
É mau.
É lixado.
Pode ser difícil de gerir.
Pode gerar mal estar e, em último caso, arruinar a amizade.
A "I" tem uma amiga "I", uma "B", e uma "S".
A amiga "I" tem ciúmes da amizade entre "I" e "S".
A amiga "I" não gosta da amiga "B".
E a "I", está no meio, a tentar lidar com isso, porque todas elas são suas amigas!
Alguém já se viu numa situação semelhante?
Por vezes, chegam amigos novos à nossa vida, mas não significa que os mais antigos tenham perdido o valor ou a importância que tinham, nem o lugar na nossa vida.
Os nossos amigos não têm que ser todos iguais.
Cada um deles, complementa, acrescenta, e traz algo diferente à amizade, com a sua própria personalidade e forma de ser.
Gostamos deles, precisamente, por essas mesmas diferenças.
E, por isso mesmo, não há razões para ciúmes, porque cada uma tem o seu próprio valor.
Claro que não podemos obrigar as nossas amigas a gostarem, entre si, umas das outras, ou tão pouco a se tornarem amigas.
Mas, da mesma forma, nenhuma delas tem o direito de interferir na nossa amizade com uma ou com outra, só porque não se dão bem.
A melhor forma possível de lidar com isso é estarem juntas em momentos diferentes, em situações diferentes. No entanto, naquelas ocasiões em que é inevitável estarem todas juntas, é fundamental dividir a atenção e a disponibilidade, por todas e interagir, na mesma medida, com todas.
Os problemas ou motivos para não se darem bem ou não se querem relacionar só elas saberão, e é algo que só elas deverão resolver entre si.
Meter-nos no meio, com ciúmes, chantagens, cobranças ou ultimatos, nunca trará bons resultados para ninguém.
Marta, tens toda a razão. E quando temos amigas com formas de ser e estar diferentes é muito complicado reunirem todas ao mesmo tempo. Mas eu tento não valorizar as diferenças que existem e tento, sempre que possível, trazer assuntos que sejam de interesse comum. Beijinhos e gostei muito do post.
ResponderEliminarSe fazem chantagem, cobranças e ultimatos com a pessoa é simples!
ResponderEliminarResolve-se o problema de vez e acaba-se com amizade. Quem é verdadeiramente nosso amigo, não cobra coisas estupidas.
Eu quando falo em diferenças, é mesmo no sentido positivo. Num mesmo grupo, por vezes é bom haver a mais tímida e a mais extrovertida, a mais sensata e a mais impulsiva, a que gosta de cantar e a que prefere dançar, e por aí fora, porque acabam por se complementar.
ResponderEliminarBeijinhos e obrigada
Na infância e adolescência, por vezes não conseguem perceber isso, a acabam muitas vezes ali tipo bola de ping pong, entre amizades.
ResponderEliminarNa infância e adolescência este tem sido um problema cada vez mais sentido. Tudo isto para, mais tarde, quando adultos, estarmos quase sós.
ResponderEliminarNormalmente, nos meus CT, esta problemática é mais frequente (99,9%) nas meninas. O que mais me custa ver é a maldade de algumas, apenas com 9 anos. Mais do que a que tinha com 20 ou 30. Dizem que refletem os modelos de mães que têm em casa. Não sei, mas assusta-me.
Sim, os casos que tenho visto, são maioritariamente no sexo feminino.
ResponderEliminarA minha filha tem uma colega que teve mesmo que ter acompanhamento psicológico depois de uma amiga ter posto fim à amizade, só porque ela se tornou amiga de outra miúda também.
E depois, mesmo na adolescência, situações destas podem assumir proporções e consequências mais graves: pressão, mal estar, intrigas para tentar contaminar a amizade, perseguição, ciberbullying e por aí fora.