Sinopse:
Um empresário americano, juntamente com com a sua família, recomeça a vida num país do sudeste asiático. Quando lá chegam, dão por si no centro de uma violenta revolta política, e quando a cidade sofre um impiedoso ataque por parte dos rebeldes, eles são obrigados a encontrar desesperadamente uma forma de fugir em segurança.
Opinião:
Este fim de semana assistimos a este filme, que conta com o actor Owen Wilson num papel dramático, a que não estamos habituados a vê-lo. Pessoalmente, gostei da sua actuação.
Jack Dwyer parte com a sua família para um país asiático, no qual pensa ter como missão trabalhar nas condutas de água, sob o comando da empresa para a qual trabalha.
Mas, se pensavam que essa mudança iria ser boa para todos, o recomeçar uma nova vida num pais pacífico, depressa percebe que nada do que esperavam irá acontecer.
No dia seguinte à sua chegada, ocorre um violento golpe de estado, e Jack vê, em pânico, toda a cidade explodir em tiros, chamas, gritos, mortes violentas.
Todos os estrangeiros, sobretudo os americanos, devem ser eliminados, e ele não é excepção.
Da melhor forma que consegue, ele vai tentar escapar com vida, e proteger a sua mulher e as duas filhas, destes actos de puro terror, sem saber a quem recorrer num país onde não conhece ninguém, e sem conseguir contactar com quem quer que seja.
O filme tem cenas violentas e chocantes, que estivemos quase a passar à frente, como a que coloca a filha com uma arma na mão apontada ao pai, e com outra apontada à cabeça - ou mata o pai, ou o pai assiste à morte da filha.
A única pessoa que os poderá ajudar, é a personagem a cargo de Pierce Brosnan, e um outro agente, mas só até um determinado momento, a partir do qual só poderão contar consigo próprios, para tentar chegar em segurança à fronteira com o vietname, e poderem ser acolhidos até voltarem à sua casa.
Será que vão conseguir?
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