segunda-feira, 14 de abril de 2014

O Diário da Nossa Paixão


 


"Sou um homem vulgar,com pensamentos vulgares, e vivi uma vida vulgar. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome em breve será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e isso, para mim, é que contou."


 


Ainda existem amores como este?


Quero acreditar que sim!


 


O primeiro livro, de tantos que já li que, verdadeiramente, me emocionou!


Destaco os sentimentos que cada carta carrega, e que transmite a quem lê de uma forma única.


A dedicação, a generosidade e a simplicidade, em contraste com as imposições sociais, a riqueza e o poder.


A velhice, e tudo o que a ela está associado.


A doença de Alzheimer, a frustração de que a tem e sofre com ela, e a da família, que se sente impotente.


A importância da amizade, daquilo que podemos fazer para tornar a vida do próximo um pouco melhor, dos pequenos gestos.


E, acima de tudo, o amor verdadeiro, único, incondicional e intemporal, que sobreviveu a tudo!


Será que os milagres acontecem? Como dizia Noah "a ciência só pode explicar até determinado ponto, depois disso, fica por conta de Deus".


O filme é bonito, também emociona, mas não há comparação possível com o livro que, para mim, foi uma das melhores histórias de amor que já li. 


   


 

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