http://omundodaines.blogs.sapo.pt
Porque temos que incentivar quem só agora aqui chega aos blogs do sapo, e dar um empurrãozinho, aqui fica o meu contributo.
Sê benvinda, Inês! E venham daí esses posts!
Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!
http://omundodaines.blogs.sapo.pt
Porque temos que incentivar quem só agora aqui chega aos blogs do sapo, e dar um empurrãozinho, aqui fica o meu contributo.
Sê benvinda, Inês! E venham daí esses posts!
Primeiro foi um menino de cinco anos, que ficou esquecido na escola, e que foi retirado do primeiro andar pelos bombeiros, chamados pela mãe que, ao chegar à escola, se deparou com ela fechada, tendo o filho surgido numa janela ao ouvir a mãe chamar.
Depois, um menino de seis anos, que ficou sozinho na escola, enquanto os colegas e os professores faziam o desfile de carnaval nas ruas da localidade.
Certamente, ninguém actuou com intenção de deixar os meninos na escola propositadamente, mas não posso evitar questionar-me se estarão realmente seguras as nossas crianças, nestes espaços que as mesmas frequentam diariamente?
Nos casos acima referidos, o primeiro ficou fechado na escola. Dali, pelo menos, não podia sair. Já o segundo, saiu em pânico para a rua e, se não tivesse encontrado uma amiga da mãe, que o levou para junto dos colegas, sabe-se lá o que podia ter acontecido.
E quando os nossos filhos vão em visitas de estudo? E se os responsáveis pelos alunos se esquecem de algum deles, num desses locais que visitam?
Até agora, nunca tive problemas, nem qualquer razão de queixa, mas é de uma pessoa ficar de pé atrás, depois de ouvir notícias destas.
Por acaso até foi mais que um!
E daí? Isso faz de mim uma inimiga do ambiente? Ou uma cúmplice do governo?
Não me parece.
Fui às compras, e não levei sacos de casa. Por isso, pedi 2 num hipermercado, e 1 noutro. Paguei 18 cêntimos pelos 3. Não fiquei mais pobre por isso e deram imenso jeito. Além disso, são muito mais resistentes que os antigos e, estes sim, até dá pena utlizar para outra finalidade que não seja para compras.
Por isso, admito que possa vir a, num futuro próximo, levá-los comigo para esse fim. Como já algumas pessoas faziam, antes de as taxas entrarem em vigor, e como ainda mais pessoas fazem, desde que os sacos começaram a ser pagos.
De facto, admiro essas pessoas. É tudo uma questão de hábito e de mentalidade. Eu confesso que ainda não estou muito habituada! Mas reconheço que é uma atitude sensata.
No entanto, com a entrada em vigor das taxas sobre os sacos de plástico, vejo também certas atitudes ridículas. E não há necessidade de as pessoas cairem no exagero. Se antes, aproveitavam o facto de serem gratuitos para levar sacos a mais, que não precisavam, agora vêem-se pessoas a levar as compras na mão, só para não comprarem um saco!
E não estou a falar de duas ou três coisas. Vi uma cliente sair de um hipermercado com uma torre de compras desde a cintura até à cabeça, a praticar equilibrismo. Em nome de quê? Do ambiente?! De certeza que não!
Cada um sabe de si e faz o que bem entende, e ninguém tem nada a ver com isso. Mas não compreendo como é que as pessoas conseguem ir de um extremo ao outro, por causa de meia dúzia de cêntimos!

Portugal é um dos países com níveis mais elevados de reprovação escolar. Mas, será a reprovação escolar o caminho para uma melhor aprendizagem?
Quando a minha filha foi para o 4º ano, ganhou uma colega nova que, no ano anterior, tinha reprovado. Se isso fez com que essa dita colega melhorasse o seu desempenho escolar no ano seguinte? Talvez. Mas pouco. Ainda ficou mais um ano a frequentar (pela terceira vez), o quarto ano.
Não posso dizer que “desta água não beberei” (espero bem que não aconteça), porque nunca sabemos o dia de amanhã, mas o meu pensamento sempre foi o de que uma criança repetente tem obrigação de ter melhores notas e obter melhores resultados que no ano anterior, já que é a segunda vez que lhe está a ser explicada a matéria. Reprovar um ano, pode acontecer a qualquer um. Reprovar duas vezes no mesmo ano, já não é tão aceitável.
Seja como for, tendo em conta este exemplo, verificamos que as reprovações, como defende o Conselho Nacional da Educação, nem sempre promovem aprendizagem.
E nem sempre podemos imputar a culpa, exclusivamente, aos alunos. Existem vários factores de que dependem o sucesso ou o fracasso escolar. Como afirma o Dr. José Carvalho, licenciado em filosofia da educação, em todas as relações de ensino existem três elementos: aquele que ensina, aquele a quem se destina o ensino, e o que é ensinado.
Assim, não havendo evidências de melhoria na aprendizagem, mas sim vários estudos que indicam que os alunos retidos têm mais probabilidades de voltar a chumbar, e que estas reprovações podem levar ao abandono escolar, o Conselho Nacional da Educação recomenda substituir chumbos por apoios aos alunos.
Isto evitaria, por um lado, os custos elevados das reprovações e, por outro lado, a eliminação de situações de desigualdade social escolar.
Porque uma reprovação não implica só o reaprender ou consolidar os conhecimentos adquiridos no ano anterior. Implica uma mudança de turma, de professor, de colegas. Implica um estigma que lhe irá ficar, para sempre associado. Implica, de alguma forma, discriminação.
No entanto, não será a substituição das reprovações por apoios, uma forma de facilitismo? David Justino diz que não. Que a legislação já define que as repetições sejam um recurso de última instância e que a política de exigência não pode ser pretexto para reter alunos por qualquer coisa, como acontece hoje em dia em que até, a pedido dos pais, se retêm alunos no mesmo ano.
Ainda assim, será justo para todos os outros alunos que se esforçaram para ter um bom desempenho, ver que o seu esforço pouco vale? Que tanto faz ser um aluno de 5 como de 2, porque a aprovação está garantida?
Que critérios irão definir, ao certo, o que é considerado última instância? Merecerá um aluno que nada fez ao longo de um ano, ter passagem garantida? Merecerá um aluno que se esforçou mas, ainda assim, teve nota negativa a várias disciplinas, seguir em frente sujeito a apoios? E como se sentirão os alunos que trabalharam, que se esforçaram e que obtiveram excelentes resultados, com essa aparente igualdade?
Vai estar aqui por Mafra, de 27 de Fevereiro a 8 de Março, o circo Circolândia, que conta com as habituais exibições do palhaço Josef, da Sonia com a espada e o punhal, da Viviana no arco aéreo, e muitos outros números, inspirados nos desenhos animados do Ratatui e do filme Piratas das Caraíbas.
Para quem estiver interessado, o circo situa-se junto ao Continente, e os horários são os seguintes:
Sextas - 21.30h
Sábados - 16.00h e 21.30h
Domingos - 16.00h
Preços a partir de 10€ (crianças) e 15€ (adulto). Mas atenção! Foram distribuídos vários convites destes e, quem tiver um deles, tem direito a uma promoção:
O bilhete das criança é gratuito desde que acompanhadas por um adulto com bilhete pago (válido apenas para 1 criança por adulto).
Sim, volto a falar do programa Achas que Sabes Dançar.
Os tempos são outros e os interesses também. Tivemos uma primeira edição há alguns anos atrás, muito mais credível, e justa.
Nesta segunda edição, semana após semana, as injustiças continuam!
Semana após semana, vamo-nos apercebendo da incoerência presente no discurso dos jurados, e nas decisões por eles tomadas. Do que realmente está em jogo neste tipo de programas. Do que pesa mais na balança na hora de salvar uns, e mandar para casa outros.
Marco da Silva perguntava na última gala, perante dois concorrentes, o que fazia mais falta ao programa - carisma sem técnica, ou técnica sem carisma? Nessa gala, venceu o carisma!
Estamos a assistir a um concurso em que muitos amadores foram deixados para trás, por falta de técnica, uma vez que era requisito básico para saber dançar. Uma das concorrentes saiu, na segunda gala, porque lhe faltava essa técnica, tendo mesmo sido aconselhada a ter aulas para melhorar esse aspecto.
Mas, ao mesmo tempo, vão eliminando alguns dos melhores bailarinos, e com mais técnica, que o programa tinha. Mudam de opinião, conforme lhes interessa!
E, assim, vão saindo concorrentes com técnica e que sabem dançar, e deixam-se os engraçados e carismáticos, pouco versáteis e que não trazem nada de novo. Dá-se tempo de antena ao músculo, a uma carinha laroca e as umas pernas bonitas, ao suposto "carisma" e ao estilo, em detrimento do que deveriam realmente avaliar.
Saem concorrentes a quem só lhes foi dada uma única oportunidade, e salvam concorrentes que já tiveram mais que uma e não a souberam aproveitar, nem com ela mostrar evolução.
Percebe-se, claramente, que há preferências, preferidos e protegidos.
Criticam os portugueses por não saberem votar, mas deixam o lado pessoal e as audiências ditarem a sua decisão final. Em que diferem, então, daqueles que todas as semanas tanto criticam?
E não é que o filme não seja bom, porque nunca o vi, embora tenha estado muito perto disso, e me tenha entusiasmado o trailer. Nem porque não seja merecedor.
Mas para mim, é difícil gostar de outro qualquer da mesma forma que gosto deste, que desde o primeiro momento me tocou de uma maneira especial, e conquistou um lugar de honra no meu coração - Como Treinares o Teu Dragão 2!
Simplesmente, adoro estes dois!
Quanto aos restantes óscares, e porque não tinha favoritos, destaco o de melhor actriz para Julianne Moore.
Depois da enorme euforia desencadeada pela passagem da tour Violetta Live 2015, em Janeiro, com os 6 concertos esgotados no Meo Arena, chega agora a vez da Lodovica Comello, que interpreta a personagem Francesca na série da Disney, visitar o nosso país, e cantar (e encantar) a solo.
Os concertos, agendados para dia 2 de Abril no Coliseu do Porto, e para dia 4 de Abril no Coliseu de Lisboa, não atingirão, certamente, a mesma dimensão que observámos com a Violetta Live Tour.
Ainda que tenha imensa popularidade entre nós, parece-me que a correria aos bilhetes, e a febre para assistir aos espectáculos, será muito menor.
Já tive oportunidade de ouvir algumas músicas dela. Algumas são bonitas, a maior parte calminhas e muito semelhantes, e confesso que não cativam tanto como as músicas da série Violetta.
De qualquer forma, é muito bem vinda ao nosso país!
Queria escrever something new mas quem tem o dom das palavras é a Maria. Ainda assim, mesmo que sejam palavras ao vento vou tentar. Espero que não saiam só riscos e rabiscos.
Gosto de seguir um blog de algo, nem que seja o blog do caixote.
Sou mãe. Mãe de corpo, de alma e mae de coracao. E, por vezes, tenho aquelas paranoias de mae. Já não sou uma miúda. Agora, sou mulher, filha e mae. Poderia ser uma boa quarentona, mas ainda não me vão ouvir dizer "de repente já nos 40". Ainda pertenco aos trintas! Sou uma mulher que ama livros. Livros e outras manias.
O meu blog é o meu espaço de partilha, porque há sempre muito para partilhar. Porque, mesmo sendo uma coisa pouco importante, todos os dias trazem qualquer coisa, nem que seja um sorriso! One smile, one life!
Gosto do canto da Petrolina, e do canto da Violetta. Como a minha filha diz, Violetta forever! E por falar na cor violeta, lembrei-me da alfazema, a Alice alfazema!
Por vezes, gostava de saber como é viver no outro lado da montanha, onde nao estou, mas sei que nada acontece por acaso. Se estou aqui deste lado, é porque tenho aqui a princesa da casa e o meu companheiro, que me acompanha nesta dança que é a vida. Afinal, dizem que it takes two to tango!
A esta hora, devem vocês estar a pensar "sim, sim, muito me contas", ou então já estão com a cabeça no que é o jantar.
À lupa de alguém, isto pode não fazer sentido nenhum, parecer um pouco turbido, parecer uma história com reticencias, com muitas nuages dans mon cafe... Mas é a minha vida, uma vida com dois sentidos ou mais, com os seus alinhamentos e desalinhamentos, cheia de parábolas inconsequentes, de special things by me. E como te quiero vida!
Não sou uma elsa vai com as outras nem Marrocos é o destino. Sou, poucas vezes, irreverente, mas gosto de irreverências no feminino!
Não tenho borlas para amigos. Por cá só mesmo os textos que escrevo n'o meu canto para mim e para vocês, que conheci nesta grande comunidade que é o Sapo Blogs!
E agora, proponho-vos o desafio: construir um texto utilizando palavras ou expressões que fazem parte do nome dos blogs que seguem!
Isto podia ser uma comédia, mas foi mesmo verdade!
Por mais que tente, não consigo perder esta fobia das aranhas.
Fui à sala levar qualquer coisa à minha filha, que estava sentada no sofá e, mesmo ao lado dela, vejo uma aranha. Castanha, gorda, com umas patas estranhas.
Automaticamente, mando um grito e a minha filha salta do sofá, mais pelo susto que o meu grito lhe pregou do que pela aranha.
Para a matar, fui buscar um mata moscas, mas mudei de ideias. Era fraquinho e não iria conseguir matá-la em condições. Fui buscar uma pantufa. Mas a pantufa não era grande e isso significava ficar com a mão muito perto da bicha.
A minha filha pergunta-me: "queres que eu a mate?", ao que lhe respondo, armada em valente, que não.
Ficamos as duas a olhar para a aranha, a minha filha à espera que eu faça o serviço, e eu a ganhar coragem para o fazer.
Lá dou então uma pantufada na aranha, o que a faz rebolar pelas costas do sofá até ao assento. E eu, assustada, mandei mais um grito e um salto, que fez a minha filha fazer o mesmo!
Como vejo que a aranha não se mexe, vou empurrando com a pantufa do assento para o chão. E aí, finalmente, dei-lhe uma valente tareia, e com tanta força que a parti ao meio!
Como é que aquela bandida terá ido ali parar, ou porque é que a nossa gata não a caçou, não sei. Mas ainda temo só de pensar que posso estar ali sentada, ou outra pessoa qualquer e, sem saber, com uma aranha por companhia!
Achei este diálogo entre dois amigos tão genuíno, tão inocente e sincero, que não pude deixar de partilhar!
"O menino: Ainda tens aquele problema que tinhas?
A menina: Sim.
O menino: Mas está melhor, certo?
A menina: Penso que sim. Obrigada pela preocupação!
O menino: De nada. É para isso que servem os amigos. Acho que um dia vais ficar totalmente boa,
vais ver. Vai demorar mas vais conseguir. A sério.
A menina: Pois...
O menino: A sério! Vais ver.
A menina: És tão querido e fantástico! És lindo, engraçado, carinhoso e sonhador!
O menino: E tu és simpática, carinhosa, amiga, inteligente!
A menina: Achas que sou feia por causa do problema que tenho?
O menino: Não interessa o que és por fora. O que interessa é o que tens aí dentro! A sério!
A menina: Está bem. Vou fazer de conta que acredito.
O menino: A sério.
A menina: Ai, lá estás tu, e o "a sério"!"

Se for uma piada, está muito boa! Se não for, é uma vergonha!
E o pior é que há muito boa gente por aí com o mesmo pensamento, a querer tirar partido das necessidades dos outros, de forma gratuita, usando argumentos que dão a entender que é um grande favor que fazem quando, no fundo, são eles os interessados!
A resposta ao anúncio está 5 estrelas!
Porque fazemos perguntas? O que pretendemos com elas? O que escondemos nas suas entrelinhas?
Perguntamos porque temos dúvidas? Ou para desfazer certezas?
Perguntamos porque queremos saber as respostas? Ou serão perguntas capciosas, para as quais já sabemos as respostas e só pretendemos confirmação?
Perguntamos para que nos respondam? Ou serão perguntas retóricas, apenas para reflexão?
Dizem que, em caso de dúvidas, devemos sempre perguntar. Mas será que podemos, ou devemos, fazer sempre as perguntas que nos passam pela cabeça? Ou será melhor, em determinados momentos, guardá-las?
Perguntar ofende? Há quem diga que não. Há quem defenda que sim. Eu digo que há maneiras diferentes de fazer uma mesma pergunta, dando-lhe voluntaria ou involuntariamente, sentidos e objectivos distintos.
Há quem pergunte para esclarecer ou para se informar, há quem pergunte para compreender, e há quem pergunte adequada e oportunamente dentro de um determinado contexto, numa conversa normal. Há perguntas que são pertinentes.
Mas há, também, quem pergunte para agredir, quem pergunte para ofender, quem pergunte para acusar, quem pergunte para recriminar, quem pergunte para afirmar.
Há quem pergunte, não para esclarecer, mas para semear dúvidas.
Existem perguntas simples, básicas e directas. Mas uma pergunta pode esconder muito nas suas entrelinhas, ter duplo sentido ou dupla intenção.
Há perguntas para as quais não existe resposta. E aquelas perguntas que, pura e simplesmente, nem merecem resposta!
“Se alguém te agride, se alguém te humilha, se alguém te controla, se alguém te isola dos amigos, isso não é amor, é violência”, é a mensagem da mais recente campanha contra a violência no namoro.
Uma violência que não escolhe sexo, classe social ou formação. E que tanto pode ser física, como psicológica (muitas vezes, as palavras marcam mais que meia dúzia de nódoas negras).
Dizem os sábios que, por trás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida. E é provável que os agressores de hoje, tenham sido as vítimas de ontem. Ou tenham, pelo menos, crescido num ambiente de constante violência. E que as vítimas de hoje, sejam os agressores de amanhã.
Então, o que fazer para quebrar esse círculo?
Porque continuam a ser tão poucas as vítimas que denunciam esses crimes, e ainda tantas as que permanecem caladas?
Por várias razões:
- porque gostam mais de quem as agride do que de si próprias, ficando cegas, surdas e mudas, inventando desculpas para se convencerem a si e aos outros, que foi uma coisa que aconteceu uma vez, e não voltará a acontecer! Assim, perdoam quem as agride porque foi uma questão de descontrolo, porque não havia intenção de o fazer. E, o que é pior, chegam a culpabilizar-se pela agressão de que foram vítimas, como se os agressores tivessem alguma razão para cometer tais actos!
- por medo de mais violência, de ver concretizadas as ameaças, do que lhes possa acontecer. Quantas vezes os agressores são detidos e saem logo em seguida? Quantas vezes se tentam vingar por terem sido denunciados? Quantas vezes o pior não acontece, sem que ninguém faça nada, apesar das várias acusações já apresentadas nos serviços competentes? As vítimas de violência doméstica não conseguem confiar em ninguém, não acreditam que as consigam proteger do que mais receiam.
- por medo de serem julgadas, do que possam vir a dizer sobre elas, por vergonha...Por isso, sujeitam-se e acomodam-se sem reclamar. E é o pior que podem fazer, porque estão a dar ainda mais força aos agressores, que se acham no direito de repetir a violência, uma vez que foi permitida outras vezes.
Como tal, para um combate real e eficaz à violência doméstica, é preciso actuar em duas frentes.
É necessário, sem dúvida, uma legislação mais severa e adequada para estes casos mas, mais do que meras leis a enfeitar um Código Penal, é fundamental que as vítimas sintam que serão protegidas, que nada lhes acontecerá por denunciarem os agressores, que as queixas e denúncias não ficam numa gaveta ou no cesto dos casos a ver mais tarde. É fundamental que sejam tomadas todas as medidas, e que sejam cumpridas. É necessário que as denúncias sejam levadas a sério e que os receios das vítimas sejam tidos em conta.
Mas é, também, urgente actuar a nível psicológico, para que as vítimas tenham a coragem de reagir e agir, de conseguir dar a volta e lutar por si próprias, pela sua dignidade, pela sua saúde física e mental, pela sua vida!
E se orgulhem de terem vencido, em vez de se deixar vencer!
15 FEVEREIRO | DOMINGO
14h00 às 20h | Programa em direto: Portugal em Festa – SIC | Av. 5 de outubro
14h30 Corso Diurno – Tó'Candar | centro da cidade
19h00 Abertura de portas do recinto
22h30 Dj’s Carnaval Party III
Palco 1 | Praça Machado Santos
Palco 2 | Jardim de Santiago
04h00 Encerramento dos Palcos
16 FEVEREIRO | SEGUNDA-FEIRA
14h30 Baile Máscaras Tradição | Pavilhão Multiusos da Expotorres
21h00 Corso Trapalhão, Tó'Candar | centro da cidade
22h30 Dj’s Carnaval Party IV
Palco 1 | Praça Machado Santos
Palco 2 | Jardim de Santiago
Palco 3 | Mercado Municipal
23h00 Concurso Matrafonas | Av. 5 Outubro
03h00 Abertura de portas do recinto
04h00 Encerramento dos Palcos
17 FEVEREIRO | TERÇA-FEIRA
14h30 Corso Diurno – Tó'Candar | centro da cidade
19h00 Abertura de portas do recinto
Até aos 9 anos - gratuito - Restantes - 5 euros/ bilhete

Entradas livres
15 FEVEREIRO | DOMINGO
14h30 – Corso Carnavalesco – entrada grátis
A história
São Valentim era um padre que praticava em Roma, no século III, quando o imperador Cláudio III decidiu proibir a celebração de matrimónios para os jovens, porque na sua opinião “os solteiros sem família eram melhores soldados”, já que não tinham compromissos.
O padre Valentim considerou que o decreto era injusto e desafiou o imperador, realizando casamentos em segredo entre jovens apaixonados (assim foi popularizado que São Valentim é o santo padroeiro dos namorados). Entretanto, o imperador Cláudio descobriu e ordenou que Valentim fosse preso. Morreu executado a 14 de fevereiro do ano 270.
Os alemães:
- trocam pequenos porcos voadores, “animais Cupido”, que simbolizam a luxúria e a sorte, e grandes bolachas de gengibre em forma de coração, decoradas com mensagens como “Kiss Me”.
Os italianos:
- colocam cadeados em pontes, grades e postes de iluminação, e deitam fora a chave de forma a declarar o seu amor eterno pelo seu parceiro ou pelo seu amor secreto.
Os miúdos dinamarqueses:
- enviam “cartas anónimas de amor” com versos românticos em consoante ou assonante, ou até com rimas divertidas. As cartas são assinadas com pontos, um para cada letra do remetente anónimo. Se a rapariga adivinhar quem é o seu admirador, recebe um ovo da Páscoa!
Na Colômbia, Costa Rica e México:
- as pessoas trocam “atos de reconhecimento” em vez de presentes, enquanto que outros oferecem presentes de forma anónima.
No Japão:
- as mulheres dão chocolates aos seus companheiros de trabalho masculinos a 14 de fevereiro.
Eu diria, até, várias - o bom senso, a responsabilidade, a prudência, a eficiência, o profissionalismo, o controle...
Em 2011, comentava eu aqui no blog:
"O Pobre Destino de Francesco Schettino - então não é que o senhor, com o seu navio a afundar, no meio de toda a confusão e pânico que se instalou, teve a infelicidade de cair num bote salva vidas?! Infelizmente, depois desse trágico acontecimento, não lhe foi possível retornar ao navio e comandar as operações de salvamento! Assim nasce um herói! Da cobardia!"
Quase três anos volvidos, Francesco Schettino, ex-comandante do navio Costa Concordia, foi agora condenado a 16 anos de prisão por homicídio culposo múltiplo, por ter causado o naufrágio e por abandono do navio.
Não irá, no entanto, para a cadeia antes da conclusão do longo processo de apelação na Itália, que pode levar anos.
Esperemos que, ao contrário do que estamos habituados, a justiça tarde mas não falhe...
Em véspera do Dia dos Namorados, aqui ficam alguns conselhos da terapeuta Laura Berman, e dos psicólogos John e Julie Gotmann para uma relação (em conjunto com os pilares básicos e fundamentais em que deve acentar) mais duradoura e feliz:
A maioria dos casais enfrentam fases em que sentem que algo se ‘desligou’. Muitos deixam o tempo passar e acabam por ignorar o problema, acomodando-se na situação. O grave do ‘deixar andar’ é que quando quiserem agir, pode ser tarde de mais.
É muito frequente entre os casais deixar para depois os momentos românticos. Entre o emprego, as tarefas domésticas, os filhos e o cansaço, entre outros, namorar fica muitas vezes em último lugar. Mas estes momentos não devem estar confinados aos dias de aniversário ou a férias. Devem, pelo menos tentar, fazer dos dias normais dias especiais.
Muitas vezes as pessoas deixam-se estar inertes dentro da relação porque acham que é o outro deve resolver o problema. Pensam “porque tenho eu de fazer todo o esforço”? Embora seja verdade que uma relação é uma espécie de estrada com duas faixas, é prejudicial ficar parado.
As pessoas devem ser frontais com a sua cara-metade. As relações requerem uma comunicação honesta, clara e aberta.
Quando as pessoas querem melhorar as suas relações tendem a pensar a longo prazo, mas devem pensar no presente próximo – “O que posso fazer hoje”.
Os casais têm tendência a mais facilmente notar os aspectos negativos um do outro do que a elogiar. Coisas simples como elogiar um cozinhado ou um novo corte de cabelo trazem energia positiva à relação, fazendo com que se torne recíproca.
Os casais estão estagnados na rotina? Fujam dela e façam um programa romântico diferente. Além disso, partilhem actividades de lazer juntos.
Quando se trata de questões dos nossos(as) companheiros(as) há duas formas possíveis de agir: optar por respostas bondosas, que aproximam e demonstram interesse, ou por respostas ríspidas, desinteressadas ou indiferentes, que tendem a afastar.
Sabem aqueles momentos que, por vezes, imaginamos ou desejamos que aconteçam, mas nunca pensamos que realmente venham a acontecer? Pois foi isso que aconteceu.
Já deveria estar habituada. Já não deveria estranhar nem me surpreender.
Afinal, sempre assim foi, desde que era pequenita.
Mas a verdade é que este meu tio consegue sempre surpreender todos quando menos esperamos!
A última vez que o vimos, era a minha filha bebé. Eu tinha casado há pouco tempo com o meu ex-marido. Foi há mais de 10 anos. Depois disso, evaporou-se. Nunca mais deu notícias, nem sinal de vida.
Ao longo desses anos, a minha filha cresceu. Eu, envelheci. Divorciei-me e voltei a dividir a minha vida com alguém. O tempo não parou. Nunca pára.
Ao longo desses anos, imaginei se algum dia ele iria aparecer aqui de novo, voltar a ver-nos, dar notícias, explicar por onde tem andado e o que tem feito, partilhar connosco as suas tristezas e alegrias...No entanto, achava pouco provável que isso viesse a acontecer.
E então, num dia igual a tantos outros, numa hora de almoço igual a todas as outras, estava eu na casa dos meus pais a almoçar, batem à porta. Quem era?
O meu tio!
Haverá alguém mais irreconhecível do que eu?!
Há uns tempos atrás foi a Renée Zellweger.
Há menos tempo, a Catherine Zeta-Jones (embora a diferença não seja tão visível).
Agora, Uma Thurman.
Se o objectivo é não deixarem escapar a beleza por entre os dedos, parece-me que não está a chegar a bom porto.
Quanto mais fazem para manter a beleza de outros tempos, mais parecem envelhecer. Muitas, na intenção de não verem a sua carreira esmorecer devido à idade, e de não perderem o lugar tão duramente conquistado em Hollywood, submetem-se a qualquer tipo de cirurgia ou tratamento que lhes devolva a juventude perdida, mas acabam por ver concretizados os seus maiores receios, na sequência dos resultados exagerados ou desastrosos dessas fórmulas miraculosas.
E nós, espectadores, habituados à beleza natural, e própria da passagem dos anos, olhamos agora para essas mulheres e perguntamo-nos quem serão. Porque, simplesmente, não as reconhecemos!
...tem muito que se lhe diga!
Numa conversa com a minha filha:
Ela: Quando fizer 18 anos já sou independente.
Eu: Ai sim? Porque é que dizes isso?
Ela: Então, com 18 anos já não mandas em mim. Já posso fazer o que quiser. E vou tirar a carta de condução.
Eu: Enquanto morares comigo, tens que respeitar as minhas regras e deves-me satisfações. Quanto à carta, acho bem. E com que dinheiro o vais fazer?
Ela:Com o dinheiro que tenho no mealheiro.
Eu: Mas vais precisar de muito mais!
Ela: Então, ainda tenho 7 anos para juntar.
Eu: E vais morar com quem?
Ela: Contigo.
Eu: E vais trabalhar?
Ela: Não mãe. Primeiro tenho que ir para a universidade, para me formar e poder arranjar um trabalho.
Eu: E quem é que vai pagar as tuas contas enquanto estudas?
Ela: Tens que ser tu.
Eu: Ah. Deixa-me lá ver então se percebi. Com 18 anos já és independente, mas vais continuar a morar com a mãe e a depender financeiramente da mãe? Então não és independente! Quando tiveres o teu emprego, a tua própria casa e a tua vida organizada, aí sim, podes dizer que és independente!
Os jovens têm sempre imensa pressa de chegar aos 18 anos, atingir a maioridade e tornarem-se independentes. Na teoria, assim seria. Na prática, a história é diferente. E é um desejo que só se aplica e é válido para o que mais convém.
Aos 18 anos, os pais já não podem mandar neles! Já podem fazer o que quiserem sem dar satisfações a ninguém! Já tomam as suas decisões e não gostam que os pais se intrometam onde, consideram eles, não são chamados!
Mas se lhes perguntarmos se vivem sozinhos ou com os pais, parece-me que grande parte pertencerá à segunda opção. Se lhes perguntarmos onde vão buscar o dinheiro para os seus gastos do dia a dia e extravagâncias, para os estudos, ou até mesmo para o pagamento de uma renda, provavelmente responderão que são os pais que lhes dão.
Se há algum problema no qual se meteram e do qual não conseguem sair, é aos pais que muitas vezes recorrem.
Antigamente, os jovens tornavam-se adultos mais rapidamente, saindo debaixo das asas dos pais por volta dos 18 anos. Por vezes, antes.
Hoje em dia, temos homens e mulheres entre os 20 e os 40 anos, que estão totalmente dependentes dos progenitores. Muitos, nunca trabalharam.
Então, que espécie de independência é esta que tanto e tão cedo anseiam, e que só tão mais tarde conseguem ou se predispõem a alcançar?
Independência não é apenas ser livre para decidir a vida que quer levar sem que ninguém se intrometa, mas também agir com a maturidade e responsabilidade que ela exige.
Desastrosos
Excessivamente desportivos
Carnavalescos
Excessivamente exuberantes
Elegantes
...só tenho a dizer:
Que fez muito bem em em seguir adiante com ela, se assim o entendeu!
Se os jogadores têm que esquecer a sua vida pessoal e colocar os problemas pessoais de lado, enquanto trabalham, por que raio não haveriam de deixar as questões do trabalho de lado, quando estão a viver a sua vida pessoal?
Se é certo que nem sempre se conseguem deixar os problemas pessoais de lado, também é verdade que os problemas do trabalho, muitas vezes nos acompanham.
Mas cancelar a festa de aniversário só fazia sentido se fosse uma decisão vinda do aniversariante, e consequência do seu estado de espírito, após a derrota. Nunca pelo possível descontentamento dos adeptos.
Adeptos esses que, apesar do desgosto, não vão deixar de viver a sua vida, de beber umas quantas cervejas com os amigos para afogar as mágoas, de se divertir só porque o seu clube do coração perdeu um jogo.
Alguns desses adeptos manifestaram-se junto ao centro de treinos do Real, exibindo uma faixa: "O vosso riso é a nossa vergonha". Pois eu diria que algumas das vossas atitudes, também são uma vergonha para o clube que tanto dizem gostar.
O meu marido é da opinião de que os médicos, nas clínicas privadas, só se interessam pelo dinheiro e, com ele garantido, pecam no atendimento dos utentes, dando pouca importância aos seus problemas e mostrando pouco interesse, preocupação ou profissionalismo. Já os médicos do serviço público, que cada vez recebem menos, não exercem a sua profissão com vista ao lucro e, como tal, mostram-se mais atenciosos com quem os procura.
Eu, sou de opinião contrária! Considero que os médicos, assim como todos os que trabalham, sentindo-se injustiçados face à constante redução dos seus salários, tendem a sentir-se desmotivados para o exercício da sua profissão e, como tal, pouco querem saber dos utentes que a eles recorrem, e tão pouco estão preocupados com o que lhes possa acontecer, porque não são suficientemente pagos para isso. Por outro lado, um médico que cobra um preço que acha justo pelo seu serviço, está mais motivado e tem obrigação de justificar o valor cobrado, com um atendimento mais amável, atencioso e cuidado.
Claro que, havendo excepções, encontramos bons e maus profissionais em qualquer um dos serviços - público ou privado. Até porque os médicos realmente profissionais exercem a sua profissão por amor à mesma, porque se sentem bem a ajudar o próximo, a melhorar a vida de cada um dos seus pacientes ou, simplesmente, a ser um ouvinte atento ou dar uma palavra amiga de consolo ou incentivo, fazendo disso a sua prioridade, sem olhar aos escassos meios que possam haver ou ao dinheiro que poderão, ou não, receber.
E quanto à questão da atenção que é dada aos pacientes, por médicos e enfermeiros? Falava disso a Van
do blog http://nuagesdansmoncafe.blogs.sapo.pt após um comentário que fiz sobre o assunto.
Quem será mais atencioso? Os médicos ou os enfermeiros?
Temos tido alguma sorte com os médicos que nos têm calhado, mas parece-me que os enfermeiros saem a ganhar.
No hospital D. Estefânea, por exemplo, posso falar bem dos enfermeiros e da segurança, mas os médicos são para esquecer. No hospital de Torres Vedras, na parte da pediatria e internamento, tanto médicos como enfermeiros foram 5 estrelas. Já na maternidade, nem uns nem outros me deixaram saudades.
Mas, de uma forma geral, os médicos estão lá para observar, passar receitas e exames e pouco mais. São os enfermeiros que mais cuidam, que mais acalmam, que mais conversam, que mais atenção nos dão, que estão sempre lá noite e dia para o que precisarmos.