terça-feira, 30 de setembro de 2014

Nunca digas adeus


 


Duas crianças solitárias, com vidas totalmente diferentes e, ainda assim, tão semelhantes, tornam-se "amigas de verão".


Durante vários anos, é essa a única altura em que se juntam, se divertem, partilham segredos, sonhos e experiências. No resto do tempo, trocam correspondência e contam os dias para voltarem a estar juntas.


Até ao dia em que cada uma segue o seu caminho, e se distanciam, perdendo por completo o contacto uma com a outra.


Susan e Beth reencontram-se, muitos anos mais tarde, já adultas, nas qualidades, respectivamente, de arguida e advogada oficiosa, após um assassinato numa clínica.


Ao longo da história vamos percebendo que nenhuma delas conhecia verdadeiramente a outra, e que aquilo que cada uma invejava na outra não passava de uma ilusão.


Percebemos que, como diz o ditado "só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro", e que as aparências enganam.


E, mais que tudo, percebemos as consequências que diversos acontecimentos podem trazer à vida e à mente do ser humano.


O passado influenciou o presente, e condicionará o futuro. Haverá ainda uma réstia de esperança para qualquer uma delas? Ou será tarde demais?... 

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