segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Estreou mais uma edição do The Voice Portugal

The Voice Portugal


 


Alguém por aí assistiu ontem à estreia do The Voice Portugal?


 


Apesar de pouca televisão ter visto este fim-de-semana, já que a oferta dos canais disponíveis no TDT não era nada de especial, esta era a estreia a que não poderia faltar!


Sim, já sabemos que os critérios dos mentores nem sempre são compreensíveis, e há as habituais injustiças, e também sabemos que estes programas funcionam um pouco como "ponto de encontro familiar", e puxam o público para o sentimentalismo. Nesta edição, a premissa continua.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


Os apresentadores e mentores mantêm-se, com todas as suas qualidades e defeitos, com as habituais picardias e momentos caricatos entre eles.


 


Quanto aos concorrentes desta primeira prova cega, aqui fica a minha opinião:


 


Foto de The Voice Portugal.


A primeira prova cega da noite foi, também, o primeiro "momento cortina" e, simultaneamente, o primeiro "momento família", com as irmãs a mostrarem os seus dotes vocais.


Não há dúvidas de que a Inês canta bem, mas o meu pensamento foi instantâneo "a Deolinda a cantar esta música dava-lhe 10 a 0".


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O Tiago tem música dentro dele, e isso sente-se por fora!


O único motivo que vejo para participar num programa deste género é tornar-se conhecido, porque pode cantar em qualquer lado, o seu género, com a maior naturalidade.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O André não virou cadeiras, mas animou toda a plateia.


É daqueles concorrentes que tem qualquer coisa de diferente, não suficiente para os mentores, mas que merecia uma oportunidade. Bastante natural e à vontade no palco.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A Salomé fez-me gostar de um música que, na versão original, não gosto.


Poderia ter passado só por isso, mas ela tem grandes qualidades e pode chegar mais longe no programa.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


O Afonso é também daqueles concorrentes que parece brincar com a música, sem grande espalhafato, mas com simplicidade.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A Margarida foi uma das minhas preferidas, talvez pela música escolhida, que lhe assenta como uma luva no timbre que tem, e no próprio estilo e maneira de ser, e também pelo seu timbre diferente, que fica logo no ouvido.


 


 


Foto de The Voice Portugal.


A Mónica não virou nenhuma cadeira, mas cantou de forma única a música dos Queen e, neste dueto com a Marisa, claramente preferi ouvir a concorrente!


Tem uma aparência e voz muito masculina. Quanto à primeira, partindo do princípio que não a tinham ainda visto, não seria certamente factor negativo. Quanto segunda, foi mesmo essa característica que a fez cantar daquela forma a música que parecvia feita para ela.


 


 


Foto de The Voice Portugal. 


A Ana Paula protagonizou o segundo "momento família da noite", ao ser surpreendida pela avó, que não via há um ano.


Quanto à sua voz, em canto lírico, é muito boa. Mas, à semelhança de outros concorrentes do género, não sei se terá sorte, caso avance nas etapas seguintes.


 


Nesta prova cega participaram ainda os amigos António e Alfredo, que não foram seleccionados, o Fábio, a Marlene, a Cristiana, e a Inês Paulo, que também não virou uma única cadeira,e prometeu regressar no próximo ano.


 


Imagens The Voice Portugal

4 comentários:

  1. Ainda não vi, esqueci-me mas ainda bem que programei para gravar.

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  2. Bem, agora que já vi acho que perderam a melhor da noite e uma possível vencedora, a Mónica. Tontos.

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  3. Naquela música, meteu a Marisa a um canto!
    Gostava de a ouvir noutros temas.

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  4. Os brasileiros têm aquela questão de não ter uma pronúncia inglesa muito boa, isso misturado com o facto de parecer um homem e outras vezes notar-se que era mulher, tornou a prova cega estranha porque eles não estavam a perceber o que se passava.
    Se fosse no Fator X aposto que passava à vontade porque se percebia o conjunto. Ela é uma grande artista.
    Quanto ao dueto o problema é que a Marisa canta sempre da mesma maneira, no mesmo registo. Disse que não conseguia acompanhar os graves da outra mas num dueto as pessoas não cantam no mesmo tom. Ela não sabe é sair daquele registo sofrido e pausado, não é flexível.

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