sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


Para este fim-de-semana, as sugestões incluem dança, música, água, animais, e muito mais!


 


Para os bailarinos e bailarinas de serviço, é já amanhã o Dança Lisboa, no Terreiro do Paço, e a entrada é livre.


Se gostam de animais, não podem perder a Festa Animal em Oeiras, ou a Exposição Canina e Felina, em Aveiro.


Se querem um programa para os mais pequenos,levem-nos a ver Patrulha Pata, no Meo Arena, ou a peça de teatro "A Bonequinha Tagarela", em Paio Pires.


Temos ainda os HMB, em Ponta Delgada, o Santarém Jazz Fest, e o Aquaporto. Espreitem já, e escolham o vosso programa para os próximos dias!

Coisas que uma pessoa vê logo pela manhã!

Ia eu estender a roupa, hoje de manhã, quando me deparo com estas duas beldades no estendal!


 


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Não há dúvidas de que está aqui um belo trabalho, e dá um toque especial na decoração do espaço.


No entanto, agradeço à autora o facto de não gostar de ser famosa, ter-se baldado aos autógrafos, e se encontrar ausente! 

À Conversa com Kate Mirson

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Natural de Benavente, Kate canta desde que se lembra, e sempre se entregou ao que acredita ser o seu sonho - ser cantora!


Experiências em programas como o X-Factor – em Inglaterra e Portugal – e o The Voice deram-lhe o alento para encontrar a sua própria voz. Um coração partido fez o resto.


"Broken One" é o cartão de visita de Kate Mirson, uma jovem cantora de 20 anos, que agora se apresenta ao mundo em nome próprio.


Aqui fica a entrevista:


 


 


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Quem é a Kate Mirson?


A Kate é uma rapariga cheia de sonhos e apaixonada pela música desde que se lembra. Sou um tanto reservada e então desabafo tudo através da música, sou determinada e não desisto até alcançar os meus objetivos, perseverança é o meu lema, pois nunca vou desistir.


 


Como é que nasceu a tua paixão pela música?


Como mencionei, sou apaixonada pela música desde que me lembro. Os meus pais desde muito cedo faziam vídeos caseiros de mim a cantar com 3 anos. Esse amor nunca se foi embora e foi crescendo cada vez mais começando, desde então, a frequentar karaokes. Decidi que queria começar a aprender guitarra, e foi aí que decidi mesmo que queria ser cantora.


 


Guitarra e piano foram instrumentos que aprendeste a tocar desde cedo. De que forma é que cada um deles contribui para melhor expressar aquilo que sentes, ao compor uma música?


A guitarra foi o primeiro instrumento que aprendi a tocar, mas foi ao piano que compus a minha primeira canção, o piano inspira-me mais, pois é o instrumento que realmente toca a minha alma. Baladas são o meu estilo musical preferido, e a emoção que elas transmitem sempre mexeu comigo. Já a guitarra, utilizo mais para fazer músicas mais alegres, uma ligação diferente da que tenho com o piano.


 


Como é que encaras os programas de talentos existentes atualmente, a nível musical? Como uma “rampa de lançamento” para uma possível carreira, ou como uma experiência sem grande retorno na vida dos concorrentes?


Os programas de talento sem dúvida alguma que são rampas de lançamento. No entanto, existe uma ansiedade e nervos, na forma como eles são feitos. Toda a pressão e a exigência, exige de facto uma certa forma de lidar com todos esses sentimentos, e por vezes nem todos conseguem lidar da mesma maneira, mas com certeza que ajudam e já ajudaram muitos artistas a se revelarem.


 


 


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“Broken One” é o primeiro single do teu futuro álbum. Em que é que te inspiraste para o compor?


"Broken One" foi uma música inspirada no fim de um relacionamento, que não terminou da melhor maneira e trata-se, nesta situação, da pessoa que foi deixada a pensar como é que, para a outra, é possível que ela esteja tão bem, quando no fundo ela está tão mal, e ela pensa que tudo o que passaram não passou de uma mentira, uma ilusão, em que apenas uma pessoa está com o coração partido.


Esta música, no fundo, reflete um acontecimento que sucedeu na minha vida...


 


Consideras que a música pode ser uma forma de terapia na vida das pessoas?


Com certeza, a música é uma das melhores terapias que existe no mundo! Pessoalmente, a música é a minha terapia, pois é com ela que me expresso, é com ela que me liberto, e é através dela que ultrapasso e ultrapassei as minhas emoções e sentimentos.


 


O que pode o público esperar do teu primeiro trabalho?


Neste primeiro trabalho podem esperar músicas sobre amor, pois o amor é uma das minhas maiores fontes de inspiração, não só amor de um relacionamento, mas amor de família, amor de amigos... E também podem esperar uma diversidade de estilos musicais.


 


A música é, neste momento, a tua prioridade?


Sim, neste momento a música é a minha maior prioridade, é apenas nisso que agora está todo o meu foco e dedicação.


 


Quais são as tuas maiores referências, a nível musical, nacionais e internacionais?


As minhas maiores referências a nível musical nacionalmente, é a Adelaide Ferreira, é uma grande voz da música portuguesa, e também foi a minha professora de canto. Era já antes minha referência, e vai continuar sempre a ser. E a nível musical internacional, cantoras como Jessie J, Christina Aguilera, Kelly Clarkson, Alicia Keys, Whitney Houston, Beyoncé, tenho todas estas grandes cantoras como referências.


 


Com quem gostarias de, no futuro, partilhar o palco? E quem escolherias para fazer um dueto?


Apesar de já ter partilhado o palco com a Adelaide Ferreira em pequenina, é algo que gostaria ainda assim de o fazer no futuro com certeza, e também gostaria muito de partilhá-lo com a Aurea, é uma cantora que também admiro muito, tinha todo o gosto de fazer um dueto com ambas.


 


2017 está quase a terminar. Que objetivos gostarias de ver concretizados até ao final do ano?


Os objetivos que gostaria ainda de concretizar eram poder ainda lançar outro single, quem sabe, e poder ver "Broken One" a entrar no top de músicas em Portugal, nas paradas da rádio.


 


O que podemos esperar da Kate Mirson em 2018?


Em 2018, podem esperar o primeiro álbum em que consta todo o meu trabalho e dedicação, e vão poder ter a oportunidade de me conhecer mais um pouco a partir dele, pois nele está tudo o que eu pensei ou senti de uma forma criativa o que o torna pessoal.


 


Muito obrigada, Kate!


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Pôr do Sol em Mafra

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Gosto muito do local onde vivo!


Sobretudo, nestes dias em que tenho a sorte de ouvir os passarinhos pelo caminho, de ter este pôr do sol à minha frente e, quando me volto para trás, ter o Convento de Mafra com o céu azul como fundo, iluminado pelos últimos raios de sol.


 


 


 

O dia em que comprei uns ténis para mim

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Não era nada disto que eu queria!


Só precisava de comprar umas sabrinas para calçar nestes dias em que já está frio para andar de sandálias, mas calor para usar botas.


Ainda experimentei as da minha filha mas, para variar, estão grandes e caem-me dos pés. 


Nas sapatarias, o que há, ou está grande demais, ou pequeno demais, ou é demasiado folclórico para o meu gosto.


Fui ao chinês com a minha filha, para ela comprar uns ténis para ela. Experimentou vários, não se sentiu bem com nenhuns. Também não havia sabrinas de jeito para mim.


Acabei por ser eu a sair de lá, depois de a minha filha insistir que ficava bem, com uns ténis para mim!


Eu, que sou totalmente avessa a este calçado, perdi a cabeça :)


 


Sim, até são bonitos e confesso que não ficam mal, e dão um bom andar. Mas continuo a não gostar muito de me ver com eles.


 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Absentia - a nova série do AXN

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Estreou esta segunda-feira a nova série do AXN - Absentia.


Vi o trailer e fiquei curiosa para ver esta série, pelo que programei para gravar.


Ontem, vi o primeiro episódio. Para quem está habituada ao ritmo de Quantico, este primeiro episódio pareceu-me um pouco parado. Ou então era eu que estava com mais sono que na noite anterior!


 


A premissa da história é esta:


"Durante a perseguição a um assassino em série, uma agente do FBI desaparece e é dada como morta, deixando um marido e um filho de 3 anos. Para surpresa de todos, aparece seis anos depois, sem ser capaz de recordar nada sobre o seu rapto e o que lhe aconteceu depois. Na nova realidade que se lhe depara, tem de aceitar que o seu marido já se encontra com outra mulher e que o seu filho não a conhece.  Além disso, uma nova série de assassinatos faz com que os seus colegas pensem que é ela a autora."


 


Sabemos que um homem, que se julga ser o serial killer, foi considerado culpado pela morte de Emily. 


Seis anos depois, o marido, Nick, recebe uma chamada que julga ser desse homem, a indicar-lhe onde está a mulher, e o que tem que fazer para a salvar.


E é assim que Emily é encontrada, trancada dentro de um tanque cheio de água, prestes a afogar-se.


O seu regresso vai revolucionar a vida de todos, sobretudo, a sua família, que entretanto perdeu.


 


 


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As questões que mais me impressionaram neste episódio tiveram mesmo a ver com isso.


Como é que um marido, que julgava a mulher morta, e refez a sua vida casando-se e dando uma nova mãe ao seu filho, deve agir agora, com a actual mulher, e com a anterior que, afinal, está viva e é a verdadeira mãe do pequeno Flynn?


 


Como é que um miúdo de 9 anos que, quando a mãe desapareceu, tinha apenas 3 e não tem qualquer recordação da mãe, deve encarar agora uma mulher completamente estranha, e tratá-la como mãe, quando a única mãe que ele conhece é a actual mulher do pai, que o criou?


 


Como é que uma mulher, desaparecida durante 6 anos e, ao que tudo indica, sujeita a todo o tipo de torturas, encara agora esta libertação, sabendo que tudo o que tinha está definitivamente perdido - a sua vida, a sua família, até a sua carreira?  


 


Mas há mais problemas a caminho. Aparece mais um corpo com a marca do assassino, e percebem que não pode ser Conrad, que está preso, pelo que, pelas pistas resultantes do tratamento de Emily, chegam até um suspeito de um caso que ela teve. Só que, afinal, o corpo encontrado é dele, e o ADN encontrado no seu corpo, é da própria Emily!


 


No final deste primeiro episódio, começa-se a suspeitar que ela poderá não ser uma vítima, mas sim a assassina. E ela terá que provar que não o é, e descobrir quem está por detrás dos crimes e do seu rapto.


 


 


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A série é de 10 episódios, tendo ido para o ar, na segunda-feira, os dois primeiros episódios (falta-me ver o segundo). Se tivesse que dar um palpite, no escuro, sobre quem seria o responsável, escolheria Jack, o irmão adoptivo de Emily, um médico que depois do desaparecimento da irmã começou a beber e perdeu a licença para exercer medicina.   


 


Aguardam-se os próximos episódios, que talvez me façam mudar de opinião!


 


 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

A Raposa e a Criança

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O meu marido, enquanto eu despachava umas coisas em casa, lembrou-se de ir ver este filme.


Confesso que só fui vendo umas cenas depois de mais de meia hora de filme, e que durante esse tempo o meu marido ia adormecendo, de tão parado que era!


 


 


Imagem relacionada


 


Mas a raposa era, de facto, linda! E muito protectora com os seus filhotes "raposinhos".


Segundo me relatou o meu marido, a raposa passou por alguns momentos complicados e de perigo, tal como as suas crias. A criança, desde o início tentou travar amizade com a raposa e conquistá-la, uma tarefa difícil mas que, ao fim de algum tempo e bastante persistência, foi conseguindo.


 


 


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Portanto, podem imaginar as cenas ternurentas que se seguiram entre estes dois seres solitários que, de certa forma, partilham o mesmo espaço - a floresta.


Claro que, dramáticos como somos, o meu marido disse logo que no fim ia acontecer alguma coisa à raposa. Só que o perigo, que poderia ter vindo de linces, águias, ou qualquer outro animal daquele habitat, veio de onde menos se esperava: da própria criança!


Daquela em quem a raposa, pouco a pouco, foi confiando.


 


Não foi por mal, claro, mas só mostra porque é que é tão difícil para os animais, confiar em nós, humanos. Porque nós, simplesmente, não os respeitamos nem, muitas vezes, pensamos neles. A criança queria uma amiga, uma companheira, um animal de estimação, com quem pudesse brincar, que estivesse sempre à sua disposição.


E, por isso, atraiu-a até ao seu quarto, e fechou-a lá dentro. A raposa, habituada à liberdade, vendo-se enclausurada, começou a tentar encontrar uma saída, enquanto ia derrubando e partindo tudo à sua volta, até que salta pela janela fechada, partindo-a e cortando-se nos vidros, acabando por cair no chão, de uma altura de vários metros, inanimada.


 


A moral da história que a criança, na actualidade, adulta, explica ao seu filho é que amar é diferente de possuir.


A lição que eu tiro é que são vários os perigos que os animais correm nos seus habitats, mas o mais mortífero não está aí - está no ser humano!


 


Felizmente, a raposa conseguiu sobreviver e, diria até, perdoar a criança.


Eu, no lugar da raposa, nunca voltaria a confiar nela, nem tão pouco a quereria ver novamente à frente!

The Voice Portugal - 3ª Prova Cega

Mais uma ronda de provas cegas, que levaram a Marisa, a Aurea e o Mickael a conquistar, até ao momento, 8 concorrentes para cada um deles. O Anselmo ainda tem muitos lugares vagos, estando com 5 concorrentes até agora.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A concorrente da noite foi, para mim, a Cláudia Pascoal que, na música escolhida e em dueto com a Aurea, que escolheu para mentora, conseguiu sair-se melhor que esta!


 


 


Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.


Seguiram-se, na minha lista de preferidas da noite, a Telma, a Catalina e a Kátia.


 


 


 


Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.


Nesta semana, houve também duas concorrentes que marcaram pela negativa e que, felizmente, não foram selecionadas - a Raquel, que começou bem, mas estragou tudo na parte lírica, e a Sandra, que só gritava.  


 


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Aquele momento "Mas que raio...":


 


Será que se enganaram no programa? É que isto é o The Voice Portugal, não o Got Talent! Além de que não teve graça nenhuma, e não se percebe como é que viraram cadeiras.


 


 


Tive pena que não passasse a Arlete. 


Vamos ver como se saem o Frederico e o João nas próximas fases.


É impressão minha, ou esta edição está a ter, maioritariamente, concorrentes femininas? 


 


E, mais uma vez, é impressão minha, ou a Aurea está a coleccionar as melhores vozes desta edição? 


Se, por um lado, isso é bom, porque lhe aumenta as hipóteses de vitória, por outro, significa que, para uma delas ficar, a outra terá que ir embora, ou ser escolhida pela concorrência.


 


Isto promete...


 


 


Imagens The Voice Portugal

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Quantico - 2ª temporada

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Então não é que já existe uma segunda temporada da série Quantico a passar no AXN, e eu não sabia de nada?!


Por mero acaso, porque queria gravar a nova série que vai estrear hoje - Absentia - deparei-me com os episódios de Quantico e, claro, estivemos a ver entre sábado e ontem os primeiros 7 episódios, com vontade de ver muitos mais, mas sem tempo para isso.


 


Aos actores já conhecidos da primeira temporada, juntam-se agora novas caras.


A receita, essa é a mesma, alternando entre um ano antes e o presente, mantendo o público desconfiado de tudo e todos.


Será que é desta que a Miranda se torna uma vilã? Tudo aponta para isso mas, já sabemos, nesta série nada é o que parece! E só mesmo no final perceberemos quem é quem, e de que lado estão.


 


Gostava que, talvez, nesta segunda temporada, a Alex não estivesse, mais uma vez, sozinha contra o mundo, ou que dessem destaque a outra personagem.


 


Dizem que está em cima da mesa a hipótese de uma terceira temporada, mas mais pequena, e com parte do elenco a sair de cena.


Mas, enquanto não chega, vou tentar devorar esta rapidamente!

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O outono chega hoje...

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...mas há já alguns dias que eu estou em modo outono, trocando as camisolas de manga curta pelas de manga comprida, as sandálias pelas botas, e os casacos fininhos pelos de outono/ inverno!


É que, de manhã, e ao final da tarde, o tempo está fresco, e parece mal ligar o ar condicionado para aquecer no escritório!


 


O outono chega hoje, mas há vários dias que as ruas se enchem de folhas caídas das árvores. 


Há muito tempo que já trocamos os gelados e saladas, pelas sopas, e pelo café ou chá quentinhos.


 


E, no entanto, quem sabe se, mesmo o outono chegando hoje, não iremos ainda ter um último suspiro de verão, antes de partir de vez...

Sugestões para o fim-de-semana


 


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As artes estão em destaque nas sugestões para este fim-de-semana!


 


Se estão por Cascais, não percam o Lumina - Festival da Luz, na Baía de Cascais.


Na capital, decorre a Festa do Livro em Belém, e a apresentação do novo livro de Ken Follett.


 


Da leitura para o teatro, podem assistir a "Os 39 Degraus", em Setúbal, ou participar no Workshop de Comédia Física, na Ericeira.


 


Se preferem algo diferente, Tape Face é a sugestão ideal: silêncio com barulho, stand up sem conversa, teatro sem palavras.  


 


Tudo isto e muito mais, na edição desta semana, do Fora de Casa!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Entrevista aos Amor Terror


 


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Conhecem a banda Amor Terror?


Se é a primeira vez que ouvem falar da mesma, não percam a entrevista que eles deram ao Fantastic, para a rubrica Saídos da Rádio!

Há por aí alguém...

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...que depois de um dia inteiro a atender telefonemas, saia do trabalho com vontade de passar mais alguns minutos ao telemóvel?! 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Porque devemos manter os manuais do ano anterior?

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Porque podem vir a fazer falta no ano seguinte!


 


A professora de Geografia deste ano pediu aos alunos para levarem o manual e caderno de actividades de geografia do 7º ano, para continuarem a dar a matéria que ficou por dar desse ano.


Como guardo tudo, ainda os tinha em casa, e resolvemos o assunto.


Mas, e quem já emprestou ou doou os manuais? Como é que faz agora?


 


 


A matéria de matemática que a minha filha tem estado a dar são as potências mas, claro, com as férias de verão pelo meio, e essa matéria dada no início do ano anterior, muitas regras estão esquecidas. Ontem,fui procurar o manual do ano passado, para ver se ajuda a relembrar.


 


 


Se não tivesse por hábito guardar os manuais, não tinha como esclarecer dúvidas ou rever matérias dadas anteriomente.


Até porque, em muitas disciplinas, a nova matéria não é mais que a extensão da matéria já dada, mas agora mais complexa.


 

Alguém com jeito para matemática me sabe explicar?

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Como é que faço somas e subtracções de potências (de números fraccionários) diferentes, e expoentes diferentes, sendo que os expoentes são maiores que 100?


 


É que já andei a ver as regras todas, e todos os livros dizem o mesmo - nas adições e subtracções de potências, não há regras, resolve-se as potências, e depois somam-se os resultados. 


 


Mas como é que ou vou somar, por exemplo, 1/3 elevado a 600 + 3/1 elevado a 602? É suposto multiplicar 600 vezes 1/3 x 1/3 x1/3... e somar esse resultado, com o resultante da outra potência? Deve haver algum truque, que me está a escapar.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

The Voice Portugal - 2ª Prova Cega

Foto de The Voice Portugal.


 


Num programa como este, embora cada concorrente encare a prova e lide com os nervos e a pressão de forma diferente, é cada vez menos aceitável a "desculpa" dos nervos, para justificar o facto de a prova não ter corrido tão bem, e alguns erros e desafinações.


Sim, acontece isso, mas acontece a todos. E aqui, safa-se quem conseguir disfarçar melhor, e ter melhor prestação. 


 


Também o factor cantar bem começa a ser, por si só, insuficiente para fazer virar cadeiras. O que sobressai são os timbres diferentes, uma forma muito própria de interpretar as músicas, a naturalidade, a diferença...São outras características que se aliam ao cantar bem, e que complementam.


Porque se apareceram 3 ou 4 concorrentes que apenas cantem bem, mas que soem iguais a tantos outros, sem nada que os diferencie, acabam por ficar pelo caminho.


 


Assim, para mim, nesta prova cega, o mérito vai para:


 


Foto de The Voice Portugal.


A Inês que, embora seja novinha, parece uma mulher já com os seus 30/ 40 anos a cantar (no bom sentido, claro)! Adoro a voz dela, e a prova foi uma das melhores da noite.


 


Foto de The Voice Portugal.


O Salvador: bela voz, à vontade em palco, a tocar e cantar.


 


 


Exagerado:


 


Foto de The Voice Portugal.


A Filipa entrou cheia de garra, e foi garra que mostrou do início ao fim. No entanto, pareceu-me exagerada em tudo: na expressão corporal, na gritaria e, sobretudo, na atitude de "pita" apaixonada pelo Mickael!


Espero que, nas próximas fases, se acalme e controle mais.


 


 


Negativo:


 


Foto de The Voice Portugal.


Não é que o Luís tenha cantado mal, mas foi o que ele disse no vídeo antes da actuação que achei desnecessário. Parecia quase que estava a tentar o "factor cunha", ao afirmar que o seu melhor amigo era o Miguel Cristovinho, dos D.A.M.A. Não lhe serviu de muito, porque ninguém virou a cadeira, embora se note a influência dessa banda, porque estava a ouvi-lo, e parecia estar a ouvir os D.A.M.A. Qualquer coisa, e ele pode substituir o amigo nos concertos! 


 


 


O momento por que todos esperavam, e que me fez sentir extraterrestre:


 


Foto de The Voice Portugal.


 


Ao longo de toda a semana fui lendo comentários sobre uma das concorrentes do The Voice Portugal, que já teve carreira na música, e que era uma grande voz, apontada até como possível vencedora desta edição - a Diana Lucas.


Ao que parece, a Diana já lançou 3 álbuns, já participou em musicais, e teve várias músicas suas em novelas, e na série Morangos com Açúcar. Antes disso, já tinha participado em programas musicais, ganhando alguns prémios.


Mas eu confesso que, para mim, a Diana continua a ser uma ilustre desconhecida!


E sim, cantou bem, em português e com sentimento, mas não me arrebatou, nem me fez considerá-la já uma possível vencedora (acho que isso só me aconteceu com a Deolinda).


Serei a única a ter-me sentido extraterrestre, e a contrariar a maioria das opiniões sobre esta concorrente?


 


Imagens The Voice Portugal


 


 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Mais uma aventura hilariante!

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Acabámos de colocar as compras no carro, entrámos, e o meu marido começa a andar, ao mesmo tempo que abre os dois vidros. 


Íamos na boa mas, quando nos aproximamos da saída do parque, com mais claridade, olho para a janela, e deparo-me com "ela", a caminhar lentamente em direcção a mim.


 


Nos segundos seguintes, só me lembro de gritar e dizer ao meu marido, que ia a conduzir "mata-me isto", completamente histérica!


No início, o meu marido ainda pensou que era algum animal ferido ou outra coisa qualquer, só depois de eu falar é que ele percebeu tudo. Ao subir o vidro, "ela" recuou, permanecendo do lado de fora.


Fiquei a olhar para "ela" o tempo todo, até chegarmos a casa, e só dizia ao meu marido "não abras o vidro".


 


Quando, finalmente, estacionámos à porta de casa, o meu marido saiu primeiro, foi até ao meu lado e deu-lhe uma cacetada. Não morreu à primeira, nem à segunda, nem à terceira. Só à quarta é que ficou despedaçada, e foi nessa altura que me atrevi a sair do carro!


 


Alguém adivinha quem era "ela"?!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


(clicar na imagem)


 


Querem ficar a conhecer melhor os Hábitos do rei D. João V? É já no domingo que serão desvendados!
Mas se preferme ouvir um belo fado, então não percam o Tasting Fado, em Lisboa.
Música é algo que não faltará neste fim-de-semana, com os festivais Viana Bate Forte, Belém Art Fest e Coimbra em Blues.
Para aqueles que gostam de ritmo, o Fora de Casa sugere a Corrida das Nações e, embalados pela mesma, porque não rumar até ao Dancing World, na Figueira da Foz?


 


Descubram tudo na edição desta semana!

Dúvida existencial sobre política!

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Ontem, ao passar por um largo que fica a caminho do meu trabalho, reparei que estavam a montar qualquer coisa para uma festa.


Tinha um palco, muitas bandeiras do PS, cadeiras para a plateia, e fardos de palha dispostos pelo recinto.


 


À tarde, quando venho para casa, já estava um grupo, de música tipo rancho, a cantar, e algumas pessoas sentadas a assistir.


 


Mas a minha dúvida vai mesmo para os fardos de palha! Estariam os políticos do PS a querer chamar-nos alguma coisa?!


 


 


 Já agora, que tal guardar alguns deles para quando cá vier a Mafra o Pedro Passos Coelho?

À Conversa com os Banho Maria

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"Casa do Castelo" é o trabalho de estreia dos Banho Maria, banda que cruza estilos que vão do pop-rock ao tradicional e ao fado, numa base acústica, onde as canções são reflexo das vivências protagonizadas pelos seus seis elementos: Tomané (António Lopes), João Alexandre e Moleiro (Paulo Reis), Cláudia Ferreira, Tiago Silva e Miguel Marcelino.


Os Banho Maria são os convidados desta semana, da rubrica "À Conversa Com...".


Espero que gostem da entrevista!


 


 


 


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Como é que nasceram os Banho Maria?


- Os Banho Maria nasceram de uma tertúlia de amigos na adega do largo em Atouguia - Ourém, numa primeira fase e que depois passou por encontrar uma voz feminina que se adequasse a um cruzamento de influências dos seus elementos que passam entre outras por alguma da música portuguesa das últimas décadas.


 


Porque escolheram este nome para a banda?


- Este nome surgiu como um acaso numa conversa de família da vocalista Cláudia Ferreira e assim que foi sugerido aos restantes elementos da banda o consenso foi imediato. Para além do projeto ter sido idealizado durante alguns anos, como temos uma cara feminina como vocalista, achamos que faria todo o sentido.


 


“Casa do Castelo” é o vosso primeiro álbum, lançado no dia 1 de setembro nas plataformas digitais. Diriam que foi um álbum “cozinhado em banho-maria”, ou foi um processo de produção relativamente rápido?


- Sem dúvida que foi um álbum bastante pensado, queríamos que estivesse mesmo ao gosto de todos nós, e para isso é preciso algum tempo e dedicação, também.


 


Como caracterizam o vosso estilo musical?


- Os Banho Maria caracterizam-se por ter um estilo que tem como influência vários estilos musicais, que vão desde música tradicional ao fado e à pop.


 


O que pode o público encontrar nesta vossa “casa do castelo”?


- Pode encontrar temas onde nos dedicamos por inteiro, algo que pretendemos que seja único. Encontra-se certamente um pedacinho de todos nós em cada música e cremos nós que canções intemporais com escrita tocante.


 


O single de apresentação deste trabalho intitula-se “Não Há Amor Como o Primeiro”. A música foi um dos vossos primeiros amores?


- Quando estávamos a decidir qual o single para apresentar ao público a escolha foi consensual, como é uma música cheia de ditados populares maioritariamente conhecidos pelo público, e com um ritmo de marchinha quase dançante, achamos que se enquadrava como postal de visita à nossa ‘Casa do Castelo’.


 


Embora a edição digital tenha ocorrido este mês, já tinham apresentado este álbum ao vivo. Que feedback têm recebido por parte do público e seguidores?


- Tem sido bastante positivo, as pessoas que nos tem abordado comentam que gostaram muito da apresentação e muitas perguntam para quando os próximos espetáculos.


 


 


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“Casa do Castelo” foi apresentado a 22 de Julho, no Castelo de Ourém, tendo sido o vosso concerto de estreia. Como foi essa experiência?


- Algum nervosismo, como não poderia deixar de ser, mas assim que entramos no palco, tudo passou e desfrutamos de cada momento valorizado pelo local idílico que é o Castelo de Ourém e pelo público que encheu o recinto e nos recebeu de forma calorosa.


 


Que outros “castelos” querem conquistar num futuro próximo? Já têm novos concertos agendados?


- Temos espetáculos intimistas programados para a região de Ourém e Leiria, e por enquanto, fazer a promoção do disco o mais possível nos media, para assim chegarmos ao maior número de pessoas e lhes poder despertar a atenção.


 


Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo?


- Dar a conhecer a nossa música ao maior número de pessoas, fazer espetáculos ao vivo pois a nossa música ganha com essa faceta, continuar a fazer música porque isso nos realiza e a gravar discos por acreditarmos que existe espaço para os Banho Maria no contexto nacional e quem sabe, “lá fora”.


 


Muito obrigada pela disponilidade!


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.


 


 

À Conversa com os Banho Maria

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"Casa do Castelo" é o trabalho de estreia dos Banho Maria, banda que cruza estilos que vão do pop-rock ao tradicional e ao fado, numa base acústica, onde as canções são reflexo das vivências protagonizadas pelos seus seis elementos: Tomané (António Lopes), João Alexandre e Moleiro (Paulo Reis), Cláudia Ferreira, Tiago Silva e Miguel Marcelino.


Os Banho Maria são os convidados desta semana, da rubrica "À Conversa Com...".


Espero que gostem da entrevista!


 


 


 


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Como é que nasceram os Banho Maria?


- Os Banho Maria nasceram de uma tertúlia de amigos na adega do largo em Atouguia - Ourém, numa primeira fase e que depois passou por encontrar uma voz feminina que se adequasse a um cruzamento de influências dos seus elementos que passam entre outras por alguma da música portuguesa das últimas décadas.


 


Porque escolheram este nome para a banda?


- Este nome surgiu como um acaso numa conversa de família da vocalista Cláudia Ferreira e assim que foi sugerido aos restantes elementos da banda o consenso foi imediato. Para além do projeto ter sido idealizado durante alguns anos, como temos uma cara feminina como vocalista, achamos que faria todo o sentido.


 


“Casa do Castelo” é o vosso primeiro álbum, lançado no dia 1 de setembro nas plataformas digitais. Diriam que foi um álbum “cozinhado em banho-maria”, ou foi um processo de produção relativamente rápido?


- Sem dúvida que foi um álbum bastante pensado, queríamos que estivesse mesmo ao gosto de todos nós, e para isso é preciso algum tempo e dedicação, também.


 


Como caracterizam o vosso estilo musical?


- Os Banho Maria caracterizam-se por ter um estilo que tem como influência vários estilos musicais, que vão desde música tradicional ao fado e à pop.


 


O que pode o público encontrar nesta vossa “casa do castelo”?


- Pode encontrar temas onde nos dedicamos por inteiro, algo que pretendemos que seja único. Encontra-se certamente um pedacinho de todos nós em cada música e cremos nós que canções intemporais com escrita tocante.


 


O single de apresentação deste trabalho intitula-se “Não Há Amor Como o Primeiro”. A música foi um dos vossos primeiros amores?


- Quando estávamos a decidir qual o single para apresentar ao público a escolha foi consensual, como é uma música cheia de ditados populares maioritariamente conhecidos pelo público, e com um ritmo de marchinha quase dançante, achamos que se enquadrava como postal de visita à nossa ‘Casa do Castelo’.


 


Embora a edição digital tenha ocorrido este mês, já tinham apresentado este álbum ao vivo. Que feedback têm recebido por parte do público e seguidores?


- Tem sido bastante positivo, as pessoas que nos tem abordado comentam que gostaram muito da apresentação e muitas perguntam para quando os próximos espetáculos.


 


  


 


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“Casa do Castelo” foi apresentado a 22 de Julho, no Castelo de Ourém, tendo sido o vosso concerto de estreia. Como foi essa experiência?


- Algum nervosismo, como não poderia deixar de ser, mas assim que entramos no palco, tudo passou e desfrutamos de cada momento valorizado pelo local idílico que é o Castelo de Ourém e pelo público que encheu o recinto e nos recebeu de forma calorosa.


 


Que outros “castelos” querem conquistar num futuro próximo? Já têm novos concertos agendados?


- Temos espetáculos intimistas programados para a região de Ourém e Leiria, e por enquanto, fazer a promoção do disco o mais possível nos media, para assim chegarmos ao maior número de pessoas e lhes poder despertar a atenção.


 


Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo?


- Dar a conhecer a nossa música ao maior número de pessoas, fazer espetáculos ao vivo pois a nossa música ganha com essa faceta, continuar a fazer música porque isso nos realiza e a gravar discos por acreditarmos que existe espaço para os Banho Maria no contexto nacional e quem sabe, “lá fora”.


 


Muito obrigada pela disponilidade!


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.


 


 

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Do início deste ano lectivo

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Sobre este novo ano lectivo, a assinalar no primeiro dia:


 


- Um aluno novo


- Uma professora nova


- Testes já marcados


- Alterações na escola, que implicam mais salas para mais alunos que no ano anterior, e menos espaço para recreio


 


A tragédia - não conseguem ter net na escola - ou mudaram a password, ou acabaram com ela!

Era só uma pergunta rápida, não era?

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O que era para ser uma pergunta rápida transformou-se em mais de 40 minutos de monólogo, e uma valente dor de cabeça que ainda não passou!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Não percam a entrevista ao Diogo Cruz...

...no blog O MUNDO DA INÊS - Entrevista a Diogo Cruz


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Uma Mulher em Fuga, de Lesley Pearse

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Há algumas coisas que são comuns em quase todos os livros da Lesley Pearse:


 


- a personagem principal feminina é sempre uma mulher de garra, forte, que apesar de todas as provações pelas quais passa, consegue sempre seguir em frente


- a temática da guerra


- o tempo que passa entre o início da história, e o seu final, que nos leva a viver vários anos seguidos, em poucas horas


 


"Uma Mulher em Fuga" conta a história de Rosie, uma menina de 8 anos que vive com o pai e os irmãos mais velhos, totalmente negligenciada, tendo a seu cargo cuidar dos homens da casa, e da própria casa.


Quando o pai leva Heather para cuidar de Rosie e de May Cottage, tudo parece melhorar para todos, até ao dia em que Heather desaparece sem deixar rasto.


Todos pensam que ela fugiu de Cole e dos filhos, por não aguentar mais lidar com eles. Mas, o que a fez deixar o filho, Alan, para trás, nas mãos daqueles odiosos rapazes e de um homem violento?


 


Só quando Thomas, irmão de Heather, a vai procurar anos mais tarde, percebe que algo de estranho se passou, e que Rosie e Alan não estão seguros naquela casa, denunciando o pai deles por maus tratos.


Rosie ganha, então, coragem, e ajuda Alan, contando depois ao pai tudo o que viu e sabe, o que lhe vale uma valente tareia, que quase a leva à morte.


Com o pai e irmãos presos, sobretudo depois de se descobrir dois cadáveres no terreno da casa, Rosie é levada para uma família de acolhimento temporário, dando início a uma jornada que a levará a viver situações desconcertantes e esmagadoras, das quais só com muita força e determinação conseguirá sair.


 


E, mais uma vez, surge a questão: será que tudo na nossa vida acontece por uma razão, e temos que passar pelo pior, para depois podermos saborear o melhor?


Estaria o destino de Rosie já traçado, ou foi ela, com as suas decisões, que traçou o seu próprio destino?


Onde estará Rosie, 11 anos depois de a termos visto pela primeira vez?


 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Estreou mais uma edição do The Voice Portugal

The Voice Portugal


 


Alguém por aí assistiu ontem à estreia do The Voice Portugal?


 


Apesar de pouca televisão ter visto este fim-de-semana, já que a oferta dos canais disponíveis no TDT não era nada de especial, esta era a estreia a que não poderia faltar!


Sim, já sabemos que os critérios dos mentores nem sempre são compreensíveis, e há as habituais injustiças, e também sabemos que estes programas funcionam um pouco como "ponto de encontro familiar", e puxam o público para o sentimentalismo. Nesta edição, a premissa continua.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Os apresentadores e mentores mantêm-se, com todas as suas qualidades e defeitos, com as habituais picardias e momentos caricatos entre eles.


 


Quanto aos concorrentes desta primeira prova cega, aqui fica a minha opinião:


 


Foto de The Voice Portugal.


A primeira prova cega da noite foi, também, o primeiro "momento cortina" e, simultaneamente, o primeiro "momento família", com as irmãs a mostrarem os seus dotes vocais.


Não há dúvidas de que a Inês canta bem, mas o meu pensamento foi instantâneo "a Deolinda a cantar esta música dava-lhe 10 a 0".


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O Tiago tem música dentro dele, e isso sente-se por fora!


O único motivo que vejo para participar num programa deste género é tornar-se conhecido, porque pode cantar em qualquer lado, o seu género, com a maior naturalidade.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O André não virou cadeiras, mas animou toda a plateia.


É daqueles concorrentes que tem qualquer coisa de diferente, não suficiente para os mentores, mas que merecia uma oportunidade. Bastante natural e à vontade no palco.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A Salomé fez-me gostar de um música que, na versão original, não gosto.


Poderia ter passado só por isso, mas ela tem grandes qualidades e pode chegar mais longe no programa.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O Afonso é também daqueles concorrentes que parece brincar com a música, sem grande espalhafato, mas com simplicidade.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A Margarida foi uma das minhas preferidas, talvez pela música escolhida, que lhe assenta como uma luva no timbre que tem, e no próprio estilo e maneira de ser, e também pelo seu timbre diferente, que fica logo no ouvido.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A Mónica não virou nenhuma cadeira, mas cantou de forma única a música dos Queen e, neste dueto com a Marisa, claramente preferi ouvir a concorrente!


Tem uma aparência e voz muito masculina. Quanto à primeira, partindo do princípio que não a tinham ainda visto, não seria certamente factor negativo. Quanto segunda, foi mesmo essa característica que a fez cantar daquela forma a música que parecvia feita para ela.


 


 


Foto de The Voice Portugal. 


A Ana Paula protagonizou o segundo "momento família da noite", ao ser surpreendida pela avó, que não via há um ano.


Quanto à sua voz, em canto lírico, é muito boa. Mas, à semelhança de outros concorrentes do género, não sei se terá sorte, caso avance nas etapas seguintes.


 


Nesta prova cega participaram ainda os amigos António e Alfredo, que não foram seleccionados, o Fábio, a Marlene, a Cristiana, e a Inês Paulo, que também não virou uma única cadeira,e prometeu regressar no próximo ano.


 


Imagens The Voice Portugal

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!