sexta-feira, 29 de abril de 2016

À Conversa com Belarmino

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Também conhecido por BN, Belarmino frequenta o último ano do curso de Direito, mas a música tem vindo a acompanhá-lo.


Rapper por natureza, Belarmino desde cedo se dedicou à escrita, compondo todas as letras que canta, e mostrou a sua versatilidade, apostando numa fusão de estilos.


 


 


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O primeiro álbum será editado em breve, e o single “Diva”, num registo reggaeton, poderá ser ouvido, a partir de hoje, nas plataformas digitais.


Belarmino conta-nos um pouco mais sobre a sua aventura no mundo da música, o novo álbum que aí vem, e projetos para o futuro!


 


 


 



 


 


Para quem não o conhece, quem é o Belarmino?


 


Belarmino é um jovem artista de nacionalidade angolana mas apaixonado por Coimbra, cidade portuguesa onde frequento o último ano do curso de Direito.


 


Como é que a música entrou na sua vida?


Quando conheci a minha mãe ela já integrava um grupo coral de uma igreja evangélica. O meu pai cantava todos os dias e tocava flauta e quando era pequeno ensinava-me canções e quando eu as aprendesse premiava-me. A minha mana Graça dirigia um coral na igreja supra referida, era uma igreja com mais de 500 membros e cantar lá era coisa muito séria, eu via a minha mana a treinar a voz e estava sempre a suportar o barulho dela, quando ela parava eu tentava fazer o mesmo. O meu mano Carlos também era muito amante de música mas era viciado em ouvir e tinha muitas cassetes, parecia mesmo DJ. Aos 10 anos juntamente com outros meninos do bairro fabricámos instrumentos de latas usando câmaras de pneus de carro, tocávamos pelas ruas do bairro e os outros meninos dançavam e cantavam connosco. Com isso desenvolvi alguns skills e aos 11 anos a minha irmã inscreveu-me na banda da igreja onde aprendi a tocar tambor e também flauta africana. Aos 14 anos o meu sobrinho, que tem a mesma idade que eu, passou-me o vírus do hip-hop, tal facto se deu numas férias de fim de ano no bairro chicala na Ilha de Luanda, onde fazia free style com os amigos, batles e rimavam em alguns beats americanos. Em 2002 comecei a ter noções sobre a cultura hip-hop com um amigo do meu primo que frequentava a casa quando se estavam a preparar para o exame de admissão para o curso de direito. Deu-me cd`s, cassetes de hip-hop e fez a primeira composição de linhas para eu treinar e foi com base naquelas linhas que a partir de 2003 comecei a escrever as próprias rimas e nunca mais parei. No mesmo ano gravei com a label Irmandade Hip-hop na província do Huambo.


 


O Direito é outra das suas paixões?


O direito é o curso que eu escolhi, por desde muito cedo ser uma pessoa apaixonada por discursos e por admirar pessoas que falam de leis e supostamente defensores dos direitos das pessoas.


 


 


No futuro, vê-se mais como uma pessoa ligada ao direito, que canta por prazer, quando lhe apetece, ou pretende dar prioridade à música, em detrimento do direito?


Se vou cantar ou exercer direito? Prefiro não excogitar e dizer o seguinte, o futuro a Deus pertence, vou optar por ser feliz, farei aquilo que me vai deixar feliz.


 


O Belarmino compõe todas as letras das músicas que canta. De onde vem a sua inspiração? Do que nos falam essas músicas?


Até hoje compus todas. Não me sinto pro, mas faço com muita facilidade as minhas composições e parece que estou sempre a ouvir novas melodias na minha cabeça. Perco o sono porque de repente me surgem melodias na cabeça... Quem ouve as minhas cenas sabe que já fui de compor rimas muito sérias mas estou numa fase de me apresentar como artista a um auditório um pouco mais amplo, daí ter decidido em fazer alguma descarga conteudística nas composições e posso afirmar que agora trago conteúdo de festa e amor. O álbum vai comportar também temas de esperança e superação.


 


“Diva” será o primeiro single a ser lançado. Quem é a sua maior “Diva”?


É uma homenagem a todas as mulheres, elas merecem e eu particularmente, devo muito às mulheres. A minha maior "Diva" chama-se Isabel Catarina, minha mãe.


 


E a nível musical, quem considera a grande diva das últimas décadas?


A nível musical, foi, é e será a senhora Celine Dion.


 


O que nos pode desvendar sobre o novo álbum que aí vem? Já tem alguma data prevista para o lançamento?


Só tenho a dizer que procurei fazer um álbum com uma musicalidade alegre e imprimi responsabilidade, foi sobretudo a pensar em quem o vai consumir.


O álbum está pronto, por isso é apenas uma questão de encontrar o timing certo. Talvez em Setembro...


 


Quais são as suas expectativas em relação ao mesmo, e à sua aceitação por parte do público?


Relativamente as expectativas, devo ser humilde em dizer que este é um álbum para me apresentar. Hoje em dia o fazer chegar a música ao publico alvo depende de muitos condicionalismos e o mercado já tem gigantes, vamos é no entanto trabalhar para que o produto seja apresentado ao publico alvo e este se gostar vai também ajudar na divulgação.


 


O Belarmino é um rapper por natureza. No entanto, o novo single “Diva” é mais um estilo reggaeton. Quais são as principais diferenças entre estes dois estilos?


Olha! conheço muito pouco sobre o reggaeton, gosto dos vídeos e do ritmo mas não quero andar a nadar nesse rio, até porque tem as suas particularidades e não é cuspir umas rimas num beat de reggaeton que vou me sentir dentro da cena propriamente dita. É um estilo com fortes influências dos estilos latino-americanos e acho que é a mainstream da musicalidade de lá, mas sei também que muitos fazedores são mesmo rappers. RAP é um estilo dentro da cultura hip-hop (Rhythm And Poetry), é um discurso ritmado e rimado, mas dentro da cultura hip-hop este identifica-se com um ritmo próprio e maleável, daí vermos os rappers a poderem enquadrar-se noutros estilos musicais com certa facilidade e tal como acontece com o guetto-zouk, acontece também com o reggaeton.


 


Neste novo álbum estará patente esta versatilidade de estilos?


No álbum estará sim, patente a versatilidade.


 


Onde vamos poder ouvir o Belarmino nos próximos meses?


Durante os próximos meses vão poder ouvir Belarmino um pouco pelo país em vários eventos já agendados, nas plataformas de streaming como o Spotify e o Youtube e claro, através do iTunes e das mais variadas lojas digitais, comprando a musica! ;)


 


Muito obrigada!


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem.


 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Belarmino - Diva


 


Já conhecem esta música?


Amanhã o Belarmino vai estar aqui à conversa e dizer-vos quem é a sua verdadeira Diva!

Eu bem disse que era uma oferta boa demais!


 


Lembram-se daquela proposta de tarifário espectacular que a Meo me fez, e que me ocupou quase toda a hora de almoço?


Pois bem, isso aconteceu numa sexta-feira. Nessa tarde, enviei a mensagem com o código, que recebi no email, para adesão à proposta. Nunca cheguei a receber a mensagem no telemóvel, de que me tinham falado. Só depois percebi porquê: tinham enviado a mesma para o meu telemóvel da vodafone!


Na segunda-feira seguinte, tendo deixado o telemóvel de serviço no escritório, ligo para o meu patrão do telemóvel, achando que tinha o tarifário activado, e não ia pagar a chamada. Mas paguei!


Liguei para a Meo, que me confirmou que, de facto, estava lá o meu pedido, mas que o colega que falou comigo deve ter efectuado de forma errada o procedimento.


Passaram-me para uma colega, que voltou a analisar, voltou a confirmar todos os dados e informações que o outro já me tinha pedido, e me disse que ia enviar para a Meo resolver o quanto antes.


Já passou mais de uma semana depois desse telefonema, já tive que carregar novamente o telemóvel, uma vez que continuo com o meu tarifário habitual, e nem um contacto da Meo.


 


O que só me leva a crer que:


 


- Ou a Meo não está minimamente interessada em conceder essa promoção fabulosa e, nesse caso, escusava de andar a contactar os clientes e fazê-los perder tempo com uma coisa que não têm qualquer intenção de oferecer


 


- Ou os funcionários que nos contactam, ou contactamos, não têm qualquer competência para proceder a uma mera alteração de tarifário


 


Numa situação ou noutra, a Meo acaba por ficar mal vista e desacreditada. 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Coisas que só me acontecem a mim X


 


Episódio 1:


 


O fim-de-semana solarengo foi óptimo para estender roupa. Depois de apanhada, foi para o monte, no sofá, à espera de coragem para dobrar e arrumar.


Mas precisávamos do sofá para nos sentar, por isso, o monte foi transferido para cima da minha cama.


À noite, precisávamos de deitar, e lá levo eu o monte de volta para o sofá. Só que, desta vez, uma das peças de roupa tocou no frasco de perfume do meu marido, que foi parar ao chão!


 


Resultado: frasco partido em cacos, e perfume entornado pelo chão do quarto! E eu claro, a ter que apanhar o lixo todo, lavar o chão e tentar não intoxicar com o cheiro. Não que o perfume não cheire bem, mas umas gotas é diferente de um frasco inteiro!


 


 


 



Episódio 2:


 


Ontem pus-me a ver os episódios da série Quantico, que tinha gravado. Vejo o episódio 13 e, quando termina, carrego em ver o próximo episódio. Apesar de eu já saber que, a seguir, pergunta se quero apagar o anterior, naquele momento nem me apercebi e carreguei no botão do comando.


Só depois é que vi a asneira que tinha feito. Fui confirmar e lá estava o episódio 13 apagado! Boa, agora como é que faço para o recuperar?


Andei a ver se, por acaso, iria repetir mas o raio do canal repete todas as outras séries 3 ou 4 vezes, e esta que me interessa, nem 1 só. O episódio já nem sequer era o último, pelo que já não consta das gravações dos últimos 7 dias. Nem era por mim, que já o tinha visto, mas temos a série toda gravada para o meu marido ver, e agora fica ali com um furo.


 


Pergunta estúpida que fiz ao meu marido quando lhe liguei, e para a qual já sabia a resposta mas, ainda assim:


"Olha lá, como é que se recupera um programa que se apagou?"


Marido: "Não se recupera!"


Eu: "Ah...Pensei que pudesse haver para aqui algum botão de "undo", como nos computadores, que desse para desfazer as asneiras que fazemos!"

A entrevista ao Nelson Freitas

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Nelson Freitas é um cantor, escritor, produtor musical e também proprietário da NelsonFreitas Music (NFM) sendo, neste momento, um dos melhores produtores e cantores da indústria da música africana ou zouk.


O seu percurso na música começou como vocalista do grupo Quatro, com o qual lançou três álbuns.


Mais tarde, estreou-se a solo com o álbum “Magic”, que vendeu mais de 70.000 cópias em todo o mundo, lançando definitivamente a sua carreira.


Neste primeiro trabalho, estão bem vincadas as suas raízes cabo-verdianas, aliadas à sua paixão pelo Hip-Hop, R&B e House, que serviram de inspiração a Nelson Freitas para uma mudança no som contemporâneo da música cabo-verdiana.


Em 2010 foi lançado o seu segundo álbum, "My life", do qual se destacaram títulos como Rebound ChickSaia BrankaNha Primere Amor, e que vendeu mais de 90.000 cópias.


"Elevate", o terceiro álbum no qual contou com a colaboração de artistas e produtores de Angola, Cabo Verde, Congo, Holanda e Marrocos, chegou em 2013.


Deste álbum, e numa parceria com o cantor angolano C4 Pedro, saiu o grande sucesso “Bô Tem Mel”, que esteve durante vários meses em destaque nos principais tops de música nacionais.


Agora, chegou a vez de “Miúda Linda”, que já roda em várias rádios e venceu, inclusive, o prémio de Melhor Música no Kizomba Music Awards.


Para nos falar um pouco mais sobre o seu percurso e carreira, Nelson Freitas aceitou o convite e concedeu uma entrevista para esta edição da Blogazine, que aqui partilho convosco!


 


 


 


 


 


Marta: Nelson, ainda na sua adolescência, teve algumas experiências na dança, como dançarino de breakdance. A dança ainda faz, de alguma forma, parte da sua vida? Continua a gostar deste estilo de dança ou, atualmente, prefere outro género?


N. Freitas: A dança é uma parte muito importante da música que faço, por isso é importante para os meus ouvintes. Hoje em dia não danço assim tanto. Apenas canto, e nos meus espetáculos tenho bailarinos. Mas gosto de ir a discotecas e dançar.


 


Marta: Foi numa pausa como dançarino que integrou, como vocalista, o grupo Quatro, que chegou a lançar três álbuns de originais. Quando é que sentiu a necessidade de enveredar por uma carreira a solo?


N. Freitas: Fazer parte de uma banda foi bom para mim, porque aprendi muito sobre a indústria da música, como escrever e produzir, e quando eu senti que não tinha mais nada a aprender no grupo, decidi enveredar por uma carreira a solo. Já estava com algumas ideias em mente que não poderia aplicar na banda, por isso cantar a solo foi o passo seguinte. Tivemos bons momentos enquanto grupo.


 


Marta: Em 2013 atuou no Coliseu dos Recreios, num concerto que, posteriormente, deu origem ao álbum “Live At Coliseu dos Recreios”, e no qual contou com a presença de vários convidados, entre os quais a sua filha! Foi um momento especial?


N. Freitas: Sim, foi um momento muito especial no espetáculo, na minha carreira e na minha vida. A forma como ela subiu ao palco, vestida de branco, parecendo-se com um anjo, e cantou comigo “I Love You”, foi de tirar a respiração. Ela não estava nada assustada com o facto de cantar perante 5 mil pessoas. Nesse dia nasceu uma estrela!


 


Marta: As suas músicas combinam um pouco de R&B, Hip-Hop, Zouk, Kizomba e música tradicional de Cabo Verde. Considera que os portugueses estão, atualmente, mais abertos a estes ritmos e estilos musicais?


N. Freitas: Sim, temos trabalhado muito ao longo todos estes anos na elaboração da nossa música e do nosso som, e sinto que se está a tornar cada vez mais corrente.


 


Marta: Em algumas das suas letras, costuma misturar crioulo com inglês. É uma combinação que tem resultado de forma positiva?


N. Freitas: Sim, são línguas nas quais me sinto à vontade porque os meus pais são de Cabo Verde e o meu pai vive em Nova Iorque desde os meus 10 anos, por isso tenho ouvido estas línguas desde criança. Misturá-las faz parte do meu estilo. Adoro ser diferente e tem funcionado comigo.


 


Marta: Com a colaboração de artistas e produtores de diferentes etnias, na produção e edição de “Elevate” nota, tanto a nível de experiência como de criatividade, alguma diferença ou evolução entre o primeiro álbum “Magic” e “Elevate”?


N. Freitas: O último álbum chama-se “Elevate”, então acho que isso responde, de certa forma, à pergunta.


 


Marta: A nova música “Miúda Linda”, venceu o prémio de Melhor Música no Kizomba Music Awards. Depois do estrondoso sucesso do tema “Bô Tem Mel”, considera que “Miúda Linda” é um sucessor à altura?


N. Freitas: Penso que irá ultrapassar “Bo Tem Mel” porque “Miúda Linda” já tem mais de 12 milhões de visualizações no Youtube, em apenas 3 meses, graças aos fãs.


 


Marta: Que projetos tem para este ano a nível musical?


N. Freitas: Estou a trabalhar no meu novo álbum, cujo primeiro single foi lançado a 26 de Fevereiro.


 


Marta: Nelson, muito obrigada pela sua disponibilidade e colaboração!


N. Freitas: Obrigado por esta entrevista.


 


 


Aqui ficam os links para ficares a par de todas as novidades sobre o Nelson Freitas:


http://www.nelsonfreitasonline.com/


https://www.facebook.com/nelsonfreitasonline


 


Apoio Universal Music Portugal / Kayo Sound


 


 


 

terça-feira, 26 de abril de 2016

Ainda existem portáteis com leitor de CD?


 


Não sei porquê, talvez porque o nosso Asus tinha, e o computador antigo do meu marido também, metemos na cabeça que todos os portáteis vêem com leitor de CD's.


Até porque há sempre coisas para instalar em que são necessários os respectivos CD's. Puro engano!


Agora, tanto o software do Office, como o do antivírus, não vêm em CD, mas sim num pedaço de cartão com uma chave/código que se insere no site a que temos que aceder via internet! Até aí, tudo bem.


Então e como é que se instala uma impressora que já temos, e que ainda trazia CD? Temos que "sacar" as drives na net?


E como é que a minha filha faz para ver os CD's/ DVD's fornecidos juntamente com os manuais escolares?


Ainda existem actualmente à venda portáteis com leitor de CD? 

Há 3 semanas que Quantico recomeçou...


 


...e ninguém me disse nada!


Estava eu ontem a ver as gravações que tinha na box, para apagar o que não interessava quando, de repente, vejo gravações da série "Quantico" em Abril.


O quê? Estarei a ver bem? Pára tudo.


Último episódio gravado em Dezembro de 2015, e 3 novos episódios gravados em Abril deste ano (a 7, 14 e 21).


Finalmente! Quatro meses depois, lembraram-se de dar seguimento à série. Ao que parece, agora às quintas-feiras.


Continuo a achar um total absurdo a pausa que fizeram. Se tivesse terminado uma temporada, ainda se aceitava. Agora deixá-la a meio, deixar o público na expectativa, e fazê-lo esperar 4 meses, não se admite. Quem é que ainda se lembra de tudo o que deu antes, quem é que consegue seguir a história e o ritmo, sem ter que voltar um pouco atrás? 


Enfim, posso sempre ver o lado positivo: agora tenho 3 novos episódios para ver enquanto espero pelo desta semana, e posso vê-los seguidinhos, sem pausas ou interrupções!

Estou rendida à Nike!

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E não comecem já a pensar que, finalmente, me aventurei na prática de exercício físico ou corridas!


Nada disso.


Refiro-me mesmo aos perfumes!


Andava um dia nas compras à procura de algo para a minha oferecer a uma colega da escola, que fazia anos, quando me deu para cheirar perfumes.


Fiquei logo dividida entre o azul e o rosa, mas não havia nenhuma embalagem disponível do rosa (apenas o frasco de teste), e lá trouxe eu o azul, para mim e para a minha filha, até porque acabei por comprar outra coisa para a colega dela.


Mas o rosa ficou-me na mente, e este fim-de-semana, quando fui às compras e o vi, trouxe-o logo.


Gosto imenso dos dois e, ainda por cima, são baratos!


Alguém por aí já experimentou?


 



Nike Woman Pink


 



Nike Woman Azure

To Myself Town - André Viamonte


 


Este tema é lindíssimo!


Já conheciam este cantor?


Brevemente, em entrevista, aqui no blog!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A gala dos injustiçados


 


A gala de ontem do Got Talent Portugal juntou aqueles concorrentes que os jurados consideraram injustiçados nas galas anteriores, e a quem decidiram dar uma nova oportunidade de mostrar o que valiam, e poder alcançar um lugar na final.


Oito concorrentes repescados, que viram nesta oportunidade uma nova esperança mas que, para sete deles, resultou em mais uma injustiça.


Devo dizer que, de todos, o que o público escolheu era o que eu menos estava à espera de ver passar! Muito menos depois do que o Manuel Moura dos Santos comentou sobre a sua prestação. E, apesar de não gostar da maior parte dos comentários que este jurado costuma fazer, achei muito mal o apresentador querer "calá-lo" no momento em que ele desmascarava o truque do concorrente, e apontava as falhas da actuação.


Injustiça grande para o Hélio, para o Barofa e para o Johnathan - para mim os mais fortes candidatos ao lugar de finalista, embora tenha gostado mais das prestações do Hélio e do Johnathan em actuações anteriores, e o Barofa me tenha surpreendido ainda mais nesta gala.  


 

No Escape - Sem Saída


 


Sinopse:


Um empresário americano, juntamente com com a sua família, recomeça a vida num país do sudeste asiático. Quando lá chegam, dão por si no centro de uma violenta revolta política, e quando a cidade sofre um impiedoso ataque por parte dos rebeldes, eles são obrigados a encontrar desesperadamente uma forma de fugir em segurança.


 


Opinião:


Este fim de semana assistimos a este filme, que conta com o actor Owen Wilson num papel dramático, a que não estamos habituados a vê-lo. Pessoalmente, gostei da sua actuação.


Jack Dwyer parte com a sua família para um país asiático, no qual pensa ter como missão trabalhar nas condutas de água, sob o comando da empresa para a qual trabalha.


Mas, se pensavam que essa mudança iria ser boa para todos, o recomeçar uma nova vida num pais pacífico, depressa percebe que nada do que esperavam irá acontecer.


No dia seguinte à sua chegada, ocorre um violento golpe de estado, e Jack vê, em pânico, toda a cidade explodir em tiros, chamas, gritos, mortes violentas.


Todos os estrangeiros, sobretudo os americanos, devem ser eliminados, e ele não é excepção.


Da melhor forma que consegue, ele vai tentar escapar com vida, e proteger a sua mulher e as duas filhas, destes actos de puro terror, sem saber a quem recorrer num país onde não conhece ninguém, e sem conseguir contactar com quem quer que seja.


O filme tem cenas violentas e chocantes, que estivemos quase a passar à frente, como a que coloca a filha com uma arma na mão apontada ao pai, e com outra apontada à cabeça - ou mata o pai, ou o pai assiste à morte da filha.


A única pessoa que os poderá ajudar, é a personagem a cargo de Pierce Brosnan, e um outro agente, mas só até um determinado momento, a partir do qual só poderão contar consigo próprios, para tentar chegar em segurança à fronteira com o vietname, e poderem ser acolhidos até voltarem à sua casa.


Será que vão conseguir?


 


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Maior sinceridade é impossível!

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Como o nosso computador avariou, e não sabemos quando ou se, tem arranjo, fomos ontem ver computadores novos. O meu marido precisava mesmo dele para terminar os trabalhos que tem pendentes, e que tem de entregar na próxima semana.


Eu tinha visto um no site, por um bom preço, mas nem liguei ao tamanho, achando que era semelhante ao que temos. Quando lá chegámos, era uma "miniatura"! A minha filha até comentou que lhe fazia lembrar o Magalhães!


Com algumas (muitas) dúvidas sobre qual a melhor opção relativamente a qualidade/ preço/ necessidades, a funcionária ajudou-nos de forma exemplar, e totalmente sincera. Aqui vão algumas verdades sobre os aparelhos informáticos, neste caso, os computadores, nos dias que correm:


 


- o material utilizado nos computadores é cada mais mais frágil, e qualquer movimento mais brusco, ou toque, pode danificar, muitas vezes sem nos apercebermos ou sabermos como;


 


- um computador durar dois anos é um caso raro, porque estão a durar uma média de ano e meio, até dar problemas ou avariar de vez;


 


- uma vez aberto e mexido, um computador nunca fica igual, e as probabilidades de voltar a dar problemas são maiores;


 


- mesmo estando na garantia, quase nada será considerado avaria, até mesmo o simples pó/cotão, que as próprias turbinas do computador puxam, é considerado mau uso;


 


- mandando arranjar um computador, mesmo essa pessoa/ casa dando garantia da peça nova colocada, se voltar a dar problemas e for essa a causa, nunca vai assumir que foi essa peça que avariou, vai dizer que foi outra coisa;


 


- ainda que um computador possa, eventualmente, ter arranjo, é provável que digam que já não há peças, ou não há nada a fazer, para levar o cliente a comprar um novo computador;


 


 


Relativamente ao atendimento, propriamente dito:


- levar um artigo de expositor (no nosso caso era o único que havia) é sempre um risco, apesar de nunca ter sido ligado, toda a gente lhe toca, e se levar e depois acontecer alguma coisa, vai pensar que foi por ser o de exposição, mas não quer dizer que um computador em exposição não dure muito tempo, e que outro qualquer não lhe dê problemas;


 


- "nem todos os computadores que temos estão em exposição, temos alguns em armazém,posso ir buscar para verem" - e trouxe-nos um ainda mais barato;


 


- quando renitentes em levar este pequeno, ou optar por um maior, e mais caro, a funcionária informou-nos que a única diferença era mesmo o tamanho e o preço, porque em termos de características, estas eram exactamente iguais, e não se justificava pagar mais para ter o mesmo;


 


- para evitar situações como a que nos encontramos agora, de ter um computador avariado e ter que andar a comprar outro, ao fim de dois anos, recomenda-nos optar pela protecção total, durante 3 anos em que, em caso de acidente (avarias/ queda, derrame de líquidos) nos devolvem o dinheiro para comprar outro;


 


- quando ciente da nossa necessidade de ter o Office, foi de propósito buscar um pack mais barato que o que tínhamos estado a ver, com Office e Anti-Vírus durante 1 ano; 


 


Querem mais sinceridade que a demonstrada por esta funcionária, mesmo com o patrão ali ao pé de nós? Já para não falar que estiveram bastante tempo a atender-nos, inclusive depois da hora de fechar a loja.

A produção nacional está de parabéns!


 


Desde que me lembro, sempre ouvi dizer que os portugueses, por mais que tentassem, nunca iriam conseguir fazer telenovelas ao nível das telenovelas brasileiras.


Desde que me lembro de ver telenovelas, a verdade é que a minha preferência ia no sentido da opinião geral.


De há uns anos para cá, a produção nacional tem investido em novos talentos, aproveitado o valor dos actores experientes, tem apostado na mudança, na inovação, na diferença, e o resultado foi notório.


Hoje, as telenovelas portuguesas são vistas e apreciadas por um público muito mais vasto, e aproximam-se cada vez mais da qualidade das brasileiras (por vezes, até, melhor que estas).


Em 2011, "Laços de Sangue" venceu o Emmy Internacional de melhor telenovela, atribuído pela Academia Nacional de Artes e Ciências Televisivas, que premeia produções feitas fora dos Estados Unidos. 


Este ano, e pela primeira vez, duas telenovelas produzidas em Portugal foram finalistas na gala do New York Festival's World’s Best TV & Films, que decorreu em Las Vegas, e que contou com produções de cerca de 50 países. 


"Coração d'Ouro" e "Mar Salgado" foram as candidatas escolhidas, e responsáveis por este enorme passo na história das telenovelas portuguesas embora, na minha opinião, tenha havido outras que merecessem tanto, ou ainda mais, essa distinção e oportunidade, nos últimos tempos.


Dedicado a ambas as indústrias de televisão e cinema, os prémios New York Festival's World’s Best TV & Films premiaram os melhores projetos internacionais encontrando-se, entre os nomeados, candidatos de todo o mundo.


Na categoria Telenovela, a medalha de ouro foi atribuída à novela "Coração D’ Ouro", enquanto que "Mar Salgado" ficou-se pelo bronze. Os EUA foram o país responsável pela conquista da medalha de prata, concedida à telenovela "Bajo El Mismo Cielo", exibida pelo canal Telemundo.


A SIC e a SP Televisão estão, assim, de parabéns pela conquista destes dois prémios! 



 

 

 

Imagem espalhafactos.com



 


 


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Onde é que eu ando com a cabeça?


 


Ontem peguei no copo que a minha filha tinha no quarto, para o levar para a cozinha.


Quando vou lavar a loiça, não encontro o copo. Procuro no quarto, na sala, até na casa de banho, e nada de copo. Começo a lavar a loiça, e lembro-me de ir ver na entrada. Nada. Lavo o resto da loiça, e penso em ir ao corredor. Lá estava ele!


Devo ter parado lá quando tinha o copo na mão, a caminho da cozinha, para fazer qualquer coisa, pousei-o no móvel e nunca mais me lembrei dele!


 


Hoje, saio do trabalho e reparo que está a chover. peço à minha filha, que estava na avó, se me podia ir apanhar a roupa que tinha estendida. Ela leva a chave da avó.


Chego a casa da minha mãe, almoço, e diz-me ela: "não te esqueças de trazer as chaves para cima".


Vou a casa, levo as minhas chaves, da minha casa, e as da minha mãe, que eu tenho. Chegada lá, coloco-as todas juntas, para não me esquecer de as trazer.


Pego no computador para trazer, depois de o enfiar dentro de um saco, pego no guarda-chuva, despeço-me das gatas e venho-me embora.


Quando estou a meio caminho, lembro-me das chaves! Bonito serviço - ficaram todas na minha casa! Estou fechada na rua, e vou ter que esperar que o meu marido chegue do trabalho, para entrar em casa!


 


Como se não bastasse a minha maluquice, a minha mãe ainda ajuda à festa: "mas eu tenho aqui uma chave suplente, aqui de casa."


"Pois, mas eu preciso é da minha casa.", respondo eu, ao que ela afirma que tem umas chaves iguais àquelas que eu levei.


Espero que ela procure, e dá-me então a chave para a mão. 


"Mas esta chave é daqui de cima!, digo eu.


"Então, e não consegues abrir a porta lá de baixo com ela?", afirma a minha mãe!


Só depois é que percebeu o que estava a dizer!


 

A vida é um jogo


 


Com uma casa de partida, uma meta ou casa de chegada, e todo um percurso a fazer pelo meio, para lá chegar.


Neste jogo, lançamos os dados. Por vezes, eles levam-nos a avançar vários passos. Outras vezes, obrigam-nos a recuar, a retroceder alguns passos ou, simplesmente, a não nos movermos. Nem sempre avançar é bom. Pode-nos levar a casas que gostaríamos de evitar. Nem sempre recuar é mau. Podemos ir parar a uma casa que até nos traga vantagens.


Cada uma das casas à qual os dados lançados nos levam, nos trazem desafios, objetivos a alcançar, perguntas às quais temos que responder. Algumas casas trazem coisas boas, pequenos incentivos, bónus, alegrias, a oportunidade de avançar mais um pouco neste jogo. Outras, nem tanto. São casas que não nos levam a lado nenhum, sem utilidade mas que, ainda assim, fazem parte do jogo.



Como todos os jogos, também a vida é um risco.



Mas, ao contrário de um jogo comum, que jogamos ou não consoante a nossa vontade, neste jogo da vida não pedimos para entrar. Ainda assim, fomos colocados no tabuleiro a partir do momento em que nascemos, e "obrigados" a jogá-lo, a correr esse risco. 


Ao contrário de um jogo comum, a maior parte de nós não tem pressa de chegar à meta, à fatídica casa de chegada, na qual iremos abandonar de vez o jogo, e esta vida que nos foi dada.


Queremos,sim, aproveitar aquilo que as diversas casas, que lhe precedem, nos têm para dar. Embora nem sempre o consigamos fazer como deveríamos. É que, mesmo avançando devagarinho, estamos a avançar, e as casas pelas quais passámos, ou não, vão ficando para trás, sem que possamos, muito provavelmente,lá retornar. E não nos esqueçamos que, a qualquer momento, e sem contarmos com isso, podemos ser eliminados do jogo.



A vida é um jogo, e este jogo é também feito de apostas. Algumas, serão apostas ganhas. Outras, poderemos eventualmente, perder. Mas só saberemos o resultado da aposta, depois de a fazer.



Só saberemos aquilo que nos espera, e onde nos levará este jogo, se nos mantivermos activos, em movimento, se continuarmos a lançar os dados, a fazer apostas, a utilizar os botões que temos ao nosso dispôr, a percorrer o tabuleiro onde fomos colocados como peões mas, ao mesmo tempo, como jogadores. 


Só conseguiremos aproveitar ao máximo este jogo, se soubermos aprender com as más jogadas, celebrar os pequenos avanços e conquistas, tirar partido das casas mais vantajosas onde os dados nos levem, e contornar aquelas que mais nos prejudicam.


Podemos não ter pedido para jogar este jogo da vida, mas a verdade é que estamos dentro dele.



E valerá a pena passar todo o percurso do jogo sem arriscar, sem o viver, sem tomar as rédeas do mesmo nas nossas mãos? Valerá a pena ficar parado, a ver os outros jogadores passar por nós, ou à espera que alguém lance os dados por nós, avance por nós, viva por nós?



Valerá a pena desperdiçar todas as ferramentas que nos foram fornecidas para nos ajudar nesta caminhada, e esperar que o destino se encarregue de nos empurrar de uma casa para a outra, quando não era nessas casas que queríamos estar?


A vida é um jogo, sim. E já que estamos nele, vamos jogá-lo como sabemos e podemos, e deixar a nossa marca enquanto nele nos mantivermos, sem receios!

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Kika - If This is Love


 


Já conhecem o novo single da Kika?


Segundo a própria "esta música representa uma evolução de estilo musical", que se irá reflectir no seu próximo álbum.


Vamos então ficar à espera do tão esperado álbum, desta cantora que já nos brindou com sucessos como "Guess It's Alright", "Stars" ou Can't Feel Love Tonight".


Enquanto isso, deixo-vos com o novo tema "If This is Love"!


Gostam?


 

Four - o novo álbum de Nelson Freitas

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Já tiveram oportunidade de ouvir Four, o novo álbum de Nelson Freitas?


Mais uma vez, e à semelhança do que já nos tem vindo a habituar, Nelson Freitas traz-nos um álbum com o seu estilo característico, misturando nas suas letras o crioulo e o inglês, duas línguas nas quais se sente perfeitamente à vontade, e que gosta de conjugar.


Disponível desde 1 de Abril, e ideal para os amantes de kizomba (com um pouco de zouk, r&b, hip hop, música electrónica, soul e pop), e há muito tempo esperado pelos fãs de Nelson Freitas, este álbum terá, de certeza, o mesmo sucesso, ou mais ainda, que os seus antecessores.


"Miúda Linda", lançado a 26 de Fevereiro, foi o primeiro single a rodar nas rádios, e pode-se considerar um sucessor à altura de "Bo Tem Mel" tendo, inclusive, vencido o prémio de Melhor Música no Kizomba Music Awards.


No entanto, e no seguimento daquilo que tem vindo a acontecer sempre que oiço um CD, acabo sempre por descobrir uma música que me surpreende, e que não é das mais conhecidas, ou a que seria de esperar.


Em Four, posso afirmar que o tema que mais me surpreendeu e de que mais gosto, é "Break of Dawn", tema este com a colaboração de Richie Campbell. Antes de ouvir, já tinha até comentado com a minha filha que esta combinação deveria resultar, e resultou mesmo!


"Break of Dawn" também já pode ser ouvido nas rádios e está, como não podia deixar de ser, no Top 25 RFM. 


Composto por 12 temas, este novo álbum do Nelson Freitas, no qual podem encontrar estas e outras músicas, conta ainda com colaborações especiais de Mayra Andrade, no single "Nha Baby", Mikkel Solnado, na música "In My Feelings", e Loony Johnson, no tema "That's Why I Love You".


Pessoalmente, os temas que mais gosto, para além de Break of Dawn" que é, sem dúvida, a minha preferida, são "Ride ou Die", "This Love" e "Miúda Linda (remix)".


E por aí, já ouviram? O que têm a dizer sobre este álbum? Que música mais gostam? 


 


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terça-feira, 19 de abril de 2016

Ao Hospital Veterinário do Atlântico...


 


...só posso estar grata por tudo o que fizeram pela nossa Becas!


Sim, podemos ter escolhido, sem saber, o sítio mais caro para a levar. E sim, poderia ter tido um acompanhamento e tratamento semelhante noutro hospital ou clínica. 


Mas foi ao Hospital Veterinário do Atlântico que fomos, e não nos arrependemos!


É certo que é um hospital privado e, como tal, se pagamos bem, temos o direito de ser bem servidos. Mas todo o pessoal que trabalha neste hospital, faz bem mais que isso!


Tanto os médicos veterinários, como as enfermeiras, são impecáveis, pessoas preocupadas e atentas, sempre disponíveis e prestativas, e com uma enorme simpatia para com os clientes e os seus animais.


Enquanto a Becas esteve internada, todos os dias me ligava um dos médicos para me informar como ela tinha passado a noite. Chegaram, inclusive, a ligar-me numa noite, após a visita, só para nos informar o resultado do exame que ela tinha feito depois de sairmos.


Enquanto a Becas esteve no hospital, e apesar de haver um horário próprio para visitas, sempre nos facilitaram as mesmas fora desses horários, já que aquela hora, estávamos a trabalhar. Obviamente que não podíamos ficar o tempo que seria de esperar, mas deixavam-nos estar com ela um bocadinho.


Sempre que ligamos para lá, para esclarecer alguma dúvida ou aconselharmo-nos sobre o melhor procedimento relativamente a um determinado assunto, atendem-nos com simpatia e de forma prestável.


Ontem, por exemplo, foi uma enfermeira que ligou de propósito, para saber como estava a Becas, depois de termos ligado na véspera a propósito de ela andar com diarreia.


Podem continuar a dizer-me que é assim porque pagamos para isso, mas há muitos sítios em que pagamos e ficamos mal servidos. E, neste caso, para além do dinheiro, é o amor genuíno pelos animais que move estas pessoas que fazem parte do hospital!


Um agradecimento muito especial à Dr.ª Diana, ao Dr. Rui Ferreira, à Dr.ª Ana Raposo, e às enfermeiras Joana, Sara, Vanessa, Letícia, bem como a todo o restante pessoal técnico que esteve, de alguma forma, envolvido no tratamento da nossa Becas!  


 


Visitem o facebook e site oficial do Hospital, e fiquem a saber mais sobre este hospital, aberto 24 horas por dia!


 


 


https://www.facebook.com/hvatlantico/


http://www.hvatlantico.pt/

Alvin and The Chipmunks - The Road Chip

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Quem é que não conhece estes fantásticos esquilos, e as suas aventuras?


A 4 de Fevereiro deste ano estreou, em Portugal, o novo filme, intitulado "Alvin and The Chipmunks - The Road Chip" ou, mais conhecido em português, por "Alvin e os Esquilos - A Grande Aventura".


Devido a vários mal-entendidos, Alvin, Simon e Theodore ficam a pensar que Dave vai para Miami pedir a sua namorada em casamento, e livrar-se deles. Para evitar esse casamento, não perder Dave e ficar a salvo de ganhar um terrível meio-irmão, eles têm três dias, recheados peripécias!


 


 


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E, como é óbvio, não poderia faltar a esta nova aventura uma banda sonora à altura!


São várias as músicas cantadas pelos nossos amigos "Chipmunks" e "Chipettes", com a voz que já lhes é característica, e que nos mostram uma nova versão de algumas músicas conhecidas.


Da banda sonora deste filme fazem parte músicas como "Conga", um original de Gloria Estefan cheio de ritmo e que apela à dança, "Oh My Love" dos The Score, a bem conhecida música "Uptown Funk", de Mark Ronson ft. Bruno Mars, ou ainda "Geronimo", dos Sheppard, sendo que "Oh My Love" e "Geronimo" são cantadas na sua versão original, enquanto que as restantes, são interpretadas por Alvin e os seus companheiros esquilos.


Destaco ainda "Juicy Wiggle", num remix entre Redfoo e os esquilos.


Mas a música que mais me conquistou, que me fez ouvir uma vez, e outra, e outra, e gostar cada vez mais, foi "Home"! Pela melodia, pelo ritmo, pela mensagem...  


Porque todos os animais têm direito a ter um sítio a que possam chamar "casa" - o seu lar, e alguém a quem possam considerar família!


Porque esta música me faz pensar muito na nossa gata Tica, que estava sempre em casa pronta para nos receber, quando chegávamos do trabalho, de um dia passado fora em férias, de uma ida às compras.


Esta música foi escrita por Alana da Fonseca, Jordan Yaeger, Jason Gleed e Bryan Spitzer e é, sem dúvida, na minha opinião, a cereja no topo do bolo!  


 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

E se fosse consigo?


 


Acabei de assistir à estreia do novo programa da Conceição Lino "E se fosse consigo?".


Relativamente à situação apresentada do casal de namorados, em que o pai profere todo o tipo de comentários racistas, é curioso como praticamente toda a gente assiste, incomodada e indignada, àquela cena, mas poucos se intrometem ou prestam solidariedade ao casal.


Quando questionados, depois, afirmam-se chocados, tristes, completamente contra a atitude daquele pai.


A verdade é que nós, de uma forma geral, preferimos não "meter o bedelho onde não somos chamados", nem nos metermos em questões que não nos dizem, directamente, respeito.  


 


 



 


Mais chocada fiquei com a "experiência", se lhe podemos chamar assim, que fizeram com as crianças e duas simples bonecas. Que achem uma boneca mais bonita que a outra, tudo bem. São preferências, gostos pessoais, não se pode considerar racismo gostar mais de louras que morenas, brancas que negras (embora possa estar incutido algum preconceito).


As coisas mudam quando afirmam, por exemplo, que a boneca negra é má. Podem ser respostas inocentes, saídas no momento e sem pensar, mas podem ser exactamente aquilo que pensam. Ou foram ensinadas a pensar. Mas, e quando a Conceição pergunta à menina com quem ela é mais parecida, e se acha que também ela é má...


Algumas pessoas colocam em questão esta experiência ou inquérito às crianças, nomeadamente, se os pais tiveram prévio conhecimento das perguntas que seriam colocadas aos filhos, se foi devidamente preparado e acompanhado por psicólogos, e põem em causa a forma como as respostas poderão ser "manipuladas" ou induzir à mensagem que o programa pretende passar.


Mas será que, tendo os pais conhecimento das perguntas, não poderiam também eles levar os filhos a dar respostas diferentes? Não serão as respostas dadas de forma espontânea, as que mais se aproximam da verdade? 


 


Imagens voxpoptv.com e http://sic.sapo.pt/maissic

Para se educar, tem que se dar o exemplo?

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Costuma-se usar um velho ditado para justificar algo que pedimos aos outros para fazer, mas que nós próprios não fazemos: "faz aquilo que eu digo, e não aquilo que eu faço"!


Mas será que na educação de uma criança esse ditado se aplica?


No outro dia, em debate, dizia-me o meu marido que, para educar um filho, não temos que estar sempre a dar exemplo atrás de exemplo, só temos que lhe explicar o que é o melhor para ele, e fazê-lo entender.


Já eu, sou da opinião que a única forma de nos fazermos entender, de os nossos filhos apreenderem a mensagem que lhes tentamos transmitir, é através dos nossos exemplos e, mesmo assim, nem sempre resulta!


Por norma, os filhos tendem a "copiar" os comportamentos dos pais, porque é aquilo que vêem, com que lidam no dia-a-dia, e que supõem ser o normal e correcto. Logo, se os pais dão maus exemplos e se comportam de forma contrária aquela que, depois, pedem aos filhos para agir, como é que vão ter autoridade ou moral para lhes exigir isso, se eles próprios não o fazem?


Como é que se pode exigir a um filho que tenha uma alimentação saudável, se ele vir constantemente os pais a comer alimentos que fazem mal?


Como é que se pode pedir a um filho para ser organizado, se os pais vivem em total desorganização?


E por aí fora!


Para mim, mais do que ensinar, mais do que dizer o que deve ou não ser feito a um filho, são as nossas atitudes, os nossos comportamentos, a nossa forma de estar na vida e no quotidiano, enquanto pais, que lhe vão dar, ou não, o melhor exemplo. 


 


 

domingo, 17 de abril de 2016

Belvita Soft Bakes - já provaram?


 


Mais uma novidade deliciosa que descobri este fim-de-semana!


Encontrei nas versões Frutos Vermelhos e Cinco Cereais.


 

sábado, 16 de abril de 2016

Ando há 37 anos enganada!


 


E foi preciso uma brincadeira para pôr fim a este lamentável engano!


É óbvio que devo ter aprendido da forma certa, mas a minha memória deve ter os neurónios baralhados, e eu fui atrás dela :)


Dizia a minha filha, ontem, que não conseguia tirar uma imagem da cabeça. E eu, a brincar, disse-lhe para ela ver borregos, que seria uma boa solução!


Não me perguntem porque fui escolher logo estes animais, mas foram os primeiros que me vieram à cabeça, e achei imensa piada. 


Foi então que surgiu a dúvida: quem são os borregos? Serão os maridos das ovelhas? Ou das cabras?


À partida, nem uma coisa nem outra, porque os das ovelhas são os carneiros, e das cabras os bodes.


Então, onde é que entram os borregos?


 



Na verdade. os borregos são os filhos das ovelhas e carneiros, ou seja, os cordeiros com menos de um ano de idade, também conhecidos por anhos, e pertencem ao grupo dos bovinos!


 



Já as crias das cabras e dos bodes, são os cabritos, e pertencem à família dos caprinos.


 


 


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Ora, toda a minha vida andei com a mania que borrego e cabrito eram a mesma coisa!


Quem me conhece, sabe que eu não gosto de comer borrego. Só o cheiro, já me deixa mal disposta. E, na sequência do que atrás disse, cabrito também não.


Lembro-me de a minha tia cozinhar cabrito na Páscoa, e para mim e a minha prima fazer vitela assada, porque nenhuma de nós gostava.


Lembro-me de comentar isto com outras pessoas, e quando o meu marido fazia referência aos dois - borrego e cabrito, dizerem que um era o "pai", ou seja, mais velho, e o outro o "filho", mais novo.


Nunca ninguém me elucidou e mostrou que eu estava enganada.


Assim, foi preciso sugerir imagens de borregos à minha filha, para me dar ao trabalho de ir pesquisar quem eram os ditos cujos, e pôr fim a mais de três décadas de ignorância!


É caso para dizer que eu é que tenho sido uma bela "borrega"! 


 


 


P.S.: Ainda assim, continuo a não gostar de ambos, pelo menos no prato, porque ao vivo até são fofinhos!


 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Um Livro Num Dia - Volume II


 


Para celebrar o Dia Mundial do Livro 2016, e após o sucesso da edição do ano passado, a editora Chiado volta a repetir a iniciativa "Um Livro Num Dia", no próximo dia 23 de Abril!


O objectivo é a edição de um livro de contos, num só dia, em plena baixa lisboeta!


 


Qualquer pessoa pode participar nesta iniciativa. Apenas têm que apresentar os vossos textos originais, no dia indicado, a partir das 09h00, no escritório móvel que a Chiado Editora irá montar, na Praça Luís de Camões, em Lisboa.


Os contos devem ser entregues em formato digital (pen), com um limite de 2.000 caracteres, até às 12h00. Nenhum texto será admitido antes das 9h de dia 23 de Abril. Todas as etapas do processo de Edição de um livro terão lugar a 23 de Abril, e à vista de todos.


Todas as fases de construção do livro podem ser acompanhadas no local, desde a revisão à paginação e design da capa e, ao final da tarde, depois de vir da gráfica, regressa ao mesmo local onde serão distribuídos, gratuitamente, ao público, 1000 exemplares da obra.


O livro ficará então disponível para compra em www.chiadoeditora.com e, no dia seguinte, entrará no circuito comercial podendo ser adquirido junto das maiores lojas.


Durante a tarde, o escritório mantém-se aberto, em modo OPEN OFFICE DAY, proporcionando a todos os que passem pelo espaço a oportunidade de conhecer os meandros do trabalho editorial, conversar com os nossos editores e colocar todas as suas questões, dúvidas, sonhos, projetos, etc.


 


Deixo aqui o programa, para quem tiver interesse em participar e queira aparecer por lá:


 


Edição ao vivo de “Um livro num dia” – Chiado Editora


23 de Abril, Dia Mundial do Livro


Praça Luís de Camões, ao Chiado, Lisboa


 


09h00-12h00 :: Entrega de textos originais, revisão, paginação e design de capa


13h00 :: Livro dá entrada na Gráfica


14h00-18h00 :: Open Office Day


18h30 :: Lançamento do livro e distribuição gratuita de 1.000 exemplares do livro.

Quando a esmola é grande, o pobre desconfia!


 


Há já alguns dias que andava a receber chamadas de um número que não conheço mas, assim que eu atendia, desligavam, ou a chamada caía.


Hoje ao almoço, tornei a receber uma chamada e atendi, mesmo com pressa para ir buscar a minha filha à escola, e chapéu de chuva aberto. Era um operador da MEO.


Queria propôr-me um novo tarifário, mais adequado às minhas necessidades e gastos habituais, tendo em conta uma análise aprofundada que teriam feito previamente à minha situação.


Neste momento, tenho o tarifário Link sem mensalidade, mas com carregamento obrigatório. Carrego com 10 euros de 20 em 20 dias, mas nem sempre gasto esse valor, porque a maior parte dos números para os quais ligo são gratuitos.


A MEO quer oferecer-me uma promoção especial, que não se encontra no site pelos valores oferecidos telefonicamente: o tarifário pós-pago Unlimited L Light, com uma mensalidade de apenas 10,99 por mês, e chamadas e sms grátis para todas as redes nacionais!


 


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Ou seja, tenho como vantagens:


- pagar apenas mais 1 euro, e o pagamento passar a ser mensal, em vez dos 20 dias actuais


- como é mensalidade, não acumula, mas não pagando chamadas nem sms para 96, 91, 93 ou rede fixa, não preciso de saldo no cartão


- o período de fidelização não me afecta, porque há anos que estou nesta operadora, e não pretendo mudar


- é certo que esta promoção só é válida durante 24 meses e que, nessa altura, se não me apresentarem outra proposta vantajosa, terei que mudar de tarifário mas, até lá, estarei a usufruir de uma grande promoção


- como tenho ainda saldo pertencente a este tarifário, vão descontá-lo nas primeiras facturas, pelo que vou ficar alguns meses sem pagar qualquer mensalidade 


- existem ainda outras ofertas inerentes a este tarifário, mas que não se aplicam no meu caso, porque o meu telemóvel é do mais básico que há.


 


Assim sendo, se esta proposta é tão vantajosa e me parece perfeita e de aproveitar, porque é que sinto que me está a escapar alguma coisa?


Porque é que tenho a sensação que, apesar de todas as perguntas e esclarecimentos do momento, há qualquer coisa por detrás desta oferta que posso não estar a ver?


Porque é que acho que, depois de aderir a este tarifário, me irei arrepender?


 


A verdade é que, quando a esmola é grande, o pobre desconfia. E eu estou hesitante em enviar a mensagem com o código para confirmação do serviço.


Alguém por aí foi contemplado com uma promoção semelhante? Já tiveram a experiência de usufruir deste tarifário? Será que estou a ver rasteiras onde não existem, ou esta pode mesmo ser uma publicidade enganosa?

À Conversa com João Couto

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O meu convidado de hoje vem de Vila Nova de Gaia, e tornou-se conhecido do público português devido à sua participação no programa “Ídolos”, no qual se sagrou vencedor!


Embora considerasse que a sua imagem talvez não encaixasse naquilo que se poderia esperar de um ídolo pop pensou, e bem, que as suas qualidades enquanto músico conseguiriam ultrapassar esse pormenor, e levá-lo à vitória, que acabou mesmo por conquistar.


O seu percurso no programa foi sempre muito constante, sem ter estado uma única vez em risco de ser eliminado.


O momento que mais me marcou foi quando ele interpretou a música “Nothing Really Mathers”, de Mr. Probz, em que se mostrou extremamente à vontade, a cantar, a sentir cada palavra, a pôr a emoção em cada gesto que fazia, como se estivesse e com a maior naturalidade e simplicidade, como se fizesse aquilo todos os dias.


João Couto considera-se um perfecionista, e diz que a sua principal qualidade é o espírito de sacrifício.


Tem, entre os seus ídolos, artistas portugueses como Rui Veloso, Miguel Araújo ou António Zambujo, tendo inclusive interpretado temas destes dois últimos em duas galas do Ídolos.


 


 



 


Tendo sido eleito pelos portugueses como “Ídolo de Portugal”, João Couto ganhou, para além do prémio monetário e um automóvel, um contrato discográfico com a Universal Music Portugal.


E o seu primeiro single, escrito e composto por Diogo Piçarra, e apresentado pela primeira vez na gala final do Ídolos, já não deixa ninguém indiferente.


“Chama Por Mim” é o tema de lançamento de João Couto, que faz atualmente parte da banda sonora da telenovela Coração d’Ouro.


João, quero desde já agradecer-te por teres aceitado este convite.


 


 


 


 


 



Começo por perguntar: o que te levou a participar no Ídolos?


Em primeiro lugar muito obrigado pelo convite para esta entrevista.


O que me levou a participar no Ídolos foi a vontade de colocar um desafio a mim próprio. Eu seguia o programa com atenção quando era mais novo e tinha uma relação especial com ele, mas com o passar dos anos perdi o interesse nesses formatos em geral e virei a minha atenção a outras lides musicais. No entanto quando anunciaram o regresso do programa por curiosidade arrisquei, e como na altura andava a trabalhar em canções minhas e a tentar marcar atuações achei que era uma maneira de deixar o meu nome a circular. Inscrevi-me sem pensar muito no que poderia acontecer e fui só mesmo com o intuito de me anunciar ao público e nada mais. Fui às pré-audições (e as audições também) com zero expectativas.


Ao confrontar me com a enorme pressão que o programa implicava hesitei bastante mas motivei me pela vontade de querer trazer música e atitudes diferentes que os espetadores estavam habituados naquele contexto, e isso motivou-me. Passou duma brincadeira a uma missão, de certa forma.


 


A uma determinada altura, comentaste que não sabias se terias a imagem que talvez se esperasse de um ídolo. Enquanto concorrente, sentiste que esse era um aspeto que poderia prejudicar a tua participação ou condicionar o teu percurso?


A minha imagem foi o meu “tendão de Aquiles” nos primeiros castings. Conhecendo o formato calculava que ia ser um aspeto que iriam apontar mas resolvi encarar essa suposta “fraqueza” como um “elemento diferenciador”, e  levei tudo com a maior das naturalidades, sem peso na consciência. 



Nunca considerei mudar a minha forma de ser por causa da competição porque sabia que ia ficar postiço e o público é implacável a reparar nessas coisas.



Admiti-a logo desde início. Nunca senti que me fosse prejudicar.  Sabia que alguém se haveria de identificar com a minha forma de ser. Agora a questão era quantos se iriam rever na minha participação... Era arriscado mas ainda bem que tome esse risco.


 


Um dos momentos menos desejados no programa é aquele em que se é nomeado e está em risco de sair, o que nunca aconteceu contigo. Como é que vivias as nomeações e expulsões dos teus colegas?


Em primeiro lugar tenho que salientar que nunca ter ido aos menos votados é das coisas que mais orgulho me dá. É absolutamente esmagador quando penso bem nisso. Ser nomeado era muito provável e por vezes a mínima falha podia ser fatal e reconheço que não fui de todo infalível, e devo dizer que ter chegado ao fim sem ter estado em risco de expulsão é de um orgulho indiscritível e tenho uma gratidão imensurável ao público por isso. 


Mas apesar de tudo o momento das expulsões era sistematicamente o mais difícil de ultrapassar na emissão, não só pelo suspende que construíam à volta dele mas também pelo quão imprevisíveis eram os resultados. Naturalmente houve pessoas que pela amizade enorme que criei me afetava particularmente vê-las nomeadas ou expulsas, e claro, mesmo como espetador do próprio programa ficava destroçado quando assistia a uma saída mais injusta. Mas tinha que levantar a cabeça, semana após semana porque essa era a natureza da competição.



Engraçado que achava sempre que nunca me iria emocionar em momentos de expulsão mas, em mais que uma ocasião, isso aconteceu.



 


Qual foi a interpretação em que sentiste que te conseguiste entregar totalmente, e mostrar aquilo que poderíamos esperar de ti no futuro?


A minha última atuação, o “Something” dos The Beatles. É aquela que cada vez que revejo me emociono sempre, não só porque a própria música em si é maravilhosa mas porque é a atuação em que vejo que estou mais feliz. É a única que quando revejo não estou o tempo todo a apontar falhas porque foi tão emocional e significou tanto para mim que descarto isso. Cada momento dessa atuação lembra me o porque é que eu tenho de fazer música para o resto da vida. Nada me liberta daquela maneira e me faz encarar as pessoas com aquela determinação. E sem duvida que será na linha daquele género musical que quero construir a minha carreira.


 


Qual foi o teu melhor e o teu pior momento enquanto concorrente do Ídolos?


Melhor momento? É difícil porque há muitos que me são especiais. A resposta fácil seria a vitória, mas esse momento em específico foi de tal maneira surreal que é difícil descrevê-lo aqui condignamente. Mas há um momento que tenho de apontar aqui que é bastante especial: a quarta gala em que cantei o “Reader’s Digest” do Miguel Araújo. Além de ter sido dedicada aos meus pais (e lembrar me muito vivamente da reação positiva deles no estúdio) que já por si torna o momento memorável, acho que foi o momento-chave no meu percurso como concorrente. A partir dali ninguém que via o programa tinha dúvidas de quem eu era.



Naquela atuação deixei definitivamente claro quem eu era como concorrente, como pessoa e como músico.



A partir daí notei que o público, a imprensa e a crítica já me via doutra forma. Nunca antes tinha visto tanta gente reagir a uma atuação minha. A partir daí apercebi me da “alhada” em que me meti (risos) e tinha de pegar na oportunidade de ouro que tinha e aproveita-la da melhor maneira, e fiz por comunicar com o publico através a música.


Os piores momentos não aconteceram em palco mas sim nos bastidores e foi lidar com as críticas negativas dos cibernautas. Não que não estivesse à espera delas porque estamos todos sujeitos a isso, mas é sempre difícil absorvê-las principalmente no momento de pressão que eu estava a viver. Confortei me no apoio de quem estava comigo desde o primeiro dia, e sem eles talvez nunca teria ultrapassado isso tudo.


 


Grande parte das tuas atuações contou somente com a tua voz e uma guitarra, num registo por vezes muito semelhante, ao contrário de alguns colegas teus, que tiveram direito a coreografias elaboradas e mostraram a sua habilidade não só para o canto, como também para a dança, e em diferentes estilos musicais. Consideras que poderias ter mostrado mais a tua versatilidade enquanto artista e potencial “Ídolo de Portugal”?


Se estamos a falar de versatilidade musical acho que consegui prová-la em parte no “Ídolos”. Fui de Arctic Monkeys a George Michael, a Miguel Araújo a Robin Thicke, de Michael Jackson a Tracy Chapman, de Virgem Suta a Alanis Morissette, entre outros, e isto tudo no espaço duma semana entre elas ou por vezes no espaço de horas. Há sempre parte de mim que sente que podia ter feito mais mas no geral fiquei muito satisfeito com a quantidade de vertentes, minhas, que pude mostrar.


Depois há que ter em conta que a minha participação foi com o intuito de colocar em frente o “músico”, acima de tudo. Para mim era isso que estava a faltar um pouco ao formato. Ir na linha da típica estrela pop americana era uma hipótese e podia a ter seguido se quisesse mas não me parecia realista à luz do panorama musical que hoje testemunhamos em Portugal, e da música que eu próprio oiço. Tocar guitarra enquanto canto, por exemplo, é das maneiras em que melhor consigo expressar essa ideia, porque apesar de não me considerar um guitarrista brilhante (nem de perto nem de longe) sou muito rítmico e o que faço em palco com a guitarra é muito intuitivo e imediato. Fico mais ativo na canção, sinto segurança e controlo. Posso dizer que ter colaborado e aprendido o que aprendi com a banda residente do programa foi dos motivos pelo qual o meu percurso correu como correu. A guitarra não era um escudo, era uma arma.


Agora se devia ter dançado, representado ou interagido mais vezes com o público? Talvez, quem sabe. Mas queria deixar algo mais pessoal em jogo.


 


Na gala final, e após a tua consagração como vencedor, apresentaste o teu primeiro single “Chama Por Mim”, escrito por Diogo Piçarra, que podemos ouvir atualmente na telenovela Coração d’Ouro. Que feedback tens recebido do público relativamente a este tema?


O feedback do público tem sido brutal. A canção chegou aos tops logo após o lançamento e já tocou e toca em algumas rádios. Esteve nas tabelas do iTunes e do Shazam, etc... É um testemunho do talento do Diogo Piçarra como compositor e da empatia que o público tem com a música dele e é muito bom ver pessoas a criar um relação com um tema que ouviram na minha voz. Vejo pessoas a procurar a canção e ouvi-la diariamente mesmo sem me conhecerem ou o meu percurso no programa e ficarem cativados com o que ouvem e isso é muito especial. Sempre que a canto ao vivo a reação do público é instantânea, e é arrepiante quando oiço a plateia cantar ou a sussurrar as palavras na plateia.


 


Um dos prémios como “Ídolo de Portugal” foi um contrato com a editora Universal Music Portugal. Vamos poder ouvir, em breve, os “frutos” dessa parceria?


Sim, não há data definitiva mas posso dizer que estou na fase de escrita do álbum de estreia. Vai tomar o seu tempo, porque além de eu estar a terminar a licenciatura, quero ser muito cuidadoso na composição e seleção dos temas.


 


O que podemos esperar do primeiro álbum do João Couto? Podes desvendar algo sobre ele?


Não posso desvendar muito. Posso garantir que quando chegar vai ser algo muito especial. Estou a procurar a sonoridade certa e vou ter em atenção as minhas influências. Terá uma grande sensibilidade pop, vai ser completamente em português e vai ter um som muito orgânico e uma instrumentação muito cuidada, porque apesar das grande mudanças na industria musical e do publico consumidor de música eu sou apologista do “álbum” e por isso sinto me na obrigação de honrar essa minha visão e trabalhar intensamente para criar os melhor 40 e tal minutos de música que conseguir produzir.


 


Os temas serão inteiramente compostos por ti?


Sim. Poderão aparecer temas compostos a dois eventualmente mas vou intervir sempre na letra ou música duma maneira ou outra.


 


Queres deixar algum conselho a quem, como tu, quer fazer da música a sua vida?


Ter a certeza absoluta que é aquilo que querem fazer, porque quanto mais intensa for a melomania mais fácil tudo se torna. Oiçam imensa música (muita mesmo) antes de mais nada, de todos os gêneros e épocas para aprenderem o máximo possível com o leque enorme de grandes artistas que trabalham hoje ou que fizeram marcas no passado. Ouvir os clássicos é importante. Quanto maior for o vosso conhecimento musical e menos óbvio for o vosso gosto mais primam pela diferença. 
Preparem-se, estudem música, aprendam instrumentos, pratiquem a voz, toquem com outras pessoas, façam bandas de garagem, gravem vídeos para o youtube, façam de tudo. E acima disso sejam profissionais e justos com quem vos rodeia, não queiram ser o centro das atenções por outro motivo que não o vosso talento e trabalho. Não sintam necessidade de superar os outros mas sim vocês próprios.


 


Mais informações sobre João Couto em: 


https://www.facebook.com/joao.couto.oficial/


 


Esta conversa teve o apoio da Universal Music Portugal que estabeleceu a ponte entre o Diogo Piçarra e este cantinho.


 


Também podem lê-la na INOMINÁVEL de Abril!


 

Sigam a pista com A Lupa de Alguém


 


E o blog que hoje vos recomendo é:


 


A Lupa de Alguém


 


Um blog onde a Anabela, mais conhecida por "Caetana", conta algumas situações passadas no ambiente de um supermercado, e peripécias vividas por si enquanto operadora de caixa, em interacção com os clientes.


 


Para nos divertimos um bocadinho com essas situações, ou simplesmente para chegar à conclusão que também nós já vivemos peripécias semelhantes, ou tivemos alguns comportamentos como os de muitos clientes :)


 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Quando dois homens se beijam


 


Hoje fui ao banco e, enquanto lá estava, reparei em dois homens que se cumprimentavam.


Uma situação perfeitamente normal, mas o que achei curioso foi o facto de se cumprimentarem com um beijo na cara, algo nada comum nos tempos que correm.


Pareceu-me que deveriam ser irmãos. Ou familiares próximos. Normalmente, este tipo de cumprimento é mais utilizado entre pais e filhos, avós e netos, irmãos, genro e sogro. Ou, pelo menos, tenho essa ideia.


Em quaisquer outras circunstâncias, e habitualmente, os homens costumam cumprimentar-se com um aperto de mão, uma palmadinha nas costas ou, no caso dos mais jovens, com aqueles rituais que só eles entendem!


E pus-me a pensar que, nesta situação específica, e sendo os senhores já idosos, ninguém levou a mal nem viu nisso nada fora do normal neste gesto.


Mas, será que teriam a mesma reação se, em vez destes dois senhores, fossem dois homens novos?


Sim porque, quando são duas mulheres a cumprimentar-se com um beijo na cara, ou uma mulher e um homem, ninguém liga, mas aposto que, se vissem dois homens a cumprimentarem-se dessa forma, começariam logo a pensar que seriam homossexuais.


E, no entanto, é um gesto perfeitamente igual nos três casos. E, ainda que assim não fosse, continuaria a não haver razão para chocar. Afinal, cada um é livre de gostar de quem quer e lhe apetece, independentemente do sexo. E é livre de trocar carinhos ou cumprimentar-se em público, como qualquer outra pessoa.


O mal está nos olhos de quem vê, não nos gestos de quem faz.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Leilão e Rifas da Becas

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Aqui no Clube de Gatos já todos me conhecem, e tem sido incrível todo o apoio que me têm dado, e aos meus donos, nesta fase complicada em que quase me perderam. Por isso, agradeço-vos a todos - aos meus companheiros felinos, e aos seus donos!


Também quero agradecer a algumas pessoas que, mesmo não fazendo parte do Clube, me ajudaram. Nunca esquecerei o que fizeram quando eu e os meus donos mais precisaram.


 


 


Para quem ainda não me conhece, o meu nome é Becas, tenho quase 3 meses, e fui adoptada pelos meus donos, juntamente com a minha amiga Amora, depois de terem perdido a sua gata Tica.


Apesar de ser uma gatinha cheia de vida e muito traquina, há uns dias atrás, fiquei muito doente e tive que ser internada. Tinha panleucopénia. Estava sem defesas no meu sistema imunitário. O prognóstico era reservado, e corri risco de vida.


Mas a minha "madrinha" Tica, a corrente positiva que se formou para torcer por mim, o tratamento que me foi prestado pelos doutores e enfermeiras do Hospital Veterinário do Atlântico e, acima de tudo, a decisão dos meus donos, de seguir em frente com o internamento, mesmo depois de se terem deparado com um orçamento totalmente fora das suas possibilidades, permitiu-me recuperar e sobreviver, e estar aqui hoje!


Mas, ainda assim, a despesa veterinária tem que ser paga nos próximos dias, e os meus donos organizaram um leilão e as rifas solidárias para conseguirem uma ajuda.


Não custa nada colaborar, basta partilhar esta acção, comprar uma rifa ou licitar um livro que gostem! 


 


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 A seguir, têm toda a informação toda reunida e actualizada.


 


Livros para quermesse - rifas solidárias


 



(livro novo)


 



 (livro novo)


 


1º - Estão disponíveis 30 números de rifas (de 1 a 30)


Números reservados - 4/22/24


Cada rifa tem o valor de € 1,00. O sorteio será efectuado, através do sistema random.org, logo que as 30 rifas estejam esgotadas ou, no máximo, até ao dia 31 de Maio de 2016 (serão sorteados 2 números - um para cada livro). 


 


 


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(livro novo, com autógrafo personalizado)


 


2º - Estão disponíveis 25 números de rifas (de 1 a 25). Cada rifa tem o valor de € 1,00. O sorteio será efectuado, através do sistema random.org, logo que as 25 rifas estejam esgotadas ou, no máximo, até ao dia 31 de Maio de 2016. 


Números reservados - 3, 4, 5, 6, 7, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19, 21, 23, 24, 25



 


 


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3º - Estão disponíveis 20 números de rifas (de 1 a 20)


Cada rifa tem o valor de € 1,00.


Números reservados: 3, 5, 6, 7, 8, 9


 


O sorteio será efectuado, através do sistema random.org, logo que as 20 rifas estejam esgotadas ou, no máximo, até ao dia 31 de Maio de 2016 (serão sorteados 2 números - um para cada livro). 



 


 


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4º - Estão disponíveis 20 números de rifas (de 1 a 20)


Cada rifa tem o valor de € 1,00.


Números reservados: 2, 3, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 16


O sorteio será efectuado, através do sistema random.org, logo que as 20 rifas estejam esgotadas ou, no máximo, até ao dia 31 de Maio de 2016 (serão sorteados 2 números - um para cada livro). 


 


 


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5º - Estão disponíveis 40 números de rifas (de 30 a 70)


Cada rifa tem o valor de € 1,00.


O sorteio será efectuado, através do sistema random.org, logo que as 40 rifas estejam esgotadas ou, no máximo, até ao dia 31 de Maio de 2016 (serão sorteados 7 números - um para cada livro).


 




 


Pedia aos interessados que me deixem um contacto, para que possa nessa altura pedir os dados para envio. Podem enviar para o meu email - marta.isabel.segao@hotmail.com


 


 


Livros para Leilão


 



(livro novo)


Base de licitação - 5 euros


Licitado por 8 euros - Dona Pavlova


Licitado por 10 euros - Aldemar


 


 



(livro novo)


Base de licitação - 5 euros


Licitado por 8 euros - Niki


 



(livro novo)


Base de licitação - 5 euros


Licitado por 10 euros - Mula


 


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Base de licitação - 5 euros


Licitado por 10 euros - Sofia Almeida


Licitado por 20 euros - Paula Martins


 


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Base de licitação - 5 euros 


 


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Base de licitação - 5 euros 


 


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 Base de licitação - 5 euros


 


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Base de licitação - 5 euros


 


Até ao dia 31 de Maio, os artigos licitados pelo valor mais alto que estiver até esse momento, serão enviados para os respectivos licitadores. Pedia aos mesmos que me deixem um contacto, para que possa nessa altura pedir os dados para envio. Podem enviar para o meu email - marta.isabel.segao@hotmail.com

 

 

 

Deixo aqui o IBAN para onde poderão efectuar o pagamento das rifas/ livros licitados:

 

PT50003504260003699840098 

 

 

 

Também podem aceder à página de facebook - https://www.facebook.com/ajudabecas/

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