terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Como partir um guarda-chuva sem o utilizar!


 


Se ainda havia dúvidas quanto à minha habilidade para utilizar guarda-chuvas, dissiparam-se no passado fim-de-semana!


Eu, uma expert na arte de bem conduzi-los em dias de chuva e vento (já perdi a conta aos chapéus de chuva que parti com o vento), arrisquei levar o meu na minha ida às compras. A meio caminho, e como a chuva era pouca e miudinha, fechei-o, para evitar algum estrago.


Encantada da vida, sigo o resto do caminho com ele na mão, coloco-o no carrinho enquanto faço as compras, e volto para casa, sem chuva, com os sacos das compras e o chapéu de chuva na mão.


Mesmo quase a chegar a casa, nem sei bem como, tropeço no chapéu e não me espalho ali na rua por sorte!


Sigo adiante e, quando reparo, vejo que o guarda-chuva está torto. Tento abri-lo. Com algum esforço, consigo e fico feliz da vida porque, mesmo com aquela curva, ainda dava para o usar.


Tento então fechá-lo e...partem-se as varetas todas ao mesmo tempo!


E foi assim que consegui o feito de estragar um guarda-chuva sem sequer o utilizar naquilo para que foi criado! 

2 comentários:

  1. É mesmo azar...
    Eu detesto esse adereço e fujo deles sempre que posso, se bem que às vezes se torna inevitável o seu uso!
    Fiquei traumatizado desde os tempos em que andava no ciclo, de mochilas às costas, casaco da chuva, numa mão o saco da ginástica e no outro o guarda-chuva. Chegava a casa sempre sem qualquer coisa...

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  2. Eu perder até não me acontece muito, mas com o vento é para esquecer. Quando acho que estou a virá-lo para o sítio certo, vem uma rajada provar o contrário!
    Mas desta vez, nem isso!

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