quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A discriminação já chegou aos gatos

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Num dos perfis que costumo visitar no facebook, deparei-me com este comentário, que acompanha umas fotografias de gatos a comer restos de comida que as pessoas deram para os alimentar:


 


"Enquanto existirem pessoas com a mentalidade destas, que colocam comida na via pública para os gatos, haverá sempre uma enorme colónia de gatos “vira latas” nas ruas de Mafra.



Até quando?"


Digam-me que eu não li bem o que aqui está escrito, porque não consigo acreditar que alguém tenha dito algo assim, sobre quem não tem culpa de ter vindo ao mundo e estar abandonado à sua sorte.


Não sei que a pessoa em causa estava a utilizar os gatos para acusar as pessoas, ou as pessoas para acusar os gatos mas, seja como for, foi um comentário triste e desnecessário.


Eu diria que, enquanto existirem pessoas com a mentalidade desta, que criticam aqueles que, não tendo nada a ver com o assunto, ainda assim exercem a sua bondade para com estes animais abandonados dando-lhes comida para que não morram à fome, continuará a haver discriminação, e gatos abandonados e maltratados nas ruas de Mafra.


Que alertem as pessoas que, ao alimentar estes gatos, tentem colocar a comida em recipientes para evitar que a comida fique espalhada pela rua, é uma coisa.


Que incentivem as pessoas a pegar num destes gatos, e ajudá-lo dando-lhe um tecto e melhores condições de vida, para que não corra perigos desnecessários na rua e se evite a procriação, é uma coisa.


Mas apelidar os pobres gatos de "vira latas", só porque não têm a sorte de ter tido uma família que os tratasse bem e lhes desse amor e carinho, é descer muito baixo. O que é que esses gatos têm a menos que aqueles que comem comidinha gourmet, que dormem refastelados numa cama quentinha, cujos donos os levam constantemente ao veterinário, e que são tratados como verdadeiros príncipes? A única coisa que têm a menos, é a oportunidade de uma vida melhor. Tal como acontece com as pessoas. Com os ricos e pobres. Mais nada.


Por isso, em vez de vir para as redes sociais criticar e dizer mal dos gatos de rua de Mafra, ocupem o vosso precioso tempo a lutar contra o abandono, os maus tratos, a discriminação, em medidas de protecção destes animais, e na busca de soluções válidas para o problema!


 


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Máquina de lavar ou árvore de Natal?!


 


Chego eu ontem a casa, curiosa para ver a máquina de lavar roupa nova, experimentar e ver como funcionava.


Mal carrego no botão para ligar, o botão de selecção de programas enche-se de luzinhas, o painel luminoso acende, e cada vez que mudo alguma coisa, dá um toque. Assusto-me, quando olho para o tempo de cada lavavem, de cada programa. A outra era muito mais rápida!


Ao escolher o programa, a máquina, inteligente, escolhe logo as restantes opções - temparatura, enxaguamento, centrifugação.


O que é isto, pergunto eu, ainda pouco ou nada habituada?! 


Perco algum tempo, a ler o manual. Ponho roupa a lavar. Fico ali especada a olhar para a máquina, a ver como aquilo funciona.


Em seguida, vou à minha vida, que tenho mais que fazer, o tempo é escasso e a máquina ainda leva duas horas a lavar.


Estou na sala, já esquecida desse assunto, quando começo a ouvir uma música. Achei que era na televisão, algum telemóvel a tocar.


O meu marido pergunta-me também que música era aquela, e se era a máquina de lavar. Vou à cozinha, e confirma-se que era, realmente, a máquina a anunciar o fim do programa, com uma música em modo natalício, e a piscar a palavra END!


Ao fim de alguns segundos, cala-se e desliga-se automaticamente.


Então, mas eu comprei uma máquina de lavar, ou uma árvore de natal já com luzinhas e música?!


O meu marido diz que a máquina é espectacular. E lá bonita é.


Mas modernices não são comigo e, para ser sincera, preferia a minha velhinha, com aqueles dois botões para a temperatura e para selecionar o programa! 


 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Fui novamente tia!


 


Cerca de 12 anos depois, voltei a ser tia!


É certo que será apenas por afinidade, por parte do meu marido. Mas não sou menos tia por isso. 


A minha tia (que já faleceu), também era apenas minha tia por afinidade e, no entanto, foi a tia a quem eu estive mais ligada a vida toda.


A minha cunhada deu à luz uma menina!

A falta que me faz uma máquina de lavar roupa!


 


Um fim de semana inteiro sem máquina de lavar roupa, e não sei mais onde pôr a roupa suja!


A minha máquina, que já há muito tempo me andava a prevenir que não iria durar para sempre, resolveu dar o último suspiro na quinta-feira passada. Durou 12 anos! Já não se fazem máquinas assim. Aliás, já nem encontro nenhuma desta marca sequer.


Na sexta, fomos comprar uma nova, mas só a vêm entregar hoje à tarde.


Já estou a ver qual vai ser o meu passatempo nos próximos dias!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Quantos mais jovens terão que morrer...


 


...para se pôr um ponto final nas praxes estúpidas e sem sentido que todos os anos se repetem?


Sim, todos os anos, por esta altura, se fala das praxes. E todos os anos, se ouvem vozes que defendem as praxes, vozes que defendem que certos comportamentos não podem ser considerados praxe, e vozes contra qualquer tipo de comportamento que provoque danos, sejam eles praxe ou não mas, curiosamente (coincidência ou não), sempre envolvendo caloiros e veteranos das universidades.


Ah e tal, são uma forma saudável de integrar os caloiros na vida universitária. Sim, algumas podem até ser. Todas aquelas que contribuam para a formação cívica dos caloiros, para a sua real integração no ambiente de uma universidade, para um espírito de equipa, entreajuda e solidariedade.


Mas não me parece que humilhar, subjugar, mandar, agredir, ameaçar ou maltratar, se enquadrem nessa categoria.


Não me parece que obrigar estudantes a enterrarem-se na areia e beber álcool sem parar, se enquadre num tipo de praxe útil para alguém, que não mentes perversas e sem qualquer carácter.


A tragédia do Meco resultou na morte de vários jovens, sem que se tenha apurado qualquer culpado. A culpa morreu, literalmente, na praia.


Melhor sorte teve a jovem de Faro, que foi levada para o hospital em coma alcoólico. Mas podia ter corrido muito mal.


E não me venham dizer que ninguém foi para lá obrigado, e que só participa quem quer. O problema não está em quem participa, de livre vontade ou não. O problema está em quem teve a ideia de praticar tais actos!


Até quando isto vai continuar a acontecer?


Até quando vão permitir que isto aconteça?


Quantos mais acidentes resultantes das praxes serão necessários?


Quantos mais jovens terão que morrer?


 



imagem www.dn.pt


 


 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dar um tempo? Ou terminar?


 


E quando, de repente, um dos membros do casal se vira para o outro e diz "Acho que é melhor darmos um tempo"...


 


O relacionamento entre duas pessoas nem sempre é um mar de rosas, e é normal que surjam momentos menos bons, e as já conhecidas crises nas relações, provocadas pelos mais diversos factores.


Quando assim é, muitos são os casais que optam por terminar a relação. No entanto, pode haver quem queira apenas "dar um tempo".


Mas, lá bem no fundo, será que dar um tempo é uma solução válida, ou não passa de um adiar do fim da relação?


A verdade é que, quando um dos membros do casal pergunta ao outro "vamos dar um tempo?", não está mais do que a dizer que, se ainda não desistiu da relação, está prestes a fazê-lo.


As mulheres, tendem a pedir um tempo para pôr os pensamentos em ordem, quando já não acreditam que as coisas tenham solução. Já os homens, por norma, aproveitam esse tempo para matar saudades da vida de solteiro.


Mas será que esse tempo resolve os problemas? Não me parece. O tempo não resolve os problemas. pelo contrário, pode até mesmo agravá-los. Ou então serve para colocá-los em "banho maria". Quanto muito, o casal acaba por ter, depois desse tempo, a conversa que devia ter tido logo, sem precisar de tempo.


É o mesmo que tentar tapar os estragos, camuflando-os. Com o tempo, se não forem devidamente reparados, vão acabar por reaparecer à vista de todos, porque nunca deixaram de existir. 


Por outro lado, durante esse tempo de duração indefinida, muitas coisas podem acontecer:


- um dos membros do casal (ou os dois) conhecer outra pessoa e apaixonar-se; 


- a pessoa que pediu o tempo perceber que não existe mais amor, e terminar de vez a relação;


- essa mesma pessoa perceber que não pode viver sem a outra, e querer reatar a relação;


 


E, neste último caso, será que a volta depois desse tempo irá resultar? Mais uma vez, depende das circunstâncias, do tempo que ficaram separados, dos problemas que se resolveram, e dos que ficaram por resolver.


Posso dizer que já me aconteceu pedir um tempo na fase do namoro, que durou apenas alguns dias, por insistência da outra parte. Reatámos e estamos juntos até hoje. No entanto, agora casada, não faz sentido para mim dar ou pedir um tempo.


Até porque isso implicaria uma mudança radical da rotina como morar novamente sozinhos, pouco ou nada nos vermos, ou encontrar-mo-nos apenas como amigos, e ausência de convivência, ainda que provavelmente temporária, do meu marido com a minha filha e família. 


Ora, para mim é óbvio que depois desse retrocesso e mudança, que afectaria não só a mim mas também a minha filha, dificilmente voltaria a retomar a relação nas condições em que existia anteriormente. 


E não havendo relação nesses termos, menos sentido ainda faria voltar à fase anterior, de mero namoro de fim-de-semana.


Ou seja, o mais certo seria mesmo o fim da relação. Até porque, embora no início tudo pudesse parecer melhor, a falta de confiança, a cumplicidade perdida, a existência das mesmas condições que, eventualmente, ditaram o pedido de tempo, e outros factores, acabariam por contaminar permanentemente a relação, e ditar o seu fim. 


Por isso o que outra pessoa chamaria "dar um tempo", eu chamar-lhe-ia e entenderia como "ponto final"!


 


 


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Não bastava o Português e a Matemática...

...para "lixar" a vida dos estudantes, tinham que arranjar mais uma disciplina  - O Inglês!


 



 


De acordo com um despacho publicado no Diário da República, os alunos do 1º ciclo devem obter aprovação na disciplina de Inglês, sob pena de ficarem retidos no 4ª ano do 1º ciclo do ensino básico.


No entanto, esta medida não será, para já, posta em prática, uma vez que só este ano o Inglês começa a ser lecionado nas escolas, e exclusivamente para alunos do 3º ano de escolaridade.


Diz o artigo 13.º do Despacho de Avaliação do Ensino Básico, que define as condições de aprovação, transição e progressão que "no final de cada um dos ciclos do ensino básico, o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado, se [...]no caso do 1.º ciclo, tiver obtido classificação inferior a 3 simultaneamente nas disciplinas de Inglês, de Português ou Matemática e, cumulativamente, menção insuficiente em pelo menos uma das outras disciplinas". 


Corrijam-me se estiver enganada mas, pelo que percebi,quem tiver negativa a Inglês e Português, ou a Inglês e Matemática, e ainda menção insuficiente noutra disciplina, será reprovado.


A ideia, explica o Ministério da Educação, é valorizar o ensino desta língua. Quanto a mim, a valorização do ensino de qualquer disciplina, por mais importante que seja, não deveria ser feita à base de uma nota no final do ano, mas sim do tudo o que possa feito durante esse ano para cativar os alunos para a disciplina, e levá-los a compreendê-la, a sua importância e utilidade no futuro, a interessarem-se pela aprendizagem e, no final, conseguirem bons resultados!


É preferível um aluno tirar uma boa nota porque a isso foi obrigado, ou porque gostou e compreendeu aquilo que aprendeu, e soube aplicar ao longo do ano, conseguindo essa boa nota com mérito e sem esforço?


 


 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Será que os pais se preocupam mesmo com a obesidade dos filhos?


 


Li num post do blog http://paranoias-de-mae.blogs.sapo.pt que, entre as 10 maiores preocupações dos pais em relação aos filhos, de acordo com um estudo efectuado pelo Hospital Pediátrico C.S. Mott, no Michigan, Estados Unidos, relativamente a 2015, a que ocupa o primeiro lugar, pelo segundo ano consecutivo, é a Obesidade Infantil!


 



Ora, a mim parece-me um pouco contraditório que, sendo esta a maior preocupação dos pais, exista uma taxa cada vez maior de obesidade infantil.


Parece-me contraditório que pais preocupados se deixem aliciar e vencer pela comida fast food, que ganha cada vez mais terreno.


Parece-me contraditório que, sendo essa a maior preocupação dos pais, se vejam cada vez mais crianças e jovens obesos, como aqueles que agora concorrem a programas como o Peso Pesado Teen.


Parece-me contraditório que, sendo a obesidade infantil a principal preocupação dos pais, seja preciso chegarem a um programa de televisão, para perceber que andaram anos a cometer erros; que seja preciso os filhos chegarem ao fundo do poço, para mudarem de atitude em relação aos seus hábitos alimentares.


 



Na minha opinião, pais realmente preocupados com a possibilidade de os seus filhos se tornarem crianças e jovens obesos, apostam na prevenção, apostam em bons hábitos alimentares desde cedo, apostam em actividades físicas que os façam ocupar a mente (e o estômago), gastar energias e queimar calorias, em vez de permitir que eles se sentem horas a fio, em frente a uma televisão, a comer sem parar, tentam conversar com os filhos e perceber as possíveis causas que possam estar a desencadear um apetite fora do normal. 


 



E, acima de tudo, pais preocupados com a obesidade infantil devem dar o exemplo! De nada adianta querer que os seus filhos se alimentem saudavelmente, se eles próprios não o fazem. De nada adianta querer que os seus filhos sejam activos, se eles próprios são sedentários. Os pais são sempre o melhor exemplo que os filhos podem ter, tanto para o bem como para o mal. 


 

Sobre o primeiro dia de aulas


 


Ontem foi o primeiro dia de aulas deste novo ano lectivo.


Muitas crianças e adolescentes aguardavam há muito por este dia - ou porque já tinham saudades dos colegas e dos momentos passados com eles na escola, ou porque já estavam fartos de estar tanto tempo com os pais, ou ainda porque sentiam saudades de alguns professores e disciplinas, e de aprender coisas novas.


O que é certo é que o entusiasmo do primeiro dia de aulas é notório! Todos levam mochilas novas, material para estrear, a melhor roupa para começar em grande, etc. Mas esse entusiasmo depressa irá passar, dando lugar ao cansaço e tédio provocado por uma rotina e regras a que já não estavam habituados, e ao enorme desejo que as férias de Natal cheguem depressa!


Quanto a nós, tenho a dizer que começámos este ano com novidades:


- o professor de educação física, e director de turma, reformou-se durante as férias de verão, pelo que a turma deve conhecer hoje o novo professor que, possivelmente, irá também ocupar o cargo de director de turma. Não tenho nada contra a reforma do professor, se ele quis e pode, ainda bem. Mas não ficava mal ter avisado os pais dos seus ex-alunos de que não iriam contar com ele no novo ano lectivo. Ainda há dias enviei um email, a questionar sobre a reunião do início do ano, e não obtive resposta. Agora percebo porquê! 


- não sei se por excesso de alunos, falta de espaço ou ambos, e apesar de a escola ter sido reconstruída há poucos anos, foi colocado este ano um contentor, onde a turma vai passar a ter aulas de português e história! 


- no entanto, o ponto alto do dia foi mesmo aquele em que, quando pergunto à minha filha como correu a manhã na escola, ela me responde:


"Correu bem mãe, mas sabes o que é que eles fizeram? Até ficámos parvas! Trocaram a máquina dos chocolates, por uma máquina de água!" 


Este ano lectivo promete!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Velha rotina, novos hábitos


 


Manhã do primeiro dia de aulas:


O despertador toca às às 06.20h. Levanto-me, com pouca vontade. O meu marido continua na cama. A Tica, continua na cama. 


Está frio. Tenho que vestir um casaco, e abotoá-lo até ao pescoço, porque a Tica ficou em cima do roupão.


Puxo as persianas da janela da sala para cima, Abro as cortinas da janela da cozinha. Ainda é de noite! A Tica, que entretanto já se levantou, põe-se em cima da máquina de secar para que eu a leve à rua.


Estranha estar tão escuro lá fora. Não é costume. Vai ter que esperar que clareie, e não acha muita piada à ideia. Até porque o vaso da ervas também está no quintal e está na hora do pequeno almoço.


Pequeno almoço que, quanto a mim, parece que, a estas horas, nem cai bem. 


Tenho roupa para estender, mas não me apetece nada ir lá para fora quando ainda nem sequer amanheceu.


Às 7h, chamo a minha filha. Diz-me que parece que o tempo está cinzento. Está habituada a acordar depois de o sol nascer!


Vestimo-nos a pensar que o dia vai estar quente como ontem. Pura ilusão! Está nevoeiro e um ar gélido. Esperamos que o sol venha depressa, ou arriscamo-nos a piorar da constipação.


A caminho da escola, deparamo-nos com a fila de carros em hora de ponte! Que saudades que eu tinha destas confusões (claro que não)! O que vale é que vamos a pé. E até encontramos conhecidos pelo caminho.


A escola está cheia de crianças no átrio. A minha filha entra. Agora, com o novo sistema de cartões.


Vai para dentro e eu, com tempo de sobra, dirijo-me para o trabalho, onde devo chegar meia hora mais cedo. Mas também não valia a pena voltar a casa.


E assim regressámos à velha rotina, com alguns hábitos novos aos quais ainda nos estamos a tentar adaptar! 

Dar ou não luz verde aos filhos nas saídas da escola


Enquanto os nossos filhos estão na escola primária, e vão mantendo o mesmo horário de entrada e saída, é costume optarmos para que saiam da escola acompanhados por nós, ou por alguém da nossa confiança (familiar ou não). Até porque, nesta altura, ainda são muito novos.


Mas quando se faz a transição para o 2º ciclo do ensino básico, em que cada dia têm um horário diferente, diversas horas de entrada e saída, e a idade já é diferente, surge a questão:


Devemos optar por lhes dar livre trânsito, e confiar neles, ou será ainda cedo para que eles assumam essa responsabilidade?


Para aqueles alunos que têm que passar o dia na escola, porque só têm quem os vá buscar à hora da saída, no último tempo e que, inclusive, almoçam na escola, não faz sentido conceder livre trânsito.


Mas, se até morarem perto da escola, ou se tiverem familiares a morar perto da escola para onde eles possam ir, então devem considerar essa hipótese.


Não sei se as regras são iguais para todas as escolas mas, aqui onde a minha filha anda, quando não há uma aula porque o professor falta, têm que ficar na escola para ver se há professor para dar aula de compensação. E só se não houver, é que podem sair, desde que tenham cartão verde.


Isto evita que eles sejam obrigados a permanecer na escola até que alguém os vá buscar, mesmo que já não tenham aulas. 


Até porque poderá haver escolas mais seguras, com condições e actividades para os alunos estarem ocupados, e outras em que os alunos estarão melhor fora delas.


Cabe aos pais analisar a sua situação em particular, para tomar a melhor decisão, mas posso dizer que, no meu caso, o livre trânsito foi uma boa opção. 


 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Alguém sabe como parar esta torneira...


 


...que, desde ontem, anda a pingar sem parar?!


Ainda bem que me preveni, e abasteci a dispensa com um belo stock de lenços de papel!

Completa a frase...

desafio.jpeg


 


A Inês do blog O Mundo da Inês desafiou-me a "completar a frase....".


A ideia é completar algumas frases com a primeira coisa que nos vier à cabeça.


 


As regras são estas:


- Completar todas as frases


- Indicar alguns blogs para responderem à tag


- Marcar quem te indicou no post


- Comentar com o link da tua resposta à tag no blog de quem te indicou


 


 


Sou muito...teimosa! 


Não suporto...teimosias! 


Eu nunca...dancei à chuva! 


Já me zanguei...tantas vezes, e por vários motivos 


Quando era criança...era muito comilona! 


Neste exacto momento...estou a responder ao desafio. 


Morro de medo...da morte.


Sempre gostei...de estar sossegadinha no meu canto! 


Se eu pudesse...criava uma instituição para cuidar de animais abandonados (principalmente, gatos)! 


Adoro...dormir! 


Fico feliz quando...estou de férias! 


Se pudesse voltar no tempo...faria tudo da mesma maneira! 


Quero viajar para...neste momento não sinto vontade de viajar! 


Eu preciso...de dinheiro! 


Não gosto de ver...cenas chocantes de violência. 


 


E agora desafio:


 


http://osopromagicodaspalavras.blogs.sapo.pt


http://redemption.blogs.sapo.pt


http://blogdocaixote.blogs.sapo.pt


http://bloganaflor.blogs.sapo.pt


http://palavras_aovento.blogs.sapo.pt


http://umacartaforadobaralho.blogs.sapo.pt


 


 


 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Temos fadista?!


Imagem www.movenoticias.com


 


Domingo à noite, em plena gala do programa Pequenos Gigantes, oiço duas vozes a cantar o Desfado da Ana Moura. Sim, apenas oiço, porque não estava a olhar para a televisão. 


Uma das vozes, percebi que seria da criança concorrente. A outra, juro-vos, pensei que fosse da própria Ana Moura ou de alguma outra fadista, de tão bem que cantava e com um timbre de voz mesmo bom para cantar fado!


Quando olhei para o ecrã, fiquei de boca aberta, tal como os elementos do júri e ainda a tentar acreditar no que via!


Não era nenhuma fadista, não senhora. Era a actriz, e madrinha da equipa dos Imprevisíveis, Sofia Ribeiro!


Como a Fátima lopes referiu, a Sofia não tinha motivos nenhuns para estar preocupada ou nervosa porque tem um vozeirão e cantou este Desfado como se o tivesse feito a vida toda!


Já tínhamos uma actriz com talento comprovado para a representação.  E agora, teremos fadista?!


 


Deixo-vos aqui a prova dos 9:



(A partir dos 2,30 minutos aproximadamente)

Os Migrantes, os Refugiados, e nós!

 


 


“Devemos estar conscientes da distinção entre imigrantes económicos, que estão a tentar escapar da pobreza extrema, e refugiados, que fogem de bombas, armas químicas, perseguição, estupro e massacres, de uma ameaça imediata às suas vidas”, por Angelina Jolie. 


 


Não sei se, com esta afirmação, Angelina quis apenas distinguir duas realidades, ou alertar para a necessidade de dar prioridade à questão dos refugiados, em detrimento dos migrantes. No entanto, tanto uns como outros têm em comum o facto de partirem em busca de um país seguro, onde possam viver em melhores condições, e sonhar com um futuro pacífico e próspero.


Se é verdade que a guerra representa um perigo de vida mais imediato, também é verdade que a pobreza e determinadas condições de vida desumanas, a médio e longo prazo, também o são.


No entanto, em conversa com o meu marido há uns dias, discutíamos dois pontos de vista legítimos, não sobre qual destes grupos deve ser ajudado primeiramente, mas sim sobre os objectivos de ambos os grupos, e a sua entrada nos países para os quais empreenderam viagens perigosas, arriscando muitas vezes a própria vida. Mais concretamente, se devemos deixá-los, ou não, entrar, e o que isso vai implicar para o nosso país, e para nós.


É verdade que sempre houve emigração e imigração, tal como sempre houve aceitação de refugiados em Portugal e noutros países. Mas agora têm sido centenas de milhares de pessoas, vindas do Oriente Médio, África e Ásia, a fazê-lo todos os dias, e cada vez mais e em maior número.


Alguns países adoptaram políticas de proibição de entrada destes migrantes e refugiados, fazendo alterações à lei em vigor até agora. A polícia patrulha as fronteiras e não hesitam em recorrer a gás, e violência física, se necessário for. 


Dizia o meu marido que estes migrantes e refugiados fazem aquilo que qualquer um de nós faria se estivesse no lugar deles, e que estão no seu direito de fugir da guerra e da pobreza. Concordo. Mas os países procurados também estão no seu direito de não os querer receber, e tomar medida para tal, sob pena de se tornar uma situação incontrolável.


Sim, se eu estivesse no lugar de qualquer um deles também gostaria de ser recebida e ajudada. É isso que eles esperam de nós.


Mas, pergunto-me eu, como é que um país que ainda está a sofrer os efeitos da crise, tem condições de receber estas pessoas? Como é que um governo que aconselha o seu povo, principalmente os jovens que são o futuro do país, a emigrar para outros países, pode agora receber povos de outros países?


Que condições é que o nosso país tem para oferecer a esses refugiados e migrantes, quando não as tem para oferecer aos portugueses?


Se não há emprego para nós, haverá para outros? Se existem tanta gente em portugal a viver em condições desumanas, como é que pode oferecer diferentes condições a quem vem de fora?


Se não existe dinheiro para proporcionar saúde e educação gratuita às nossas crianças, para oferecer melhores reformas aos nossos idosos, onde irão buscá-lo para ajudar os milhares de refugiados que vamos receber?


É óbvio que, mais uma vez, vale a bondade e o esforço da população portuguesa que, mesmo não tendo muito, ainda assim está sempre pronta a ajudar o próximo, porque o governo, apesar de "obrigado" a receber estas pessoas, pouco fará, na prática, para os ajudar e integrar.


E mais, quem nos garante que, ao aceitarmos essas pessoas cá, não estaremos a piorar ainda mais a situação que vivemos actualmente? Quem nos garante que não nos estaremos a envolver, embora sem intenção, em guerras que não são nossas?


Não tenho nada contra os migrantes e refugiados. Como disse, no seu lugar faria o mesmo. Mas, tendo em conta todos os sacrifícios a que o governo nos obrigou a fazer, por causa da crise, é justo pensar também em nós, e nas implicações que isso nos trará. 


 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Será verdade?


 


Este verão, estava eu na paragem à espera do autocarro enquanto duas mulheres falavam de trabalho. Uma delas, portuguesa, trabalhava cá em Mafra mas mora noutra localidade, localidade essa onde a outra, brasileira, trabalha. Ambas exercem funções em instituições da Santa Casa da Misericórdia dedicadas à terceira idade.


A portuguesa, que trabalha cá, afirmava conhecer bem quem estava à frente da outra instituição, e da má reputação que a mesma tem.


A brasileira, explicava que, de acordo com as ordens da directora, nenhuma funcionária poderia conversar com os idosos, sob pena de levarem uma reprimenda.


A única actividade destes idosos, durante horas, era estar sentados em frente a uma televisão.


Contava também que, dado o número limite de camas que deveriam ter, todas os dias montavam uma cama a mais para uma senhora, e desmontavam quando aparecia lá alguém a fiscalizar.


Perguntava a mãe dessa brasileira, e bem, porque é que os filhos ou família desses idosos, sabendo disso, não tiram de lá os mesmos!


E foi aí que eu pedi licença para entrar na conversa. A verdade é que, muitas vezes, os familiares desses idosos não fazem ideia do que se passa na instiuição onde os deixaram.


As instituições "vendem" uma imagem para as famílias, que nem sempre corresponde ao que realmente acontece dentro de portas.


Por outro lado, esses idosos acham que não valerá a pena fazer queixa, porque irão pensar que só o fazem porque não querem lá estar, e por isso inventam mentiras.


E quem lá trabalha, e conhece a verdadeira realidade, nada faz sob pena de perder o emprego.


Se este caso concreto é verdadeiro ou não, não sei. Mas a ser verdade, é apenas um dos muitos casos de instituições que só pensam no dinheiro que podem arrecadar, e não no que realmente importa.


Porque, por vezes, mais que um comprimido para as dores, o que estes idosos precisam é de alguém que os alegre, que lhes dê uma palavra amiga, que os acarinhe. O que eles precisam é de sentir que ainda são gente, e não meras peças de mobiliário; que são queridos, e não um fardo. 

Nevoeiro sob a ponte

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Foi assim que amanheceu, depois do vento forte que se fez sentir, e da chuva que caiu durante a noite.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O concerto do Anselmo Ralph em Mafra

Estava marcado para as 21 horas, e não atrasou muito. Entrámos por volta das 19.30h, conseguimos um lugar quase na frente, com óptima visibilidade (excepto quando uma miúda já com os seus 17/19 anos se lembrou de se pôr às cavalitas no namorado ou amigo, mas foi rápido porque ela não é propriamente uma criança leve), e a noite prometia.


Estava com algumas reservas em relação a este concerto que, desde o início, não teve a melhor organização. Nem sei se será bem da organização por parte do Anselmo, ou de quem se lembrou depois de transformar um concerto num festival solidário, mas muita tinta correu, muita polémica se instalou, muitas alterações ocorreram, desde que soubemos que o Anselmo Ralph iria actuar em Mafra no dia 13 de Setembro.


Outra coisa que não achei bem foi o facto de só haver livre trânsito para quem comprou o bilhete para os dois dias. Ou seja, num espectáculo que começava às 15.30h, com várias bandas a actuar, e que terminava às 23 horas, a partir do momento em que entrássemos tínhamos que permanecer no recinto. Se saíssemos, já não poderíamos entrar novamente! Tem alguma lógica? Para mim, não! Para eles, sim! Obrigavam as pessoas a consumir ali mesmo, sem escapatória possível. Tínhamos ido mais cedo, com intenção de ir depois a casa comer qualquer coisa e voltar. Assim, voltámos para casa e acabámos por ir mais perto da hora.


A tarde também não esteve famosa. Choveu bastante aqui para estes lados, e estava com receio que o concerto não se realizasse, mas no final do dia até a chuva colaborou.


A primeira parte do concerto ficou a cargo da Maria. Não conhecia, mas tem uma boa voz, e foi um momento muito fixe, para começar a aquecer a voz e o corpo. O seu repertório ainda não é grande, mas gostei muito da música Crash, com que iniciou o espectáculo. E da sua interpretação da música We Found Love, da Rihanna. Não me importava de ter ouvido a Maria por mais uns minutos!


E chegou, então, o artista da noite! O mais esperado, o que levou centenas de pessoas ao relvado do Parque Desportivo Municipal de Mafra!


Veio acompanhado por uma banda exclusivamente composta por homens, incluindo coros - o que foi uma surpresa. Entre um desses elementos do coro, um concorrente do The Voice que fez parte da equipa do Anselmo - David Piçarra.


E com dois bailarinos (também homens), que não percebi se foram convidados para dançar ali naquela noite, ou se faziam parte da equipa do Anselmo, mas parece-me mais a primeira hipótese, uma vez que ele não sabia sequer o nome dos bailarinos! 


Quanto às músicas, confesso que apenas conhecia aquelas que mais se ouvem nas rádios, mas fiquei a conhecer mais 2 ou 3 músicas que são muito bonitas, como Aplausos para Ti, Está Difícil ou Mente para Mim.


O Anselmo esteve sempre a conversar com o público, a brincar, tanto com as crianças como com os adultos, mostrando a sua habitual simpatia e simplicidade.


O público, retribuiu o carinho com muita energia, e mostrou saber de cor a letra das músicas. Houve até uma altura em que estávamos a pular e, às tantas, comecei a sentir um buraco debaixo dos pés! Era a terra, húmida da chuva, e a relva, a ceder.


Isto sim, foi um concerto a sério! Independentemente do estilo musical de cada um, este concerto meteu o dos DAMA a um canto!


Alguns dos momentos engraçados do concerto foram quando o Anselmo perguntou às mulheres de Mafra se tinham os seus companheiros domesticados, e fez os homens imitarem alguma vozes de animais, e quando explicou às crianças o significado da música Curtição!


O final do concerto, ficou marcado por uma música de agradecimento a todos os fãs, que fazem do Anselmo o que ele é hoje, e dos seus espectáculos, momentos memoráveis.


Aqui ficam alguns desses momentos:


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Actuação da Maria 


 


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 A contagem decrescente para a entrada do Anselmo


 


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A entrada do Anselmo e a chuva de confetis


 


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O nosso Convento de Mafra, no ecrã


 


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Momento musical com o Anselmo e o saxofonista


 


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Anselmo e um dos bailarinos


 


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Uma coreografia com chapéus de chuva que, felizmente, não foram precisos


 


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Muito obrigada Maria e Anselmo, por esta noite!


 


 


 


 


 


 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A Delatora


 


Tinha este filme gravado há vários meses, e foi sempre ficando de parte porque nunca chegou aquele dia em que se olha para um filme e se diz "hoje apetece-me ver".


Estive, inclusivamente, para apagá-lo porque, de cada vez que ia à procura de um filme nas gravações, torcia-lhe o nariz.


Mas este fim de semana, saiu-lhe a sorte grande! Chegou o tal dia! Mas mais valia não ter chegado.


E não é porque o filme não é bom, pelo contrário. O filme retrata mesmo a realidade que se vive, as consequências da guerra, o tráfico humano, a corrupção, os interesses políticos, etc.


Eu é que ando de tal maneira sensível que não consigo ver mais nada do género. O que alguns homens são capazes de fazer por sexo e dinheiro. Até vender a própria família. Os abusos que aquelas adolescentes sofrem nas mãos de tarados e pervertidos que acham que elas são apenas objectos ou animais que podem ser escravizados.


A frustração daqueles que tentam lutar contra isso e nada conseguem fazer, porque interesses mais altos se levantam, e tudo fica abafado. Pior, a frustração por prometer que nada lhes irá acontecer e que as irão proteger, e não conseguirem cumprir, levando a que estes verdadeiros animais as castiguem com abusos ainda maiores, e inclusive, matem para servir de exemplo para as restantes, que se atrevam a abrir a boca para os denunciar.


Para mim, já me bastou o primeiro filme da saga Taken, outros do género, e agora este. Se no primeiro, ainda há jovens com um final feliz, neste último nem por isso. Ainda por cima, baseado em factos verídicos.


A partir de agora, proibo-me de ver qualquer outro filme sobre este assunto. Já chega as notícias reais que todos os dias ouvimos. 


 


Sinopse:



Filme baseado em eventos reais, datados de 1999-2002, que retratam o tráfico humano de raparigas de leste levadas para a Bósnia para uso como objecto sexual de indivíduos pertencentes a organismos internacionais nomeadamente às Nações Unidas. Estes indivíduos, abusando da sua imunidade diplomática, perpetram todo o tipo de crimes inclusive participando activamente no próprio trafico. A protagonista Kathryn Bolkovac, baseada na pessoa real homónima, tenta expor todo o esquema - daí o título do filme "A delatora"- mas enfrenta todo o tipo de sabotagem a seu trabalho pelas policias locais a soldo dos traficantes e, principalmente, pelo próprio pessoal da UN envolvido no tráfico. Por fim é expulsa da Bósnia, despedida pela empresa de segurança privada que a contratou que, com medo de por em causa contratos milionários com governos ocidentais, com o pretexto de ter desviado algo menor.
Expulsa, a protagonista, consegue levar consigo os processos das vitimas e, já em Inglaterra, após ganhar o processo no tribunal de trabalho contra a empresa de segurança, expõe o caso publicamente na BBC.


 


Loopings nos céus de Mafra!

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No sábado realizou-se, no Parque Desportivo Municipal de Mafra, o 8º Torneio Internacional de Futebol da Aviação Civil.


À tarde, estava eu em casa quando oiço um enorme barulho, como se andassem aviões mesmo ali por cima da casa, para a frente e para trás, e prestes a cair em cima!


Fui à rua e foi então que percebi que se tratavam de acrobacias aéreas. Foi bonito de ver, mas à distância!


 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Há uma linha que separa elegância de vulgaridade


Imagem caras.sapo.pt


 


Digo eu, que não percebo nada de moda!


Mas na minha opinião, este é um bom exemplo em que a linha da elegância é ultrapassada, dando lugar a uma certa vulgaridade que era escusada.


Em causa está o vestido escolhido pela filha de José Mourinho, para a gala da GQ. Matilde Mourinho, de 18 anos, roubou todas as atenções do pai, e a sua ousadia está a dar que falar.


Quanto a mim, não pelos melhores motivos. O vestido é ousado, sim. O decote é provocativo, sim. Mas, ao invés de elegante, ela só conseguiu parecer vulgar! E não deixou muito à imaginação.


 


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E se ainda restam dúvidas, aqui fica uma imagem em que a diferença entre uma péssima escolha, e uma escolha acertada, é bem visível: 


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Imagens bligz.pt

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

António Costa versus Pedro Passos Coelho - o debate


Imagem www.movenoticias.com


 


 


Sobre o debate de ontem, não tenho muito a dizer.


Estou convencida que António Costa irá sair vencedor das próximas eleições porque, de uma forma geral, os portugueses estão fartos da política e medidas de austeridade do actual governo e, como tal, tudo o que se apresentar, aparentemente, melhor, é bem vindo!


António Costa promete, em suma, devolver-nos quase tudo o que nos foi tirado. Inverter tudo a actual situação e resolver quase todos os problemas que o país atravessa.


Pedro Passos Coelho, não faz promessas! Ou, pelo menos, não a curto prazo.


Perguntas não respondidas, respostas desviadas das perguntas, algumas mentiras e algumas verdades, cada um com a sua razão em determinados assuntos, e sem ela, noutros, só tenho a dizer que:


- temos que tentar ser realistas - assim como não temos por que confiar em alguém que não dá uma previsão concreta para a resolução de um determinado problema, também não devemos confiar em quem promete resolvê-lo de um dia para o outro;


- em sentido figurado, por muito que alguém prometa fazer uma omeleta com 10 ovos, é provável que, ao chegar à tal cozinha, encontre apenas 4 ovos disponíveis! E depois, como é que vai descalçar essa bota?


- nem sempre aquele que nos faz mais feliz, que nos promete tudo aquilo que queremos, e nos diz ao ouvido tudo aquilo que desejamos ouvir, é aquele que diz a verdade; nem sempre quem nos facilita, está a ser nosso amigo - não se esqueçam que facilitismos de uns, podem levar a problemas maiores e medidas piores para nós, por parte dos sucessores;


- não esqueçamos que o nosso actual primeiro ministro também prometeu muita coisa que, depois de lá estar, não cumpriu, antes pelo contrário;


- por muito que tenham que ter sido tomadas medidas severas de austeridade em nome da crise, houve muitas delas que ficaram por explicar, que nunca soubemos exactamente para que serviam, e de que forma isso ia atenuar a crise - Pedro Passos Coelho falhou totalmente nesse aspecto;


- Nenhum governante que manda o seu povo emigrar está em condições de governar um país; nenhum governante que inventa medidas temporárias, para mascarar a realidade e tapar o sol com a peneira, deve estar à frente do governo do país - e parece-me que é isso que Pedro Passos Coelho tem andado a fazer;


- Por último, façam debates com os candidatos de todos os partidos, e não apenas do PS e PSD/CDS.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O Amor é estúpido?


 


O amor é estúpido?


Ou estúpidos são aqueles que não compreendem o verdadeiro significado do amor, e por isso o acham estúpido?


O amor é complicado?


Ou, pelo contrário, é algo muito simples, mas que nós insistimos em complicar?


O amor magoa?


Não me parece. Quem magoa são as pessoas que não sabem, ou não entendem, o que é amar.


 


Vem isto a propósito do filme que vi no passado fim-de-semana “O Amor é Estúpido”. Uma espécie de comédia romântica com várias cenas previsíveis, outras nem tanto, algumas dispensáveis e, elas sim, estúpidas!


 



Duas pessoas que sentem imediatamente uma afinidade e química que, ao longo da convivência, se transforma em algo mais profundo.


Ele, está consciente que a ama, mas evita a todo o custo demonstrá-lo, até porque ela tem namorado há vários anos. Assume esse sentimento perante os amigos, mas não quer deitar a perder a amizade que tem com ela, por isso esconde dela o que sente.


Ela, vai tomando consciência, mas parece não querer ver o que está mesmo à frente dos seus olhos. A mulher que “tenta sempre resolver as coisas”, insiste em manter apenas a amizade e continuar com um namorado que vê apenas algumas vezes por ano.


Por vezes, pior do que ter medo do que possa acontecer, ou de ter medo do que os outros nos possam fazer, é ter medo de nós próprios.


 



 

O que é que isto vos parece?!

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Um novo uso para o estendal da roupa?


Uma nova técnica de descongelamento?


Uma nova técnica para cozinhar?


 


Deparei-me com isto ontem e confesso que não consegui perceber o que está dentro daquela caixa que, por alguma razão, foi "estendida" ao sol e lá permaneceu até ao final do dia!


Primeiro pensei que fossem rissóis, a descongelar, ou a fritar sem óleo!


Depois, pareceram-me bolos crus, a cozinharem com o calor do sol!


Foi a primeira vez que vi tal coisa, e não faço ideia de qual seria a real intenção.


Mas que deve haver alguma razão para ali estar, lá isso deve. Só não sei qual!


 


Alguma sugestão por aí?!


 

terça-feira, 8 de setembro de 2015

L de Livros

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Este desafio foi-me proposto pela Rute, do blog http://omeumaiorsonho.blogs.sapo.pt, e como ler é um dos meus passatempos preferidos, aqui fica:


 


★ Estou a ler:  O Sítio Secreto, de Tana French 


 


★ O meu livro favorito quando era pequena: os livros do Enciclopédia Brown


 


★ Estou ansiosa por ler: Os livros do Jeff Abbott que já comprei mas ainda não tive tempo nem coragem para pegar e começar a ler


 


★ Um livro que mudou a minha vida: Todos eles me ensinam alguma coisa e mudam, de alguma forma, a minha maneira de encarar a vida, ou ajudam-me a vê-la com outros olhos


 


 ★ O meu livro favorito para dar como presente: Aquele que a pessoa em causa mais goste


 


★ O que está na minha mesa: De cabeceira? Neste momento, só mesmo o candeeiro, uma foto da minha filha e uns bonequinhos que me ofereceram. O livrp do momento vai circulando de um lado para o outro


 


★ Organizo a minha estante de acordo com: a ordem de chegada deles à estante, ou por autores ou colecções


 


★ Adoro ler porque: é como se estivesse a viver aquela história juntamente com as personagens, a viajar, a investigar, a viver um grande amor, etc.


 


★ Um livro do qual nunca me vou separar: Qualquer um dos que comprei ou que me ofereceram, são o meu legado


 


 Se pudesses entrar num livro, que livro escolherias? Serias a personagem principal? Assim de repente, é difícil escolher um só livro, mas na altura achei a Holly, do PS I Love You, muito parecida comigo (ou vice-versa). Mas talvez a personagem principal de um romance, com algumas viagens pelo meio


 


Nomeações para este desafio:


 


http://aerdna.blogs.sapo.pt


http://omundodaines.blogs.sapo.pt


http://oinformador.com


http://blogdealgo2.blogs.sapo.pt


http://palavras_aovento.blogs.sapo.pt


 


e todos os outros que quiserem partilhar as suas leituras!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O profissional e o bom profissional II


O profissional:


- acompanha a utente e diz-lhe o que tem que fazer para medir a tensão


- informa a utente que a sua tensão está um pouco descontrolada, que não é nada perigoso mas que, de qualquer forma, deve consultar o médico


- vai confirmar com a colega a informação


 


O bom profissional:


- acompanha a utente e mede-lhe a tensão


- antes, porém, pergunta-lhe se nos últimos dias tem tomado alguma medicação


- explica-lhe que, apesar de naquele momento a pressão arterial se encontrar já com valores normais, os sintomas descritos podem perfeitamente ser do efeito da medicação que, apesar de já não ser tomada, ainda se encontra presente no sangue


 


E assim chego à conclusão que a causa de todos os meus males foram os malditos comprimidos que aquela médica (que por sinal foi a que andou a empatar a minha tia, que acabou por falecer de cancro) me receitou!


Chego à conclusão que, se mais alguma vez tiver o azar de ser atendida por essa médica, nunca mais compro nada do que ela me receitar!


E, para que não aconteça a mais ninguém aquilo que se passou comigo, aconselho-vos a todos a lerem os efeitos indesejáveis constantes da bula dos medicamentos, nomeadamente, do FLEXIBAN!


Ora vejam:


Efeitos Colaterais Mais Frequentes - sonolência, secura de boca, tonturas - confere


Efeitos Colaterais Menos Frequentes - entre outros, arritmias, insónia, depressão, ansiedade, dor gastrointestinal, sede, obstipação, dor abdominal, poliaquiúrias, sabor desagradável, visão turva, mal estar, fraqueza/fadiga - confere


Posto isto, prefiro aguentar as dores do que ficar ainda mais doente do que estava!

Uma mão cheia de talentos!

A esta altura, na terceira gala do programa Pequenos Gigantes, já começo a ter os meus preferidos:


 



Este rapaz vai longe ou, pelo menos, assim espero!


O Daniel, além do dom que tem para a música parece ser, como a Fátima Lopes frisou, humilde e educado.


Adorei ouvi-lo cantar ontem o tema Skyfall, da Adele!


 



Guilherme e Matilde são uma dupla de peso que está a dar cartas na dança!


Há que ter atenção a estes jovens dançarinos que, além do talento, revelam total sintonia e cumplicidade, na hora de mostrar o que valem! 


 



A Diana e o Sandro formam também uma dupla na dança que, todas as semanas, mostram, apesar da sua tenra idade, um grande profissionalismo e entrega em cada uma das suas actuações.


 



Destaco ainda a Laura, que tem recebido algumas pontuações injustas, não apenas pelo seu talento, mas também pela personalidade da menina! Acho-a tão querida! E fartei-me de rir com a pergunta que ela fez ontem ao Nélson Évora!


 


Imagens retiradas do facebook Pequenos Gigantes

Porque detesto o mês de Setembro


 


Já li vários textos, em alguns blogs que sigo, que falam de Setembro como um dos meses preferidos dos seus autores.


Pois a minha opinião é, precisamente, a contrária. 


Acho que Setembro é um dos piores meses do ano, pelo menos para mim.


Setembro é sinónimo de fim do verão, fim de férias, fim de praia, fim de dias longos, de regresso ao trabalho durante mais um ano, e da típica depressão pós férias.


Setembro é sinónimo de stress associado a mais um início de ano escolar, e tudo o que isso implica - horários, correrias, menos tempo de qualidade com a minha filha, pouca diversão e muito estudo e trabalho pela frente.


Estamos em contagem decrescente para esse dia, e o meu stress em contagem crescente!


Pior ainda que um dia de Setembro, só mesmo esse dia ser uma segunda-feira. E, pior ainda, ser uma manhã de segunda feira de Setembro! 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!