segunda-feira, 4 de maio de 2015

Só faltava mesmo aprender Mandarim!

 


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Porque Portugal está a ser, aos poucos, totalmente dominado e gerido pelos chineses!


E, com esta crise, até os nossos olhos já andam há muito tempo em bico!


O Instituto Confúcio da Universidade de Aveiro, recentemente inaugurado, foi criado com a missão de contribuir para a implementação do mandarim no ensino secundário português.


Ao que parece, esta nova disciplina vai ser opcional para alunos da outras áreas que não Humanidades. Já para quem opte por essa área, vai ter mandarim como disciplina curricular, a partir do 10º ano.


Para já, o ministério está a trabalhar, apoiado pelo Hanban (o equivalente chinês ao Instituto Camões), num projecto-piloto que pretende introduzir o mandarim numa média de uma turma por escola, em cerca de 20 escolas do país.


No entanto, a questão que muitos colocam é o porquê do mandarim, com tantas línguas à escolha?


Para mim a explicação é simples: de há uns anos para cá, os chineses têm vindo a apoderar-se do nosso país. Primeiro, os restaurantes chineses. Depois, as lojas chinesas. Ultimamente, os chineses que têm comprado, negociado, investido, no nosso país. Têm-se apoderado de negócios que eram exclusivamente portugueses.


E se, antigamente, tinham que ser eles a aprender a nossa língua e a adaptarem-se ao nosso país, brevemente, será precisamente o contrário - teremos que ser nós a aprender e dominar a língua deles, e a nos adaptarmos à sua forma de trabalhar, se quisermos continuar em Portugal! 


 


(Ainda bem que no meu tempo não havia esta disciplina, senão era caso para dizer - isto para mim é chinês - literalmente!)


 


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3 comentários:

  1. Bem...eu estudei um ano. Mas não deu para nada, aquilo é mesmo chinês . Ando é com vontade de aprender espanhol.

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  2. Já tinha comentado acerca desse assunto em casa quando eles começaram a investir.
    Se apoderarem-se do nosso país, bem me vou embora. Eu concordo que temos de ajudar os outros, mas a partir do momento em que eles vêm para cá para se apoderar do que é nosso concordo com o que certos países fazem: não deixá-los entrar senão em turismo. Eles têm todos os apoios que nós não temos, abrem lojas e restaurantes e todos os anos mudam o nome do proprietário para não pagarem nada ao estado, e já vi numa loja quando um chinês saiu por uma porta "de arrecadação" que por dentro havia o género de uma sala e mais à frente uma porta que parecia dar entrada para uma cozinha, não me admirava nada se muitos deles fizessem das lojas uma casa.

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