quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Porque temos, tantas vezes, medo de assumir compromissos?

Resultado de imagem para decisões


 


 


Porque temos, tantas vezes, medo de assumir compromissos? De aceitar desafios?


 


De chegar à frente e dizer "eu faço", "eu aceito", "vamos a isso", com entusiasmo, preferindo um dúbio e pouco seguro "posso tentar", "é complicado", ou "sem compromisso" assumindo, à partida, que não o vamos conseguir fazer?


 


Porque temos tanto receio de dizer um "não" bem claro, ou um "sim" convicto, ficando-nos, tantas vezes, pelo "vou pensar", "tenho que ver", "talvez", deixando para depois uma decisão que, no fim, já está totalmente tomada no nosso pensamento?


 


Porque temos tanto medo de afirmar as nossas vontades?


Porque nos deixamos invadir tantas vezes pela insegurança acerca das nossas capacidades?


Porque receamos tanto aquilo que os outros pensarão de nós, ou de que forma receberão as nossas decisões?


 


 


 

Quão importante é ter uma "vida social" activa?

amigos1.jpg


 


 


Dizia o meu marido que, na zona onde morava antes, era-lhe extremamente fácil comunicar com as pessoas e fazer amizades, com as quais acabava por sair, conviver entre jantaradas ou, simplesmente, um café, por exemplo.


E que aqui, onde moramos, é mais difícil porque não há essa abertura por parte das pessoas que cá vivem, ou com quem trabalha. Que são mais desconfiadas, fechadas e não criam muita empatia pelos outros.


Ou seja, antes tinha uma vida social activa. Agora nem por isso. E sente falta. Acha que é bom, que nos faz bem.


Já eu, tenho uma opinião um pouco diferente.


 


 


 


Não sou de amizades relâmpago, como se vê muito por aí. Para mim, as amizades costumam-se ir cimentando, com o tempo e, como tal, desconfio logo quando as coisas acontecem demasiado rapidamente, e quando pessoas que se conhecem há dois dias já se consideram amigas, e já querem combinar saídas e programas em conjunto.


Não é que não goste desses momentos, de sair, de conviver.


Quando era mais nova, também tinha um grupo de amigos, com o qual saía, ia ao cinema, à discoteca, fazíamos jantares de aniversário e passagens de ano, ou nos encontrávamos para um café. Mas, depois, cada um foi à sua vida, uns casaram, outros partiram, outros tiveram filhos, uns separaram-se, e o grupo acabou.


Hoje em dia, não sinto tanto essa falta, como o meu marido. E fico sempre renitente quando ele quer que nos juntemos para um programa qualquer com colegas de trabalho que vai conhecendo, achando que podem vir a formar um grupinho, porque sei que provavelmente, não vai sair dali nenhuma amizade, e que, muitas vezes, ao fim de uns tempos a febre passa, mudam de trabalho e deixam de se falar. 


Ou até mesmo com antigos amigos dele, ou conhecidos, que ao fim de uns anos se lembram de aparecer, ou ele de os procurar, mas dali a uns tempos, com sorte, voltam ao esquecimento.


 


 


 


O meu marido gosta de conhecer pessoas novas, de travar amizades, de falar com toda a gente.


Eu não procuro amizades, nem me faz diferença que, em último caso, para a maioria das saídas, sejamos só os 2, ou os 3. Não me incomoda que a minha vida social seja escassa ou quase nula. Prefiro isso do que estar a ali só por estar, e perder tempo a apostar em algo que sei, à partida, que não levará a lado nenhum. Claro que, se houver oportunidade e as coisas se proporcionarem, gosto. 


 


 


 


Assim, a questão que coloco é: quão importante é para o ser humano ter uma "vida social" activa?


Quão importante é, para vocês aí desse lado? É algo de que precisam, sentem falta, ou não estão preocupados com isso?


É algo que sentem que melhora a vossa vida e a vossa saude, quer física, quer mental? Ou é indiferente?


 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Parque infantil ou casa de banho canina?

IMG_7322.JPG


 


O parque infantil da nossa zona esteve, há pouco tempo, em obras, a ser remodelado.


Tiraram o escorrega colorido, e com a casinha de madeira lá em cima, por outro mais moderno, mas sem graça.


Trocaram os tradicionais baloiços, por um único, em forma de cone, e o cavalinho por este da imagem.


Durante uns dias, andaram lá a colocar areia nova.


E o parque ficou pronto para ser utilizado pelas crianças. 


 


 


Ou seria esse o objectivo.


Na verdade, são muitos os adolescentes que para lá vão.


Mas o pior são mesmo os adultos, que se lembraram que, agora com o parque arranjado, aquele é um óptimo local para os seus animais fazerem lá as suas necessidades.


O resultado já se começa a ver, no meio da areia. 


Quanto tempo demorará a transformar, mais uma vez, o parque infantil numa casa de banho canina?


 


 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Quando um jogador desautoriza o seu treinador em pleno jogo

Resultado de imagem para kepa


 


 


Aconteceu no passado domingo, na final da Taça da Liga Inglesa, que se disputou entre o Chelsea e o Manchester City.


Por duas vezes assistido em campo, e já a terminar o tempo de prolongamento, o treinador do Chelsea, Maurizio Sarri, achou por bem substituir o guarda-redes Kepa, pelo seu colega de equipa, uma vez que, devido às queixas que foi apresentando, poderia não estar no seu melhor, para defender os penaltis.


Mas Kepa, achou que não havia necessidade. Que estava bem. Que podia continuar em jogo.


Só que o mostrou da pior forma, fazendo braço de ferro com o treinador, desautorizando este, fazendo birra e desrespeitando o seu colega que já tinha aquecido e estava pronto a entrar.


 


 


Duas pessoas estiveram mal nesta situação: jogador e treinador.


 


Kepa esteve mal porque, acima de tudo, deve respeito ao treinador. E se o treinador acha que ele deve ser substituído, por muito injusto que possa ser, só deve acatar essa decisão, ainda que não concorde com ela.


Esteve mal a partir do momento em que achou que só ele poderia defender a baliza do Chelsea, e que o seu colega poderia pôr em risco a vitória da equipa. Por muito que ele pense que "já que fiz até aqui, vou até ao fim" ou que se sentisse em plena forma física para continuar, ainda assim, não era motivo para fazer a birra que fez em pleno campo, e para a recusa veemente em sair e ser substituído.


Até poderia estar a fazê-lo pela equipa, mas a ideia que passou foi a de que só estava a pensar em si, e na sua vontade.


 


Sarri esteve mal porque, apesar das várias vezes em que pediu ao jogador para sair, sem que este o fizesse, não impôs a sua autoridade como treinador, mostrando que os jogadores podem fazer o que bem entendem, que ele não tem mão nem pulso firme para os comandar.


Em vez disso, reclamou, mostrou frustração, ameaçou abandonar o estádio, para depois voltar atrás e dar o dito pelo não dito e, mais tarde, desvalorizar o incidente, como se se tratasse apenas de uma mera falha na comunicação.


 


 


A verdade é que, por ironia do destino, o Chelsea acabou por perder a partida e a taça para o seu rival, devido a um penálti que Kepa não defendeu.


E agora, para castigo, como punição pela sua atitude, o Chelsea fez saber que o jovem guarda-redes irá doar uma semana de salários à fundação do clube.


 


 


Na minha opinião, um bom jogador não é apenas aquele que joga bem, que mostra bons resultados em campo e traz mais valias para a equipa, mas também aquele que, apesar do seu talento, tem também carácter, humildade, que sabe que está ali pela equipa e em equipa, e não para se mostrar a si próprio, que sabe o seu lugar e o seu papel, e quem é que comanda a equipa, que sabe acatar decisões, que não se deixa vislumbrar facilmente pela fama, pela imagem, pelos milhões que ganha, esquecendo tudo o resto.


E por vezes, é preciso chamá-los de volta a terra.


Penso que a melhor forma de punir Kepa pelo seu comportamento, mais do que perder ali meia dúzia de euros (que para ele é uma agulha no palheiro do ordenado que recebe), seria com a sua permanência no banco nos próximos jogos que a sua equipa disputasse.


Claro que, no futebol de competição a este nível, é mais provável que o clube, e o treinador por arrasto, estejam mais interessados naquilo que poderão ganhar (ou perder) com as possíveis fragilidades da equipa ou até mesmo derrotas, na ausência do seu melhor guarda-redes, do que em formar civicamente os jogadores. 


 


 

Bird Box - Às Cegas

Resultado de imagem para birdbox


 


 


Já tinha ouvido falar do filme Bird Box, mas não prestei grande atenção.


Volta e meia, recebo sugestões da Netflix e, provavelmente, este filme, por lá designado “Às Cegas”, estava entre elas, mas não dei importância, nem associei como sendo o mesmo.


No fim-de-semana, o meu marido pôs o filme. E eu, que andava a arrumar roupa e fui apanhando partes do início, acabei sentada no sofá a vê-lo!


 


 


A história


O filme conta a história de Malorie (Sandra Bullock), num cenário apocalíptico, onde quem quer manter a integridade mental tem que estar fechado em casa, com as janelas e portas tapadas, e de manter os olhos vendados, sempre que sai à rua.


Tudo devido a uns seres misteriosos, as “criaturas” que provocam reações perigosas, levando quem as vê a cometer loucuras, normalmente, suicídio.


Malorie está grávida. Quando regressa de carro com a irmã, depois de uma ida ao obstetra para uma ecografia, percebe que o caos está a atingir aquele local. No meio do pânico geral das pessoas nas ruas e do próprio acidente provocado pela irmã, que já foi contagiada, Malorie acaba por se barricar numa casa com outros sobreviventes.


Cinco anos mais tarde, e numa tentativa de salvação e de dar uma vida melhor aos filhos, os três terão que embarcar numa missão praticamente impossível, da qual não se sabe se algum deles sobreviverá, ou conseguirá chegar ao destino.


 


 


 


Houve três questões que o filme me levantou.


A primeira é a que dá o mote ao nome do filme, e a toda a história – conseguirá o ser humano fazer toda a sua vida “às cegas”? O quão difícil é resistir à tentação de tirar a venda, sobretudo quando estamos numa situação de perigo, e de pura sobrevivência que, ao mesmo tempo, depende de termos, precisamente, uma venda que não nos deixa ver nada, para o bem e para o mal?


Lembrei-me de imediato de outro filme “Um Lugar Silencioso”, que ainda não vi (mas está na lista à espera de tempo), em que a sobrevivência daquelas pessoas depende do silêncio. O que será pior: não poder emitir um único som que seja, ou não poder ver?


Mais complicado ainda é, quando envolve crianças, seres curiosos e mais frágeis por natureza, cheios de sonhos, expectativas, energia. Como dizer a uma criança que, sob circunstância alguma, deve tirar a venda dos olhos, e esperar que ela compreenda, aceite e obedeça?


 


 


A segunda, com a confiança e o instinto de sobrevivência no meio do caos, a forma como agimos de formas diferentes, consoante o lado em que estamos.


Por um lado, estando do lado do perigo, e nos queremos salvar, o que mais desejamos, em relação àqueles que nos podem ajudar, é que confiem em nós, que abram uma excepção, que nos deixem entrar.


Mas, quando estamos do lado de dentro, vamos querer abrir a porta a outros? Vamos arriscar salvar outras pessoas, pondo-nos em perigo? Até que ponto, caso deixemos mesmo entrar, será essa pessoa confiável?


Como saber se nos estão a dizer a verdade, ou a fingir?


 


 


A terceira questão prende-se com a maternidade, a sobrevivência, e a escolha entre um filho de sangue, e um “filho adoptado” por força das circunstâncias.


A um determinado momento, é colocado o dilema de alguém ter que tirar a venda, para que seja possível atravessar os rápidos de forma mais segura, sem acidentes. Uma das crianças terá que o fazer. O “Rapaz”, como é chamado pela mãe, é o seu filho biológico. A “Miúda”, filha de uma das sobreviventes iniciais, é apenas uma miúda que ela protegeu e cuidou durante 5 anos, juntamente com o filho, após a morte da mãe dela.


Parece uma escolha óbvia sobre qual deles será o infeliz contemplado. Tão óbvia, dada a questão do sangue, e a forma dura como, por vezes, a mãe fala para ela, que a “Miúda” se antecipa, e se oferece para tirar a venda, sacrificando a vida.


Terá Malorie coragem para aceitar esta oferta, condenando à morte uma criança que não é sua, para se  salvar a si e ao próprio filho?


 


 


E, se conseguirem mesmo chegar ao local que lhes foi indicado, o que será que os espera? 


 


 


 


 



 


 


Curiosidades:


O filme é baseado no livro Bird Box, escrito por Josh Malerman, lançado em 2015. A obra do romancista teve grande sucesso e ganhou diversos prémios antes de se tornar filme. E porquê Bird Box? Porque os pássaros têm um papel especial nesta história!


 


Os actores tiveram que passar a maior parte do tempo das gravações com os olhos vendados, para que as suas prestações parecessem o mais reais possível.


 


 


 


Agora, em jeito de adivinha, e sabendo do que se trata a história, qual seria, para vocês, o local mais indicado, ou mais óbvio, para recomeçar uma nova vida e se protegerem destas "criaturas"?


 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Três anos sem Tica

14918272_uhHmD.jpeg


 


 


Porque já tantas palavras foram usadas para descrever as saudades que sentimos, a falta que a Tica nos faz, e o quanto nos custou a sua partida, hoje digo apenas que custa menos. Vai custando menos, a cada ano.


A dor vai dando lugar à nostalgia.


A tristeza, à nostalgia.


A frustração, à resignação.


A despedida, às boas recordações. 


 


 

Tipos de polícias nas estradas

Resultado de imagem para desenhos de polícias


 


 


Com os quais já nos deparámos:


 


 


I - Os prestativos


Há os que, quando interpelados para pedir informações ou esclarecer dúvidas, tentam esclarecer e ajudar o melhor que podem


 


II - Os apressados


Há os que nos mandam seguir, afirmando que não têmpo para isso, e temos que sair dali rapidamente porque já estamos a empatar o trânsito 


 


III - Os conflituosos


Há ainda os que, mesmo não estando em serviço, e estando os condutores a pedir informação a terceiros, buzinam, param ao lado, reclamam e implicam porque aquilo não é sítio para se parar, não querendo nem saber o motivo pelo qual isso aconteceu


 


IV - Os cumpridores


Podem até ser simpáticos e compreender a situação mas, lei é lei, e é para ser aplicada quando se infringem as regras, sem excepções


 


V - Os benevolentes


Avisam-nos do que está mal mas, ainda assim, deixam-nos seguir viagem com a promessa de não voltar a acontecer


 


VI - Os caça-multas


Estão, ou surgem, onde menos esperamos, e só têm um único objectivo - a multa - nem que para isso tenham que inventar infracções


 


 


Alguém quer acrescentar mais alguns comportamentos destas autoridades que já encontraram nas estradas?

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Escolha difícil logo pela manhã!

A imagem pode conter: comida


 


 


Se só pudessem escolher um destes para o vosso pequeno almoço, qual seria o contemplado?!


Eu ficaria indecisa entre o bolo de arroz e o pastel de nata,


Mas, a relembrar tempos antigos, o bolo de arroz!

sábado, 23 de fevereiro de 2019

“Plástico, um desafio ambiental”


 


Este é o filme de animação “Plástico, um desafio ambiental”, promovido pela Câmara Municipal de Mafra.


 


“Super P” é o nome do super-herói deste filme, do qual também fazem parte outras personagens bem conhecidas, tais como a estátua do “Guardião da Reserva Mundial de Surf da Ericeira” ou os gamos da Tapada Nacional de Mafra.


 


Nesta história, as crianças são convidadas a refletir sobre as suas escolhas diárias, e propõe-se que sejam adotados novos comportamentos em família, nomeadamente a utilização de recipientes reutilizáveis e recicláveis, alternativos ao plástico.


 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Fiz um teste de personalidade e...

Teste de personalidade


 


... foi este o resultado, tendo em conta que a primeira diferença que vi na imagem foi as "Flores":


 


"Tens uma visão muito especial da vida. Dás importância para as coisas mais simples, que muitos optam por ignorar, e trazes uma nova perspectiva para todas as situações da tua rotina.


Consegues fazer o dia de alguém mais feliz com apenas algumas palavras ou um abraço, e tens uma grande capacidade de entender as pessoas apenas olhando nos olhos.


Além disso, também és muito forte e motivado. Dás o seu melhor em tudo aquilo que fazes e não vês os outros como competidores, mas como parceiros, e sempre te mostras presente para oferecer apoio àqueles que mais precisam. A tua natureza criativa e a tua dedicação são qualidades realmente especiais."


 


 


Penso que, de uma forma geral, combina comigo mas, verdade seja dita, à excepção do sol, qualquer um dos outros resultados tem aspectos com os quais me identifico!


 


Podem fazer o vosso AQUI


 


 


 


 


 

À Conversa com Ah Nuc

foto ah nuc.jpg


 


 


Pedro Cunha editou, em 2015, o seu primeiro trabalho a solo, "SATELITE ON" sob o nome AH NUC, através do qual revelou algumas das canções que foi escrevendo ao longo dos anos.


 


Hoje, apresenta o segundo álbum "BETWEEN SILENCE & NOISE", onde volta a cantar em inglês.
Gravado e misturado nos NOBO estúdios, e com Pedro Cunha e Juan Casado a assumirem mais uma vez, a produção, este é um trabalho mais introspetivo, que mistura características e géneros, desde os anos 80, até à atualidade.


 


 


Aqui fica a entrevista:


 


 


 


 


 


k15771734.jpg


 


 


Pedro, como se descreveria através das seguintes palavras:


 


Palavras – As palavras para mim são a revelação daquilo que sou, sejam elas orais ou escritas. Um simples sim ou um simples não pode revelar parte de nós. As palavras têm essa força. Têm também a excelência da descrição. Acho um livro na maioria das vezes, mais completo que um filme, porque as palavras lhe dão essa capacidade. De uma simples imagem, pode nascer um longo texto.


 


Introspeção – Introspeção é quando consigo tomar consciência da minha consciência, no fundo, o resultado de um auto exame à minha essência e às minhas vivências. É sem dúvida algo que gosto de fazer.


 


Silêncio – Silêncio... Adoro o silêncio no seu momento.


 


Miscelânea – Miscelânea sinceramente não me agrada. Gosto das coisas distintas e separadas. Embora nem sempre o seja, miscelânea a mim soa sempre a confusão, que é algo de que não gosto. Cada coisa no seu lugar. Quando a mistura é relativa, nalgumas situações pode tornar-se interessante.


 


Voz – A voz é única, sem igual, cada uma com as suas características, por muito idênticas que algumas possam ser, nunca são iguais. A maioria das pessoas não gosta de ouvir a própria voz, o que é interessante… Eu sou um desses casos, na maioria das vezes também não gosto de ouvir a minha, ahahah. É algo único que nos diferencia dos outros, num mundo onde a originalidade é cada vez mais rara é de salutar que o ser humano disponha de características distintas uns dos outros. A voz é uma delas!


 


Sucesso – Sucesso é a realização de algo que nos propomos fazer e que conseguimos realizar. Seja qual for o desafio ou o objetivo. É a afirmação do « eu ».


 


 


 


 


 


 


an nuc.jpg


 


“Between Silence & Noise” é o título do segundo álbum de Ah Nuc. O Pedro é um homem de silêncios, ou de barulho?


Sou mais de silêncios, embora passe muito tempo entre os dois.


Nasci na cidade ( Lisboa ), mas sou mais do campo. Gosto de ouvir os sons da natureza ao acordar. Felizmente vivo num lugar onde isso acontece e isso para mim não tem preço. Gosto de dar longas caminhadas pela natureza, é um dos meus maiores prazeres.


Este álbum reflete esta fronteira, «estar entre os dois mundos», nem totalmente na floresta, nem totalmente na cidade. Uma metáfora a tantas situações que nos deparamos durante o dia a dia e a vida.


 


 


 


Existem silêncios pautados de ruído, e ruídos entre os quais é possível descobrir silêncios?


Existem sim. Quando depois de uma discussão mais acesa, se fica em silêncio, mas na nossa cabeça só ecoa ruído. Ambos fazem parte da nossa vida, sem um não existia o outro e vice-versa. São opostos e equivalentes.


 


 


 


“The River Stream” é o single de apresentação. Do que nos fala esta música, em particular, e o que pode o público esperar do álbum, em geral?


É o tema que dá nome ao disco. O nome é retirado de uma frase da letra «I live between silence & noise». Fala de alguém que sabe que não podendo fugir muito da corrente que nos transporta a todos no mesmo sentido, tenta dentro dos limites, ser um outsider.


É uma ovelha tresmalhada do rebanho, mas que ao mesmo tempo não se consegue afastar totalmente dele com receio de ficar só e isolada.


O álbum em geral reflete a indecisão constante, a dificuldade em tomar decisões, o ter de decidir entre dois ou mais caminhos, da solidão na multidão…da reflexão.


 


 


 


Ao longo do seu percurso enquanto músico, foram mais as vezes que rumou contra a corrente, ou no mesmo sentido que esta?


Normalmente vou mais com a corrente, deixo-me levar até que algum obstáculo me faz parar e pensar. Nessa altura reflito e se achar que o ideal para mim é o sentido oposto, remo contra a maré. Umas vezes com razão, outras sem, mas é o que faz o mundo girar, pelo menos o meu.


 


 


 


Juan Casado assume, novamente, com o Pedro, à semelhança do que tinha acontecido no trabalho anterior, a produção do álbum. Pode-se aplicar aquele provérbio que diz que “em equipa vencedora não se mexe”?


Eu e o Juan, conseguimos trabalhar bem juntos, complementamo-nos bem na questão dos arranjos e do som, por isso gosto de trabalhar com ele.


Neste álbum trabalhamos um pouco menos juntos do que no anterior (Satélite ON) porque eu já tinha muitos temas prontos neste, mas focamo-nos em quatro temas « The river stream», «Gloria» ,«Bye, bye» e «Between the ligths», que foram os últimos que compus.


 


 


 


O tema “Gloria” conta com a participação de Tiago Gardner. Como surgiu essa colaboração?


Eu e o Tiago somos amigos há bastante tempo. Fomos colegas em São João do Estoril e


começamos a aventura da musica juntos por essa altura. Formamos uma banda (Rocknocker), juntamente com outros dois amigos (António Costa e João Nunes) que foi o nosso primeiro passo para o restante caminho.


Este disco é cantado em inglês e como tal surgiu a ideia de desafiar o Tiago para cantarmos


o «Gloria» em conjunto, ele aceitou o que me deixou muito satisfeito e penso que veio dar ao tema uma outra dimensão.


 


 


 


Quais são os objetivos a cumprir, a nível musical, ao longo de 2019?


Os objetivos passam por divulgar este álbum o melhor possível, transporta-lo para o espetáculo e obviamente, continuar a compor e a escrever mais musica, que é o que realmente gosto de fazer e que me dá um enorme prazer.


 


 


 


Muito obrigada!


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

À Conversa com Pedro Janela

PJ Piano.jpg


 


"Um pintor combina cores, formas e texturas para criar ilusões. Um escritor faz a triagem minuciosa das palavras para construir cenários e contextos.


Da mesma forma, Pedro Janela é um compositor que esculpe com notas, ritmos e instrumentação as ambiências que imagina e para onde nos transporta com a sua música."


 


 


Fiquem a conhecer melhor Pedro Janela, nesta entrevista:


 


 


 


 


 


k15771734.jpg


 


 


Quem é o Pedro Janela?


Do ponto de vista profissional, que é aquele que interessa (risos) é alguém que gosta de brincar com os sons.


 


 


 


De que forma te descreverias através das seguintes palavras:


 


Memórias – Momentos, como memórias da mesma forma, duram apenas enquanto os vivemos intensamente!


 


Dúvidas – As dúvidas são deixadas para serem resolvidas... as pausas e os silêncios assemelham-se à dualidade de lembranças e espaços em branco deixados de fora ainda a serem preenchidos ...


 


Melancolia – A melancolia pode ser inspiradora.


 


Piano – Uma extensão de mim.


 


Janela – Criar janelas sonoras que abrem horizontes.


 


Sonho – Lugar onde tudo se constrói.


 


Espaço – Lugar vazio. Distância ente 2 corpos.


 


Linguagem – Forma de comunicar emoções.


 


Horizonte – Lugar onde céu e terra se unem.


 


 


 


 



 


 


Produtor, compositor, pianista e artista digital – qual destas atividades te dá maior prazer?


Não tenho uma resposta objetiva. Eu gosto de ir variando. Acho que o facto de ir desenvolvendo várias atividades no âmbito da música me dá uma visão mais abrangente. Todas elas se complementam.


 


 


 


Para além de te dedicares a vários projetos musicais, és mentor da banda The Casino Royal. Em que momento decidiste arriscar a solo?


Não houve um momento em particular. As coisas surgiram naturalmente. Já tinha essa intenção e assim que surgiu o momento foi só dar seguimento.


Eu tinha terminado uma bso para um filme “Soldado Milhões” e fiquei com algum tempo disponível para trabalhar neste projeto.


Na altura decidi fazer uma viagem à Grécia. Isto aconteceu em Abril de 2018. A determinada altura fiz uma reflexão e achei que era o momento ideal.


 


 


 


Dedicas-te também à criação de bandas sonoras para cinema e minisséries, como “Jacinta”, “Soldado Milhões” ou “República”, entre outros. Como descreves essa experiência?


Sempre que recebo um convite para trabalhar nessa área fico fico extremamente feliz!



É um tipo de trabalho que adoro fazer. No fundo é dar “voz” às imagens. A música tem essa força.



Em Portugal faz-se cinema com orçamentos muito limitados e muitas vezes o desafio é conseguir fazer muito com pouco.


Quando vemos a ficha técnica da banda sonora de um filme estrangeiro temos noção de que se trata de um trabalho de uma grande equipa. Aqui isso não é possível. Um compositor é ao mesmo tempo produtor, arranjador, multi-instrumentista, engenheiro de som, copista, publisher, etc, o que acaba muitas vezes por ser um desafio Hercúleo (risos).



Depois temos o lado de psicólogo, que é tentar perceber o que vai na cabeça do realizador. Uma banda sonora é sempre resultado da colaboração do realizador com o compositor e aqui a opinião do realizador é sempre aquela que prevalece. Ele é que é o autor da obra em termos globais.



Os realizadores quase nunca dominam a linguagem musical. Não têm que o fazer! Cabe-nos a nós saber entender o que eles pretendem para determinada narrativa.


Sendo a música uma arte subjetiva a emoção que me provoca um determinado trecho musical não é necessariamente a mesma que a que ocorre na cabeça do realizador.


Fazer uma bso acaba por ser um trabalho partilhado.


 


 


 


 



 


 


“We Are All Lost” é o título do teu primeiro álbum a solo. Consideras que andamos todos um pouco perdidos, neste mundo em que vivemos?


“We Are All Lost” é um título que encerra em si uma certa esperança. É por andarmos perdidos, sempre à procura de algo, que nos movemos em determinada direção.


Estar perdido não significa necessariamente que estejamos numa situação adversa.



É bom sentirmo-nos perdidos esse sentimento acaba por provocar o impulso que necessitamos para descobrir novos caminhos.



Enquanto estivermos vivos estaremos sempre perdidos.


 


 


 


Do que nos falam as canções deste álbum?


As canções deste álbum falam de perda mas também de esperança. Como se fossemos desembrulhando a cada nota, altos e baixos, reviravoltas, milagres e miséria, sorte e desgraça, sucesso e fracassos, amor e ilusão, ganho e perda, alegrias e choro, risos e tristezas, conforto e solidão, nostalgia e arrependimento, achados e perdidos...


 


 


 


“We Remember Moments” é o single de apresentação. Que momento inesquecível recordas com maior carinho, que queiras partilhar com o público?


O nascimento dos meus 2 filhos e tudo aquilo de bom que partilhámos juntos até hoje. Os momentos, como lembranças da mesma forma, duram apenas enquanto os vivemos intensamente!


 


 


 


Se tivesses oportunidade de trabalhar com uma das tuas grandes referências, a nível musical, quem escolherias?


Ryuichi Sakamoto, sempre admirei o seu trabalho!


 


 


 


De que forma é que o público te pode acompanhar?


Podem acompanhar-me através do meu site pessoal em www.pedrojanela.pt,  no meu facebook - www.facebook.com/pedrojanelacomposer , instagram  - https://www.instagram.com/pedrojanela/?hl=pt


 


 


 


Muito obrigada!


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e os vídeos.


 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Como começar da pior forma um fim de semana

Resultado de imagem para fim de semana


 


 


Com problemas de saúde na família


Com pessoas mal educadas que se lembram de implicar logo pela manhã


Com pessoas a quererem mandar na nossa vida


Com pessoas a quererem armar confusão e discussão


Com pessoas a atrasarem a nossa vida


Com ideias impulsivas de mudar toda a nossa vida


Com uma camada de nervos em cima, e ter que pôr tudo para trás das costas, porque nos espera um almoço de aniversário


 


 


Com encontros mal combinados ou esquecidos


Com o não se conseguir contactar de forma alguma as pessoas


Com o esquecimento dos convidados, de que foram convidados


Com outros convidados à espera da aniversariante, e nem sinal dela


Com um almoço totalmente atrasado


Com uma turma de miúdos mesmo ao lado a gritarem que nem loucos


Com uma valente dor de cabeça


 


 


Valeu pelo tempo que passámos os três, pela tarde em que até cantámos, dançámos e conversámos na festa, pelos momentos com as bichanas, e pelos episódios da série que vimos.


E foi só por isso que, mesmo com a mossa que provocaram, ainda assim consegui ficar feliz por ter chegado o fim de semana, mesmo que tenha começado da pior forma. 


 


 


 


 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Fui banida do facebook!

Resultado de imagem para facebook


 


 


 


Bem, não exactamente banida, mas muito restringida, e altamente discriminada!


 


 


O blog tem uma página no facebook e, desde que o Sapo facultou a funcionalidade das redes sociais, os posts do blog são lá publicados, tal como os posts d'A Palhaça Martita.


Sem problemas.


 


 


Até que reparei, esta semana, que todas as publicações do blog "Marta - o meu canto" tinham sido eliminadas da página do blog no facebook, bem como de todas as outras páginas em que tenham sido partilhadas ou mencionado o blog com link!


Só ficaram as d'A Palhaça Martita, e as publicações directas na página, sem ligações ou links.


 


Como se não bastasse, relativamente às publicações partilhadas no meu perfil pessoal, com ligação ao blog, aparece-me a seguinte mensagem:


"Esta publicação desrespeita os nossos Padrões da Comunidade, pelo que só tu a podes ver."


 


 


 


Já nas mensagens em que faço referência ao blog, aparece isto:


"Esta mensagem foi removida porque inclui uma ligação que infringe os nossos Padrões da Comunidade."


 


 


Publicar os links na página, não dá, porque surge "erro da query"


 


 


 


Ao escolher, aqui no blog, a opção "partilhar no facebook", dá isto:









Não foi possível enviar a tua mensagem porque esta inclui conteúdo que outras pessoas no Facebook denunciaram como abusivo."

 

 

 

 


E, se tento aceder a qualquer ligação ao blog, através do facebook, aparece esta mensagem:


"A ligação que tentaste visitar desrespeita os nossos Padrões da Comunidade."


 


 


 


Que raio de Padrões da Comunidade é que as publicações do blog, ou a mera referência ao blog, através do respectivo link, estarão a desrespeitar, de há uns dias para cá?


Será o temido artigo 13º, e os seus filtros automáticos, que censuram tudo o que possa constituir uma violação aos direitos de autor, ainda antes de serem publicados, a causar mossa e a fazer as primeiras vítimas?!


Ou alguém com muita inveja do blog (nem sei porquê), decidiu boicotá-lo?


 


 


Obviamente, esta será mais uma publicação barrada no facebook, pelo que só a encontrarão por aqui!


 

Os ciúmes e as inimizades dentro das amizades

Imagem relacionada


 


 


É mau.


É lixado.


Pode ser difícil de gerir.


Pode gerar mal estar e, em último caso, arruinar a amizade.


 


 


A "I" tem uma amiga "I", uma "B", e uma "S".


A amiga "I" tem ciúmes da amizade entre "I" e "S".


A amiga "I" não gosta da amiga "B".


E a "I", está no meio, a tentar lidar com isso, porque todas elas são suas amigas!


 


Alguém já se viu numa situação semelhante?


 


 


Por vezes, chegam amigos novos à nossa vida, mas não significa que os mais antigos tenham perdido o valor ou a importância que tinham, nem o lugar na nossa vida.


Os nossos amigos não têm que ser todos iguais.


Cada um deles, complementa, acrescenta, e traz algo diferente à amizade, com a sua própria personalidade e forma de ser.


Gostamos deles, precisamente, por essas mesmas diferenças. 


E, por isso mesmo, não há razões para ciúmes, porque cada uma tem o seu próprio valor.


 


 


Claro que não podemos obrigar as nossas amigas a gostarem, entre si, umas das outras, ou tão pouco a se tornarem amigas.


Mas, da mesma forma, nenhuma delas tem o direito de interferir na nossa amizade com uma ou com outra, só porque não se dão bem.


 


 


A melhor forma possível de lidar com isso é estarem juntas em momentos diferentes, em situações diferentes. No entanto, naquelas ocasiões em que é inevitável estarem todas juntas, é fundamental dividir a atenção e a disponibilidade, por todas e interagir, na mesma medida, com todas. 


 


 


Os problemas ou motivos para não se darem bem ou não se querem relacionar só elas saberão, e é algo que só elas deverão resolver entre si.


Meter-nos no meio, com ciúmes, chantagens, cobranças ou ultimatos, nunca trará bons resultados para ninguém.


 


 


 


 


 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Quando os filhos servem de "arma" para os pais que se separam

Resultado de imagem para amor de pais desenhos


 


 


Nenhum pai (ou mãe) deveria ser impedido de estar, conviver, relacionar-se com os filhos, apenas por questões financeiras. Mais importante que o dinheiro, é o amor, a presença, a convivência, a educação, a comunicação.


 


 


Quando um pai ou mãe representam perigo para os respectivos filhos, compreendo que haja receio, e a necessidade de protecção.


Mas que sejam impedidos de ver ou estar com os filhos, apenas porque não pagam a pensão de alimentos estipulada?


"Ah e tal, não pagas, não vês, perdeste esse direito!" , isso não me entra na cabeça.


 


 


Os filhos não são uma moeda de troca, nem devem servir como arma ou objecto de chantagem, por parte dos pais, seja em que circunstâncias for. 


Acima de tudo, e dos nossos próprios interesses, vontades e opiniões, deve sempre estar o bem estar dos nossos filhos, e esse bem estar passa por uma convivência saudável e tranquila com ambos os progenitores.


 


 


Sim, é verdade que certos pais e mãe não querem saber dos filhos. Que não fazem questão de estar com eles. Que passam dias, semanas, meses e até anos sem qualquer contacto. Que foram apenas "pais", para conceber os filhos, e nada mais. 


Mas isso já é um problema deles. E em relação a essas pessoas, caberá mais tarde, aos filhos, decidirem se querem algum contacto, ou não. Eles podem ser pequenos, e não compreender de imediato o que se passa, mas com o tempo vão percebendo, formando a sua própria opinião, e manifestando o seu próprio desejo ou vontade.


 


 


No entanto, se até sabemos que, apesar de tudo, amam os filhos e querem estar com eles e fazer parte da sua vida, e do seu crescimento, qual o sentido de o impedir, por causa de dinheiro? É verdade que os filhos dão despesas, e sendo ambos pais, as mesmas deveriam ser divididas. Mas, não havendo possibilidades para tal (ou mesmo que o progenitor não queira, simplesmente, pagar), exitem outras formas de tentar resolver essa questão, que não passam pela proibição da relação entre pais e filhos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Já Te Disse Que Me Fazes Falta?

doc20190214193404_001.jpg


 


 


 


Depois de Já Te Disse Que Te Amo e de Já Te Disse Que Preciso de Ti, chega o terceiro e último livro da colecção, da autora Estelle Maskame.


 


No final do último livro, e depois de tudo parecer encaminhar-se para um final tempestuoso, mas feliz, Tyler acaba por ir embora, com a promessa de, um dia, voltar, deixando Eden entregue a si mesma, e a lidar com a confusão que ambos causaram, e com todas as consequências que daí resultaram.


 


Foram vários os meses sem notícias, sem respostas às mensagens, com chamadas ignoradas.


Foram vários meses de rejeição por parte do pai, do meio irmão Jamie, de amigos e de todos, em geral.


Foram vários meses de choro, de raiva, de dúvidas, de incertezas.


 


Hoje, Eden não suporta ver casais felizes, nem nada que esteja relacionado com amor. Hoje, Eden não quer ouvir falar de Tyler, nem tão pouco vê-lo à sua frente, algo que não acredita que aconteça, de qualquer forma.


 


Até ao dia em que ele volta, e ela se vê frente a frente com a pessoa que nos últimos meses passou a odiar.


Ali está ele, como se tivesse apenas ido passar uns dias fora e estivesse de volta, com um sorriso na cara, que depressa desaparece quando se depara com a reacção de Eden.


 


Por onde andou Tyler todo este tempo? O que fez? Como é agora a sua vida? Porque razão deixou Eden sem qualquer explicação durante todos aqueles meses, e volta agora?


Eden diz-lhe que já não o ama, que já desistiu dele há muito tempo, que nada resta e é tarde demais. Que não o quer ver. Será verdade?


 


Mas a sua madrasta, decidida a tentar resolver todos os problemas pendentes que afectam a sua família, desde que os dois largaram a bomba e a fizeram explodir, organiza um fim de semana em família, para finalmente conversarem e entenderem-se.


 


No entanto, as coisas não estão a correr bem para ninguém.


Eden ouve palavras duras do pai, e fica com a certeza de que ele a odeia, e nunca haverá uma relação de pai e filha entre eles.


Tyler não consegue convencer o padrasto de que as coisas mudaram, nem tão pouco ver o seu pedido de desculpas aceite.


Jamie não suporta nenhum dos dois - Eden e Tyler - e parece mesmo sentir nojo deles.


E Ella começa a desesperar, no meio de uma batalha entre os próprios filhos, a enteada e o seu marido. Ella tem a sua opinião, e apoia incondicionalmente o filho, mesmo que as suas atitudes não sejam aquelas que o marido gostaria.


 


Esta parte da história, tal como a primeira, acaba por explorar muito a vertente psicológica das várias personagens.


Porque reagem da forma que reagem, o que está por detrás dessas atitudes, o que nunca foi dito e que agora vem à tona.


 


Se tivesse que resumir este livro numa palavra, seria "perdão". 


É um livro sobre perdoar aqueles que nos magoaram, e perdoarmo-nos a nós próprios, pelos erros cometidos.


 


De encontrar um sentido para a nossa vida, de ter um objectivo traçado, de agir por nós, e não pelos outros.


De darmos, a nós e aos outros, uma nova oportunidade de fazer as coisas certas, de forma certa, com maturidade, com certezas, com confiança.


De deixar de recear a opinião dos outros, e preocuparmo-nos mais com o que realmente desejamos.


De tornarmos aquele lugar onde nos sentimos bem, o nosso lar.


 


 


Confesso que fiquei surpreendida por tudo o que fui descobrindo. Depois de tudo, algumas revelações provocam mesmo uma espécie de choque, e levam tempo a compreender e aceitar.


 


De toda a história, destaco a frase "Às vezes, as pessoas têm que ser egoístas. Às vezes, as pessoas têm de se pôr em primeiro lugar."


Mesmo que os outros não compreendam.


 


Se isto significa que Eden e Tyler ficam juntos, ou se seguem, definitivamente, cada um o seu caminho, só o saberão quando lerem a história! 


 


 


 


 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

10 músicas para ouvir neste Dia dos Namorados!

Imagem relacionada


 


 


Seja para quem celebra este dia ao lado da sua "cara-metade", seja para quem não tem, neste momento, qualquer relação, seja para quem ainda acredita no amor, ou para quem acabou de se magoar, aqui fica a banda sonora para passar este dia, de forma positiva e confiante!


 


 


 


 


1 - Celine Dion - "That´s The Way It Is"



Esta é para todos aqueles que ainda acreditam, ou querem acreditar, no amor, apesar de ainda não o terem encontrado: "Don't give up on your faith, Love comes to those who believe it, And that's the way it is...".


Tão simples quanto isto! Sem stress  


É uma música de que gosto muito porque é animada, positiva e deixa todos bem dispostos!


 


 


 


 


2 - Dean Lewis - Be Alright



Para todos aqueles que terminaram há pouco tempo as suas relações, custa no início mas, no fim, tudo ficará bem.


"I know you love her but it's over mate, It doesn't matter put the phone away, It's never easy to walk away, but let her go, It'll be It'll be okay. It's gonna hurt for a bit of time, So bottoms up let's forget tonight
You'll find another and you'll be just fine, let her go, it'll be alright..."


 


 


 


 


3 - Shayne Ward - Breathless



Esta música é uma verdadeira declaração de amor, ideal até para aqueles que quiserem fazer o pedido de casamento, ou reforçar tudo aquilo que os une.


"And if our love was a story book, We would meet on the very first page, The last chapter would be about, How I'm thankful for the life we've made... You leave me breathless, You're everything good in my life..."


 


 


 


 


4 - Robarte Un Beso - Carlos Vives e Sebastian Yatra



Para aqueles que se sentirem atrevidos o suficiente para dar o primeiro passo, e roubar um beijo ao seu amor!


"Déjame robarte un beso que te enamore y tú no te vayas..."


 


 


 


 


5 - Colbie Caillat - Realize



Para aqueles que estão a passar por dificuldades nas relações, ou em perceber que uma relação implica duas pessoas, e que têm de caminhar da mesma forma.


If you just realize, What I just realized, That we'd be perfect for each other, And we'll never find another... We'd never have to wonder, If we missed out on each other...If you would meet me half way, It could be the same for you..."


 


 


 


 


6 - Celine Dion - Right In Front Of You



Para todos aqueles que andam à procura do amor em todos os lados, e ainda não perceberam que ele pode estar mais perto de que imaginam, mesmo à sua frente!


"We were looking but somehow, Someway we couldn't see, That the love was always there, It's been around us everywhere, I had to fall to finally see, That you were right in front of me..."


 


 


 


 


7 - Angel Lopez - Te Sigo Amando



Para todos aqueles que cometeram erros mas estão arrependidos, e querem pedir perdão, antes que seja tarde demais.


"Que seria de mi Si me abandona, si te vas, nunca cambiaria mi manera de pensar, Pienso que mi vida nunca nunca seria fuera igual, por eso te pido otra oportunidad, que yo te sigo amando, necesitando,
Yo sigo aqui extrañandote, tan solo aqui esperandote..."


 


 


 


 


8 - Hands On Approach - Days Of Our Own



Uma música para todos aqueles que ainda vivem muito a pensar no passado, ou preocupados com o futuro, quando a única coisa que importa é o hoje.


"We ain't got time to waste, The day is on, Yesterday is fine, Now it's gone... Don't leave me hanging on, Stay by my side today..."


 


 


 


 


9 - Avril Lavigne - Things I'll Never Say



Para todos aqueles que guardam para si mesmos aquilo que sentem, em vez de o dizerem à pessoa a quem se destinam os sentimentos e pensamentos.


"These words keep slipping away, I stutter, I stumble, Like I've got nothing to say... Guess I'm wishing my life away, With these things I'll never say ..."


 


 


 


 


10 - Beyoncé - Best Thing I Never Had



Para todos aqueles que terminaram as suas relações e já superaram!


"Thank God you blew it, Thank God I dodged the bullet, I'm so over you... You turned out to be the (best thing I never had), And I'm gon' always be the (best thing you never had)..."


 


 


 


E por aí, que música acrescentariam a esta lista, para quem quer passar este dia como outro qualquer, sem essas lamechices do amor, ou para quem leva muito a sério a data, e é romântico (incondicional)?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Somos como um balão!

desenho-de-balão-colorido-dibujos-ideia-criativa.


 


 


Ao longo do nosso dia, algumas situações menos boas vão-se acumulando, como o ar que vai enchendo, aos poucos, um balão.


Da mesma forma, acontecem outras que compensam as primeiras e, de certa forma, soltam a boca do balão por momentos, esvaziando algum do ar que lá se encontrava.


Se o balanço final for positivo, e conseguirmos pôr para trás das costas o menos bom, é possível que cheguemos ao final do dia com o balão vazio. E que bem que sabe soltar todo aquele ar que se foi acumulando!


 


 


No entanto, este processo vai-se repetindo ao longo da nossa vida, e o balão, de tantas vezes que se enche e esvazia, começa a ficar mais enfraquecido.


Por outro lado, não é saudável andar sempre com ar dentro do balão, por pouco que seja, sem o conseguir soltar. Até porque, quanto mais ficar acumulado, mais depressa o balão enche, e mais fraco e susceptível de rebentar se torna.


 


 


O resultado, num ou noutro caso, é que corremos o risco de, um dia, sem contarmos, o balão, simplesmente, rebentar. 


Se for por excesso de ar, muito mais rapidamente, é certo, e muito mais previsível.


Se pelas várias metamorfoses que foi sofrendo ao longo do tempo, mais demoradamente, e de forma imprevisível.


 


 


E o que acontece, quando o balão rebenta?


Para além de não haver nada a fazer, e ter que ser substituído por outro, pode atingir tudo à sua volta com os estilhaços daí resultantes.


Haverá sempre consequências, e mudanças.


Mas nem sempre o podemos evitar...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Reflexão do dia

Resultado de imagem para necessidade de se exibir


 


Existem pessoas que fazem as coisas porque têm que ser feitas.


E outras que as fazem, para mostrar serviço aos outros, para se exibir e, até mesmo, por vezes, auto elogiar. 

À Conversa com Pedro e os Lobos

pedro e os lobos foto.jpg


 


 


Pedro Galhoz surge, pela primeira vez, com uma banda fixa, formada pelos seus companheiros de estrada, apresentando o primeiro single de um novo álbum, que chegará em 2019, gravado no estúdio Ponto Zurca, e com produção de João Martins e Pedro Galhoz.


“Corro Com Vento” é cartão de visita de um disco que aborda temas universais,  uma canção inspiradora que nos faz acreditar que ainda vale a pena sonhar e lutar pelos sonhos.


 


Para ficarem a saber mais sobre Pedro e os Lobos, aqui fica a entrevista: 


 


 


 


 


 


k15771734.jpg


 


 


Quem são o Pedro, e os Lobos que o acompanham?


O Pedro é um guitarrista compositor, os Lobos são os músicos e intérpretes que colaboram nas composições do Pedro.


 


 


 


Como é que surgiu esta “alcateia”?


Gosto de partilhar as minhas composições com músicos e intérpretes que admiro, por outro lado sinto que não gostaria de assumir o papel de cantor, por isso chamo os Lobos.


 


 


 


De que forma se descreveriam através das seguintes palavras:


 


Mudança – Será assumida no próximo disco.


Companheirismo – Músicos, técnicos e amigos com quem partilho o palco, estrada e estúdio.


Resiliência – Motivação para me superar em cada trabalho sem criar expectativas.


Inspiração – Guitarras, pedais, estúdio, concertos, amigos, bons e maus momentos, copos.


Superação – Ter a consciência que estou a trabalhar para ter cada vez maiores e melhores opções na composição de nova música.


Luta – Sempre, no sentido de tentar acrescentar algo de positivo e soluções.


Sonhos – Alguns bons, mas pesadelos também.


Natureza – Acima de tudo o mar e a vontade de colaborar na sua preservação.


Estrada – Concertos, diversão, copos, amigos.


Liberdade – Ter a certeza que só toco as notas que me apetece tocar.


 


 


 


Quais são as vossas grandes referências, a nível musical?


Penso que os grandes compositores americanos sempre me influenciaram muito, como por exemplo o Bruce Springsteen, o Neil Young, o Tom Waits, Tom Petty, os R.E.M. e se falarmos de compositores mais recentes, o Ryan Adams, The war on drugs ou mesmo o Ben Howard.


A nível nacional as influências por vezes são mais ao nível da escrita, porque cresci a escutar música inglesa e americana.


 


 


 


 


 



 


 


“Corro Com o Vento” é o primeiro tema do próximo álbum, que chegará este ano. Consideram que o novo disco é mais uma espécie de furacão, ou uma brisa suave no percurso musical de Pedro e os Lobos?


Musicalmente falando penso que tem esses dois elementos e outros, mas em termos de atitude penso que está mais perto do furacão, no entanto não é destruidor.


 


 


 


Em que é que este novo trabalho difere dos anteriores?


Penso que será realmente um disco de mudança a todos os níveis, quer em termos técnicos e sonoros, pois mudei de estúdio e de produtor, estou a trabalhar com o incrível João Martins no estúdio Ponto Zurca, foi um reencontro feliz passados quase 20 anos.


A nível estético, este será um disco muito mais para funcionar ao vivo com power de banda, em que os momentos intimistas surgem apenas pontualmente.


É um disco mais Universal com atitude Rock n Roll.


 


 


 


Para vocês, é melhor correr com o vento, ou correr contra o vento?


Quando o vento sopra a favor dos nossos desejos, corro com o vento, mas por vezes todos corremos contra o vento, é a vida!


 


 


 


Este tema, agora apresentado, surge como uma “canção inspiradora” que “encoraja a superação de obstáculos”. Que obstáculos têm encontrado nesse caminho que têm vindo a percorrer na música?


Todos temos obstáculos na vida, de uma forma ou de outra, mais ou menos graves, acredito que a música é por vezes a melhor companhia e são por vezes as músicas que definem o nosso estado de espírito, esta é particularmente uma música positiva.


 


 


 


Está também, implícita no tema, a mensagem de que “vale a pena sonhar e lutar pelos sonhos”. Que sonhos gostariam, o Pedro e os Lobos, de concretizar no futuro, a nível musical?


De uma forma geral gostava de ver a música que é feita com coração mais valorizada em vez da música descartável que busca o sucesso efémero.


Afinal vale a pena sonhar!


 


 


Muito obrigada!


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e o vídeo.


 


 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Agora que já todos viram e falaram sobre ela...

Imagem relacionada


 


 


... e provavelmente, já passou de moda, e foi ultrapassada por muitas outras mais recentes, chegou a minha vez de ver a série "La Casa de Papel"!


 


 


Não vi os primeiros episódios.


Fui apanhado partes de episódios, quando o meu marido via a série em casa, e eu andava por ali a fazer alguma coisa.


Neste sábado, com as bichanas a pedirem colo, acabei por me sentar e ver, com ele, os restantes episódios da primeira temporada, e os primeiros da segunda temporada.


Agora estou curiosa para ver toda a série!


 


 


Não sei se estou a imaginar 3 temporadas à volta de um assalto, bem sucedidas. 


Enquanto ali na série ainda só tinha passado 50 a 60 horas de assalto, a mim já me pareciam semanas.


Mas estou a adorar a mente do Professor, e a forma como ele premeditou quase tudo o que poderia acontecer, e anticipar-se sempre à polícia, brincando com eles, mesmo quando tudo parecia começar a descambar.


 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Poucos são aqueles que fazem algo sem receber nada em troca

Imagem relacionada


 


 


Vivemos numa época em que a preguiça afecta grande parte da humanidade.


Ainda assim, estaríamos bem se esse fosse o único problema.


Mas não. Não é só de preguiça que sofre o Homem.


É também de ambição desmedida.


E de, egoísmo, de egocentrismo, de simplesmente, não fazer nada que não lhe dê algo em troca. Que não traga recompensas, prémios, que não seja proveitoso para si.


 


Vivemos numa época em que a humanidade, ao invés de agir por vontade, desejo e prazer, ao invés de tomar a iniciativa sem saber o que dali pode vir, apenas se move quando lhes é, como diz o ditado popular, "acenada a cenourinha".


Se souberem que, no final, terão direito a ela, ainda os coelhos saem da toca e correm atrás. Mesmo que nunca a cheguem, efectivamente, a comer, vão iludidos. Mas, se não houver cenoura, nem se mexem. Não justifica o esforço, nem a perda de tempo.


 


É triste, mas é real... 


 


Resultado de imagem para prémio

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Aquele momento...

Imagem relacionada


 


... em que vamos na rua e, sem estar à espera, os colegas de turma dos nossos filhos metem conversa connosco!


 


Nada de anormal, não fosse o caso de esses ditos colegas pouco se darem com ela, e serem todos rapazes.


Cá para mim, mal viram que eu iria passar por eles, fizeram alguma aposta para ver se tinham lata para meter conversa comigo.


Suspeito que não foi por mera simpatia ou boa educação!


 


Mas pronto, também não os deixei ficar mal, apesar de ter trocado o nome de um, e achar que outro já nem era colega dela, confundindo com um outro que mudou de turma este ano.


E, provavelmente, dada a minha falta de jeito para fixar nomes e caras, se os vir outra vez nem vou saber quem são!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

À Conversa com Luís Carvalho & Dead Flowers

thumbnail_luis carvalho & dead flowers promo foto.


 


 


Luís Carvalho & Dead Flowers é um projecto de spokenwordsongs, do poeta Luís Carvalho, com um ambiente sonoro cruzado pelas harmonias das guitarras dos músicos João Guimarães e Pedro Oliveira.


 


O tema retratado nas palavras do poeta neste disco assenta, essencialmente, nos jogos de dualidades de vivências feitas entre o amor combinado com a dor.


 


 


Para ficarem a conhecer melhos este projeto, aqui fica a entrevista:


 


 


 


 


 


k15771734.jpg


 


 


Para quem não conhece, quem são Luís Carvalho & Dead Flowers?


Quatro grandes amigos, o João, o Pedro e o outro João, e o Luís.


 


 


Como é que surgiu este projeto?


Pela causa comum a todos, da poesia. Também nos longos almoços semanais entre o Pedro e o Luís; depois somaram-se o João e mais tarde o outro João - isso é Dead Flowers :)


 


 


Quais são as vossas principais referências, a nível musical?


Todas? Tantas, muitas, tudo o que nós gostamos, nada – as que queiram descobrir...


 


 


 


 


 



 


De que forma se descreveriam através das seguintes palavras:


Poesia – razões


Dualidades – “característica daquilo que abrange duas naturezas, dois juízos, duas essências; propriedade daquilo que é duplo.”


Amor – desamor


Equilíbrio – bahhhhhhhhhhhhhhhhhh :)


Ruínas – flores mortas


Música – Viva !!!!


Viagem – bagagem


Palavras – never stop


Memória – que chatice !


Dor – amor


 


 


 


 


thumbnail_image001.jpg


 


“Por Um Amor Que Nos Desune Tanto” é o nome do mais recente álbum. Do que nos fala este trabalho?


Dessa dualidade, atrás descrita, que se vive por vivencias de amor que combinam com dor.


 


 


Na vossa opinião, o amor desune mais as pessoas, do que une?


Depende das pessoas, do amor e do desamor entre elas. É consultar a estatística pode não ser decisivo...


 


 


 


 



 


“Sabes” é o single de apresentação do álbum. O que é que Luís Carvalho & Dead Flowers sabem hoje, que preferiam não saber, e o que é que gostariam de saber, que ainda desconhecem?


Sabemos que não sabemos nada, e isso sabemos, é o melhor elixir para alimentar o saber.


 


 


Apesar de recentemente editado em formato digital - 25 de janeiro – já receberam feedback do público?


Tanto no Mist Fest ‘16, como num final de tarde de chuva no jardim da Estrela, como no festival de poesia no Olga Cadaval de Sintra, em noites do MusicBox, ou nas do Popular de Alvalade, nas dos Poetas do Povo, num Festival Graça ao Reverso pela 1 da manhã, ou num Pateo de São Miguel na primeira edição do EA LIVE ÉVORA... entre tantos outros, que com tanto amor-desamor, tão bem guardamos.


 


 


Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo?


Tocar em Hyde Park antes dos Rolling Stones :)


 


 


Muito obrigada!


Nós é que te agradecemos!


 


 


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e os vídeos.


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!