Estou a ler um livro de quase 500 páginas.
Um daqueles livros que, mal li a sinopse, disse logo que ia gostar de certeza!
Comecei a lê-lo ainda antes das férias de verão! O entusiasmo foi-se. A cada página que virava, menos me apetecia ler.
Depois, um pouco por falta de tempo e porque, só de pensar no livro, não me apetecia nada pegar nele, foi ficando na estante.
Há poucos dias, enchi-me de coragem. Voltei a lê-lo, do ponto onde tinha parado.
À semelhança da própria história - uma investigação que parece estagnada, sem qualquer pista, também eu me senti um pouco assim. Lia, e lia, e parecia que estava sempre no mesmo sítio. Ainda nem a meio tinha chegado. Até que, finalmente, lá consegui!
Agora sim, a história começa a aquecer, e eu a sentir aquela vontade compulsiva de ler a cada bocadinho livre que tenha, para saber como tudo se vai desenrolar até ao fim.
Mas, de qualquer forma, pergunto-me se haveria necessidade de a autora ter esperado tanto tempo para me cativar? É que foi por pouco que não desisti dele de vez.
Assim que o terminar, logo vos digo que livro é, juntamente com a minha opinião final!
Direitos Inalienáveis do Leitor:
ResponderEliminarSão 10 os direitos, entre eles:
1) O direito de não ler
2) O direito de saltar páginas
3) O direito de não acabar um livro
Bj. Benedita
Eu gosto sempre de terminar os livros, mesmo que não sejam aquilo que esperava.
ResponderEliminarMas já não é a primeira vez que ando ali a enrolar um livro quase até ao meio.
Mesmo tendo o mau hábito de saltar páginas e ir espreitar o final, neste livro de nada serviu, porque não percebi quem era afinal o culpado!
Felizmente, agora tomei balanço, a par com as novas descobertas que foram feitas, e estou quase a terminar!
Há livros assim eu preciso que o livro me prenda de inicio senão já não vai 😀
ResponderEliminarTambém acontece, por vezes, com os filmes. Há aqueles que nos prendem no primeiro minuto, e outros que só ao fim de algum tempo começam a animar!
ResponderEliminarLembro-me de querer muito ver o Titanic, por causa das imagens do videoclip da Celine Dion. Quando comecei a vê-lo, pensei "é isto?", com um ar de desapontamento. O que vale é que aquela primeira parte até foi pequena, e o resto do filme compensou. Hoje, é um dos meus filmes preferidos.
Mas com os livros sou um pouco mais exigente.