quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Uma espécie de votos para 2026

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O ano 2025 está a despedir-se.

Foram doze meses. Trezentos e sessenta e cinco dias.

Parece muito. Talvez seja.

Mas, quando chegamos a Dezembro, parece que o ano nos escapou por entre os dedos.

 

Que o novo ano nos possa trazer de volta, de vez em quando, os bons momentos que vivemos no que agora termina.

E que apague, que leve de vez, o que de pior vivemos, e não queremos relembrar.

 

Como tem vindo a ser habitual, deixo aqui um balanço deste ano, em jeito de votos para 2026.

Não são muitos, desta vez.

Mas espero que sejam úteis:

 

 

* Não nos boicotarmos a nós próprios

* Saber, realmente, o que queremos para nós

* Descomplicar

* Combater a inércia

* Aprender a aceitar um “não”

* Seguir em frente

* Não nos afastarmos das pessoas que nos querem bem

 

Feliz 2026!

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Desafio especial de Fim de Ano

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1 - Um agradecimento

A quem se manteve ao meu lado, presente na minha vida, seja de que forma for.

 

2 - Um bom momento a guardar

As sessões de cinema em casa com a minha filha aos sábados, quando estava de folga.

 

3 - Um arrependimento

Não houve nada este ano de que me arrependa, pelo contrário, foi um daqueles anos em que mais me orgulho das decisões que tomei.

 

4 - Um elogio 

A mim mesma, como elogio, neste ano que agora termina, a coragem/ determinação. 

 

5 - Algo a melhorar

Ser mais receptiva ao que é novo/ diferente, não rejeitando logo sem dar qualquer hipótese.

 

6 - Algo que apagava

A morte do meu pai, sem dúvida.

 

7 - Um objectivo para 2026

Tenho sempre muita dificuldade em apontar objectivos concretos, para além dos habituais saúde, amor e afins. Ou o pôr-me em primeiro lugar, priorizar-me.

Neste momento, não há nenhuma meta a alcançar, seja a que nível for. O que não significa que, com o desenrolar do ano, não possa vir a haver.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

"Adeus, June"

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Deparei-me com este filme na Netflix, na noite da consoada.

Vi o trailer e gostei, mas não é o filme mais indicado para se ver numa época destas. 

Menos ainda, quando perdemos os nossos pais há pouco tempo.

 

No entanto, a curiosidade falou mais alto e, no fim de semana, acabei mesmo por vê-lo.

Com Helen Mirren, Kate winslet (que também dirige), Toni Collette, Timothy Spall, Johnny Flynn e Andrea Riseborough, o filme aborda uma doente com cancro em fase terminal, em contagem decrescente para a morte, enquanto cada um dos seus filhos, e o próprio marido, lidam com a situação e com os seus sentimentos, à sua maneira.

 

Para além do momento frágil em si, há ainda as desavenças entre duas irmãs, que June quer ver resolvidas antes de partir.

 

A aparente insensibilidade dos médicos responsáveis, a contrastar com a empatia e cuidado de um enfermeiro que é apologista de uma boa despedida em família.

A coragem e resistência de June, apesar da sua condição cada vez mais débil, em contraste com o desmoronar dos filhos.

A aceitação do destino por parte da doente, por oposição a uma certa negação dos seus entes queridos.

 

Não há uma forma certa de agir, de reagir, de sentir, de encarar a realidade.

Cada um fá-lo à sua maneira.

No fundo, todos partilham a mesma dor.

O mesmo amor por quem está prestes a despedir-se desta vida, e deste mundo.

E é isso que importa.

 

 

 

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Onde menos se espera

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Até nos sítios onde menos se espera, podemos encontrar algo que se destaca.


Que contrasta com o ambiente em si.


Com o que nos rodeia.


E nos faz sorrir.


 



Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto


terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Feliz Natal!

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Votos de um Santo e Feliz Natal!


Que seja cheio de tudo aquilo que, realmente, importa, e na companhia daqueles que, verdadeiramente, importam.


Sem esquecer quem já não está presente fisicamente, mas sempre no coração e no pensamento.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

O melhor/ pior de 2025

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Passeios


1 - Aldeia da Mata Pequena


2 - Penedo do Lexim


3 - Ericeira (vários)


4 - Mafra (vários)


 


Este ano foi escasso de passeios, mas deu para apreciar a natureza perto de casa.


 


 


Acontecimentos marcantes


1 - Partida do meu pai


2 - Uma decisão radical que tive de tomar a nível pessoal


3 - Apagão


4 - Martinho


 


Não foi um ano cheio de coisas boas, de conquistas ou grandes feitos. Nem deixa grandes saudades.


 


 


Músicas


1 - Haunted, da Taylor Swift


2 - Wild Adventure, de MoonWater


3 - Replay, de Iyaz


4 - Moments We Live For, de In Paradise


5 - Someone to Stay, de Vancouver Sleep Clinic


 


Mais uma vez, embora as músicas sejam, quase todas, de outros anos, foi neste que as ouvi pela primeira vez.


 


 


 


 


 

domingo, 21 de dezembro de 2025

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

O melhor de 2025: o meu top 5

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Livros


1 - Jardim de Inverno, de Kristin Hanna


2 - O Casamento Perfeito, de Jeneva Rose


3 - Com Amor, Mãe, de Iliana Xander


4 - A Primeira Mentira Ganha, de Ashley Elston


5 - A Última Carta, de Rebecca Yarros


 


Não tendo sido, a maior parte, lançado em 2025, foi este ano que fizeram parte da minha vida, daí as escolhas.


 


 


Séries (vistas na Netflix)


1 - Chesapeake Chores


2 - Virgin River


3 - Sweet Magnolias


4 - A Loja de Flores


5 - Ninguém Quer Isto


 


A maior parte não é de 2025 mas, tal como os livros, foi este ano que as vi.


 


 


Filmes (vistos na Netflix)


1 - O Clube do Crime das Quintas-Feiras


2 - Um Ano para ser Feliz


3 - A Lista do Sr. Malcolm


4 - O Meu Ano em Oxford


5 - Nos Teus Sonhos


 


Não houve grandes filmes dignos de destaque, dos que vi este ano. Por isso, esta foi a escolha possível.


 


 


 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Como encaramos a passagem dos anos?

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Como encaramos o passar dos anos, na nossa vida, desde o nascimento, até à morte?


Como uma única e longa subida, no sentido de um caminho difícil, uma escalada que se vai fazendo, devagarinho, e em que se vai somando aprendizagem e vivência, até morrermos? 


Como uma descida, no sentido de contagem decrescente, a partir do momento em que chegamos a este mundo, até morrermos, um ano a menos, a cada ano que passa? 


Como uma montanha, que se vai subindo até atingir o topo - uma determinada idade a partir da qual consideramos que já vivemos o melhor que a vida nos tinha a oferecer, no nosso auge - e, uma vez lá, atingido o pico, resta-nos iniciar a descida da mesma, de regresso à base, à medida que vamos envelhecendo, perdendo capacidades, esplendor, vigor, e resignando-nos com o que nos espera?


Ou como um conjunto de colinas, feito de períodos de caminhada e evolução, períodos de estagnação, momentos em que consideramos que o melhor já passou, e outros em que nos surpreendemos a subir novamente, com renovado entusiasmo e gosto pela vida?


 

domingo, 14 de dezembro de 2025

14 de Dezembro de 2025

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Amanheceu com sol e céu azul, que se manteve até meio da tarde, altura em que as nuvens começaram a chegar e cobrir o céu.


Ainda assim, o final do dia foi cheio de cor.


 


 


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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Voltar aos tempos da infância

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Não eu, claro!


Mas antes estas duas meninas, que acham que ainda são pequeninas, e que cabem as duas no mesmo colo, como há uns anos.


Não resultando como esperariam, inventaram. 


A menina Becas, que chegou depois, deitou-se em cima da Amora, que já lá estava, ficando eu com as duas em cima.


O que vale é que o tempo está frio, e assim todas ficámos mais quentinhas!


 


Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Amigos improváveis da vida real

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Em tempos, houve um programa de televisão que juntou jovens e seniores, desconhecidos entre si, a viver na mesma casa, numa espécie de experiência social, para ver até que ponto poderiam dali sair "amizades improváveis".


Não sei, passados alguns anos, se algumas delas ainda sobrevivem, ou se já não existe contacto.


 


No entanto essas amizades, ditas improváveis podem, de formas e em contextos diferentes, surgir na vida real.


É assim que encaro a amizade, ainda recente, construída entre três jovens e um senior, cujos caminhos se cruzaram num supermercado: a minha filha, funcionária de uma das lojas do dito supermercado, duas outras moças que, em representação do novo ginásio que ia abrir, tiveram ali numa banca a angariar clientes para o mesmo, e um senhor com os seus oitenta's, que todos os dias ali vai às compras.


 


Começaram a falar e, hoje em dia, são uma espécie de avô e netas emprestadas.


Conheci o senhor um destes dias. É muito caricato, engraçado, divertido.


Tem filhos, e netos, mas talvez no dia a dia se sinta sozinho, e encontrou naquelas miúdas um pouco de atenção.


 


Quem vê de fora, pode ficar de pé atrás. O que um homem daquela idade quer de miúdas que podiam ser suas netas? E o que querem elas ao conviverem com um homem daquela idade? É legítimo. 


Mas quem está por dentro, percebe que não há ali nenhum aproveitamento, nem segundas intenções.


Acredito que ele as vê mesmo como netas. E elas, a ele, como um avô.


 


Há um cuidado. Uma preocupação. Há um carinho genuíno.


O senhor esteve dois ou três dias sem lá aparecer no supermercado, e a minha filha ligou para ele para saber se estava tudo bem.


Há dias, combinaram um almoço de Natal, que a minha filha e a amiga pagaram a meias (uma vez que o senhor está sempre a pagar-lhes coisas) e trocaram, entre todos, lembranças de Natal.


 


Costumo dizer à minha filha que perdeu um avô, e agora ganhou um avô emprestado!


E é bonito ver que nem toda a geração actual está perdida. Que ainda surgem amigos improváveis, na vida real, quando e com quem menos se espera.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

A margarida-do-cabo

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Ainda de "cara" molhada


resquícios da noite anterior


Não acordou animada


Faz-lhe falta o calor


 


Sabe que cedo ou tarde


as "lágrimas" irão secar


mas hoje o céu faz alarde


que outras tantas vai derramar


 


Por isso está resignada


o sol não deve tardar


mantém-se desabrochada


esperando não murchar


 


 


Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto


 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Fui à praia fotografar o pôr do sol

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Em fim de semana prolongado, sem grande coisa para fazer, e a tentar evitar ficar sentada no sofá, a ver televisão, durante horas, decidi-me pelos passeios.


No domingo, dia de sol mas ventoso, e frio, meti na cabeça ir até à Ericeira fotografar o pôr do sol na praia.


Nunca tinha ido sozinha, sem ser no verão. Mas estava farta de tirar fotografias aqui na zona.


 


Assim, apanhei o autocarro, chegando lá perto das 16 horas.


Estava um pouco menos ventoso, mas igualmente frio. Como o sol só se punha depois das 17 horas, aproveitei para caminhar de forma a manter o corpo quente, tirando algumas fotografias pelo caminho.


 


Estava, supostamente, maré vazia. No entanto, não se notava nada. E o mar estava agitado.


Fiquei triste por não se sentir qualquer cheiro a maresia, a iodo, a praia. Nada.


Estava convencida que, nesta altura no ano, se notaria mais.


 


 


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Passei pela Praia do Sul, fui até à Foz do Lizandro, e voltei para trás, a tempo de me dedicar à missão que me tinha levado até lá.


 


 


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Depois, foi caminhar até ao terminal, para apanhar o autocarro de regresso a casa.


 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Segredos

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"Os mortos não escondem segredos.


São os vivos que insistem em impedir que a verdade venha à tona!"


 


Desse lado, concordam?

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Manhã cinzenta

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Numa manhã em que o chão, o céu, e até o banco da praça, se mascararam de cinzento,


só mesmo as folhas caídas para trazer alguma cor!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Bem-vindo, Dezembro!

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Está aí Dezembro!


Último mês do ano.


Tempo de festa, e despedida.


Mês das emoções em turbilhão.


A euforia, antes da melancolia.


Os dias a passar num ápice, por entre feriados, fins de semana e celebrações. 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!