quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Ai, as reuniões de pais!

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Como as abomino cada vez mais!


 


O único motivo que ainda me faz querer ir a essas reuniões é o facto de a directora de turma ter alguma informação importante que, caso eu não compareça, me possa escapar ou dela ficar sem conhecimento.


 


Não é pela ficha da avaliação do período, que a esta altura já sei as notas.


 


Não é pelo facto de a professora ter algo a dizer sobre a minha filha, porque se houvesse algo de mau, teria contactado antes. E de bom, não é preciso uma reunião conjunta para o mencionar. 


 


Não é para tomar conhecimento das medidas de auxílio à aprendizagem que, no caso da minha filha, se resumem à educação física, e à atitude de ambas as partes: professor e aluna. Até porque uma das medidas, da parte do encarregado de educação, para a minha filha, era incentivá-la a fazer os TPC's. Ora, a educação física não os trazem! Só se eu a puser a fazer exercício em casa!


 


Não é pelo prazer de conviver com professora e pais, cada um com a sua ideia formada, as suas convicções, a sua forma de pensar. Uns a concordar com os métodos dos professores, outros a discordarem. Com a directora de turma numa posição ingrata, sem querer tomar partido de nenhum dos lados mas a tentar, contra as evidências, defender os seus colegas professores, sem ficar contra os pais.


 


Não é pelo tempo que perco nessas reuniões, muito dele desnecessário.


 


É mesmo pela informação relevante que possa vir a ser transmitida, e que poderia ser enviada aos pais por email.


 


Depois, confesso, não vou muito à bola com a directora de turma. 


Ela é simpática, amável, muito profissional enquanto professora, preocupada com os alunos no que se refere aos estudos, mas há ali qualquer coisa no meio de tudo isso, que me soa a falso. Pode ser impressão minha. Mas não vejo a hora de me livrar destas reuniões.

15 comentários:

  1. Eu também nunca gostei, é um chorrilho de lamúrias ou de exaltações de alguns pais que até me dava sarna...
    Felizmente, está no passado!!

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  2. Expressaste, com grande qualidade e de forma bem clara, o papel e a posição de muitos pais nestas reuniões e as do(a) diretor(a) de turma. É mesmo assim. Deste lado, corroboro com tudo o que dizes.
    Em meu entender, seria tão bom que trabalhássemos todos no mesmo sentido, vendo a turma como um todo. Um ano, em 2008/2009, tive essa sorte. Foi magnífico. Nunca gostei tanto de ser DT. Claro que os resultados da turma foram fantásticos. Nos dois anos anteriores, por exemplo, tive tanta colaboração por parte do representante dos EE da DT. Assim, sim.

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  3. Faço minhas as tuas palavras e garanto que a directora de turma também dispensa estas reuniões.

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  4. Tal como a Marta, faço questão de ir a todas as reuniões escolares dos miúdos, mas saio de lá quase sempre com a sensação de tempo desperdiçado. E quando os pais se põem a discutir o sexo dos anjos, muitas vezes com assuntos que fogem completamente à alçada dos directores de turma?
    Escrevi há algo tempo um post sobre as reuniões, num dia em que o desespero me assolou. Se tiver interesse espreite aqui: https://nada_acontece_por_acaso.blogs.sapo.pt/reunioes-escolares-211605

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  5. A verdade é que na maior parte das vezes as reuniões não trazem nada de novo!!

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  6. Ainda não as tenho e já não me apetece lá ir...

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  7. Não é fácil!
    Muitas vezes saí de lá com dor de cabeça.
    E tenho vindo a perceber que, se não houver algo de muito importante para eu dizer, o melhor é entrar muda e sair calada, assinando o que tenho a assinar, e tmando nota do que interessa.

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  8. Nesta, a única novidade era a calendarização das sessões de orientação escolar e vocacional, que a professora acabou por enviar por email para os pais.

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  9. Por aqui ainda faltam mais uns aninhos
    A grande discussão desta reunião foi sobre a professora de educação visual, que marca faltas à toa e já colocou, com isso, um aluno em risco, que é arrogante, e discrimina os alunos por queridinhos e imprestáveis.
    A minha filha ainda não foi vítima, embora já me tenha contado algumas atitudes da professora, e que até ficou admirada num dia em que a viu sorrir!
    Ao que parece, é assim há anos, e com várias turmas. Já houve queixas de pais, mas nada oficial, como a que o representante quer apresentar agora.

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  10. Nesta reunião, um dos pais manifestou-se, no seu pleno direito, contra os métodos do professor de história quanto aos testes, que este ano são feitos em tablet, e mais ao género escolha múltipla, porque considera que os alunos não vão preparados, nem aprendem nada assim.
    Já eu, acho este método inovador e eficaz, e tem resultado de forma positiva para a minha filha. Isso não invalida que eles não estudem, não tenham que saber a matéria para o teste.
    E debitar aquilo que se decorou para um teste escrito, nem sempre significa que esse mesmo conteúdo vai permanecer no cérebro dos alunos mais tempo que o necessário, e não esqueçam a maior parte findo o teste.
    A professora acha que, como é uma disciplina à qual não têm exame, o professor tenta que eles aprendam alguma coisa de uma forma mais descontraída.
    Eu acho que todo o ensino deveria ser mais descontraído, relaxado, e não com a pressão que colocam em cima dos alunos.
    Sobretudo no 9º ano. É os trabalhos e testes normais, acrescidos dos exames finais, do baile de finalistas, das sessões de orientação escolar e vocacional - deveria ser um ano levado com calma e tranquilidade, para melhores resultados e melhores decisões.

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  11. O director de turma da minha filha, do 5º ano, dispensava mesmo. Ele era professor de educação física, gostava era de dar aulas, não de toda a burocracia que essa função acarreta, e que lhe roubava o tempo que ele queria aplicar no que interessava.
    Foi um dos professores que mais gostei até hoje!

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  12. Quando eu andava na escola, a minha mãe raramente ia às reuniões. Ninguém levava a mal. Agora, segundo li, o facto de um encarregado de educação não ir às reuniões escolares pode contar de forma negativa, caso haja problemas com os alunos, do género - pais desinteressados e pouco preocupados com a vida escolar dos filhos. Ao que chegámos.

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  13. Pela primeira vez não fui a uma reunião pela maior parte dos motivos que enumerou, outro é, um DT com um ego gigantesco e com pouca capacidade para ouvir a outra parte, alunos ou EE, só se ouve a ele, sempre cheio de razão e com um enorme orgulho em si mesmo...
    A minha filha também proporciona que não me preocupe muito, quer pelas notas quer pelo comportamento.Penso que se houver motivo para isso, irei ser chamada para uma reunião privada sobre ela.
    Ora parece que fiz bem em não ir, pois parece que o DT resolveu falar sobre os alunos (26) um a um, a cada EE, à frente dos outros pais! A minha filha é delegada de turma e levou com o feedback que os pais deram aos filhos...uma reunião interminável (pudera!) em que se desrespeitou a privacidade de EE e alunos...
    O que mais me incomodou foi não haver reacção sequer dos representantes dos pais (que sei que estavam lá, não faltaram) na hora certa e só em casa os pais terem mostrado o seu desagrado.

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  14. Também cheguei a ir a reuniões em que a directora de turma falava com um encarregado de educação de cada vez, mas todos os outros que lá estavam acabavam por ouvir a conversa.
    Agora o que dizem é: se alguém quiser falar de algo mais particular sobre o seu educando, pode fazê-lo no final. Mas se houver vários, acaba por não ser uma conversa privada. Para isso, mais vale falar naquele horário semanal de atendimento.
    Nesta, houve uma mãe que chegou, assinou a acta e a ficha de avaliação, e saiu logo.
    O meu receio é perder informação sobre datas de exames, testes, ou outras do género, daí ainda me dar ao trabalho de ir.

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  15. Eu gostei tanto do meu 9.º ano, sem estas "parolices"
    O teste do professor de História é inovador. Por acaso, no ano passado, como estive de baixa médica, não pude fazer formação acerca de utilizar o Google DOCs para testes e questões aula. Pessoalmente, detesto perguntas de cruzinhas, mas exigem estudo. Aliás, em todas as formações que tenho feito, temos essa proposta/medida. Aprendi muito de biologia a estudar perguntas do género, em livros de exame. Sim, o facto de ser desastrado neste tipo de perguntas, existe sempre uma ou outra ratoeira numa palavra ou opções muito semelhantes, com as quais aprendemos.
    Queria eu ter um tablet para cada aluno na sala de aula. Contudo, é a opinião do pai.

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