sua vez, Françoise foi traída pelo marido, que se envolveu com Muriel, irmã de Philippe.


Na aldeia, vive ainda Alexandre Gossange, um eremita que, em tempos, foi um grande matemático, e que é primo de Françoise.


 


 


Estarão os acontecimentos de há 20 anos relacionados, de alguma forma, com as mortes do presente?


Um coisa é certa: Sébastien parece ser o único sobrevivente, mas também o culpado de todas as mortes. E Adèle parece nunca ter existido, a não ser na sua imaginação.


Estará o chalé amaldiçoado?


Ou haverá um outro motivo para este dizimar da aldeia?


 


 


Confesso que achei o primeiro episódio muito parado e pouco convincente.


É difícil perceber quem algumas personagens de agora eram antes.


No início, achei que a Adèle estaria meio louca. Depois, com o desenrolar da história, percebe-se quem ela é.


A música do genérico é sinistra, digna de um filme de terror!


Achei a Alice parecida com a nossa Carolina Torres, e o Sébastien com o Edmundo Vieira :)


 


 


É uma série francesa que recomendo para quem gosta de suspense e muito mistério, que só se vai descobrir no final, e que me supreendeu, pelo menos metade dele!

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Reflexão do dia

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Será que existe mesmo...


 


"Inveja boa"


"Stress saudável"


"Ciúmes benéficos"


 


e tantas outras expressões contraditórias que utilizamos no dia-a-dia?


 


Em que utilizamos adjectivos positivos para caracterizar algo que, por si só, é negativo?


Ou serão apenas desculpas que utilizamos para minimizar aquilo que sentimos, para não parecer tão mal aos olhos dos outros?


 


 


 


 

Músicas que mexem connosco sem explicação

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Há quem aprecie uma determinada música pela sua melodia. 


Há quem destaque a letra que contém.


E, quando se junta, a uma bela melodia, uma letra marcante e com significado, é quanto baste para se gostar desta ou daquela música.


Se não à primeira vez que se ouve, à segunda, ou à terceira.


 


 


Mas há uma diferença entre ouvir e gostar de uma música, ou ser atingido por ela, sem explicação aparente.


Há músicas que, mal ouvimos os primeiros acordes, ainda antes sequer de termos prestado atenção à letra, mexem connosco, e não sabemos bem porquê.


Como uma flecha, que nem nos apercebemos que vinha na nossa direcção e, quando vemos, já está espetada em nós. 


É o que me costuma acontecer,  com algumas das músicas que oiço pela primeira vez.


 


 


Numa das últimas entrevistas que fiz, dizia o Nicolau a propósito de uma das suas bandas favoritas "...não entendo nada das letras, mas inspiram-me e transmitem-me tanto que nem importa bem o que a letra diz. Eu tenho a minha própria interpretação e para mim o mais importante é o feeling que recebo da canção em si."


Subscrevo na íntegra.


Porque há músicas em que procuramos o sentido que o autor lhe quis dar, e outras em que somos levados a dar o nosso próprio sentido, em que interpretamos à nossa maneira, ou que nos fazem sentir algo que não era intenção da música fazer, mas foi assim que a recebemos.


Como aquelas sensações que temos, sem que nada aponte para elas. Uma espécie de "sexto sentido" sem qualquer base lógica mas que, ainda assim, não deixamos de ter ou sentir.


 


 


E por aí, já alguma vez vos aconteceu?


Costumam ser atingidos pelo cupido da música, ainda antes de perceberem sobre o que esta fala? Ou sentirem algo que nada tem a ver com o que a música quer transmitir?


 

terça-feira, 25 de junho de 2019

Qual o sentido da vida...

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... quando já nada se espera dela?


 


Quando nascemos, não nos explicam o que viemos fazer a este mundo. É uma descoberta que vamos fazendo, à medida que crescemos e nos tornamos adultos.


Há coisas às quais não podemos fugir, e outras, que são objectivos que nós próprios definimos, e que vivemos para tentar alcançar e aproveitar.


Sejam os estudos, o trabalho, a família, os filhos, há sempre algo que nos faz querer estar por cá e viver o tempo que nos é permitido.


 


 


Mas... E quando já não se espera nada da vida?


Quando as pessoas chegam a uma idade em que se vêem sozinhas?


Em que os seus filhos já estão criados e, muitos, nem querem saber deles, que apenas representam um "fardo" nas suas vidas?


Em que os netos já não precisam dos avós que, muitas vezes, só vêem esporadicamente?


Em que já não têm o companheiro(a) de uma vida com quem dividir as alegrias e tristezas?


Em que os amigos são poucos ou nenhuns?


 


 


Quando as pessoas deixam de se sentir úteis, e sentem que só cá estão à espera que chegue o momento de, também elas, partirem?


Quando percebem que já não existem quaisquer objectivos que queiram levar a cabo e concretizar?


Quando compreendem que, se partirem, ninguém vai sentir a sua falta?


Quando a tristeza se apodera delas de tal forma, que não conseguem ver para além dela?


 


 


A que (a quem) se agarram estas pessoas?


Onde vão buscar forças, coragem, determinação?


O que as faz continuar a caminhada?


Como se trata o problema da solidão?


 


 


É possível encontrar esperança?


Um motivo para viver?


Uma razão para ficar?


 


 


Reflexão inspirada em muitos casos reais com que me tenho deparado, e neste vídeo, com o qual foi impossível não me comover, pela mensagem que transmite, além de ser uma música linda:


 



 

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Quando as pessoas confundem comentar com atacar

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De certeza que já aconteceu a muitos bloggers que por aqui andam, mas este não é um mal que afecta apenas a blogosfera - é um mal geral.


E acontece, por norma, com pessoas que, na falta de argumentos, na incapacidade de formular um comentário pertinente, ainda que mostrando uma opinião contrária, ou porque nem se deram ao trabalho de ler ou perceber o que foi escrito/ dito, limitam-se a disparar contra quem escreveu.


Também acontece atacarem quem estão a ler porque, de alguma forma, se sentiram picadas ou afectadas pelo que foi escrito ou dito.


 


 


Existem diversas formas de se comentar algo, ou dar a nossa opinião, sem sermos arrogantes, mal educados, rudes. Sem ofender, sem atacar. 


De exprimir, de forma saudável, o ponto de vista de cada um, sem resvalar para a falta de educação, ou comentários ofensivos.


Mesmo que essa opinião seja contrária, um comentário bem feito será sempre apreciado e valorizado.


Já quem, na falta do que dizer, ou sem saber o que dizer, insiste em comentar só porque sim, e fazê-lo da pior forma,  depressa será ignorado.


 


 

Provei e gostei!

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Neste fim de semana, fomo até ao Continente.


Andavamos na zona dos iogurtes, quando me deparei com estes, que nunca tinha visto. 


Eu sou um bocadinho esquisita com os iogurtes: tenho sempre a sensação de que acabam por ser todos iguais, e que já nenhum me sabe bem ou me dá aquela vontade de comprar.


 


 


Mas, olhei para estes e pensei: porque não experimentar?


Levei um pack, que traz 2 iogurtes.


Ontem de manhã, provei e adorei a combinação entre a polpa das frutas e o próprio iogurte.


Tanto que, quando, à tarde, o meu marido precisou de ir ao intermarché, aproveitei e trouxe mais 2 packs: um igual ao de cima, e outro, para experimentar, de limão e laranja.


 


 


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O meu marido também levou, e aprovou!


 


E por aí, já experimentaram? 


Conheciam?

sexta-feira, 21 de junho de 2019

À Conversa com os Karmafly


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Karmafly é uma banda do Porto, nascida a partir da junção de várias influências musicais e culturais, com base no Soul, Hip-Hop e R’n’B.
BLANKET, o álbum de estreia, disponível desde o passado dia 31 de maio, resulta de toda essa fusão.


 


Para ficarem a conhecer melhor a banda e este primeiro trabalham que apresentam ao público, aqui fica a entrevista:


 


 


 


 


 


 


Quem são os Karmafly?


 Os Karmafly são a Soraia Neves, o João Ribeiro e o Ricardo de Barros.


 


 


De que forma é que a música vos juntou? Pode-se dizer que foi “karma”?!


Acho que sim! Pode se dizer que foi Karma.


Começou com uma mensagem do João para mim , mas precisávamos de mais uma pessoa, então, sem saber, estávamos a falar do mesmo guitarrista - o Ricardo.


 


 


Quais são as vossas principais referências a nível musical?


As nossas referências passam por vários estilos musicais. Cada um de nós tem o seu próprio estilo. As nossas referências passam por hip-hop, r&b, soul , inspirações de artistas como Erykah Badu, D’Angelo, FKJ, Tom Mish, New Max-Phalasolo, The Roots etc...


 


 


Já tinham participado noutros projetos musicais, ou os Karmafly são uma estreia para os três?


Sim, cada um de nós já tinha participado noutros projectos.


 


 


 


 


 


 


“Blanket” é o vosso primeiro álbum, editado em formato digital a 31 de maio. Que feedback têm recebido por parte do público que já teve oportunidade de o ouvir?


O Feedback tem sido muito bom muito positivo, estamos muito felizes pelas opiniões que temos recebido.


 


 



 


 



 



Sobre o que falam as vossas músicas?


As músicas falam muito sobre vivências, relações passadas, boas, outras nem tanto, que marcaram e permitiram que hoje escrevesse sobre isso.


 


 


De que forma pretendem diferenciar-se de outros projectos já existentes, e conquistar o vosso lugar no panorama musical?


Em primeiro lugar podemos dizer que este álbum não se foca num único estilo. Mostramos sempre quem somos nas músicas, o que é Karmafly, mas os estilos são muito variados . O que faz com que chegue a diferentes públicos.


Achamos ser importante essa diversidade na música.


 


 


Por onde vão andar os Karmafly a apresentar este álbum, nos próximos meses?


Temos o nosso primeiro concerto de lançamento no dia 5 de Julho no Porto, na fábrica de cerveja Nortada. Para além deste concerto estamos em negociações para ações de promoção.


 


 


De que forma é que o público vos pode ir acompanhando?


Podem acompanhar-nos no Facebook “Karmafly”, na nossa página de instagram “the.karmafly”.


Estamos também no Spotify, ITunes e YouTube.


Todo o nosso álbum está disponível nestas plataformas.


 


 


Quais são os objectivos que querem concretizar, a nível musical, ainda em 2019? E no futuro?


Para já, um dos primeiros é darmos um bom concerto. Agradar quem nos está a ouvir porque o passa-palavra é realmente importante nesta fase inicial.


Ouvir as nossas músicas nas rádios é também um grande objectivo a conseguir.


Um outro, e importante, são festivais, queremos Karmafly a tocar em eventos onde as pessoas vão propositadamente para ouvir música. Boa música!


 


 


Muito obrigada!


 


 



Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.


 

Reflexão do dia

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É possível ser-se inconformado mas, ao mesmo tempo, comodista?

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Creme de coentros (à minha moda)

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Feita por quem não percebe grande coisa de culinária, e raramente se arrisca naquilo que não conhece.

 

 

Ingredientes, para 4 doses:

 

1 courgete

1 alho francês

3 batatas médias

1 cebola pequena

100g de coentros 

4 ovos cozidos (1 ovo por dose/ pessoa)

 

Colocar a courgete, o alho francês, a cebola e as batatas, cortadas em pedaços, numa panela e levar ao lume para cozer, juntamente com os talos dos coentros picados.

Quando estiver tudo cozido, triturar.

Juntar água, se for preciso, e levar ao lume novamente. Quando estiver a ferver, juntar as folhas dos coentros e deixar cozinhar.

 

Eu devo ter deixado uns 15/20 minutos (acho eu). Se a pessoa preferir sopa, deixa menos tempo. Se quiser que fique mais tipo creme, fica a reduzir um pouco mais.

 

Triturar novamente. Juntar sal e azeite.

Quando for servida, coloca-se um ovo cozido picado em casa prato/ tigela.

 

 

 

Saíu bem. Ficou boa.

O meu marido gostou. E eu também.

Mas é daquelas sopas que se come uma vez, para matar o desejo, e chega.

E o ovo cozido dá aquele toque que torna a sopa mais saborosa, e menos enjoativa.

Numa só palavra, como caracterizariam a sociedade actual?

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a) Fútil


b) Egocentrista


c) Consumista


d) Fingida


e) Corrupta


f) Inculta


g) Pobre


h) Descrente


i) Calculista


j) Preconceituosa


k) Evoluída


l) Outra palavra - __________________?

quarta-feira, 19 de junho de 2019

RX - Pedro Teixeira Silva

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Após a edição, em 2017, de "PRIMEIRO ATO", o compositor Pedro Teixeira Silva apresenta agora "SEGUNDO ATO", que segue a mesma linha e encerra, assim, um ciclo dedicado aos amantes da música, caracterizado pelo encontro entre o clássico e o rock.


O novo álbum conta com um dueto irreverente, entre o consagrado Paulo de Carvalho e a ilustre cantora lírica portuguesa Elisabete Matos, e com as colaborações vocais de Miguel Guedes (Blind Zero), Pedro Laginha (Mundo Cão), Moisés (Quinta do Bill), elementos da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro Nacional de São Carlos, entre muitos outros.


Para conhecê-lo melhor, aqui fica o RX a Pedro Teixeira Silva!


 


 


 


 


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Pedro, de que forma se descreveria através das seguintes palavras:


Família – Porto seguro, confiança e amor incondicional.


Foco – Trabalhar sempre com qualidade para deixar um legado que perdure na história da música.


Banda Sonora - Charlie and the Chocolate Factory


Música – A arte de transmitir sons e sentimentos.


Composição – Realização pessoal e muito prazer.


Partilha – Algo que sempre esteve presente ao longo de todo o meu percurso profissional.


Vida – Positivismo.


Atos – Praticar o bem e desenvolver novos progressos.


Palco – Algo de puro e sagrado que se deve respeitar e não acessível a todos.


Magia – A harmonia dos sons conjugados e congregados na orquestração.


 


 


Em 2017, o Pedro editou o seu primeiro trabalho a solo “Primeiro Ato”. Dois anos depois, chega “Segundo Ato”. Em que é que ambos se assemelham ou diferenciam entre si?


Assemelham-se na sua génese: A fórmula é similar, aliás como o tem de fazer normalmente qualquer colega compositor não executante. O convite efetuado a músicos de qualidade que respeitamos para entregar a interpretação da obra.


Diferença: Segundo Ato é claramente mais arrojado a nível de composição que o Primeiro Ato. Vou mais além no arriscar de fundir e cruzar variados estilos musicais, juntar vozes totalmente distintas em consonância e harmonia, criar sonoridades pouco exploradas e o máximo cuidado no detalhe, que só ouvindo várias vezes se descobrem.


 


 


Poder-se-á dizer que “Segundo Ato” é a continuação da história, iniciada no álbum anterior?


Sim, a génese é a mesma.


 


 


 


 


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Que sentimentos estão presentes neste “Segundo Ato”?


Existe sempre um cuidado deveras especial na minha forma de compor que tem a ver precisamente com o transmitir sentimentos e emoções a quem a ouve, senão a música passa a ser simplesmente mecânica e meramente de consumo imediato tratada como um produto com intuito meramente comercial. Quando desejamos que a mesma perdure no tempo o sentimento tem de estar sempre presente.


 


 


À semelhança do álbum anterior, “Segundo Ato” conta com diversas colaborações, nomeadamente, um dueto entre Paulo de Carvalho e Elisabete Matos. Foi um dueto pensado desde o início, ou esta união surgiu de forma inesperada?


“Sonho Meu e Teu” foi pensado e concebido desde o início para estas duas vozes absolutamente fantásticas e tão distintas no seu enquadramento musical. Foi um desafio a nível de composição imaginar e criar uma forma de ambas terem o seu espaço o seu protagonismo e harmonia.


 


 


“Segundo Ato” foi editado, em formato digital, a 10 de Maio. Que feedback tem recebido por parte do público?


Este é um álbum de estúdio que não está previsto levar ao vivo por variadíssimas razões. Como tal práticamente todas as reações que tenho colhido não são depois de um concerto, mas sim públicas através de mensagens que me deixam nas redes socias que agradavelmente têm sido extremamente positivas.


 


 


 


 



 


“Sonho Meu e Teu” é o single de apresentação do novo trabalho. Que sonhos faltam, ainda, ao Pedro, realizar, a nível musical?


O meu sonho é sempre o próximo disco, a próxima composição, o próximo concerto, a escolha e descoberta de quem irei convidar a partilhar música comigo. Sendo assim Marta, ainda tenho muitos e inúmeros sonhos por concretizar.


 


 


Muito obrigada!


 


 


Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o lyric video. 

As explicações dão mesmo resultado? Ou nem por isso?

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É certo que, em determinadas disciplinas, ou se decora, ou não serve de nada. Ou se percebe, ou é para esquecer. Ou se gosta, ou já segue em desvantagem.


É também certo que o explicador apenas faz a parte que lhe compete, cabendo ao explicando fazer a sua.


E é verdade que, aquilo que parece tão simples, quando explicado com tempo, paciência e simplicidade, se pode tornar um bicho de sete cabeças, na sala de aula.


 


A minha filha teve explicações de matemática, pela primeira vez, no 8º ano, já a meio do segundo período. Por prevenção. 


Enquanto foi percebendo a matéria, foi tirando boas notas. No último período, inteiramente sob o efeito das explicações, teve a pior nota do ano.


 


Este ano, começou logo no início.


No primeiro período, achou a matéria fácil. E, por isso, teve um 4, quase 5.


A matéria foi complicando, e as notas baixando. Na explicação, dizia que percebia a matéria e os exercícios mas, quando a professora mandava TPC's, por vezes, não sabia resolver. E como não era dia de explicação, lá tentava eu ajudá-la como podia.


Da mesma forma, o explicador foi sempre impecável, enviando a resolução de fichas, algumas das quais eu também tentava fazer.


Dizia ela que os testes que a professora fazia eram mais difíceis. 


 


Acabou o ano com um 3, quase negativa, mas a professora não quis prejudicar a maior parte dos alunos, que estão com exame à porta.


Tem andado a fazer os exames dos anos anteriores, para praticar. Em alguns, teria tirado positiva mas, na maioria, tinha negativa.


Ainda está em explicações.


Mas, sinceramente, a conclusão a que chego, neste caso específico, é a de que as explicações não a ajudaram a melhorar as notas. Apenas a perceber determinados exercícios, no momento em que os resolve, com a ajuda do explicador, mas sem conseguir depois aplicar isso em outros exercícios.


De uma forma geral, se ela percebia a matéria, tirava boa nota. Se não, a nota baixava, e nunca a explicação mudou essa tendência.


 


Não será responsabilidade única do explicador. Ele não está na cabeça do aluno e não pode resolver ou fazer os testes por ele. 


Haverá também alguma responsabilidade do explicando, se se der o caso de não querer saber ou aplicar-se o suficiente, de não se interessar pela matéria ou, simplesmente, não conseguir encaixar, por mais que tente.


 


 


Assim, deixo a pergunta a quem já teve explicações, ou tem (ou teve alguma vez) os seus filhos em explicações: as explicações resultaram mesmo?

terça-feira, 18 de junho de 2019

Reflexão do dia

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Por vezes, a bravura, a arrogância e a soberba, apenas servem de capa, para disfarçar a fragilidade que se quer esconder de todos... 

Quando a ganância resulta em desperdício

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No recinto da antiga muralha, na zona mais velha da vila de Mafra existem, há várias décadas, algumas ameixieiras que, todos os anos, dão fruto.


Como se costuma dizer, não são de ninguém em particular e, por isso, acabam por ser de todos.


 


 


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O normal seria alguém que passasse por ali apanhar algumas e comer. Não vinha mal ao mundo e, se assim não for, acabavam por ali ficar, cair e estragar-se.


Mas o que tem acontecido é precisamente o contrário: pessoas que, mal começam a surgir as primeiras ameixas, correm até lá com baldes e sacos, para encher de ameixas, até não sobrar nenhuma.


A par com isso, os chicos-espertos que, ainda com as ameixas verdes, insistem em apanhar e comer. Ou melhor, trincar e deitar fora porque, como é óbvio, não estão comestíveis.


 


 


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Ainda hoje, estando elas como se podem ver,  vi um homem apanhar ameixas e metê-las ao bolso, atirando com umas quantas ao chão, pelo caminho.


 


 


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E é assim que a ganância resulta, muitas vezes, em desperdício.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Quando uma música actual nos faz ir ao "baú" e redescobrir uma banda esquecida

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Já por duas ou três vezes tinha ouvido esta música, e pensado “isto faz-me lembrar uma música antiga”.


Ontem, ao ouvir o Top da RFM, passou a música “Con Calma” de Daddy Yankee feat Snow, e até disse à minha filha “o refrão é uma imitação”, não é original.


Mas, como iria mostrar à minha filha o original?


Lembrava-me que a banda era dos anos 80, que era portuguesa (afinal descobri que é brasileira), e que um dos membros era o filho do Roberto Leal – Rodrigo Leal.


Foi por aí que pesquisámos. E surgiu a banda Hot Stuff!


“É esse o nome!” – digo. Se bem que, pelo que aparecia em pesquisa, era uma banda de hard rock. Nem era bem esse o estilo das músicas que me lembrava (ou pelo menos tendo em conta o hard rock actual) mas…


 


 


E descobrir a música?


Ora, o meu irmão ainda morava lá em casa, quando os entrevistou para a RCM, portanto, eu deveria ter menos de 14 anos. Ainda era do tempo das cassetes.


Fui ver os álbuns da banda. “Kind of Crime” era o primeiro.


Descobrimos um vídeo com todo o álbum - https://www.youtube.com/watch?v=a1ThTiCzg2c.


E lá estava ela - “Informer”!


 


 


Foi tão bom recordar estas músicas, de que quase já nem me lembrava, e que tantas vezes ouvi na minha adolescência.


Das que ouvi, continuo a gostar muito da “Informer”, “Kind of Crime”, "If I Cry" e “The Sun, Not The Rain”.


Entretanto, movida pela curiosidade, pesquisei pela banda no facebook - https://www.facebook.com/HotStuff.official/. Pelo menos até 2016, ainda existiam. Ou, parece, acabaram e voltaram a formar-se, com alguns membros novos.


 


Mais alguém por aí conhecia a banda?


 


 


A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas em pé, barba e interiores

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Publicidade encomendada? Não, obrigada!

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Já por aqui tenho lido relatos de bloggers a quem determinadas empresas contactam, com o propósito de publicitarem determinados produtos, ainda que em nada estejam relacionados com o conteúdo do blog, e na maioria das vezes, para mera publicidade (positiva, claro) sem sequer poderem experimentar primeiro os produtos em causa.


 


 


No meu caso, tenho vindo a receber propostas de artigos de instituições/ associações, cujas causas até estão, de certa forma, relacionadas com alguns textos que partilho.


Mas a intenção é a mesma: falar de algo que não conheço, publicitando serviços e instituições, só porque sim.  


 


 


Da primeira vez, em resposta, expliquei que não tinha por hábito escrever esse tipo de artigos mas sugeri, em contrapartida, fazer entrevista para a rubrica "À Conversa Com...", onde a própria instituição poderia explicar quem era, o que fazia, o que tinha a oferecer, como funcionava e, ao mesmo tempo, falar sobre a causa em questão.


Pensei que não alinhariam nisso mas, para minha surpresa, aceitaram fazer a entrevista, ainda que com a preocupação de, algures na mesma, haver um link para a dita instituição.


 


 


As questões para a entrevista foram enviadas há mais de um mês. Ainda não tive qualquer resposta!


Provavelmente, não esperavam ter tanto trabalho. Ou talvez não lhes convenha responder às questões.


Não sei...


 


 


Tempos depois, uma nova proposta do género. Confesso que ainda não respondi.


A verdade é que, se a intenção for apenas publicidade encomendada, a minha resposta será sempre "não, obrigada!".


E não me apetece estar a ter trabalho a elaborar uma entrevista que nunca será respondida.


 

À Conversa com os FUGA

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Formada em 2019, em Lisboa, FUGA não é apenas mais uma banda de pop rock português.
É a banda que pretende revolucionar conceitos e estilos musicais conjugando combinações improváveis, através do contributo de cada um dos seus elementos, sem nunca abandonar um registo comercial que agrade a vários públicos.



E deixam um desafio: "Fuja connosco. O destino? Não sabemos, mas a música e a língua portuguesa farão parte no nosso caminho conjunto".


 


 


 


 



 


Quem são os FUGA?


Olá! Os Fuga são 4 seres, que convidam cada ouvinte a fazer parte das suas fugas musicais para que, em uníssono, usufruam dos prazeres que a música proporciona.


Assim, o Isaac na voz, eu (Prista) na guitarra, o Branco no baixo e o David na bateria.


 


 


O que vos levou a juntar-se como banda?


Episódio engraçado...


Eu e o David já tínhamos algumas “vontades musicais” passadas, mas a vida levou-nos a continuar os projetos presentes, na altura, e aguardar por uma oportunidade mais propícia.


Essa oportunidade chegou quando ouvimos a voz e percebemos a personalidade do Isaac que, por sua vez, nos apresentou o Miguel Branco.


Dois para dois, nascem os Fuga!


 


 


Porque escolheram este nome para o vosso projecto?


Numa altura em que grande parte das pessoas vive em grande tensão, e a indústria vive de materiais descartáveis e opiniões passageiras, o nome surge da vontade de parar e nos adequarmos, com qualidade, ao momento.


A primeira ideia passou pelo nome FUGA do que for preciso para ouvir a nossa música, do que for preciso para que se possam sentir bem, independentemente do que seja importante fazer (desde que não prejudique ninguém), como nós fugimos e abdicamos de tantas outras coisas, para estarmos os 4 juntos a criar.


Portanto FUGA de mim, FUGA de ti, FUGA do que for para que possamos respirar fundo e ser felizes. Muito cliché? 


 


 


O que diferencia, na vossa opinião, a vossa banda, das já existentes no panorama musical português?


Isso pergunto eu!!!


O que posso dizer é que, felizmente, este projeto musical tem personalidade interna, e a resposta a essa pergunta virá, também, com o tempo.


Respeitamo-nos, temos algumas divergências musicais saudáveis e, paralelamente, conhecimentos ao nível da produção, o que nos faz perceber bem o que queremos e por onde podemos ir.


O panorama musical português é diversificado e tem uma qualidade distinta, veremos se as nossas personalidades musicais conjuntas nos fazem fugir no sentido certo.


 


 


Pode-se dizer que os FUGA “fugiram” da sala de ensaios, e se refugiaram no estúdio para gravar os primeiros singles da banda?


Os FUGA adoram todos os passos musicais: ensaiar, tocar, gravar, compor, produzir...nós fugimos para onde a música nos levar e de boa vontade.


Neste momento temos muitas ideias, muitas vontades, muito na nossa cabeça. Vamos ver até onde nos deixam ir...


 


 


 


 


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“Nasce Assim” é o primeiro single a ser apresentado, hoje. Sobre o que nos fala este tema?


A “Nasce Assim” tem várias formas de ser vista.


Fala de amor. Daquele amor mais puro que nasce de ver, falar, sorrir, planear e crescer – como o crescimento musical no decorrer dos 3 minutos de música.


Depois é um amor que não tem apenas o significado mais direto como o de duas pessoas, mas sim de um amor entre um neto e um avô, ou uma pessoa e um cão, enfim... qualquer primeiro afeto no sentido crescente que nos traga bons sentimentos e vontade de estar.


Em última análise, é preciso nascer para começar, e nós... Nós esperamos crescer de forma saudável.


 


 


O single “Nós” tem a participação especial de Beatriz Nunes, a mais recente cantora dos Madredeus. Como surgiu essa colaboração?


A Beatriz é uma amiga de longa data e, num tema onde instrumentos de percussão ou mesmo um ukulele fazem parte do decorrer musical, sentimos que precisávamos de um sorriso feminino para liderar e contrapor a voz do nosso maravilhoso vocalista. Conhecendo a qualidade musical da Beatriz, e toda a alegria e profissionalismo a que nos habituou, achamos por bem fazer o convite.


Num país de tão bons músicos e tão boa música portuguesa, é nossa ambição ter alguns convidados. Alguns mais direcionados, outros mais improváveis, bons músicos e gente contagiante.


 


 


“Realidade Onírica” é outro dos singles gravados. É um estado/ forma de estar que vos caracteriza?


Claro que sim.


Música sem sentimento é música que não nos toca. Acho que conseguimos deduzir isso pela capa do “Nasce Assim”.


Mais sérios, mais reais, mais história, mais fantasia... de pés assentes na terra já basta a vida de adultos, vamos deixar que a música nos leve e nos faça fugir...


 


 


Para os FUGA, a música é uma forma de contribuir para essa realidade onírica?


Quando criamos algo que nos leva para uma profissão em que temos de lidar com público, não existe melhor no mundo que criar sensações boas.


Vamos escrever sobre tudo e tocar em qualquer assunto da forma que mais direcionada possível, cada um a sua maneira, de forma a que qualquer realidade (onírica ou não) possa fazer um paralelo sentimental com o publico que nos ouve e gosta de nós.


 


 


Com o germinar deste projecto, de que forma poderá o público acompanhar-vos e conhecer a vossa música?


O projeto musical é muito recente, estamos com muita coisa em andamento.


Temos previstos estes 3 singles, vídeos promocionais, videoclips e claro...as nossas redes sociais a “bombar” ainda de uma forma inicial.


Esperamos oportunidades de concertos, divulgação, oportunidades e claro...que nos apoiem da melhor forma possível para que nos possamos mostrar e dar a ouvir.


Aproveitando a tua pergunta Marta para agradecer desde já a oportunidade e a entrevista. São iniciativas e trabalho como o teu que ajudam a banda a existir, o publico a conhecer e acompanhar.


 


 


Que objectivos gostariam de concretizar, a nível musical, num futuro próximo?


Dar de fuga para uma sala de espetáculos cheia de gente a apoiar...a parte onírica já a temos, esperamos que a realidade desta mensagem apareça.


Temos de lançar música, sem ela não nos conhecem e não sabem se merecemos o tempo que tiramos ao nosso (presente e futuro) público.


Não estamos a trabalhar de mãos atadas, temos muita coisa planeada de forma a fugir da caixa (ou se saia, se preferirem), incorporando, nas novas criações, elementos de outros géneros musicais.


O caminho será sempre uma surpresa musical e visual, mas a língua de Camões será uma constante.


 


 


Muito obrigada!


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.


 


 


 


 

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Visita inesperada à Unidade de Saúde Mafra Norte

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Foi inaugurada no dia do município, a 30 de maio deste ano, depois de mais de um ano de obras, e uns últimos meses caóticos para quem por aquela zona tinha que passar.


Ao que parece, nos primeiros dias de funcionamento, não tinham linhas telefónicas. Diz quem tentou ligar para lá.


 


 


As minhas últimas consultas, já este ano, ainda foram no Centro de Saúde antigo, pelo que tão depressa não contava aparecer no novo.


Mas acabei por ter que lá ir mais cedo do que esperava.


 


 


À chegada, uma segurança mulher - uma novidade, portanto.


O que salta logo à vista são as duas máquinas, os dois postos de atendimento, e as duas salas de espera em lados opostos.


Para a consulta que eu pretendia, indicaram-me o lado esquerdo que, penso eu, corresponde à antiga Unidade de Saúde Familiar ANDREAS. Não percebi para que consultas serve o lado direito, apelidado de Unidade D. João V.


 


 


A sala de espera é bastante iluminada e com capacidade para bastantes utentes.


A chamar as respectivas senhas, estava uma única pessoa, para todos os assuntos. Só já quase na minha vez de ser chamada é que apareceu uma outra funcionária, mas não sei se seria para ajudar ou substituir.


Consegui consulta, em parte porque a funcionária foi simpática, compreensiva e flexível, para esse dia, depois das 19 horas.


 


 


Chegada à hora marcada, confirmei a consulta e esperei a nossa vez. Vi por lá médicos e pessoal novo, para além dos habituais.


Fiquei curiosa para saber para que serve o Módulo Complementar, que ficava ali naquela zona. Será para outro tipo de consultas de especialidade? Para quem não tem médico de família?


Fomos chamadas para o gabinete médico, com algum tempo de atraso, como já era habitual.


 


 


A médica pediu-nos para entrar e esperar um pouco, que já ia.


Atendeu-nos. Examinou. Pediu colheita de urina e, enquanto isso, ia atendendo outro utente.


Lá nos deu o material.


Achei que deveriam ter uma casa de banho para esse efeito junto dos gabinetes, e não termos que utilizar a geral, passando pelos utentes em espera com a dita colheita na mão!


 


 


Voltámos ao gabinete de enfermagem, para a enfermeira analisar. Deu-nos um papelinho com a leitura, e pediu-nos para esperar num banquinho existente no corredor dos gabinetes. 


A médica, passado pouco tempo, chamou-nos. Mandou-nos entrar e pediu para esperarmos. Foi falar com outra médica.


Voltou ao gabinete. Foi interrompida pela médica, que veio tirar dúvidas sobre o caso da utente que estava a atender.


Finalmente, passou a receita e viemos embora.


 


 


Até está bonzinho o novo Centro de Saúde.


Agora, bom mesmo, seria abrirem por ali uma farmácia, para evitar estar a dois passos de casa, e ter que percorrer toda a vila para comprar os medicamentos.


Dava bem mais jeito que o Snack Bar que abriu no mesmo dia!

Inverno em tempo de verão: ainda fazem sentido as estações do ano?

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Se virem por aí alguém com 3 camisolas vestidas, casaco, collants e botas, em pleno mês de Junho, não pensem que é algum extraterrestre - sou apenas eu!


 


 


Estamos a pouco mais de uma semana da chegada do verão, mas as temperaturas mais fazem lembrar os meses de inverno. Pelo menos aqui por Mafra, em que as mínimas andam nos 11/12 graus, e as máximas não passam dos 18/19.


Está sol, é verdade. E, aqui, basta vir o sol para toda a gente andar por aí já de chinelos, calções, e vestidos como se estivesse realmente calor. Ou até uma ida à praia porque, afinal, é verão (ou quase). Mas não está, porque para além do sol, temos um vento descomunal e gelado.


 


 


Assim, acho que, cada vez mais, vou deixar de lado aquele estigma de "ah e tal, é verão, parece mal andar com camisolas de lã e sobretudo". 


Cada vez mais, há dias de calor fora do normal em estações onde era suposto estar frio, e dias de frio fora do normal, em épocas em que deveriam estar temperaturas mais amenas. 


Dentro de toda esta "anormalidade", o mais normal é vestirmo-nos consoante a temperatura que está, e não consoante a época/ estação em que estamos.


 


Aliás, com a constante instabilidade climática em que vivemos, pergunto-me mesmo até quando farão sentido as estações do ano, tal como as conhecemos?

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Viver continuamente sob stress...

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... não é para mim.


Há quem goste dessa adrenalina, dessa correria, desse stress constante de viver sempre ali no limite, de ter mil e uma coisas para fazer e consegui-las, nem que seja no último minuto!


Para algumas pessoas, só assim a vida faz sentido, só assim se sentem vivas, activas, úteis.


 


 


Para mim, não dá.


A mim, faz-me sentir pressionada, ansiosa, preocupada, nervosa, stressada e, até, irritada.


Nunca fui disso, mas cada vez mais preciso de paz, sossego, calma, tranquilidade, de fazer as coisas ao meu tempo, e não em contrarrelógio.


De fazer as coisas por gosto, com a devida atenção dada a cada uma delas em particular, e não de as fazer de empreitada, como se costuma dizer "a aviar porcos".


 


 


Quando começo a ver muitas coisas a juntarem-se ao mesmo tempo, e percebo que não sei se terei tempo para todas elas, nem como vou dar conta delas em tempo útil e com a celeridade que, por vezes, é necessária, começo a entrar em parafuso.


Parece uma onda gigante que vem lá ao fundo e se está a aproximar, e da qual só nos apetece fugir.


No entanto, até ver, tenho-me mantido dentro de água e, quando a onda chega e passa por mim, afinal não era assim tão grande como parecia.


Até um dia...


 


 


E por aí, são daquelas pessoas a quem o stress dá energia e pica para viver, ou das que preferem a tranquilidade?


 


 

terça-feira, 11 de junho de 2019

Pão de beterraba - experimentei, e gostei!

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Já, por várias vezes, tinha visto este pão de beterraba no Continente.


Andava para provar, mas acabava sempre por comprar outra coisa.


No domingo, lá me decidi a comprar uma bolinha.


 


 


E gostei!


Apesar de achar que ia saber muito a beterraba, a sensação é a de estar a comer pão com doce. 


Continuo a preferir o de abóbora e nozes, mas acho que vou voltar a comprar este também! 

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Baile de finalistas dedicado aos oceanos

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No Dia Mundial dos Oceanos, propositadamente ou mera coincidência, foi noite de baile de finalistas na escola da minha filha!


Tudo começou com o convite, desenhado por uma das alunas do 9º ano. Não ficou tão giro? Tive pena de o entregar à entrada, mas depois, no final, deixaram-me recuperar um deles, para recordação!


 


 


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Chegada à hora marcada, com uma enorme fila de alunos e famílias para entrar, com direito a recepção com entradas e a atuação de algumas alunas com uma dança dedicada aos oceanos.


Em seguida, os pais rumaram ao pavilhão, para receber os finalistas, que aguardaram a sua vez de desfilar na passadeira vermelha, como manda a tradição.


 


 


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No pavilhão, a primeira coisa que me chamou a atenção foi as letras que eles tinham feito em educação visual, e que estavam expostas na galeria. Lá estava o nosso "I"!


 


 


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As faixas, também já estavam à espera dos finalistas, mas só seriam entregues mais à frente.


Antes, o desfile na passadeira, entrada no pavilhão e desfile dentro do mesmo, com os finalistas acompanhados pelos respectivos directores de turma.


Depois, tempo de dança, com cada uma das turmas a dançar ao som de "Apologize", dos One Republic, e uma dança especial, na qual participou a minha filha, com os finalistas da Unidade de apoio aos alunos com necessidades educativas especiais, ao som de "Keep Holding On", da Avril Lavigne, que quase me fez derramar as primeiras lágrimas de emoção.


Felizmente, fizeram uma pausa para o jantar, e o ambiente desanuviou!


 


 


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Já de barriguinha cheia, chamaram ao palco uma professora, para cantar a "Canção do Mar", abrindo caminho para a tão esperada entrega das faixas.


Em palco, a directora da escola, o representante dos pais e encarregados de educação, o director de cada turma, e os respectivos padrinhos de cada turma.


O baile continuaria pela noite dentro, mas por motivos de força maior, tivemos que sair pouco depois, até porque os pés já doíam de tantas horas em pé, de saltos!


 


 


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Mas foi, sem dúvida, um momento inesquecível para todos os finalistas, e para nós, que os acompanhámos!


 


 


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A finalista, com os padrinhos - o professor de Educação Fisica e o professor de Geografia.


 


 


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E com as amigas!


 

sexta-feira, 7 de junho de 2019

À Conversa com Nicolau

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Não foi preciso “Pensar Demais” para Nicolau se aventurar num novo EP, composto por 5 temas, cantados em português.


“Alto e Pára o Baile”, que agora vão saborear o “Licor” de Nicolau.


E não pensem que “Tá Escasso” porque, para além de dar nome ao EP, “Licor” é também o single de apresentação do mesmo, que já roda nas rádios nacionais.


“ Venha Mais Desse Amor”, mais música, e a entrevista ao convidado de hoje: Nicolau!


 


 


 



 


Quem é o Nicolau?


Nicolau é um tipo que adora música dos mais variados estilos musicais, e que também adora compor.


É também alguém que procura criar algo diferente mas, ao mesmo tempo, igual e com o qual as pessoas se possam identificar.


Nicolau é o projecto a solo de Filipe Nicolau, cantor/compositor que pretende mostrar uma outra faceta com canções mais intimistas e em Português.


 


 


Como é que surgiu a tua paixão pela música?


Não sei precisar o momento, acho que foi acontecendo gradualmente.


Lembro-me, quando era muito novo, de ouvir cassetes e CD’s da minha irmã mais velha.



O álbum “Stomping Ground” dos Goldfinger e o “Californication” dos Red Hot foram, por exemplo, os primeiros álbuns que me lembro de ouvir e pensar “... isto é muito bom” .



Mas a paixão realmente surgiu para ficar quando comprei um baixo aos 16/17 anos, para tocar com uns amigos e, sinceramente, surge de novo quando descubro novos géneros musicais pelos quais me apaixono como, por exemplo, mais recentemente, o “Bluegrass” e o “Gypsy Jazz”.


 


 


Quais são as tuas principais referências a nível musical?


A minha banda preferida, de alguns anos já, chama-se “Annemaykantereit”. São alemães e eu não entendo nada das letras, mas inspiram-me e transmitem-me tanto que nem importa bem o que a letra diz. Eu tenho a minha própria interpretação e para mim o mais importante é o feeling que recebo da canção em si.



Recentemente comecei a ouvir mais música portuguesa, coisa que nunca me atraiu muito. Descobri que adoro Ana Moura e a minha maior influência em português é o Miguel Araújo. Como músico e compositor o Miguel é dos melhores que temos em Portugal a meu ver.



Também gosto bastante da Ana Bacalhau, a forma como ela sente a música e a interpreta é algo de fantástico.


 


 


Já participaste em outros projetos ligados à música, nomeadamente, a banda The Town Bar. O que te levou a apostar num trabalho a solo?


Eu ainda pertenço a “The Town Bar” e hei-de pertencer durante muitos anos. É o projecto da minha vida e o qual eu me dedico mais.


“The Town Bar” nasceu do meu projecto a solo “Fil, the Captain” da qual cresceu naturalmente para banda com um estilo um pouco diferente, daí ter outro nome.


Tendo o meu projecto a solo se transformado em banda, decidi começar de novo um projecto a solo onde fosse livre de criar novas músicas com feelings diferentes de maneira a mostrar outras facetas de compositor. Até porque também tenho como objectivo compor para outros artistas.


 


 


 



 


Que ingredientes compõem este “Licor”?


O EP “Licor” é composto por músicas simples, compostas no meu quarto, na tentativa de criar algo diferente, mas só quando entrei em estúdio e o Francisco Pereira gravou os pianos/teclados (coisa que não estava prevista) é que consegui perceber o rumo que estas estavam a tomar.



Umas mais Pop, outras mais Tradicionais, outras a roçar o Tango, é uma mistura de muitas coisas e eu nem gosto muito de rotular músicas mas por piada costumo dizer que toco um PseudoFado Tradicional.



 


 


Do que nos falam as tuas músicas?


As minhas músicas falam essencialmente sobre amor, ou a falta dele. Normalmente gosto de contar histórias e não costumo escrever sobre mim mas este EP por acaso abre com o tema “Pensar Demais” que fala um pouco sobre a minha maneira de ser.


 


 


“Licor”, o single de apresentação, foi lançado a 3 de maio, e já toca nas rádios nacionais. Que feedback tens recebido sobre este tema?


O feedback tem sido muito bom. Tenho recebido imensas mensagens de amigos e até de desconhecidos que me abordam e dizem que gostam bastante do tema “Licor”.


E fico contente quando me dizem que gostam de me ouvir cantar em português porque eu acho que ainda tenho muitos vícios de cantar em inglês e não tenho a melhor dicção, mas é algo que estou a tentar melhorar.


 


 


 


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O EP será editado a 14 de junho. De que forma irás promovê-lo? Já tens atuações agendadas?


Estou a pensar fazer um concerto de lançamento do EP físico em meados de Julho. Tenho algumas datas, mas não muitas, até porque o meu foco principal é “The Town Bar” na qual tenho vindo a tocar e, felizmente, temos tido imensos concertos.


Mas quero que o projecto a solo cresça aos poucos, de forma natural, e irei promover o EP pela internet de maneira a dar a conhecer as minhas músicas.


 


 


Que objetivos gostarias de concretizar, ainda este ano, a nível musical?


Tenho como objectivo encher o Centro Cultural do Cartaxo, cidade onde moro, mas confesso que acho difícil faze-lo ainda este ano. Tenho também como objectivo compor para outros artistas de renome nacional.


 


 


De que forma é que o público te poderá acompanhar?


Podem-me acompanhar pela página de facebook, instagram e site oficial.


Deixo aqui os links:


Facebook: https://www.facebook.com/nicolaufil


Instagram: https://www.instagram.com/nicolau_fil


Site:


https://www.difymusic.com/nicolau?fbclid=IwAR0YtQGkjatrduF9zXnWRFKQPywWJd8RtDCQLsh4ijoidy_F-M-53Js-ITA


 


 


Muito obrigada!


 


Um Muito Obrigado ao blog “O meu canto” pela entrevista e por me darem a oportunidade de falar e dar a conhecer o meu projecto a solo.


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.


 

quinta-feira, 6 de junho de 2019

The Society

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Imaginem que, de um momento para o outro, os nossos filhos se viam sozinhos, no sítio onde vivem, mas sem qualquer adulto presente, e sem qualquer forma de sair desse local.


Imaginem que não conseguiam contactar com ninguém, e não faziam a mínima ideia do que tinha acontecido, nem onde estariam os pais, a família, as autoridades, ninguém.


Apenas adolescentes, sozinhos, sem saber o que fazer...


O que acham que resultaria daí?


 


 


Provavelmente, ficariam assustados.


Depois, aproveitavam a liberdade temporária para fazer o que mais queriam, sem reclamações ou proibições.


Em seguida, começariam a sentir falta de quem fazia tudo por eles, saudades dos pais.


E, com os mantimentos em casa a acabar, haveria uma correria aos supermercados e um açabarcamento de tudo aquilo que pudessem, para sobreviver.


Começaria a haver insegurança, instabilidade, o "salve-se quem puder", e o "cada um por si".


Até que alguém tome as rédeas da situação, e comece a impor ordem, regras, alguma forma de as coisas funcionarem como for possível, sem haver muitos mortos e feridos, sem a coexistência em tais circunstãncias descambar num verdadeiro caos...


 


 


Mas, quem teria autoridade para tal?


Quem teria o direito de se assumir como líder perante os restantes?


Quem assumiria a responsabilidade de guiar, gerir, ditar a vida de todos, de tomar decisões e pedir a colaboração dos restantes?


Existe sempre quem queira o poder para si, mas não saiba o que fazer com ele, e se deixe manipular. Existe sempre quem queira o poder para si, para o usar em nome dos seus próprios interesses e, muitas vezes, para o mal.


Há quem não o queira, mas o mesmo lhe venha parar às mãos. E há quem o herde, e tenha que geri-lo para o bem de todos, apesar das constantes críticas, oposição, revolta.


 


 


A ideia seria criar uma espécie de democracia. Mas, quanto tempo leva a democracia a tornar-se uma ditadura? Principalmente, quando se vive um clima de insatisfação, de descontentamento, de aparente resignação e concordância, mas com o desejo de que tudo seja diferente, agarrando-se a promessas de melhor vida e melhores soluções?


 


 


Conseguiriam os nossos filhos aguentar-se? Viver desta forma? Passar a fazer tudo aquilo que, antes, tinham quem fizesse por eles, quem decidisse por eles, quem os guiasse e orientasse? Estariam dispostos a cumprir regras, a seguir ordens, a partilhar, a contribuir, a pensar no colectivo, e não no individual?


Quanto tempo levaria a desafiarem-se, a atropelarem-se, a agredirem-se, a matarem-se uns aos outros?


 


 


É isto que acontece em The Society, com os adolescentes de West Ham, que ali vivem, a terem que, sozinhos, criar uma sociedade que lhes permita sobreviver, até que consigam perceber o que se passou, onde estão, o que aconteceu a todos os adultos, e se é possível voltar tudo ao normal, antes de morrerem.


É preciso garantir a segurança de todos, racionar os recursos, distribuir funções, manter-se ocupados e distraídos da tristeza e receio que sentem ao se verem totalmente abandonados e entregues à sua sorte.


 


 


Vai ser a oportunidade para alguns, de se tornarem melhores pessoas, de se descobrirem e perceberem quem são e o que querem da vida, de crescerem... Mas também vai mostrar como as pessoas podem perder o seu carácter, mediante as circunstâncias, e agir de uma forma que nunca esperaríamos.


No fundo, não muito diferente da sociedade em que vivemos.


E quando quem não deve, assume o poder, pode-se esperar tudo...

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!