domingo, 30 de setembro de 2012

Fome ou Gula?...


Pois...não sei! Mas seria melhor que fosse a segunda.


Tudo começou quando a gata Boneca apareceu lá em casa e começámos a dar-lhe comida. A Boneca é uma gata de rua, filha de uma gata cuja dona não quis ficar com as crias entretanto nascidas, logo, abandonada. Ao início, ela escondia-se das pessoas e fugia assim que alguém se aproximava. Depois de ter passado duas noites lá em casa, e de ver que não lhe fazíamos mal, começou a aparecer lá no quintal com mais frequência. E nós continuámos a dar-lhe comida. Está mais "sociável", é aparentemente meiguinha e nunca mia para pedir alimento.


O problema é que, atraídos pelo novo "restaurante" gratuito, começaram a aparecer mais gatos. Gatos esses que até têm donos, que por sinal moram no andar de cima! Gatos esses que até estão bem gordos mas não hesitam em aparecer para roubarem o lugar da Boneca.


Apareceu também a cadela do vizinho da frente, e mais uma gata que eu julgava ser irmã da Boneca, mas segundo me disseram será a mãe. O que é ainda mais grave tendo em conta que ataca a própria filha para lhe roubar a comida.


Já os meus pais, "adoptaram" há alguns anos uma cadela, também ela com dono, mas que não se faz rogada perante aquilo que lhe oferecem, como se não tivesse comida em casa.


E, das duas, uma: ou estes animais não têm comida em casa, ou quanto mais comem mais querem! Ainda assim, faz-me alguma confusão animais com donos agirem como se estivessem famintos.


Seja como for, vão ter que ir roubar para outra freguesia porque aqui, enquanto eu estiver de guarda, só há lugar para os que realmente precisam.


Que me desculpem os restantes, que não têm culpa, mas é do meu bolso que sai o dinheiro, e não pretendo transformar-me em instituição de solidariedade social para animais.


 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Trabalho infantil


 


Falava eu, num post anterior, sobre a gratuitidade do ensino durante a escolaridade obrigatória. Ora, assim sendo, entendem os nossos governantes que os estudantes, nessas condições, não têm necessidade de trabalhar e por isso, ao abrigo da lei, estão proibidos de o fazer.


Todos aqueles que tenham mais de 16 anos e menos de 18 (partindo desta lógica serão apenas os jovens com 17 anos), só podem trabalhar se tiverem concluído a escolaridade obrigatória. Caso estejam a estudar, podem desempenhar tarefas leves, que não os prejudiquem a nível físico e mental.


Para todos os empregadores que não cumpram, as penas podem ir até 4 anos de cadeia. O objectivo, dizem eles, é “estimular o cumprimento da escolaridade obrigatória e combater o trabalho infantil”.


Assim sendo, só quando concluir o ensino secundário ou quando completar 18 anos, poderão aceder ao mercado de trabalho.


Então, e em relação a jovens pertencentes a outras faixas etárias, abaixo dos 18 anos, que lei se aplica?


E já agora, na actual situação em que estamos, em que o desemprego aumenta de dia para dia, em que todos os dias são despedidos trabalhadores, em que os jovens (e não só) vêem o seu futuro em risco, sem perspectivas de emprego, haverá trabalho para os estudantes?

É a crise...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Comer, brincar e dormir!


 


Parece que de vez em quando conversa mesmo connosco. Adora brincar com um cordel que lhe arranjámos, corre que nem uma doida, dá não sei quantos trambolhões e cambalhotas, gosta de se armar em trapezista e equilibrista nas cadeiras da cozinha, e tem queda para futebolista! Descobriu um balão quase vazio da minha filha e era vê-la como uma macaca a brincar com ele. Também simpatizou muito com as molas da roupa e com o ratito que o dono lhe comprou.
É muito traquina e atrevida: gosta de brincar com os cortinados e de saltar para a mesa da cozinha. Quando ralhamos com ela, esconde-se debaixo da cama!
É ciumenta e gosta de ter sempre companhia de volta dela para brincar. Gosta de me observar enquanto lhe limpo o caixote, e a seguir vai ajeitá-lo à maneira dela!
Não gosta muito de comer no prato dela, prefere tirar e comer no chão. É uma grande comilona mas, à hora das refeições, não toca na comida dela. Quer comer o mesmo que nós. De manhã, não descansa enquanto não lhe dou um bocadinho de Nestum. Alguma vez eu imaginei que um gato comesse Nestum!...


Também adora fiambre, peixe e carne. A ração dela come nos intervalos!  
Dorme na cama dela, mas utiliza-a mais como parque, para brincar. Gosta de dormir nas cadeiras da cozinha, e ao início, à noite, ia para as nossas camas. No outro dia, deitou-se em cima do meu pescoço! 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Tribunal de Júri

"A Comarca do Baixo Vouga acaba de anunciar os quatro jurados que participarão no julgamento de José Guedes, acusado de matar uma prostituta em Aveiro. O julgamento inicia-se a 15 de Outubro, no Tribunal de Aveiro.


A par dos três juízes, os quatro jurados efectivos decidirão não só quais os factos provados em julgamento, como o grau de eventual culpabilidade do arguido e o tipo de pena ou de medida de segurança a aplicar, em caso de condenação."


 



 


O Tribunal de Júri, embora não tão comum como noutros países, começa a ser cada vez mais utilizado em Portugal. E quase sempre por uma questão de estratégia, tanto pela acusação como pela defesa.


Pela defesa, de forma a atenuar a sentença. Pela acusação, em busca de uma pena severa.


Em ambos os casos, apela-se à razão, às emoções e ao coração do povo. E, assim sendo, a questão que se coloca é se serão estes julgamentos mais justos, ou se a injustiça permanece...


 


 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O novo membro da família!



 


Esta é a Tica - uma gatinha tigrada com 2 meses que levámos para casa. É o mais recente membro da família!


Apesar das minhas reservas quanto a termos um gato em casa a nosso cargo, a ideia seguiu adiante.


Como a Tica 1ª, agora rebaptizada de Boneca, só lá ia quando lhe apetecia, não podíamos sequer dizer que era nossa, já era grandinha para habituá-la a estar em casa e connosco, fomos buscar esta pequenina.


Claro que, agora, a Boneca ficou com ciúmes e até vai lá mais vezes, ou seja, entro em casa, tenho uma, saio de casa, tenho outra!

sábado, 22 de setembro de 2012

Aperto


 


Naquela tarde de sábado, última de praia, antes do regresso ao trabalho, ela queria aproveitar ao máximo. Mas, por vezes, a felicidade não é completa.


Naquela tarde, depois de alguns dias passados a três, seriam só ela e a sua filha.


Desta vez, ele não poderia estar com elas. O trabalho esperava-o.


E foi com um aperto no coração que ela se despediu dele e o deixou em casa, sozinho, seguindo com a sua filha para a paragem do autocarro.


Naquele início de tarde, foi particularmente difícil a separação…

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Problemas de visão na família

Na sequência de um post anteriormente publicado - Constatações - em que falo de uma forma informal sobre o problema de visão da minha filha, recebi um convite para escrever um artigo que abordasse o tema, relatando a minha experiência enquanto mãe.


 


Como é ter alguém na família com problemas de visão? Como lidar com esta realidade quando ela ocorre na infância e na adolescência?  


 


Aceitei o convite, e aqui está o primeiro artigo que escrevi para o blog da Consulta Click, e que podem ler em:


http://consultaclick.pt/blog/2012/09/21/problemas-de-visao-na-familia/ 


 


 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Mau feitio


 


Sim, por vezes tenho!


Quando dou por mim, lá estou eu a reclamar por tudo e por nada. E não é que não tenha razão para o fazer. Muitas vezes tenho.


Quando dou por mim, lá estou eu a rejeitar à partida, sem margem para negociação possível, qualquer coisa que saia fora dos planos previstos.


Devia controlar mais esta impulsividade, esta inflexibilidade, esta intransigência...


Nem sempre estou bem-disposta e com paciência. Há momentos em que estou exausta e já irritada por variados motivos, e isso reflecte-se.


Volto a dizer, não é que não tenha razão. Mas essa razão deixa de ser válida quando nem me dou a mim própria tempo para pensar, e acabo por deixar aqueles que amo tristes, com as minhas decisões irredutíveis.


Se, e somente se, for possível, não prejudicar ninguém, não causar grandes transtornos, e fizer alguém feliz, talvez não seja má ideia ser mais condescendente, uma vez ou outra, para variar!

Se sair à rua, tape o nariz!


 


Se não o fizer, arrisca-se a deitar cá para fora o pequeno almoço que acabou de tomar e que tão bem lhe soube! Isto, claro, para quem tem a sorte, ou o azar, de andar a pé.


É que os senhores da recolha do lixo, que zelam pela preservação do ambiente e da saúde pública, cada vez que vêm fazer o serviço, deixam pela estrada fora o rasto da sua passagem.


Resíduos que vão salpicando as ruas, líquido que escorre não sei de onde, e um cheiro nauseabundo que nos obriga a deixar de respirar, sob pena de nos sentirmos mal e cair para o lado.


Talvez não seja mal pensado começar a sair com uma mola de casa…just in case!



 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O Regresso dos Piolhos ( numa escola perto de si...)


 


Parece que, neste mês de regresso às aulas, os alunos não foram os únicos a aparecer!


Ainda no outro dia dizia eu para a minha filha: “Agora que vais voltar para a escola, tenho que estar com sete olhos no teu cabelo”! Parecia que estava a adivinhar.


Mais cedo do que eu pensava, assistimos à estreia menos aguardada de sempre pelos pais (e filhos) - “O Regresso dos Piolhos”!


O que vale é que, quando é a primeira vez, apanha-nos de supresa. À segunda, já sabemos de antemão como tudo se vai desenrolar.


E, pelo menos desta vez, consegui detectar numa fase ainda recente, o que me dá mais esperança de que os danos não sejam tão devastadores como o ano passado.


 


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A origem das depressões


 


As emoções e estados de espírito dos seres humanos são como os fenómenos da natureza!


Primeiro, tornamo-nos furacão. Depois, transformamo-nos em depressão tropical! 


E assim se descobre a origem das depressões - surgem depois da fúria e da raiva, quando começamos a perder forças!


 

Preso por ter cão, preso por não ter...


 


Lembro-me de, há uns anos atrás, os médicos afirmarem que os utentes se dirigiam ao Centro de Saúde por tudo e por nada. Muitas vezes, iam lá só para conversar com o médico.


Lembro-me de consciencializarem as pessoas para não irem aos Centros de Saúde sem realmente haver necessidade de o fazer.


Recordo-me de tentar marcar consultas para a minha médica de família, e não conseguir no momento em que queria, e quando finalmente marcavam, já não valer a pena.


Agora, quando estou mesmo doente, vou à urgência. Se estou bem, não preciso de ir ao médico. Claro que sabemos o quão importante é fazermos exames e análises de rotina, mas com a nossa rotina e tantas coisas com que nos preocuparmos, nem sempre nos lembramos disso, ou vamos quando temos tempo.


Mas parece que os Centros de Saúde sentem a nossa falta! Querem que façamos uma visita anual ao médico de família, e até nos mandam um convite extensivo a toda a família!


Afinal, se não marcamos consultas é porque não precisamos de médico, e se não precisamos, tiram-nos.


Façamos-lhes então a vontade. Vamos marcar consultas para a família toda. E até sugeri ao meu pai organizarmos uma excursão e levar a cesta do piquenique!


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…

sábado, 15 de setembro de 2012

Visita inesperada




 


Ontem recebemos uma visita inesperada ao final da tarde!


Tínhamos a porta da rua aberta e, quando ia fechá-la, reparei que esta gatinha que a minha filha e o meu marido tanto gostam e queriam há muito apanhar, estava dentro de casa.


Fechei a porta, antes que ela saísse. Como é óbvio, ficou assustada por se ver presa, escondia-se e miava com vontade de ir para a rua. Consegui pegar nela, e aos poucos lá foi acalmando. Percebeu que não lhe queríamos fazer mal.


A minha filha queria tanto ficar com a Tica (nome com que a batizámos, depois de percebermos que era uma gata) que fartou-se de chorar quando lhe disse que íamos ter que lhe abrir a porta, porque a gatinha estava triste.


Ainda assim, lá nos convenceu a ficar lá durante a noite. O meu marido foi comprar comida, areia e um caixote, e ela dormiu no sofá que tenho à entrada.


Hoje de manhã, já mais conformada, a minha filhota percebeu que tínhamos mesmo que a deixar ir, e abriu ela mesma a porta. Ficou triste, porque queria mesmo um gato lá em casa, mas foi o melhor a fazer!


Quem sabe um dia destes não nos faz uma nova visita...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Regresso às aulas


 


Ontem foi dia de reunião com os encarregados de educação.


A mesma conversa de sempre, assinar actas e mais não sei quantos papéis, que passavam de mão em mão. Levar o material escolar para evitar que os filhos tivessem hoje que carregar tudo sozinhos.


 


Hoje, voltámos as duas a acordar mais cedo, a despacharmo-nos e lá fomos nós percorrer o nosso conhecido caminho até à escola!


É um regresso às aulas, entre o stress de alguns pais, o descanso de outros, e a euforia das crianças que revêem velhos amigos e matam saudades!


 


Tal como no ano passado, a GNR e alguns voluntários marcaram presença com a operação de segurança rodoviária, distribuindo panfletos às crianças e pais.


 


Hoje, é dia de adaptações, de arrumações, de pôr a conversa em dia, e de preparação para o longo período que aí vem.


 


O fim de semana está à porta! Mas, a partir de segunda-feira, é a valer! 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Coisas simples


 


No outro dia de manhã, enquanto estendia a roupa, estive a apreciar estes dois gatos (mãe e filha, penso eu) a brincarem um com o outro aqui no quintal. A mãe escondia-se nas ervas, e a filha ia atrás à procura. Depois, corriam e saltavam! A pequenina aproveitava as pausas para esgravatar a terra e apanhar moscas! E voltavam a correr a trás uma da outra!


Também nós, tal como estes dois gatos, deveríamos brincar mais, aproveitar as coisas simples da nossa vida e ser felizes!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sinceramente…


 


…gostava de ser uma daquelas pessoas para quem está sempre tudo bem, que não se deixa afectar facilmente por palavras e atitudes, preferindo antes ignorá-las, que está sempre alegre e bem disposta mesmo que a vida lhe pregue umas quantas partidas…A sério que gostava!


Mas se, por vezes, consigo mostrar esse lado, por outro sou, como se costuma dizer, uma mulher de “pelo na venta”!


E há momentos em que a paciência, a compreensão e a boa disposição hibernam. Nessa altura, ataco quem me ataca, respondo a quem me manda bocas, e digo tudo aquilo que realmente estou a sentir.


Se isso origina possíveis discussões? Sim, muitas vezes! Se as poderia ter evitado? Talvez.


Mas por que raio tenho eu que me preocupar, se as outras pessoas não pensam nisso?

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Constatações


O problema está sempre lá, mas apenas uma vez por ano me lembro da gravidade dele, e da impotência que sinto por não haver soluções.


Ontem foi dia de consulta de oftalmologia da minha filha. Costumamos ir todos os anos, antes do início das aulas. E todos os anos, sou confrontada com a mesma realidade.


No olho direito, a médica põe uma lente fraquinha. O que ela vê? Tudo preto. A médica põe uma lente mais forte. Tudo preto. A médica experimenta uma terceira, com muitas dioptrias. Tudo preto. Resultado: está comprovado que nesse olho não há nada a fazer.


Resta cuidar do que está bom e vê praticamente a 100%.


Após consultar vários especialistas, todos dizem o mesmo. Nem mesmo a operação lhe vai conseguir devolver uma visão de qualidade, quanto muito poderá ser útil em termos estéticos, endireitando o olho.


Mas enfim, provavelmente há coisas muito piores, e o que vale é que até à próxima consulta, já com óculos novos e na nossa rotina diária, praticamente nos esquecemos disso.

domingo, 9 de setembro de 2012

Respeitinho é bom...


…e todos nós gostamos!


Mas, para sermos respeitados, devemos também respeitar. E cabe aos mais velhos dar o exemplo.


No outro dia assisti a uma situação completamente insólita. Estávamos nós (eu e o meu marido) na secretaria do Parque Desportivo, à espera da nossa vez, tal como as outras pessoas, quando chega um senhor aí para os seus 70 / 80 anos. Tirou a sua senha e esperou.


Quando finalmente chegou a nossa vez, o dito senhor dirigiu-se ao balcão para fazer uma pergunta à funcionária. Não dissemos nada. A funcionária disse-lhe que ele podia fazer o que queria na próxima semana, mas se queria mais informação esperava um bocadinho e já o atendia.


Então o senhor começou a falar mal, a insultar, a ser mal-educado mesmo. Ao início pensei que fosse para a funcionária. O meu marido não gostou da atitude do homem e disse-lhe que ele não tinha o direito de falar assim com as pessoas. Só depois percebi que o homem estava a reclamar, mas connosco! Nós é que éramos incompetentes, não deixámos “passar um coxo à frente”.


E não é que o velho já vinha lançado a levantar a bengala! Felizmente, o meu marido teve o bom senso de não lhe tocar, embora merecesse, para não perder a razão. Afinal, é um velho coxo.


Quando se cruzou connosco à saída, voltou a provocar e chamar nomes. E já dentro da carrinha, a ir embora, voltou à carga. É mesmo provocador e maldoso.


Segundo o que depois nos disseram, o velho é mesmo assim! E quem já o conhece, sabe que o melhor a fazer é ignorar. Mas qualquer dia mete-se com alguém que não está para aí virado, e pode não ter a mesma sorte.


Talvez se fosse mais respeitador, os outros o respeitassem mais. Assim, não o merece!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nickelodeon


 


Agora que temos Zon lá em casa, a televisão é cada vez mais por conta da minha filha, que ficou rendida, principalmente, ao Disney Channel e ao Nickelodeon.


E eu, que vou apanhando de passagem alguns dos programas que por lá passam, dou por mim a constatar que, afinal, não é só nos canais portugueses que repetem programas.


No Nickelodeon, por exemplo, a programação é feita, quase exclusivamente, por meia dúzia de programas, que se vão alternando entre si, ao longo da toda a emissão.


 

Somos diferentes...


 


...é verdade...


...temos opiniões diferentes...


...visões diferentes...


...maneiras de agir diferentes...


...mas será que isso é necessariamente um problema? Será que não conseguimos conviver com essas diferenças?...


 


 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Nestum


 


No que respeita a flocos de cereais da Nestum, a tradição já não é o que era!


Conseguiram retirar do mercado aqueles sabores diferentes que eu tanto gostava, como o Nestum de alperce, o de figos e até o mais recente sabor a maçã e canela.


O que resta? O tradicional, e duas ou três variantes que não convencem. Nem sempre novidade é sinónimo de sucesso.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Ainda dizem que o ensino é gratuito!


 


“No âmbito da escolaridade obrigatória o ensino é universal e gratuito. A gratuitidade abrange propinas, taxas e emolumentos relacionados com a matrícula, frequência escolar e certificação de aproveitamento, dispondo ainda os alunos de apoios no âmbito da acção social escolar. Os alunos em situação de carência, são beneficiários da concessão de apoios financeiros, na modalidade de bolsas de estudo.”


 


Pergunto-me eu: na prática, será que é realmente assim que funciona? E, se assim for, será suficiente?


O governo decide que os pais têm o dever de matricular os seus filhos, e de zelar para que cumpram a escolaridade obrigatória, até porque o ensino é gratuito!


A minha filha, que vai agora para o 3º ano, pertence ao 2º escalão da segurança social, o que lhe dá direito, no âmbito da acção social escolar, ao desconto de 50% do valor do almoço, e a um cheque a ser descontado na papelaria num curto prazo, em livros e material escolar, de cerca de 20 euros, que normalmente chega às minhas mãos muito depois do início das aulas, quando já tive que comprar tudo por minha conta e pouco ou nada mais preciso!


Isto quer dizer que, descontando esses 20 euros, tudo o resto tem que ser pago por mim! E ainda está só no 1º ciclo.


Segundo estudos efectuados, e falando apenas de manuais escolares, os gastos variam consideravelmente consoante o nível de ensino. Enquanto que no 1º ciclo do ensino básico, o valor ronda os 60 euros, no início do 2º ciclo do ensino básico o valor aumenta substancialmente, sendo o 7º ano o mais caro da escolaridade obrigatória, com uma despesa de mais de 300 euros. Daí em diante, os custos são ligeiramente mais reduzidos.


Tendo em conta que, por vezes, as famílias têm mais que um filho a seu cargo, não é difícil chegar à conclusão que, provavelmente, antes de pensarmos em planos poupança reforma, teremos antes que pensar em planos poupança educação!


Ou arriscamo-nos a que o ensino gratuito nos leve à falência!

sábado, 1 de setembro de 2012

O regresso à realidade

 



Depois de uma semana de trabalho, após as férias, espera-me um dia de limpezas :(


A minha filha foi passar o fim de semana com o pai, e o meu marido (ainda não me habituei a esta palavra) vai trabalhar no domingo.


E em seguida, nova semana de trabalho!


Como diria a Tori Vega, da série Victorious, do Nikelodeon - "Mood: desanimada (completamente)!


A precisar de mais descanso, menos trabalho, e passar mais tempo com as pessoas que amo!

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!