
Ontem caiu uma pedra. Colocámo-la de novo no lugar. Hoje caem mais duas. Voltamos a devolvê-las ao sítio de onde cairam. E assim se vai vivendo, até que as pedras caídas começam a ser mais que as mãos que temos para as apanhar.
Se corremos a segurar uma, outras irão, inevitavelmente, cair. E se nos apressamos para segurar outras, caem as primeiras.
Quando damos por isso, começam a ficar algumas pedras cá em baixo, que não sabemos quando nem como conseguiremos repôr para manter o equilíbrio. Mas ainda pensamos nessa possibilidade, o que não é mau.
Pior é quando nos dizem: "não vale a pena tentares, nunca conseguirás colocar todas de volta no sítio". Ou, então, quando afirmam peremptoriamente, que o melhor é atirar com as restantes pedras, que ainda permanecem intactas, ao chão. Pior, é quando até dão um empurrãozinho numa ou outra, para cair mais depressa.
Aí, acaba-se toda a esperança, toda a força, toda a determinação. Deixemo-las cair então...
Perder a esperança é que não!
ResponderEliminarE vais desistir assim?
ResponderEliminarComo refiro no meu mais recente post, quando nascemos a vida já cá andava e tivemos que nos adaptar a ela com todos os seus obstáculos e vitórias! Mas adaptar não é aceitar Marta.
Vá mãos à obra para colocar as pedras todas novamente no seu lugar!
Elas não vencerão contra a tua fé!
Beijinho e bom fim-de-semana.
Às vezes não é fácil.
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ResponderEliminarVamos lá ver se me dão uma mãozinha, para ser mais fácil pôr tudo no sítio!
Obrigada :)
Bom fim-de-semana!
Beijinhos