sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Do Reino Fungi

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Não é um reino no sentido de espaço físico, mas antes um conjunto de organismos eucariotas, entre os quais os micro-organismos conhecidos como leveduras, bolores e cogumelos.


Dizem que os cogumelos comunicam entre si, e que alguns brilham no escuro.


Algumas espécies são capazes de decompôr plástico. Ou produzir vento.


Outras, prosperam em locais com elevada radiação.


Também se diz que os cogumelos têm o quinto sabor - umami (as coisas que uma pessoa descobre).


E, ao mesmo tempo que são uma fonte de vitamina D, também conseguem absorvê-la, quando expostos à luz ultravioleta.


Mas é preciso muito cuidado com eles!


Algumas são venenosas, e letais. Uma, em específico, consegue infectar insectos e controlar o seu comportamento.


Em Portugal, existem cerca de três mil espécies de cogumelos.


A da imagem, é uma delas!


 


Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

"Antes de Desaparecer", de Reese Whiterspoon e Harlan Coben

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A ela, Reese Whiterspoon, conhecêmo-la, maioritariamente, como actriz.


A ele, Harlan Coben, como um dos autores com mais livros adaptados a séries, nas plataformas de streaming. 


Neste livro, juntaram-se os dois, numa parceria inesperada.


 


Confesso que a história começa bem, prende o leitor, e promete.


Mas, quando chegamos ao fim, a sensação que fica é a de que não resultou da melhor forma.


Parece haver cenas e informações aleatórias que, depois, de nada servem.


Parece haver personagens que não se percebe bem que papel tinham, ou porque o tinham, porque não acharam por bem aprofundá-las.


Parece ficar coisas por explicar.


E o final, depois de tudo, é este?


Habituada aos livros a solo de Harlan Coben, quase todos grandes thrillers, este, a duas mãos, deixou a desejar.


 


 


Sinopse:


"O talento narrativo de Reese Witherspoon, atriz e vencedora de um Óscar, encontra o génio do autor bestseller internacional Harlan Coben. Num thriller arrebatador, uma mulher vê-se presa numa conspiração mortal, em que cada revelação pode ser a última.





Maggie McCabe vive no fio da navalha. Reconhecida cirurgiã de combate do Exército, vê a sua vida desmoronar após uma sucessão devastadora de tragédias que lhe roubam a licença médica e o rumo.
Quando menos espera, mas sempre com a coragem intacta, Maggie recebe uma oportunidade inesperada: trabalhar para um dos homens mais enigmáticos do planeta, uma figura anónima e milionária que exige cuidados médicos de excelência… e total segredo.
No entanto, quando esse paciente desaparece subitamente, ela transforma-se na próxima peça de um jogo letal. Para sobreviver, terá de fugir, antes que seja a próxima a desaparecer."




quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Mafra vai-se vestindo de Natal

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Felizmente, de uma forma geral, este ano parece ter imperado melhor gosto, e maior descrição nas decorações.


 


 


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Pequenos arranjos natalícios a dar um toque diferente e sóbrio


 


 


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As bicicletas de Natal, que este ano parece-me que vão substituir o trenó e as renas


 


 


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Os sinos também marcam a tendência deste ano


 


 


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Há, também, lugar para algumas decorações mais infantis.


E quem diria que uma porta fictícia poderia ter este aspecto!


 


 


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Já neste espaço, depois de um carocha, e do trenó no último ano temos, agora, um baloiço.


Não sei é se fará muito sentido, no local em questão.


 


 


A pista de gelo regressa, mas muda de localização. 


Agora está junto ao Jardim do Cerco, tal como o carrocel e, penso eu, as barraquinhas do mercado de Natal.


A árvore está no sítio de sempre.


Ainda não vi o presépio.


 


Mas não há como enganar: Mafra vai-se vestindo, aos poucos, de Natal!


 

 

terça-feira, 25 de novembro de 2025

As cores do Outono

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As cores do Outono, realçadas pelo céu azul!


Um último vislumbre antes de cairem definitivamente, e as árvores ficarem despidas.


 


 


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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Reflexos

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A saída começou a medo, com o tempo a ameaçar travá-la poucos metros depois de iniciada.


Mas a vontade persistiu, e o sol incentivou a seguir viagem.


O local escolhido está mais que visto, mas nunca é demais.


Com percursos vedados, talvez por conta do temporal que marcou presença dias antes, o passeio foi mais curto.


A atenção virou-se, desta vez, para os lagos.


Não só o grande, atracção principal, mas também os mais pequenos.


Estes menos limpos. Aparentemente, menos cuidados.


Mas, ainda assim, capazes de proprocionar bonitas fotos, como esta.


 


Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Absentia - terceira e última temporada

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Uma temporada que eu nem fazia ideia que existia mas que, posso dizer, vale bem a pena!


E pensar que quase me obriguei a ver os episódios da primeira temporada, a muito custo, e sob pena de adormecer pelo meio, de tão secantes que eram.


A segunda temporada melhorou, mas chegou ao fim, e acabei por perder o rasto à série, sem saber se haveria nova temporada ou ficava por ali.


E passaram cinco anos.


 


Na passada semana, quando vi que tinha chegado à Netflix, nem liguei. Afinal, pensava eu, já tinha visto a série.


Até que comecei a ler comentários sobre a terceira temporada. 


Como assim, terceira temporada?!


Foi quando percebi que a mesma estava, igualmente, disponível. 


 


Se as duas primeiras temporadas seguem a história de Emily e o seu regresso ao mundo dos vivos, tentando perceber quem a manteve em cativeiro durante todos aqueles anos, nesta nova temporada, o tema central muda.


Agora, temos uma rede de tráfico de órgãos, e o ex-marido de Emily, agente do FBI, raptado pela organização Meridian.


Emily, como sempre, mesmo estando à espera da reintegração na agência, atira-se de cabeça para tentar salvar o pai do seu filho, seguindo as suas próprias regras, fontes e alguma ajuda que conseguir, sem dar conhecimento àquela que está encarregada do caso, mas em quem ela não confia minimamente.


 


Talvez o final não seja aquele que gostaríamos.


Mas, como diz Stana Katic, é o encerramento necessário para Emily: de vítima a sobrevivente, e de sobrevivente a dona do seu próprio futuro.


Com todas as consequências que isso acarreta.


 


Por um momento, perguntei-me porque não foram as primeiras temporadas tão boas como esta última, e porque não mais temporadas ao género desta?


Mas a resposta é óbvia.


Absentia começou por ser diferente, e com uma premissa que chamou logo a atenção, por isso mesmo.


Transformá-la em mais disto que foi a terceira temporada, seria banalizá-la. Torná-la igual a tantas outras que já existem.


 


Se tiverem oportunidade, vejam!

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Embalo

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Num momento, estava lá no alto. Instantes depois, a cair no lago.


Já o esperava. Já conhecia o seu destino.


No entanto, é sempre impactante quando se torna real.


A queda. A água fria.


Pelo menos, não mergulhou. Não afundou.


 


 


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Mantém a sua dignidade. E a sua firmeza.


Lá vai ela, embalada pelas pequenas ondas.


Tranquila.


Como quem passeia, sem pressa.


 


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Talvez não por muito tempo.


A qualquer momento, tudo pode mudar.


Uma corrente que a faça andar em remoinho.


Ou o marasmo total, que a faça estagnar, resignada, junto às outras que já se renderam.


 


 


 

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Simetrias

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Chuva, vento, trovoada.


Trovoada, vento, chuva.


Tem sido isto nos últimos dias.


Tempo cinzento. Estradas alagadas.


Folhas caídas. Galhos arrancados.


Ainda assim, algo de menos mau se tira deste temporal.


Simetrias, proporcionadas pelo piso molhado.


 


 



Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto


10 horas sem electricidade

Design PNG E SVG De Ilustração De Luz De Vela Para Camisetas


 


Foi assim na quarta-feira.


Sem qualquer intervenção agendada. Apenas um incidente, que afectou uma pequena área da vila.


A luz falhou, após algumas ameaças (liga/desliga), por volta das 8 da manhã.


No site da E-REDES, sempre que consultava a informação, indicavam uma hora, que ia alterando quando a anteriormente indicada era ultrapassada.


Liguei para lá, mas não sabiam dizer nada além do que constava do site. Nem o que tinha acontecido, nem onde era o incidente, nada.


Andámos nisto até às 18h, hora em que a electricidade foi reposta.


Poder-se-á dizer que foi uma espécie de apagão. 


A pergunta que fica é: se a E-REDES demorou 10 horas a resolver um incidente local,  nem quero imaginar quando for em larga escala.


Ou, então, se calhar, até funcionam ao contrário.


Tendo em conta que, no apagão de Abril, o tempo foi, em algumas zonas, quase o mesmo. 

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Qual é a pressa para o Natal?!

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Estávamos, ainda, em Outubro quando esta loja (suponho que a primeira da vila), surgiu com decoração natalícia, luzes como manda a tradição, e os típicos pinheiros de Natal à venda.


Vinha aí o Halloween, mas abóboras e afins, nem vê-las.


No fim de semana, fui ao supermercado e, ei-los: vários pinheiros de Natal, das mais diversas cores, tamanhos e feitios, as habituais renas e outros produtos alusivos à quadra.


Nos canais de televisão, já começam a surgir anúncios sobre a festa de Natal, o espírito natalício e, com sorte, sugestões de presentes.


Esta semana, deparei-me com as iluminações natalícias da via pública já montadas.


 


Mas que pressa é esta?!


Ainda vem aí o verão de São Marinho (que de verão não sei se terá muito).


Ainda falta mais de um mês, com dois feriados e fins de semana prolongados pelo meio.


Eu sei que o tempo passa a correr e que, num instantinho, estaremos lá.


Mas, calma.


O mundo não deve acabar até lá, e o Natal não foge por entre os dedos!


 

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Maratona de Freida McFadden

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A vantagem de gostar de um determinado autor, e dos seus livros, é estarmos sempre à espera do próximo.


A desvantagem é que, ao lançar livro atrás de livro, e ao lermos um após um outro, o autor corre o risco de desiludir, de já não surpreender os leitores.


 


Já tinha lido vários livros da Freida McFadden, mas intercalados com outros.


No entanto, há umas semanas, pensei em ler os que ainda me faltavam dela. Uma espécie de maratona.


Não aconselho.


 


Para além de, lá está, apesar de serem histórias diferentes, começarem a ser previsíveis, parecendo mais do mesmo, só mudando os locais e as personagens, corremos o risco de ganhar uma certa paranoia de que não podemos confiar em ninguém. De que todos os que nos rodeiam podem ser potenciais assassinos, ter segundas e más intenções, serem mentirosos compulsivos e psicopatas!


 


Decididamente, é melhor ler algo diferente pelo meio, que corte esse efeito. 


Que seja mais leve. Que nos traga pensamentos positivos. Esperança.


 


Depois, não posso deixar de mostrar a minha desilusão com esta autora, especificamente, com o livro "A Mulher no Andar de Cima", uma cópia barata do livro "Verity", da autora Colleen Hoover, com uns toques do seu próprio livro "A Criada".


Como se a Freida, naquele momento, estivesse sem inspiração para algo novo, e tivesse que optar por uma imitação.


Talvez, em vez de lançar tantos livros seguidos, a autora devesse fazer uma pausa, e reinventar-se.


 


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!