quarta-feira, 21 de maio de 2014

Não vou votar!


 


 


Nem domingo, nem em qualquer outra eleição, enquanto não houver algo ou alguém forte e credível quanto baste para me fazer levantar do sofá e dirigir-me a uma mesa de voto.


Como diz Raquel Abecasis, nos tempos difíceis que vivemos, e em que o desencanto com a política e os políticos é cada vez maior, a última coisa de que precisamos é de compromissos que já não enganam nem as crianças. É por isso que os portugueses têm cada vez menos razões e vontade de ir votar, em quem tem por eles tão pouca consideração.


 


Ver artigo completo aqui - http://pagina1.sapo.pt/detalhe.aspx?fid=82&did=148954&number=2152


 

3 comentários:

  1. Concordo com a sua abstenção e compreendo totalmente a revolta. A abstenção é um boicote a um sistema criado por políticos para políticos (e não estou a falar no políticio na sua essência, estou a falar na espécie de oportunistas que temos para aí). Só não concordo com o "ficar no sofá". Tem mais que motivos para não ficar lá. Uma abstenção consciente precisa de uma manifestação, precisa de se fazer ouvir. Abstenção significa simplesmente não ir votar, não implica a falta de acção, certo? Há que mudar esse mau rótulo que damos aos abstencionistas (porque há abstencionistas e abstencionistas). O problema com este país é mesmo esse: estamos tão desmotivados, que já nem zangados ficamos. Há que combater isso, se não, isto não muda. Eles "lá em cima" fazem o que querem, com ou sem votos. Nós permitimos-lhes essa liberdade e eles aproveitam-se bem disso.

    Há quem diga que «uma revolução não se vota, faz-se» :)

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  2. essa sua atitude não me parece nada útil, se você não decide, alguém decide por ti.

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  3. Apesar de concordar com quase tudo o que diz,acho que deve ir votar branco ( ou nulo ),uma forma de protesto mais inteligente,na minha perspetiva.

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