
Será a estupidificação humana o grande flagelo do século XXI?
É que, a cada dia que passa, mais pessoas estúpidas me aparecem à frente.
Pessoas que não sabem como falar educadamente com os outros, que não sabem mostrar os seus pontos de vista sem ser rudes, brutas, arrogantes.
Se já há anos se falava de crise de valores, então agora nem sei que será......
ResponderEliminarNunca pensei algum dia dizer isto mas as máquinas começam a ser mais agradáveis de lidar do que os humanos.
ResponderEliminarInfelizmente cada vez existem mais pessoas assim
ResponderEliminarÉ que até uma máquina, por vezes, consegue ser mais educada.
ResponderEliminarDeveria haver também um programa para pessoas!
Acho que sim, Marta.
ResponderEliminarGostava de responder que não, mas cada vez mais acho que sim. Eles multiplicam-se como coelhos. Dói de ver.
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ResponderEliminarSe dói!
Mas responder-lhes à letra seria estarmos também a nos tornar estúpidos, por isso mais vale ignorar.
E ao telefone? Se eu te falasse do que apanho diariamente?
ResponderEliminarAs pessoas estão cada vez menos tolerantes...e mais estúpidas e azedas!
Eu vim aqui parar porque andava à procura de 'estupidificação', e claramente a estupidificação humana é o grande flagelo do século XXI.
ResponderEliminarMas isso só acontece porque as pessoas estão receptivas a isso.
Alguns dos comentários estão mal aplicados pois o que caracteriza essencialmente um estúpido não é falta de educação ou agressividade, mas a imagem do homenzinho de verde todo contente.
Alguns dizem e eu concordo, que os media estão a contribuir para a estupidificação da sociedade, e eles não incentivam a falta de educação nem a agressividade, mas as pessoas a gostarem de tudo o que é fútil e acharem piada a tudo.
E agora com a facilidade de comunicação o problema fica mais visível, a maior parte dos assuntos que se falam são futilidades, mas é disto que as pessoas gostam!
Se não conhece o livro, "A civilização do espectáculo", pode ver aqui (e tem alguns comentários):
https://www.wook.pt/livro/a-civilizacao-do-espetaculo-mario-vargas-llosa/14145731
E aqui fica um resumo:
Uma duríssima radiografia do nosso tempo e da nossa cultura. O triunfo do jornalismo sensacionalista. Converter em bem supremo a nossa natural propensão para nos divertirmos.
É verdade!
ResponderEliminarTambém nesse aspecto a sociedade está ficar cada vez mais estupidificada.
E é fácil de ver com um exemplo simples: antigamente, quando ligávamos para alguém, tínhamos que saber o número da pessoa, e decorava-mo-lo. Hoje em dia, premimos uma tecla e a chamada faz-se mas, se precisarmos de marcar o número num telefone que não seja o nosso, não o sabemos.
A tecnologia faz tudo por nós, age por nós, pensa por nós, é ela que nos diz muitas vezes o que fazer, e nos dá informações que temos preguiça de procurar de outra forma.
Uma conversa com o meu pai, por exemplo, abrange os mais diversos assuntos, sobre temas que a maioria das pessoas com quem falo, no dia a dia, não têm interesse.