quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Cena de terror logo pela manhã!

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Dirijo-me à sala para limpar a caixa de areia das gatas. Quando me volto, vejo uma aranha no braço do sofá, em frente a mim.


Era castanha, quase bege, gorda e com aspecto duvidoso.


Fiquei ali parada, tal como ela, a olharmos uma para a outra, olhos nos olhos (a bem da verdade, nem sequer lhe vi os olhos, mas vamos fingir que sim, para deixar aquela tensão no ar)! 


 


Enchendo-me de coragem, pego na pantufa que tinha no pé, e avanço para ela, para lhe dar uma tareia tão grande que já não se possa levantar. Ao lhe dar com a pantufa, o raio da bicha salta, e deixo de a ver. Não está na sola da pantufa. Será que tinha asas? Ou abriu o páraquedas sem eu dar por isso.


 


Mas não. Afinal, tinha caído no chão, toda enrolada. Fui num instante à cozinha buscar a pá e a vassoura, para a tirar dali. A Becas ficou a tomar conta da intrusa, que ainda esperneava quando voltei. Levou uma pisadela, e atirei-a para o meio da rua.


 


Cenas de terror logo pela manhã não são para o meu coração. Acho que tremi mais com a visão da aranha, que no outro dia, com o sismo!

9 comentários:

  1. estou toda arrepiada e acho que assim continuarei todo o dia... não páro de olhar para tudo à minha volta agora!

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  2. Principalmente para ver se não anda por aí uma maluca de pantufa na mão!

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  3. Heheh...aranhas a mim não me fazem confusão!
    Tenho aversão aos ratos, esses sim independentemente do tamanho eriçam-me o cabelo todo!

    Beijinho

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  4. Tens pavor de aranhas por este episódio engraçado. Sabes que as aranhas são sinal de dinheiro não se devem matar mas sim conservar a espécie. E a tua gata não fez nada à aranha ficou apenas a olhar para ela? Episódio super engraçado mesmo. Beijinhos.

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  5. Então não podias viver em Mafra, a terra das terríveis e temidas ratazanas!
    Volta e meia encontro algum na rua, já morto. Ou, então, oiço-os raspar nos esgotos, na casa de banho.
    Já a minha mãe, chegou a ter um habitante desses na arrecadação, e uma vez ou duas, entraram-lhe em casa e teve que caçá-los com armadilhas.

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  6. Está explicado porque continuo pelintra e sem um tostão - mato-as todas!
    Sempre tive pavor de aranhas. Acho que começou na minha infância. Não me recordo muito, mas lembro-me de uma aranha grande na parede de casa, do lado de fora (tipo tarântula) e de alguém (provavelmente amiga) me querer à força obrigar a tocar nela.
    Se fosse a Amora, ainda a comia. A Becas não. Mas também não ia deixar, não fosse aquilo ter algum veneno!
    Beijinhos

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  7. E aparecem-me sempre aranhas estranhas. Se fosse uma lingrinhas normal, até custava menos.

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  8. Ahahah!
    Faço o mesmo.
    Quando vejo a Kat muito quieta e com o olhar fixo num ponto, já sei que há bichinho por perto.
    Por vezes, deixo-a delirar com o bicho, outras, mato-o.
    E a Kat deixa-o quando vê que este
    não se mexe, que já não lhe dá pica.

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