quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Existem ratazanas no Convento de Mafra?


 


Os ratos são daquelas pragas que haverá um pouco por todo o lado, e Mafra não é excepção!


Mas por aqui, o mito tem persistido por muitos e longos anos, e diz respeito às supostas ratazanas que habitam o Convento de Mafra!


Por certo já ouviram várias histórias sobre o tamanho dessas ratazanas, relatos de militares que andaram por cá no quartel e que afirmam que elas existem, que são do tamanho de coelhos e que, à noite, fazem um barulho assustador e ensurdecedor.


Também se diz que elas só não saiem cá para fora, porque estão fechadas nos túneis subterrâneos, ou porque os militares lhes dão de comer e as mantêm no seu lugar, sem necessidade de vir procurar alimento fora das paredes e esgotos do Convento de Mafra.


Por outro lado, já sabemos que "quem conta um conto acrescenta um ponto", e neste caso, o conto - mais precisamente o livro de banda desenhada O Império das Almas - contribuiu para adensar o mistério. 



 


Diz-se que já vieram especialistas de outros países e que, segundo eles, para desinfestar o Convento seria necessário fazer a evacuação de toda a população num raio de 15 a 30 Km.


Mas se perguntarmos aos responsáveis pela gestão do Convento de Mafra, dizem-nos que a única coisa que existe são os morcegos, na biblioteca, que ali são mantidos por uma questão de conservação dos livros. Ratos, não passam de imaginação popular.


Mas também há quem lá tenha ido e confirmado que existem ratos, como em todos os esgotos, mas inofensivos.


Pois eu não faço ideia do quanto todas estas afirmações têm de verdadeiro, ou de mito. Mas que, volta e meia, se vêem por aqui ratos na rua, lá isso vêem. 


Se eles vêm do Convento ou não, só eles saberão...


 


 

7 comentários:

  1. Também já tinha ouvido falar sim! E como se costuma dizer, onde há fumo... Já vsitei o Mosteiro e adorei..

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  2. Eu já nem posso vê-lo à frente! Sempre que a escola fazia visitas de estudo, era ao Convento. Sempre que alguém de fora cá vem, quer visitar o Convento. Até tive que ir com o meu marido, porque ele não conhecia!
    Mas tenho a ideia de que antes mostravam mais coisas do que agora. Tenho a ideia de subir e descer ainda mais escadas!

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  3. Ainda no domingo, enquanto estudava com a filha o Memorial do Convento de Saramago, me lembrei dessa história dos ratos. Não contei à filha para ela não se assustar. MAs se é verdade ou não a sua existência, não sei. A ser verdade, é assustador, eu então que odeio esse bicho, até me dá arrepios. E nunca visitei esse mosteiro por fora tendo estado, apenas, uma vez, cá fora.

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  4. Quem vem ver pela primeira vez até o acha um monumento bonito. E com história. Mas para mim, que sempre morei aqui, já faz parte da mobília e nem ligo.
    Das vezes que o visitei, nunca vi ratos. Mas também nunca visitámos os locais onde dizem que eles estão. Quem já se atreveu a ir lá abaixo, pelo que percebi, foi uma equipa da SIC, precisamente para provar que não passava de um mito.
    Também há algumas contradições porque dizem que as ratazanas estão nos 4 pisos subterrâneos, mas parece que o Convento não têm esses 4 pisos, nem tão pouco túneis, mas apenas uma rede de esgotos.

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  5. Nunca tinha ouvidos falar dessas ratazanas conventuais, apenas dos literários morcegos, mas é muito provável que existam.
    Benedita

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  6. Sempre ouvi a historia de que havia muitos ratos por baixo do convento de Mafra e digo-te quando fui lá, acho que há uns 2 anitos pensei muitas vezes nisso. Imagina a cena de uma mulher como eu a morrer de medo de ratos num local daqueles. Com toda a certeza que iria correr aqueles bancos todos e só não me colocava em cima das estatuas se não conseguisse.
    E já agora comprei umas queijadas tão boas, mas tão boas que estou aqui a babar. Recordo-me de um nome "fradinho" penso que era o nome do estabelecimento que as vende

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  7. É capaz. Na pastelaria Convento, que entretanto já fechou, vendiam os frades (tipo pastéis de feijão) e as freiras (tipo queijada de ovos).
    Na pastelaria Fradinho, por acaso nunca reparei qual era a especialidade.

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