terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Que resposta se dá a isto?!

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Na última reunião de pais, falava a directora de turma com os pais acerca do comportamento da turma. 


Não é uma questão de serem mal educados para os professores, ou casos de indisciplina grave. São sim, de forma geral, muito conversadores.


Nesse dia, por esse motivo, tinham sido convidados a sair de uma aula dois alunos. Uma das mães perguntou se, por norma, apenas eram expulsos da aula os alunos que provocavam a situação. 


A professora respondeu:


 


"Nem sempre o aluno que vai para a rua é aquele que se portou pior na aula. O que acontece, por vezes, é que determinados alunos vão-se portando mal, e o professor vai aguentando.


Depois, um outro pode até fazer uma coisa mínima, mas é nessa altura que o professor enche as medidas, e acaba por ser esse a pagar por todos!"


 


Ou seja, 2 ou 3 alunos fazem porcaria quase toda a aula. Um outro tem o azar de fazer um disparate, e é ele que vai para a rua, enquanto os outros permanecem na aula.



Será justo? 


 


 


 


Desamores, de Manuel Soares Traquina

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Amizades que se vão perdendo com o passar dos anos


 


Casamentos por conveniência, negócios e estatuto


 


"Arranjinhos" entre pais que teimam em escolher o melhor partido para as filhas


 


Paixões arrebatadoras por alguém que já é comprometido


 


Amores não correspondidos


 


Ciúmes exagerados ou total indiferença entre casais


 


 


Soa-vos familiar? 


Tudo isto está presente nesta obra de Manuel Soares Traquina. 


Desamores traz aos seus leitores 6 pequenas histórias, umas com finais mais felizes, outras nem tanto.


 



O ser humano é complexo, e consegue transpôr essa complexidade para as suas relações, sejam elas de que espécie forem.



 


 


Pelo que tenho vindo a observar nos últimos tempos, tenho tendência a desconfiar de amizades repentinas em que, de um momento para o outro, duas pessoas se tornam melhores amigas, para dali a dois dias nem se falarem. No entanto, até mesmo em amizades mais consolidadas isto pode vir a acontecer. Por muito que essas pessoas queiram manter os laços criados na infância ou na adolescência, a vida e muitas das decisões que vão sendo tomadas já na fase adulta, acabam por deitar por terra essa intenção. E o afastamento é inevitável. Por vezes, o contacto é mesmo cortado de vez, restando a resignação e a saudade de bons tempos que passaram, e já não voltam.


 


 


Também os casamentos por conveniência, e os "arranjinhos" perduram ao longo de gerações, seja por questões financeiras, títulos, negócios em conjunto, estatuto ou, simplesmente para afastar uma terceira pessoa, que não consideram digna dos filhos. Para que serve tudo isto?


Para manter as aparências que, salvo raras excepções, não passam disso, de aparências. De uma fachada para esconder o verdadeiro carácter, a verdadeira natureza dos intervenientes, e todo um mundo que apesar do dinheiro, consegue ser mais pobre que aquele onde vivem os que não o têm.


De que serve um bonito e influente casal na fotografia se, na intimidade, não passam de estranhos? De que serve alguém endinheirado, se lhe falta carácter?


O preço a pagar por estes erros é muito alto. E, depois, será tarde demais para arrependimentos.


 


 


E as aventuras? O que dizer das aventuras?


Por vezes os casais passam por fases complicadas, que podem levar a que um dos membros, ou ambos, se deixem levar pelas circunstâncias. No entanto, outros haverá que não precisam de "desculpas", e que fazem dessas aventuras o seu modo de vida. Mas seria bom avisarem o parceiro de aventura, até para que não haja surpresas e desilusões, que tudo o que viverem não passará disso mesmo - uma aventura com os dias contados.   


 


 


O ciúme é outro inimigo das relações. E existem mesmo pessoas que ultrapassam os limites, transformando o ciúme em obsessão, sentimento de posse. Mesmo não sendo um casal feliz, não admitem sequer a hipótese do divórcio. E resolvem tratar do assunto da pior forma "se não és meu/ minha, não serás de mais ninguém".


Valerá a pena? O que ganham com isso? Terão prazer na infelicidade dos outros, e na sua própria?


 


 


No extremo oposto, temos as relações em que a rotina se instalou de tal forma, que o casal passa a ser uma dupla de estranhos a viver juntos. Por vezes, nem eles próprios percebem no que se transformou essa relação. Os gestos de amor e carinho tendem a desaparecer, e a sua ausência torna-se algo tão habitual que nem se estranha. A chama há muito se apagou, mas eles continuam a viver como sempre porque, aparentemente, nem deram pela falta desse calor.  


 


 


Haverá, no meio de todos estes sentimentos e relações complicadas que se criam e alimentam, alguém que, de facto, consiga perceber que vale a pena sair da sua zona de conforto, e lutar pela felicidade, pela amizade, pelo amor?


 


Ou viveremos nós numa época de "Desamores"? Descubram-no, neste livro de Manuel Soares Traquina, e tirem as vossas próprias conclusões!


 


 


Sinopse



"A minha Luísa tinha casado.


Não esperou por mim.


Tinha casado com outro. Era de outro. Senti-me abandonado, viúvo, morto.


O que senti foi que a sua mão ficou de repente inerte e o seu olhar parado, fixado em mim, um olhar muito ansioso. Chamei-a, não reagiu. Tentei levantar-me para chamar a enfermeira, mas nesse momento tive a sensação de que flutuava; o chão sumira-se e toda a realidade se esfumava.


Então, vi-me de mão dada com a minha Luísa a flutuar, sem destino, por entre as nuvens.


O tipo, de quem se divorciara recentemente, era uma besta. Infernizara-lhe a vida e chegou a bater-lhe, conforme confessara à Patrícia. Deixara-o, mas ele continuava a pedir-lhe que regressasse. E a parva a confessar que ainda gostava dele. Um dia ainda a via no jornal, vítima de um caso trágico de violência doméstica."


 



 



 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Gato por lebre na televisão

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Depois de muito procurar entre os vários filmes que temos por lá gravados, e de nenhum me inspirar, deparo-me com uma gravação da minha filha, do filme "Barbie e As Agentes Secretas".


Ora, em tempos éramos coleccionadoras destes filmes da Barbie, e não perdíamos um, pelo que me apeteceu ver este que ainda não conhecia.


Qual não é o meu espanto quando, ao carregar em "Ver", o filme que deveria ser "Barbie e As Agentes Secretas", anunciado como tal, e com sinopse referente ao mesmo, afinal é "Barbie e o Portal Secreto"!


Então agora, na televisão, também "vendem gato por lebre"?

E esta, hein!

 


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Anda uma pessoa a vida inteira a aprender que o peso se mede em quilos, para depois perceber que, afinal, o que se mede em quilos é a massa de um corpo, e não o peso!


 


"Massa é a quantidade de matéria que um corpo possui, sendo, portanto, constante em qualquer lugar da terra ou fora dela.


Peso de um corpo é a força com que esse corpo é atraído (gravidade) para o centro da Terra. Varia de acordo com o local em que o corpo se encontra. Por exemplo:


    A massa do homem na Terra ou na Lua tem o mesmo valor. O peso, no entanto, é seis vezes maior na Terra do que na Lua."


 


Ou seja, a massa mede-se em quilos, o peso em newtons!


 


 


Pergunto-me eu: De que serve andarmos a apreder se, mais cedo ou mais tarde, percebemos que aquilo que nos ensinaram está errado, ou desactualizado?

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

À Conversa com os 2640

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Natural de Mafra, este grupo, formado por nove elementos, decidiu juntar-se para mostrar que fazer música é algo especial.


Começaram do zero, escrevendo e produzindo as suas próprias músicas, tendo também passado pela experiência de gravar o primeiro videoclip da banda.


São os 2640 os convidados de hoje, a quem agradeço desde já a disponibilidade para participarem nesta rubrica! Deixo-vos com a sua entrevista:


 


 


 



 


Quem são os “2640”?


Somos um grupo de amigos que cresceu em Mafra. O grupo é composto por 9 elementos (8 Mc´s e 1 produtor de vídeo), uma família que reúne 9 personalidades diferentes, com vivências muito parecidas que, através da música, relatam o que pensam e dão a conhecer um pouco de cada um.


 


Porquê “2640” para nome da banda?


No início, a preocupação era meramente musical. Depois, surgiram algumas dificuldades na procura de um nome que nos definisse. Posteriormente, em debates de grupo, não chegámos a um consenso e, pondo de lado esse assunto, continuámos a desenvolver os nossos projetos.


Entretanto, o nome surgiu no seguimento de uma conversa, em que um dos elementos deu a ideia de 2640, nome que representa o nosso concelho, onde crescemos e aprendemos os valores que temos hoje, ao fim ao cabo são as nossas raízes.


 


Quando é que surgiu a vontade de formarem a vossa banda e fazer música em conjunto?


Começámos em 2015, na casa de um dos integrantes deste grupo, o U~. Era um espaço em que nos costumávamos juntar, tanto pelo convívio, como para gravação de algumas maquetes, e ao longo do tempo foram-se juntando ao grupo alguns amigos com o mesmo gosto, a música, em particular o Rap.


 


Quais foram as maiores dificuldades com que se depararam, e que ainda enfrentam nesta fase inicial?


As principais dificuldades com que nos deparámos foram a falta de conhecimento a nível técnico, no que toca a música e à sua produção, e conseguir conciliar a vida de 9 pessoas diferentes num só projeto. Dificuldades estas que temos de ultrapassar de forma autodidática.


 


Como caracterizam o vosso estilo musical?


O nosso estilo musical é RAP, ritmo e poesia inspirado na sua época de ouro (golden era), os anos ’90.


 


Quais são as vossas maiores referências a nível musical?


As nossas maiores referências a nível musical, enquanto grupo, são Wu-Tang Clan, Racionais MCs, Big L, KRS One, entre outros.


Em Portugal, os Dealema, Sam The Kid, Da Weasel, Xeg, Chullage, Allen Halloween, entre outros.


 


 


 


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“Rap Raiz” e “Alma” são dois dos temas que já podemos ouvir. Todas as músicas são da vossa autoria?


As letras são da autoria de cada elemento. A gravação, masterização e captação é realizada por nós no Estúdio 2640. Os instrumentais, por enquanto, não são da nossa autoria, porém estamos a trabalhar nisso.


 


Do que falam as vossas músicas?


Através das nossas músicas tentamos expressar as nossas vivências, experiências e sensações. Resumidamente, tentamos transmitir aquilo que somos e aquilo que pensamos.


 


“Alma” conta também com videoclipe. Como foi gravá-lo?


Foi um trabalho enriquecedor de onde retirámos experiência e alguma bagagem para futuros projetos, conseguimos perceber todo o processo envolvente à gravação de um videoclipe. Queremos aproveitar para agradecer ao nosso produtor/realizador, Miguel Brito, pelo seu profissionalismo, entrega e espírito de grupo.


 


Sendo os “2640” uma banda de Mafra, o que consideram que mais falta faz, em termos de divulgação e promoção dos artistas/ bandas do concelho?


Achamos essencial um maior envolvimento da Câmara Municipal de Mafra na promoção e divulgação, isso poderia ser feito através da:



  • Criação de eventos musicais com estilos mais alternativo

  • Criação de eventos musicais exclusivos a bandas recentes e bandas do concelho

  • Criação de um estúdio comunitário para todas as bandas do concelho.


 


O próximo passo será a edição do primeiro álbum de originais da banda?


O próximo passo ainda não será um álbum de originais, mas temos alguns projetos a ser desenvolvidos.


 


Quais são os vossos planos para este ano de 2017, a nível musical?


Para este ano temos em mente dar a conhecer ao público vários projetos com as mais diversas temáticas.


 


 


Muito obrigada! E votos de muito sucesso para o futuro!


 


 


 

Sugestões para o fim-de-semana


 


(cliquem na imagem para ver as sugestoes)


 


 


A edição 7 da rubrica Fora de Casa traz as melhores sugestões para o vosso fim-de-semana e dias que se seguem.


Começamos o nosso itinerário em Setúbal, com teatro.


Continuamos a percorrer o país, passando por Odivelas para modalidades desportivas, Ponte de Lima para uma feira gastronómica, Coimbra e Estarreja.


Voltamos a Lisboa, para um pouco de teatro e música.


E, finalmente aterramos na Madeira, que nos vai adoçar com sabores muito especiais!


Espreitem, e escolham onde querem ir!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Mako Mermaids - 2ª temporada

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Não perdi uma temporada da série H2O, que adorava, e tive pena que chegasse ao fim.


Entretanto, estrearam a primeira temporada de Mako Mermaids - A Ilha da Mako e, apesar de ser diferente, com outra história e outras personagens, conseguiu cativar-me, e acompanhei-a do primeiro ao último episódio.


Depois disso, qualquer que fosse o canal, andavam sempre a repetir estas séries.


Este mês, finalmente, a SIC estreou a segunda temporada de Mako Mermaids. Dois episódios por semana, aos sábados e domingos de manhã.


Pode ser uma série para adolescentes, mas a verdade é que adoro. Vê-se um episódio, e fico com vontade de ver outro, e outro, se possível, a série toda de uma vez!


Nesta nova temporada, chegam novas sereias à ilha de Mako - Ondina e Mimmi, mas não só. Haverá mais um tritão a fazer companhia a Zac - Erik, que ainda não se percebeu bem se terá a melhor das intenções, e Evie transformar-se-á em sereia.


A par com todas estas súbitas mudanças, muitos segredos irão ser desvendados, e estou ansiosa por descobri-los!


 

Os Extraordinários

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No passado domingo, e porque as alternativas não me agradavam, decidi experimentar ver "Os Extraordinários".


Não vi de início, apanhei o miúdo mais novo já no final da sua prova. Mas vi os restantes concorrentes.


Um primeiro, a adivinhar marcas e modelos de carros de alta cilindrada, só de ouvir os seus motores. Acertou em todos!


Um segundo concorrente, que para mim foi mesmo extraordinário, adivinhava a localização de peças de diversos puzzles. Acertou em todas!


E eu pus-me a pensar: "ok, eles são todos extraordinários naquilo que se propuseram fazer mas, se acertam tudo, que graça tem?".


 


Chegou a vez do último concorrente, que iria adivinhar marcas de vinhos, só de os cheirar/ provar. Desta vez, o concorrente falhou uma vez, o que tornou mais credível o programa. Começava a achar que aquilo se estava a tornar aborrecido e, até, programadopara ninguém ficar mal!


 


Ainda assim, também não o considerei nada de extraordinário, ao contrário dos concorrentes. Não é um programa que me faça perder o meu tempo a vê-lo.


 


 


 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Perfumes originais versus Imitações

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Já não é a primeira vez que me interpelam na rua, no local de trabalho ou até em clínicas, com o objectivo de me apresentar e tentar vender perfumes que imitam os originais das marcas mais conhecidas.


Ontem, foi a vez de uma senhora que, achando-me com cara de quem estava a precisar de um novo perfume, me interpelou para mostrar as novidades.


Mostrou-me um, que não conhecia, mostrou-me outro, parecido com um que já usei, e ela ficou surpreendida com os meus conhecimentos (se há coisa que não sou minimamente perita, é em perfumes)!


A seguir, um terceiro, para mulher - imitação de Light Blue, Dolce & Gabbana. Nada a ver! 


 


- "Não acha parecido? Eu tenho um original em casa, e acho-os quase iguais!", diz a senhora.


- "Pois, eu também tenho um original em casa, é o meu perfume preferido, e o cheiro deste é muito diferente!", respondi-lhe eu.


 


Não se dando por vencida, mostra-me então outras três amostras para homem. No fim, diz-me:


 


- "Com tantos perfumes, já a deixei confusa! Qual é que gostou mais?"


- "Gosto mais dos meus, que tenho em casa!", rematei eu.


 


 


 


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Não sou nenhuma maníaca por perfumes. Sou até muito selectiva, e quase nenhuns me agradam. Mas, quando descubro um que gosto, não o largo. Até ao dia em que o deixarem de produzir (algo que tem acontecido com os meus escolhidos).


Assim, não gasto muito dinheiro em perfumes, até porque um frasco médio dá-me quase para todo o ano. Mas, podendo, prefiro gastar mais por um perfume original, do que por uma económica imitação.


 


Porquê?


Os perfumes originais tem uma longa duração - coloca-se de manhã, e nota-se o cheiro ao longo do dia.


As imitações, ao fim de uma ou duas horas, já não se notam.


 


Raramente as imitações têm exatamente o mesmo odor dos perfumes originais. Se passarmos por alguém que usa um determinado perfume original, e que nos conheçamos, passamos por essa pessoa e somos capazes de afirmar que perfume está a usar.


Com uma imitação, não sendo o odor 100% fiel ao original, não se percebe muito bem que perfume será.


Além disso, sendo uma imitação com um preço tão reduzido relativamente ao original, nem sempre a qualidade será a melhor, o que pode, em algumas pessoas, provocar alergias ou outros tipos de reacção.


 


Se o preço compensa?


Talvez...Se a pessoa gostar daquele odor, independentemente do que está a tentar imitar, e não puder comprar um original, mais caro, sim.


Mas se tiver que usar o dobro ou o triplo da quantidade para obter o mesmo efeito que um original, acabará por gastar mais depressa um frasco, e ter que comprar mais, o que pode não justificar.


 


E por aí?


Costumam comprar imitações? Ou preferem originais?


Qual é a vossa experiência com estes dois produtos - originais e imitações?


 


 

Sabem aquele momento...

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...em que estamos no trabalho e nos apetece comer mais alguma coisa?


...em que não podemos sair e já devorámos tudo o que tínhamos à mão?


...em que vasculhamos todos os cantos à procura de algo que não tenhamos visto, e nada?


...em que nos conformamos, e esperamos ansiosamente que chegue a hora da saída para ir para casa e comer?


 


Pois foi o que me aconteceu ontem.


E quando chego a casa, numa altura em que já não é preciso, lembro-me que deixei um iogurte no trabalho, que tinha levado à tarde, e não cheguei a tocar nele!


Resultado: iogurte para o lixo, graças à minha esperteza (já é a segunda vez que acontece), quando o podia ter bebido, e resolvido o problema!

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Vem aí a 2ª edição de Terror na Maternidade

Foto de Rosana Antonio.


 


Rosana Antonio, autora do livro "Terror na Maternidade", do qual já aqui falei em algumas ocasiões, tem um desafio a fazer.


 


 


"Um desafio para as grandes Mulheres, aquelas com "M" MAIÚSCULO."


 


Com a primeira edição do livro esgotada, Rosana irá avançar brevemente com a 2ª edição do livro. Nele serão relatadas, para além das histórias que já foram publicadas, novos testemunhos.


Assim, quem tiver histórias recentes (de 2010 até hoje), sobre maus tratos, negligência médica e violência obstétrica, sofridos nas maternidades portuguesas, e estiver interessado(a) em se unir a esta causa, envie o seu testemunho para o e-mail da autora: info@rosanaantonio.com.


A Rosana esteve recentemente na SIC, onde falou sobre esta temática. Aqui fica:


 



 


 


 

Pela saúde mental dos pais, acabem com os TPC's!

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Pior que uma mãe se sentir frustrada por não conseguir ajudar um filho nos trabalhos escolares, é perceber o que é pedido, explicar ao filho de 50 maneiras diferentes e ouvi-lo repetir as conclusões e, na hora de ele escrever a resposta, ouvi-lo pronunciar um "não sei"/ "não percebi". 


 


Isto dá cabo do sistema nervoso de qualquer mãe/ pai.


Ainda mais, quando a resposta está toda no manual e, mesmo que assim não fosse, é algo básico que qualquer um sabe.


 


Deixo aqui um apelo aos digníssimos professores: pela saúde mental dos pais dos vossos alunos, acabem com os TPC's!


Se eles têm mesmo que consolidar as matérias dadas em aula, que quem de direito retire a enorme quantidade de disciplinas e aulas semanais que os alunos têm, e substituam alguns desses tempos por apoio aos TPC's.


 


Assim, quando chegam a casa já não têm que ter mais essa preocupação, e os pais não têm que perder metade do seu tempo livre a ajudar os filhos, em vez das suas próprias tarefas, e terminar o dia irritados, chateados, e com uma vontade enorme de andar à estalada, que não resolve nada de qualquer forma, e só dá cabo de um tempo que poderia ser de qualidade, passado em família.


 


E não venham cá com coisas de que "ah e tal, eles têm que se desenrascar sozinhos" , "têm que ter responsabilidades" ou "esse trabalho é deles, os pais não têm que se meter".


Sim, eles têm que ser responsáveis, tentar fazer as coisas sozinhos e sem ajuda. Mas, na prática, o dever de ajudar os nossos quando é preciso fala sempre mais alto, e leva a melhor. Só que, se na maior parte das vezes corre bem, outras nem por isso. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A Tua Cara Não Me É Estranha - Final

Atrevo-me a dizer: estavam à espera que o programa chegasse ao fim, para darem "show"?!


Ou esta gala foi a prova de que os artistas e múscicas que calham aos concorrentes não os favorecem em nada?


 


 


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O David Antunes escolhe Joe Cocker, e surge irreconhecível, e irrepreensível na sua imitação, mostrando mais uma vez porque foi um dos finalistas e favoritos à vitória.


 


 


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Outro concorrente que também se transformou por completo e que, se eu não tivesse visto, não faria a mínima ideia de quem era, foi o Sérgio, com o seu Stevie Wonder!


 


 


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E o que dizer da Melânia Gomes, como Amália?! Houve momentos em que parecia que estava a ver a própria! Uma das melhores imitações da Melânia, sem dúvida.


 


 


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Outra concorrente que deu tudo nas últimas galas, e nesta não foi diferente, foi a Marta Andrino. Desta vez, escolheu Lorde para imitar, e mostrou o que vale.


 


 


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Jorge Mourato escolheu David Bowie, e fez uma excelente imitação, em termos de timbre, muito parecido com o original. 


 


 


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Darko optou por Jeff Buckley que, confesso, nunca vi nem ouvi, mas gostei de o ver.


 


 


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As imitações que não me convenceram mesmo foram as da Carolina Torres e da Maria Sampaio.


 


 


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E o vencedor foi: David Antunes!


 


 


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Confesso que estava à espera que a Alexandra votasse no Darko. Relativamente aos restantes jurados, imaginei que escolhessem o David, que mereceu esta vitória, não só pelo excelente trabalho, como também pela humildade com que sempre encarou este programa.


 


 


Imagens www.tvi.iol.pt/programa/a-tua-cara-nao-me-e-estranha/

O grande negócio das editoras...

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...e como nos deixamos levar por elas!


 


Ora vejamos a seguinte proposta:


Por 30 livros que enviam para o cliente, este tem que pagar 350 euros, o que significa que, para recuperar o investimento, o cliente tem que vender esses 30 livros, por um preço mínimo de 12 euros.


Esses mesmos 30 livros, numa gráfica, ficariam em menos de metade do preço. Mesmo investindo um pouco mais no design da capa, ainda sobraria muito.


 


Esses 350 euros incluem também a venda do livro online (no site da editora, facebook e amazon em todo o mundo). Ora, qualquer cliente pode colocar o seu livro à venda na amazon, e publicitá-lo no facebook. Ou seja, o cliente está a pagar por uma espécie de campanha de marketing (que nem sempre funciona da melhor forma) e pelo facto de uma determinada editora, por ser conhecida (nem sempre), conseguir angariar mais facilmente possíveis compradores.


 


Só que, desses livros vendidos pela editora, e que já pagámos do nosso bolso, eles cobram cerca de 12/ 14 euros ao consumidor final por cada livro, e apenas cerca de 2 euros são para o cliente, ficando a editora com o restante valor.


Ou seja, as editoras não gastam um tostão, porque são os autores que investem, e ainda lucram com o nosso trabalho!


E isto é apenas uma proposta básica. Propostas com lançamentos em livrarias ou outros espaços públicos, e venda física em livrarias conhecidas, podem variar entre os 1000 e os 2500 euros.


 


Mas, para muitos, é um investimento que vale a pena. Porque assim não têm que ter trabalho com a revisão do livro, capa e outros pormenores necessários, nem se preocuparem em angariar compradores, negociar locais para lançamento, apresentações ou sessões de autógrafos, investir em publicidade.


No entanto, há que ter em conta a editora que se escolhe, porque muitas prometem muito, e cumprem pouco. E, nesses casos, tem que ser depois o próprio autor a fazer tudo aquilo que pagou para evitar, se quiser ter algum retorno.


 


 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O problema não é o frio!

Foto de Kiss Kiss Bang Bang.


 


E hoje, nem mesmo assim!


Pelo menos o sol voltou, que há pouco até as nuvens queriam tapar a única fonte de calor que ainda nos vai ajudando durante o dia :)

Instinto Maternal

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Vimos uma vez o trailer, quando andávamos à procura de um filme para ver. 


Nessa altura, ainda só estava disponível para aluguer, no videoclube da Meo.


Entretanto, recentemente, vimos que ia passar na TV e gravámos. Vimo-lo na sexta-feira passada.


 


O filme começa com um primeiro contacto entre Scarlet e um estranho vizinho, Seth, de quem a filha de Norah não gostou muito, apesar de até estudarem na mesma escola.


Mas se, no início, essa antipatia é minorizada, o mesmo não acontece quando o irmão de Scarlet, Gus, que se encontrava a cargo da irmã enquanto os pais estavam fora, desaparece de casa. Isto depois de Norah tomar conhecimento de que esse mesmo Seth andou a fotografar a sua filha em roupa interior, e a anda a assediar, enviando-lhe as fotografias para o telemóvel.


 


Todas as pistas apontam para Seth, um jovem estranho, delinquente, com antecedentes criminais, e proveniente de uma família desestruturada, como grande responsável pelo rapto de Gus mas, sem provas, não o podem manter detido.


Por outro lado, ao longo do filme, ficamos com aquela sensação de que isso seria demasiado óbvio, e que, mesmo estando envolvido, deverá haver algo ou alguém por detrás desse acto. A minha suspeita começa a cair sobre o detective encarregado do caso que, a dado momento, até "planta" provas incriminatórias em casa de Seth, levando a mãe deste a ser levada pela polícia.


 


No entanto, Norah, uma mulher de fibra, garra, capaz de tudo para ter o seu filho de volta antes que seja tarde demais, está convicta de que Seth é o raptor e não hesita em fazer tudo o que pode, resolvendo, perante uma justiça lenta e pouco activa, as coisas à sua maneira.


Norah consegue levar Seth, depois de inanimado por lhe ter dado uma pancada na cabeça, para uma casa isolada que está a tentar vender, e colocá-lo dentro de uma jaula, sem roupa e amarrado, onde pretende torturá-lo ou, até, matá-lo, se ele não lhe revelar o paradeiro do seu filho.


 


Só que as coisas não correm como seria de esperar, e agora, não só Gus corre perigo, como também Scarlet. E o tempo está a fugir por entre os dedos...


Conseguirá Norah salvar ambos os filhos? E, afinal, quem é que está por detrás do desaparecimento dos dois? Estará o instinto de Norah certo desde o início, ou será apenas o desespero a falar mais alto?


 


 

Sugestões para o fim-de-semana


 


A rubrica "Fora de Casa" desta semana traz novas sugestões para a semana de 19 a 25 de janeiro (Fora de Casa -19 a 25 de janeiro).


Entre música, teatro, feiras e até um concerto virtual em vídeo mapping, no Palácio de Queluz, há muito por onde escolher, mas o meu destaque vai para a peça "Coisas de Criança", do Colectivo A TRIBO, na Ericeira!


 


Entretanto, se quiserem ver alguns eventos de que têm conhecimento, divulgados no Fora de Casa, podem deixar aqui ou enviar-me por email as sugestões.


Procuramos ter eventos diversificados e que ocorram em diversos pontos do país.


 

Os Segredos de Um Cego


 


Joaquim de Sousa Martins enfrentou, desde tenra idade, uma vida de dificuldades.


No entanto, tanto ele como os irmãos, e até os próprios pais, eram felizes à sua maneira, com o pouco que tinham.


Só que, por vezes, acontece alguma coisa que acaba por transformar completamente a vida de uma pessoa. E, como um mal nunca vem só, calhou a Joaquim sofrer as mais variadas injustiças que possam imaginar, não só de pessoas que só vivem bem à custa do mal dos outros, mesquinhas, traiçoeiras, como até mesmo daqueles que lhe eram mais próximos. 


Foi uma vida de muita luta, de muitas portas fechadas na cara. Uma vida nómada, saltando de terra em terra, tentando que a sorte lhe sorrisse nem que fosse uma vez na vida.


Com ele tinha, a determinada altura, a sua mulher e quatro filhos, que dele dependiam. Mas o desespero pode levar até o mais forte a sentir-se tentado a cometer uma loucura.


Contudo, pode ser também nesses momentos em que nos encontramos na escuridão, que conseguimos vislumbrar melhor a mais ténue luz - uma esperança à qual nos possamos agarrar. E, em alternativa ao fim, um recomeço!


Esse recomeço veio, a Joaquim, pela mão de Deus, e da sua filha mais nova, tornando-o no homem que é hoje.


Joaquim pode ter perdido o poder da visão, mas talvez veja melhor que todos o que de bom a vida lhe trouxe, e como todas as provações lhe serviram para o tornar mais fortalecido, e crente num futuro onde reinará, por fim, a felicidade!


 




Sinopse



"6 de Dezembro de 1984, dez horas da noite. Chamei a mulher junto a mim e disse-lhe: " - Dentro de três dias estarei cego!"


 "- Não digas disparates". Respondeu-me a sorrir.


 


Ao acordar sentei-me na cama. Sentia-me bem disposto e na minha frente estava um guarda fato com um espelho na parte de fora.


Ao olhar para o mesmo fiquei imobilizado por um instante, pois reparei que nos meus olhos estava um risco da cor do sangue em horizontal. Deixava-me ver metade do meu rosto, tanto para cima como para baixo.


Chamei a esposa e disse lhe " - Lembras-te do que te disse há 3 dias atrás? Afinal aconteceu".


 


Seis horas da tarde do mesmo dia, o mundo se apagou para mim.


Como primeiro diagnóstico médico, pensaram verificar-se uma embolia cerebral e como a mesma me levaria num espaço de vinte e quatro horas, não fui medicado, ficando assim à espera do meu fim.


Não se verificando qualquer alteração no meu estado de saúde, enviaram-me de imediato para Lisboa.


No caminho para Lisboa, pedi aos bombeiros que passassem por minha casa, para me despedir da minha família, pois eu não saberia qual a decisão que Deus tinha tomado sobre mim.


Enquanto a ambulância seguia aflita para Lisboa, caía sobre mim, uma montanha de pensamentos.


"E agora o que será feito de mim? E da família?


Meu Deus, estou nas tuas mãos!"








 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Se não querem atear o fogo, não acendam o fósforo!

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Já não é a primeira vez que me deparo com uma situação destas, e é algo que me irrita profundamente.


Uma associação de protecção de animais partilhou, na sua página do facebook, uma publicação acerca de um gatinho que foi devolvido, pela família que o tinha adoptado há uns meses, apelando a que se tentasse encontrar um novo lar para o bichano.


Até aí, tudo bem. Tinha até começado a escrever um comentário, quando li melhor a publicação, e deparei-me com esta solicitação:


 


"Pedimos que em vez de comentários sobre a devolução nos ajudem de forma construtiva a encontrar a família 5 estrelas que este patudo precisa."


 


E, assim, apaguei o comentário que estava a escrever.


Mas houve quem se quisesse manifestar:


 


"...concordo que devemos tentar arranjar um lar para este menino o quanto antes, mas mesmo assim devem colocar o nome destes adotantes na lista de maus, ou melhor, péssimos adotantes para que este tipo de situações não se repita."


 


E que resposta é que recebeu?


Esta:


 


"Mas agora vamos começar a colocar cruzes vermelhas na testa de quem faz algo errado??? É isso que quer que lhe façam a si quando fizer algum erro na sua vida? Nem sabe o que se passou e nem temos que saber!! Temos sim, se pudermos, ajudar e mais nada!"


 


Ora, se não querem atear o fogo, não acendam o fósforo!


Se não querem que as pessoas se insurjam contra estas situações, que comentem, que critiquem, que condenem este tipo de actos, não os exponham.


Se o mais importante, como dizem, é encontrar um novo lar para o animal em questão, ajudando como pudermos, evitem falar do que gerou essa necessidade.


Porque raio têm que anunciar, com tanta indignação, o que os adoptantes fizeram com o animal, criticando, condenando e mostrando a sua própria revolta se isso, perante a situação do amimal em causa, é assim tão irrelevante? 


 


A publicação da associação:


"Devolvido…
Devolvido como uma peça que se leva para experimentar e depois afinal já não se quer..
Adotado em outubro, então um bebe com 3 meses, o Pokemon foi devolvido ontem com 7 meses.
Porquê? Não interessa, nestas situações a razão nunca tem razão.
O seu nome revelou-se uma verdadeira maldição - o jogo passou de moda e o interesse arrefeceu. Mas este tigrado não é virtual, é um ser vivo com emoções, com sentimentos, não é algo que desaparece por se desligar o botão…
Com mais de metade da sua pequena existência vivida numa casa imaginam a revolta deste menino? Não tivemos coragem de o colocar numa situação em que também ele pode entrar em depressão, por isso encontra-se muito provisoriamente em casa de uma voluntária.
É um gato meigo e brincalhão que precisa de encontrar a sua verdadeira família, que precisa com urgência de um lar.
Procuramos adotantes responsáveis, alguém que ame o Pokemon para o resto da vida e não apenas uns meses, alguém que entenda que estes animais têm sentimentos, que sofrem a sério com o abandono…
O Pokemon não está castrado nem testado mas assumiremos esses custos.
Só queremos que este menino encontre a felicidade que lhe foi prometida e depois roubada."


 


Compreendo que estarmos a deixar a nossa opinião não resolve o problema principal, que é o de se encontrar uma nova família para este gatinho. Mas, se a própria associação o faz, não teremos também nós, o direito de o fazer? E os outros o dever de a respeitar?

A Tua Cara Não Me É Estranha - penúltima gala

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Esta deve ter sido, talvez, a gala em que os concorrentes deram mais luta uns aos outros, e em que tiveram, na sua maioria, as melhores prestações ao longo de todo o programa.


 


 


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À excepção do David Antunes que, mesmo rapando o cabelo, não conseguiu uma boa imitação do Pedro Abrunhosa, e do Darko que, com o seu timbre grave, ainda assim não se assemelhou à Toni Braxton, todos os outros surpreenderam pela positiva.


 


 


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O meu destaque vai, sem dúvida, para a Maria Sampaio e para o Jorge Mourato, que fizeram as melhores imitações da noite.


 


 


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Quanto ao momento tão aguardado da noite - a vingança do Manuel para com a Cristina, ficou muito aquém das expectactivas, não porque a Cristina tenha imitado mal, mas porque a música não foi uma boa escolha, e dificilmente se consegue apagar a imagem do Goucha como Rosinha, essa sim, uma imitação hilariante.


 


 


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Os finalistas, já quase sabíamos quem seriam - Dvid Antunes, Maria Sampaio e Darko estavam praticamente garantidos, ficando só na dúvida o quarto, que se lhes iria juntar. Foi entregue, merecidamente, ao Jorge Mourato, embora fosse, de igual forma, atribuído ao Sérgio, à Carolina ou à Marta. Mas gostei que fosse o Jorge.


 


 


Imagens A Tua Cara não me é Estranha - TVI

Reencontro com o Amor, de Luisa da Silva Diniz

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Há pessoas, e amores, que nunca se esquecem e que, por mais anos que passem, conseguem fazer-nos sentir exatamente da mesma forma que da primeira vez.


Rita Saraiva e João Santos conheceram-se há mais de 12 anos, quando ainda estudavam. Foi com João que Rita viveu a experiência do primeiro beijo.


Mas Rita teve que partir de Portugal e, desde então, tudo o que João tem vindo a saber sobre Rita é através das suas fiéis amigas - Cristina, Beatriz e Sara.


Quando Rita regressa, João não perde a oportunidade de a tentar conquistar definitivamente, e retomar algo que tinha ficado pendente ao longo de todo o tempo em que ela esteve fora.


No entanto, talvez nenhum deles seja a mesma pessoa que outrora conheceram.


Rita traz com ela alguns traumas do passado, que ainda não estão totalmente ultrapassados, e a impedem de se entregar de corpo e alma a uma relação. É como se estivesse fechada numa concha, em que só as amigas têm permissão para entrar, uma vez que conhecem o seu segredo.


Já João, um homem aparentemente carinhoso, compreensivo, romântico, persistente e quase impossível de existir, nos dias que correm, revela-se, ao mesmo tempo, muito controlador, possessivo, quase um "homem das cavernas", de uma forma que chega a ser sufocante, e dá vontade de fugir. 


Mas não serão apenas estas posturas de ambos que irão pôr em causa a sua relação. A ex namorada de João, considerada uma doida por todos, semeia a dúvida no coração e na mente de Rita, levando o leitor a pensar que, talvez, as coisas não tenham sido exatamente como lhe foram contadas.


Surge também, a determinado momento, um homem misterioso, de nome Daniel, que parece estar sempre perto de Rita quando ela mais precisa. Quem será ele, e o que pretende?


Por outro lado, Rita começa a receber várias mensagens, entre as quais uma sobre o seu segredo, que alguém ameaça revelar, e que ela teima em esconder de João.


Quando nada o fazia prever, Rita acaba mesmo por desaparecer por uns dias, quase levando João à loucura, por não saber onde ela está, por ter perdido o controlo sobre a sua relação e sobre a sua namorada.


Que final estará reservado para estas duas personagens?


Será João mesmo quem parece ser?


Conseguirá Rita, finalmente, colocar o passado para trás das costas, e voltar a ser feliz?


 


 


Eu confesso que, ao ler este livro, comecei por simpatizar com o João. No entanto, se estivesse no lugar da Rita, acho que seria bem menos tolerante com a sua mania de querer controlar tudo e todos, ainda que isso possa ser apenas uma forma de amar e proteger quem ama, embora muitas vezes seja uma mera desculpa.


Identifico-me, em alguns aspectos, com a Rita. Com outros, definitivamente, agiria de outra forma.


Destaco ainda a forma como a autora mostrou aqui no seu livro algo que começa a cair cada vez mais em desuso - a verdadeira amizade, em que não há lugar a invejas, mexiricos, críticas pelas costas, mas sim a lealdade, partilha e companheirismo, haja o que houver, e aconteça o que acontecer!


 


Para quem gosta de romances, eu aconselho, sem dúvida, a leitura de Reencontro com o Amor!


 


 


Sinopse



"Rita Saraiva, depois de doze anos fora, regressa a Portugal. Na bagagem, trás as marcas e os traumas do passado que continuam a atormentá-la. Agora, de volta, só quer encontrar paz e tranquilidade. O que ela não contava era reencontrar João Santos, um amigo de juventude.


João Santos, entra de rompante na vida de Rita e, apesar de todos os anos que passaram, nunca esqueceu a amiga encantadora, divertida e linda.


Ele quer conquistá-la e arrebatá-la, mas conseguirá vencer as marcas e traumas de Rita?


E ela, conseguirá aceitá-lo e vencer os fantasmas que a impedem de ser feliz?


Uma história imperdível, na qual, o poder do Amor vence qualquer desafio."


 


 



 


 


 


 



 


 


 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Sabem aquele momento...

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... em que não querem de forma alguma que uma determinada pessoa vos veja e, por isso, olham ao vosso redor para ver se ela não está presente e, quando estão a respirar de alívio, calham olhar para trás, e dão de caras com ela?!


 


Pois, já me aconteceu!

Comentar ou adicionar aos favoritos?

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Já aqui tinha falado uma vez sobre o facto de, muitas vezes, os seguidores de determinados blogs os visitarem com frequência, mas absterem-se de comentar as publicações, pelos mais variados motivos.


Em algumas (poucas) ocasiões, em que a publicação agradasse mesmo muito, adicionavam-na aos seus favoritos.


Hoje, continuam a existir visitantes que não comentam, mas existem cada vez mais visitantes a adicionar várias publicações aos favoritos.


Será que esses visitantes optam por adicionar aos favoritos porque dá menos trabalho clicar num ícone, do que escrever um comentário?


Ou será porque gostaram mesmo do que o autor do blog escreveu, e querem dessa forma exprimir a sua opinião, o quanto gostaram ou, até, se identificam ou revêem naquilo que ali viram, e qualquer comentário que viessem a fazer se torna desnecessário ?


Assim sendo, coloco aqui uma nova pergunta: 


 



Comentar ou "favoritar"? (palavra inventada agora mesmo), eis a questão!



 


Qual é a vossa opinião?


Quando um post vos agrada, são mais de comentar ou adicionar aos favoritos?


O que vos leva a escolher uma opção ou outra?


 


 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O terceiro aniversário do mês é o da Inês!

Foto de Marta E André Ferreira.


 


Parece que ainda ontem nasceu, e já lá vão 13 anos!

A magia por detrás de um presente...

...que se perdeu no tempo.


 


 


Hoje senti...


Senti aquele cheirinho, do qual quase não me lembrava. Aquele cheiro a papel de embrulho, que há mais de 20 anos utilizavam para embrulhar os presentes.


Não um papel qualquer, que se pode cortar e levar para casa, retirado do hipermercado, nem tão pouco aqueles rolos que hoje encontramos em qualquer superfície comercial. Não aquele papel fraquinho, que se rasga ao mínimo descuido, mas um grosso e resistente, que se tentava poupar ao máximo.


Veio-me à memória as vezes em que eu ia, com a minha mãe, à mercearia da vila, e a dona da loja embrulhava uma prenda que tivessemos comprado, com um papel cheio de bonecos, se fosse para criança, ou com outro mais sóbrio, se fosse para adulto. Tinha o mesmo cheiro que senti hoje!


Até mesmo os laços eram mais bonitos, elaborados com mais dedicação, e não feitos à pressão e sem qualquer pingo de originalidade.


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Antigamente, havia toda uma magia por detrás de um presente.


Desde o momento em que o recebíamos, até descobrirmos o que ele escondia. Tentávamos desembrulhar com o máximo cuidado, para não rasgar o papel, que depois guardávamos como se de um tesouro se tratasse.


Cada presente era um mistério que ansiávamos desvendar. Lembro-me bem, por exemplo, de ver os presentes de Natal debaixo da árvore, e tentar adivinhar o que estaria lá dentro. Seria algo que tinha pedido? Que eu iria gostar? Ou seria uma decepção? E, quantas vezes, não íamos tentar espreitar, às escondidas dos pais, o que lá estava, tentando abrir com cuidado numa das pontas, e voltar a colocar a fita-cola no sítio, para ninguém perceber o que tínhamos feito.


Passado o Natal, só voltávamos a ver presentes por ocasião do aniversário, o que constituía outro momento mágico e solene!


 


 


Hoje em dia, oferecemos e recebemos presentes em qualquer altura do ano. Muitas vezes, os mesmos são comprados por obrigação, só porque é suposto. São comprados à pressa, sem nos preocuparmos sequer se é algo que irão gostar, ou que dará jeito. São uma forma de exibição do dinheiro e poder que se tem.


Hoje em dia, na maior parte das vezes, já sabemos o que nos vão oferecer, e aqueles a quem oferecemos já sabem o que vão receber. Os nossos filhos são os primeiros a pedir isto e aquilo. Muitas vezes, recebem antes do tempo.


Hoje em dia, por ser mais prático, compramos saquinhos para colocar as prendas dentro, aproveitamos um qualquer papel que temos lá por casa, ou utilizamos os ditos rolos, comprados para ter em casa, para quando der jeito. 


Os presenteados já não dão importância ao simples acto de dar ou receber um presente, e tudo o que ele envolve. Toda essa magia se perdeu...  

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

"Agarra a Música" não me agarrou de todo!

Foto de Agarra a Música-SIC.


 


Estreou ontem a nova aposta da SIC para os serões de domingo - Agarra a Música - com apresentação de João Paulo Rodrigues e Cláudia Vieira.


Não tinha intenções de ver mas, como a minha filha queria, lá ficámos na sala, ela a ver, eu a dar uma espreitadela enquanto acabava de ler um livro.


 


 



 


Acho que os apresentadores estiveram bem e descontraídos, a Cláudia talvez mais habituada a este formato, e eu a habituar-me a ver o João neste registo.


 


 


 


Foto de Agarra a Música-SIC.


 


Em primeiro lugar, e depois de um Vale Tudo em que os concorrentes eram basicamente os mesmos, não achei muita piada à escolha dos capitães residentes, e respectivos convidados. Parecem que não há mais ninguém para convidar, ou então que mais ninguém se quer sujeitar a isto.


Acho cada vez menos piada ao João Manzarra. A Luciana até esteve melhor do que esperava.


 


 


 



 


Na equipa do Rui Unas, também nada de novo, à excepção do Ricardo Pereira.


 


Penso que seria um bom jogo para os amigos ou família se entreterem em casa, num serão divertido. Como programa de televisão, acho que está muito fraquinho.


Talvez com concorrentes desconhecidos, prémio para os vencedores, e outro tipo de provas, fosse diferente.


Valeu pelos convidados musicais - Nelson Freitas e Kika Cardoso - que animaram o programa e até tiveram direito a uma participação no jogo.


Mas, definitivamente, o "Agarra a Música" não me agarrou, de todo, ao ecrã, nem me irá fazer deitar tarde aos domingos à noite!


 


Imagens Agarra a música

O último livro da saga Bedwyn já chegou

Wook.pt - Ligeiramente Perigoso

 

 

SINOPSE


"Wulfric Bedwyn, duque de Bewcastle, é um lobo solitário. A única coisa que o leva a aceitar o convite para uma festa privada é a expectativa de uma noite calma entre velhos amigos. Não contava encontrar mulheres, a grande maioria à caça de… um duque. E contava muito menos que o seu olhar se detivesse na única que não manifesta qualquer interesse por ele.

Christine Derrick é viúva e não tem paciência para jogos. Além disso, não está minimamente interessada em ser amante do gélido Wulfric. Mas as circunstâncias acabam por juntá-los em várias ocasiões, e a verdade é que a atração entre ambos é inegável. A personalidade efervescente e ousada de Christine surpreende o duque, e desperta nele um sentimento inédito. Agora, apenas o amor satisfará a ânsia que o consome…

O derradeiro volume da inesquecível saga Bedwyn é uma imperdível história de desencanto, amor e redenção. O desfecho perfeito para uma série inesquecível!"


 


 


Mais alguém por aí tem a colecção?


A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!