No passado domingo, um dos concorrentes do Ídolos, que foi eliminado, desabafava que se sentia mal porque toda a gente na sua terra o apoiava e esperava muito dele, e ele tinha desiludido todas essas pessoas que nele acreditavam.
A meu ver, pior que desiludirmos os outros, é desiludir-mo-nos a nós próprios. Com isso, sim, devemo-nos preocupar e ficar tristes. Por sabermos que podíamos ter feito melhor, dado o nosso melhor, e não o fizemos.
Também temos que ser, nós próprios, a primeira pessoa a nos perdoar por não o termos feito. Os outros, ou estão realmente do nosso lado e nos apoiam, independentemente do que tenha acontecido ou, simplesmente, não nos interessam, nem aquilo que possam pensar!
Sabemos o nosso valor, sabemos aquilo de que somos capazes, sabemos os nossos limites e as nossas limitações. Só temos que aceitar e viver bem com isso. Se nos esforçámos menos do que devíamos, se não mostrámos o que valíamos, vamos lutar para fazê-lo da próxima vez.
A força de vontade e a determinação são, sem dúvida, a chave para ultrapassar cada etapa e cada prova da nossa vida. Nem sempre podemos contar com a sorte. Por vezes, as coisas não correm como esperávamos. Correm mesmo muito mal. E se isso se deveu, de alguma forma, a nós mesmos, devemo-nos responsabilizar. E sentir tristes. Mas não devemos baixar os braços. Devemos, sim, tirar daí uma lição e tentar melhorar daí em diante.
Não com arrogãncia e egocentrismo, mas com atitude, optimismo e confiança!
Esse foi o puto da Madeira? O Ruivo?
ResponderEliminarAchei que essa resposta dele foi tão idiota! Quer dizer, ao invés de pensar que tinha feito um mau trabalho, que a culpa foi dele e que deveria pensar em melhorar, está preocupado com o que a terra dele pensa? Para mim a Madeira e os Açores são como o Norte e o Centro do país, são terras iguais. Interessa-me agora cá que o pessoal da terrinha fique triste por ele. Essa mania de que "estão no meio do oceano" e por isso é que são "especiais" comigo não cola. Estou no meio do deserto (margem sul até ao algarve é deserto segundo os nossos políticos) e não é por isso que vou à capital pedir misericórdia e uma mãozinha no ombro.
Foi esse mesmo!
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