sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Descascaram a Palmeira!


 


Há mais de 20 anos que me lembro de ver aquela velha palmeira com a sua farta cabeleira! E agora deixaram-lhe apenas um penacho!


Meia dúzia de folhas lá no cimo.


Parece que não foi só a Marta Leite Castro que decidiu mudar radicalmente o visual, neste Inverno, com um corte à rapazote!


Tragam a velha palmeira de volta!

3 comentários:

  1. Marta, fiquei muito contente com a sua visita e surpreso. Surpreso por vê-la comentar uma postagem antiga (o poema) e em seguida uma postagem razoavelmente recente (Filhas do Segundo Sexo, do Paulo Francis). Foi uma feliz surpresa! Do Nabokov eu estou organizando um ensaio, pois pretendo falar sobre as obras menos conhecidas dele e não me ater ao clássico: Lolita. Dele eu li "Gargalhada no escuro" "Transparências" e "Lolita". Você gostou do Desespero? Eu fico muito preocupado com relação a qualidade da leitura, por isso tento sempre indicar bons livros. Gostaria que tu pudesses ler a postagem sobre o Heine, um poeta alemão (O último romântico) é um que eu indico e que é uma das minhas referências na arte literária. Também gosto muito do Fagundes Varela (mas ao que parece os dois que eu mais gosto não tiveram grande repercusão no Blog). Veja como fui narcisista, pois falei-te até agora sobre o meu contentamento por tê-la visto visitar o Folhas Avulsas e somente agora vou lhe falar sobre teu texto. Me perdoe o narcisismo. Gostei da tua postagem, principalmente do bom humor. Temos que defender o meio ambiente, os animais, a humanidade inteira. Viva as Palmeiras!

    Abraço

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  2. Não fazia a mínima ideia de quem era Vladimir Nabokov até ver uma referência a este livro dele. Dos livros que tinha em lista como futuras leituras, o meu namorado escolheu este para me oferecer.
    A primeira coisa que me chamou a atenção foi a forma como o autor se expressa, a forma como ele escreve, como utiliza as palavras com aquele humor próprio que o caracteriza.
    Confesso que chegada quase a meio do livro sem sinais do crime que o mesmo prometia, comecei a perder o interesse.
    Mas como não gosto de deixar nada pelo caminho, continuei. Agora sim, começava a ficar interessante.
    E gostei particularmente do final! Como tantas vezes estamos tão empenhados num determinado objectivo, naquele plano estudado ao mais ínfimo pormenor, em que nada é deixado ao acaso, mas no fim, no meio do nosso preciosismo, acabamos por deixar uma ponta solta, que é puxada e deita tudo por terra!
    Foi o que aconteceu com este crime, que poderia ser perfeito, de tão premeditado e ensaiado que foi, mas que acabou por ser descoberto por uma linha tão minúscula que nem ele próprio conseguiu detectar!

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  3. Marta, gostaria de lhe agradecer a amável visita, pois influiste em meu animo com sabedoria e benevolência. Concordo contigo sobre o que disseste a respeito da postagem do "O último romântico". Devido a minha ignorância e obscuridade, talvez própria da minha juventude, estava eu atormentado pelo orgulho e vaidade. É o mais provável. Mas é preciso admitir e seguir em frente. Obrigado pela compreensão e simpatia.

    Abraço

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