sexta-feira, 31 de agosto de 2018

RX - Patinho Feio

FOTO PROMO PF CORES.jpg


 


Os Patinho Feio estão de volta, dois anos após o lançamento de “Para Não Se Estar Calado”, dando continuidade à estória deste "ser buliçoso e de sangue quente", com “A Verdade Que Convém”, o novo álbum da banda, composto por 12 temas, cantados em português, e carregados de intervenção.


 


"De verdades que são mentiras e de mentiras que são verdades convenientes...


De um fado que não é fado …


De um ladrão que pede perdão ou talvez não …


O que resta?


Chiu! Calem-se, planeia-se o palco!


É que o sentinela disparou e fez que se enganou!"


 


 


Aqui fica o RX aos Patinho Feio: 


 


Resultado de imagem para rx


 


De que forma se descreveriam através destas palavras?


 


Silêncio – Ponto de partida.


Verdade – Ilusão.


Busca – Inquietação.


Português – Identidade.


Recomeço – Circulo vicioso.


Indagação – Gestação.


Música – Inevitabilidade.


Rock – Forma de estar.


 


 


Há cerca de dois anos, lançaram o álbum de estreia. Que diferenças poderá o público encontrar entre esse trabalho, e o novo que agora apresentam?


“A Verdade Que Convém” vem no seguimento do “Para Não Se Estar Calado”, o novo disco tem mais faixas, está mais maduro e deve ser ouvido como um livro.


 


 


A VERDADE QUE CONVEM COVER.jpg


 


"A Verdade Que Convém" é o vosso mais recente álbum. Na vossa opinião, a "verdade que convém" é sempre uma mentira?


Não necessariamente, mas quase sempre.


 


 


"Indagando" é o single de apresentação do álbum. Que indagações movem os Patinho Feio?


A busca da verdade e da mentira como faces da mesma moeda.


 


 


Este novo trabalho conta com produção de Hugo Correia, e a participação de JP Freire no introdutório de "Avenida dos Capitães". Como surgiram estas colaborações?


Ao contrário do primeiro disco, em que foi tudo feito de forma caseira (as captações) tirando a mistura e masterização, neste trabalho decidimos convidar alguém para produzir o disco.


O Hugo Correia surgiu pela amizade, e pelas capacidades técnicas e musicais. É um músico de excepção.


A voz do J.P. Freire, escritor e músico nosso conterrâneo, surgiu por amizade, estética, e como uma homenagem à cena “underground” Ilhavense.


 


 


Se pudessem escolher algum artista/ banda para partilhar o palco, quem escolheriam?


Existem muitos artistas e bandas com quem gostaríamos de partilhar o palco, assim de repente, talvez os Mão Morta.


 


 


Por onde vão andar os Patinho Feio nos próximos meses?


Nos próximos tempos vamos andar pelo país a promover “A Verdade Que Convém”.


 


 


Para além do lançamento do novo álbum, que objectivos gostariam de ver concretizados a nível musical em 2018?


O nosso principal objectivo é que a música do Patinho Feio chegue ao maior número de ouvidos possível.


 


 


Muito obrigada!


Marta Segão


 


 



 


 


Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo. 

Reflexão do dia

Resultado de imagem para paz


 


"Vivemos em permanente guerra com o mundo, quando não conseguimos encontrar a paz em nós mesmos..."

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

As guardas da praia

IMG_6443.JPG


IMG_6405.JPG


IMG_6406.JPG


 

Das férias...

IMG_6359.JPG


 


Já tinha saudades nas nossas mini viagens de autocarro até à praia, e das caminhadas da praia até ao terminal, até porque acabamos por observar cenas engraçadas e fazer parte de algumas delas!


 


Surpresas


Primeiro dia de praia, no feriado de 15 de agosto - muitos turistas a vir de férias com destino à Ericeira, e muitos outros a partir.


Entre eles estava um casal, cujo homem, a 15 minutos do autocarro sair, apercebeu-se que lhe faltava alguma coisa e foi a correr, enquanto a mulher ficou no terminal à espera. O tempo passou e já todos tinham entrado, mas nada do homem.


A mulher, lá fora, com a mala, ria-se sozinha (nervos, talvez). Mas eis que, quando já achávamos que teriam que apanhar o autocarro seguinte, lá veio ele a correr. E safaram-se!


 


Romance


Num outro dia, estava um rapaz sentado cá fora no terminal, com uns sacos ao lado, phones nos ouvidos, sozinho. Quando chegou um homem ali, pediu lume. Entretanto, foi ao interior do terminal, falar com a namorada. Voltou cá para fora, sozinho. 


Estava a falar ao telemóvel com alguém, quando a namorada veio cá fora mas, ao ver que ele não desligada e não lhe dava atenção, disse que se ia embora. Ele lá se levantou, dizendo umas asneiras pelo caminho, e foi atrás dela.


Nós observávamos, tal como outras pessoas que entretanto ali chegaram, a ver se as coisas não corriam mal, porque ela queria passar, ele punha-se à frente e segurava-lhe o braço. Às tantas, ela foi mesmo embora, e ele voltou ao sítio onde estava, nas calmas.


Quando achávamos que iria ficar ali, pegou nos sacos, disse mais umas asneiras, e só então se lembrou de correr para ir atrás da namorada! Não sei se ainda terá ido a tempo.


 


Autocarros


Dos transportes, se no ano passado me queixei, este ano fiquei admirada porque até estavam a sair à hora certa, e a cumprir.


Houve uma tarde em que faltavam 10 minutos para o autocarro passar, e íamos descansadas para a paragem, quando vemos um autocarro a passar.


Ficámos admiradas, por vir adiantado. Não é costume.


A paregem seguinte é a poucos metros, e vimos que havia imensa gente para entrar, pelo que demos uma corrida a ver se tínhamos sorte. Conseguimos, mas estava a abarrotar, e tivemos que ir em pé.


Ao questionar o motorista por vir tão cedo, percebi que, afinal, este autocarro não era o que nós íamos apanhar, mas sim um anterior, que já estava atrasado!


Resultado, todos os que estavam à espera do seguinte, caíram no mesmo erro que nós, e o autocarro ia à pilha. O motorista nem teve o discernimento de informar as pessoas que esperassem pelo próximo.


 


 


IMG_6438.JPG


 


O mar


Na maior parte dos dias, apanhámos o mar calmo, quase tipo rio, e temperatura da água amena, em comparação com outros anos.


Talvez por isso, se nos primeiros dias a água estava limpa, nos seguintes já se notava lixo e sujidade na água.


Não houve marés vivas neste mês de Agosto, pelo menos que eu me tenha apercebido, o que raramente acontece.


 


O tempo


Na maior parte dos dias, sol quente em Mafra, encoberto na Ericeira!


Safámo-nos uns 4 dias nesta praia. Numa tarde em que fomos a Carcavelos, saímos de lá com tempo de verão, e chegámos a Mafra com tempo de inverno.


Tivemos que aproveitar dois dias nas piscinas de Mafra, para compensar.


 


A piscina


Apercebo-me, a cada ano, que prefiro a praia à piscina. Mais ar puro, mais espaço, mais natureza, menos pessoas. Gosto da piscina se estiver frio lá fora, e souber bem aquele quentinho do sol, sem escaldar e obrigar a ir à água.


Gosto especialmente da piscina ao final do dia, quando começa a esvaziar.


 


A praia


Adoro praia mas, talvez porque o tempo também já não é o que era, já não sinto aquela vontade de ficar até tarde na praia. 


Prefiro sair um pouco mais cedo, despachar-mo-nos cedo em casa, e ainda aproveitar o resto do dia/noite para ver um pouco de televisão ou ler um livro, e fazer companhia às felinas da casa.


 


As gatas


Só querem mimos, colo, companhia. Onde nós estivéssemos, ali estavam elas, a dormir, a receber festinhas, a matar saudades e aproveitar que as donas estavam ali mais que o habitual.


 


O sono


À excepção de um ou dois dias em que dormi até mais tarde, o meu horário de acordar nunca passava das 8 da manhã. Acho que o meu organismo não gosta de muitas horas de sono, e despertava automaticamente a essa hora. E se não fosse ele, as gatas também não deixavam escapar.


 


Uma patinha aqui, um puxão de cabelos ali e, se não funcionasse, começavam à bulha uma com a outra, para me fazer levantar.


Claro que, depois, no resto do dia, andava cheia de sono!


 


IMG_6355.JPG


 

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Constatações

Resultado de imagem para egocentrismo


 


Existem pessoas que vivem tão centradas em si próprias e nos seus problemas, que nem se apercebem daquilo que se passa com as pessoas que os rodeiam, e que também estas têm os seus póprios problemas.


 


Resultado de imagem para egocentrismo


 


 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Que resposta se dá a isto?!

Imagem relacionada


 


Na praia, a entrar no mar, mas ainda com a maior parte do corpo de fora, levo com água de uns rapazes que se lembraram de brincar.


O primeiro, que estava ao meu lado, mandou areia ao outro. O segundo, de frente para mim, chateado, começou a mandar água ao outro, só que me acertou a mim.


Reclamei, com eles, para terem cuidado.


O parvalhão, que se achava o rei do mar, responde-me, de trombas:


"Está na água, não se quer molhar?"


 


É preciso ter lata! Faz asneira e, em vez de pedir desculpa, ainda acha que tem razão e agiu bem.


 


Não me deixei ficar:


"Eu gosto de me molhar sozinha, não preciso que me molhem!"


 


Entretanto, foi o que estava ao meu lado que acabou por pedir desculpa, enquanto o outro reclamava sozinho que a praia é pública.


 

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Deveria haver um curso de simpatia para algumas pessoas

Resultado de imagem para simpatia


 


Há um restaurante na Malveira onde gostamos de ir, pela sua especialidade - as tirinhas de porco.


Pensámos ir lá na sexta, mas queríamos confirmar se estava aberto, uma vez que já chegámos a ir um dia, e bater com o nariz na porta. O meu marido ligou para lá, mas ninguém atendeu. 


Enviou então mensagem no facebook. Foi vista, mas nunca respondida.


Arriscámos. Tivemos sorte.


 


Mas acreditem que só nos dá vontade de lá ir pelas tirinhas, porque as duas meninas que lá estão sempre, são de uma falta de simpatia, e sempre de trombas, que se déssemos uma moedinha, ainda tocavam a sineta.


Estão a atender pessoas, que lhes vão dar dinheiro a ganhar e que, por conta dessa forma como lidam com os clientes, podem nunca mais voltar.


Eu sei que muitos anos a fazer a mesma coisa é cansativo e que, com a idade, começamos a ficar mais saturados e sem paciência, mas disfarçar isso com sorrisos amarelos e falsos, e mostrar directamente o mau humor, não as favorece em nada.


Seria bom, para algumas pessoas, sobretudo as que trabalham com pessoas, haver um curso de simpatia. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Viver a vida dos outros

Resultado de imagem para vida


 


Por vezes, a vida pode ser tão desmotivante, que algumas pessoas passam a dedicar o seu tempo a viver a vida dos outros, a fazer seus os sentimentos, as alegrias e as dores dos outros, sem perceber que apenas estão a enganar-se a si próprios.


Quando essas vidas acabam, procuram outras às quais se agarrarem, para darem algum sentido à sua própria vida, porque não a conseguem viver de outra forma.


 

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Parvoíces de uma segunda-feira à noite

Resultado de imagem para mãe e filha desenhos


 


Mãe e filha na cozinha, a primeira a tentar despachar-se, e a segunda sem pressa nenhuma de o fazer!


Como a minha filha tinha ido no dia antes ao concerto do Anselmo Ralph e estávamos a cantar as músicas dele, deu-nos para inventar letras:


 


Para a música "Aplausos para Ti", e porque eu já tinha arrumado o sumo, a pensar que ela não iria beber mais, a minha filha inventou esta.


 


Aplausos para ti


Foste arrumar o Ice Tea


E agora, o que é que eu bebo?


(Agora) o que é que eu bebo?


 


Uns tempos depois, à espera que ela comesse a sopa para lavar o resto da loiça, foi a vez de eu me aventurar em "Promete".


 


Então promete


Que vais comer a sopa toda


Não posso mais esperar, não


Diz-me que não vais deixá-la arrecefer, não


 


E, pronto, foi isto!

À Conversa com Carlos Santos

foto carlos santos.jpg


 


Carlos Santos tem, enquanto músico, múltiplas facetas. Para além de cantor, é compositor, multi-instrumentista e produtor musical. 


Integrou bandas como os Expensive Soul, Three Angle e Morpheu, e é detentor do Record Mundial da maior maratona de bateria. 


Influenciado por diversos estilos musicais, que vão do Rock ao Blues, do Jazz ao Funk, e até MPB,  fruto da heterogeneidade de experiências que foi tendo ao longo da vida, apresenta-se agora a solo. 


O tema “Se Tu Me Amas”, disponibilizado nas plataformas digitais a 29 de junho, é o primeiro single de Carlos Santos, que assina também a composição e produção.


Para ficarem a conhecê-lo melhor, aqui fica a entrevista:


 


 


k15771734.jpg


 


Quem é o Carlos Santos?


Sou uma pessoa apaixonada pela música desde que me conheço, quando era mais novo não conseguia passar muito tempo sem ouvir música, sempre fiz um esforço por estar ligado à música, e felizmente a vida foi-me permitindo explorar diversas vertentes mesmo dentro dela, como instrumentista, letrista, compositor, produtor, não só de conteúdos musicais como também de multimédia, que é aliás o que tenho vindo a fazer ao longo dos últimos tempos, produção musical e audiovisual.


 


 


Como é que a música surgiu na sua vida?



Se calhar a memória mais remota que tenho da música na minha vida é mesmo quando tinha cerca de 3 anos e ia com a minha avó à igreja, ficava fascinado com o piano, e acabava sempre perto do pianista a ver o que ele fazia.



Desde pequeno que tentava replicar o que ouvia na igreja ou na rádio no piano que tinha em casa.


Entretanto na minha adolescência comecei a integrar projetos musicais, o que hoje chamam de bandas de garagem até começar a fazer parte de projetos mais sérios e começar a trabalhar com a música de uma forma mais profissional.


 


 


O Carlos já integrou diversos projetos musicais. Que aprendizagem lhe trouxe cada um deles?


Integrei projetos musicais com ondas musicais bastante diversas e também com formações instrumentais variadas. Em todos eles aprendi muito tanto musicalmente como também em termos pessoais e profissionais.



Acho que é fundamental, para um músico, esta diversidade, poder passar por diversas experiencias para poder integrar a diversidade e definir o que é a sua própria personalidade musical.



Como instrumentista, essas experiências fizeram-me aprender a comunicar musicalmente com outros músicos, já passei por experiencias de bandas muito bem organizadas em que o papel musical de cada um era muito restrito e delimitado, assim como projetos em que a musicalidade dependia muito da interligação dos membros e da sua capacidade de improvisação sobre uma base.


Acho que todas elas nos fazem adicionar valor ao nosso ser musical. Por um lado fazer parte de um todo que conta com uma participação mais mecânica da nossa parte obriga-nos a desenvolver a memória e capacidade técnica de execução, enquanto algo mais livre dá asas à nossa criatividade do momento, todas estas valências são extremamente importantes.


Há componentes não musicais nos projetos que também vamos aprendendo e que fazem parte da organização de palco e fora dele, tudo isso são mais-valias que vamos adicionando à medida que vamos tendo essas experiencias.


 


 


Como artista, o Carlos divide-se entre as facetas de cantor, compositor, produtor e instrumentista. Em qual destas vertentes se sente mais à vontade?


Nunca penso nisso dessa forma, faço o que tiver de fazer na altura em que é necessário, as dificuldades que vou tendo num ou noutro aspecto vou tentando aprender a resolver.



Um músico hoje em dia tem de desenvolver essas aptidões para poder demorar cada vez menos a ver o seu trabalho feito, em adição a essas valências também tem de saber vender o seu produto, publicitá-lo, se produzir os próprios conteúdos de imagem também tem de saber um pouco de fotografia e vídeo, porque hoje em dia tudo isso é importantíssimo.



Se calhar tenho um à vontade natural com os instrumentos que foi constituído com mais tempo uma vez que a parte técnica de som só surgiu mais tarde na minha vida, de qualquer dos modos sempre fui bastante interessado por tecnologia e por equipamento de som, não só para tocar mas também para gravar.


 


 


No que respeita a instrumentos musicais, a bateria tem um lugar especial?


A bateria tem um lugar imensamente especial na minha vida, além de ser um dos principais ginásios, tanto a nível físico como mental, é o instrumento que escolhi para defender uma causa que me é muito próxima que é a alienação parental, igualmente para tentar alertar a sociedade para uma guerra que continua a causar muitas dificuldades a muitas pessoas inocentes nomeadamente a muitas crianças que passam por imensas dificuldades neste momento na Síria.



De todos os instrumentos, foi aquele que sempre mais me uniu a outras pessoas, e a música tem essa valência muito especial que é a de unir as pessoas e de as fazer sentir parte de algo de que nos transmite muita paz e bem-estar.



 


 


Quais são as suas grandes referências a nível musical?


Os meus gostos musicais são muito variados e é algo injusto estar a nomear alguns artistas sem percorrer uma longa lista de músicos e bandas que aprecio em diversos aspetos, seja a nível de timbre ou som, composicional, ou em termos de ritmo, alguns também não tanto pela parte musical mas pelo que representaram em termos do papel que tiveram como pessoas para o mundo, e pela mensagem que foram deixando nas suas músicas.


Gosto bastante entre outros estilos de Rock, Blues, Soul, Jazz, Raggae música brasileira especialmente MPB e Bossa, alguns dos artistas que mais fui ouvindo e influenciaram ao longo da vida foram Stevie Wonder, Tom Jobim, Sting, Bob Marley, Queen, Seu Jorge, Prince, Cazuza, Jimmy Hendrix, Led Zeppelin, U2, Pat Metheny, Dave Weckl Band, James Brown, Ed Motta, Aretha Franklin, Radiohead, Michael Jackson, Elvis Presley, Beatles, Nina Simone, Etta James, David Bowie, Alva Noto, Bruno Mars, entre um montão de outros artistas cujo trabalho aprecio.


 


 


carlos santos capa.jpg


 


“Se Tu Me Amas” é o primeiro single a solo de Carlos Santos. Considera-se uma pessoa romântica?


Considero-me uma pessoa bastante emotiva e apaixonada sim. Sempre foi parte da minha personalidade ser assim nas coisas que faço, seja nos relacionamentos ou seja nos projetos que vou fazendo na vida. Acho que o Amor é a maior força criadora.


 


 


Sobre o que nos fala este tema?


Este tema fala de um amor vivido numa distância muito próxima entre duas pessoas apaixonadas que por força das circunstâncias não o podem viver de uma forma livre e completa.


 


 


O single foi lançado a 29 de junho. Que feedback tem recebido por parte do público que já o ouviu?


Toda a gente que me tem falado relativamente ao tema diz que gosta bastante do estilo do tema, da voz, algumas pessoas que estão mais habituadas a ver-me na bateria dizem-me que é uma boa surpresa saber que afinal também canto, acho que tem tido uma boa aceitação.


 


 


Quais são os objetivos do Carlos, a nível musical, para este ano de 2018?


O meu principal objectivo musical para este ano é conseguir gravar e produzir todos os temas que tenho já concretizados, em termos de composição, para antes do final do ano conseguir lançar os restantes temas, apesar de conseguir tocar, gravar e produzir todos eles prefiro contar com a participação de algumas pessoas que considero especiais, o que me vai levar um pouco mais de tempo a concretizar.


 


 


Onde é que o público poderá ver, ouvir e acompanhar o Carlos Santos?


Vou tendo concertos semanalmente, em vários locais. O lançamento do single ocorreu em Aveiro com os restantes membros que integram o projeto, mas vou tendo atuações em zonas dispersas do País num formato a solo ou em dueto.


Estou a dar mais atenção ao término do trabalho em termos de gravações no decurso deste tempo, para poder mostrar os restantes temas a par do lançamento dos mesmos, excepcionalmente foram tocados no lançamento do “Se tu me amas” os restantes temas que integrarão o EP, mas até que o mesmo esteja pronto, prefiro mantê-los como novidade.


 


 


Muito obrigada, Carlos!


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.


 


 

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Sugestão de penteado para festas!

Foto de Marta E André Ferreira.


 


Quem terá sido o cabeleireiro de serviço?!

Fexpomalveira

IMG_6327.JPG


 


Todos os anos se realiza, na Mata Paroquial, na Malveira, a Fexpomalveira.


Há já vários anos que não ia lá. Fomos no sábado.


A primeira novidade, é que temos que comprar bilhete para poder entrar. Um valor simbólico, é certo - 2 euros por pessoa. 


Entrando no recinto, há por ali de tudo um pouco.


 


Comércio:


Para quem vê na Fexpomalveira uma oportunidade de promover os seus produtos e ganhar algum dinheiro, existem vários expositores ao longo da feira, não só as já habituais tasquinhas, restaurantes, pastelarias, e mostras de produtos gastronómicos da região, como também de veículos automóveis e motorizados, máquinas, outros produtos diversificados e serviços variados.


 


Solidariedade:


Também estão presentes associações que visam angariar verbas para as suas causas, sendo que muitos dos locais onde podemos comer, vêem as suas receitas reverterem para instituições solidárias.


 


 


IMG_6330.JPG


Divertimento:


Para além dos espetáculos com artistas bem conhecidos do panorama musical português, e das bandas que asseguram o baile, também por lá andam mascotes que fazem as delícias dos mais pequenos, balões de todos os feitios e muito mais.


 


Mostra animal:


Embora estejam ali em exposição com o objectivo de venda ou estabelecimento de contactos com criadores e herdades, acabam por ser também uma atracção para todos os que visitam a feira.


Por lá, vimos ovelhas, cabras, cabrinhas anãs, vacas, burros, cavalos, e até cães.


E, sim, são bonitos de ver, mas custa saber para o que ali estão, e vê-los ali durante tantas horas, naquele espaço, com pessoas atrás de pessoas a chatearem-nos.


Custou-me principalmente um cão preso numa jaula, com ar de conformado com a sua sorte.


 


IMG_6325.JPG


IMG_6319.JPG


IMG_6323.JPG


IMG_6326.JPG


IMG_6317.JPG


IMG_6309.JPG


IMG_6313.JPG


IMG_6304.JPG


IMG_6305.JPG


IMG_6314.JPG


IMG_6322.JPG


 


 


 


 


 

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Verão imparável é com a Inominável!

#15 capa.png


 


Acabadinha de sair, está já disponível a Inominável n.º 15, com uma capa que nos dá vontade de ir de férias, e dar um mergulho refrescante naquelas águas!


 


Mas, entre um mergulho e uns banhos de sol, ou na pausa para o café, para aqueles que estão a trabalhar, aproveitem para descobrir tudo o que a equipa Inominável preparou para esta edição:


 


- dicas de como aproveitar o calor do verão, com saúde


- um roteiro com belas praias que poderão visitar  


- poesia que une dois continentes com tanto mar entre eles


 


E ainda, a entrevista a Kate Mirson, na rubrica Musicalizando, e a Agenda Inominável, entre muitas outras rubricas, nesta Inominável especial de Agosto!


 


 


Para quem os leitores assíduos da revista, ou para quem está agora a lê-la pela primeira vez, que rubricas mais gostam ou gostariam de ver na Inominável, em edições futuras? 


 


 

Sugestões para o fim de semana


 


(clicar na imagem)


 


Para quem está de férias ou, simplesmente, a aproveitar o fim de semana, que muitos podem prolongar por conta do feriado da próxima semana, aqui ficam algumas sugestões que poderão não querer perder:


 


Na Praia da Rocha, estreia o primeiro grande festival de verão do Algarve - o Solaris Sunset Empire.


Aqui pelo centro, a já habitual Fexpomalveira, e circo para toda a família.


Na margem sul, animação e muitas gargalhadas estão garantidas.


E nem os Açores ficam de fora.


 


Confiram tudo na edição desta semana!


 


 


 

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Omitir ou camuflar o que não convém

Resultado de imagem para omitir ou mentir


 


Sabem aquelas informações que vêm nos contratos, em letras muito pequeninas por serem considerados meros detalhes sem importância, e que acabamos por nunca ler? E que, depois, quando vamos ver, até continham informação relevante que deveríamos saber antes de assinar os contratos?


 


Pois...


 


Mas isso não acontece só nessas situações.


Também quando andamos à procura de emprego, as empresas omitem muitas vezes determinadas informações, mostrando só as regalias e vantagens, gabando-se de ser diferentes da concorrência, para melhor.


Depois, quando os funcionários já lá estão, afinal as coisas não são bem como foram faladas.


Eu costumo dizer, cada vez mais, ao meu marido, que sou como S. Tomé - ver para crer. Desconfio sempre quando a oferta é boa demais para ser verdade.


Uma empresa a que foi chamado propôs-lhe o ordenado de "x", limpo. 


"Ah e tal, somos diferentes das outras. Pagamos mais. Aqui valorizamos os trabalhadores, não são só um número."


Em conversa com um colega, sobre o subídio de alimentação, esse colega ficou admirado por o meu marido receber o valor que recebia. 


"Aqui não. Aqui recebemos "x". Mal de nós."


 


E sim, parecia ser um ordenado razoavelmente melhor que o anterior, ainda que continue a ser uma exploração, dado o número de horas que trabalham. Mas exploração por exploração, que se receba um pouco mais.


Entretanto, o meu marido ficou a saber que, afinal, o ordenado que pagam não é o que lhe disseram, mas menos 10 euros. Não é por aí, mas quando se começa com mentiras, não é bom sinal.


E ficou a saber que, no valor pago mensalmente, já está incluído subsídio de Natal e de Férias, algo que também só soube pelos colegas.


 


Feitas as contas, descontando ao ordenado um montante regular, para perfazer os subsídios a que não terá direito, a dita empresa, que se gabava de ser diferente, e de pagar mais, acaba por pagar o mesmo que as outras!


A única vantagem, e poupança para o meu marido, é ficar ligeiramente mais perto de casa e, como tal, gastar menos dinheiro em gasolina e portagens.

O "momento certo" existe?

 


Imagem relacionada


 


Quantas vezes, na vida, esperamos pelo momento certo, pela altura ideal?


 


Para fazer algo... Ou para dizer algo...


Mas, será que "o momento certo" existe mesmo? Ou é apenas uma fantasia que inventámos, para adiar aquilo que não nos sentimos preoparados para fazer ou revelar? 


 


"Who are you?" - perguntou Andrea a Parvati. Ela não lhe respondeu. Não era "o momento certo". Acabaram por se separar, até que, pela mão de um criminoso, voltam a estar juntos, na tentativa de salvar a filha de Andrea - Isabella.


Andrea diz-lhe, então, que ela não sabe como ele se sente porque nunca foi mãe. E, mais uma vez, Parvati não achou que fosse "o momento certo" para lhe dizer que tinha estado grávida dele, e tinha perdido o filho, por isso, sim, sabia como isso era.


Depois, quando Andrea levou um tiro e estava a morrer, Parvati achou então que era "o momento certo" para revelar o seu verdadeiro nome, e aquilo em que trabalhava. Muito mais haveria a dizer, mas não houve tempo.


 


De que serviu, naquele momento, aquela revelação da verdade? Para que o outro não partisse deste mundo sem a resposta à pergunta que tinha feito antes? Para que a pessoa que abriu o jogo fique com a consciência mais tranquila, mesmo que de nada adiante no futuro?


 


Acredito que existam "momentos certos" para muitas coisas na vida mas, por vezes, eles não passam de uma ilusão, de uma desculpa. É o receio, a falta de coragem e a acomodação, disfarçadas.


E quando o percebemos, é tarde demais!


 


É bem antigo o ditado que diz que "não devemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje".


Talvez devamos levá-lo, mais vezes, a sério, e criarmos, nós próprios, esses "momentos certos", em vez de esperar que eles batam à nossa porta.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Constatações

Imagem relacionada


 


Existem pessoas que não sabem o que significa férias. 


Pelo menos, as dos outros!


 


Que não gostam de ser incomodadas nas suas próprias férias, mas não se preocupam se estão a incomodar as outras.


Que acham que os seus problemas são mais urgentes que as férias dos outros, e podem ser interrompidas por um bocadinho, sem problema.


Que pensam, até, que determinadas pessoas não podem ter férias, porque têm que estar sempre disponíveis.


 


E, depois, também há aquelas que estão de férias, e não conseguem desligar do trabalho, por opção!


 


Por isso, para esclarecer qualquer dúvida acerca do significado de "férias", aqui fica:


 


 


Significado de Férias


Época de repouso após um ano de trabalho. Dias que se destinam ao descanso dos estudantes. Interrupção das atividades de uma empresa, instituição etc.


[Figurado] Tempo de descanso: a mudança da rotina quotidiana que ajuda a restaurar a disposição das pessoas.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Podem pedir ao tempo para não ter pressa?!

Resultado de imagem para tempo


 


É verdade que o tempo parece nunca se mover à velocidade que gostaríamos.


Ora parece estar a andar lentamente, quase parado, quando queríamos que ele passasse mais depressa, ora desata numa correria, quando queríamos que ele abrandasse, para prolongar aqueles momentos que estamos a gostar tanto.


Mas, de uma forma geral, e de há uns tempos para cá, tenho a sensação que o tempo nos anda a fugir pelas mãos, a escapar-se por entre os dedos, cheio de pressa de chegar não sei bem onde.


Não são apenas as horas do dia que não chegam para tudo o que gostávamos de fazer. Os próprios dias estão a voar à frente dos nossos olhos, e a rir-se de nós.


Ainda no outro dia estava a respirar de alívio, por ter terminado mais um ano lectivo. E já falta pouco mais de um mês para iniciar o próximo, o que significa que, num piscar de olhos, passaram-se dois meses.


Ainda no outro dia estava ansiosa para entrar de férias. Veio a semana de férias, passou num ápice. E já o meu marido esteve 3 semanas de férias e voltou a trabalho. Mesmo a trabalhar, vi essas semanas passarem num estalar de dedos.


E eu, que estou a pouco mais de uma semana de gozar mais alguns dias de férias, dou por mim a desejar que o tempo não corra tanto, porque isso significa que, quando der por mim, já estou de volta às rotinas por mais um ano.


Sim, acho que é o primeiro ano que não quero que as férias cheguem rapidamente, e que dou por mim a pensar que o tempo poderia parar ali próximo durante uns tempos.


Claro que isso não é possível mas podem, pelo menos, pedir ao tempo para não ter tanta pressa de fugir de nós, e de nos roubar tempo quando mais precisamos dele?!

Chegou ao fim a terceira temporada de Quantico...

Resultado de imagem para quantico season 3


...e soube a pouco!


13 episódios cheios de adrenalina, reviravoltas, descobertas, acção e surpresas, nem sempre boas.


Duas personagens novas entraram, para logo as fazerem sair a meio. Se foi um "mal necessário", ou apenas falta de relevãncia para a continuação da história, não sei.


Mas não dei pela sua falta, e a restante equipa seguiu em frente, até se centrar, nos últimos episódios, num único inimigo, aparentemente invencível, cheio de recursos, e sempre com uma cartada pronta, e um trunfo na manga.


"A Arte da Guerra" foi o livro em que este inimigo se inspirou para escapar sempre, e exercer os seus planos e vinganças.


É nessas jogadas que vamos ser levados até algumas personagens da temporada anterior, que nos vamos deparar com tráfico humano, com a morte daqueles que  são mais queridos a cada um dos membros da equipa.


 


No penúltimo episódio, quando pensamos que já nada pode acontecer, é lançada a última cartada, que nos leva de volta ao primeiro episódio desta temporada.


E ao início de tudo.


O final desta temporada deixa em aberto novas oportunidades, e novos recomeços, numa vida que, provavelmente, continuará a ser a mesma, com os riscos que implica, a combater os criminosos, como agentes do FBI.


 


Os momentos finais do episódio 13 são também dedicados ao amor.


Shelby diz a Alex que deve parar de fugir do amor, porque o amor é o melhor que se pode ter na vida.


Conseguirá Alex fazê-lo? Conseguirá Alex entregar-se ao amor, apesar do perigo que isso possa trazer àqueles que ama?


 


Quem acompanha a série sabe que Alex e Ryan sempre se amaram, até Alex desaparecer durante 3 anos, e tudo mudar.


Ryan casou com Shelby e, apesar de algumas dúvidas, parece que o amor deles é verdadeiro e recíproco, e que Alex pertence ao passado.


Por outro lado, Alex, após ter deixado Andrea para o proteger, parece estar a desenvolver uma relação com Mike. Mas... e se Andrea e Isabella voltarem a surgir na sua vida?


 


Confesso que, já que não irá haver uma quarta temporada, que dê continuidade ao que acabamos de ver, esperava o "final feliz", que não aconteceu.


Não gosto das coisas em aberto, suspensas. Não gosto do facto de "passarem a bola" ao espectador, para depreender o que aconteceu a seguir.


 


Para quem ainda não viu, posso apenas dizer que termina com um casal a iniciar uma relação, um dos membros da equipa numa cama de hospital depois de quase ter sido espancado até à morte, e uma personagem fundamental, que pode fazer a diferença na vida de outras duas, e ajudar a superar as perdas sofridas até ali.


E uma equipa, ou o que resta dela, unida até ao fim, pelo dever, e pela amizade.


 


Apesar do formato diferente desta terceira temporada, e de as audiências fracas não justificarem uma quarta temporada, gostei muito, e vou sentir falta de acompanhar, todas as semanas, a vida destes agentes formados em Quantico!


 

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

E assim vai a defesa dos animais

O antigo edifício da Santa Casa de Mafra está a ser demolido, dando lugar a um novo projecto, em parceria entre a Câmara Municipal de Mafra, e a Santa Casa da Misericórdia.


Nesse edifício, há anos devoluto e abandonado, vive uma colónia de gatos que conta, neste momento, com cerca de 20 gatos.


Foram lançados alertas nas redes sociais, para que as associações da zona pudessem fazer alguma coisa.


Eu própria falei com uma, e ofereci-me para tentar angariar fundos e meios de salvaguardar a colónia, antes que as obras começassem.


Mas o trabalho que têm é muito, a informação que lhes deram foi vaga, e não há ninguém com quem falar.


Essa via ficou inviabilizada.


 


Não acredito que nenhuma das entidades envolvidas no projecto desconhecesse a situação.


No entanto, as obras começaram, com os gatos lá.


 


 


 


 


Contactei com o PAN de Mafra, que me enviou a seguinte mensagem:


"Olá Marta, o primeiro passo é denunciar às autoridades, neste caso ao SEPNA, que faz parte da GNR e se dedica às questões ambientais, onde os maus tratos a animais de incluem."


Imaginei que o SEPNA se iria descartar mas, hoje, lá liguei.


Responderam-me que não têm nada a ver com o assunto, e que deveria ligar para a Câmara Municipal de Mafra, porque esta é que tem as colónias sinalizadas e pode saber o que devo fazer.


 


Liguei para a CMM. Responderam-me que tenho que lá ir fazer uma apresentação por escrito, ou enviar email. Depois, esperar que o processo seja encaminhado para quem de direito.


Em alternativa, posso ligar para o Canil Municipal, para ver se podem ajudar.


Foto de Clube de Gatos do Sapo.


(antes, deitavam-se aqui neste muro)


 


Foto de Clube de Gatos do Sapo.


(entretanto, com a demolição, a árvore tombou)


 


IMG_6271.JPG


(este é o aspecto, hoje)


 


Não se vêem os gatos. Devem estar escondidos, com medo do barulho. Desorientados, por ver que a sua "casa" está a desaparecer.


Os adultos podem fugir facilmente para os quintais vizinhos. Os bebés podem não conseguir.


 


IMG_6268.JPG


À hora de almoço estava este bebé em cima do muro que dá para a igreja. 


Todos os dias passo lá, vejam se ainda por lá andam, quem está vivo, se ainda é possível ali comer e matar a sede, sem ficarem esmagados.


Todos os dias oiço a escavadora, mesmo da minha casa. E a cada investida para derrubar mais um pedaço, o meu coração tem um sobressalto. De receio, de tristeza, de impotência.


 


Com este jogo do empurra, tanta burocracia, falta de informação de quem deveria saber mais do que nós, e falta de acção de quem tem os meios, torna-se difícil ajudar a tempo de impedir o pior e, mais difícil ainda, acreditar que alguém, realmente, se preocupa com a defesa do animais. 


 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Sugestões para o fim de semana


(clicar na imagem)


 


Se o dia convida a ficar em casa, para fugir ao calor, as noites são ideais para sair à rua, e aproveitar as nossas sugestões:


O Aura Festival – Light Atmospheres propõe uma caminhada nocturna com videomapping pela vila de Sintra. 
Também em Sintra, poderão assistir a várias sessões de cinema nocturno e ao ar livre.


Destaque ainda para os festivais Tradidanças, Andanças e Setúbal Salsa Experience.


Confiram tudo na edição desta semana!

O sentido de oportunidade é tudo!

Resultado de imagem para oportunidade


 


Esta semana recebi um email de um jornalista, que queria entrar em contacto comigo acerca de uma alegada burla de uma agência de modelos.


Em 2015, a minha filha foi a um casting para a Space Milan Models. Foi-lhe dito que tinha potencial e apresentaram duas propostas, uma para uma formação de 700 euros, e um book, de 200 euros.


Na altura fiquei com muitas dúvidas, mas acabei por pagar o book, que me foi entregue 4 meses depois.


Assunto arrumado. Nunca foi chamada para nada, como já era de esperar.


 


Ao receber este email, fui pesquisar, e percebi que existem várias queixas de burla no portal da Queixa contra esta agência, de pessoas que não tiveram a mesma sorte que eu, que pagaram e nunca receberam nada. Ao que parece, a agência fechou. Ficou com o dinheiro dessas pessoas, e agora está incontactável.


 


Ora, eu poderia aproveitar a maré, mas a verdade é que, por muito que me tenham mentido no que respeita ao potencial da minha filha, a verdade é que eu já não esperava nada e, quanto ao book, foi pago mas entregue. Nunca fiz qualquer queixa e, no meu caso, não houve burla.


 


Mas, como diria alguém que conheço "o sentido de oportunidade é tudo" e, já que um jornalista me contactou, porque não servir-me desse meio para divulgar algo de mais valor, como é o caso das acções solidárias do Clube de Gatos do Sapo?!


Os dados estão lançados. 


 

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Motivação para quem está a trabalhar...

Resultado de imagem para sapo cocas


 


...por parte de quem está de férias!


 


Nos dias em que o sol não aparece:


Deixa lá, pelo menos não estás a perder grande coisa.


 


Nos dias de calor:


Deixa lá, com este calor, estás melhor a trabalhar, ao fresco!

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A escrita deve libertar, e não prender

Imagem relacionada


 


Escrever é colocar, por palavras, aquilo que nos vai na alma. 


Aquilo que pensamos, aquilo que queremos dizer, perguntar, informar, sugerir.


Escrever é algo que nos deve dar uma sensação de liberdade, de prazer.


 


Quando isso deixa de acontecer, então, é melhor parar. 


Quando deixamos de ter ideias, quando começamos a acusar a pressão, quando percebemos que estamos a escrever por "obrigação", então é o momento certo para fazer uma pausa.


Porque, dessa forma, em vez de nos sentirmos bem, vamos apenas estar a cumprir com algo que já não nos cativa, e para o qual já pouco temos a contribuir. 


 


Por vezes, não nos apercebemos logo disso. Mas há sinais que nos vão alertando.


Como, por exemplo, quando começamos a pensar que não temos tempo, e é melhor desistir, mas depois até acabamos por arranjar algo à última hora, e continuamos, até voltar a acontecer o mesmo, e voltarmos a desenrascar qualquer coisa, que nos faz ir adiando o inevitável.


 


Por vezes, não é preciso deixar de escrever, ou fazê-lo de forma definitiva. Mas algo tem que mudar, para que aquele desejo e inspiração volte, e nos faça sentir a escrita como uma forma de liberdade, e não uma prisão, da qual queremos sair, sem saber bem como.

Agosto chegou e trouxe consigo o verão!

Resultado de imagem para agosto


 


Finalmente!


Agosto chegou e trouxe, com ele, o verão até Mafra.


Finalmente, um dia de sol e céu totalmente limpo.


Finalmente, um dia com temperaturas de verão.


Finalmente, um dia em que já se procura a sombra, para refrescar, e não o escasso sol, para aquecer.


Finalmente, um dia em que já se anda bem com roupa de verão, e conseguimos largar o casaco.


 


Bem vindo, Agosto! Não fujas, verão!


Temos que matar saudades, e o tempo começa a escassear, por isso, dá-nos essa alegria!


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!