Acabei de ler este livro no domingo e gostei. Não o comprei, veio como oferta de um outro que tinha mandado vir, mas fiquei curiosa. Conheço alguns dos livros mais recentes da autora e até me inspiram a comprar, mas nunca calhou.
No entanto, apesar de ser uma história bonita, pecou por ser tão demorada, e por envolver demasiada tragédia na vida da personagem Beth - o pai suicida-se, a mãe morre após o parto, a pequena Molly, sua meia-irmã, falece de pneumonia, a própria Beth sofre um aborto e perde o bebé, o irmão Sam morre durante a perigosa viagem à terra do ouro...até alguns conhecidos com quem conviveu perdem a vida.
Há poucos momentos de verdadeira felicidade nesta história.
Valeu pela valentia, coragem e determinação de Beth, e pela lealdade e amor da personagem Frank, um rapaz que se apaixonou por Beth desde o primeiro dia em que a viu. Apesar de Beth só lhe poder oferecer amizade, foi ele que esteve sempre lá, que a apoiou, que se desenrascou e tomou as rédeas das suas aventuras pela América. Foi o único do grupo que não a abandonou, que sobreviveu, e a quem Beth recorreu quando não tinha mais ninguém.
Cinco anos mais tarde, Beth percebe então que o ama, e será com ele que "a Cigana" (nome pelo qual é conhecida por tocar de forma inigualável o seu violino), possivelmente, encontrará a felicidade...
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