quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Andar de autocarro

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Já aqui referi noutros textos que gosto de andar nos autocarros da Mafrense, talvez porque tenha sido habituada desde pequena.


Gosto da rotina de irmos até à paragem apanhar o autocarro para a praia, e ver quem entra nas várias paragens. E, à vinda, da caminhada até ao terminal, e do regresso dos veraneantes a casa, depois de uma tarde de praia. 


Já não se vêem, como antigamente, os avós a entrar com os netos, munidos com chapéu de sol. Para dizer a verdade, quem mais vimos no autocarro nestes dias foram adolescentes, talvez pela promoção do mês de Agosto, de meio bilhete para todos até aos 18 anos.


Também vimos muitos turistas que vinham visitar a Ericeira, alguns para ficar, carregados de malas. 


Num desses dias, e porque este autocarro não transporta só pessoas para a praia, dei por mim a pensar como deve ser mau algumas pessoas apanharem-no para ir trabalhar, e ver ali tanta gente de férias, a aproveitar o bom tempo, enquanto elas não têm a mesma sorte.


Ao longo destes dias, apanhámos passageiros regulares, e outros que não voltámos a ver. E motoristas diferentes todos os dias, uns mais atenciosos que outros, mais apressados ou mais conscientes, alguns conhecidos e outros nem tanto, e um distraído!


Desta vez, o totó foi ele!


Estávamos sentadas e a minha filha, como estava do lado de fora, tocou à campainha. Apareceu lá à frente a indicação parar, pelo que estávamos descansadas. Ficámos as duas de pé, o autocarro abrandou não sei porquê (achava eu que era para parar e sairmos), e continua a andar. Diz-me a minha filha "oh mãe, ele não parou".


Lá grito eu do fundo, a dizer que tinha tocado para ele parar, mas penso que não ouviu. Já estava a ir ter com o motorista, quando alguém também lá atrás grita "oh chefe". Ainda assim, como já lá estava à frente, voltei a dizer ao homem que era para parar na paragem que ele tinha ignorado.


Resultado: parou, com grande sacrifício, sem dizer "ai" nem "ui", uns quantos metros à frente, depois de uma curva!


 

Vem aí...

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...o regresso da rubrica "À Conversa Com..."!


 


Este mês, os convidados serão:


 


2 de Setembro - Mr. Groove



 


9 de Setembro - Teresa Aires Rodrigues



 


16 de Setembro - Marta Sousa


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Um Novo Amanhã, de Dorothy Koomson

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A minha estreia com a autora Dorothy Koomson não poderia ter sido melhor, e as expectactivas ficaram altas!


Não sei como são os restantes livros dela, mas se forem tão bons como este, estou perdida :)


 


Duas Veronicas Harper, ou melhor, uma Veronika (Nika) e uma Veronica (Roni) tornam-se as melhores amigas com apenas 9 anos de idade, e achavam que seria para sempre. Tinham em comum mais do que o nome e o apelido. Partilhavam também o mesmo sonho - ser bailarinas.


Mas algo as vai levar à separação, e fazê-las seguir caminhos totalmente opostos. Cada uma teve os seus motivos para tomar as suas atitudes e, com elas, mudar o destino que parecia tão promissor, mas confesso que o meu apoio e admiração vão quase totalmente para a Nika.


Porque a Nika é a mais corajosa e destemida, e a que mais sofreu ao longo de todos aqueles anos, desde que fugiu de casa para se tornar uma sem abrigo. Desde que ninguém acreditou nela, nem os seus próprios pais, e ela se viu sozinha e sem outra alternativa que não fosse fugir do pesadelo em que a queriam manter.


A única pessoa que podia ajudá-la, e confirmar a veracidade da sua história, não o fez.


E assim temos Roni, que se tornou freira, mas acabou por sair do convento e regressar a casa, décadas depois, para fazer aquilo que não teve coragem de fazer antes, para se redimir, para procurar a absolvição, o perdão, a paz, o silêncio. Para tentar recuperar a amizade perdida.


E temos Nika, que fugiu de casa para se tornar sem abrigo, tendo mais tarde estado envolvida com um jogador conhecido que ainda lhe destruiu mais a vida e a autoestima, o que a levou a fugir novamente, e voltar às ruas, onde fez algumas (poucas) amizades, e tentou ajudar outras mulheres para não cairem nas garras do "Juiz".


Mas será essa sua faceta corajosa, que a poderá levar à morte. Porque o "Juiz" não perdoa quem o afronta, quem se atreve a intrometer nos seus negócios.


No entanto, poderá uma pessoa que não tem medo da morte nem do que lhe possa acontecer, ser um desafio para este criminoso? Ou irá ele vingar-se nas poucas pessoas com quem Nika ainda se preocupa?


Poderá ainda haver uma chance para Nika e Roni? Ou será tarde demais?


E será que, depois de tantos anos, os criminosos irão finalmente pagar pelos seus crimes?


 


Ler Dorothy Koomson não é fácil, tive que estar muito atenta porque a autora intercala não só a narração por estas duas personagens, como também vai alternando entre o passado e o presente, em vários anos diferentes, mas estou rendida!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Cinema ao ar livre em Mafra


 


Para quem não teve oportunidade de experimentar o cinema ao ar livre, o ano passado, aqui em Mafra, no Jardim do Cerco, tem agora uma nova oportunidade!


É já este fim-de-semana, na sexta-feira, com um filme de animação para os mais novos, e no sábado, com um filme para os mais crescidos.


Não percam!


 

Saúde Porta a Porta


 


São cada vez mais as pessoas que, ao chegarem à velhice, acabam por se sentir isoladas, desamparadas ou negligenciadas.


Algumas, porque simplesmente não têm família, amigos ou alguém que possa olhar por eles vendo-se, assim, abandonados à sua sorte.


Outras, porque não existe disponibilidade, por parte das famílias, para acompanharem o envelhecimento dos seus familiares.


Também pode acontecer que alguns idosos, mesmo tendo familiares ou conhecidos que os poderiam ajudar, rejeitem essa possibilidade, porque consideram que são ainda capazes de se valer a si próprios.


Há ainda aquelas que, ao longo de toda a sua vida, foram afastando quem lhes queria bem, com atitudes, gestos e palavras, acabando entregues à solidão.


Nesses casos, quem fica responsável por essas pessoas? Quando as relações com a família estão cortadas, deverão ser os vizinhos a ter essa preocupação, por uma questão de solidariedade? Existem associações ou entidades que possam prestar assistência a estas pessoas, sem fins meramente lucrativos?


Sim, existem associações, projetos e voluntários que se dedicam a visitas e acompanhamento dos idosos, para combater a solidão, vigiar a sua saúde, dar-lhes um pouco de alegria, alertar para os perigos que correm, e proporcionar-lhes, se for o caso, melhores condições de vida e um pouco de dignidade nestes últimos anos das suas vidas.


 


Um desses exemplos é o Projeto “Saúde Porta a Porta”.


Assinado pela Associação de Estudantes da NOVA Medical School/ Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa e as Juntas de Freguesia da Estrela, Campo de Ourique e da Misericórdia, para os anos 2015/2016, o Protocolo de Colaboração do Projeto “Saúde Porta a Porta”, estabelece também a cooperação com o Hospital CUF Infante Santo e a Câmara Municipal de Lisboa.


O projeto consiste no apoio efetivo aos mais idosos, em situação de carência de saúde ou socioeconómica, e tem por objetivo a “realização de visitas regulares à comunidade idosa, de forma a diminuir o isolamento social, fazer acompanhamento e aconselhamento do estado de


saúde das pessoas referenciadas, elaborar propostas de conciliação terapêutica, e sinalizar carências sociais ou de saúde”.


Na Estrela, em 2014/2015, o projeto foi iniciado com os 10 idosos previstos, tendo, no entanto, sido incluídos mais 12 idosos em acompanhamento.


No presente ano, encontram-se a usufruir do projeto, na Estrela, 35 idosos. Campo de Ourique tem 6 idosos em acompanhamento. A Freguesia da Misericórdia junta-se este ano.


 


Este artigo foi escrito para a BLOGAZINE de Agosto.

A Vida Secreta dos Nossos Bichos

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Nestas férias, num dia em que o tempo estava encoberto e chuvoso, decidimos ir ao cinema ver este filme, até porque queríamos participar no passatempo da Sic, e o mesmo terminava dois dias depois.


Felizmente, apesar de o meu marido estar a trabalhar e levar o carro, temos autocarro que nos leva de Mafra até ao Campo Grande, e cinema no Alvaláxia.


Assim, lá fomos eu e a minha filha até Lisboa. Chegámos cedo, deu para darmos uma voltinha pelas lojas, comprar os bilhetes e esperar pelo início da sessão, porque chegando ao terminal é só atravessar a estrada e estamos no Alvaláxia.


Não sou muito apreciadora deste género de filmes, mas à falta de melhor para fazer, fomos. Não foi mau, mas também não foi muito bom.


Esperava mais. Esperava, talvez, algo diferente. É certo que, estando a trabalhar, não vemos nem metade das coisas que os nossos animais fazem, mas coitados deles se se metessem neste tipo de aventuras todos os dias.


Gostei da história principal, do trio Max, Duke e Katie. A Katie adotou primeiro o Max, e durante muito tempo tinham-se um ao outro. Mas a Katie adora animais e, um dia, traz o Duke para sua casa. O Max não vai achar muita graça, principalmente quando o Duke começar a servir-se de tudo o que é dele.


É aqui que começa a rivalidade entre os dois, que os irá colocar em maus lençóis. Mas, mais tarde, acabam por se unir com o objetivo de regressar a casa sãos e salvos, sem serem apanhados e colocados de novo num canil.


Tem algumas partes cómicas, protagonizadas pela gata Chloe e pela cadela Gidget. O coelhinho branco, o grande vilão, também tem um final à altura.


Mas é aquele tipo de filmes que pouco marca, que se vê uma vez e basta! 


 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Com a pulga atrás da orelha

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Num destes dias fizeram-me uma proposta interessante.


Não ocuparia, supostamente, muito tempo. Não seria nada complicado. Ganharia alguma coisa por isso.


Mas o meu tempo já é tão curto que não me quero meter em mais nada. As aulas estão a começar, e vou ter muito com que me ocupar.


E, além disso, não sei bem porquê, fiquei com a pulga atrás da orelha. Cheirou-me a que, mais cedo ou mais tarde, aquela parceria ainda daria para o torto.


Por isso é melhor deixar essa missão para outra pessoa, porque para chatices já tenho as minhas!

Cenas de uma totó em férias III

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Se há coisa que acontece frequentemente por aqui é a facilidade como o tempo muda, ou está diferente em dois pontos distanciados a poucos quilómetros.


Na passada semana, enquanto que em Mafra estava sol e calor até cerca das 19 horas, na Ericeira, o sol encobria-se por volta das 17h.


Estávamos na praia com a minha amiga e a filha dela e disse-lhe, a meio da tarde, que antes de ir embora tinha que tirar a parte de cima do biquini, que estava toda molhada e não conseguiria enxugar a tempo.


As nuvens taparam o sol, as nossas filhas, vindas do banho, cheias de frio, quiseram logo vestir-se e eu segui o exemplo.


Às tantas, começo a sentir qualquer coisa molhada em cima da pele. Olho para o casaco, e percebo que está molhado.


Aqui esta totó esqueceu-se de tirar o biquini, conforme tinha dito, e conseguiu molhar a camisola e o casaco com ele!


 


 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Cenas de uma totó em férias II

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Estávamos os três na água.


O meu marido e a minha filha a nadar, e eu a boiar.


 


Às tantas, vejo o meu marido lá mais à frente, e a minha filha a ir ter com ele, e digo:


"Oh Inês, não te estiques. Estás a ir aí muito para a frente, ainda ficas sem pé."


 


O meu marido e ela olham para mim, e respondem:


"Não somos nós que estamos cá muito à frente, tu é que daqui a pouco estás na areia em vez de no mar!"


 


Quando reparei, estava mesmo à beirinha. Com a água a dar-me pelos joelhos. A boiar, nem dei por as ondas me levarem para ali!


Não admira que eles tenham ido mais para dentro e me parececem tão longe. Mais uma cena desta totó para a colecção!


 


 


 


 

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Cenas de uma totó em férias I

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Estávamos na praia, em Tróia, a tentar fotografar um bando de passarinhos que tinha pousado perto de nós. O meu marido tenta tirar, mas uma miúda espanta-os. A minha filha tenta novamente, mas a máquina bloqueia. Tento pôr a máquina a funcionar, e devolvo-a ao meu marido. 


Estava a começar uma corrida de barcos naquele momento, mas o meu marido diz-me que a máquina não está a focar a imagem, vê-se tudo desfocado.


Pego novamente na máquina, e confirmo. Ainda volto a olhar para as pessoas à minha volta, não estivesse eu a ver desfocado por ter perdido alguma lente de contacto, mas não. Tudo estava normal. Era mesmo da máquina.


Começo a aceder ao menu, ferramentas e configurações, a tentar perceber onde é que teremos carregado para desconfigurar a máquina. Penso que não houve opção nenhuma que não tivesse experimentado, e nada.


Já estava fula, a pensar que tinha que comprar uma máquina nova, ou pôr aquela a arranjar, e por não ter conseguido fotografar a partida dos barcos.


O meu marido pega outra vez na máquina. Ao fim de alguns minutos, digo-lhe para limpar a lente, para ver se o problema era daí. A minha filha já tinha sugerido isso, mas não fiz caso.


Afinal, o único problema era mesmo a lente embaciada! Sou mesmo totó!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

RX - Sr. Solitário

foto do autor

 


O convidado de hoje intitulou o seu blog de Sr. Solitário, mas nós aqui na blogosfera não o deixamos sentir-se sozinho!


Gosta de se recordar dos bons momentos da sua infância, daquela altura em não tinha as preocupações que se passa a ter quando nos tornamos adultos, e a vida era bem mais simples do que aquela que veio a descobrir mais tarde.


Ainda procura a sua metade da laranja, mas enquanto não a encontra, vai sonhando e deixando a imaginação tomar conta de si. Se os livros serão responsáveis por alguns desses sonhos, não sei, mas que ele gosta muito deles, lá isso é verdade. 


 



 

Aqui fica o Rx do Sr. Solitário:

 


 

 

Verão - Não gosto do verão, detesto o calor! O outono é a minha estação preferida e prefiro o inverno ao verão. Gosto do frio, da lareira acesa, da manta sobre as pernas enquanto leio, dos chinelos de quarto, dos pijamas, os lençóis.

 

Infância - A minha infância foi maravilhosa! Como já referi muitas vezes, eu trocava alguns anos da minha vida adulta por um só dia da minha infância. Tenho muitas saudades desses tempos.

 

Livros - Adoro ler, é o meu passatempo preferido. Gostava de ter uma estante em casa cheia de livros mas infelizmente não os posso comprar. Resta-me a biblioteca onde uso e abuso do prazer dos livros que posso requisitar.

 

Preconceito - É uma palavra muito forte e que, infelizmente, faz muito parte do meu dia a dia. Já sofri imenso de preconceito e de variadas formas por esta sociedade com mentalidades tão retrógradas.

 

Sonhos - Tenho muitos! E surgem sempre mais a cada dia que passa, considero-me mesmo inteiramente sonhador. Deixo sempre a minha imaginação tomar conta de mim e vivo num mundo paralelo na minha mente onde eu sou aquilo que quero.

 

Blog - Tem sido uma grande surpresa para mim. Quando o criei, não estava à espera de nada em concreto, apenas uma página onde pudesse desabafar os meus sentimentos e as minhas angústias. Porém, o blog começou a crescer, os comentários de ajuda também, as amizades surgiram e com elas novas oportunidades de crescimento enquanto blogger e enquanto pessoa. Fiz imensos amigos cá e tenho um novo projeto que espero desenvolver em breve e que tenha o mesmo número de leitores que o meu blog tem. É uma questão de ficarem atentos ;)

 

Solidão - O meu blog chama-se Sr. Solitário por isso mesmo, porque me sinto muito só. A solidão é um sentimento muito triste, que nos consome a alma aos poucos e nos rouba um pouco mais da nossa personalidade. O blog ajuda-me imenso nisso, pois sei que, mesmo que não publique nada, eu não estou sozinho e só tenho a agradecer a todos por isso.

 

Amor - Como diz uma grande poetisa que admiro muito "eu quero amar, amar perdidamente" mas ainda não encontrei a minha metade de laranja. Quanto ao amor da família e dos amigos tenho para dar e vender! E eu também os amo a todos à minha maneira.

 

Aldeia - É onde moro e sempre morei, numa aldeia, e não trocava este lugar por nenhuma cidade do mundo! Penso que só quem vive ou viveu numa aldeia sabe daquilo que estou a falar e sente aquilo que sinto quando falo com orgulho que vivo numa aldeia rural.

 

Responsabilidade - Considero-me uma pessoa bastante responsável, faço por isso. Tento sempre incutir isso também aos meus familiares mais próximos, principalmente à minha irmã mais nova, que de responsabilidade tem muito pouco. Então, posso dizer que tenho uma responsabilidade acrescida, pois sou responsável pelos meus atos e também tenho que olhar pela responsabilidade da minha irmã.

 

Muito obrigada, Sr. Solitário!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Vidas Roubadas - Mary Kubica


 


Acabei de ler este livro na semana passada e posso-vos dizer que me desapontou, sobretudo tendo em conta o livro de estreia desta autora "Não Digas Nada".


A história não deixa de ser boa, mas já tinha lido um outro livro com uma história semelhante "Até que Sejas Minha", da Samantha Hayes e, talvez por isso, este livro não me tenha surpreendido tanto.


Nesta trama, podemos encontrar a Heidi, casada com Chris e mãe de Zoe, a única filha que teve e poderá ter pelo resto da sua vida, devido a um tumor no útero que lhe destruiu por completo o sonho de ter vários filhos.


Para compensar, vai dirigir a sua atenção para Willow, uma sem abrigo que encontra na estação de comboios, com uma bebé, e que irá levar para sua casa, para ajudar.


Mas Willow não é quem diz ser, e esconde um passado que não quer que ninguém descubra. Será que Heidi e Chris irão conseguir desvendar este mistério?


No entanto, mais para o final, a dúvida que se irá colocar é quem deve temer quem? Quem representará maior perigo?


Será que alguma destas personagens será realmente má, ou são apenas vítimas de um passado sombrio, e das circunstâncias em que a vida as colocou?

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Viver Depois de Ti


 


Ontem foi o dia!


O dia em que, ou as minhas expectativas eram concretizadas, superadas ou defraudadas.


E posso-vos dizer que foram superadas, sim senhor!


Penso que não poderiam ter feito melhor escolha relativamente aos actores principais, para interpretar a Lou e o Will.


A banda sonora também é excelente, e não admira que as lágrimas caiam com facilidade nos mais sensíveis.


Dizem que um amor verdadeiro é mais forte que tudo, mas poderá ele influenciar decisões há muito tomadas? Poderá ele mudar o rumo da história?


Ou deverá esse amor fazer-nos respeitar as decisões daqueles que amamos, ainda que não as compreendamos? E estar junto deles em todos os momentos, mesmo naqueles que nunca pensámos ou desejámos?


 


 


Não vos quero contar o filme, porque podem ainda não ter visto. Tinha tanto para vos falar sobre ele, mas nada melhor que verem com os vossos próprios olhos!


Enquanto isso, deixo-vos com esta música da banda sonora, que é linda, e algumas imagens do filme!


 



 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O que sente um escritor quando termina uma obra?


 


O que será que sente um escritor no momento em que acaba de escrever a sua história?


Alívio? Alegria? Uma sensação de missão cumprida, talvez.


Acredito que seja algo assim. Mas, e em relação à história, será que conseguem pegar nela, agora que está acabada, e voltar a lê-la do início ao fim?


Não faço ideia, mas poso-vos dizer que já experimentei, e não consegui!


Já li e reli tantas vezes a história que escrevi, nessa altura, por partes, que agora não consigo nem ouvir falar daquelas personagens, quanto mais estar a ler tudo!


Acho que vou ter que ler outros livros por enquanto, até me desligar daquela história, e só então pegar nela com outra disposição, e lê-la como se fosse a primeira vez.


 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Procuram-se designers!


 


Se tens alguma disponibilidade e vontade de dar forma a um projecto voluntário, criativo e enriquecedor, vem fazer parte da equipa!


 


Se gostam de trabalhar na área de design gráfico e querem fazer parte deste novo projecto, não percam esta oportunidade!


Inscrevam-se!


 


 

As Nossas Voltas - Tixa de A a Z

 


 

A convidada de hoje da rubrica De A a Z, chega diretamente de Paris, onde foi parar numa das muitas voltas que a sua vida deu.

Emigrante nesta cidade há já algum tempo, e recém mamã, ela conseguiu arranjar um tempinho para participar e dar a conhecer um pouco mais de si.

 

 

 


 

Deixo-vos com a TIXA, que por acaso até está de férias aqui pelo nosso país!

 

 

A- apaixonada

 

B- bacana

 

C- calma

 

D- distraída 

 

E- educada

 

F- feliz

 

G- gulosa

 

H- humilde

 

I- idealista 

 

J- jeitosa (Eh... Eh... Eh...)

 

L- leal

 

M- minuciosa

 

N- normalíssima

 

O- organizada

 

P- perspicaz

 

Q- querida (quando os outros também o são)

 

R- refilona (q.b.)

 

S- sincera

 

T- teimosa

 

U- única (Eh... Eh... Eh...)

 

V- vaidosa (q.b.)

 

X - "xatinha" (não encontro nenhum adjectivo começado pela letra X!)

 

Z- zen

 

 

Muito obrigada, Tixa!

E boas férias :)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Ainda tenho um ataque cardíaco!

Matar dois bichos no mesmo dia, no espço de poucas horas, é demais para o meu coração.


 


 



 


Primeiro, descubro uma centopeia dentro de uma caixa, na entrada de casa. Pego na pantufa, e lá começo eu à sapatada à bicha, que me começa a fugir. Dou-lhe mais duas ou três pantufadas e lá consigo esmagá-la.


 


 


 


 


 



 


Mais tarde, quando vou buscar um saco à dispensa, deparo-me com uma aranha. Pego no saco pela ponta oposta, e sacudo a aranha. Ela, esperta, em vez de cair, começa a subir o saco. Dou uns gritos, uns saltos, mais uma sacudidela e ela cai no chão.


Ponho-lhe o pé em cima, mas ainda corre que nem louca a tentar safar-se. Sem sorte, porque volto a atacar, e esborracho-a no chão.


Felizmente não encontrei mais nenhum invasor indesejável nesse dia, senão ainda me dava uma coisinha má!  

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O tamanho conta, e muito!

Podem vir com mil e um argumentos a rebater a questão do tamanho do dito cujo, mas a verdade é que, para mim, o tamanho conta, e muito.


E se o resto das pessoas até gosta deles grandes, e os prefere assim, a mim agradam-me mais os pequenos.


E este ano, ainda não comi nem um que fosse, precisamente porque todos aqueles que me aparecem à frente são de tamanho gigante.


Sim, é dos melões que estou a falar! O que é que estavam para aí a pensar?!


Praticamente, só eu é que como melão cá em casa. A minha filha, de vez em quando. Por isso, nos outros anos comprava os mais pequenos que lá tinham.


Este ano, nos hipermercados, só se vêem melões enormes, que mal posso com eles. Não sei se lhes andaram a dar alguma coisa para crescerem daquela maneira, mas enquanto não reduzirem de tamanho, continuarão lá.


Estou a ver que este ano nem toco num único melão sequer.


 



 

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Caminhos Sombrios - Sandra Brown

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No seguimento do post anterior, foi este o livro da Sandra Brown que li este fim-de-semana. Ou, melhor, devorei!


Emory é uma pediatra que gosta de correr nos tempos livres. E, para se preparar para a próxima maratona, que ela própria organizou, decide ir correr, naquele sábado de manhã, para uns trilhos numa montanha da Carolina do Norte.


O marido, com quem discutiu antes, não a quis acompanhar, nem a conseguiu demover. Até ficou feliz porque assim aproveitou para passar o fim-de-semana com a amante.


Enquanto isso, Emory leva uma pancada na cabeça durante o treino, e acorda numa cabana com um desconhecido que nada lhe diz sobre ele, mas que a trata de forma bondosa, embora todo o cenário à sua volta possa ser sombrio. Ele não lhe permitirá ligar para ninguém, ir a um hospital, utilizar sequer o portátil. Não a prende directamente, mas não lhe dá muitas hipóteses de fuga, por montanhas cobertas de neve e sob um nevoeiro cerrado que não permitiruia ver nada a dois passos de distância.


E assim, Emory permanece numa cabana abandonada no meio das montanhas, com um estranho que parece foragido da justiça, e vê-se envolvida num assalto a um consultório médico, para salvar uma adolescente que está a precisar de cuidados médicos.


Por outro lado, o marido faz o seu papel de preocupado e indignado com as desconfianças que os agentes parecem ter em relação a ele.


E os sócios de Emory, entre os quais Alice, uma das grandes amigas dela, e amante do seu marido, oferecem uma recompensa a quem encontre Emory.


Quatro dias depois, Emory aparece, viva, e metida em maus lençóis, quando o seu marido ficar a saber tudo o que aconteceu, e os agentes começarem a investigar mais a fundo o que se passou naqueles dias em que ela esteve ausente, e que ela insiste em dizer que não se lembra bem.


Mas o perigo que Emory corre é bem maior que a descoberta de que se transformou numa fora da lei. O homem misterioso que a ajudou vai voltar, e levá-la com ele. Mas será que é ele que representa o perigo, ou será ele, na verdade, o seu guardião, que a vai proteger de quem está bem perto dela, pelos motivos errados? 


 


Se gostam do género, não deixem de ler!


 

Ler um livro de 400 páginas em poucas horas é possível?


 


Sim, é possível!


Não é fácil um livro tão grande conseguir segurar e motivar o leitor em cada página que lê, mas a Sandra Brown tem esse efeito sobre mim.


Ninguém consegue ter aquela capacidade de manter o suspense, e fazer-me querer ler mais e mais e mais, porque a cada novo capítulo há uma surpresa guardade para mim. Deve ser por isso que não perco nenhum dos livros da Sandra Brown, e estou sempre à espera do próximo!


Sim, as histórias podem partir todas da mesma premissa: uma mulher que será a possível vítima, um homem que nos dá todos os motivos para acreditar que é ele o criminoso, mas que acabamos por descobrir que não, e alguém que nunca desconfiámos acaba por ser o verdadeiro culpado. O salvador, quase sempre não se pode, ou não se quer, envolver com a mulher que tenta proteger, mas acaba por fazê-lo. A mulher, apesar de todas as aparentes evidências, ainda assim acredita neles e sente-se mais segura ao seu lado. Quase sempre, este homem desaparece por uns tempos, deixando o romance em supenso, mas volta nas linhas finais para ficar com a mulher.


Mas, ainda assim, gosto de ler Sandra Brown, e deliciar-me com as voltas e reviravoltas que ela dá às suas histórias, e que nos prendem a cada uma das páginas, até ao desfecho.   

sábado, 13 de agosto de 2016

Finalmente, férias!


 


Vamos lá ver se tenho sorte com o tempo, e também me será permitido aproveitar bons dias de praia :)


E descansar, que tenho andado perdida de sono!


Mas vou passando por aqui com alguma frequência. O cantinho não vai ficar abandonado!

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Sobre a amizade


 


Não existem pessoas perfeitas e, como tal, também não existirão, certamente, amores perfeitos (a não ser a flor) ou amizades perfeitas.


Porque, antes de sermos amigos, somos humanos, e os humanos cometem erros e falham. 


Mas, será que se pode considerar amigo alguém que, de um dia para o outro, deixa de dizer o que quer que seja, se torna incontactável e, simplesmente, desaparece?


Será que se pode considerar amigo alguém que apenas nos procura por interesse, quando lhe convém?


Será que os amigos tentam que façamos tudo à maneira deles, não nos dando espaço para emitir as nossa próprias vontades ou opiniões, nem tão pouco para tomarmos as nossas próprias atitudes, ou os contrariar?


Será que um verdadeiro amigo fica aborrecido com os nossos sucessos ou vitórias, ou sente inveja das nossas conquistas?


Afinal, como é que se distinguem os verdadeiros amigos entre os amigos?


Existem algumas regras ou critérios específicos para os classificar?


Serão nossos amigos mesmo aqueles que cometem erros e não agem como deveriam, só porque faz parte do ser humano errar, e perdoar?


Será que devemos ser muito exigentes com as nossas amizades, e correr o risco de excluir a todas da nossa vida?


Ou será que devemos ser menos exigentes, e desculparmos determinadas atitudes menos correctas porque, apesar de tudo, gostamos dessas pessoas e queremos continuar a tê-las como amigos?


Onde é que se situa a fronteira entre o que é permitido ou não numa amizade?

Como saber se o nosso trabalho é mesmo bom


 


Sabemos que o nosso trabalho é bom e tem valor quando alguém que o analisa decide investir nele, a custo zero para nós.


Porquê? Porque sabem que a qualidade do nosso trabalho será suficiente para recuperar todo o investimento!


Por outro lado se, para vermos o nosso trabalho reconhecido, temos que investir por nossa conta e risco, só prova que não têm confiança no mesmo, que não querem correr riscos e ter prejuízo.


Ou, então, também se pode dar o caso de quererem lucrar ao máximo com o trabalho dos outros, e explorá-los, sabendo a vontade que estes têm de realizar aqueles projectos, e que pagam qualquer preço por isso.


É assim em tudo na vida!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

RX - Mula

 

 

 

 

 

 


 

 

O RX de hoje foi realizado à MULA cá do sítio!

E posso-vos dizer que ela se portou à altura, sem me dar nenhum coice, enquanto se sujeitava ao exame :)

Hoje, deixem os pokemons de parte por uns minutos, e venham tentar descobrir os segredos da Mula, que ainda não conheciam!

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

Mimo – Saudade. O Mimo representava – e no meu coração ainda representa - tudo de bom: mimalhice, carinho, cuidado, amizade e fidelidade. Se eu estava doente ele ali estava comigo dias a fio se fosse preciso, deitado a meu lado sem se mexer, sem pedir muitos mimos para ele, como se compreendesse... Eu acho que sim, que compreendia. O Mimo era muito fiel. Quando fui atacada pelo meu Pulga foi ele que me salvou, foi ele que atacou o Pulga para que me soltasse... Efetivamente muita saudade. Saudade das turras, do nariz rosado e molhado. Dos miares insistentes por ter saído de casa... Sim, muita saudade.

 

Desabafos – Não sou uma pessoa de desabafar muito cara a cara com os amigos, talvez por isso tenha criado o blog. Para mim, desabafar sobre a minha vida, sobre o mundo é no blog, que é o meu muro das lamentações. Na vida real não gosto de desabafar, odeio que tenham pena de mim, que me vejam como coitada e em sofrimento. Prefiro que conservem uma imagem de mim descontraída, feliz e Mula sorrisos.

 

Cozinhar – Faz parte do meu dia-a-dia ter de cozinhar. E tenho prazer em cozinhar mas só quando não o faço cansada e por obrigação – que é quase sempre. Aprendi a cozinhar só depois de já estar “casada”, em casa da mãe recusava-me a aprender. Não gostava. Como mudam os nossos gostos...

 

Viagens – A minha grande paixão. Se pudesse tirava um ano ou dois para dar a volta à Europa – é que já nem digo ao mundo.... – e ficar a conhecer bem, todos os países da Europa e toda a cultura – bem como a gastronomia está claro. A viagem de sonho: Turquia.

 

Manias – Ui, tenho muitas. Sou uma Mula com a mania. Com a mania que precisa de espaço entre si e os outros, com a mania que precisa de pendurar as meias com o seu par, com a mania de ter tudo organizado e limpo, com a mania de tirar o sutiã mal chega a casa. Sim, sou efetivamente uma Mula com a mania.

 

Luta – O meu dia-a-dia. Todos os dias luto comigo para não partir a cara alguém no trabalho, quando me chateiam. Ahahahahha brincadeira. Luto quando preciso, quando o mundo fica contra mim e eu bato o pé – porque sou teimosa – e digo que é possível, e que eu vou conseguir. Às vezes consigo, outras vezes não, mas assim é a vida: às vezes ganhamos outras perdemos.

 

Originalidade – É para mim a chave da vida. Só quem é original – e digo original no sentido de ser verdadeiro, não no sentido criativo – é que pode vingar neste mundo e no outro. Quem vive à sombra dos outros nunca vai ter luz própria e vai sempre ser uma sombra. Eu prefiro ser considerada louca a ter de seguir as pisadas dos outros só porque sim.

 

Má língua – Está-me no sangue. Não estará no sangue de todas as mulheres? ahahahahahah Não sou pessoa de prejudicar ninguém, aliás quem me conhece sabe que o que tenho a reclamar reclamo na hora com a pessoa, não vou dizer por trás para prejudicar. Mas quando tenho a dizer... ai que não me calo.

 

Cliente  - A pessoa mais chata que alguma vez podemos conhecer.

 

Casamento – O momento mais importante da minha vida. O meu sonho realizado. Ai que vontade de me casar novamente.

 

Muito obrigada, Mula!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Sair do trabalho e ver o mar!


 


Não é para todos!


Nem todos os dias.


E não, não estou a trabalhar ao pé da praia. Estou, na verdade, a cerca de 10 km da Ericeira.


Mas aqui, do centro de Mafra, em determinados dias, consegue-se avistar o mar lá ao fundo, no horizonte.


E ontem foi um desses dias em que saí, por volta das 19 horas, e consegui ver perfeitamente o mar, reluzente, com os raios de um sol escaldante já a baixar de encontro a ele! Realçava-o ainda mais o céu azul vivo.


Tive pena de não ter tirado uma foto. Mas, por outro lado, guardei a imagem só para mim :)


E que vontade que me deu de dar um mergulho naquele mar! 


Parecia estar ali mesmo à frente, lá ao fundo. Se pudesse saltar daqui para lá...


Mas não. Parece perto, mas está longe.


Ainda assim, consegui vislumbrá-lo até metade do caminho. Até eu acabar de descer a rua, e ele desaparecer da minha vista.


Hoje já não se vê.


Porque está meio nublado. Porque o céu já se confunde com ele, naquele azul desbotado que nem é azul, mas não chega a ser cinzento ou branco.


E porque uma vista tão bonita como aquela que pude apreciar, são raras, e assim devem permanecer, sob pena de perderem toda a beleza, tornando-se banais!


 


 


Imagem retirada da net (à falta da original)

O que gosto de ver nos Jogos Olímpicos


 


Parece que agora anda tudo com a febre dos Jogos Olímpicos, e não se vê mais nada por essas televisões que não sejam as várias provas, conquistas, derrotas e medalhas alcançadas ou perdidas.


O meu marido, que até vai frequentar um curso de desporto, quer-nos pôr a todos a ver estes jogos!


Pois eu, nunca liguei muito a desporto e, como tal, não perco horas da minha vida a ver este tipo de competição.


No entanto, existem algumas modalidades que eu gosto de ver.


 


 



 


Uma delas é os saltos para a piscina, designada por saltos ornamentais. Ontem, quando vi que estava a dar a prova feminina, fiquei a ver. Gosto das acrobacias que fazem, da dificuldade dos saltos, da ginástica que utilizam, da beleza dos saltos e da elegância (ou não) da entrada na água.


E nem a polémica da água verde interferiu com os magníficos saltos que algumas duplas executaram!


 


 



 


Outra das modalidades é a ginástica artística, sobretudo na trave.


 


E por aí; o que mais gostam de ver nos Jogos Olímpicos?


 


 


 

Não há melhor hora para ir ao médico


 


Parece que a ameaça de segunda-feira se tornou real, e arrependi-me de não ter ido durante o dia de ontem ao hospital. Mas já era noite, já estava de pijama, e uma noite a dormir aguenta-se bem.


Mas o facto é que, enquanto não dormia, comecei a pensar bem no assunto.


Eu pertenço à Unidade de Saúde Familiar, o que significa que posso marcar consulta de urgência nesse espaço, e sou atendida no dia. Mas não há garantias de que seja logo após a marcação, ou tenha que aguardar algumas horas. Isto significava, provavelmente, mais uma manhã com dores.


Ora, pertencendo a esta unidade de saúde, só posso recorrer à urgência no SAP no horário em que a unidade está encerrada, até às 8 horas da manhã, ou a partir das 20h, e aos fins-de-semana. É certo que as consultas aqui são mais caras, mas valia a pena tentar.


Assim, levantei-me às 06.20h, despachei-me, e às 7h e pouco estava lá a marcar consulta. Claro que era a única, e fui logo chamada. E, afinal, até me saiu mais barato do que eu pensava!


Às 9h, já estava a comprar o antibiótico na farmácia! Não há melhor hora para ir ao médico do que esta em que quase toda a gente ainda está a dormir.


 


O que não me agradou nada, foi o médico de serviço. Não sei se foi por confiar na minha palavra, ou se foi para não ter trabalho, mas a única coisa que viu foi se eu tinha febre, e deu-me umas pancadinhas nos rins. Nem sequer fez análise à urina, como é costume. E tive eu a beber água e chá de propósito.


Entregou-me a guia de tratamento, disse que na farmácia já lá estava a receita, e que a guia era só para mim.


Chego à farmácia e explico o que o médico me disse. Afinal, a guia não era só para mim. É nela que estão os códigos de acesso à receita, uma vez que não os recebi no telemóvel! O que vale é que eu tinha levado a guia. 


Escusado será dizer que ninguém da família gosta deste médico que não tem lá muito boa fama, e continua a confirmar que eficiência não é com ele.


 


Já a farmácia, também não é aquela a que mais gosto de ir mas era a única disponível. A que é mais barata está de férias!


Quando perguntei o preço do antibiótico, ainda por cima genérico e, supostamente, mais barato, disse-me o valor e confrontei-a com o que estava escrito na guia de tratamento "este medicamento custar-lhe-á, no máximo, € 5,10".


Ah e tal, isso é o preço do medicamento mais barato que existe mas não temos aqui. Nem sempre temos medicamentos de todos os laboratórios e o mais barata que temos na farmácia é este.


E pronto, lá paguei porque queria era tomar o antibiótico o quanto antes e atacar a infecção antes que a coisa descambasse para algo mais grave.


 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Música para inspirar a escrita


 


Haverá algo melhor para inspirar quem escreve, que a música certa para determinadas palavras?!


No domingo estava a escrever uma parte do livro que exigia um determinado tipo de sentimentos. Por isso mesmo, pus a tocar estas duas músicas, que me pareceram perfeitas para o momento.


Escusado será dizer que adoro as duas!


 



 



 


 


 

Não podem perder!

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O lançamento do livro do Clube de Gatos, que irá ocorrer no próximo dia 3 de Setembro, a partir das 15 horas.


Estão todos convidados a visitar o Aqui Há Gato, a petiscar qualquer coisinha por lá e, de caminho, levar para casa este singelo livro que pretende ajudar associações de protecção animal.


Apareçam por lá!


 


Deixo aqui a morada do Aqui Há Gato - Calçada da Estrela 74A, 1200-667 Lisboa (perto do Jardim da Estrela).

Não estou a gostar nada disto


 


 


Ontem à noite, do nada, umas picadas do lado direito, na direcção do rim.


Passou, e não liguei mais. Mas sentia-me esquisita. Com o calor que estava ontem, dormi tapada até aos braços, e de barriga para baixo, que foi a posição mais cómoda que encontrei.


Esta madrugada, acordo com uma ameaça de infecção urinária. E digo ameaça porque ainda é muito ao de leve. Pode ser que entretanto passe.


A acompanhar, uma má disposição que me fez fazer um sacrifício a tomar o pequeno almoço.


E, prestes a sair para o trabalho, nova picada no mesmo sítio.


 


Vamos lá ver se a coisa melhora ao longo do dia, porque as férias estão aí à porta e não me apetece nada ir para hospitais e andar a tomar medicamentos, nem tão pouco restrições a praias ou piscinas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Viver Depois de Ti


 


Quem vai ver o filme?


 


 



 


E quem já leu o livro?


 


Vale mesmo a pena?!


Já ouvi falar do livro, mas nem sabia que o filme estava a caminho.


Ontem, ao ouvir uma música no pc, surgiu-me um trailer de um filme que me agradou logo no primeiro momento, e que pensei logo que iria querer ver. No fim, a surpresa.


Era de "Viver Depois de Ti", e irá estrear a 11 de Agosto! 

Problemas de visão são um mal de família


 


Ora vejamos:


 


A minha mãe já foi operada às cataratas, teve que colocar umas lentes no interior dos olhos para poder ver melhor, para além dos óculos que tem que usar, e já foi operada a um descolamento da retina. É seguida semestralmente pelo oftalmologista, par vigilância.


 


Eu, tenho miopia e astigmatismo, tenho que usar lentes de contacto ou óculos, embora esteja cada vez mais intolerante às lentes de contacto. Tenho pouca lágrima, não fecho completamente a pálpebra quando pestanejo, e já tive um descolamento do vítreo.


 


A minha filha tem uma miopia tão grande no olho direito que nenhuma operação resolveria o problema. Praticamente não utiliza aquele olho, e o outro tem que ser vigiado e mantido de boa saúde. Tem que usar óculos, mas só para ajudar o olho bom.


 


A minha sobrinha também tem problemas na vista, já mudou de óculos várias vezes, e já foi operada.


 


E agora, é a vez do meu pai ter que ser operado também a uma catarata que lhe apareceu há cerca de um ano, e que ele deixou andar. Está a aguardar a marcação da cirurgia.


 


Os problemas de visão atingiram mesmo esta família!

A História de um Gato


 


Um gato foi atropelado num parque. Todos olham para ele, com pena pela pouca sorte do animal, mas ninguém se chega à frente para o ajudar.


Marlene, no seu passeio habitual pelo parque, onde tem por hábito alimentar alguns gatos que fazem dele a sua morada, depara-se também com este cenário mas, ao contrário dos restantes, decide agir e levar o gato ao veterinário mais próximo.


No hospital, e feitos vários exames, o prognóstico não é nada animador: três lesões na coluna que lhe causaram paraplegia irreversível. Só havia três soluções - a eutanásia, a devolução ao ambiente, onde acabaria por falecer devido à sua nova condição, ou a adopção por parte de Marlene, assumindo assim a responsabilidade por todos os tratamentos e cuidados que o gato amarelo e branco, mais tarde baptizado de Senninha, iria necessitar.


A decisão poderia parecer difícil mas, no fundo, já estava tomada! Ele tinha escolhido Marlene para sua protectora, e ela não o deixaria ficar mal, mesmo já tendo em casa outros 5 felinos!


Ao longo do livro, poderemos ver todas as dificuldades pelas quais Marlene e Senninha passaram, durante a adaptação e tratamento, e a forma como este gato encarava a sua condição, sem se deixar abater, sem reclamar, sem desistir.


Podemos também ver a cumplicidade que se foi gerando com alguns dos outros habitantes felinos da casa. Infelizmente, não por tanto tempo quanto gostaria porque, um a um, foram sucumbido à maldita insuficiência renal de que sofriam.


Este livro conta as aventuras do Senninha, as suas peripécias, a forma como vive e ultrapassa a cada dia as dificuldades que a vida lhe impôs.


E conta-nos o grande amor que Marlene tem por todos os animais, não só aqueles que foi acolhendo no seu lar ao longo dos anos, mas também por todos os outros que nunca tiveram a sorte de ter um lar!


É um testemunho de uma enorme coragem e dedicação, que nem mesmo eu provavelmente conseguiria ter!


 


 


Autor: Marlene Alves Catanzaro


Data de publicação: Junho de 2016


Número de páginas: 92


ISBN: 978-989-51-7173-6


Colecção: Viagens na Ficção


Género: Ficção


Idioma: Pt


 


 


Sinopse



"Um gato atropelado nas dependências de um parque público na cidade de São Paulo, no Brasil, fica abandonado à própria sorte; apenas um gato irremediavelmente ferido, amedrontado e confuso numa calçada ao pé de um muro, para ele, mais alto do que todo o universo.


Pessoas que passam por ali apenas observam o indefeso animal, magnetizadas pela sua beleza e sofrimento, sem, contudo tomar qualquer iniciativa de socorro.


A agonia se estende até que alguém surge para prestar socorro àquele gato de meiga aparência e olhos cor de mel.


A atitude impensada, movida apenas pelo sentimento de caridade, vai levar a salvadora a temer pelo próprio futuro com aquele animal, mas o tempo se encarregará de mostrar que, além do medo do desconhecido o amor sempre prevalece, modificando a vida dos dois.


O tempo se incumbirá de mostrar a coragem dos protagonistas desta história para superar e vencer obstáculos.


O amor pelos animais, despertado em uma criança por seu tio, não foi em vão.


Esta é uma história que comove e surpreende."


 


 



domingo, 7 de agosto de 2016

Os padres ainda vestem batina?!


 


Estou tão habituada a ver os padres vestidos com roupa normal, ou na igreja com aquelas vestimentas brancas, que achava que estas batinas já tinham caído em desuso.


No entanto, ontem, no Lidl, deparei-me com um padre que ainda usa uma destas batinas pretas, com botões de cima abaixo e apenas com um colarinho branco. 


O pobre homem até se devia estar a sentir mal com aquela vestimenta, sob o calor intenso que se fazia sentir.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Cor, alma e coração!

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Ou melhor, dois corações!


Se eu alguma vez pensei que uma batata nasceria, naturalmente, em forma de coração. Mas foi isso que aconteceu, e veio parar até mim.


Depois de várias semanas a deixá-la por lá e a gastar outras, acabei por cozinhá-la hoje para o almoço.


E foi este o resultado!


 


 


 

A arte de irritar alguém!


 


Há pessoas que são peritas nesta arte! 


E gostam tanto de o fazer.


 


Há as que percebem, e o fazem de propósito só para nos tirar do sério.


Há as que o fazem sem saber, mas têm o mesmo efeito.


Há as que nos irritam assim que soltam a primeira palavra, e as que nem precisam de abrir a boca!


 


Há as que gostam de ser do contra só porque sim!


Há as que se limitam a rebater as afirmações dos outros, porque não têm as suas próprias para proferir.


 


Há as que escolhem a vítima do momento, e as que disparam contra tudo e todos!


 


Se o mundo seria diferente sem estas pessoas? Ser até seria...


Mas depois como é que treinávamos a nossa paciência, a nossa calma, a nossa capacidade de ouvir e ignorar?


Não seria a mesma coisa, pois não?!

Querem ganhar um relógio Adidas Stan Smith?

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Então participem no passatempo da Blogazine deste mês, e habilitem-se a ganhar este relógio!


A Relógios PT e a Blogazine uniram-se e decidiram oferecer um Adidas Stan Smith a um dos seus leitores.


Aqui ficam todos os passos para participar:


 


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Boa sorte!


 


 

Centrar ou dispersar?


 


O que é que valerá mais a pena - centrarmos todas as nossas energias na concretização de um projeto de cada vez, ou dispersá-las por vários ao mesmo tempo, correndo o risco de não dar conta deles todos?


Não é mau ter vários objectivos a alcançar e concretizar, mas até que ponto estaremos inteiramente focados neles, e conseguiremos levá-los a bom porto?


Se conseguirmos fazê-lo, melhor! Mas seria bom pensar bem nas nossas prioridades, naquilo que realmente queremos, na necessidade de realizar tudo ao mesmo tempo, e no tempo que teremos para tudo isso, antes de tomar qualquer decisão precipitada.


Sobretudo, quando essas decisões definirão o nosso futuro.


Por muito que queiramos, não podemos fazer o tempo aumentar nem tão pouco andar com ele para a frente, e não devemos pôr a carroça à frente dos bois, porque pode dar mau resultado.


O problema de, muitas vezes, querermos agarrar tudo o que nos aparece pela frente é que, embora no início pareça fácil, com o tempo pode-se revelar uma tarefa mais complicada, pode começar a pesar, as nossas mãos podem ser insuficientes, e corremos o risco de deixar cair ao chão algumas dessas coisas que não quisémos antes deixar. Nesse caso, acabamos por perdê-las na mesma.


Subir vários degraus de cada vez é possível. Dedicarmo-nos a alguns projectos diferentes também. Mas pode dar muito mau resultado. Em vez de estarmos focados a 100% numa única meta, estaremos divididos em três ou quatro diferentes, e com a nossa atenção reduzida a pouco mais de 25% para cada uma delas, o que pode não ser suficiente para nenhuma.


A ambição, com conta peso e medida, é saudável. Em demasia, nem por isso. E, de tanto querermos tudo, podemos acabar por ficar sem nada!


 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Aqui em Mafra chove!


 


O dia hoje amanheceu chuvoso aqui por Mafra!


Já estamos habituados :) 


Agosto sem dias de chuva não é Agosto. Já assim era nos tempos em que era miúda, e ia para a praia com o meu pai, muitas vezes com chuva, outras com trovoada. 


Diz quem estava acordado que, esta madrugada, já caía a chuva miudinha que, ainda assim, foi suficiente para fazer ouvir as gotas a pingar dos telhados.


Quando vim para o trabalho, continuava miudinha, mas molhava. Ao almoço, o sol já espreitava mas voltou a recolher, e mais uns pingos caíram.


Diz o meu marido que no Estoril está céu limpo e calor!


 


Mafra é mesmo um mundo à parte, e com um microclima muito próprio!

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!