
Sexta-feira: a dor de cabeça fez-me ir para a cama às 9 da noite! Enquanto o meu marido estudava, eu acabei por adormecer, acordar perto da meia noite e voltar a dormir, para depois acordar às 7 por conta das gatas, e dormir até às 9 da manhã de sábado!
Sábado: depois da manhã na campanha de adopção, fomos à praia ao final do dia. A "minha praia" está cada vez pior. Tivemos que subir os pedregulhos, como se estivessemos em escalada, e descer os mesmos para passar para o outro lado, sem nos matarmos pelo caminho. O cantinho onde tomávamos banho está cercado de rocha. Já não conseguimos ir para lá. Entrámos por outro lado, a tentar aceder a um corredor de areia, que já não é bem um corredor mas um quadrado de pouco mais de um metro. Para sair, foi com muito cuidado, para as ondas não nos atirarem contra as rochas.
Domingo: almoço fora com os meus pais, porque eles também merecem, um almoço que andava para pagar desde o ano passado. Ida à praia, desta vez a outra onde podemos nadar à vontade, não fosse o facto de a água estar gelada, e estar mais frio à beira mar do que em Mafra. E um gasto extra, visto que o telemóvel que a filhota tinha comprado pifou. Ao final do dia, novamente má disposição, e despachar tudo o mais rápido possível para me deitar.
Hoje, por conta do calor, a dor de cabeça já está a dar sinal...
Melhoras, amiga! Beijinhos.
ResponderEliminarAs melhoras, Marta.
ResponderEliminarO tempo quente é mau para o corpo, o cansaço, a dor de cabeça.
Quanto à praia, infelizmente, em todas as praias de N a S do país todos os anos um pedaço de areal desaparece.
Sinais dos tempos que cobra o que e o homem não defende e cuida como seu.
Obrigada, Maria!
ResponderEliminarÉ mesmo!
Eu quase cresci naquela praia, e tenho visto a evolução ano após ano. Os pedregulhos foram colocados de propósito, talvez para evitar que as pessoas passem para o outro lado. Já houve anos em que não as tinham lá, e tínhamos um carreiro de areia para passar.
Mas o resto foi mesmo areia que se foi, e deixou a descoberto rochas que nem sonhávamos que ali existiam, e sobre as quais tínhamos andado nos anos anteriores.
É chato, porque tínhamos aquelas "piscinas" estratégicas para tomar banho sem grande perigo, e agora não dá. E fico triste, porque tenho que passar o verão noutra praia que não a da minha infância e adolescência, para poder usufruir, e para a minha filha estar segura.
Aqui no norte, Marta, acontece o mesmo.
ResponderEliminarTanto rochedo, tipo cais, para evitar que o mar avance e destrua as praias, outrora extensas e largas, para hoje termos uns cantinhos que nos deixam cheias de belas recordações das longas caminhadas de quilómetros, na maré baixa, para regressarmos, na maré alta, pela estrada que as liga.
Hoje, é impossível fazê-las.
É tudo do mar.