
Mãe: Então, filha, como correu a explicação?
Filha: Correu bem... Estava quase a adormecer!
Na primeira aula de explicação, o explicador esteve a explicar a matéria. Parece que fala baixinho e devagar.
Na segunda aula, a mesma coisa, e alguns exercícios, que não deviam dar muito que pensar, já que lhe estava a dar sono.
Perguntei-lhe se achava que estava a valer a pena, ou se seria tempo perdido.
Diz que depois do primeiro teste logo se vê.
Agora percebo porque é que a gerente do centro disse, quando lhe perguntei se eram os dois bons explicadores, que sim, mas que cada um tinha a sua forma de estar e havia quem gostasse e não gostasse!
No ano passado ela tinha um explicador mais novo, mais activo, que a punha a fazer exercícios para praticar.
Este ano, está com um explicador que poderia ser avô dela, mais calmo. É certo que a matemática tem que se perceber e, se ela não percebeu na escola, é importante que perceba ali. Mas também passa muito pela prática, por fazer exercícios até brincar com eles. E isso parece-me que ainda não aconteceu muito por ali.
Agora só o tempo dirá se dá resultado ou não!
ResponderEliminarComo escrevi num outro post a este respeito, a 1.ª matéria do 9.º ano é do agrado da grande maioria dos alunos.
ResponderEliminarExplicar com calma é uma virtude. Há que aproveitá-la, expondo dúvidas. Porém, defendo que os exercícios devem ser propostos pelo professor e os TPC realizados na Escola. Estive numa escola, no fim do mundo, na qual os alunos o faziam. O que acontece com as restantes?
Ah, já esquecia as doutorices de alguns que não podem ficar numa sala de estudo, a apoiar alunos nos TPC e estudo... Neste ano, ofereci-me para exercer tutorias, coaching, mindfulness e apoio. Uma vez mais, "levei" com apoio no 1.ºCEB, que não é a minha área, e algo importante, é certo, mas que dispensava: sub-coordenação da AFC.