sexta-feira, 31 de agosto de 2018

RX - Patinho Feio

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Os Patinho Feio estão de volta, dois anos após o lançamento de “Para Não Se Estar Calado”, dando continuidade à estória deste "ser buliçoso e de sangue quente", com “A Verdade Que Convém”, o novo álbum da banda, composto por 12 temas, cantados em português, e carregados de intervenção.


 


"De verdades que são mentiras e de mentiras que são verdades convenientes...


De um fado que não é fado …


De um ladrão que pede perdão ou talvez não …


O que resta?


Chiu! Calem-se, planeia-se o palco!


É que o sentinela disparou e fez que se enganou!"


 


 


Aqui fica o RX aos Patinho Feio: 


 


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De que forma se descreveriam através destas palavras?


 


Silêncio – Ponto de partida.


Verdade – Ilusão.


Busca – Inquietação.


Português – Identidade.


Recomeço – Circulo vicioso.


Indagação – Gestação.


Música – Inevitabilidade.


Rock – Forma de estar.


 


 


Há cerca de dois anos, lançaram o álbum de estreia. Que diferenças poderá o público encontrar entre esse trabalho, e o novo que agora apresentam?


“A Verdade Que Convém” vem no seguimento do “Para Não Se Estar Calado”, o novo disco tem mais faixas, está mais maduro e deve ser ouvido como um livro.


 


 


A VERDADE QUE CONVEM COVER.jpg


 


"A Verdade Que Convém" é o vosso mais recente álbum. Na vossa opinião, a "verdade que convém" é sempre uma mentira?


Não necessariamente, mas quase sempre.


 


 


"Indagando" é o single de apresentação do álbum. Que indagações movem os Patinho Feio?


A busca da verdade e da mentira como faces da mesma moeda.


 


 


Este novo trabalho conta com produção de Hugo Correia, e a participação de JP Freire no introdutório de "Avenida dos Capitães". Como surgiram estas colaborações?


Ao contrário do primeiro disco, em que foi tudo feito de forma caseira (as captações) tirando a mistura e masterização, neste trabalho decidimos convidar alguém para produzir o disco.


O Hugo Correia surgiu pela amizade, e pelas capacidades técnicas e musicais. É um músico de excepção.


A voz do J.P. Freire, escritor e músico nosso conterrâneo, surgiu por amizade, estética, e como uma homenagem à cena “underground” Ilhavense.


 


 


Se pudessem escolher algum artista/ banda para partilhar o palco, quem escolheriam?


Existem muitos artistas e bandas com quem gostaríamos de partilhar o palco, assim de repente, talvez os Mão Morta.


 


 


Por onde vão andar os Patinho Feio nos próximos meses?


Nos próximos tempos vamos andar pelo país a promover “A Verdade Que Convém”.


 


 


Para além do lançamento do novo álbum, que objectivos gostariam de ver concretizados a nível musical em 2018?


O nosso principal objectivo é que a música do Patinho Feio chegue ao maior número de ouvidos possível.


 


 


Muito obrigada!


Marta Segão


 


 



 


 


Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo. 

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