quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Depois d' "A Rede"...

Resultado de imagem para a rede conceição lino


 


... acho que vamos andar todos desconfiados sobre aquelas pessoas que temos adicionadas no facebook, e que não conhecemos pessoalmente!


Não se vá dar o caso de ser um perfil falso, uma personagem inventada, uma pessoa fictícia.


 


 


A verdade é que, quando nos inscrevemos e utilizamos este tipo de redes sociais, sabemos os riscos e perigos que corremos, sabemos que nem tudo o que por lá se vê é verdade, que cada um diz e coloca lá o que mais lhe convém, e que há muito boa gente que faz, de enganar e manipular os outros, o seu modo de vida, sobretudo se conseguir lucrar alguma coisa com isso.


E se não sabemos, é porque somos mesmo muito ingénuos, ao ponto de acreditar em tudo o que vemos, sem desconfiar, sem duvidar.


 


 


Claro que, apesar de tudo isso, não estamos livres de sermos apanhados no meio de uma rede como esta, de que fala a reportagem de Conceição Lino.


A forma como é engendrada, de forma a que tudo pareça real e credível, torna mais difícil desconfiar de que algo não bate certo, até porque, por um lado, temos tendência a acreditar que ninguém tem necessidade de estar a enganar os outros e, por outro, temos tendência a solidarizar com as desgraças alheias e a criar empatia por quem por elas passa.


 


 


Hoje será transmitida a terceira e última parte desta reportagem, que nos mostra como Sofia conseguiu arrastar para a sua "rede", Nuno, Maria, Ana, Margarida e até Irene, mãe de Nuno.


E talvez aí se consiga perceber qual o principal objectivo de toda esta história inventada, o porquê de envolver estas pessoas, ou a necessidade de o fazer.


Para além de ter feito Nuno apaixonar-se pela imagem e personagem por si criada, ainda conseguiu arrastar outras pessoas desconhecidas, que com ela criaram laços por conta do seu drama, e que passaram a fazer parte da sua falsa vida.


 


 


Porquê? 


Por prazer em brincar com os sentimentos, emoções e vida das pessoas?


Para se sentir mais poderosa, capaz de controlar estas pessoas, e fazê-las jogar o seu jogo sem o saberem, como marionetas nas suas mãos?


O que ganhou esta mulher com toda esta trama inventada?


 


 


E sim, é perfeitamente normal que as pessoas envolvidas estejam revoltadas, e se sintam usadas, manipuladas, enganadas. Que se sintam frustradas consigo mesmas por terem estado tão cegas durante todo aquele tempo, por não terem desconfiado de nada, por terem engolido toda a história de boa fé, sem se questionarem.


 


 


No entanto, embora condenando a atitude desta mulher, não posso deixar de constatar que, apesar de tudo, ela acabou por, de certa forma, dar um sentido à vida destas pessoas que com ela se envolveram.


No caso de Nuno, apesar de todo o desgaste, abuso e chantagem emocional, durante aquele tempo, ele teve um objectivo na sua vida. Se precisava? Se calhar, sim. 


Não criticando a sua atitude, que qualquer um de nós poderia ter, a verdade é que sendo ele um homem bem resolvido, de bem com a vida, com o seu trabalho, amigos e família estruturada, que necessidade tinha de se envolver com alguém, desta forma, sem nem sequer a conhecer pessoalmente? 


A necessidade de se apaixonar. Faltava essa parte na sua vida, e foi por aí que a suposta Sofia atacou.


 


 


Quanto às restantes, todas afirmam que, a determinado momento, foi essa Sofia que lhes deu força e apoiou em situações mais delicadas que elas próprias passaram. Que acabaram por desabafar os seus problemas com ela, e de receber uma força do outro lado que não esperavam.


Ou seja, estas pessoas precisavam de alguém que as ouvisse, com quem pudessem conversar, sem julgamentos. E Sofia aproveitou-se dessa necessidade.


Por outro lado, o facto de apoiarem uma pessoa tão jovem, que sofria de cancro mas que, apesar de tudo, parecia sempre de bem com a vida e bem disposta, também lhes deu um sentido à vida, um propósito. Sentiam-se úteis, por ajudarem alguém. Mais uma vez, Sofia encarregou-se disso.


 


 


E por aqui se pode perceber que, quem planeia engendrar uma teia ou rede como esta, vai procurar pessoas que, à partida, sabe que precisam de alguma coisa, que estão mais susceptíveis, que fazem destas redes o seu escape do dia-a-dia, que procuram fazer amizades e travar novos conhecimentos nas redes sociais, que têm aquilo de que precisa para que mordam o isco.


São estratagemas planeados, bem estudados para que tudo bata certo, construídos ao pormenor, com tempo, e orquestrados por uma mente perversa ou, simplesmente, doente. 


Fazer várias vozes diferentes, e personagens diferentes, fingir uma doença, fingir lágrimas e desespero, inventar mortes de familiares, e acidentes, não é para todos.


Mas, que há pessoas capazes disso, e muito mais, lá isso há. E podem estar mais perto de nós do que pensamos, até mesmo no nosso grupo de "amigos" do facebook!


 


 


E por aí, têm acompanhado a reportagem?


Qual é a vossa opinião?


Já começaram a fazer uma limpeza nas vossas redes sociais, ou estão seguros das pessoas com quem falam?


 


 


Imagem: https://mag.sapo.pt/


 

68 comentários:

  1. Não vi a reportagem, mas faz todo o sentido fazermos uma "limpeza" aos "amigos" ou seguidores que temos nas redes sociais!! Cada vez mais sigo menos o facebook ... julgo esta ser a mais suscetível deste tipo de crimes.

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  2. Não tenho acompanhado (a apatia apoderou-se de mim!), mas o que escreves faz muito sentido. Mesmo muito. Gostei da perspetiva.

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  3. Eu vi ontem as duas primeiras partes. Estava curiosa.
    Confesso que pensei noutro género de situações, envolvendo jovens, burlas, bullying ou algo do género, a que estamos habituados.
    A situação apresentada surpreendeu-me. Hoje dá a última parte.

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  4. Eu também só ontem é que vi as duas primeiras partes.
    A reportagem dá que pensar.
    Aconteceu no facebook, mas pode acontecer por aqui nos blogs.
    Alguém que surge, que nos faz um comentário, que nos leva a seguir, e criamos empatia com a pessoa, vamos falando e desabafando sobre as nossas vidas, os nossos problemas, às tantas já estamos a enviar emails ou até a trocar números de telefone. Essa pessoa segue e é seguida por outros bloggers nossos conhecidos, e achamos que está tudo bem, e que é tudo normal.
    Mas o nosso grau de envolvimento depende muito daquilo que também nós estamos a precisar no momento, e de como esses comentários, conversas e relacionamento nos faz falta para nos sentirmos melhor.

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  5. Já aconteceu por aqui, há uns 3 ou 4 anos. Não me recordo do nick utilizado, mas era uma rapariga que se fazia passar por pobre e que pedia livros para poder vender. Dos livros, passou a €.

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  6. Pessoalmente, tinha suspendido a minha conta em finais de Outubro, Novembro. Como até hoje não me fez falta, acabei por a eliminar definitivamente no fim de semana passado...

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  7. Tenho acompanhado esta reportagem, e é curioso que o Facebook nunca me deu muitas razões para confiar nesta tipo de redes sociais. Sempre fui desconfiada, aliás, confesso, sou até bastante, e uma coisa é termos amigos que conhecemos de uma vida, e até ser engraçado através dessa rede mantermos alguma proximidade. O problema é quando chegam amigos de amigos que muitas das vezes nem conhecemos. E este caso é asustador como tantos outros que já ouvi falar, e cada vez vou menos ao FB, confesso que só o mantenho porque vou trocando algumas mensagens com amigas/amigos meus, alguns deles que estão bem longe.
    E sim, a minha limpeza no FB já começou, e já foram umas quantas "amizades" à vida... não faziam nenhum sentido.

    Parabéns pelo destaque = )

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  8. Marta só ontem vi a reportagem, não sabia que a 1a parte começara na terçs-feira.
    Fiquei perplexa com o que vi, mas , ao mesmo tempo, nada surpreende com o que se passa nas redes sociais.
    Pior de tudo foi a simulação de um cancro.
    Dói pensar nisto.
    Hoje, é s última parte, provavelmente não vou ver , tenho o jantar de aniversário da minha irmã.
    Amanhã, procuro no site da SIC, quero saber como acabou esta teia.
    Eu tenho a minha página no FB mas não vou lá com frequência.
    Dispenso esta rede , estou lá pelo Grupo de Leitura. Se um dia acabar, fecho a conta.
    Beijinhos

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  9. Há seis meses sem essa rede social e não sentindo qualquer falta dela. Conclui-se com a reportagem que há muita gente maluca por aí.
    Saudações Jazzísticas.

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  10. Ola Marta,
    Estou seguro com os meus amigos. Tenho alguns pedidos de amuzafe que nem respondo porque nao os conheço.
    Dificilmente cairia numa trama dessas.
    Parabéns pelo destaque!

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  11. Olá Marta,
    Vi os dois primeiros "episódios" da reportagem e estou expectante para ver o de hoje. Ainda estou incrédula com a situação, sou mesmo muito crente nas pessoas, como é que alguém engendra um esquema desta dimensão? Pelos visto é só uma gota no oceano da maldade humana e hipocrisia. Se já ando desde o início do ano praticamente afastada do facebook, ainda fiquei com mais vontade de me afastar de vez.
    Verdade seja dita que só lá tenho adicionadas pessoas que conheço pessoalmente, ainda assim não estarei imune a tal trafulhice, alguém mal intencionado se pode fazer passar por alguém conhecido.
    É por estas e por outras que só a minha filha mais velha (tem 19 anos) tem facebook e só teve depois dos 16 anos. Outras redes ainda estou a tentar travar (o instagram está difícil). O mais novo tem 14 e não tem qualquer rede social, ou melhor tem whatsapp para falar com os amigos. Fiz questão que vissem a reportagem para os ajudar a entender porque sou tão reticente às redes sociais.
    Gostei muito do seu texto.
    Beijinho

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  12. Acabei agora de ver o último episódio! Esta história nos EUA, há com fartura. Alguma vez viste o programa CatFish? Esta mulher com mais de 40 anos, professora tem uma mente muito sórdida...

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  13. É o problema de muita, mesmo muita, gente se esquecer que a net é um mundo diferente do que anda cá fora. As redes sociais abriram para misturar tudo. No início deste milénio, muita gente começou a construir sites para se divertir com histórias (também tive um que tinha milhares de visualizações em cada história que lá metia, umas verdadeiras, outras na secção de divertimento... não havia era comentários, pelo menos lá, no IRC era diferente, porque ninguém sabia de quem era o site), só que dava muito trabalho a organizar, para tudo ficar bem, era preciso saber umas coisitas de programação, era preciso ter um espaço registado e ler 250 ou mais páginas, para saber o que era permitido ou não. Entretanto, o messenger começou-se a misturar com a realidade, sites de encontros trocavam mails, grupos de chat "patrocinados" eram aos milhões... até que surgiram as primeiras redes sociais e os blogs. Tudo se tornou simples. As pessoas continuam a esquecer-se disso e da regra "tudo o que fica online é para sempre". Como dá jeito ter 300000 fotos, só 50 é que não dá jeito que ninguém veja mas, estão lá, para poder queimar o telemóvel, o computador explodir, irem de férias para o outro lado do mundo ou coisa pior, basta ir lá e recuperar as fotos. As redes sociais ainda empolam mais isso.
    Este caso há por aí muitos e muito piores... As pessoas deviam pensar que aqueles 400 comentários aquele post partilhado 1600 vezes, podem ser só de 1 ou 2 pessoas, que conseguiram que outros acreditem nele.
    Nos últimos anos existiu um acordar para entender isso mas, o mais importante é usar a cabeça... coisa que, cada vez, menos gente usa. A técnica do linchamento colectivo e do rebanho aglutina gente e move mentes. Poucos perguntam "porquê?" se o vento já está de feição, para quê procurar de onde veio?

    Isto foi uma senhora de 40 e poucos anos de idade que fez... imaginem o que é capaz de fazer uma empresa de marketing, por bastante dinheiro, para colocar o que lhe interessa em tudo o que é clientela?

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  14. Acho que quem faz algo deste género é alguém que também se sente extremamente sozinha ainda que não o esteja, como me pareceu ao ver o final da trama. No entanto, e mesmo que a solidão seja a razão, há um desprendimento da realidade em preocupar-se com quem a sua 'brincadeira' afeta: Falta de noção ou de se importar com os outros?
    Uma história tão incrível que parece inventada.

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  15. Olha só vi o último programa e realmente dá que pensar. Eu tenho muito poucos amigos no Facebook que não conheço pessoalmente. Tenho mais "contacto" com desconhecidos aqui nos blogues. A reportagem dá que pensar, realmente. Já ficamos desconfiados de tudo. Vejo que tenho tido muita sorte porque nunca me vi envolvida num esquema destes mas sou tão ingénua que era bem capaz de cair numa destas. No entanto cada vez partilho menos publicações que tenham como objectivo ajudar alguém supostamente doente. Já se ouviu falar de tantas fraudes que já fico de pé atrás. Prefiro ajudar instituições... ah, espera lá também há fraudes nas instituições (quem esquece o caso Raríssimas?). Cada vez é mais difícil confiar.

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  16. Esta história não me surpreendeu muito porque eu assisti a muitos episódios do show da MTV "Catfish" que retratava histórias semelhantes, a diferença era que a maioria eram jovens. Eu acho incrível como alguém consegue tamanha façanha de engendrar esta rede para brincar com os sentimentos dos outros. Tem que ser alguém extremamente perturbado a precisar de apoio psiquiátrico urgente.

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  17. Acham que é só no Face?????????????? Há muitos anos atrás nos Blogs do sapo uma Blogger fez-se passar por uma mãe a passar dificuldades até roupa de criança lhe ofereceram e era um perfil falso.

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  18. Sim, pegaram num exemplo do facebook, mas a blogosfera é um bom veículo para quem quer criar uma rede de mentiras como esta.

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  19. É preciso mesmo muita imaginação, muito controle para manter cada personagem no seu lugar sem se denunciar. É preciso estar-se muito só, para precisar e querer atenção desta maneira e, afinal, para quê? Só pelo prazer de ter os outros na mão e vê-los sofrer?

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  20. Sim, fica cada vez mais difícil confiar. Mas o problema, é que não é só nas pessoas virtuais.
    No fundo, esta suposta "Sofia" existia, e fazia parte do círculo de amigas/ conhecidas da pessoa a quem roubou a identidade.
    Ou seja, não é só com os perfis desconhecidos que temos que ter cuidado, mas até mesmo das pessoas que connosco convivem.

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  21. A mim pareceu-me uma pessoa, por algum motivo que pode vir detrás, frustrada. Com alguma inveja, quem sabe, ou até ressentimento, pela Cláudia. Por esta não a considerar uma "amiga".
    Por outro lado, penso que só uma pessoa muito perturbada, que se sinta só no mundo, quererá inventar uma família que a ama, amigos sempre disponíveis para ajudar, e toda uma vida de mentira, mas que ela queria que fosse real.
    É uma forma macabra de chamar a atenção para si.

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  22. Eu não penso que a net seja um mundo assim tão diferente do que o que vivemos cá fora. Pessoas como esta professora podem muito bem existir no nosso dia a dia, fazer parte do nosso grupo de conhecidos e, se for preciso, inventar mil e uma histórias nas quais acreditamos.
    O que a internet dá, é uma espécie de barreira protectora. Evitando o contacto pessoal, evitam-se possíveis erros, não há tantas hipóteses de falhar alguma parte da trama, e é possível interpretar várias personagens ao mesmo tempo, porque elas apenas se mostram por uma mera fotografia.

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  23. Por acaso nunca vi esse programa. Onde é que dá?
    É uma história sórdida que envolve apropriação de fotos de outra pessoa, e danos emocionais naqueles que foram enredados na teia.
    Mas acaba por não se perceber muito bem qual o objectivo de tudo aquilo. "Ah e tal, começou como uma brincadeira...", Não me parece. Aquilo foi bem planeado.
    Chegamos à conclusão que até a pessoa aparentemente mais inofensiva e banal, com quem lidamos no dia a dia, pode ser a mentora deste tipo de esquemas.

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  24. Dá na MTV! Nos EUA é bem pior. Esta pessoas são doentes e muitas maquiavélicas...

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  25. Trata-me por tu, por favor!
    Eu tenho várias pessoas adicionadas no meu facebook, que não conheço pessoalmente, e muitas delas nem sequer falo.
    Mesmo aqui no blog, as pessoas que sigo e comento, não as conheço mas, à excepção de 2 ou 3 casos em que se percebe que há ali qualquer coisa que não bate certo, acredito que aquilo que mostram e contam é real.
    A questão é que este tipo de redes é mais fácil de engendrar nas redes sociais, mas também pode acontecer fora delas.
    Numa festa de aniversário em que se tiram fotos aos vários convidados, em saídas com os amigos, é fácil recolher material que depois se irá usar.
    Penso que a questão não está em não se utilizar as redes sociais, mas na forma mais ou menos segura como o fazemos. Talvez não nos devamos envolver tanto, quando sabemos que não precisamos disso para a nossa vida. Talvez devamos proteger-nos, não revelando susceptibilidades que podem vir a ser usadas para nos prender.

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  26. Obrigada, José!
    No meu caso, por enquanto ainda não tive problemas com as pessoas com quem falo, mesmo aquelas que não conheço pessoalmente, mas apenas da blogosfera ou por fazermos parte de projectos comuns online.
    Mas é como diz o ditado "nunca digas nunca".
    Por outro lado conheço pessoalmente pessoas que, não tendo criado uma rede deste género, se eu não colocasse alguns travões, estariam constantemente a chamar a atenção, a inventar desgraças, a fazer-se de vítimas.

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  27. Ui, há mesmo muita gente louca por aí, muitas até perto de nós, e sem o sabermos.
    Infelizmente, não será só no facebook que estas situações acontecem, mas também noutras redes, inclusivé aqui na blogosfera, e até na vida real.

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  28. No Face as poucas pessoas que tenho adicionas que não conheço pessoalmente, é a malta aqui dos blogues, de resto todos os pedidos de amizade que me chegam de pessoas que não conheço elimino. Agora no Insta é diferente....não se conhece ninguém. Mas também não sou muitas partilhas ou publicações.

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  29. Brincar com a morte de familiares e amigos, inventar acidentes, utilizar uma doença que tem levado tanta gente desta vida, para chamar a atenção, "matar-se", é gozar e fazer pouco de quem realmente passou por essas situações.
    Mas hoje em dia vale tudo.
    Como já disse por aqui, até mesmo nos blogues podemos apanhar pessoas que fingem ser quem não são. E até mesmo vizinhos nossos, conhecidos que vemos por aí.

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  30. Se não faz falta, não vale a pena.
    Mas não estás livre de te enredar numa rede destas, por exemplo, aqui na blogosfera!

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  31. Obrigada!
    No caso do facebook, tenho por lá muitas pessoas que não conheço, algumas que falo devido a entrevistas que fiz, mas as poucas com quem tenho maior contacto são mesmo as que conheço pessoalmente.
    Mas aqui na blogosfera, por exemplo, acabo por criar empatia com bloggers, alguns dos quais não conheço. Confio que são quem dizem ser.
    Corro o risco de ser enganada.
    Mas se estivermos sempre a pensar nisso, se nunca confiarmos em ninguém, também não é bom.

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  32. Eu sou ums dessas pessoas que não conheces pessoalmente mas partilhámos projectos.
    Todavia a minha primeira conta de Facebook foi piratada e por isso apaguei-a.
    Felicidades e bom fds.

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  33. Penso que, aqui nesta reportagem, o Facebook acabou por funcionar um pouco como o "bode expiatório".
    Pode até haver pessoas nas nossas redes que não conhecemos, com que até falamos, mas que são inofensivas.
    Apenas quando no começamos, ou nos começam a envolver demasiado, é que é preciso ter mais cautela.

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  34. Perspectiva interessante, a deste texto. Mais uma vez se prova que as pessoas acreditam naquilo que sentem necessidade em acreditar.

    Quanto ao programa, versão serôdiamente séria do programa Catfish da MTV, fartei-me de rir. Por diversas vezes pensei que todo o programa seria uma encenação para vender o produto televisivo, tal o ridículo dos personagens envolvidos. Parece que aconteceu mesmo e os envolvidos prestaram-se a tristes figuras na televisão.
    Não houve roubo, não houve estorsão, enfim, não houve crime de espécie alguma, apenas uma pessoa com um sentido de humor, digamos, peculiar, a gozar com uns quantos trouxas.

    Inventar cinco perfis e colocá-los a falar uns com os outros é digno de escritora.

    Que o rapaz tivesse andado anos convencido da veracidade dos personagens parece-me pouco abonatório para a sua inteligência.

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  35. É o que dá esta treta das novas tecnologias quando postas ao serviço de egocentristas.
    No meu tempo tínhamos muito mais que fazer. Desde logo, o regime espetava-nos com os ossos na guerra do ultramar e, passados dois aninhos, estávamos homens feitos, atinados e responsáveis (e as meninas que se cuidassem, porque macho era mesmo macho), já fartos das redes sociais daquele tempo, que eram os aerogramas e as madrinhas de guerra. Agora, não. Essa malta actual não sai de roçar o cú nas cadeiras da faculdade e da mesada dos papás e, nos entretantos, vai pra o Facebook e não sei que mais à procura das identidades de género e demais paneleiragens..

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  36. Hoje em dia, qualquer lugar é propício a este tipo de rede.
    Logo,vou tentar ver a 3a parte no site da SIC.

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  37. É mesmo!
    Se uma pessoa quiser desesperadamente uma relação ou paixão, alguém que lhe dê atenção e se mostre interessado, prende essa pessoa.
    Se alguém está numa fase em que precisa de dar um sentido à sua vida, e lhe é posta à frente a oportunidade de ajudar e sentir-se útil, vai agarrar-se a isso.
    E mesmo que depois se veja numa situação dramática, de stress, de esgotamento, é difícil sair dela, porque funciona quase como uma droga: faz mal, mas não podemos viver sem ela.

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  38. Vi a reportagem e «revi» uma situação que com uma amiga, descobrimos há uns 15 anos, muito antes dos FB's & Cª. É que até o nome da protagonista era o mesmo! Foi através de uma instituição privada que a pessoa em questão utilizou para contar a história trágica que vivia. Usou três perfis diferentes, um deles durante uns três anos.Só quando uma de nós questionou uma «insignificância» que lhe pareceu estranha, a fulana levou sumiço...
    Através de quem percebia do assunto, confirmei (havia quem não acreditasse em mim) que era a mesma pessoa, o IP era sempre o mesmo.
    Houve outra, que usou o apoio da mesma instituição, apoio esse que foi solicitado pela psicóloga que a seguia há uns tempos largos. Assistia a reuniões dos membros, foi voluntária nos serviços de secretaria; quando a presidente achou que qualquer coisa não batia certo, foi pesquisar por conta própria: a senhora contava uma história macabra que nunca tinha existido e conseguiu enganar até serviços de saúde durante anos.
    No meu Fb, só tenho familiares e uma dúzia de pessoas que conheço pessoalmente.Não arrisco...

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  39. Obrigada pelo seu comentário e testemunho, Teresa!
    E por aí se vê que não só nas redes sociais, mas também na vida real, qualquer um pode cair, ou enganar.

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  40. ontem, quando vi a 3ª parte, vi lá pessoas que eu conheço e fui depois logo ver as restantes partes. Uma história de uma louca que criou ilusões que, qualquer um de nós pode cair, disso não tenho dúvida. Este mundo virtual, é bom, mas pode ter malefícios gigantes, mesmo não nos apercebendo deles.

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  41. Ainda me lembro de um filme que vi certa vez, também relacionado com redes sociais, em que houve questões de ciúmes, discussões e até mortes, por conta de uma suposta adolescente e, no final, veio a descobrir-se que era a mãe dessa miúda que usava as fotos da filha sem ela saber, e tinha orquestrado tudo.
    Esta reportagem quase dava também um filme, embora com consequências menos graves.

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  42. Tenho seguido as reportagens, de facto são um verdadeiro alerta para quem utiliza as redes sociais.
    Para mim, não me faz muito sentido aceitar amizades de quem não conheço, embora estejamos sempre sujeitos a este tipo de situações.
    Todo o cuidado é pouco...

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  43. Em relação a isto lembro-me sempre de um grupo que havia no Hi5 - NÃO CONHEÇO NÃO ADICIONO.
    Acho que as pessoas acreditaram tanto no facebook que se esqueceram disto. Só tenho "amigos" que conheço/conheci pessoalmente, mas até esses perfis podem ser falsos...sabe-se lá, está tudo doido.

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  44. Pensei exatamente o mesmo: prémio quase nobel da literatura, quase oscar da academia para melhor atriz, merlhoe argumento e melhor realização e prémio de otário-mor para o rapaz. Dois anos sem uma tentativa real de contato ao vivo??? Inicialmente pensei também tratar-se de um enredo televisivo ( e ainda não descartei de todo essa hipotese ). De qualquer forma, a ser tudo real, não invalida que a sra. professora, com todos os dotes que se lhe têm de reconhecer, tem também de ir rapidamente a um psiquiatra e deixar de ter contatos "pedagógicos com os alunos. Não quero que uma professora assim tente ensinar meia letra a um filho meu. Esperemos por novos episodios...

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  45. Penso que FB é um reflexo de sociedade em que vivemos. As pessoas são superficiais,não falam umas com as outras pessoalmente,só através das redes sociais ou por telemóvel ou email. Se temos um amigo devemos falar com ele cara a cara ,ir beber um café. por ex. É uma sociedade onde existe solidão,a falta de empatia,de amizade . As pessoas recorrem redes sociais como escape e para parecerem muito modernas e cultas .

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  46. Numa sociedade em que cada vez mais vivemos em permanente correria, sem tempo para muito mais que trabalhar, comer e dormir, as redes sociais vêm "substituir" as relações presenciais, as saídas, os encontros ao vivo e a cores. Para quê ir a algum sítio, perder tempo, quando a disposição é pouca, e tudo se pode obter à distância de um click?

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  47. Às tantas, começamos a desconfiar de tudo e de todos. Até porque podemos ter adicionadas pessoas que conhecemos, e que se podem servir disso para fins menos próprios.

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  48. Sim, acho que a chave para evitar cair neste tipo de situações é mesmo muito cuidado, prevenção, algumas reservas naquilo que se partilha, e com quem se partilha, até mesmo no mundo real.

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  49. Só não percebo porque é que ela optou por tanta tragédia junta.
    Mas há que lhe reconhecer algum mérito em toda esta teia que armou, ainda que, com jeito, pudesse ter feito as coisas de uma forma ainda mais "profissional".
    Agora tenho que ver a análise que os especialistas fizeram ao comportamento da dita senhora.

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  50. Não descarte essa hipótese. O embrulho está demasiadamente bem feitinho. Próximo episódio: trouxa na casa da malveira. Vai uma aposta?

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  51. Sim, tens razão. Mas como referi, sou descondiado por natureza, o que acaba por ser péssimo para mim...melhorei bastante, mas ainda assim, sou.
    Eu acho que estar/ter um blog é bem diferente do FB, é a minha experiência. Aqui sempre me senti muito mais eu, e à vontade, do que no FB, onde para mim reinou sempre o excesso. O ser, estar, e partilhar coisas que na maior parte das vezes não interessam para nada, nem ninguém. Aqui, nos blogs, sinto partilha de opiniões, discussões sobre temas interessantes, e acho que as pessoas são mais "elas mesmas".
    Como disse, pode ser impressão minha...mas aqui sinto-me bem mais à vontade.

    = )

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  52. Quero mesmo ver porque já ouvi falar tanto e não sei ao certo do que se trata e quem é.
    É um assunto deveras complicado. Redes sociais. No meu facebook pessoal e intagram pouca gente adiciono , ninguém sem foto que eu conheça pelo menos de vista ou do trabalho. Mas nas ligações com o blog adiciono mais gente porque também não partilho tanto e só uso aquilo para o blog. Mas é preciso sempre olho aberto.
    Há demasiados perfis falsos. Há muita gente que cria só com o intuito de cuscar e disso tenho muito.. Mas se não quisermos fechar tanto os olhos apercemo-nos.

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  53. faz falta o catfisch da mtv em portugal resolvian -no numa semana

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  54. Essas pessoas têm vida real, conhecem pessoas reais etc.
    Pessoas assim há em todo lado, pelo que conhecer uma pessoa online ou na realidade é indiferente.

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  55. As pessoas culpam o Facebook por situações como esta, traições...que estragou a vida de muitas pessoas. Eu não culpo o Facebook!!! Culpo as pessoas que utilizam esta rede social com más intenções, que expõem demasiado a vida até de forma ridícula. Infelizmente, até no nosso dia a dia já conhecemos pessoas que nunca esperamos ter de eliminá-las na nossa vida. Portanto, ninguém está livre em muitas circunstâncias encontrar situações desagradáveis de pessoas mal intencionadas.

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  56. Ó Marta existe alguma coisa segura hoje, até ter dinheiro depositado num banco deixou de ser seguro, estar reformado faz 20 anos e aparecer o Coelho e seus compadres a roubar a pensão, a pessoas com 80 anos que descontaram 40s e tais, etc etc...

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  57. Olá Marta
    "A Rede" teve a meu ver pelo menos uma vantagem; O alerta profiláctico pa toda a boa gente menos atenta aos fenómenos de transformação social da sociedade digital,nomeada e especificamente,as redes sociais.
    O Facebook é talvez o exº onde + se nota a duplicidade das pessoas,quais Dr. Jekill & Mr. Hyde.
    E pode ser qualquer um ; Um vizinho,colega trabalho,amigo(a),namorada(o) ou até mesmo 1 familiar chegado.
    É 1 triste sinal dos tempos, k este, "A Rede" revelou. Já não se pode confiar em ninguém como outrora.
    Vivemos tempos confusos,indefinidos e pessoalmente preocupa-me o futuro,pk nesta senda, haverá tendência para as pessoas (por receio) se isolarem ou viverem em bolha ou casulos,o k não augura nada de bom.
    Aconselho k confiem desconfiando, k não demonstrem demasiado interesse, k não revelem demasiado, k vão c/ calma, k vão dando conf/ recebem e checkando as infos recebidas.
    Mal seja possível, de ambas as partes, encontrarem-se cara-a-cara,pk não há nada melhor k estar ao vivo e a cores. Insistir nisso apenas 2 vezes. Caso a nega persista,move on e bloqueie de imediato a pessoa!
    Porque acho k há + fake persons k fake news,sigam akele chavão k diz "o seguro morreu de velho mas o desconfiado ainda é vivo"
    Eu há anos k sigo a recomendação da C.I.A , "trust no one,suspect everybody". Contra-indicações: a sua lista de contactos vai diminuir drásticamente e nunca antes,usou tanto a tecla "delete"
    Imagino a Marta a questionar-me:
    Foi assim k fez ? E é feliz ?
    Ao k respondo francamente:
    SIM ás 2 questões !
    Guardei o melhor para o fim ; Foi pela Internet k conheci a minha 2ª mulher,há já 5 anos utilizando tds estas precauções e nunca fui tão feliz.
    Há uma coisa de k não abdico, a minha privacidade, mas para isso contribui termos uma postura de quase agente secreto perante estranhos,leia-se redes sociais.
    Mentir é feio e errado, escarrapachar tds os nossos dados,fotos e movimentos é perigoso,o + avisado será omitir fotos,nome completo,morada e nossas movimentações pk tds esses elementos poderão ser capturados e usados por usurpadores de identidade (falsários),hackers ou simplesmente pessoas k por maldade ou inveja,criarão 1 perfil sombra onde farão exposição indigna e/ou ridícula, c/ fotos manipuladas,videos truncados e/ou descontextualizados.
    Moral da história: Mais do k nunca akele chavão popular k diz "Todo o cuidado é pouco", deve ser levado a sério, mto a sério!!
    Cumprimentos e bom fim semana

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  58. Culpa não é de todo do FB, que é um instrumento de grande utilidade e interesse para muitas pessoas, mas não todas.
    A culpa é das pessoas, que provavelmente teriam os mesmos problemas sem o FB.
    Eu uso FB só com pessoas que conheço. Não faço colecção de cromos...

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  59. Hello :)
    Confesso que fiquei absolutamente surpreendida com tudo o que vi e ouvi nesta reportagem...
    Que pessoa louca e sem noção. Que histórias mirabulantes.
    Curiosamente sinto que isso não me podia acontecer porque só tenho pessoas conhecidas no meu facebook e não adiciono pessoas que não conheço. Mas nestas coisas de gente louca até um conhecido pode fazer algo assim.
    CREDO!
    Beijinho

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  60. A Maria focou um aspecto com o qual eu também concordo, quando diz "Mas se não quisermos fechar tanto os olhos apercebemo-nos". Nem sempre, mas muitas vezes, até percebemos que há ali qualquer coisa estranha, que não bate certo, que não faz sentido, para o qual não encontramos justificação. Mas acabamos por fechar os olhos porque aquilo que estamos a ter/ dar/ receber, compensa esse pulga atrás da orelha, e faz-nos ignorá-la, até decidirmos enfrentar a realidade.

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  61. Assim, aqui, demoraram dois anos. E porque alguém se lembrou de investigar, porque se o Nuno não o tivesse feito e, simplesmente, bloqueado qualquer contacto daquela gente, ainda continuaria.

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  62. Pessoas mal intencionadas sempre as houve. No entanto, o facto de se poderem esconder atrás de um monitor, de não terem que estar presentes para levar a cabo as suas maldades, de se passarem por outras pessoas, facilita a missão destas pessoas. E, claro, os pontos mais susceptíveis que vão descobrindo sobre nós, e pelos quais nos podem atacar.

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  63. Nada é seguro nesta vida, a não ser a morte e, mesmo assim...
    Mas a verdade é que, por mais situações que vejamos ou sejamos vítimas, por mais desconfiados que fiquemos, também é certo que viver uma vida inteira sem confiar numa única pessoa, não é vida.
    Por vezes corre bem, outras, nem por isso, e as consequências podem ser bem caras.

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  64. Obrigada pelo comentário, Descrente!
    Concordo com muito daquilo que disse.
    Penso que a necessidade, a facilidade, a economia de tempo em se conhecer pessoas com quem falar, em fazer amizades e até em procurar relações, à distância de um click, é o que mais leva as pessoas às redes sociais.
    Depois, é como diz, se o interesse não é grande, é melhor não partilhar muito, até porque também não estamos interessados em saber muito. Mas, se o interesse for real, é melhor tentar verificar, ainda que possamos ficar na mesma.
    No caso do Nuno, também achei que qualquer outro no lugar dele, já teria desistido há muito tempo, com tantos problemas para se verem, com tantos "incidentes" a acontecer. Ninguém quer pessoas problemáticas na sua vida. Isso, por norma, afugenta as pessoas. A não ser que estejam dependentes do que vem do outro lado, e se sujeitem a tudo.
    Também conheci o meu actual marido em redes sociais. Tive sorte. Mas havia por lá muita gente falsa também.
    Confesso que ainda não tenho todos os cuidados que deveria. Se, por um lado, sou desconfiada, por outro, também tendo a acreditar naquilo que me dizem, até haver algo que me accione o alarme.

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  65. Como já referi, o facebook serviu de "bode expiatório", mas é uma situação que, embora mais fácil de engendrar através de uma rede social, também pode ocorrer sem recurso a ela.

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  66. Olá Ana Rita!
    Sim, como se viu, a pessoa que se fez passar por Sofia convivia pessoalmente com aquela a quem usurpou as imagens, que lhe serviram para criar o perfil falso.
    Há quem suspeite que esta história toda foi inventada pela SIC.
    Mas, partindo do princípio que é verdadeira, até porque entretanto surgiram outros testemunhos de quem passou por situações parecidas, acaba por ser tudo um pouco exagerado, e deveria ser de desconfiar. Uma pessoa que sofre, num ano, dois acidentes de carro, está doente, morre o pai. São desgraças a mais. E o facto de haver sempre alguma desculpa para não se verem pessoalmente. Qualquer um teria saltado fora ao fim de algumas tentativas.
    O Nuno precisava desse drama na sua vida?
    Enfim...
    Beijinhos

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  67. Quanto ao alerta às pessoas, penso que será passageiro. Agora está tudo assustado, daqui a dois dias estão todos a voltar aos velhos hábitos!

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