e contar até 100 (sim, porque 10 já começa a ser pouco), para não perder as estribeiras com certas pessoas.
E a situação nem sequer foi comigo. Se fosse, podia até sair de lá de mãos a abanar, mas essa senhora não se safava assim com tanta facilidade. Não sem eu expôr o meu ponto de vista, sem chamar algum superior (não faço ideia se há), e sem, provavelmente, uma reclamação (sim, ainda em papel)l
A minha mãe tem uma declaração de isenção de taxas moderadoras, com prazo de validade, que terminava ontem. É necessário dirigir-se ao centro de saúde e pedir a revalidação, ou seja, emitem-lhe uma nova declaração. Coisa simples.
Pois o meu pai foi lá então, para tratar desse assunto. A funcionária que o atendeu respondeu-lhe que não tinha tempo para isso naquele momento e, mesmo depois de questionada sobre o fim da validade, afirmou que o meu pai tinha muito tempo, que não era preciso ir lá a correr e para voltar noutro dia!
É preciso ter lata!
Tudo bem que estava sozinha, mas os utentes que lá se dirigem têm o mesmo direito ao atendimento. E não têm culpa que os colegas da funcionária tenham ido almoçar!
E por que raio deveria o meu pai ir embora, e voltar noutro dia para tratar do mesmo assunto, quando já ali estava? Por acaso, mora perto. Mas, e se tivesse que apanhar transportes? Se, de cada vez que lá fosse, gastasse dinheiro e perdesse tempo, quem lhe pagava? A dita funcionária? Não me parece.
É mesmo má vontade porque, quando atendido por outros funcionários, os mesmos fazem-lhe isso na hora!
Fez-me lembrar um episódio em que estava na minha vez de ser atendida, em trabalho, num serviço público, e a funcionária reclamou que não me podia atender porque eu levava muitos assuntos para tratar e tinha muita gente à espera! E eu, só lhe respondi: muito bem, e o que é que eu digo ao meu patrão quando voltar com o trabalho por fazer? Insisti, a funcionária atendeu com má vontade e deu a entender que, para castigo, não nos iria facilitar a vida dali em diante.
E o que é que merecem pessoas assim? É preciso mesmo muita paciência, e muita calma (que já começa a escassear)!
É preciso muita paciência, sem dúvida, e é preciso também pedir o livro de reclamações. Funciona sempre!
ResponderEliminarEle há cada um...
Muita paciência , mas um murro na mesa também pode ajudar.
ResponderEliminarComo costumo dizer "cada um na sua vez".
Boa pascoa
As pessoas andam numa de fazer os mínimos. Ainda não percebi porquê, mas é assim em quase todo o lado agora. Descontentes com a vida, a descarregar em quem lhes coloca o pão na mesa, sempre a mesma desgraça.
ResponderEliminarNo lugar do teu pai, tinha ficado lá, tinha continuado a melgar-lhe o juízo até ser atendida. Nisso consigo ser bastante chata!
É verdade.
ResponderEliminarMas, enfim, o meu pai nunca se quer chatear com ninguém. Mesmo a custar-lhe a andar, prefere dar meia volta e ir lá noutro dia. Sempre foi assim :)
Realmente existem pessoas, que não deviam sequer estar no atendimento ao público, simplesmente, porque apenas não têm perfil para lidar com as pessoas. E o mal é que elas vão continuar a estar lá, se nunca tiverem reclamações, seja de que tipo for. Compreendo a tua indignação.
ResponderEliminarO problema é que essa gente aproveita estas situações para fazerem o que quiserem.
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