sexta-feira, 16 de junho de 2017

O contraste entre a vida e a morte

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Quarta-feira foi dia de passeio para algumas turmas da escola de Mafra, incluindo a da minha filha.


Foram até ao Zoomarine, e regressaram à noite.


Cerca das 22.30 horas, o estacionamento da escola estava cheio, com os pais a irem buscar os filhos acabados de chegar no autocarro. Como seria de esperar, vinham cansados da viagem e do dia preenchido que tiveram, mas muito animados também.


 


Ao lado, na casa mortuária, o ambiente seria o oposto. Velava-se um corpo...


Viemos mais tarde a saber que era o de um bebé, de apenas 4 meses, que faleceu de uma doença rara. 


Nos últimos tempos, foram várias as fotografias que vimos dos pais com o seu menino, no facebook. De repente, vemos uma foto que nos indica que é uma estrelinha, que partiu...


 


 

5 comentários:

  1. Sabes, quando estive grávida, nunca me passou pela cabeça que o meu bebé pudesse ter algum problema, ou que o parto corresse mal, esses receios normais das mães. Tenho mais receio agora, mas não nesse aspecto!
    Mas deve ser muito duro uma mãe carregar um filho 9 meses no ventre, ter a oportunidade e a felicidade de viver a maternidade durante 4 meses e, de repente, ser-lhe arrancado tudo.
    Há casos em que os bebés já nascem mortos, ou morrem naquele momento do parto, ou nos dias seguintes, e já custa. Quanto mais, quando já há vários meses de partilha...

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  2. Nem quero pensar nisso Marta, sinceramente... Eu tenho algum receio sim, já tive menos, mas cada vez se ouvem mais coisas tristes..

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  3. Naquela noite, como estava meio a dormir quando o meu marido me disse o que tinha acontecido, nem liguei muito. Ontem de manhã é que fui confirmar se o que tinha ouvido era verdade, ou se tinha sonhado. Quando passámos pela casa mortuária e vimos tanta gente lá, estávamos longe de imaginar...

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